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22.4.09


Leva 10 segundos para fazer o efeito, gerando euforia e excitação; respiração e batimentos cardíacos acelerados, seguido de depressão, delírio e "fissura" por novas doses. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
obs: fornecer o máximo de informações: local, ponto de referência, nomes , apelidos, placas de autos, motos, horários, etc, tudo que julgar útil.

Fonte: Antidrogas : http://www.antidrogas.com/
Sites de informação: http://www.antidrogas.com.br/links.php
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Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
obs: fornecer o máximo de informações: local, ponto de referência, nomes , apelidos, placas de autos, motos, horários, etc, tudo que julgar útil.

Fonte: Antidrogas : http://www.antidrogas.com/
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Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
obs: fornecer o máximo de informações: local, ponto de referência, nomes , apelidos, placas de autos, motos, horários, etc, tudo que julgar útil.

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Leva 10 segundos para fazer o efeito, gerando euforia e excitação; respiração e batimentos cardíacos acelerados, seguido de depressão, delírio e "fissura" por novas doses. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
obs: fornecer o máximo de informações: local, ponto de referência, nomes , apelidos, placas de autos, motos, horários, etc, tudo que julgar útil.

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Leva 10 segundos para fazer o efeito, gerando euforia e excitação; respiração e batimentos cardíacos acelerados, seguido de depressão, delírio e "fissura" por novas doses. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
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Fonte: Antidrogas : http://www.antidrogas.com/
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Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
obs: fornecer o máximo de informações: local, ponto de referência, nomes , apelidos, placas de autos, motos, horários, etc, tudo que julgar útil.

Fonte: Antidrogas : http://www.antidrogas.com/
Sites de informação: http://www.antidrogas.com.br/links.php
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Leva 10 segundos para fazer o efeito, gerando euforia e excitação; respiração e batimentos cardíacos acelerados, seguido de depressão, delírio e "fissura" por novas doses. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
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Leva 10 segundos para fazer o efeito, gerando euforia e excitação; respiração e batimentos cardíacos acelerados, seguido de depressão, delírio e "fissura" por novas doses. "Crack" refere-se à forma não salgada da cocaína isolada numa solução de água, depois de um tratamento de sal dissolvido em água com bicarbonato de sódio. Os pedaços grossos secos têm algumas impurezas e também contêm bicarbonato. Os últimos estouram ou racham (crack) como diz o nome.
Cinco a sete vezes mais potente do que a cocaína, o crack é também mais cruel e mortífero do que ela. Possui um poder avassalador para desestruturar a personalidade, agindo em prazo muito curto e criando enorme dependência psicológica. Assim como a cocaína, não causa dependência física, o corpo não sinaliza a carência da droga.
As primeiras sensações são de euforia, brilho e bem-estar, descritas como o estalo, um relâmpago, o "tuim", na linguagem dos usuários. Na segunda vez, elas já não aparecem. Logo os neurônios são lesados e o coração entra em descompasso (de 180 a 240 batimentos por minuto). Há risco de hemorragia cerebral, fissura, alucinações, delírios, convulsão, infarto agudo e morte.
O pulmão se fragmenta. Problemas respiratórios como congestão nasal, tosse insistente e expectoração de mucos negros indicam os danos sofridos.
Dores de cabeça, tonturas e desmaios, tremores, magreza, transpiração, palidez e nervosismo atormentam o craqueiro. Outros sinais importantes são euforia, desinibição, agitação psicomotora, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento de pressão arterial e transpiração intensa. São comuns queimaduras nos lábios, na língua e no rosto pela proximidade da chama do isqueiro no cachimbo, no qual a pedra é fumada.
O crack induz a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade de aprendizado.

O caminho da droga no organismo

Do cachimbo ao cérebro

1. O crack é queimado e sua fumaça aspirada passa pelos alvéolos pulmonares
2. Via alvéolos o crack cai na circulação e atinge o cérebro
3. No sistema nervoso central, a droga age diretamente sobre os neurônios. O crack bloqueia a recaptura do neurotransmissor dopamina, mantendo a substância química por mais tempo nos espaços sinápticos. Com isso as atividades motoras e sensoriais são superestimuladas. A droga aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca. Há risco de convulsão, infarto e derrame cerebral
4. O crack é distribuído pelo organismo por meio da circulação sanguínea
5. No fígado, ele é metabolizado
6. A droga é eliminada pela urina

Ação no sistema nervoso

Em uma pessoa normal, os impulsos nervosos são convertidos em neurotransmissores, como a dopamina (1), e liberados nos espaços sinápticos. Uma vez passada a informação, a substância é recapturada (2). Nos usuários de crack, esse mecanismo encontra-se alterado.
A droga (3) subverte o mecanismo natural de recaptação da substância nas fendas sinápticas. Bloqueado esse processo, ocorre uma concentração anormal de dopamina na fenda (4), superestimulando os receptores musculares - daí a sensação de euforia e poder provocada pela droga. A alegria, entretanto, dura pouco. Os receptores ajustam-se às necessidades do sistema nervoso. Ao perceber que existem demasiados receptores na sinapse, eles são reduzidos. Com isso as sinapses tornam-se lentas, comprometendo as atividades cerebrais e corporais
O crack nasceu nos guetos pobres das metrópoles, levando crianças de rua ao vício fácil e a morte rápida. Agora chega à classe média, aumentando seu rastro de destruição.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".
"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.
Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".
Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.
"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.
Por Fabiana leal para Redação Terra

Denúncia anônima:0800-111718 não precisa se identificar e nem há qualquer serviço que possa identificar a ligação.
Também o fone 181 - Do Estado é para denúncia
obs: fornecer o máximo de informações: local, ponto de referência, nomes , apelidos, placas de autos, motos, horários, etc, tudo que julgar útil.

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SALVADOR - A menina Alice Silva, de 6 anos, foi internada no Hospital martagão Gesteira para uma cirurgia na orelha, mas acabou tendo a garganta operada pelos médicos. A mãe diz que a criança não está falando. Segundo a mãe, Jucimari Silva, Alice foi internada para tratar uma fístula na orelha, sinal de um processo infeccioso. Depois de passar por exames em uma clínica particular, a criança foi operada no último fim de semana.
Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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SALVADOR - A menina Alice Silva, de 6 anos, foi internada no Hospital martagão Gesteira para uma cirurgia na orelha, mas acabou tendo a garganta operada pelos médicos. A mãe diz que a criança não está falando. Segundo a mãe, Jucimari Silva, Alice foi internada para tratar uma fístula na orelha, sinal de um processo infeccioso. Depois de passar por exames em uma clínica particular, a criança foi operada no último fim de semana.
Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
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Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
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A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
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Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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SALVADOR - A menina Alice Silva, de 6 anos, foi internada no Hospital martagão Gesteira para uma cirurgia na orelha, mas acabou tendo a garganta operada pelos médicos. A mãe diz que a criança não está falando. Segundo a mãe, Jucimari Silva, Alice foi internada para tratar uma fístula na orelha, sinal de um processo infeccioso. Depois de passar por exames em uma clínica particular, a criança foi operada no último fim de semana.
Quando Alice deixou a sala de cirurgia, a família teve uma surpresa: a equipe médica havia extraído as amídalas da criança. A fístula na orelha continuava do mesmo jeito.
- Eu não sei a sequela que vai ficar. A minha filha mal fala - disse Jucimari.
Alice fez a cirurgia da orelha no dia seguinte, mas a mãe não ficou satisfeita e está disposta a investigar o que aconteceu.
- Eu vou procurar outro médico e fazer uma consulta e ver se realmente precisava operar a garganta. Depois, eu vou tomar as minhas providências - disse ela.
A assessora de imprensa do Hospital nega que tenha havido erro. Segundo ela, o que houve foi uma falha de comunicação entre os médicos e a família.
- O problema da fístula no ouvido é associado e agravado pela hipertrofia das amídalas; o problema na garganta está ligado ao problema no ouvido - disse Renilda Dias, coordenadora de comunicação do Hospital.
De acordo com a assessora, não era necessária a autorização da família para a cirurgia das amídalas.
- A criança foi para a enfermaria bem, teve alta bem, em bom estado, sem sequela alguma - afirmou a coordenadora.


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PORTO ALEGRE - Ameaçado de extinção, o gato-maracajá - também conhecido como minijaguatirica - apareceu em plena Avenida Bento Gonçalves, uma das vias mais movimentadas de Porto Alegre, e virou celebridade. Assustado com o assédio da população, o animal foi resgatado pelos bombeiros, mas em breve deverá voltar ao seu hábitat.
A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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PORTO ALEGRE - Ameaçado de extinção, o gato-maracajá - também conhecido como minijaguatirica - apareceu em plena Avenida Bento Gonçalves, uma das vias mais movimentadas de Porto Alegre, e virou celebridade. Assustado com o assédio da população, o animal foi resgatado pelos bombeiros, mas em breve deverá voltar ao seu hábitat.
A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
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- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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A primeira aparição do bicho, segundo a operadora de caixa Susane Oliveira, 36 anos, aconteceu na manhã de segunda-feira, em uma árvore localizada na entrada do Beco 4, junto à avenida.
- Eu vi que ele estava dormindo bem tranquilo, com as patinhas atiradas para baixo. Não fiz alarde, porque pensei que ele iria embora - contou Susane.
Às 10h desta terça, quando olhou pela janela mais uma vez, a moradora constatou que o felino continuava lá, bocejando e se espreguiçando. Incomum, a presença ilustre não tardou a chamar a atenção do resto da vizinhança. Em alguns minutos, o burburinho estava formado.
Com celulares e câmeras digitais em punho, dezenas de moradores se aglomeraram no local. Todos queriam tirar uma foto com a "oncinha", como foi apelidado, para guardar de lembrança. Teve também quem se assustasse.
- É uma onça! É uma onça! - gritava um grupo de crianças.
- Será que come gente? - perguntava um dos meninos, apreensivo.
Chamados por moradores, integrantes do Grupamento de Busca e Salvamento foram ao local. Àquela altura, o gato-maracajá também já estava assustado. Pulando de galho em galho, deu trabalho aos socorristas. Saltou para a ribanceira e se embrenhou no mato.
- Aaaah! Olha o bichoooo! - gritavam os espectadores, correndo e tirando fotos sem parar.
Cercado, o animal acabou finalmente capturado. Quando o soldado Ângelo Bilha apareceu com ele nas mãos, foi alvo de mais cliques e de muita curiosidade. Até então, ninguém sabia ao certo de onde havia surgido.
Para a bióloga da Fundação Zoobotânica, Márcia Jardim, possivelmente o felino vivesse na própria região. O maracajá foi uma espécie comum na América Latina, mas, em função da ocupação humana, está ameaçado.
Fora de perigo, o gato-maracajá foi levado à sede do 1º Batalhão Ambiental, na Capital, onde deve ficar em observação pelo menos até hoje. Depois disso, será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que ficará encarregado de devolvê-lo ao seu ambiente natural.


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Em meio a tanto apelo publicitário, conter o desejo das crianças e dos adolescentes por adquirir novos brinquedos, roupas e acessórios não é nada fácil. No entanto, quanto mais cedo os pais ensinam aos pequenos o valor real do dinheiro, menor o prejuízo --emocional e financeiro-- para a família.
"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

Nos momentos de lazer com crianças e adolescentes, prefira um programa ao ar livre ou então uma atividade cultural. Shopping somente quando houver necessidade de comprar algo .

Imponha limites

Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

Dê o exemplo

Se os pais não conseguem controlar os seus próprios impulsos consumistas, não têm autoridade para exigir uma postura diferente dos filhos. Crianças e adolescentes imitam as ações dos mais velhos

Seja sincero

Se o orçamento familiar sofreu um abalo, abra o jogo com todos. Crianças e principalmente adolescentes gostam de colaborar quando requisitados, pois se sentem úteis para o funcionamento familiar

Mesada somente para maiores de nove anos

Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

Cumpra o prometido

Se o pequeno gastou toda a mesada de uma vez e ainda falta muito para o próximo mês, não dê mais nem um centavo. Obedecer regras faz parte do aprendizado. Dar valor ao dinheiro também

Não dê recompensas financeiras

Dar dinheiro ou brinquedos para que uma criança aceite estudar, por exemplo, não a incentivará a gostar de ir à escola. Pelo contrário: esvaziará todo o prazer da atividade

Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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Em meio a tanto apelo publicitário, conter o desejo das crianças e dos adolescentes por adquirir novos brinquedos, roupas e acessórios não é nada fácil. No entanto, quanto mais cedo os pais ensinam aos pequenos o valor real do dinheiro, menor o prejuízo --emocional e financeiro-- para a família.
"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

Nos momentos de lazer com crianças e adolescentes, prefira um programa ao ar livre ou então uma atividade cultural. Shopping somente quando houver necessidade de comprar algo .

Imponha limites

Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

Dê o exemplo

Se os pais não conseguem controlar os seus próprios impulsos consumistas, não têm autoridade para exigir uma postura diferente dos filhos. Crianças e adolescentes imitam as ações dos mais velhos

Seja sincero

Se o orçamento familiar sofreu um abalo, abra o jogo com todos. Crianças e principalmente adolescentes gostam de colaborar quando requisitados, pois se sentem úteis para o funcionamento familiar

Mesada somente para maiores de nove anos

Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

Cumpra o prometido

Se o pequeno gastou toda a mesada de uma vez e ainda falta muito para o próximo mês, não dê mais nem um centavo. Obedecer regras faz parte do aprendizado. Dar valor ao dinheiro também

Não dê recompensas financeiras

Dar dinheiro ou brinquedos para que uma criança aceite estudar, por exemplo, não a incentivará a gostar de ir à escola. Pelo contrário: esvaziará todo o prazer da atividade

Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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Em meio a tanto apelo publicitário, conter o desejo das crianças e dos adolescentes por adquirir novos brinquedos, roupas e acessórios não é nada fácil. No entanto, quanto mais cedo os pais ensinam aos pequenos o valor real do dinheiro, menor o prejuízo --emocional e financeiro-- para a família.
"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


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Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

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Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


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Mesada somente para maiores de nove anos

Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

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Se o pequeno gastou toda a mesada de uma vez e ainda falta muito para o próximo mês, não dê mais nem um centavo. Obedecer regras faz parte do aprendizado. Dar valor ao dinheiro também

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Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


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Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

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Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

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Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

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Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

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Se o orçamento familiar sofreu um abalo, abra o jogo com todos. Crianças e principalmente adolescentes gostam de colaborar quando requisitados, pois se sentem úteis para o funcionamento familiar

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Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

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Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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Em meio a tanto apelo publicitário, conter o desejo das crianças e dos adolescentes por adquirir novos brinquedos, roupas e acessórios não é nada fácil. No entanto, quanto mais cedo os pais ensinam aos pequenos o valor real do dinheiro, menor o prejuízo --emocional e financeiro-- para a família.
"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

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Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

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Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

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Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
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Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


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Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

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Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

Nos momentos de lazer com crianças e adolescentes, prefira um programa ao ar livre ou então uma atividade cultural. Shopping somente quando houver necessidade de comprar algo .

Imponha limites

Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

Dê o exemplo

Se os pais não conseguem controlar os seus próprios impulsos consumistas, não têm autoridade para exigir uma postura diferente dos filhos. Crianças e adolescentes imitam as ações dos mais velhos

Seja sincero

Se o orçamento familiar sofreu um abalo, abra o jogo com todos. Crianças e principalmente adolescentes gostam de colaborar quando requisitados, pois se sentem úteis para o funcionamento familiar

Mesada somente para maiores de nove anos

Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

Cumpra o prometido

Se o pequeno gastou toda a mesada de uma vez e ainda falta muito para o próximo mês, não dê mais nem um centavo. Obedecer regras faz parte do aprendizado. Dar valor ao dinheiro também

Não dê recompensas financeiras

Dar dinheiro ou brinquedos para que uma criança aceite estudar, por exemplo, não a incentivará a gostar de ir à escola. Pelo contrário: esvaziará todo o prazer da atividade

Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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Em meio a tanto apelo publicitário, conter o desejo das crianças e dos adolescentes por adquirir novos brinquedos, roupas e acessórios não é nada fácil. No entanto, quanto mais cedo os pais ensinam aos pequenos o valor real do dinheiro, menor o prejuízo --emocional e financeiro-- para a família.
"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

Nos momentos de lazer com crianças e adolescentes, prefira um programa ao ar livre ou então uma atividade cultural. Shopping somente quando houver necessidade de comprar algo .

Imponha limites

Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

Dê o exemplo

Se os pais não conseguem controlar os seus próprios impulsos consumistas, não têm autoridade para exigir uma postura diferente dos filhos. Crianças e adolescentes imitam as ações dos mais velhos

Seja sincero

Se o orçamento familiar sofreu um abalo, abra o jogo com todos. Crianças e principalmente adolescentes gostam de colaborar quando requisitados, pois se sentem úteis para o funcionamento familiar

Mesada somente para maiores de nove anos

Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

Cumpra o prometido

Se o pequeno gastou toda a mesada de uma vez e ainda falta muito para o próximo mês, não dê mais nem um centavo. Obedecer regras faz parte do aprendizado. Dar valor ao dinheiro também

Não dê recompensas financeiras

Dar dinheiro ou brinquedos para que uma criança aceite estudar, por exemplo, não a incentivará a gostar de ir à escola. Pelo contrário: esvaziará todo o prazer da atividade

Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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Em meio a tanto apelo publicitário, conter o desejo das crianças e dos adolescentes por adquirir novos brinquedos, roupas e acessórios não é nada fácil. No entanto, quanto mais cedo os pais ensinam aos pequenos o valor real do dinheiro, menor o prejuízo --emocional e financeiro-- para a família.
"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

Nos momentos de lazer com crianças e adolescentes, prefira um programa ao ar livre ou então uma atividade cultural. Shopping somente quando houver necessidade de comprar algo .

Imponha limites

Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

Dê o exemplo

Se os pais não conseguem controlar os seus próprios impulsos consumistas, não têm autoridade para exigir uma postura diferente dos filhos. Crianças e adolescentes imitam as ações dos mais velhos

Seja sincero

Se o orçamento familiar sofreu um abalo, abra o jogo com todos. Crianças e principalmente adolescentes gostam de colaborar quando requisitados, pois se sentem úteis para o funcionamento familiar

Mesada somente para maiores de nove anos

Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

Cumpra o prometido

Se o pequeno gastou toda a mesada de uma vez e ainda falta muito para o próximo mês, não dê mais nem um centavo. Obedecer regras faz parte do aprendizado. Dar valor ao dinheiro também

Não dê recompensas financeiras

Dar dinheiro ou brinquedos para que uma criança aceite estudar, por exemplo, não a incentivará a gostar de ir à escola. Pelo contrário: esvaziará todo o prazer da atividade

Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
Bernardo Tanis, professor do curso de psicanálise da criança do Instituto Sedes Sapientiae; e Maria Márcia Sigrist Malavasi, coordenadora do curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp


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"É preciso que os pais revejam a forma como educam seus filhos e avaliem se não estão criando pequenos grandes consumidores. Shopping não é um local para passear, pois nos coloca em contato direto com produtos que não são necessários", afirma a educadora Maria Márcia Sigrist Malavasi, da faculdade de pedagogia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
A empresária Anai Mafra Benedykt, 31 anos, aprendeu na prática a importância de colocar limite no precoce consumismo do filho Felipe, sete anos. "Descobri que negar um pedido do meu filho é mais difícil para mim do que para ele. Por comodismo, a gente é tentado a ceder, mas a criança logo se distrai, esquece que não ganhou um brinquedo novo na mesma velocidade com que absorve os valores que passamos", diz.
Outra dica importante é observar os próprios hábitos. "Se os pais gastam mais do que têm e vivem com a conta bancária no vermelho, não adiantará frear o consumismo dos filhos, que seguem o exemplo dos mais velhos", alerta o psicólogo Bernardo Tanis, da Sociedade Brasileira de Psicanálise.
Para quem precisa cortar gastos, segundo Maria Márcia, abrir o jogo com a garotada é a saída mais adequada. "As crianças e, principalmente, os adolescentes costumam se revelar grandes colaboradores quando a situação financeira da família é colocada para eles de forma clara pelos pais. Negar essa informação é minar qualquer possibilidade de colaboração dos filhos", ensina.
Mãe de Gabriel, 14 anos, e Rafael, 10 anos, a gerente de comércio eletrônico Branca Galdino, 38 anos, concorda com a pedagoga. "No início do ano, meus filhos resolveram fazer aulas de kung fu. Expliquei a eles que estávamos com o dinheiro apertado, e os dois apareceram com a solução: sugeriram trocar o transporte escolar pelo ônibus e pelo metrô."


Dicas para criar um consumidor responsável

Shopping não é local de passeio

Nos momentos de lazer com crianças e adolescentes, prefira um programa ao ar livre ou então uma atividade cultural. Shopping somente quando houver necessidade de comprar algo .

Imponha limites

Crianças e adolescentes precisam de limites, inclusive financeiros. Mais do que um simples castigo, trata-se de uma forma de criar referências, que são fundamentais para os pequenos

Dê o exemplo

Se os pais não conseguem controlar os seus próprios impulsos consumistas, não têm autoridade para exigir uma postura diferente dos filhos. Crianças e adolescentes imitam as ações dos mais velhos

Seja sincero

Se o orçamento familiar sofreu um abalo, abra o jogo com todos. Crianças e principalmente adolescentes gostam de colaborar quando requisitados, pois se sentem úteis para o funcionamento familiar

Mesada somente para maiores de nove anos

Antes dessa idade, as crianças não estão aptas a lidar com dinheiro sozinhas. Mesmo para os mais crescidinhos, a orientação e o acompanhamento de perto são práticas fundamentais

Cumpra o prometido

Se o pequeno gastou toda a mesada de uma vez e ainda falta muito para o próximo mês, não dê mais nem um centavo. Obedecer regras faz parte do aprendizado. Dar valor ao dinheiro também

Não dê recompensas financeiras

Dar dinheiro ou brinquedos para que uma criança aceite estudar, por exemplo, não a incentivará a gostar de ir à escola. Pelo contrário: esvaziará todo o prazer da atividade

Diga não

Dizer não para os filhos dá mais trabalho e é mais cansativo do que dizer sim para todos os pedidos feitos por eles, mas faz parte da tarefa de educar
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Milhares de organizações com origem em centenas de países de todo o mundo promovem hoje diversas comemorações no âmbito do Dia Mundial da terra, com o objectivo de consciencializar as comunidades sobre a importância da preservação do Planeta.
A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=383974
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Milhares de organizações com origem em centenas de países de todo o mundo promovem hoje diversas comemorações no âmbito do Dia Mundial da terra, com o objectivo de consciencializar as comunidades sobre a importância da preservação do Planeta.
A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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A data foi criada nos Estados Unidos da América em 1970, com o primeiro protesto contra a poluição, convocado pelo senador norte-americano Gaylord Nelson, e passou a ser comemorada por outros países na década de 90, numa altura em que o ambiente não era incluído em nenhuma agenda política.
Actividades como limpeza de praias, palestras sobre aquecimento global, campanhas de reciclagem, concursos, workshops e outros eventos culturais têm lugar hoje em Portugal e no resto do mundo.
O canal do National Geographic dedica o dia à efeméride e deixa várias dicas ambientais para salvar o planeta: «Não use copos descartáveis, diga não à publicidade na sua caixa de correio, ponha o carro de parte e apanhe um autocarro, recicle os cartuxos da sua impressora e dê o seu velho equipamento informático».


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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

Fonte: Folha de São Paulo
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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

Fonte: Folha de São Paulo
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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

Fonte: Folha de São Paulo
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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

Fonte: Folha de São Paulo
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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

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No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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"Israel deixou uma nação sem lar", diz presidente iraniano

Elie Wiesel, Prêmio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto, afirmou nesta terça-feira que não consegue compreender como permitiram ao presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, fazer comentários antissemitas durante a Conferência sobre o Racismo em Genebra.
Israelense joga flor em memória às vítimas do Holocausto; declaração de presidente iraniano causa polêmica no governo
Nesta segunda-feira, durante um discurso no evento, o presidente iraniano acusou Israel de racismo contra os palestinos.
"O fato de que esta pessoa seja convidada à ONU é algo que não posso compreender. Porquê ele teve permissão para dizer o que disse, porquê o presidente não o interrompeu, é algo que não compreendo", afirmou Wiesel, durante um encontro à margem da conferência.
"A presença de Ahmadinejad e seu discurso foram insulto a nossa inteligência", disse Wiesel.
"Aqui estamos nas Nações Unidas, uma organização criada como uma resposta às atrocidades da Segunda Guerra Mundial, e temos que protestar contra um discurso antissemita", afirmou Wiesel.
Ahmadinejad, cujo país desenvolve um polêmico programa nuclear, já ameaçou no passado "apagar Israel do mapa" e considera o Holocausto um "mito".

Polêmica

No discurso em Genebra, o presidente do Irã acusou os ocidentais de terem enviado "imigrantes da Europa, Estados Unidos e do mundo do Holocausto para estabelecer um governo racista na Palestina ocupada". Nesta terça-feira, as declarações de Ahmadinejad provocaram manifestações entre membros do governo israelense que compararam a figura do presidente do Irã ao ex-ditador nazista, Adolf Hitler.
Durante o discurso de Ahmadinejad, os 23 embaixadores da União Europeia (UE) presentes abandonaram a sala em sinal de protesto e alguns militantes gritaram a palavra racista. Wiesel declarou que Ahmadinejad insiste com os comentários contra Israel porque "deseja entrar para a história do Islã como o primeiro e único líder islâmico que aniquilou o povo judeu".
"Que ele tenha estado aqui, hoje ou ontem, e que tenha falado o que falou é um insulto, um insulto a nossa inteligência, um insulto a nossa sensibilidade e um insulto a nossa memória", insistiu. Wiesel também disse que os ataques de Ahmadinejad contra Israel eram uma "injustiça para o mundo, porque ele é uma vergonha para todo o mundo, a diplomacia, as relações internacionais e para os que ainda acreditam nas pessoas".

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Até 8 de maio, quem tem mais de 60 anos tem prioridade nos postos.
Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


Sábado (25) é dia de vacinação do idoso contra a gripe. A mobilização deve se estender até 8 de maio. Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas por 65 mil postos de vacinação. O alerta vale para quem tem mais de 60 anos, mas a velha caderneta de imunização não deve ser usada só por crianças e idosos. Doenças em adultos poderiam ser evitadas com vacinas que estão disponíveis para todos. Pouca gente sabe e comparece aos postos de saúde.
Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
Até 8 de maio, os idosos vão ter prioridade nos postos de saúde.

Fonte: G1
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Até 8 de maio, quem tem mais de 60 anos tem prioridade nos postos.
Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


Sábado (25) é dia de vacinação do idoso contra a gripe. A mobilização deve se estender até 8 de maio. Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas por 65 mil postos de vacinação. O alerta vale para quem tem mais de 60 anos, mas a velha caderneta de imunização não deve ser usada só por crianças e idosos. Doenças em adultos poderiam ser evitadas com vacinas que estão disponíveis para todos. Pouca gente sabe e comparece aos postos de saúde.
Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
Até 8 de maio, os idosos vão ter prioridade nos postos de saúde.

Fonte: G1
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Até 8 de maio, quem tem mais de 60 anos tem prioridade nos postos.
Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


Sábado (25) é dia de vacinação do idoso contra a gripe. A mobilização deve se estender até 8 de maio. Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas por 65 mil postos de vacinação. O alerta vale para quem tem mais de 60 anos, mas a velha caderneta de imunização não deve ser usada só por crianças e idosos. Doenças em adultos poderiam ser evitadas com vacinas que estão disponíveis para todos. Pouca gente sabe e comparece aos postos de saúde.
Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
Até 8 de maio, os idosos vão ter prioridade nos postos de saúde.

Fonte: G1
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Até 8 de maio, quem tem mais de 60 anos tem prioridade nos postos.
Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


Sábado (25) é dia de vacinação do idoso contra a gripe. A mobilização deve se estender até 8 de maio. Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas por 65 mil postos de vacinação. O alerta vale para quem tem mais de 60 anos, mas a velha caderneta de imunização não deve ser usada só por crianças e idosos. Doenças em adultos poderiam ser evitadas com vacinas que estão disponíveis para todos. Pouca gente sabe e comparece aos postos de saúde.
Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
Até 8 de maio, os idosos vão ter prioridade nos postos de saúde.

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Até 8 de maio, quem tem mais de 60 anos tem prioridade nos postos.
Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


Sábado (25) é dia de vacinação do idoso contra a gripe. A mobilização deve se estender até 8 de maio. Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas por 65 mil postos de vacinação. O alerta vale para quem tem mais de 60 anos, mas a velha caderneta de imunização não deve ser usada só por crianças e idosos. Doenças em adultos poderiam ser evitadas com vacinas que estão disponíveis para todos. Pouca gente sabe e comparece aos postos de saúde.
Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
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Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


Sábado (25) é dia de vacinação do idoso contra a gripe. A mobilização deve se estender até 8 de maio. Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas por 65 mil postos de vacinação. O alerta vale para quem tem mais de 60 anos, mas a velha caderneta de imunização não deve ser usada só por crianças e idosos. Doenças em adultos poderiam ser evitadas com vacinas que estão disponíveis para todos. Pouca gente sabe e comparece aos postos de saúde.
Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
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Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
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Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
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Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
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Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


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Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
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Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
Até 8 de maio, os idosos vão ter prioridade nos postos de saúde.

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Até 8 de maio, quem tem mais de 60 anos tem prioridade nos postos.
Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas.


Sábado (25) é dia de vacinação do idoso contra a gripe. A mobilização deve se estender até 8 de maio. Mais de 22 milhões de doses devem ser distribuídas por 65 mil postos de vacinação. O alerta vale para quem tem mais de 60 anos, mas a velha caderneta de imunização não deve ser usada só por crianças e idosos. Doenças em adultos poderiam ser evitadas com vacinas que estão disponíveis para todos. Pouca gente sabe e comparece aos postos de saúde.
Vacinando os idosos, o governo espera reduzir as complicações e a mortalidade causadas pela gripe. O slogan da campanha é bem simpático: “deixe a gripe na saudade”.
O engenheiro civil José Carlos Cezar sempre toma a vacina: “Como já tenho mais de 60 anos, tomo todo ano. Na realidade, funciona. Não gripei mais.”
A vacina é de graça. A meta é imunizar 80% dos brasileiros com mais de 60 anos, o que significa mais de 15 milhões de pessoas.
Uma pesquisa do Ministério da Saúde revelou que as internações por causa de doenças respiratórias caíram mais de 30% depois que as vacinas começaram a ser distribuídas. “Sabemos que a maioria das pessoas vacinadas desenvolve a defesa e não a gripe. Se gripar, não gripa de forma grave”, diz a coordenadora do Ministério da Saúde Maria Arindelita Arruda.

Saúde dos adultos

E os adultos também podem se prevenir. De acordo com o governo federal, quem tem mais de 20 anos deve se vacinar contra várias doenças. Para difteria e tétano, são necessárias três doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas. E mais uma dose a cada dez anos. A chamada tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - deve ser tomada em dose única. Já a vacina contra febre amarela deve ser tomada a cada dez anos.
“Essas vacinas devem ser tomadas rotineiramente. Não existe nenhum surto. As pessoas podem fazer isso com o calendário vacinal”, comenta o médico infectologista Alexandre Cunha.
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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

Fonte: Folha de São Paulo
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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

Fonte: Folha de São Paulo
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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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O presidente da Uefa, Michel Platini, afirmou na terça-feira que a entidade máxima do futebol europeu pretende instruir os árbitros a suspenderem as partidas quando houver manifestações racistas vindas das arquibancadas.
"Faremos um chamado para que os jogos sejam suspensos por dez minutos quando aconteçam essas coisa. Se persistirem, a partida será parada novamente", falou Platini.
A declaração se produz um dia depois da punição imposta a Juventus (ITA), pelos insultos de seus torcedores dirigidos ao ganes Mario Balotelli, 18, da Inter. Contra o Lecce, no dia 3, a equipe jogará com portões fechados.
"Deter uma partida por alguns minutos pode ser uma ideia. Mas suspendê-la, com milhares de torcedores, pode ser um problema", disse Marcello Nicchi, presidente da Associação de Árbitros Italianos.
Seedoorf, do Milan, em entrevista ao jornal "La Reppublica", defendeu uma maior punição a todo tipo de insulto em estádios. "Escutei, várias vezes, cantarem 'Matem o Kaká'. Para mim, isso é até mais grave", disse o meia.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

Folha On Line
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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

Folha On Line
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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
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As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
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As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
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Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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A alemã Caterina Remhof, 26, abandonou seus três filhos, um deles o bebê de seis meses, em uma pizzaria de Aosta, na Itália. Segundo a imprensa italiana, a mulher disse que ia fumar um cigarro e nunca mais voltou.
Na noite de domingo passado (19), Remhof e seu namorado, Sascha Smidt, 24, que não é pai das crianças, deixaram as três crianças em uma mesa da pizzaria e disseram que voltariam rapidamente. Depois de meia hora, os donos do estabelecimento chamaram a polícia.
As três crianças --de seis meses, quatro e seis anos-- estão sob tutela do serviço de assistência social italiana. Segunda a imprensa do país, a avó materna se disponibilizou a acolher as crianças, mas a polícia proibiu que eles deixem o país até a reconstrução dos fatos.
Segundo as primeiras investigações, o casal ficou sem dinheiro e abandonou ainda seu carro, sem gasolina, próximo do hotel onde passaram a noite.
A criança de seis anos foi quem indicou à polícia onde podiam encontrar o veículo, segundo o jornal "Corriere della Sera".
A polícia afirmou que os documentos encontrados no interior do veículo indicam que o casal "se encontra em estado evidente de dificuldade". A polícia disse ainda que os pais tinham um histórico de dependência em drogas e problemas econômicos, e viajavam sem bagagem. As crianças estão sob os cuidados dos serviços sociais italianos.
A polícia italiana abriu operação de busca.

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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

Fonte: BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:45  comentar


Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

Fonte: BBC Brasil
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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

Fonte: BBC Brasil
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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

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Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

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Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

Fonte: BBC Brasil
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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

Fonte: BBC Brasil
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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

Fonte: BBC Brasil
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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

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Aparelho promete comunicar casais à distância

Um laboratório de tecnologia digital britânico está à procura de casais que mantêm relacionamentos de longa distância para testar um protótipo de aparelho que promete comunicar a intimidade entre os dois.
O aparelho, batizado de Mutsugoto, permite ao casal desenhar com fachos de luz sobre os corpos ou camas dos parceiros à distância.
O laboratório pretende encontrar três casais para testar o aparelho durante o Festival de Artes de Edimburgo, na Escócia, em agosto.
O site do laboratório Distance Lab já está recebendo inscrições de casais interessados em participar da experiência.
Para poder participar, o casal deve ter um dos parceiros vivendo em Edimburgo ou nas imediações e o outro a pelo menos 250 quilômetros de distância.

Alternativa

Stefan Agamanolis, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do aparelho, diz que esta é a primeira vez que ele será testado desta maneira.
Segundo ele, o aparelho foi desenvolvido para comunicar a intimidade e para oferecer uma alternativa ao envio de mensagens por celular ou por e-mail.
Deitados em suas camas a centenas de quilômetros de distância uns dos outros, os parceiros usam anéis ativados pelo toque e que são captados por uma câmera instalada acima deles.
Um sistema computadorizado identifica o movimento do anel quando um dos parceiros o passa sobre o próprio corpo ou sobre sua cama.
Simultaneamente, esses movimentos são transmitidos e projetados em fachos de luz sobre o corpo do parceiro. As linhas mudam de cor quando se encontram.
O laboratório se especializou em desenvolver projetos tendo como tema a distância.
Entre os demais projetos em desenvolvimento, está um jogo no qual as pessoas podem lutar com outras pessoas que estão do outro lado do mundo.
A imagem dos lutadores é projetada em um colchão especial capaz de registrar a intensidade da força.

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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:36  comentar






A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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A leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos e Europa meridional. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmania, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.

Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea
Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com leishmaniose

A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:* Eles não fazem barulho ao voar.* São pequenos.* Suas picadas podem não ser notadas.Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose

A pessoa com suspeita de leishmaniose deve procurar um médico para tratamento. As feridas na pele decorrentes da leishmaniose geralmente saram por si mesmas sem tratamento. Porém, isso pode levar meses ou até anos, e deixar cicatrizes feias. Outra preocupação é que alguns tipos de parasita se espalham da pele para o nariz e boca causando feridas nesses locais (leishmaniose mucosa). A leishmaniose mucosa pode aparecer até anos depois que as feridas originais na pele sararam. A melhor forma de prevenir a leishmaniose mucosa é tratar a infecção cutânea antes que ela se espalhe. Se não forem tratados, casos graves (avançados) de leishmaniose visceral podem causar morte.


Observação:A doença ataca também os cães , mas não são eles o chamado " grande vilão" e sim os mosquitos.
Existe tratamento também para os animais...não os sacrifiquem...tratem!


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Jacob Zuma recebeu apoio de Nelson Mandela no último comícioO

Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

Fonte: BBC Brasil
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Jacob Zuma recebeu apoio de Nelson Mandela no último comícioO

Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

Fonte: BBC Brasil
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Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

Fonte: BBC Brasil
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Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

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Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

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Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

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Jacob Zuma recebeu apoio de Nelson Mandela no último comícioO

Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

Fonte: BBC Brasil
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Jacob Zuma recebeu apoio de Nelson Mandela no último comícioO

Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

Fonte: BBC Brasil
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Jacob Zuma recebeu apoio de Nelson Mandela no último comícioO

Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

Fonte: BBC Brasil
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Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

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Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

Fonte: BBC Brasil
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Jacob Zuma recebeu apoio de Nelson Mandela no último comícioO

Congresso Nacional Africano (CNA), partido símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta nesta quarta-feira o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994.
O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições desta quarta-feira e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país.
No entanto, o CNA pode sair das eleições sul-africanas sem a maioria de dois terços no Parlamento, necessária para alterar a Constituição.
A oposição ganhou um reforço neste pleito. Além da tradicional Aliança Democrática, o CNA enfrenta também a concorrência do Congresso do Povo (Cope, na sigla em inglês), um novo partido formado por dissidentes do CNA e correligionários do ex-presidente Thabo Mbeki.
Durante a campanha, o Cope tentou ganhar votos do CNA questionando a honestidade de Zuma.
"Os líderes do partido governista ganham tratamento especial, só os pobres têm que enfrentar a justiça. Estamos cansados de eleger políticos que ganham bons salários, mas continuam roubando o nosso dinheiro", acusou Mosiuoa Lekota, presidente do Cope no último comício do partido.

Racha

Mesmo com grande favoritismo para vencer as eleições, o CNA enfrenta seu momento mais delicado desde que assumiu o poder, em 1994, com Nelson Mandela.
Depois de dois mandatos consecutivos de Thabo Mbeki, a aprovação do governo despencou de 75%, em 2004, para apenas 52%, em novembro passado. Além disso, Mbeki e Zuma, antigos aliados, brigaram, causando o racha que originou o Cope.
Com isso, dificilmente o CNA repetirá o desempenho das eleições passadas, quando conquistou 70% das vagas no Parlamento.
O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro.
Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte da população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados.
"Esta é a eleição mais interessante na África do Sul desde a de 94 porque o CNA enfrenta muitos problemas de corrupção e tem uma oposição mais forte. Além do mais, com o passar dos anos, o discurso do partido de que ele lutou pelo fim do apartheid perde um pouco da força, as pessoas começam a se interessar mais por empregos e serviços" disse à BBC Brasil a cientista política Yolanda Sadie.
Mas Zuma discorda das previsões, que considera "pessimistas", e garante que o CNA "nunca foi tão popular" como hoje.
De fato, o partido ainda tem grande influência sobre a população negra do país - segundo a pesquisa do Ipsos Markinor, 79% dos eleitores negros vão votar no CNA.
Em parte, a aprovação do CNA junto ao eleitorado se explica pelo crescimento econômico registrado nos últimos anos.
No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%.
Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.

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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


fonte:G1
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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


fonte:G1
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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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Prefeito do Rio prestigiou queima de fogos na Lagoa na noite desta terça. Cariocas, com guarda-chuva, assistiram ao espetáculo pirotécnico.

Animado com a queima de fogos na noite desta terça (21), que deu início do Ano da França no Brasil, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que o réveillon de Copacabana, um dos mais tradicionais do país, terá inovações este ano.
“Todo mundo já está entediado com os fogos do jeito que estão. Precisamos de inovação no réveillon de Copacabana, e este ano quero garantir que essas inovações acontecerão”, disse o prefeito, sem revelar detalhes.
Paes ressaltou ainda que pretende realizar na cidade eventos para comemorar a cultura de um país a cada ano. “A ideia é comemorar um país todos os anos. Não tenho nenhum país ainda definido, mas a idéia é comemorar o feriado de Tiradentes na Lagoa Rodrigo de Freitas. Quem sabe não é uma ideia boa para o Rio”, disse. O evento contou ainda com a presença do vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e de outras autoridades do estado e da França.

Guarda-chuva
Apesar da chuva, os cariocas não esqueceram do rendez-vous (“encontro”, em francês) da noite desta terça e compareceram com seus guarda-chuvas em punho à Lagoa Rodrigo de Freitas, onde foi realizado o show pirotécnico que marcou o início do Ano da França no Brasil.
O público, que não chegou ao meio milhão de pessoas previsto pela organização do evento, ficou em torno da Lagoa. Aqueles que não levaram seus guardas-chuvas, tiveram que se espremer nos poucos espaços cobertos da orla. As celebridades e autoridades assistiram ao show no Estádio de Remo da Lagoa.
O tema do evento foi “O encontro da água e do fogo”. Um palco foi montado sobre a água, onde bailarinos, com roupas cobertas de luzes, fizeram um espetáculo à parte, enquanto os fogos estouravam e davam um pouco de cor ao céu nublado desta noite.
E, em épocas de choque de ordem na cidade, uma expectadora do evento comentou: “bem que podiam deixar a gente armar uma barraquinha por aqui”.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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RIO - Uma creche com capacidade para 120 crianças ocupará o ambiente de degradação marcado pela prostituição infantil e consumiam crack no Jacarezinho, Zona Norte do Rio. A obra, que começará em maio, foi anunciada pelo prefeito Eduardo Paes na manhã desta terça-feira, em visita ao local onde funcionava a Cracolândia até duas semanas atrás, quando uma operação da Secretaria Especial de Ordem Pública responsável pela demolição de cerca de 40 construções irregulares – dentre as quais se destacavam barracos para a realização de programas para a compra da droga.
– É fundamental que a gente tenha creches por toda a cidade – analisou Paes. – Esse é um ponto de degradação muito forte, onde tínhamos a prostituição de menores e o consumo de drogas. A prefeitura então recolheu esses menores e liberou a área, e agora a idéia é construir uma creche.
O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, antecipou que a praça localizada em frente à antiga cracolândia – onde menores continuam consumindo crack – também passará por reformas, e a sede da Suípa (Sociedade União Internacional Protetora dos Animais), localizada no terreno da nova creche, deverá ser transferida para outro lugar após conversas com os dirigentes da sociedade. Segundo Paes e Bittar, a Suípa estaria desconfortável no atual terreno, e receberia em troca um espaço mais amplo e seguro.
Além da creche anunciada (na comunidade conhecida como Parque João Goulart), outras três creches também serão construídas na região.
– Vamos ter uma no CHP2 (Centro de Habitação Provisória 2), uma na Vila Turismo e uma no Mandela de Pedra, cada uma com capacidade para 120 crianças – expôs Bittar.
As quatro comunidades beneficiadas fazem parte do Complexo de Manguinhos, que está beneficiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. É do PAC a verba destinada às novas unidades de educação infantil – que serão administradas pela Secretaria Municipal de Educação a partir da conclusão das obras, entre dezembro deste ano e junho do ano que vem.

PROBLEMA QUE PERSISTE
Enquanto o prefeito Eduardo Paes era esperado para a divulgação das melhorias da antiga Cracolândia do Jacarezinho, no início da manhã de ontem, os menores que percebiam a concentração de agentes da prefeitura se dividiam entre a falta de preocupação – e continuavam deitados e acomodados, ainda sob os efeitos do crack, em um raio de até cinquenta metros da reunião da prefeitura – e o desespero. Muitos jovens correram atrás de ônibus que passavam pela Avenida Dom Helder Câmara, e pulavam em direção às janelas, pendurando-se e seguindo viagem do lado de fora dos veículos, conforme flagrante do Jornal do Brasil. Alguns outros entraram em táxis após breve negociação, de cunho desconhecido mas previsível.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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CURITIBA - O Hospital Universitário de Londrina informou que não há antibiótico para combater a bactéria Klebsiella spp ou Enterobacter, que contaminou oito pacientes e levou à suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro no sábado. O HU é considerado de referência e atende mais de 1 milhão de pessoas de três estados.
A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Universitário de Londrina (CCIH) classificou a presença da bactéria no hospital como surto.
Segundo a coordenadora da CCIH, Cláudia Carrilho, como não existe antibiótico para essa variação da bactéria, é preciso esperar a reação do organismo, para ver se ele consegue combater o micro-organismo.
- Se desenvolver uma infecção, será difícil tratar - afirmou Cláudia.
A bactéria multirresistente pode provocar infecção urinária, pneumonia, além de contaminar o sítio cirúrgico (região do corpo onde se realizou alguma cirurgia) ou apenas ficar hospedada no organismo.
- Tudo depende de cada caso. Por enquanto só temos casos de colonização, que é hospedagem da bactéria - disse.
Dos pacientes internados na UTI, a CCIH confirmou oito pacientes contaminados sem desenvolver infecções e sete ainda sob suspeita. De acordo com Cláudia, exames serão feitos em pacientes do Pronto-Socorro (PS) na próxima quarta-feira para identificar se há contaminados.
Segundo Cláudia, a bactéria teria entrado no HU no fim de fevereiro, quando um paciente, vítima de um acidente, que esteve internado em Goiás, foi transferido para a cidade. O segundo caso foi registrado no dia 10 de março.
- O primeiro paciente foi colocado em isolamento, com precaução de contatos. Achamos que ficaria restrito a esse caso, mas apareceu um outro na UTI. Todas as medidas também foram tomadas - disse.
Isolamento de paciente, lavagem de quarto e do pronto-socorro com produtos químicos foram algumas das medidas preventivas, mas que não evitaram a disseminação do micro-organismo. Segundo ela, a rápida proliferação da bactéria e a superlotação do hospital contribuem para a rapidez do surto.
- Não houve falhas do hospital. Mas, com a superlotação, não se consegue fazer a limpeza e desinfecção ideal quando um paciente sai e outro chega - explicou. Suspensão
A descoberta da bactéria provocou a suspensão de novas internações nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e restringiu o atendimento em quase todo o Pronto Socorro (PS) no sábado.
- A situação é grave porque é um surto. Quando você não tem nada e passa a ter oito casos, isso já é um surto - disse Cláudia.
Segundo ela, uma bactéria parecida já foi identificada no HU, mas esse é um novo tipo. Os pacientes da UTI serão transferidos para outro local do hospital para que o ambiente seja lavado e esterilizado, a fim de evitar que a bactéria continue se espalhando.
- Todos os funcionários e visitantes são orientados a tomar medidas profiláticas - disse.
Além disso, o hospital pediu aos serviços de emergência que só encaminhem casos graves à instituição.


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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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SÃO PAULO - Os escorpiões estão se tornando uma praga urbana e perigosa no interior de São Paulo. Segundo a Vigilância Epidemiológica de Santa Fé do Sul, a 624 quilômetros da capital paulista, em 2008, foram registrados 28 casos e nos três primeiros meses deste ano já são 12. Durante o ano passado, em todo o estado, foram registradas mais de cinco mil casos de picadas de escorpiões. Além de Santa Fé do Sul, a situação é preocupante também em Bauru, a 323 quilômetros de São Paulo.
Apenas na casa de José Célio Bincoleto e de seus vizinhos, nas proximidades do cemitério de Bauru, mais de 30 escorpiões foram encontrados em uma só semana.
- O cemitério está lotado. À noite, se for ali com farolete, acha um monte. Eles estão subindo para casa, é fácil achar na cozinha, nos banheiros. Tem vizinho que achou nas camas - conta Bincoleto.
Parente distante das aranhas, os escorpiões gostam de lixo, entulho e lugares onde possam se alimentar de pequenos insetos. Eles são responsáveis por quase a metade dos acidentes envolvendo animais peçonhentos no estado de São Paulo. Dependendo da quantidade de veneno inoculado, as vítimas podem ter sintomas graves, como febre, enjoo e contrações musculares. Em crianças e pessoas alérgicas, há risco de morte.
A rotina de Rute Capeline mudou depois que ela foi picada duas vezes por escorpiões. Agora ela vasculha a casa, dedetiza o ambiente com medo de ser atacada novamente.
- Foi um trauma. Desfaço a cama todo dia, antes de dormir puxo tudo. Fiquei um ano dormindo no sofá. Estou tomando precaução no máximo possível. É perigo constante - desabafa. Zona rural
No campo, o animal também é um problema, o produtor rural Guerino Antonio Olivio, de Santa Fé do Sul, foi uma das vítimas. Há uma semana, ele foi picado no dedo por um escorpião quando trabalhava na colheita da mandioca. Guerino contou que a dor foi intensa e que o local machucado chegou a ficar três dias inchado e adormecido.
A orientação dos médicos é que as pessoas picadas por escorpiões procurem rapidamente um hospital. No pronto socorro de Santa Fé do Sul, desde o início do ano, já foram notificados 22 casos, incluindo também pacientes de cidades da região. Segundo o médico Fred Charles Turner Lizidatti, responsável pelos atendimentos, a gravidade do caso é identificada depois da avaliação dos sintomas.
O número de acidentes provocados por animais peçonhentos, como escorpiões, cobras, aranhas e taturanas aumenta no período mais quente e úmido do ano. Por isso, é importante manter limpos os locais próximos às residências, evitando acúmulo de lixo e entulho.
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CURITIBA - O prefeito de Foz do Iguaçu, no Paraná, abriu uma polêmica. Ele instalou câmeras de vigilância num posto de saúde para fiscalizar todos os detalhes do atendimento ao público, mas nem todo mundo aprovou a ideia. As câmeras e o microfone vigiam a recepção, a farmácia, o cartão ponto. As imagens e as conversas vão pela internet diretamente para o gabinete do prefeito em tempo real, mas não há cartazes no local avisando que todos estão sendo filmados.
- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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CURITIBA - O prefeito de Foz do Iguaçu, no Paraná, abriu uma polêmica. Ele instalou câmeras de vigilância num posto de saúde para fiscalizar todos os detalhes do atendimento ao público, mas nem todo mundo aprovou a ideia. As câmeras e o microfone vigiam a recepção, a farmácia, o cartão ponto. As imagens e as conversas vão pela internet diretamente para o gabinete do prefeito em tempo real, mas não há cartazes no local avisando que todos estão sendo filmados.
- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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CURITIBA - O prefeito de Foz do Iguaçu, no Paraná, abriu uma polêmica. Ele instalou câmeras de vigilância num posto de saúde para fiscalizar todos os detalhes do atendimento ao público, mas nem todo mundo aprovou a ideia. As câmeras e o microfone vigiam a recepção, a farmácia, o cartão ponto. As imagens e as conversas vão pela internet diretamente para o gabinete do prefeito em tempo real, mas não há cartazes no local avisando que todos estão sendo filmados.
- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
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- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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CURITIBA - O prefeito de Foz do Iguaçu, no Paraná, abriu uma polêmica. Ele instalou câmeras de vigilância num posto de saúde para fiscalizar todos os detalhes do atendimento ao público, mas nem todo mundo aprovou a ideia. As câmeras e o microfone vigiam a recepção, a farmácia, o cartão ponto. As imagens e as conversas vão pela internet diretamente para o gabinete do prefeito em tempo real, mas não há cartazes no local avisando que todos estão sendo filmados.
- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 07:45  comentar

CURITIBA - O prefeito de Foz do Iguaçu, no Paraná, abriu uma polêmica. Ele instalou câmeras de vigilância num posto de saúde para fiscalizar todos os detalhes do atendimento ao público, mas nem todo mundo aprovou a ideia. As câmeras e o microfone vigiam a recepção, a farmácia, o cartão ponto. As imagens e as conversas vão pela internet diretamente para o gabinete do prefeito em tempo real, mas não há cartazes no local avisando que todos estão sendo filmados.
- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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CURITIBA - O prefeito de Foz do Iguaçu, no Paraná, abriu uma polêmica. Ele instalou câmeras de vigilância num posto de saúde para fiscalizar todos os detalhes do atendimento ao público, mas nem todo mundo aprovou a ideia. As câmeras e o microfone vigiam a recepção, a farmácia, o cartão ponto. As imagens e as conversas vão pela internet diretamente para o gabinete do prefeito em tempo real, mas não há cartazes no local avisando que todos estão sendo filmados.
- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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CURITIBA - O prefeito de Foz do Iguaçu, no Paraná, abriu uma polêmica. Ele instalou câmeras de vigilância num posto de saúde para fiscalizar todos os detalhes do atendimento ao público, mas nem todo mundo aprovou a ideia. As câmeras e o microfone vigiam a recepção, a farmácia, o cartão ponto. As imagens e as conversas vão pela internet diretamente para o gabinete do prefeito em tempo real, mas não há cartazes no local avisando que todos estão sendo filmados.
- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
O Conselho Municipal de Saúde encaminhou o caso para o Ministério Público.


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- Nós tínhamos muitas reclamações de mau atendimento, às vezes grosserias do público com funcionários, às vezes as pessoas ficavam sem atendimento enquanto o pessoal fazia outra coisa secundária - justificou Paulo Mac Donald, prefeito de Foz do Iguaçu.
Os equipamentos foram instalados há um mês e o prefeito garante que o atendimento melhorou. Além do prefeito, a secretária de Saúde e a chefe do posto podem acessar as imagens. Mas a novidade dividiu a opinião de pacientes.
- Eu acho importante, porque vocês sabem o que está saindo aqui: ou bom ou ruim - opinou a dona-de-casa Rosa Nunes.
- Acho que para a relação paciente-médico seria mais importante a privacidade - acredita o músico Júlio Afornali.
A novidade também não agradou os médicos e enfermeiros. Principalmente por uma das câmeras, que também tem microfone, e que foi instalada dentro da enfermaria. Muitos dos pacientes chegam em estado grave e os doentes psiquiátricos também vão para a enfermaria. Os funcionários do posto fizeram um abaixo-assinado reclamando do monitoramento. O Conselho Municipal de Saúde entendeu que a câmera dentro da enfermaria é ilegal porque fere o direito de privacidade dos pacientes.
- Essa questão de filmar o atendimento médico é ilegal - afirmou José Luiz Bertoli, presidente da Associação Médica de Foz do Iguaçu.
O conselho então enviou um ofício para o prefeito exigindo a retirada imediata do equipamento, mas o prefeito diz que não vê constrangimento nenhum na vigilância e que vai instalar câmeras nos outros 28 postos de saúde de Foz do Iguaçu.
- Vou colocar em todos os postos, inclusive nas enfermarias, com microfone -
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