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21.4.09
RIO - O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, em discurso na cerimônia oficial em memória ao Holocausto, nesta segunda-feira em Jerusalém, que Israel não deixará que aqueles que negam o Holocausto realizem um novo genocídio contra o povo judeu, informou o site do jornal local "Hareetz". O premier israelense disse que o presidente Iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, é uma dessas pessoas e que ele quer perpretar um outro massacre de Judeus.
- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
Ele continuou, dizendo que talvez "eles tenha escolhido os judeus como alvo por causa do poder spiritual - uma nação pobre em riqueza material, mas rica em valores".



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RIO - O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, em discurso na cerimônia oficial em memória ao Holocausto, nesta segunda-feira em Jerusalém, que Israel não deixará que aqueles que negam o Holocausto realizem um novo genocídio contra o povo judeu, informou o site do jornal local "Hareetz". O premier israelense disse que o presidente Iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, é uma dessas pessoas e que ele quer perpretar um outro massacre de Judeus.
- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
Ele continuou, dizendo que talvez "eles tenha escolhido os judeus como alvo por causa do poder spiritual - uma nação pobre em riqueza material, mas rica em valores".



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- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
Ele continuou, dizendo que talvez "eles tenha escolhido os judeus como alvo por causa do poder spiritual - uma nação pobre em riqueza material, mas rica em valores".



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- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
Ele continuou, dizendo que talvez "eles tenha escolhido os judeus como alvo por causa do poder spiritual - uma nação pobre em riqueza material, mas rica em valores".



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- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
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- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
Ele continuou, dizendo que talvez "eles tenha escolhido os judeus como alvo por causa do poder spiritual - uma nação pobre em riqueza material, mas rica em valores".



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- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
Ele continuou, dizendo que talvez "eles tenha escolhido os judeus como alvo por causa do poder spiritual - uma nação pobre em riqueza material, mas rica em valores".



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RIO - O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse, em discurso na cerimônia oficial em memória ao Holocausto, nesta segunda-feira em Jerusalém, que Israel não deixará que aqueles que negam o Holocausto realizem um novo genocídio contra o povo judeu, informou o site do jornal local "Hareetz". O premier israelense disse que o presidente Iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, é uma dessas pessoas e que ele quer perpretar um outro massacre de Judeus.
- Nós não permitiremos que pessoas que negam o Holocausto façam um outro Holocausto contra o povo judeu. Esse é o dever supremo do Estado de Isreal. E esse é o meu dever supremo como o primeiro ministro de Israel - afirmou Netanyahu.
Em discurso durante a conferência antirracismo da ONU realizada em Genebra nesta segunda-feira, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad provocou polêmica ao afirmar que Israel "abandonou uma nação inteira sob o pretexto do sofrimento judeu e em troca estabeleceu um governo totalmente racista".
O primeiro ministro israelense chamou a conferência antirracismo da ONU de "um demonstração de ódio por Israel", acrescentando que o mundo não fala alto o suficiente contra aqueles que se mostram a favor de "apagar Israel".
Mais cedo, o presidente israelense Shimon Peres comparou Ahmadinejad aos ditadores da época da Segunda Guerra Mundial, por sua forte retórica contra Israel.
- É difícil entender porque déspotas como o nazista Hitler, o bolcheviqueStaline o persa Ahmadinejad escolheram os judeus como o principal alvo de seu ódio, de sua loucura e de sua violência - disse Peres durante discurso de celebração do Dia do Holocausto.
Ele continuou, dizendo que talvez "eles tenha escolhido os judeus como alvo por causa do poder spiritual - uma nação pobre em riqueza material, mas rica em valores".



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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
edição.
Por Alana Gandra , Agência Brasil
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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Por Alana Gandra , Agência Brasil
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
edição.
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
edição.
Por Alana Gandra , Agência Brasil
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
edição.
Por Alana Gandra , Agência Brasil
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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O Câncer de Laringe é um mal que atinge toda a população mundial, a incidência varia de país para país, de acordo com os hábitos da população. Em torno de 1 a 2% de todos os tumores diagnosticados anualmente são de Laringe.
O Câncer de Laringe destaca-se por apresentar boas possibilidades de cura quando diagnosticado precocemente, mas se progredir sem tratamento torna-se fatal. Entre os pacientes com Câncer e que permanecem sem tratamento, apenas 5% vão atingir o terceiro ano após o diagnóstico e todos evoluirão para o óbito antes do quarto ano.



Incidência

A incidência mundial é em torno de 4 a 5 casos novos por ano em cada 100.000 habitantes. É muito mais comum no sexo masculino do que no feminino, numa proporção de aproximadamente 10:1. O pico de incidência da doença é por volta dos 50 a 60 anos de idade mas pode ocorrer em qualquer idade.

Causas

Como na maioria dos tumores ainda não se conhece a verdadeira causa do Câncer de Laringe, porém observando o comportamento da doença verifica-se que o uso de álcool e fumo é freqüente entre os acometidos pela doença.

Fatores de Risco

Os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento da doença são o tabagismo (fumo) e o etilismo (álcool) principalmente quando há o uso de ambos conjuntamente. O Câncer de Laringe é raro entre os não fumantes!
A maioria dos portadores do Câncer são fumantes, demonstrando então uma evidente correlação entre o uso de tabaco e o Câncer de Laringe. Existem vários trabalhos científicos mostrando que as pessoas que fumam mais de 20 cigarros por dia por mais de 20 anos desenvolvem uma grande chance de terem Câncer de Laringe em relação aos não fumantes!
O álcool em combinação com o fumo parece multiplicar a possibilidade de Câncer na Laringe. Os estudos científicos tem demonstrado que a combinação de fumo com álcool aumenta o risco de Câncer de Laringe em quase 50% sobre a incidência esperada.
O álcool contém etanol e seus derivados levam à lesão celular e com a irritação constante da mucosa surgem as células anormais, que se multiplicam desenvolvendo o tumor malígno.
Outros fatores de risco importantes são: exposição aos poluentes industriais, radiação, predisposição hereditária para a doença, Papiloma de Laringe, e deficiência de vitaminas A e C.

Sintomas

O principal sintoma é a rouquidão (disfonia). Surge devido à alteração da vibração das cordas vocais pela presença do tumor.
A Laringe normal tem cor rosada, a mucosa é brilhante, as cordas vocais estão íntegras e lisas, movimentam-se vibrando normalmente durante a fonação (fala). As estruturas adjacentes estão com aspecto anatômico preservado, sem nenhum tipo de alteração.
A Laringe com Câncer, tem cor mais avermelhada, em alguns locais está pálida ou brancacenta (leucoplasia), as cordas vocais possuem lesões que dependem do estágio da doença, mas geralmente com formação de massa tumoral com aspecto vegetante, ulcerado. As cordas vocais tem movimentação anormal durante a fonação.
Pode haver disseminação (metástase) do tumor para outras regiões da Laringe, estruturas adjacentes e pescoço, incluindo invasão tumoral dos nódulos linfáticos regionais.
Toda pessoa na 5ª ou 6ª década de vida apresentando rouquidão por mais de duas semanas deve procurar um médico especialista, o Otorrinolaringologista para investigar a causa deste sintoma. Podem existir também outros sintomas
associados tais como: pigarro constante, irritação na garganta, dificuldade para engolir, dor de garganta severa, falta de ar, perda de peso inexplicada, escarro com sangue e salivação excessiva.

Diagnóstico

Toda pessoa que apresentar os sintomas já citados deve procurar o Otorrinolaringologista para ser submetido a uma laringoscopia indireta com espelho de laringe ou através da fibroendoscopia, exames de fácil execução feitos com anestesia por spray local e que avaliam a Laringe e suas alterações. Em casos de suspeita de lesão malígna o Médico realizará uma laringoscopia direta com biópsia da lesão para análise do fragmento retirado, com o objetivo de diagnosticar o tumor.

Tratamento

Uma vez constatada lesão malígna na análise da biópsia de Laringe o próximo passo é estadiar o tumor (avaliar em que estágio encontra-se a doença com o objetivo de escolher e instituir o melhor tratamento para o caso). De acordo com o estadiamento do tumor podemos tratá-lo através de três armas terapêuticas: cirurgia da laringe, radioterapia, quimioterapia.
Pelo exposto, observamos que o diagnóstico precoce do Câncer de Laringe, proporciona melhores chances de tratamento, e que o ideal é parar de fumar imediatamente para viver mais e com maior qualidade de vida!

Dr. Oswaldo Tomyiama
Otorrinolaringologista, especialista em Otorrinolaringologia pelo Hospital Geral de Bonsucesso - Rio de Janeiro

Cuidados com a voz
O médico otorrinolaringologista, Marcos Sarvatt, coordenador da Campanha Nacional de Voz, recomenda:
"Além de cuidar da própria saúde, estar bem descansados e não se expor a ambientes poluídos as pessoas devem ter cuidados preventivos com a impostação da voz. O uso da voz deve ser moderado. Deve-se evitar gritar muito, falar com grande impacto ou tentando vencer o ruído ambiental e lugares barulhentos, porque isso desgasta as pregas vocais.
As pessoas devem procurar também estar bem hidratadas, embora sem beber líquidos em demasia.
- Existe uma cultura de beber muita água. A ingestão de líquidos deve ser feita de acordo com o calor ambiental, de forma a ter uma urina clara. Mas, não urinar demais. É preciso também que haja uma boa alimentação."
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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

colaboração para a Folha Online
da Efe
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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

colaboração para a Folha Online
da Efe
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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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O presidente do Sudão, Omar al Bashir, objeto de uma ordem de prisão da TPI (Tribunal Penal Internacional) por violações dos direitos humanos em Darfur, desembarcou nesta terça-feira na Etiópia para uma reunião com autoridades locais.
A informação foi confirmada pelo embaixador adjunto sudanês em Addis Abeba, Akuei Bona Malwal.
Esta é a sexta viagem ao exterior do presidente sudanês desde que a TPI emitiu, em 4 de março, uma ordem de prisão contra ele por crimes de guerra e contra a humanidade na província sudanesa de Darfur, afetada por um conflito armado desde 2003, que segundo a ONU provocou 300 mil mortes.
O governo etíope, que não é membro do TPI, anunciou que não aplicaria o mandato de prisão.

Histórico

A última viagem realizada por Bashir foi uma "pequena peregrinação" na cidade de Meca, na Arábia Saudita. Na ocasião, o ministro saudita de Relações Exteriores, Saud al Faisal, disse que a ordem de prisão do presidente sudanês foi uma decisão política que não ajudará na estabilização do Sudão.
Anteriormente, Bashir visitou Eritreia, Líbia e Egito. Além disso, compareceu à cúpula da Liga Árabe realizada na segunda-feira passada na capital do Catar, Doha.
Durante o evento, diversos líderes árabes demonstraram apoio ao presidente sudanês, o qual exigiu o respeito à soberania de cada país e reafirmou que não respeitará as resoluções do TPI.
O presidente corre o risco de ser preso nas viagens exteriores, ao menos que visite países que não sejam membros do TPI, como no caso a Arábia Saudita. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também, desafiou o órgão e pediu a prisão do ex-presidente americano George W. Bush (2001-2008) e convidou Bashir para visitar a América Latina.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

Assinatura

A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

Fonte: Folha On-Line
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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

Assinatura

A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

Fonte: Folha On-Line
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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

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A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

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A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

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A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

Assinatura

A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

Assinatura

A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

Fonte: Folha On-Line
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link do postPor anjoseguerreiros, às 09:31  comentar


O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

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A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

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A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

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A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

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A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O vice-primeiro-ministro de Israel, Silvan Shalom, comparou nesta terça-feira o atual regime iraniano com a Alemanha do ditador nazista Adolf Hitler (1889-1945), antes de começar as comemorações pelas vítimas do Holocausto, no campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia.
"O que o Irã trata de fazer atualmente é o que Hitler fez com o povo judeu há 65 anos", disse Shalom, em resposta as declarações do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que acusou Israel de racismo contra os palestinos nesta segunda-feira durante a Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU, realizada em Genebra.
Shalom disse ainda, em um discurso a rádio pública, que o programa nuclear do Irã constitui uma ameaça "não só para Israel, mas para todo o mundo". "Com os seus mísseis de longo alcance, o Irã pode atacar Londres, Paris, Berlim, Roma e o sul da Rússia", disse.
No último dia 18, a imprensa estrangeira destacou a ameaça de uma intervenção militar israelense contra o Irã. As declarações de porta-vozes do Exército ao jornal "The Times" causaram furor entre o governo iraniano.
Em um evento no mesmo dia, Ahmadinejad disse que "ninguém ousaria em atacar o Irã".
Em entrevista à emissora iraniana Press TV, o major general Ataollah Salehi prometeu uma "resposta à altura".

ONU

Um total de 22 dos 27 países da UE (União Europeia) --todos menos Holanda, Itália, Polônia, Alemanha e a República Tcheca-- afirmaram nesta terça-feira que permanecerão na Conferência Mundial sobre o Racismo da ONU. A República Tcheca, que ocupa a Presidência rotativa da UE, abandonou o evento, segundo o embaixador tcheco perante às Nações Unidas em Genebra, Tomás Husák.
Segundo o embaixador tcheco, a saída do evento foi motivada pelas declarações do presidente do Irã."O discurso de ontem foi a gota d'água", disse Husák a jornalistas.
Nesta segunda-feira, Ahmadinejad, causou polêmica no evento ao denunciar o racismo de Israel e a cumplicidade dos Estados Unidos e de alguns governos ocidentais na política israelense contra os palestinos.
Ao todo, 40 diplomatas da UE (União Europeia) deixaram a sala em que ocorria a conferência em retaliação. Os representantes também ameaçaram abandonar a conferência de houvesse novos apelos a retórica antissemita ou outras críticas igualmente discriminatórias contra Israel
As nações europeias ausentes, junto aos EUA, Israel, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, consideraram que o encontro se transformaria em um fórum antissemita.
A UE debateu até o último momento sua participação na conferência e, em reunião em Bruxelas no domingo (19), foi decidido sem consenso --Itália, Alemanha, Polônia e Holanda boicotavam a reunião-- que os países-membros do bloco compareceriam, mas não aceitariam "nenhuma provocação".

Assinatura

A Conferência pode aprovar nesta terça-feira e quarta-feira o documento oficial, como anunciou ontem a alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, e como querem algumas delegações, como a latino-americana, que temem a reabertura da discussão sobre um documento alcançado por consenso após muitas negociações.
O documento não faz nenhuma menção a Israel e nem aos territórios ocupados, mas faz referência explícita ao Holocausto e à necessidade de não esquecê-lo.
Além disso, o texto não inclui o conceito de "difamação de religiões", apoiado por alguns países árabes e que foi excluído porque as nações ocidentais temiam que pudessem afetar a liberdade de expressão.
Pillay agradeceu publicamente à delegação palestina e à Organização da Conferência Islâmica por terem renunciado a pontos que lhes eram cruciais com o interesse de alcançar o consenso.

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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:22  comentar


O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:22  comentar


O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

Anelise Infante
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O arquiteto procurou minimizar impacto ambiental da construção
Um arquiteto da Espanha apresenta nesta semana em uma feira no país o projeto de uma casa ecológica de 200 m2, desmontável, transportável e com um teto-jardim onde o dono pode passear e cultivar plantas para o consumo doméstico.
A casa, chamada de Green Box, tem consumo de energia zero e não gera resíduos durante a construção, de acordo com arquiteto Luis de Garrido, que revelou o projeto na Feira Internacional de Construção de Barcelona.
A estrutura da casa é constituída por painéis de concreto armado, placas de madeira e cimento e painéis metálicos. A base e as paredes são montadas como um quebra-cabeças - os módulos pré-fabricados se encaixam por pressão e com parafusos.
"Desta forma, a Green Box pode ser modificada a qualquer momento. E o mais importante é que não há necessidade de obras. Não gera resíduos e suas peças podem ser consertadas ou substituídas. Por isso tem um ciclo de duração infinito", disse Garrido.Teto-jardim
A casa, que pode ser construída em 15 dias, tem outros componentes que minimizam o impacto ambiental da construção, como uma câmara de ar subterrânea que permite o controle da temperatura de forma automática, aproveitando a energia geotérmica e solar.
"Precisamos de uma arquitetura que satisfaça nossas necessidades atuais, sem comprometer a dos nossos descendentes. Não é só uma questão de consumir menos, mas de controlar o que se consome. O setor da construção normalmente é um campeão de desperdícios", disse o arquiteto.
Garrido considera "um modismo com interesses comerciais" a maioria dos produtos que prometem economizar energia ou levam etiquetas ecológicas sem bases científicas ou controles efetivos.
"Aparentemente todo mundo está sensibilizado com o aquecimento global. Mas quase ninguém pergunta a um fabricante de onde saiu o que ele consome. Se a madeira veio de uma árvore protegida da Amazônia, por exemplo."
Organizações ambientais denunciam que muitas das chamadas casas ecológicas usam materiais que causam impacto ambiental e madeira cuja origem nem sempre é legal

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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

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AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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Grande Muralha da China tem 8.850 Km de comprimento, diz novo estudo

AGrande Muralha da China pode ser ainda maior do que se pensava, indica a primeira pesquisa detalhada a estabelecer o comprimento do monumento histórico.
Depois de dois anos, a pesquisa concluiu que a Grande Muralha tem 8.850 quilômetros de comprimento. Até agora, acreditava-se que o comprimento da muralha era de 5 mil quilômetros.
As medições anteriores eram baseadas principalmente em registros históricos.
O novo estudo, conduzido pela Administração Estatal de Patrimônio Cultural e pela Administração Estatal de Topografia e Cartografia, usou tecnologias de GPS e infravermelho para localizar algumas áreas que haviam sido ocultadas ao longo do tempo pela ação de tempestades de areia, informou a agência estatal chinesa.
De acordo com as novas descobertas, as seções da muralha somam 6.259 quilômetros, além de outros 359 quilômetros de trincheiras e 2.232 quilômetros de barreiras defensivas naturais, como montes e rios.

Dinastia Ming

Especialistas afirmam que as partes recém-descobertas da muralha foram construídas durante a Dinastia Ming, que reinou na China de 1368 a 1644.
As pesquisas deverão prosseguir por mais 18 meses e mapear seções da muralha construídas durante as dinastias Qin (221 a 206 a. C.) e Han (206 a. C. a 94 d. C.).
Criada para proteger a fronteira norte do império chinês, a Grande Muralha da China é, na verdade, uma série de muralhas cuja construção começou no século 5 a. C. e que foram unidas pela primeira vez no reinado de Qin Shi Huang, por volta de 220 a. C.
O monumento foi declarado patrimônio mundial pela Unesco em 1987.

Fonte: BBC Brasil
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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

Fonte:MATHEUS MAGENTA
Colaboração para a Folha Online
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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

Fonte:MATHEUS MAGENTA
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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

Fonte:MATHEUS MAGENTA
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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

Fonte:MATHEUS MAGENTA
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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

Fonte:MATHEUS MAGENTA
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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

Fonte:MATHEUS MAGENTA
Colaboração para a Folha Online
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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

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"Eu sabia dos abusos e também apanhei, mas não podia fazer nada. Sentia-me impotente." A declaração é de Dornélio Thibes, 27, filho do brasileiro Lindolfo Thibes, condenado a 109 de prisão na última sexta-feira (17) nos Estados Unidos, acusado de abusar sexualmente e agredir a própria filha, com quem teve três filhos, atualmente com quatro, sete e 11 anos.
Em entrevista à Folha Online, por telefone, de Palm Dale (Califórnia), Dornélio afirmou que fugiu de casa porque "apanhava muito" e que tinha conhecimento dos abusos que a irmã sofria. Os abusos começaram quando a jovem tinha apenas seis anos. Hoje ela tem 29.
Vendedor de celulares em Palm Dale, Dornélio é filho de Lindolfo com a brasileira Roseli Lima, que mora nos EUA e trabalha cuidando de idosos. Ele conta que fugiu de casa em 2001 porque apanhava com fios elétricos e socos.
"Eu sabia dos abusos, mas eu nunca vi. Eu chamei a polícia quando eu fugi, só que eles não fizeram nada". Segundo ele, a violência doméstica aumentou quando sua mãe decidiu sair de casa em West Adams, na Califórnia. "O medo que minha mãe sentia era devido às ameaças dele [do pai], que sempre falou que iria para o Brasil matar a mãe dela."
Dornélio descreve o pai como um homem violento. "Ele sempre estava bêbado ou drogado [segundo o filho, ele consumia maconha e crack], sempre estava nervoso, dando 'porrada' em todo mundo", afirma.
Dornélio chegou a ligar para o avô paterno, que mora no Brasil, para relatar os abusos e as agressões, mas ele disse que "as mãos deles estavam amarradas porque era velho e vivia no Brasil". Com o mesmo sentimento de impotência, Dornélio temia chamar a polícia porque o pai ameaçava ferir sua irmã e os filhos dela.
Logo após sair de casa, Dornélio morou um tempo na rua e ficou preso por seis meses após assaltar uma pessoa e levar US$ 400. Ao sair da prisão, em 2003, conheceu uma americana, teve um filho com ela e conseguiu um emprego de vendedor.
"Minha mulher sempre me perguntava onde estava o meu pai e a minha mãe, mas eu falava que eles estavam mortos, eu tinha vergonha de falar tudo", disse. Ele decidiu procurar a polícia depois de contar toda a história à família de sua mulher.
"Eu procurei a polícia em 2003, mas não aconteceu nada. Eles não acreditaram em mim." Na mesma época, Lindolfo foi morar em Las Vegas (Nevada) com a filha, onde foi preso em 2005.

Condenação

Lindolfo dispensou a ajuda de advogado e se defendeu sozinho durante o julgamento. Foi condenado na última sexta-feira, em Los Angeles (Costa Oeste dos EUA).
"Eu acho que o tempo que eles deram para ele foi perfeito. É uma parte da nossa vida que a gente pode encerrar agora e continuar a vida, porque nós sabemos que ele não vai sair. Agora eu posso seguir em frente."
Ele disse ainda que estava ao lado da irmã quando soube da condenação. "Nos abraçamos, choramos, ela chorou mais do que eu. Ela estava contente que ele ia embora e, ao mesmo tempo, triste por tudo que passara."
Lindolfo Thibes nega os crimes. Ele afirmou durante o julgamento que a condenação era resultado de "provas fraudulentas e testemunhos mentirosos". Sobre as declarações do pai, Dornélio disse que não sabe se "ele está louco por falta de drogas ou se está mentindo apenas para tentar se livrar [da prisão]".

Fonte:MATHEUS MAGENTA
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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

FOnte: JB OnLine
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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

FOnte: JB OnLine
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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

FOnte: JB OnLine
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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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WASHINGTON - A CIA submeteu o "cérebro" dos atentados de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, a 183 simulações de afogamento, ou "submarino", enquanto que outro membro da Al-Qaeda, Abu Zubaida, foi submetido a esse tipo de tortura em 83 oportunidades, segundo indica uma nota interna do Departamento de Justiça fechada em 2005.
O uso dessa técnica nos interrogatórios realizados pela CIA sobre os dois detidos é mencionado no rodapé de uma nota secreta fechada no dia 30 de maio de 2005.
O método consiste em afundar a cabeça de uma pessoa imobilizada em um recipiente com água para provocar uma sensação de asfixia.
O paquistanês Khalid Sheikh Mohammed, considerado o organizador dos atentados de 11 de setembro de 2001 e capturado em 2003, foi submetido 183 vezes durante o mês de sua prisão a essa polêmica técnica, segundo a nota do Departamento de Justiça.
Abu Zubaida, o primeiro suspeito da Al-Qaeda detido após o 11 de setembro, sofreu a simulação de afogamento pelo menos 83 vezes em agosto de 2002, segundo a mesma fonte.
O jornal New York Times, que destaca a nota em sua edição desta segunda-feira, lembra que em 2007 o ex-agente da CIA John Kiriakou indicou à imprensa que Abu Zubaida havia sido submetido ao "submarino" durante pelo menos 35 segundos antes de afirmar que estava disposto a dizer o que sabia.
A Human Rights First, organização norte-americana de defesa dos Direitos Humanos, indicou em um relatório de março de 2008 que "a utilização de provas obtidas sob tortura e o tratamiento desumano são onipresentes e sistemáticos" na prisão norte-americana de Guantánamo (Cuba).

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SÃO PAULO - A única delegacia da Polícia Civil de Holambra não atendeu à população nesta segunda-feira. Apesar de ser dia útil, os funcionários emendaram o feriado e o portão ficou trancado durante todo o expediente. Os moradores que procuraram a polícia ao longo do dia não puderam registrar boletins de ocorrência nem obter informações. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, um policial fica de plantão na cidade, mas não necessariamente dentro da delegacia. Ele pode ser acionado pela Guarda Municipal ou pela Polícia Militar sempre que considerado necessário. No entanto, a assessoria de imprensa da PM informou que não há obrigação de acionar o policial civil de plantão e, sendo assim, os PMs orientam que a pessoa procure a delegacia. Já a Guarda Municipal afirma que aciona o plantonista.
Os policiais civis de Holambra devem trabalhar no mesmo esquema neste feriado de terça-feira. O atendimento só volta ao normal na quarta-feira.
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SÃO PAULO - A única delegacia da Polícia Civil de Holambra não atendeu à população nesta segunda-feira. Apesar de ser dia útil, os funcionários emendaram o feriado e o portão ficou trancado durante todo o expediente. Os moradores que procuraram a polícia ao longo do dia não puderam registrar boletins de ocorrência nem obter informações. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, um policial fica de plantão na cidade, mas não necessariamente dentro da delegacia. Ele pode ser acionado pela Guarda Municipal ou pela Polícia Militar sempre que considerado necessário. No entanto, a assessoria de imprensa da PM informou que não há obrigação de acionar o policial civil de plantão e, sendo assim, os PMs orientam que a pessoa procure a delegacia. Já a Guarda Municipal afirma que aciona o plantonista.
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SÃO PAULO - A única delegacia da Polícia Civil de Holambra não atendeu à população nesta segunda-feira. Apesar de ser dia útil, os funcionários emendaram o feriado e o portão ficou trancado durante todo o expediente. Os moradores que procuraram a polícia ao longo do dia não puderam registrar boletins de ocorrência nem obter informações. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, um policial fica de plantão na cidade, mas não necessariamente dentro da delegacia. Ele pode ser acionado pela Guarda Municipal ou pela Polícia Militar sempre que considerado necessário. No entanto, a assessoria de imprensa da PM informou que não há obrigação de acionar o policial civil de plantão e, sendo assim, os PMs orientam que a pessoa procure a delegacia. Já a Guarda Municipal afirma que aciona o plantonista.
Os policiais civis de Holambra devem trabalhar no mesmo esquema neste feriado de terça-feira. O atendimento só volta ao normal na quarta-feira.
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Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

Da Agência O Globo


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:27  comentar

Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

Da Agência O Globo


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Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

Da Agência O Globo


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Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

Da Agência O Globo


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Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

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Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

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Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
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A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

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A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

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A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

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A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
Sokol disse que o procedimento poderá alterar as boas lembranças e alertou para o risco de acelerar a doença em pacientes com Alzheimer.

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Betabloqueadores, drogas receitadas normalmente contra a pressão alta, ajudam a apagar as más lembranças, segundo estudo holandês publicado na revista “Nature Neuroscience”. Os autores afirmam que a pesquisa pode ajudar a tratar pessoas com queixas emocionais devido a experiências traumáticas como mostra matéria publicada nesta terça-feira no jornal O Globo.
A experiência foi feita em 60 pessoas e cientistas acreditam que esta classe de droga altera o modo como as memórias são lembradas. Porém especialistas britânicos dizem ser antiético essa forma de manipular a mente. Paul Farmer, diretor ONG de saúde mental Mind, mostrou-se preocupado com a abordagem “fundamentalmente farmacológica” em pessoas com fobias e ansiedade. Daniel Sokol, professor de Ética Médica da Universidade de Londres, concorda:
"Antes de erradicar memórias temos de refletir sobre os efeitos que isto terá. Pode mudar nossa personalidade. As memórias são importantes para as pessoas aprenderem com os seus erros. Não é como remover uma verruga".
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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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O pai de uma menina que atuou no filme Quem Quer Ser Um Milionário, vencedor do Oscar deste ano, negou ter tentado vender a filha e disse ter sido alvo de uma operação "suja" armada por um jornal britânico.
O tabloide News of the Worlddisse que Rafiq Qureshi, pai da menina Rubina Ali, de nove anos, tinha pedido US$ 296 mil a repórteres que se fizeram passar por emissários de um rico xeque árabe que queria adotar a menina e levá-la para morar em Dubai.
O News of the World, que publicou fotos de Rubina e de seu pai durante um encontro com repórteres, disse ainda que Qureshi estava infeliz com o cachê recebido da produção do filme e queria uma forma de sair da favela onde vive.
No filme, Rubina interpreta a personagem principal, Latika, na infância.
Nesta segunda-feira, em uma longa entrevista à BBC, Qureshi disse que não tinha aceito o acordo para vender a filha a pais adotivos e que a imprensa tinha "se divertido às custas da nossa pobreza".
"Eles jogaram sujo conosco, mas não aceitamos nenhum dinheiro deles. Minha filha não está à venda", afirmou Qureshi, que é carpinteiro em Mumbai.

Encontros
Conforme informações recebidas pela BBC, chamadas telefônicas teriam sido feitas para solicitar um encontro com Rubina e seu pai. Teria havido três encontros entre a última quinta-feira e sábado.
"Naquelas ligações, eles disseram que um rico casal árabe tinha ficado comovido ao ver Rubina na TV Al-Jazeera. O xeque e sua esposa estavam muito tristes ao ver a situação dela e haviam decidido ajudar. Então concordamos em encontrá-los", disse Qureshi.
Houve três encontros, dois em hotéis em Mumbai e um durante uma visita do repórter ao barraco da família na favela Bandra.
Qureshi disse que na última reunião, no sábado, pediram-lhe que falasse com alguém pelo telefone, e a pessoa o agradeceu por ele ter permitido que Rubina fosse adotada."Foi então que me ocorreu que eles estavam fazendo um acordo por minha filha. Eu desliguei o telefone e disse que estávamos saindo do hotel", disse.
Mas a família acabou ficando para tomar chá. Qureshi disse que ainda recebeu uma oferta de 500 mil rúpias como adiantamento. "Nós recusamos, mas eles ficavam repetindo que se aceitássemos a oferta o dinheiro seria providenciado em cinco minutos", afirmou.
Qureshi disse que só no domingo, ao ver as reportagens sobre o caso na televisão, ficou sabendo que as pessoas com quem havia se encontrado eram na verdade repórteres.

Vizinhos
Os vizinhos de Qureshi ficaram surpresos com as notícias. "Sabemos o quanto ele ama sua filha. Podemos ser pobres, mas temos amor próprio. Não vendemos nossas crianças não importa quão grande seja a tentação", disse um dos vizinhos, Mohammed Shakeel.
Priti Patkar, diretor da organização não-governamental Prema, que faz campanha pelo bem estar de crianças, disse que falar com Rubina foi "anti-ético" da parte da imprensa.
"A polícia local e comitês pelo bem estar das crianças deveriam analisar imediatemente o assunto e tomar as providências necessárias contra quem quer que seja o culpado", disse.
Shireen Miller, representante da entidade britânica Save the Children radicada em Nova Déli, disse que abusos e exploração de crianças são "um problema sério" no país e que são necessárias leis rígidas para proteger essas famílias de agentes e intermediários".



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Segundo a polícia, pai da criança foi preso por ajudar no parto.Criança foi escondida em bolsa com a cabeça coberta por saco plástico.

Uma estudante universitária de 20 anos é suspeita de tentar matar a filha recém-nascida, na noite deste domingo (19), em Porto Alegre. A jovem teria escondido a gravidez dos pais e foi levada por eles para o hospital. Ela alegava que estava com hemorragia. A médica que atendeu a jovem, no entanto, percebeu que ela tinha passado por um parto.
Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



fonte:G1
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Segundo a polícia, pai da criança foi preso por ajudar no parto.Criança foi escondida em bolsa com a cabeça coberta por saco plástico.

Uma estudante universitária de 20 anos é suspeita de tentar matar a filha recém-nascida, na noite deste domingo (19), em Porto Alegre. A jovem teria escondido a gravidez dos pais e foi levada por eles para o hospital. Ela alegava que estava com hemorragia. A médica que atendeu a jovem, no entanto, percebeu que ela tinha passado por um parto.
Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Uma estudante universitária de 20 anos é suspeita de tentar matar a filha recém-nascida, na noite deste domingo (19), em Porto Alegre. A jovem teria escondido a gravidez dos pais e foi levada por eles para o hospital. Ela alegava que estava com hemorragia. A médica que atendeu a jovem, no entanto, percebeu que ela tinha passado por um parto.
Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Uma estudante universitária de 20 anos é suspeita de tentar matar a filha recém-nascida, na noite deste domingo (19), em Porto Alegre. A jovem teria escondido a gravidez dos pais e foi levada por eles para o hospital. Ela alegava que estava com hemorragia. A médica que atendeu a jovem, no entanto, percebeu que ela tinha passado por um parto.
Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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Uma estudante universitária de 20 anos é suspeita de tentar matar a filha recém-nascida, na noite deste domingo (19), em Porto Alegre. A jovem teria escondido a gravidez dos pais e foi levada por eles para o hospital. Ela alegava que estava com hemorragia. A médica que atendeu a jovem, no entanto, percebeu que ela tinha passado por um parto.
Ao ser pressionada, a estudante confessou que o bebê estava dentro de uma bolsa no quarto dela. Os pais foram até a casa da família e encontraram a menina, que nasceu de oito meses, dentro da bolsa com uma sacola na cabeça. Os médicos acharam que o bebê estava morto, mas quando foram fazer a pesagem, perceberam que a criança estava respirando. A mãe, que permanece internada, está sob a custódia da polícia e pode ser autuada por tentativa de homicídio, assim como o pai do bebê, de 19 anos, que ajudou no parto.



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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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CIDADE DO VATICANO (Reuters) - A decisão do papa Bento 16 de enviar uma delegação do Vaticano a uma conferência das Nações Unidas sobre o racismo provocou nova ruptura nas relações com grupos judaicos, temerosos de que ela seja usada como plataforma para ataques a Israel.
"Com sua participação, o Vaticano deu seu endosso ao que está sendo preparado ali (contra Israel)", disse o rabino chefe de Roma, Riccardi Di Segni, ao jornal italiano La Stampa.
Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Itália -país que frequentemente assume posição igual à do Vaticano em conferências internacionais- estão boicotando a conferência.
No domingo o papa, que em maio fará sua primeira visita a Israel como pontífice, descreveu a conferência como iniciativa importante e disse esperar que ela possa ajudar "a acabar com todas as formas de racismo, discriminação e intolerância".
Shimon Samuels, diretor do escritório europeu do Centro Simon Wiesenthal, disse que o Vaticano "está dando o selo de sua aprovação à campanha de ódio" contra Israel.
"Não é uma posição sobre a qual seja possível transigir", disse Samuels. "Não é possível ficar em cima do muro. O Vaticano é uma voz poderosa, e (um boicote) dele teria tido efeito demonstrativo poderoso."
O porta-voz principal do Vaticano, padre Federico Lombardi, defendeu a presença do Vaticano e disse que um texto da conferência que provocou discórdias foi aprimorado nas últimas semanas.
"Trata-se de uma conferência internacional promovida pelas Nações Unidas e a Santa Sé", disse ele. "O simples fato de alguns países importantes não estarem participando não significa que a Santa Sé não possa ter um diálogo positivo e construtivo aqui", disse Lombardi.
O presidente norte-americano, Barack Obama, previsto para ter seu primeiro encontro com o papa em julho, disse que Washington temeu que a conferência pudesse tornar-se espaço para a expressão de antagonismo em relação a Israel.
Na segunda-feira Israel chamou de volta seu embaixador à Suíça, em protesto pela realização da conferência. Diplomatas abandonaram a conferência quando o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad acusou Israel de criar "um regime cruel, repressor e racista" em relação aos palestinos.
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FLORIANÓPOLIS - O bebê Bruna Gabriela Lemos, de seis meses, está desaparecido desde a manhã de sexta-feira da casa da família, em Joinville, a 180 quilômetros de Florianópolis. A mãe da criança, Paula Cassiane Cardoso dos Santos, de 18 anos, suspeita que uma amiga teria levado a criança da residência no Parque Guarani. A adolescente estava morando há alguns dias na casa da mãe da menina.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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FLORIANÓPOLIS - O bebê Bruna Gabriela Lemos, de seis meses, está desaparecido desde a manhã de sexta-feira da casa da família, em Joinville, a 180 quilômetros de Florianópolis. A mãe da criança, Paula Cassiane Cardoso dos Santos, de 18 anos, suspeita que uma amiga teria levado a criança da residência no Parque Guarani. A adolescente estava morando há alguns dias na casa da mãe da menina.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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FLORIANÓPOLIS - O bebê Bruna Gabriela Lemos, de seis meses, está desaparecido desde a manhã de sexta-feira da casa da família, em Joinville, a 180 quilômetros de Florianópolis. A mãe da criança, Paula Cassiane Cardoso dos Santos, de 18 anos, suspeita que uma amiga teria levado a criança da residência no Parque Guarani. A adolescente estava morando há alguns dias na casa da mãe da menina.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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FLORIANÓPOLIS - O bebê Bruna Gabriela Lemos, de seis meses, está desaparecido desde a manhã de sexta-feira da casa da família, em Joinville, a 180 quilômetros de Florianópolis. A mãe da criança, Paula Cassiane Cardoso dos Santos, de 18 anos, suspeita que uma amiga teria levado a criança da residência no Parque Guarani. A adolescente estava morando há alguns dias na casa da mãe da menina.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
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Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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FLORIANÓPOLIS - O bebê Bruna Gabriela Lemos, de seis meses, está desaparecido desde a manhã de sexta-feira da casa da família, em Joinville, a 180 quilômetros de Florianópolis. A mãe da criança, Paula Cassiane Cardoso dos Santos, de 18 anos, suspeita que uma amiga teria levado a criança da residência no Parque Guarani. A adolescente estava morando há alguns dias na casa da mãe da menina.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
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Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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FLORIANÓPOLIS - O bebê Bruna Gabriela Lemos, de seis meses, está desaparecido desde a manhã de sexta-feira da casa da família, em Joinville, a 180 quilômetros de Florianópolis. A mãe da criança, Paula Cassiane Cardoso dos Santos, de 18 anos, suspeita que uma amiga teria levado a criança da residência no Parque Guarani. A adolescente estava morando há alguns dias na casa da mãe da menina.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, as duas menores conversaram de madrugada. Pela manhã, a hóspede e o bebê tinham desaparecido. Durante todo o final de semana, a polícia fez buscas, visitou possíveis esconderijos, mas não encontrou o bebê. Segundo a delegada Ana Cláudia Ramos Pires, há pistas de que o bebê está sendo bem tratado.
- Encontramos uma casa onde essa menor estaria morando até a semana passada. Havia fraldas, leite, cobertor. Vizinhos confirmaram que ela pediu leite, mas não souberam informar o paradeiro - disse a delegada.
Investigadores estiveram também no bairro Parque Guarani, onde a suspeita teria parentes. Por lá, ninguém viu nem a adolescente, nem Gabriela. Pais adotivos da adolescente, que moram no bairro Iririú, também não têm notícias
- Acreditamos que vai aparecer logo. Será preciso dar comida e ter suprimentos para o bebê - diz a delegada.


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

Da Agência Brasil


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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

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Brasília - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no País será divulgada nesta quarta-feira, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.
Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego - o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.
"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra."
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?
Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri antecipou que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de frequência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar e incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando em políticas públicas."
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.
Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no País, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.
"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado - seja de pesquisadores, de gestores -, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. "Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



fonte:G1
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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



fonte:G1
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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

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Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:40  comentar

Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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Máquina que não registrava saques 'deu' R$ 194,6 mil aos dois. Eles foram detidos e terão de fazer 250 horas de trabalho voluntário.

Um casal britânico foi condenado nesta segunda-feira (20) a 250 horas de trabalho voluntário por retirar indevidamente dinheiro de um caixa eletrônico.
Joanne Jones, 33 anos, e o marido, Darren, 29, embolsaram cerca de 60 mil libras (R$ 194,6 mil) durante os três meses em que exploraram a falha de um caixa eletrônico: a máquina localizada em um supermercado de Billericay dava o dinheiro, mas não registrava o saque.
Com isso, eles passaram a retirar em média 300 libras (cerca de R$ 973) por dia. O casal gastou cerca de R$ 30 mil em um carro esportivo e R$ 3,2 mil em uma suíte. Além disso, eles separaram cerca de R$ 87,5 mil em envelopes com as seguintes identificações: “dinheiro de roupa”, “dinheiro do carro”, “dinheiro da viagem”, “dinheiro da cozinha”, “dinheiro do bebê” e “dinheiro da dívida”.
Segundo o jornal “Daily Mail”, que divulgou a notícia, o banco vai tomar as medidas cabíveis para recuperar as perdas causadas pelo casal, que tem três propriedades. Além do trabalho voluntário, eles serão supervisionados pela Justiça durante um período de dois anos – eles podiam ter pego até nove meses de prisão, mas escaparam.

'Conto de fadas'
O juiz Christopher Mitchell, responsável pela sentença, afirmou que marido e mulher foram motivados por muita ambição. “Parecia um conto de fadas. Era só colocar o cartão de plástico em uma parede e o dinheiro aparecia, sem que sua conta bancária registrasse o saque”, disse. Os dois descobriram a falha em março do ano passado, quando começaram a fazer saques diários por 88 dias.
O banco começou a investigar o caso depois de perceber que mais dinheiro havia sido sacado do que os registros mostravam. Uma câmera então foi instalada e mostrou as visitas diárias do casal à máquina. Eles foram detidos, e a polícia encontrou o dinheiro na cozinha da casa deles. Havia também recibos de lojas de luxo.
Joanne, que tinha um salário anual de 40 mil libras (cerca de R$ 130 mil) da empresa financeira onde trabalhava, foi demitida após se declarar culpada de furto. Seu marido também admitiu ser culpado.



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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


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BRASÍLIA - No mesmo dia em que uma força-tarefa do Ministério Público (MP) fez uma reunião técnica com os diretores-gerais do Legislativo para coibir a "farra das passagens", o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) tiveram de admitir que usaram cota de passagens da Casa para dar bilhetes a parentes e amigos. Para se explicar, Temer atacou frontalmente o MP. Declarou que "não existiam regras claras" para uso das cotas. Há uma semana, recebeu um ofício do MP Federal no Distrito Federal classificando de ilegalidade o repasse de bilhetes a terceiros,
baseado no princípio constitucional da legalidade. Temer é promotor aposentado.
Gabeira disse que não dará publicidade aos beneficiários da sua cota pessoal. Considera que a emissão das passagens é sua responsabilidade e que os passageiros não devem ser envolvidos em escândalos. (Leia mais: Em dois anos, deputado calouro foi ao exterior 40 vezes com verba pública)
- A primeira reação que recebi foi o comentário cínico: "ninguém escapa" ou "ele nunca me enganou" - disse Gabeira - Não acho que isso vai ser rapidamente superado. E eu não me importo. Para sobreviver politicamente, vou encarar de frente a morte política. É mais importante que meu destino pessoal.
Gabeira justifica a distribuição de passagens com a mesma desculpa que os demais deputados denunciados: era prática na Casa.
- Eu não tive a capacidade de enxergar e questionar a Câmara. Na época, era essa a definição: cada deputado poderia gerir de forma soberana sua cota - disse.
Dizendo-se arrependido, o deputado agora defende normas que são, na realidade, o que já define a legislação: as passagens são destinadas para uso exclusivo do parlamentar. Qualquer desvio deve ser justificado, com ampla transparência e controle interno.
- Vou enfrentar o corporativismo. Acho difícil encontrar um aliado na Câmara disposto a abrir tudo. Mas só peço para ser julgado depois que existir uma definição - afirmou Gabeira.
O deputado avalia que seus adversários políticos irão usar seu gesto contra ele, mas disse estar disposto até a "abandonar a política". E riu ao ser perguntado sobre a possibilidade de enfrentar um processo, inclusive no Conselho de Ética na Câmara. Temer levou família e amigos para Porto Seguro
Em nota, Temer diz que utilizou cotas da Casa para dar passagens "a familiares e terceiros" não envolvidos diretamente com atividade da Casa.
Temer viajou com mulher, amigos e familiares para Porto Seguro, no litoral da Bahia, em janeiro de 2008, período de recesso parlamentar. Segundo registros da Varig, aos quais o site "Congresso em Foco" teve acesso, os voos foram custeados com a cota parlamentar a que Temer tem direito.
No dia 29 de janeiro, o grupo partiu do aeroporto de Congonhas com destino a Ribeirão Preto e, de lá, para Porto Seguro. São eles: Michel Temer e a esposa, Marcela Tedeschi Temer, de 26 anos, além do irmão Adib Temer. O site também identificou duas pessoas com o sobrenome do presidente da Câmara e de sua esposa, mas não identificou o grau de parentesco: Wally Temer e Fernanda Tedeschi.
Essa não foi a primeira vez que o hoje presidente da Câmara viajou com a cota a que tem direito todos os meses. Temer usou pelo menos 48 vezes com a cota de passagens aéreas entre janeiro de 2007 e o início de 2009, informam registros das companhias aéreas TAM, Gol e Varig aos quais o Congresso em Foco teve acesso. Pela Varig, foram 44 bilhetes e pela Gol, outros quatro.
Das 48 vezes em que usou sua cota, Temer viajou, ele próprio, em 21 ocasiões. À exceção de ida a Porto Seguro, seus trajetos se limitaram à rota Brasília-São Paulo e a um voo para o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.
"Tudo porque o crédito era do parlamentar, inexistindo regras claras definindo os limites da sua utilização. Por outro lado, surgem às vezes equívocos na utilização da verba indenizatória, na de postagem, na de impressos e no auxílio-moradia", diz Temer, em trecho da nota.
A nota esclarece que o presidente da Câmara determinou estudos para a readequação e reestruturação geral e definitiva de todos pagamentos feitos pela Casa. De acordo com a nota divulgada pela assessoria, haverá mais transparência na divulgação dos gastos.
"As diretrizes dessa readequação serão a transparência absoluta (já definida nas verbas indenizatórias), a redução dos gastos e a sua publicidade para que todos a elas tenham acesso. Marcos legais claros e definitivos serão colocados à disposição de parlamentares e de todos interessados ainda nos próximos dias", informa Temer.

Procuradores dizem que cota não pertence ao deputado
"Embora não haja vedação expressa no ato normativo da Câmara à utilização da cota para emissão de passagens em nome de terceiros e para destinos diversos do estado de origem, a prática é ilegal", declararam, em nota oficial na semana passada, os cinco procuradores que atuam no caso.
Os procuradores argumentam que a cota não pertence ao deputado, e seu uso só é legítimo quando para viagens do parlamentar a seu estado.
Nesta segunda, os procuradores Marinus Marsico (Tribunal de Contas da União) e Ana Carolina Resende (MP-DF) estiveram com os diretores-gerais Alexandre Gazzineo (Senado) e Sergio Sampaio (Câmara) para discutir medidas contra os abusos, tanto das passagens quanto de escândalos como a hora-extra fantasma e os problemas de superfaturamento e nepotismo cruzado com empresas de serviços terceirizados. Nesta quarta, o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, se reúne com o procurador da Câmara, Sérgio Carneiro (PT-BA).
O objetivo dos procuradores é "estancar" as irregularidades, uma vez que todas as denúncias serão alvos de processos na Justiça e no TCU. A Câmara tem 30 dias, a partir do recebimento por Temer do ofício de 14 de abril, para implementar a proibição expressa de repasse de passagens, anular a cota dos políticos do DF, evitar o pagamento de bilhetes irregulares e pôr fim ao acúmulo anual de créditos não utilizados.

Ciro nega que tenha levado a mãe a Nova York com cota
Nesta segunda, o deputado Ciro Gomes (PPS-CE) refutou denúncia de que viajou com sua mãe a Nova York usando a cota da Casa. Segundo ele, a mãe pagou a própria viagem. E informou que foi aos Estados Unidos em maio de 2008 em viagem oficial. Porém, no site da Câmara, que lista todas as viagens e relatórios de deputados em missão oficial, não há registro da participação de Ciro no encontro anual da Câmara de Comércio.
"É mentira que paguei passagem de minha mãe a Nova York com verba da Câmara dos Deputados. Ela viajou comigo e pagou sua própria passagem". afirmou, em nota.

Luciana Genro considera não vê nada de errado em doar passagens
Já a deputada Luciana Genro (PSOL-RS), explicou, em seu site, informação do jornal "Zero Hora", de Porto Alegre, de que ela teria emitido bilhetes em nome do delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz:
"Não aceito essa queixa publicada em Zero Hora, que coloca passagens que paguei para o delegado Protógenes ao lado de escandalosas passagens pagas a artistas para animar um camarote de uma empresa com dinheiro público. Não se pode comparar a luta contra a corrupção com essas dezenas de passagens para o exterior emitidas para as famílias de deputados fazerem turismo. São casos absolutamente distintos", explicou.
A deputada alega, ainda, que não há nada de errado em emitir passagens para terceiros, pois está previsto no Regimento da Câmara. "Considero legítimo e dentro do exercício do meu mandato parlamentar usar essa cota para a luta contra a corrupção. Porque essa é a minha luta também, então apoio quem encabeça essa luta."
Marcelo Itagiba, presidente da CPI do Grampo e delegado federal, comentou o fato de Protógenes ter usado passagens aéreas da deputada do PSOL:
- Quando se viaja pelo Departamento da Polícia Federal, você viaja com passagem expedida pela PF. Essa questão me aparece muito mais política que institucional.


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:29  comentar

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colaboradores: carmen e maria celia

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