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24.4.09
Adriano não é mais jogador da Internazionale. O clube nerazzurro oficializou nesta sexta-feira, através de um comunicado, a rescisão do contrato com o atacante brasileiro. "A Adriano, o abraço de toda a Inter pelos oito anos e 74 gols vividos juntos", diz a nota.
A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
Segundo o empresário do atacante, Gilmar Rinaldi, os termos da rescisão não colocam nenhuma restrição sobre os futuros clubes que Adriano poderia defender.


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Adriano não é mais jogador da Internazionale. O clube nerazzurro oficializou nesta sexta-feira, através de um comunicado, a rescisão do contrato com o atacante brasileiro. "A Adriano, o abraço de toda a Inter pelos oito anos e 74 gols vividos juntos", diz a nota.
A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
Segundo o empresário do atacante, Gilmar Rinaldi, os termos da rescisão não colocam nenhuma restrição sobre os futuros clubes que Adriano poderia defender.


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Adriano não é mais jogador da Internazionale. O clube nerazzurro oficializou nesta sexta-feira, através de um comunicado, a rescisão do contrato com o atacante brasileiro. "A Adriano, o abraço de toda a Inter pelos oito anos e 74 gols vividos juntos", diz a nota.
A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
Segundo o empresário do atacante, Gilmar Rinaldi, os termos da rescisão não colocam nenhuma restrição sobre os futuros clubes que Adriano poderia defender.


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A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
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A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
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A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
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A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
Segundo o empresário do atacante, Gilmar Rinaldi, os termos da rescisão não colocam nenhuma restrição sobre os futuros clubes que Adriano poderia defender.


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Adriano não é mais jogador da Internazionale. O clube nerazzurro oficializou nesta sexta-feira, através de um comunicado, a rescisão do contrato com o atacante brasileiro. "A Adriano, o abraço de toda a Inter pelos oito anos e 74 gols vividos juntos", diz a nota.
A separação dos caminhos de Inter e Adriano passou a ser discutida depois de o jogador faltar à reapresentação da equipe no início deste mês, após compromissos com a Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Ele permaneceu no Rio de Janeiro e seu paradeiro chegou a ser desconhecido por um par de dias.
Adriano convocou a imprensa e anunciou que se afastaria temporariamente do futebol, por problemas pessoais, e que desejava ficar no Brasil por tempo indeterminado.
Segundo o empresário do atacante, Gilmar Rinaldi, os termos da rescisão não colocam nenhuma restrição sobre os futuros clubes que Adriano poderia defender.


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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
Direto de Praia Grande
Portal Terra

Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
Fonte: Globo
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
Direto de Praia Grande
Portal Terra

Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
Fonte: Globo
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
Direto de Praia Grande
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
Direto de Praia Grande
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
Direto de Praia Grande
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
Direto de Praia Grande
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
Fonte: Globo
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
Fonte: Globo
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
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Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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Jorge Ventura, pai de Renato Ventura Ribeiro, afirmou durante velório do advogado em Praia Grande (SP) que a morte do filho e do neto "não tem explicação". "A gente numa determinada idade, se forma, casa, tem filhos e espera que os filhos enterrem os pais. Prepara uma pessoa que fez um brilhante curso e estava um concurso para crescer ainda mais", disse Jorge, que completou: "não consigo entender". Renato e o filho, Luis Renato, 4 anos, foram encontrados mortos na tarde de quarta-feira no apartamento do advogado em Mirandópolis, bairro nobre da zona sul de São Paulo. A polícia trabalha com a hipótese de que o homem tenha matado o filho e se suicidado. O corpo foi enterrado às 15h.
"Tem gente aqui no velório que encontrou com ele (o advogado) nessa sexta em uma casa de esfiha, comeram juntos, ele não demonstrava nada, estava tranqüilo", afirmou Jorge. "A mãe do menino já declarou que ele (Renato) não era agressivo", afirmou.
Jorge também disse que conversou com a família da mãe do menino e afirmou que "é um momento para todo mundo se apoiar, pois está todo mundo sofrendo". "É pedir a Deus que ele esteja em paz junto com o filho".
A advogada Ketlin de Albuquerque, 32 anos, que se disse amiga de Renato há mais de 15 anos, afirmou que o professor nunca demonstrou qualquer sintoma de angústia ou depressão. "Era uma pessoa maravilhosa, fantástica e superprestativa. Não dá para entender. Nunca demonstrou ter depressão e tinha amor incondicional pelo filho, mas nada a ponto de imaginar que chegasse a essa situação de desespero, que causasse algo tão horrível", disse.
Ainda de acordo com a amiga, que veio de Brasília (DF) especialmente para o enterro, Renato entrou em um curso de tiros em fevereiro deste ano e comprou uma arma em seguida. "Na minha opinião, talvez ele já estivesse premeditando algo", comentou.
O professor disputava a guarda do filho judicialmente com a ex-mulher, o que segundo a amiga, pode ter tranformado a relação dos dois. "A Fabiane (Húngaro Menina) sempre foi uma pessoa muito correta e percebia todo amor do Renato pelo filho. A relação entre eles não era boa".
Homicídio seguido de suicídioQuestionado na quarta-feira sobre a hipótese de homicídio seguido de suicídio, o delegado do caso, Virgílio Guerreiro Neto, defendeu essa possibilidade. "Pela experiência, não vejo chance de ser algo diferente", disse. Entre os motivos para a versão, o delegado aponta uma recente disputa judicial pela guarda perdida do menino e algumas ameaças. "Segundo a mãe, violento ele não era, mas eles tinham uma relação de disputa pelo filho. Ele fazia ameaças de que ia sumir com a criança", disse Guerreiro.
Ribeiro apanhou o filho na última sexta-feira e deveria devolvê-lo no domingo, dia do aniversário da mãe. Após desconfiar da demora na entrega da criança e sem conseguir falar com o pai, a mãe registrou um Boletim de Ocorrência do descumprimento da determinação judicial de devolver a criança na segunda-feira.
O menino era filho de um relacionamento amoroso de poucos meses entre o casal. "Eles nunca foram casados nem moraram juntos", disse o delegado. O pai tinha direito de ver o filho a cada 15 dias e lutava na Justiça pelo direito de morar no apartamento, onde vivia há 10 anos, com a criança. Uma amiga da família que não quis se identificar afirmou que Ribeiro "adorava" o filho. Ribeiro foi descrito como um homem quieto e profissional eficiente pela mesma pessoa.
Fonte:Fernando Prandi
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Boletim de ocorrência registrado por advogado que matou filho de 5 anos em São Paulo não fala de agressão ao menino

Segundo o boletim de ocorrência, registrado no dia 29 de abril de 2007, Renato Ventura Ribeiro se desentendeu o cunhado durante uma discussão sobre a guarda do menino.
No boletim de ocorrência, o advogado acusou o cunhado de tê-lo ameaçado. Renato teria ligado para a casa da mãe da criança, Fabiane Húngaro Menina, para falar sobre a guarda de Luís Renato, que era compartilhada. O advogado havia dito à ex-namorada que queria obter a guarda total do filho. Quando soube da reivindicação de Renato, o irmão de Fabiane teria pegado o telefone e dito a ele que se o advogado "mexesse com Fabiane ou com o sobrinho iria se ver com ele".
O advogado registrou o boletim de ocorrência, mas o caso não teve andamento.
Nesta sexta-feira, investigadores foram ao prédio onde morava o advogado e entrevistaram vizinhos.
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SÃO PAULO - Um assalto no bairro de Ponta Verde, área nobre de Maceió, quase termina em tragédia. Segundo a polícia, uma mulher e seu bebê de 3 meses, além da mãe dela, chegavam em casa na Avenida Sandoval Arroxelas, na noite desta quinta-feira, quando foram abordados por três assaltantes armados, que queriam o veículo. A família foi rendida e a avó da criança pediu para tirá-la do carro. Quando estava desatando o cinto da cadeirinha, que estava amarrada ao banco traseiro, os bandidos arrancaram.
Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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SÃO PAULO - Um assalto no bairro de Ponta Verde, área nobre de Maceió, quase termina em tragédia. Segundo a polícia, uma mulher e seu bebê de 3 meses, além da mãe dela, chegavam em casa na Avenida Sandoval Arroxelas, na noite desta quinta-feira, quando foram abordados por três assaltantes armados, que queriam o veículo. A família foi rendida e a avó da criança pediu para tirá-la do carro. Quando estava desatando o cinto da cadeirinha, que estava amarrada ao banco traseiro, os bandidos arrancaram.
Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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SÃO PAULO - Um assalto no bairro de Ponta Verde, área nobre de Maceió, quase termina em tragédia. Segundo a polícia, uma mulher e seu bebê de 3 meses, além da mãe dela, chegavam em casa na Avenida Sandoval Arroxelas, na noite desta quinta-feira, quando foram abordados por três assaltantes armados, que queriam o veículo. A família foi rendida e a avó da criança pediu para tirá-la do carro. Quando estava desatando o cinto da cadeirinha, que estava amarrada ao banco traseiro, os bandidos arrancaram.
Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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Segundo testemunhas, os criminosos saíram em alta velocidade com o Renault Clio cinza de placas MUX 6242, de Maceió, pela avenida. A cadeirinha ficou dependurada do lado de fora, sobre a roda traseira esquerda, e presa pelo cinto de segurança. O bebê só não caiu porque ficou dentro da cadeirinha. A criança foi arrastada por cerca de 400 metros sobre o asfalto.
Testemunhas que viram a cena começaram a gritar para os ocupantes do veículo que havia um bebê do lado de fora. Assustados com os gritos dos populares, os bandidos viram a criança sendo arrastada. Imediatamente, eles pararam o veículo e fugiram.
Um motoqueiro, que seguia os bandidos, foi o primeiro a constatar que a criança estava viva. O bebê apresentava escoriações no braço e perna esquerda, além de um machucado no rosto. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) o levou até a Santa Casa de Misericórdia de Maceió, onde recebeu os primeiros socorros. A mãe Renata Dowell, que acompanhou o bebê até o hospital, estava em estado de choque e não quis dar declarações. O pai Normam Dowell prestou depoimento à polícia.
O bebê, identificado como G. D., passou por uma tomografia e fez curativos. Ele foi atendido pelo pediatra Oscar de Andrade, que constatou que os ferimentos eram superficiais. A tomografia não apontou lesões na cabeça. G. passou a noite na Santa Casa, fez nova tomografia nesta sexta-feira e foi liberado. De acordo com os médicos, a cadeirinha funcionou como um cápsula, que evitou que a criança se ferisse quando foi arrastada.
Os três criminosos estão sendo procurados pela polícia.
O caso é parecido com o do menino João Hélio Fernandes Vieites, que morreu em fevereiro de 2007, no Rio de Janeiro, depois de ser arrastado por mais de sete quilômetros. Ele estava no carro com a mãe, uma amiga e a irmã de 13 anos. Elas conseguiram escapar, mas o menino ficou preso ao cinto quando os assaltantes arrancaram com o carro em alta velocidade. O crime chocou o país.
Motoristas e um motoqueiro que passavam no momento sinalizaram com os faróis. Os ladrões ignoraram e continuaram a fuga arrastando o corpo pelo asfalto.

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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
- Peço perdão reiteradamente. Sou o presidente eleito para a mudança e essa mudança não será freada - disse em uma coletiva em Assunção.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
- Peço perdão reiteradamente. Sou o presidente eleito para a mudança e essa mudança não será freada - disse em uma coletiva em Assunção.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
- Peço perdão reiteradamente. Sou o presidente eleito para a mudança e essa mudança não será freada - disse em uma coletiva em Assunção.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
- Peço perdão reiteradamente. Sou o presidente eleito para a mudança e essa mudança não será freada - disse em uma coletiva em Assunção.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
- Peço perdão reiteradamente. Sou o presidente eleito para a mudança e essa mudança não será freada - disse em uma coletiva em Assunção.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
- Peço perdão reiteradamente. Sou o presidente eleito para a mudança e essa mudança não será freada - disse em uma coletiva em Assunção.
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ASSUNÇÃO - O presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pediu nesta sexta-feira perdão a quem se sentiu ofendido depois das cinco denúncias de mulheres reivindicando a paternidade do líder. Ele reconheceu ter cometido erros com a Igreja e com os cidadãos de seu país. Em menos de dias semanas, cinco mulheres declararam ter tido filhos com o ex-bispo católico, duas delas afirmaram ter tido relação com Lugo antes de ele ter renunciado ao cargo de bispo.
- Peço perdão reiteradamente. Sou o presidente eleito para a mudança e essa mudança não será freada - disse em uma coletiva em Assunção.
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GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) se mostrou preocupada nesta sexta-feira com a confirmação de um surto da gripe suína nos Estados Unidos e no México que pode ter causado 60 mortes de seres humanos. A Casa Branca está acompanhando de perto o surto e o presidente Barack Obama já foi informado, disse uma autoridade do governo nesta sexta-feira.
Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
As aulas de milhares de crianças mexicanas foram canceladas nesta sexta-feira, após a gripe ter matado cerca de 20 pessoas nos últimos dias.


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GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) se mostrou preocupada nesta sexta-feira com a confirmação de um surto da gripe suína nos Estados Unidos e no México que pode ter causado 60 mortes de seres humanos. A Casa Branca está acompanhando de perto o surto e o presidente Barack Obama já foi informado, disse uma autoridade do governo nesta sexta-feira.
Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
As aulas de milhares de crianças mexicanas foram canceladas nesta sexta-feira, após a gripe ter matado cerca de 20 pessoas nos últimos dias.


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GENEBRA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) se mostrou preocupada nesta sexta-feira com a confirmação de um surto da gripe suína nos Estados Unidos e no México que pode ter causado 60 mortes de seres humanos. A Casa Branca está acompanhando de perto o surto e o presidente Barack Obama já foi informado, disse uma autoridade do governo nesta sexta-feira.
Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
A agência das Nações Unidas disse que ativou seu Centro de Operações de Estratégia de Saúde - que comanda e controla agudos episódios de saúde pública -, mas não disse se considera expedir um alerta de viagem para a região.
Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
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O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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Na capital mexicana as escolas foram esvaziadas e a população está se protegendo com máscaras nas ruas.
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Autoridades da saúde pública dos EUA disseram na quinta-feira que sete pessoas foram diagnosticadas com um novo tipo de gripe suína na Califórnia e no Texas, enquanto o ministro da Saúde do México confirmou nesta sexta-feira que dezenas de mortes registradas nas últimas semanas foram provocadas também pela gripe suína.
- Esse é um vírus que agia nos porcos e que em algum momento foi transmitido a humanos - disse o ministro José Angel Cordova à rede de tevê Televisa.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA informou que o vírus é uma mistura nunca vista antes de outros vírus que afetam porcos, aves e humanos. Todas os sete americanos que pegaram a doença se recuperaram.
Mas a gripe suína também se espalhou para o México, matando ao menos 16 pessoas.
Um porta-voz da OMS em Genebra disse à Reuters que a organização está "diariamente em contato com as autoridades dos EUA, Canadá e México".
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos disse que o vírus era uma mistura nunca antes vista de uma típica virose entre porcos, aves e humanos. Todos os sete pacientes americanos se recuperaram.
A porta-voz da OMS Fadela Chaib disse que as autoridades mexicanas perceberam uma ocorrência de gripe incomum no fim de março e abril.
- Houve 800 casos suspeitos de gripe, com 57 mortos na região da Cidade do México - afirmou. - Casos semelhantes tem sido descobertos em San Luis Potosí, na região central do México. O número de casos suspeitos é de 24 e 3 mortes - acrescentou ela.
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CAMPO GRANDE - Um menino de 13 anos foi violentado dentro do Hospital Universitário de Campo Grande. Ele teria consentido inicialmente o ato sexual, mas logo depois se arrependeu e pediu ajuda aos funcionários do hospital. O caso aconteceu às 3h50m desta sexta-feira. O acusado é o desempregado B.Z, 49 anos, que foi detido.
O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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CAMPO GRANDE - Um menino de 13 anos foi violentado dentro do Hospital Universitário de Campo Grande. Ele teria consentido inicialmente o ato sexual, mas logo depois se arrependeu e pediu ajuda aos funcionários do hospital. O caso aconteceu às 3h50m desta sexta-feira. O acusado é o desempregado B.Z, 49 anos, que foi detido.
O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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CAMPO GRANDE - Um menino de 13 anos foi violentado dentro do Hospital Universitário de Campo Grande. Ele teria consentido inicialmente o ato sexual, mas logo depois se arrependeu e pediu ajuda aos funcionários do hospital. O caso aconteceu às 3h50m desta sexta-feira. O acusado é o desempregado B.Z, 49 anos, que foi detido.
O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
- Temos que averiguar se houve falha no acompanhamento - disse o diretor clínico do HU, Wilson Cantero.
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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
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Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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O garoto estava internado há nove dias por pneumonia e está sendo submentido a exame de corpo de delito. Desde que está no hospital, essa foi a primeira vez que o menino ficou sozinho, internado na área isolada. A mãe o acompanhou durante nove dias, mas ontem à noite resolveu ir para casa descansar. Justamente nesta sexta o cunhado de B.Z foi internado no hospital. Como tem mais de 65 anos, tem direito a acompanhante e o desempregado foi dormir no hospital para ficar com ele.
Na madrugada, B.Z foi até a ala isolada e conversou com o menino. Segundo a Polícia Civil ele teria convencido o menino a praticar o ato sexual. O garoto, que nunca teve qualquer experiência, consentiu. Depois de abusar do menino, o desempregado disse que o garoto deveria descansar, pois voltaria mais tarde. Assustado com o que aconteceu, o paciente chamou os enfermeiros logo depois que B.Z saiu do quarto.
Os funcionários chamaram a polícia, que prendeu B.Z. Um enfermeiro coletou um material, semelhante a esperma, que foi encontrado na cama do menino. A polícia encaminhou o material para exame pericial.
B.Z nega que tenha abusado sexualmente do menino. Ele ainda será interrogado no Cepol e de lá, levado para uma cela na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf). O caso ficará ao encargo da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
O diretor clínico do HU, Wilson Cantero confirmou o caso e disse que todos estão chocados com o que aconteceu. O Hospital Universitário vai abrir uma sindicância para apurar o abuso sexual.
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Segundo ele, é feita uma escala no Pronto-Socorro para que os auxiliares de enfermagem sejam responsáveis pelo monitoramento dos pacientes em cada período. Ainda não foi divulgado um levantamento de quantos pacientes estavam sendo monitorados.
O diretor clínico do HU disse que o isolamento de pacientes não é uma ala especial. O paciente, W., de 13 anos, estava em um quarto, sozinho, mas a porta fica aberta, justamente para o monitoramento regular feito pelos auxiliares de enfermagem.

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SÃO PAULO - O delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular do 16º Distrito Policial (Vila Clementino), vai chamar para depor um tio do menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de 5 anos, morto pelo pai, o advogado Renato Ventura Ribeiro, de 39 anos, que se matou em seguida. O tio, que é irmão da mãe da criança, é acusado na carta deixada por Ventura de agredir a criança. O delegado informou ainda que Ribeiro chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o tio materno da criança, mas não informou a data. O advogado deixou uma carta dizendo que matou o filho por amor, para poder cuidar dele. "Dividido, longe do pai (por vontade da mãe) não se sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido, inclusive pelo irmão da mãe, bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que falava mal do pai".
Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
Ribeiro será sepultado no Cemitério Municipal da Praia Grande, no Litoral Sul, onde moram os pais dele.


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SÃO PAULO - O delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular do 16º Distrito Policial (Vila Clementino), vai chamar para depor um tio do menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de 5 anos, morto pelo pai, o advogado Renato Ventura Ribeiro, de 39 anos, que se matou em seguida. O tio, que é irmão da mãe da criança, é acusado na carta deixada por Ventura de agredir a criança. O delegado informou ainda que Ribeiro chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o tio materno da criança, mas não informou a data. O advogado deixou uma carta dizendo que matou o filho por amor, para poder cuidar dele. "Dividido, longe do pai (por vontade da mãe) não se sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido, inclusive pelo irmão da mãe, bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que falava mal do pai".
Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
Ribeiro será sepultado no Cemitério Municipal da Praia Grande, no Litoral Sul, onde moram os pais dele.


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SÃO PAULO - O delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular do 16º Distrito Policial (Vila Clementino), vai chamar para depor um tio do menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de 5 anos, morto pelo pai, o advogado Renato Ventura Ribeiro, de 39 anos, que se matou em seguida. O tio, que é irmão da mãe da criança, é acusado na carta deixada por Ventura de agredir a criança. O delegado informou ainda que Ribeiro chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o tio materno da criança, mas não informou a data. O advogado deixou uma carta dizendo que matou o filho por amor, para poder cuidar dele. "Dividido, longe do pai (por vontade da mãe) não se sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido, inclusive pelo irmão da mãe, bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que falava mal do pai".
Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
Ribeiro será sepultado no Cemitério Municipal da Praia Grande, no Litoral Sul, onde moram os pais dele.


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SÃO PAULO - O delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular do 16º Distrito Policial (Vila Clementino), vai chamar para depor um tio do menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de 5 anos, morto pelo pai, o advogado Renato Ventura Ribeiro, de 39 anos, que se matou em seguida. O tio, que é irmão da mãe da criança, é acusado na carta deixada por Ventura de agredir a criança. O delegado informou ainda que Ribeiro chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o tio materno da criança, mas não informou a data. O advogado deixou uma carta dizendo que matou o filho por amor, para poder cuidar dele. "Dividido, longe do pai (por vontade da mãe) não se sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido, inclusive pelo irmão da mãe, bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que falava mal do pai".
Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
Ribeiro será sepultado no Cemitério Municipal da Praia Grande, no Litoral Sul, onde moram os pais dele.


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SÃO PAULO - O delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular do 16º Distrito Policial (Vila Clementino), vai chamar para depor um tio do menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de 5 anos, morto pelo pai, o advogado Renato Ventura Ribeiro, de 39 anos, que se matou em seguida. O tio, que é irmão da mãe da criança, é acusado na carta deixada por Ventura de agredir a criança. O delegado informou ainda que Ribeiro chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o tio materno da criança, mas não informou a data. O advogado deixou uma carta dizendo que matou o filho por amor, para poder cuidar dele. "Dividido, longe do pai (por vontade da mãe) não se sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido, inclusive pelo irmão da mãe, bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que falava mal do pai".
Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
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Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
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Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
Ribeiro será sepultado no Cemitério Municipal da Praia Grande, no Litoral Sul, onde moram os pais dele.


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SÃO PAULO - O delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular do 16º Distrito Policial (Vila Clementino), vai chamar para depor um tio do menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de 5 anos, morto pelo pai, o advogado Renato Ventura Ribeiro, de 39 anos, que se matou em seguida. O tio, que é irmão da mãe da criança, é acusado na carta deixada por Ventura de agredir a criança. O delegado informou ainda que Ribeiro chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o tio materno da criança, mas não informou a data. O advogado deixou uma carta dizendo que matou o filho por amor, para poder cuidar dele. "Dividido, longe do pai (por vontade da mãe) não se sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido, inclusive pelo irmão da mãe, bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que falava mal do pai".
Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
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Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
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Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
Ribeiro será sepultado no Cemitério Municipal da Praia Grande, no Litoral Sul, onde moram os pais dele.


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Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
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SÃO PAULO - O delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular do 16º Distrito Policial (Vila Clementino), vai chamar para depor um tio do menino Luis Renato Menina Ventura Ribeiro, de 5 anos, morto pelo pai, o advogado Renato Ventura Ribeiro, de 39 anos, que se matou em seguida. O tio, que é irmão da mãe da criança, é acusado na carta deixada por Ventura de agredir a criança. O delegado informou ainda que Ribeiro chegou a registrar um boletim de ocorrência contra o tio materno da criança, mas não informou a data. O advogado deixou uma carta dizendo que matou o filho por amor, para poder cuidar dele. "Dividido, longe do pai (por vontade da mãe) não se sentia bem na casa da mãe, onde era reprimido, inclusive pelo irmão da mãe, bêbado e agressivo, fica constrangido toda vez que falava mal do pai".
Na carta, Ribeiro afirma que o filho sofria na casa da mãe, por estar afastado dele, e acusa a mãe do menino, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, de intransigente. Diz que ela não deixou que ele levasse o filho numa viagem à Disney. "A mãe teve coragem até de não autorizar a viagem do filho para a Disney com o pai, provando o filho do presente de aniversário com o qual ele já sonhava, para conhecer de perto o fantástico lugar sobre o qual os colegas da escola falavam", diz a carta.
A criança foi fruto de um relacionamento rápido, de apenas seis meses, entre Fabiane e Ventura Ribeiro.
Oito pessoas já foram ouvidas formalmente pela polícia. Entre elas a empregada que encontrou o corpo, na quarta-feira, a mãe da criança e vizinhos. A Polícia Civil ainda não sabe quando o assassinato ocorreu, porque ninguém escutou o barulho dos disparos.
O zelador do Condomínio Jardim das Orquídeas, onde morava o advogado na Vila Clementino, Zona Sul da capital, diz que os dois foram encontrados mortos com as roupas que usavam na sexta-feira. Mas uma nova testemunha relatou que viu Ribeiro e o garoto saindo do prédio na manhã de sábado. Sobrenome do pai é retirado da lápide do garoto
O corpo do menino Luis Renato foi enterrado nesta quinta-feira no Cemitério Parque dos Girassóis, em Parelheiros, na zona sul da capital, apenas com o sobrenome da mãe. Revoltados, os familiares retiraram o sobrenome do pai do painel na sala de velório.
O clima era de revolta e tensão. Aproximadamente 100 pessoas, entre amigos e familiares, compareceram ao enterro. Uma mulher, que não se identificou, pediu aos gritos para o repórter do jornal Diário de S.Paulo se retirar do local. Ela disse que o pai do menino, o advogado e professor da USP, Renato Ventura Ribeiro, 'não era nada para a família, era só um ex-namorado.'
A cerimônia foi realizada debaixo de chuva. A mãe do garoto, a advogada Fabiane Húngaro Menina, de 37 anos, foi uma das primeiras a deixar o local, amparada por familiares. O enterro durou 15 minutos.
Ribeiro será sepultado no Cemitério Municipal da Praia Grande, no Litoral Sul, onde moram os pais dele.


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COMO A JUSTIÇA BRASILEIRA É FALHA!!!!!!!

Postado por Brandy no blog Anjos e Guerreiros em 24 de Abril de 2009 09:21

Ola! Moro no Japao e acompanho o caso desde o final do ano passado e a cada noticia me espanto com o descaso das autoridades brasileiras em nao investigar os *fatos* e provas contra os Lins e Silva.

Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

--------------------

Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

---------------------------

2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

--------

Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

----------------------

Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

-------------------------

Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


Visitas dificeis: http://today.msnbc.msn.com/id/26184891/#29220910 ------------------
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Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

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1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

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Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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COMO A JUSTIÇA BRASILEIRA É FALHA!!!!!!!

Postado por Brandy no blog Anjos e Guerreiros em 24 de Abril de 2009 09:21

Ola! Moro no Japao e acompanho o caso desde o final do ano passado e a cada noticia me espanto com o descaso das autoridades brasileiras em nao investigar os *fatos* e provas contra os Lins e Silva.

Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

--------------------

Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

---------------------------

2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

--------

Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

----------------------

Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

-------------------------

Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


Visitas dificeis: http://today.msnbc.msn.com/id/26184891/#29220910 ------------------
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:57  comentar

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Ola! Moro no Japao e acompanho o caso desde o final do ano passado e a cada noticia me espanto com o descaso das autoridades brasileiras em nao investigar os *fatos* e provas contra os Lins e Silva.

Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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Ola! Moro no Japao e acompanho o caso desde o final do ano passado e a cada noticia me espanto com o descaso das autoridades brasileiras em nao investigar os *fatos* e provas contra os Lins e Silva.

Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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Ola! Moro no Japao e acompanho o caso desde o final do ano passado e a cada noticia me espanto com o descaso das autoridades brasileiras em nao investigar os *fatos* e provas contra os Lins e Silva.

Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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Ola! Moro no Japao e acompanho o caso desde o final do ano passado e a cada noticia me espanto com o descaso das autoridades brasileiras em nao investigar os *fatos* e provas contra os Lins e Silva.

Vou copiar alguns trechos da carta de Ricardo Zamariola sobre a separaçao de David e Brunaquanto a total falta de apoio da familia brasileira a qualquer contato entre pai e filho.

O que fica evidente que eles nao se preocupam com o *Bem estar de Sean*

1- As declaraçoes de Bruna sobre David como pai:

Bruna: Eu realmente te acho um rapaz excelente. Você é um pai maravilhoso e... Eu não conseguiria ter ninguém melhor. E fico feliz de termos um filho juntos, muito feliz de você ser o pai dele..."

Noutra passagem da conversa, Bruna queixa-se de que o marido não lhe dava a atenção desejada por ela. E por qual razão? Bruna acusa David de ter olhos apenas para Sean, esquecendo-se por completo que o pequeno também tinha uma mãe. Que ironia, considerando-se que, agora, este pai é acusado de desamor para com o filho...

Noutra ocasião, Bruna, já no Brasil, encaminhou mensagem eletrônica a uma de suas amigas, afirmando, mais uma vez expressamente, que "David é um grande cara e eu não me arrependo de nenhum minuto, mas nossa história de amor estava acabada... Sinto muito por David por causa do Sean...".

A mensagem consta dos autos dos processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos.

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Bruna, muito embora jamais tendo viajado aos EUA para depor, também apresentou declaração escrita, assinada e juramentada à Corte Superior de Nova Jérsei. Nesta declaração, também não formula qualquer espécie de acusação contra o pai da criança.

Muito ao contrário.

Mais uma vez ironicamente, uma das queixas de Bruna ao tribunal de Nova Jérsei era a de que David estaria construindo com Sean uma relação de "best buddies" ("melhores amigos"), enquanto que ela, Bruna, entendia que este não seria o tipo ideal de relação entre pai e filho. Trata-se, aqui, de mais um fato comprovado. Esta declaração, escrita, assinada e juramentada por Bruna, consta dos processos judiciais, tanto no Brasil, quanto nos Estados Unidos.

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2- As tentativas de contato:

Houve propostas para visitação em um terceiro país, num ambiente neutro. Houve propostas para visitação no Brasil. Qualquer acordo sempre foi condicionado a que o Sr. Goldman abrisse mão de continuar perseguindo o retorno do filho. Isto, quando a família simplesmente não rejeitava as iniciativas do pai, sem qualquer resposta, educada ou mal-educada, consistente ou inconsistente.

O avô materno de Sean, depondo perante o Tribunal em Nova Jérsei, afirmou expressamente, com frieza assustadora, que seu advogado lhe alertara para o fato de que ele não era obrigado a falar com alguém que o estava processando. Disse o avô, então, que, a partir dali, todas as vezes que ouvia a voz do Sr. Goldman ao telefone, desligava imediatamente.

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Laudo da Justiça Estadual do Rio de Janeiro, realizado em dezembro de 2005, afirma o seguinte sobre Sean e seu pai: "...percebe-se que Sean demonstra interesse em estar com o Sr. David, referindo-se ao mesmo de forma bastante positiva...". Este documento também consta dos autos dos processos judiciais.

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Tão logo soube da morte de Bruna, o pai de Sean entrou em contato com a família materna, novamente propondo acordo. Abriu as portas de sua casa, para que Sean retornasse em companhia dos avós e até de seu padrasto. Ofereceu um período de transição, durante o qual o contato entre pai e filho se faria no Brasil, com vistas à posterior viagem de retorno aos Estados Unidos.

Tudo recusado pela família materna, que impedia até mesmo um contato, mínimo que fosse, entre pai e filho. Aliás, a família materna omitiu do Sr. David Goldman o falecimento da mãe de seu filho. David soube da tragédia por jornais brasileiros. A família omitiu até do Judiciário a morte da mãe de Sean, apresentando petição ao Supremo Tribunal Federal poucos dias depois, sem fazer menção ao fato, como se nada tivesse acontecido.

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Depois de 4 anos e meio,David consegue direito de visita e Sean nao o rejeita no primeiro encontro.Pede ao pai um abraço com *maximum force * e mais um: Maximum force e mais um Maximum force.

A familia brasileira que deveria ajudar Sean agora que recem perdeu sua mae, merece e precisa da companhia do pai, exigem a presença de psicologos que mudam a cada visita para *acompanhar* (leia-se perseguir) pai e filho dentro do condominio numa intimidaçao vergonhosa. Segue dois videos (em ingles):


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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
ENVIADO ESPECIAL DA FOLHA DE SÃO PAULO A JOHANNESBURGO
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  comentar


O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
ENVIADO ESPECIAL DA FOLHA DE SÃO PAULO A JOHANNESBURGO
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
ENVIADO ESPECIAL DA FOLHA DE SÃO PAULO A JOHANNESBURGO
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
ENVIADO ESPECIAL DA FOLHA DE SÃO PAULO A JOHANNESBURGO
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  comentar


O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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O primeiro dia de apuração da eleição sul-africana confirmou a vitória folgada do Congresso Nacional Africano (CNA) e de seu candidato a presidente, Jacob Zuma, mas deixou no ar a dúvida sobre se conseguiria atingir a barreira de dois terços dos votos necessários para mudar a Constituição.
Às 23h30 locais (18h30 em Brasília), com quase 60% dos votos apurados, o CNA estava na marca exata de dois terços (66,7%) dos votos, seguido pela Aliança Democrática, com 16%. O recém-formado Congresso do Povo, uma dissidência do CNA formada no fim de 2008, vinha em terceiro, com 7% --bem menos do que esperava.
Os resultados finais devem sair só amanhã, mas Zuma terminou o dia dançando com simpatizantes no centro de Johannesburgo. Na África do Sul, os partidos elegem seus deputados com base em listas prévias, na exata proporção dos votos obtidos. Depois, o Parlamento elege o novo presidente da República -no caso, Zuma, líder do partido majoritário.

Futuro presidente sul-africano tem 3 mulheres; "eu amo todas", afirma ele
Prática comum nas zonas rurais do país tem status legal e opõe tradicionalistas às massas urbanas mais voltadas para EUA e Europa

A perspectiva da ascensão de Jacob Zuma à Presidência da África do Sul acendeu um debate acalorado sobre a poligamia, uma tradição tribal, num país em que grande parte da população almeja ser aceita como parte do mundo ocidentalizado.
"Quem será a primeira-dama?", diverte-se a imprensa local, tentando adivinhar qual das três mulheres (declaradas) receberá a honraria: a discreta Sizake Khumalo, idade desconhecida, com quem é casado há 50 anos, a evangélica Nompu Mantuli, 34, (a aparente favorita) ou a mais recente, Thobeka Mabhija, 35. Especula-se que Zuma, 67, tenha até seis mulheres e ao menos 18 filhos.
O futuro presidente -que terá a eleição indireta confirmada após a posse do novo Congresso, eleito anteontem- é um zulu que faz uso extensivo das raízes em seu marketing de "homem do povo".
Pagou por isso: igrejas e partidos cristãos foram críticos de sua vida amorosa durante a campanha, ao que Zuma deu de ombros: "Muitos políticos escondem suas amantes. Eu amo todas as minhas mulheres".
A poligamia é um costume arraigado na zona rural. Depois da distribuição de renda, nada ilustra melhor o golfo entre as duas metades do país: uma mirando a Europa e os EUA, outra fiel às tradições africanas.
"Digo sem medo que 90% dos sul-africanos hoje são filhos da poligamia, praticada por algum de seus ancestrais", diz Kgosi Thobepane, coordenador do Congresso dos Líderes Tradicionais da África do Sul. "Somos os guardiães das nossas tradições. Ninguém tem o direito de nos dizer o que fazer."
Na África do Sul, a poligamia é legal, e parte do processo de negociação para uma Constituição que satisfizesse à gama de povos do país após o apartheid -de descendentes de colonizadores holandeses aos dos zulus que os combateram.
A Carta Magna afirma que "pessoas de uma comunidade cultural, religiosa ou linguística não podem ter negados seus direitos tradicionais". Isso abriu caminho para a aprovação de uma lei para a poligamia em 1998, o Ato de Reconhecimento do Casamento Tradicional.

Dois sistemas

Dois sistemas caminham lado a lado no país: o casamento civil, monogâmico, e o tradicional, poligâmico. Quem opta pelo poligâmico não se casa no civil e vice-versa. Não há limite de mulheres. Basta o marido notificar uma corte e detalhar a divisão dos bens após a morte.
Em tese, a lei diz que a primeira mulher deve estar de acordo, mas isso nunca é um problema para homens que querem se casar de novo. Também teoricamente, a mulher pode ter vários maridos, mas não se conhece nenhum caso.
"A posição da mulher fica fragilizada, e ela muitas vezes é obrigada a aceitar", diz Noluthando Ntlokwana, advogada ligada ao Centro Legal da Mulher, ONG que estuda o tema.
A praxe é o homem viver em sua cabana, cercada por casas para suas mulheres e respectivos filhos, e passar temporadas com cada uma.
Também é comum os casamentos acelerarem com a idade dos homens, caso de Zuma e do atual presidente, Kgalema Motlanthe, 60, que tem duas mulheres, uma de 24 anos. Quando sua vida amorosa foi revelada pela imprensa no início do ano, seu partido, o CNA (o mesmo de Zuma), protestou contra invasão de privacidade.
Nos últimos anos, a polêmica da poligamia esquentou em razão da epidemia de Aids. "Muitos homens em áreas urbanas usam o pretexto da poligamia para justificar terem várias amantes, quando na verdade estão apenas traindo suas mulheres e ajudando a espalhar a doença", diz Ntlokwana.

FÁBIO ZANINI
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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

Fonte: G1
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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

Fonte: G1
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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

Fonte: G1
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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

Fonte: G1
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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

Fonte: G1
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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

Fonte: G1
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Campanha nacional vai de 25 de abril a 8 de maio.

Ministério pretende imunizar 80% da população com 60 anos ou mais.

Em sua 11ª edição, a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso começa oficialmente em todo o país neste sábado (25). De acordo com o Ministério da Saúde, a imunização pretende atingir 80% da população com 60 anos ou mais, o que corresponde a mais de 15milhões de pessoas. A campanha, que tem como objetivo reduzir os óbitos e as internações causadas pela gripe, vai até o dia 8 de maio.
Ainda segundo o Ministério, estudos mostram que, entre a população idosa, a vacinação contra gripe pode reduzir de 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade.

Tire suas dúvidas sobre a vacinação:

1)A vacina contra a gripe é gratuita?
Sim, a vacina contra a gripe é gratuita.

2) Onde posso tomar a vacina?
A vacina contra a gripe está disponível em cerca de 65 mil postos de vacinação, entre eles postos de saúde e hospitais. Em todo o país, 241 mil pessoas participarão da campanha, que contará com 27 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) e 21 milhões de doses da vacina. Cada secretaria municipal de Saúde determina os locais dos postos de vacinação e seu horário de funcionamento.

3) Quem pode tomar a vacina?
A campanha abrange a população de 60 anos ou mais e toda população indígena (acima de seis meses de vida). Fora do período de campanha, no entanto, a vacina contra a gripe está disponível gratuitamente nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.
Vale lembrar que a política de vacinação contra a gripe atualmente adotada pelo Ministério da Saúde é direcionada para os grupos de maior risco de desenvolver as formas graves e complicações da doença.

4) A vacina tem contraindicações?
Sim. Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo, já que essa vacina é produzida em ovos de galinha. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, também devem consultar um médico antes de tomar a vacina.

5) Quanto tempo dura a proteção da vacina?
A vacina protege por um ano. Entretanto o vírus da gripe é capaz de mudar suas características com muita frequência, por isso a cada ano é necessário que se tome uma nova vacina.

6) É possível pegar gripe mesmo estando vacinado?
Sim, porque a vacina protege contra os três tipos de vírus que anualmente fazem parte da sua composição e porque, entre os idosos, sua proteção não é de 100%. Mesmo assim, a vacinação diminui a gravidade da gripe e, portanto, as chances de complicações e óbitos.

7) A vacina contra gripe pode provocar reações?
Sim, mas as reações são geralmente leves. As mais comuns são dor e vermelhidão no local de aplicação da vacina, que ocorrem nas primeiras 72 horas após a vacinação. A febre como reação à vacina ocorre em menos de 1% dos casos e reações alérgicas graves também não são comuns.

8) Como moradores de áreas isoladas podem conseguir a vacina?
A população de áreas isoladas deve se informar sobre os postos de vacinação mais próximos de sua residência. A estratégia para atingir o maior número de pessoas é traçada pelas secretarias municipais de Saúde.

9) Idosos acamados serão atendidos por equipes volantes?
Cada município disponibilizará agentes de saúde conforme suas condições e a necessidade da população. Eles são os responsáveis pela elaboração de estratégias para chegar ao público-alvo.

10) Quais os principais sintomas da gripe?
Os principais sintomas da gripe são febre, calafrios e mal-estar generalizado, frequentes nos primeiros dias de contágio. A rinite e a faringite também podem ocorrer. Quando os sintomas iniciais diminuem, aparecem problemas respiratórios, como dor de garganta, tosse seca, coriza (nariz escorrendo) e congestão nasal.
A gripe pode ser transmitida de forma direta (por meio de secreções das vias respiratórias de uma pessoa contaminada) ou de forma indireta (as mãos, após contato com superfícies contaminadas, podem carregar o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos).

Fonte: G1
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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

Fonte: G1
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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

Fonte: G1
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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

Fonte: G1
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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

Fonte: G1
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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

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Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

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Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

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Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

Fonte: G1
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Inventos funcionam movidos por roda d'água.
Produtor desenvolve atualmente carro movido a ar comprimido.


Um agricultor do sul de Goiás aproveita sucata para criar máquinas que ajudam no trabalho do campo. As ideias começaram a partir de uma roda d’água. Há oito anos, Luís Pereira Ribeiro descobriu que a roda poderia originar uma série de máquinas que poderiam mudar sua rotina.
As invenções começaram quando Ribeiro precisou aumentar a renda da família, para manter a faculdade da filha. A partir da estrutura da roda d’água, montada com sucatas, o produtor desenvolveu um forno giratório para torrar farinha de mandioca.
A criatividade, entretanto, não parou por aí. O agricultor também desenvolveu um sistema composto por uma bicicleta velha, engrenagens e pedaços de antena de televisão para regar suas plantações. A força para mover as engrenagens vem da roda d’água. “Todos os equipamentos de loja são caros e isto não cabia no meu orçamento”, diz Ribeiro.
Há três anos, o produtor desenvolve um novo equipamento – um carro movido a ar comprimido, que, segundo ele, além de ser ecologicamente correto, não terá custos e poderá ajuda nos trabalhos do campo.
O carro, chamado de Próton, ainda está em fase de teste. Garrafas plásticas servem como tanque para o ar comprimido. O combustível também é obtido a partir da força da roda d’água, a qual movimenta o compressor que preenche as garrafas com ar.
O sonho de ver o carro funcionando ainda não tem data para se realizar, mas o agricultor já sabe qual será o destino de suas invenções. “A partir deste carro, quero desenvolver máquinas que utilizem energia natural para substituir o trabalho sofrido do homem do campo”, diz.

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Os jesuítas autorizaram a abertura dos arquivos de um de seus membros, considerado um dos maiores especialistas do Vaticano sobre o controverso papel do papa Pio 12 (1939-1958) durante a Segunda Guerra Mundial (1938-1945), indicou o jornal "L'Osservatore Romano".
O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

France Presse, em Washington
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Os jesuítas autorizaram a abertura dos arquivos de um de seus membros, considerado um dos maiores especialistas do Vaticano sobre o controverso papel do papa Pio 12 (1939-1958) durante a Segunda Guerra Mundial (1938-1945), indicou o jornal "L'Osservatore Romano".
O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
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O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
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O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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O papel de Pio 12 durante a Segunda Guerra Mundial é alvo de polêmicas e inúmeros históricos criticaram o silêncio e a passividade do papa ante o genocídio dos judeus.
Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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Os documentos conservados pelo jesuíta americano Robert Graham incluem mais de 25 mil páginas de testemunhos e documentos que podem revelar como Pio 12 ajudou os judeus europeus a escapar da Shoah, segundo o "L'Osservatore".
Graham foi um dos maiores defensores de Pio 12. Paulo 6º o encarregou de trabalhar com os serviços secretos vaticanos no período de 1939 a 1945. O trabalho levou à publicação, de 1965 a 1982, dos 12 volumes das atas e documentos do Vaticano relativos à Segunda Guerra Mundial.
O jornal do Vaticano, que cita o Catholic News Service (a agência de notícias dos bispos americanos), afirma que o chefe dos jesuítas, o padre Adolfo Nicolás, decidiu autorizar o estudo destes documentos.
Eles serão disponibilizados aos pesquisadores da Fundação Pave the Way --um grupo americano de diálogo inter-religioso criado em 2002.
O processo de beatificação de Pio XII, aberto em outubro de 1967, é tema de tensão com as organizações judiais. Em 2007, quando o processo estava quase concluído, o papa Bento 16 criou uma comissão especial para estudar o caso antes de tomar sua decisão.

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A polícia da Califórnia, nos Estados Unidos, prendeu na noite desta quinta-feira uma mulher acusada de forjar o sequestro da filha de um ano para matá-la e depois jogar o corpo em uma rodovia. Stacey Barker, 24, estava sendo investigada pelos agentes desde que as autoridades encontraram o corpo da criança no último dia 20.
Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

colaboração para a Folha Online
da Associated Press
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A polícia da Califórnia, nos Estados Unidos, prendeu na noite desta quinta-feira uma mulher acusada de forjar o sequestro da filha de um ano para matá-la e depois jogar o corpo em uma rodovia. Stacey Barker, 24, estava sendo investigada pelos agentes desde que as autoridades encontraram o corpo da criança no último dia 20.
Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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A polícia da Califórnia, nos Estados Unidos, prendeu na noite desta quinta-feira uma mulher acusada de forjar o sequestro da filha de um ano para matá-la e depois jogar o corpo em uma rodovia. Stacey Barker, 24, estava sendo investigada pelos agentes desde que as autoridades encontraram o corpo da criança no último dia 20.
Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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A polícia da Califórnia, nos Estados Unidos, prendeu na noite desta quinta-feira uma mulher acusada de forjar o sequestro da filha de um ano para matá-la e depois jogar o corpo em uma rodovia. Stacey Barker, 24, estava sendo investigada pelos agentes desde que as autoridades encontraram o corpo da criança no último dia 20.
Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

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A polícia da Califórnia, nos Estados Unidos, prendeu na noite desta quinta-feira uma mulher acusada de forjar o sequestro da filha de um ano para matá-la e depois jogar o corpo em uma rodovia. Stacey Barker, 24, estava sendo investigada pelos agentes desde que as autoridades encontraram o corpo da criança no último dia 20.
Inicialmente, a Barker disse aos policiais que uma pessoa sequestrou a filha, colocou dentro de um carro e desapareceu. Dias depois, mudou a versão e disse que a criança morreu em um acidente.
"Os investigadores logo viram que a história tinha algumas inconsistências e conforme ela ia sendo interrogada, os fatos mudavam", disse Steve Whitmore, porta-voz do departamento de Los Angeles. Na ocasião, a americana foi detida para ser interrogada, mas acabou sendo liberada e mantida em custódia pelos pais.
Whitmore disse que Barker tinha ferimentos na cabeça e que ela havia informado que teria se machucado durante um assalto. A polícia investiga a hipótese da mãe ter se automutilado por culpa do crime. Segundo os familiares de Barker, a mulher vivia com outros parentes em casa e todos cuidavam da criança.

colaboração para a Folha Online
da Associated Press
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A oficial de Justiça Sandra Regina Ferreira Smaniotto, 48, foi morta com nove tiros na manhã desta quinta-feira, na avenida Manoel de Siquera, na região de Guarapiranga (zona sul). O ajudante-geral Reinaldo do Carmo Guerreiro, 31, foi preso em flagrante e confessou o crime.
Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

Fonte: Agora
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A oficial de Justiça Sandra Regina Ferreira Smaniotto, 48, foi morta com nove tiros na manhã desta quinta-feira, na avenida Manoel de Siquera, na região de Guarapiranga (zona sul). O ajudante-geral Reinaldo do Carmo Guerreiro, 31, foi preso em flagrante e confessou o crime.
Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

Fonte: Agora
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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

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A oficial de Justiça Sandra Regina Ferreira Smaniotto, 48, foi morta com nove tiros na manhã desta quinta-feira, na avenida Manoel de Siquera, na região de Guarapiranga (zona sul). O ajudante-geral Reinaldo do Carmo Guerreiro, 31, foi preso em flagrante e confessou o crime.
Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
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Sandra cumpria mandado de busca e apreensão de uma moto que Guerreiro contou ter comprado em junho do ano passado. Ele afirmou que só havia pago as três primeiras prestações --eram 48 parcelas. Disse ainda que a oficial de justiça pediu-lhe R$ 1.500 para "esquecer" a dívida.
Guerreiro disse no 92º DP (Parque Santo Antônio) que cometeu o crime não pela extorsão, mas "pelo jeito como ela falou comigo". Ele contou que recebeu dois telefonemas de Sandra, nos quais ela exigia o dinheiro.
Escrivã chefe da 3ª Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, onde Sandra trabalhava havia 22 anos, Ana Lúcia Alicke negou que sua colega estivesse fazendo algo irregular. "Ela devia ter pedido auxílio policial", disse o delegado Carlos Alberto Carvalho, que autuou Guerreiro por homicídio qualificado.
Ex-presidiário, o ajudante-geral tinha duas passagens por roubo e uma por extorsão. Ficou preso por oito anos e deixou a cadeia em 2005.

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Imagem foi divulgada nesta sexta (24), mas crime ocorreu em novembro.Polícia ainda investiga o crime.

A polícia australiana divulgou nesta sexta-feira (24) uma impressionante imagem do raio-x do crânio de um homem encontrado morto em novembro, numa região ao sul de Sydney. A cabeça da vítima foi perfurada por dezenas de pregos. A polícia não tem pistas do assassino e ainda investiga o crime.


fonte:G1
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Imagem foi divulgada nesta sexta (24), mas crime ocorreu em novembro.Polícia ainda investiga o crime.

A polícia australiana divulgou nesta sexta-feira (24) uma impressionante imagem do raio-x do crânio de um homem encontrado morto em novembro, numa região ao sul de Sydney. A cabeça da vítima foi perfurada por dezenas de pregos. A polícia não tem pistas do assassino e ainda investiga o crime.


fonte:G1
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A polícia australiana divulgou nesta sexta-feira (24) uma impressionante imagem do raio-x do crânio de um homem encontrado morto em novembro, numa região ao sul de Sydney. A cabeça da vítima foi perfurada por dezenas de pregos. A polícia não tem pistas do assassino e ainda investiga o crime.


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A polícia australiana divulgou nesta sexta-feira (24) uma impressionante imagem do raio-x do crânio de um homem encontrado morto em novembro, numa região ao sul de Sydney. A cabeça da vítima foi perfurada por dezenas de pregos. A polícia não tem pistas do assassino e ainda investiga o crime.


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BRASÍLIA - Depois de seis anos de trabalho, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em conjunto com um consórcio internacional, conseguiu revelar a sequência do genoma bovino, informa a Agência Brasil. O estudo servirá para o melhoramento genético do gado e poderá interferir no aumento de produtividade e em características como maciez, coloração e quantidade de gordura da carne, na qualidade do leite e no aumento da resistência a doenças e parasitas, como o carrapato.
O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/04/23/cientistas-brasileiros-ajudam-sequenciar-genoma-bovino-755405516.asp
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BRASÍLIA - Depois de seis anos de trabalho, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em conjunto com um consórcio internacional, conseguiu revelar a sequência do genoma bovino, informa a Agência Brasil. O estudo servirá para o melhoramento genético do gado e poderá interferir no aumento de produtividade e em características como maciez, coloração e quantidade de gordura da carne, na qualidade do leite e no aumento da resistência a doenças e parasitas, como o carrapato.
O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/04/23/cientistas-brasileiros-ajudam-sequenciar-genoma-bovino-755405516.asp
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BRASÍLIA - Depois de seis anos de trabalho, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em conjunto com um consórcio internacional, conseguiu revelar a sequência do genoma bovino, informa a Agência Brasil. O estudo servirá para o melhoramento genético do gado e poderá interferir no aumento de produtividade e em características como maciez, coloração e quantidade de gordura da carne, na qualidade do leite e no aumento da resistência a doenças e parasitas, como o carrapato.
O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


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BRASÍLIA - Depois de seis anos de trabalho, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em conjunto com um consórcio internacional, conseguiu revelar a sequência do genoma bovino, informa a Agência Brasil. O estudo servirá para o melhoramento genético do gado e poderá interferir no aumento de produtividade e em características como maciez, coloração e quantidade de gordura da carne, na qualidade do leite e no aumento da resistência a doenças e parasitas, como o carrapato.
O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


fonte:http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/04/23/cientistas-brasileiros-ajudam-sequenciar-genoma-bovino-755405516.asp
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BRASÍLIA - Depois de seis anos de trabalho, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em conjunto com um consórcio internacional, conseguiu revelar a sequência do genoma bovino, informa a Agência Brasil. O estudo servirá para o melhoramento genético do gado e poderá interferir no aumento de produtividade e em características como maciez, coloração e quantidade de gordura da carne, na qualidade do leite e no aumento da resistência a doenças e parasitas, como o carrapato.
O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


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O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


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O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
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O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
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O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
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O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
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O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


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O estudo será publicado nesta sexta-feira na revista norte-americana Science, considerada a mais influente do mundo na área científica. O trabalho de sequenciamento, montagem, análise e anotação do genoma foi feito por mais de 300 cientistas de 25 países e custou US$ 54 milhões. O pesquisador Alexandre Caetano, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que liderou o trabalho dos cientistas brasileiros, disse que o trabalho se destaca por trazer novas ferramentas para a melhoria da qualidade do bovino.
- O que nós temos agora é uma nova ferramenta que nunca existiu antes e que nos permite realizar esse processo de avaliação e melhoramento de uma maneira mais rápida e eficiente e, eventualmente, abarcando questões que antes a gente não tinha como fazer, trazendo mais eficiência produtiva e melhor qualidade de produto, tanto de carne quanto de leite - afirmou durante a apresentação do estudo, nesta quinta-feira, na sede da Embrapa.
Segundo Caetano, a tecnologia desenvolvida na pesquisa já está disponível, mas para que seja efetivamente aplicada no campo, alguns fatores precisam ser desenvolvidos.
- Precisamos mais parceria com os atores da cadeia produtiva para aplicar esse trabalho - explicou.
O pesquisador disse que em outros países, como os Estados Unidos, principal financiador do estudo, a integração entre pesquisadores e produtores é mais antiga e os resultados acabam aparecendo em menos tempo. Apesar disso, ele acredita que essa relação pode ser desenvolvida e o produtor tem a ganhar, na medida em que um dos objetivos da pesquisa é realizar o processo de melhoramento genético de maneira mais rápida e mais barata.
O estudo, no Brasil, também contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e da Universidade Estadual de São Paulo.


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RIO - O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de Assistência Social, Fernando William, se reúnem nesta sexta-feira para criar um comitê que terá como objetivo implantar um plano emergencial para atender crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual e usuários de crack. De acordo com comunicado publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficial, a prefeitura deve usar a estrutura do governo federal que foi colocada a disposição do município para o combate à dengue, como locais e profissionais para o atendimento às crianças.
Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
De acordo com o comunicado do Diário Oficial, no Rio o crack já é uma epidemia. Estima-se que em torno de 500 crianças estão nesta situação de vício e prostituição infantil.


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RIO - O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de Assistência Social, Fernando William, se reúnem nesta sexta-feira para criar um comitê que terá como objetivo implantar um plano emergencial para atender crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual e usuários de crack. De acordo com comunicado publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficial, a prefeitura deve usar a estrutura do governo federal que foi colocada a disposição do município para o combate à dengue, como locais e profissionais para o atendimento às crianças.
Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
De acordo com o comunicado do Diário Oficial, no Rio o crack já é uma epidemia. Estima-se que em torno de 500 crianças estão nesta situação de vício e prostituição infantil.


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Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
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Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
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Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
De acordo com o comunicado do Diário Oficial, no Rio o crack já é uma epidemia. Estima-se que em torno de 500 crianças estão nesta situação de vício e prostituição infantil.


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Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
De acordo com o comunicado do Diário Oficial, no Rio o crack já é uma epidemia. Estima-se que em torno de 500 crianças estão nesta situação de vício e prostituição infantil.


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RIO - O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de Assistência Social, Fernando William, se reúnem nesta sexta-feira para criar um comitê que terá como objetivo implantar um plano emergencial para atender crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual e usuários de crack. De acordo com comunicado publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficial, a prefeitura deve usar a estrutura do governo federal que foi colocada a disposição do município para o combate à dengue, como locais e profissionais para o atendimento às crianças.
Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
De acordo com o comunicado do Diário Oficial, no Rio o crack já é uma epidemia. Estima-se que em torno de 500 crianças estão nesta situação de vício e prostituição infantil.


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RIO - O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de Assistência Social, Fernando William, se reúnem nesta sexta-feira para criar um comitê que terá como objetivo implantar um plano emergencial para atender crianças e adolescentes vítimas de exploração sexual e usuários de crack. De acordo com comunicado publicado na edição desta sexta-feira do Diário Oficial, a prefeitura deve usar a estrutura do governo federal que foi colocada a disposição do município para o combate à dengue, como locais e profissionais para o atendimento às crianças.
Foram convidados representantes da Câmara dos Vereadores e Assembléia Legislativa , secretários municipais e estaduais de várias pastas de governo, membros dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento e da Educação, além de entidades civis para integrar o comitê. Entre as medidas que serão discutidas pelo comitê estão envolver a sociedade nas denúncias de exploração sexual infantil; organizar ações sistêmicas em todos os locais onde meninos e meninas consomem crack e se prostituem; melhorar e ampliar os abrigos específicos para estas crianças e adolescentes; ampliar o número de vagas em clínicas especializadas para o tratamento a este tipo de droga e desenvolver busca ativa para identificar os familiares deste jovens.
De acordo com o comunicado do Diário Oficial, no Rio o crack já é uma epidemia. Estima-se que em torno de 500 crianças estão nesta situação de vício e prostituição infantil.


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