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20.4.09


Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


FOnte: BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:21  comentar



Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


FOnte: BBC Brasil
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Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


FOnte: BBC Brasil
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Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


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Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


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Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


FOnte: BBC Brasil
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Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


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Homens não erram idade de mulher por causa de bebida, diz estudo

Pesquisa diz que consumo de álcool não afeta julgamento sobre idade
Um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que o consumo excessivo de álcool não pode ser usado como desculpa por homens que estimam equivocadamente a idade das mulheres.
Os pesquisadores da Universidade de Leicester mostraram a 240 pessoas imagens digitalmente alteradas de uma jovem, na qual ela aparece aos 13, 17 e 20 anos.
A maioria das pessoas julgou que a mulher da foto era mais velha, independente da quantidade de álcool que foi consumido por cada um.
Com base no estudo, os cientistas sugerem que os homens que têm relações sexuais com menores de idade não podem alegar que erraram a idade da jovem por estarem bêbados.
"Há uma percepção generalizada de que beber álcool afeta a forma como as pessoas estimam a idade das pessoas", diz o psicólogo Vincent Egan, que liderou o estudo.
"Mas, na verdade, as pessoas estão sempre procurando desculpas para as coisas erradas que fizeram."

Advogados e psicólogos

A pesquisa foi feita com 120 pessoas sóbrias e 120 que estavam bebendo em bares e restaurantes. Participaram do estudo homens e mulheres entre 18 e 70 anos de idade.
As pessoas que estavam bebendo passaram por exames de sangue para determinar o grau de embriaguez - um terço das pessoas estava bêbado.
Cada participante tentou adivinhar a idade de uma jovem que aparece em uma série de fotos. Ela tinha 17 anos, mas outras imagens manipuladas digitalmente mostram como ela seria aos 13 e aos 20 anos. Em algumas fotos, ela aparece usando maquiagem.
Os cientistas não encontraram nenhuma diferença nas respostas de pessoas sóbrias e embriagadas.
Segundo Egan, homens que beberam muito se mostraram tão capazes de acertar - ou errar - a idade de uma jovem quanto aqueles que estavam sóbrios.
O estudo também mostrou que todos consideraram que o uso de maquiagem "envelheceu" a jovem.
Para o professor de psicologia Tim Valentine, da Universidade de Goldsmith, em Londres, que avaliou o estudo feito pela equipe de Egan, o resultado do estudo mostra que os homens não poderiam alegar que estimaram equivocadamente a idade de uma jovem por causa do consumo de bebida.
"No entanto, a pesquisa mostra que rostos jovens com maquiagem parecem mais velhos do que são e que as pessoas, em geral, acham que meninas adolescentes aparentam ser mais velhas", diz Valentine.
"Portanto, essa pesquisa dá algum tipo de amparo científico para acusados que alegam que achavam que a jovem parecia ser mais velha do que ela é. Se isso pode ser usado como defesa ou não é um caso para advogados, e não para psicólogos."
O estudo Quase legal: A atração e a idade estimada de rostos de mulheres jovens são afetados pelo consumo de álcool, maquiagem e sexo de quem vê? foi publicado na revista científica British Psychological Society.


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Wombats são um dos símbolos da Austrália

As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

Phil Mercer
Da BBC News em Sydney
link do postPor anjoseguerreiros, às 13:16  comentar


Wombats são um dos símbolos da Austrália

As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

Phil Mercer
Da BBC News em Sydney
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Wombats são um dos símbolos da Austrália

As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

Phil Mercer
Da BBC News em Sydney
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Wombats são um dos símbolos da Austrália

As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

Phil Mercer
Da BBC News em Sydney
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Wombats são um dos símbolos da Austrália

As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

Phil Mercer
Da BBC News em Sydney
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Wombats são um dos símbolos da Austrália

As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

Phil Mercer
Da BBC News em Sydney
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Wombats são um dos símbolos da Austrália

As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

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As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

Phil Mercer
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As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

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As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

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As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

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As fezes dos wombats - um marsupial parente do coala e que só existe na Austrália - estão ajudando uma cidade industrial a combater os efeitos da crise global financeira.
A cidade, Burnie, no noroeste da Tasmânia, testemunhou o fechamento de vários postos de emprego, mas uma atividade local vai muito bem: a produção e venda do papel feito das fezes do animal e que se tornou um sucesso entre os turistas da área.
Nos últimos anos, a empresa Creative Paper vinha experimentando com papel feito a base de fezes de cangurus, mas sua popularidade foi ofuscada pelos produtos dos wombats - bichinhos peludos e gordinhos, um dos símbolos do país.
O gerente da Creative Paper, Darren Simpson, disse que o processo de manufatura pode ser bem desagradável.
"Quando estamos fervendo (as fezes), o cheiro é horrível, mas uma vez esterilizado e lavado propriamente, não sobra nenhum odor. Se tem qualquer cheiro, é um agradável cheiro orgânico", disse ele.
Ele acrescentou que foram os próprios turistas que sugeriram o uso das fezes dos wombats.
"Quando as pessoas vinham aqui e nós mostrávamos a elas as amostras de nossos papéis, elas faziam perguntas como: ‘você pode fazer o papel com fezes de coalas ou ovelhas?'. E o bicho que mais aparecia nas perguntas era o wombat."
Todo o papel é feito das fezes de apenas um wombat, chamado Nugget, que vive em um parque de vida selvagem perto de Cradle Mountain, um dos destinos turísticos mais populares da Tasmânia.
Todos os dias, as fezes de Nugget são coletadas e enviadas para a fábrica.
Os wombats são herbívoros e sua dieta cheia de fibras alimentares torna suas fezes ideais para fabricar um dos papéis mais incomuns da Austrália.

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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Depoimentos e Histórias Registradas na Memória

"Eu acho que violência contra a mulher é o que aconteceu comigo e que acontece com outras mulheres. Se ele fosse um estranho, eu até que não estava tão revoltada, mas foi meu pai, ele não me respeitou em momento algum. Ele não me considerou como filha. Outro caso de violência é o espancamento. Além disso, eu acho que tem muito homem que tira a privacidade da mulher e pra mim isso já é uma violência. Eles fazem isso com as mulheres porque eles acham que são homens e podem tudo. Eles não vêem que se não fosse a mulher eles não estariam no mundo. Eles não olham essa parte não. Eles não, a maioria". (Gabriela sofreu abuso sexual, físico e psicológico por parte do pai, dos sete aos 13 anos de idade. Conseguiu sair de casa aos 14 com apoio de um serviço de saúde. (Brasil, 2000).


"Eu acho que existe violência de todo tipo. Acho que existe a discriminação muitas vezes, sabe? De você ser taxada como menos capaz. Existe aquela de casa, do marido, das mulheres que não têm um grau de instrução melhor, das mulheres que não trabalham, das mulheres que ficam em casa cuidando dos filhos. Do marido que bate, que aparece com outras na cara delas e elas não podem dizer nada porque são sustentadas por eles. E eles acham que a mulher está alí para servir de qualquer coisa, entendeu? Que eles podem falar qualquer coisa: que ela é isso, que ela é aquilo e que a mulher não pode fazer nada, entendeu? Eu acho que, por ser mulher, você ainda não pode sair sozinha. Eu estava conversando com um amigo meu, num bar, e duas mulheres estavam tomando umas cervejas, e ele disse: _olha lá: duas mulheres sozinhas numa mesa, estão esperando homem! Eu falei: qual é o problema de duas mulheres, numa sexta-feira à noite, estarem sentadas num bar? São duas amigas, tomando uma cerveja". Ele respondeu: _ que nada, quando você vê duas mulheres sozinhas, numa mesa, é porque tão esperando algum macho, alguma coisa desse tipo! Eu disse: menino! Como tu és machista, pelo amor de Deus! Quer dizer que um homem sentar numa mesa de bar sozinho é normal, mas a mulher, não? Ele respondeu: Não! (Adélia. Brasil, Ano 2000).


A HISTÓRIA DE SÔNIA - Final de ano. Sônia, 16 anos, voltava do colégio onde fez a matrícula para ingressar no segundo grau. Esperava para atravessar a rua. Um carro parou subitamente. O motorista abriu a porta e a puxou para dentro. Ameaçando-a com uma arma e dirigindo em alta velocidade, ele seguiu para uma mata afastada da cidade. Sexo oral, vaginal, uma, duas vezes. Calada, ela pensava em sua mãe e chorava. _Se você contar a alguém o que se passou, você e sua família morrem. Sônia foi para casa. Lavou-se à exaustão. Sentia-se suja. Tinha nojo de sí . Vomitou muito. Chorou em silêncio e ficou em casa vários dias. Conversou com uma amiga. Não queria incomodar sua mãe, recém-separada do marido, alcoolista, que lhe batia. A filha não queria lhe dar mais uma tristeza. Duas semanas após ela teve um pequeno sangramento e achou que era a menstruação. Quis esquecer tudo. Três meses depois, uma vizinha disse para sua mãe: _Tu não estás vendo que tua filha está grávida? A mãe foi procurá-la e perguntou: _Quem foi? Porque você me enganou? Por que você não me disse nada? Foi difícil convencer a mãe do que acontecera. Em companhia de uma prima, Sônia procurou um grupo de mulheres de sua comunidade e pediu orientação. Pouco se podia fazer, não havia serviços de atenção a vítimas de violência naquela cidade. _ Se eu tenho esse filho, lá no bairro vão dizer que eu sou uma prostituta. Se eu digo que foi estupro ninguém acredita. Nem minha mãe acreditou em mim! Sem acesso a um serviço de saúde que a atendesse dignamente, ela procurou o aborto clandestino e foi atendida num consultório sem as mínimas condições de segurança, expondo-se aos riscos da mortalidade materna porque a rede pública de saúde ainda não oferecia os serviços que poderiam garantir a Sônia o exercício de seus direitos. (Brasil, 1990)


JOSEFA E SEU COMPANHEIRO - Josefa voltava para casa com a filha adolescente, quando foi atacada por três homens. Reagiu, lutou contra e gritou: Corra minha filha! A menina conseguiu fugir. Josefa foi estuprada. Engravidou. Ao descobrir a gestação, ela conversou com o marido. Sentia muita tristeza. Raiva daqueles homens. Culpa de não ter conseguido se defender direito, de ter passado naquele lugar. Lembrava da filha e agradecia a Deus por não ter acontecido coisa pior. Ela não queria esse filho, mas não tinha coragem de abortar. Sua religião condenava o aborto. O marido lhe disse que aceitaria o filho como seu. Josefa sentiu-se apoiada, mas queria ser atendida num serviço de saúde. Mesmo com apoio do marido e tendo decidido ter o filho, a rejeição pela gravidez continuava. Ela procurava uma psicóloga que lhe ajudasse a enfrentar aquela situação. Josefa encontrou quem lhe atendesse? Não se tem a resposta. (Brasil, 1992)


COM ROSALI FOI ASSIM - Rosali tinha 17 anos. Assistia televisão em casa, num bairro da periferia de uma grande cidade, quando decidiu sair para comprar um sanduiche. No caminho, foi interceptada por dois homens e estuprada sob ameaça de uma arma. Assustada, voltou para casa e em companhia da mãe foi à delegacia. Dalí, as duas seguiram ao hospital. Na emergência, recebeu cuidados ginecológicos inadequados para uma situação de violência sexual (ducha vaginal). Dois meses depois ela descobre a gravidez e recorre ao serviço que lhe atendeu na ocasião do estupro. Ninguém sabia o que fazer. A mãe, segura de seus direitos procurou as autoridades. Ela dizia: _ Alguém precisa fazer alguma coisa, essa menina não pode continuar grávida. Ela não procurou isso. Rosali cabisbaixa, apenas chorava. Três meses após a interrupção de gravidez, realizada numa maternidade pública de referência para vítimas de violência sexual, a adolescente deu notícias para quem lhe atendeu: _ Oi doutora, aqui é Rosali, a menina do estupro. Liguei para dizer que estou bem. Arranjei um emprego e voltei a estudar. A vida de Rosali retomava seu curso. (Brasil, 1996)


ADÉLIA - Adélia está só em casa. Chega um rapaz à sua residência, pergunta por seus familiares e pede um copo d'água. Adélia dirige-se à cozinha e é seguida. Com uma faca no pescoço ela é estuprada e ameaçada de morte caso revele o fato a alguém. Adélia permanece em silêncio até descobrir que está grávida. Sente medo e vergonha. Conta tudo à sua mãe e não recebe a acolhida esperada. Ela não lhe dá crédito e tampouco a aconselha a prestar queixa ou tomar qualquer outra atitude. Adélia acredita que a falta de informação leva sua mãe a agir dessa maneira.Por iniciativa própria, ela procura a Delegacia da Mulher também esperando um atendimento especial, mas o serviço está em greve. A delegada ausente. Dias depois Adélia consegue ser atendida por ela, afirma que conhece seus direitos e quer realizar um aborto. Sem nenhum tipo de orientação é encaminhada ao IML. É mal recebida pela recepcionista e questionada sobre a demora em prestar queixa. Faz o exame de corpo de delito com uma médica que lhe trata de "forma mecânica". Depois de longa espera para liberação do laudo, Adélia volta a falar com a Delegada. Ao ser inquirida por Adélia sobre em que maternidade poderia interromper a gravidez, "agressivamente" a delegada lhe responde: "eu não posso dizer isso não, você se vire".Sem saber onde fazer o aborto, Adélia procura médicos de sua relação pessoal que lhe indicam um serviço de referência. Neste local ela é atendida por um médico e uma enfermeira - cordiais e gentis, pois, segundo percebe, eles estão acostumados a realizar este tipo de procedimento. Em seguida, Adélia é acompanhada pelo serviço social e orientada sobre o direito de realizar o aborto de forma segura. Durante a internação e realização do aborto Adélia fica só. Nesse momento sente a indiferença de alguns profissionais de saúde que não fazem parte da equipe sensibilizada e treinada para atender vítimas de violência sexual. Uma auxiliar de enfermagem tenta convencê-la a não fazer o aborto dizendo que isso é contra a lei de Deus; que conhece muitas mulheres estupradas que tiveram seus filhos, hoje, considerados bons filhos. Adélia espera uma atitude imparcial e reage: "vocês deviam ser pessoas neutras, porque este não é um problema de vocês, isso é um problema meu, que eu estou tentando resolver... O aborto ocorre durante a noite. Ao término do tratamento, sente-se aliviada. Segura da decisão que havia tomado, ela esperava um acompanhamento diferente dos serviços por onde passou.


SUELENE - Suelene foi abusada sexualmente pelo pai durante um ano. Ameaçada com uma faca, ela era obrigada a manter relações sexuais. Sentia-se muito mal, mas com medo ela nada contava para sua mãe.Com a gravidez a mãe descobre o que está acontecendo e juntas vão ao Conselho de Proteção aos Direitos da Criança e Adolescente e à delegacia e ao IML onde foi feito o exame de corpo de delito. O agressor foi preso imediatamente.É encaminhada para tratamento no hospital de referência, sendo atendida por uma equipe com assistente social, psicóloga e médicos. A mãe e uma tia lhe dão apoio durante a denúncia e todo acompanhamento de saúde. Em todos os serviços ela afirma ter recebido um ótimo atendimento, compreensão, apoio e força para superar o que estava acontecendo. Ela decide abortar, porque mesmo considerando o aborto uma agressão para a mulher, não suporta a idéia de ter um filho do próprio pai.Suelene conhecia a lei que permite a interrupção da gravidez por estupro porque assistiu a uma entrevista na televisão onde o assunto foi tratado. Mas, pra ela não foi uma decisão fácil. "Se a gravidez fosse de um namorado eu enfrentaria com unhas e dentes, mesmo sem ajuda do pai eu não abortaria".Após o aborto e o fim do tratamento clínico Suelene sente muito bem. Para ela é importante ter feito tudo dentro da legalidade, "tudo na justiça" e "ele estar preso". Fazer o aborto num serviço público lhe dá a certeza de que não ficaria com problema nem correria risco de vida. Ela diz conhecer casos de aborto, feitos "no silêncio" onde as meninas ficam doentes e até morrem.Ao sair do hospital Suelene tem medo das críticas, mas acredita que o mais importante é o que ela pensa e não a opinião dos outros. Durante o depoimento ela afirma sentir muito ódio pelo pai. Mas o apoio familiar e das instituições públicas parece ter sido - ou estar sendo - fundamental para a superar os problemas associados ao abuso sexual.


ANA LÚCIA - Ana Lúcia foi abordada por um rapaz, num ponto de ônibus. Ele lhe chamava insistentemente a Ana, com medo de falar com desconhecidos, seguia adiante. O rapaz aproximou-se perguntando se ela queria trabalhar como recepcionista recebendo dois salários mínimos. Recusando a oferta, Ana disse-lhe que estava apressada e precisava ir embora. Nesse momento, ele passou a ameaçá-la de morte caso gritasse, disse estar com um revólver cheio de bala que poderia descarregar em cima dela. Poderia até obrigá-la a fazer sexo oral, anal e vaginal na frente de todos, pois não tinha nada a perder e até matá-la alí mesmo. Vendo-se sem saída "eu não tive outra opção" Ana Lúcia o acompanhou "olhando só para ele para ninguém desconfiar de nada" como lhe foi exigido. Ele conversava e sorria, e seguiram andando normalmente como se fossem amigos.Ana Lúcia é estuprada num matagal próximo à delegacia. Durante o ato, o agressor faz comentários sobre si mesmo e sua vítima. Revela que saiu do presídio recentemente, onde estava por ter assassinado o responsável pela morte de seu irmão. Faz elogios e comentários agressivos sobre sua vítima: "você é muito ignorante, mas é bonita". Ela chora e lhe pede pelo amor de Deus que pare de lhe tocar. Ele irrita-se, diz não agüentar mais ouvir esse nome, "pare com esse chororô" isso "é o que mais se ouve lá no presídio". Diz não saber porque estava fazendo aquilo com ela, só sabia que não ia parar porque estava bom. Pergunta se ela tem dinheiro. Lhe pede uma foto de lembrança, aponta para a casa onde mora. Recomenda que ela vá embora sem olhar para trás e não o denuncie, senão ele rodará os quatro cantos do mundo para encontrá-la e matá-la junto toda a família. Após a agressão, com medo de contrair HIV, Ana Lúcia dirigiu-se à Casa da Cidadania para pedir auxílio. Acompanhada por uma assistente social, ela foi ao Departamento de Proteção da Criança e do Adolescente, mas pode ser atendida porque era maior de 18 anos. Prestou queixa na delegacia, fez o exame no IML e foi encaminhada para o serviço de saúde de referência.Ana Lúcia considera que recebeu um bom atendimento em todos os serviços por onde passou, mas acredita que foi assim porque a assistente social esteve ao seu lado todo o tempo. Ela recomenda que os serviços sejam mais ágeis e ressalta a necessidade de haver profissionais especializados para atender as pessoas vítimas de violência "porque uma pessoa assim precisa de muita atenção". Ela ressalta a importância do médico ter sido atencioso, ter ficado preocupado por ela estar em período fértil, ter tomado as providências com rapidez.


CRISTINE - Ao nascer, Cristine não foi aceita pelo pai sendo criada pela avó materna. Ele queria que o primeiro filho fosse homem. Quando completou sete anos, sonhando conviver com seu pai, mãe e irmãos ela foi morar com os pais. Logo de início ele a proibiu de fica no mesmo quarto dos irmãos e colocou-a para dormir na sala. À noite, com todos dormindo ela passa a ir até onde Cristine dorme. Toca-lhe o corpo, alisa seu peito e ao perceber seu choro a ameaça. Coloca um revólver do seu lado e avisa que se contar a alguém ela morre. Cristine é abusada dos sete aos treze anos. O pai faz um buraco na parede do banheiro para lhe observar durante o banho. Ele lhe diz que ninguém pode com ele, que "aqui na terra ele pode mais que Deus. O medo "me fraquejava". Ela temia não ser mais virgem.Cristine sente-se uma escrava em sua casa. É tratada de modo diferente dos irmãos, realiza todas as tarefas domésticas e não entende o motivo. Acha-se rejeitada e perseguida pelos pais. Apanha com chicote, leva murros do pai e surras da mãe. Num dado momento decide contar para a irmã e uma prima o que acontece durante a noite. A prima lhe aconselha falar com a mãe. Esta, não acredita, ou melhor diz que ela deve estar dando motivo para isso acontecer e passa a ameaçá-la. Sempre que fazia algo errado ou deixa alguma tarefa doméstica sem realizar, a mãe avisa que vai contar ao marido o que ela lhe contou. "Ela usava isso pra cima de mim como se fosse uma arma". Cristine sente-se vigiada. Não pode sair só de casa nem conversar com ninguém, um dos pais está sempre por perto. Ela não sabe a quem pedir ajuda. Até que, num certo dia, conversando com uma funcionária da biblioteca da escola onde estuda, Cristine relata sua história e é levada a um serviço de saúde de referência. Faz exame clínico e ginecológico, acompanhamento psicológico e é apoiada na processo de saída de casa. Ela vai morar com um primo que solicita sua guarda à justiça e denuncia o pai. O delegado quer provas para prendê-lo e lhe sugere: "você deixa seu pai lhe espancar... e depois que ele lhe espancar bem muito você corre pra cá!". Ela lhe faz uma contra-proposta: abrir uma sindicância no local onde ela reside para investigar quem ele é. Após prestar queixa ela faz o exame de corpo de delito. Fica aliviada por ainda ser virgem. Os pais de Cristine continuaram ameaçando-a por longo tempo, acusaram-na de prostituição, de levantar falso testemunho e não foram punidos pelos crimes que cometeram. Sobre os serviços, Cristine avalia muito bem o setor saúde. Ela teve todo acompanhamento necessário, compreensão e apoio. Mas, para ela, os setores que poderiam impedir que ela continuasse sendo agredida pelo pai não atuaram de modo adequado. Lentos e inoperantes na resolução de seu problema, ela sugere à delegacia, ao IML e à Procuradoria que sejam mais eficientes no cumprimento de suas responsabilidades.

ADELINA - Adelina voltava de uma festa, com uma amiga e o marido. No caminho de casa, eles foram abordados por três rapazes armados de revólver. Era um assalto. O marido da amiga foi imobilizado e sua mulher ameaçada de morte. Adelina foi espancada pelo assaltante que percebeu sua tentativa de esconder alguns pertences. Ele lhe puxou pelos cabelos, lhe deu murros, coronhadas de revólver e atirou duas vezes bem próximo de seus ouvidos. Em meio a todas essas agressões ele a empurrou para o lado de uma barraca que havia na calçada, um local mais escuro, e a estuprou. Um segundo assaltante aproximou-se também para violentá-la e lhe mordeu os seios. Com medo de alguma doença, com medo da Aids, sentindo muitas dores, nojo e raiva dos agressores, Adelina teve medo também de chegar em casa naquelas condições e ser responsabilizada pelo marido, do que ocorrera. Foi até a casa de sua mãe e não conseguiu acordá-la. Decidiu dormir na casa da amiga. No dia seguinte foram a um hospital onde foi examinada (mas não medicada) e encaminhada ao serviço de referência. Era domingo, não havia pessoal preparado para atendê-la. Ela não foi examinada, nem recebeu qualquer orientação. Oportunidade perdida. Pediram-lhe que retornasse no dia seguinte. Voltou ao serviço dois dias depois por insistência do marido. "Você vá. Você não conhece esses maus elementos, não sabe o que eles têm, é melhor fazer um exame, senão eu não quero nada com você não". Nessa consulta foram tomadas as providências para anticoncepção de emergência e profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis e iniciado o acompanhamento psicológico. A demora na entrega dos exames é a única queixa de Adelina em relação aos serviços de saúde. O atendimento da equipe especializada foi considerado muito bom. Sentiu-se protegida. Recomenda apenas mais agilidade nos resultados dos exames.O marido de Adelina, de fato só acreditou que a mulher foi agredida depois da confirmação médica e só passou a ajudá-la depois de conversar com a psicóloga. Até então, ele acreditava que ela era a culpada e ameaçou-a com a separação caso o teste anti-HIV fosse positivo.Ao deixar o hospital, Adelina procurou a amiga para prestar queixa, porque ela havia reconhecido um dos agressores pela voz. A amiga, recusou-se a testemunhar e se Adelina quisesse que prestasse queixa sozinha, esquecesse que estava acompanhada . Com medo de uma possível vingança, Adelina desistiu de denunciar os assaltantes. Não obstante, dois foram presos ao assaltar e ferir um policial. Um deles tinha uma tatuagem no braço. O pai de Adelina fez o reconhecimento na delegacia a partir de suas informações.Adelina mudou de opinião frente ao problema da violência sexual. Para ela isso não existia, as mulheres que diziam ter sofrido estupro estavam inventando e por isso não mostravam a cara quando falavam na televisão. Agora não. Ele entende os motivos que uma mulher tem para não querer mostrar o rosto nem falar do assunto depois de agredidas sexualmente. Mesmo assim, ela recomenda as mulheres vítimas de violência denunciem os agressores.



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Oficina para crianças do Cores da Vida na Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer, em Taboão da Serra

Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Oficina para crianças do Cores da Vida na Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer, em Taboão da Serra

Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

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"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
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Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Oficina para crianças do Cores da Vida na Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer, em Taboão da Serra

Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Oficina para crianças do Cores da Vida na Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer, em Taboão da Serra

Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Oficina para crianças do Cores da Vida na Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer, em Taboão da Serra

Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Quando os pacientes de câncer são crianças, a técnica da arte-terapia pode alcançar resultados nem sempre obtidos com a psicoterapia verbal.

"Muitas crianças dizem que não gostam do psicólogo porque ele só fica perguntando e elas não sabem dizer o que sentem", conta Luciana Cassino, do projeto Cores da Vida, que leva oficinas de arte para casas de apoio a crianças com câncer.
"No trabalho de arte, os sentimentos internos da criança são projetados em um suporte externo", diz a arte-terapeuta Cínthia Ghazarian Barana, que orienta as oficinas para crianças do Cores da Vida no Cajec (Casa José Eduardo Cavichio de Apoio à Criança com Câncer), em Taboão da Serra (SP).
Barana, que realiza um trabalho com mosaico, diz que, além de conseguirem um meio de expressão, os participantes se sentem produtivos. "Por isso, aumentam sua autoestima."

Recursos próprios
Para adultos, a arte-terapia também melhora a comunicação entre o terapeuta e o paciente, acredita a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do portal Oncoguia e representante no Brasil da Susan G. Komen for the Cure, ONG de sobreviventes do câncer de mama. "Para quem já está fragilizado, é uma forma mais leve de abordar os medos e procurar recursos para superá-los."
Outro aspecto importante da prática é permitir ao paciente que tenha mais controle do tratamento. "Na quimioterapia ou na radioterapia, o paciente não pode interferir em quase nada. A finalização de um trabalho artístico promove um resgate de sua autonomia", afirma o oncologista Auro del Giglio.
Segundo a arte-terapeuta Regina Chiesa, que coordena oficinas no Cora (Centro Oncológico de Recuperação e Apoio), em São Paulo, a técnica permite ao paciente que encontre recursos próprios para lidar com a doença. A sessão de arte, que pode ser em grupo ou individual, começa com a sensibilização do participante por meio de exercícios corporais ou de respiração, música, leitura de textos ou visualização. Daí são realizados os trabalhos plásticos, com materiais como argila, tintas, papéis, cola e tesoura. O participante, então, transpõe para a linguagem escrita o que percebeu no seu trabalho e verbaliza a experiência com a ajuda do terapeuta.
No ateliê do Cora, de seis a sete participantes desenvolvem trabalhos como a escultura abstrata com pequenos buracos modelada em argila pela pedagoga aposentada Elisabeth Trezza, 70, que teve câncer de mama. "Esses ocos na forma são como os ocos que sinto no estômago. Eu estava muito angustiada nessa última semana", expressa.
Para Maria de Lourdes Furtado, 59, que tem câncer de laringe, seu prato estilizado representa a sua vontade de abocanhar a vida. "Quando se entra em contato com o câncer, a morte se torna real. A busca da cura não é só do corpo físico, mas da mente, da alma."


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral.Assessoria do hospital diz que ex-marido da vítima fez reconhecimento.

A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


fonte:G1
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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral.Assessoria do hospital diz que ex-marido da vítima fez reconhecimento.

A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral.Assessoria do hospital diz que ex-marido da vítima fez reconhecimento.

A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral.Assessoria do hospital diz que ex-marido da vítima fez reconhecimento.

A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral.Assessoria do hospital diz que ex-marido da vítima fez reconhecimento.

A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral.Assessoria do hospital diz que ex-marido da vítima fez reconhecimento.

A família de uma paciente do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, registrou queixa na delegacia na manhã desta segunda-feira (20). Segundo a denúncia, o corpo de Francisca Constantina de Souza, de 49 anos, foi trocado no hospital, e o engano só foi percebido na hora do velório.
Francisca morreu domingo de manhã, vítima de um aneurisma cerebral. Mas, segundo a Secretaria estadual de Saúde, não houve engano. A assessoria informou que o ex-marido da vítima fez o reconhecimento. Por isso, o corpo foi liberado. A direção do hospital entrou em contato com a polícia e solicitou que fosse feito um exame de impressões digitais.


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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
- A gente nunca acha que acontece com a gente - disse.


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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
- A gente nunca acha que acontece com a gente - disse.


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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
- A gente nunca acha que acontece com a gente - disse.


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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
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SÃO PAULO - Uma avó de 57 anos espancou dois netos, de 2 e 4 anos, com uma chave inglesa na cidade de Porto Ferreira, a 230 km de São Paulo. As crianças estão internadas na Santa Casa de São Carlos, mas não correm risco de morrer. A menina de 2 anos sofreu traumatismo craniano. O menino teve ferimentos na cabeça e fratura nas pontas dos dedos da mão.
O avô das crianças, de 67 anos, chegou em casa no início da tarde de sábado e encontrou as portas trancadas. Depois de chamar por alguns minutos, o neto saiu e abriu o portão. Ele estava nu, coberto por uma manta e com a cabeça ensanguentada. O avô entrou correndo e encontrou a mulher sentada na cama do casal. Irene Custódio Mosanica, de 57 anos, estava com uma meia feminina enrolada no pescoço dizendo que se mataria.
A neta estava perto de Irene, assustada e também com um ferimento na cabeça. O avô levou as crianças para o hospital e avisou a polícia.
Irene foi presa e vai responder por dupla tentativa de homicídio qualificado, cuja pena chega a 30 anos de prisão.
A polícia encontrou a mulher deitada na cama, chorando e em estado de choque. Debaixo da cama foi achada a chave inglesa usada na agressão, com manchas de sangue.
Segundo o marido, ela faz tratamento psiquiátrico e toma remédios controlados. Cristina, a mãe das crianças, disse que não esperava que isso pudesse acontecer.
- A gente nunca acha que acontece com a gente - disse.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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RIO - Policiais do 3º BPM (Méier) realizam, desde o início da manhã desta segunda-feira, uma operação na Favela do Jacarezinho para tentar prender os acusados de matar uma mulher grávida numa tentativa de assalto na noite de sábado, na Zona Norte do Rio . De acordo com o coronel Marcus Jardim, do 1º Comando de Policiamento de Área, mais de cem policiais de cinco batalhões, inclusive do Bope, participam da ação. Pelo menos pessoas foram foram mortas até o momento na ação, e três pistolas foram apreendidas.
- O caso foi lamentável, e com certeza a comoção toma conta de todos nós. Infelizmente, nós temos que contabilizar a perda dessa senhora e buscar na comunidade que façam as denúncias. Nós já tivemos algumas denúncias e estamos buscando a prisão desses delinquentes - afirmou o coronel, em entrevista à Rádio CBN.
A enfermeira Leslie Lima da Vitória, de 33 anos, grávida de seis meses, foi assassinada na noite de sábado. Ela estava com o marido, Anderson Pinheiro Lopes, de 32 anos, num Renault Clio, quando deixavam o shopping Nova América. Ao parar num sinal de trânsito na esquina das ruas Miguel Gama e Fernando Esquerdo, o casal foi rendido por quatro assaltantes, em duas motos. De acordo com Anderson, não houve reação e o casal chegou a abrir as portas do veículo. Um dos assaltantes, no entanto, atirou duas vezes na cabeça da enfermeira antes que ela se levantasse. Anderson dirigiu até o Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, mas sua mulher não resistiu.
De acordo com moradores, o local onde Leslie foi assassinada, entre a favela do Jacarezinho e várias outras comunidades, tem sido palco de assaltos constantes, principalmente nas tardes e noites de sextas-feiras e sábados. No domingo, o secretário estadual de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, determinou que a polícia dê prioridade máxima ao caso da enfermeira . Beltrame classificou o caso de barbaridade e determinou o reforço de policiamento na região.
O enterro da enfermeira de 33 anos foi marcado pela emoção dos parentes. Nesta segunda-feira, o marido de Leslie deve prestar depoimento. Segundo a família, ele disse que pensou em cometer uma infração de trânsito e não parar no sinal vermelho. Mas, como no cruzamento o movimento é sempre intenso, foi obrigado a reduzir a velocidade. Neste momento, os bandidos se aproximaram.
Os médicos conseguiram fazer o parto e salvar a criança, que já tem nome. Juliana, que nasceu com 1,6 kg, foi internada na UTI neonatal da Maternidade Carmela Dutra, no Lins. Os médicos disseram que ela está em observação, mas passa bem. Não há previsão de alta. A menina respira com a ajuda de aparelhos e está tomando antibióticos. Ainda segundo os médicos, apesar do trauma e da situação aguda de asfixia, que foi submetida no nascimento, ela apresenta boas condições de saúde.


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

Fabiane Leite e Alexandre Gonçalves


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

Fabiane Leite e Alexandre Gonçalves


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

Fabiane Leite e Alexandre Gonçalves


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

Fabiane Leite e Alexandre Gonçalves


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

Fabiane Leite e Alexandre Gonçalves


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

Fabiane Leite e Alexandre Gonçalves


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

Fabiane Leite e Alexandre Gonçalves


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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

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Levantamento em 158 unidades do Estado mostra que são raras as que conseguem cumprir todas as normas

A maioria dos hospitais paulistas, públicos ou privados, descumpre normas para o controle de infecções hospitalares,segundo estudo inédito requisitado pelo Ministério Público Estadual ao Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). As falhas foram detectadas dez anos depois de o Ministério da Saúde editar regulamentação que obriga as unidades a ter um programa de combate às infecções e uma equipe de profissionais dedicados à tarefa de evitar que fungos, bactérias e vírus prejudiquem os pacientes durante ou após a internação.


De acordo com o levantamento, realizado a partir de uma amostra de 158 hospitais , representativa das 741 unidades hospitalares do Estado, 75% descumpriam alguns dos itens considerados essenciais para evitar infecções. Mesmo entre aqueles que declaravam ter programas de controle das infecções, 92% descumpriam algum dos pontos importantes para o trabalho ser considerado completo.O estudo é resultado de vistorias feitas pelo Cremesp entre outubro de 2007 e janeiro do ano passado. Segundo o conselho, não foram pesquisados níveis de infecção e os resultados não significam que o problema exista nesses hospitais.
Entre as irregularidades encontradas estão equipes incompletas de controle de infecções - elas devem ter no mínimo dois técnicos para cada 200 leitos - ou até a ausência de comissões , além de falta de lavatórios e métodos de trabalho inadequados nas centrais de esterilização de materiais, como falta de separação adequada de instrumentos sujos e limpos. Além disso, foram detectados descontrole na administração de antibióticos e falta de água corrente e sabão em áreas em que a limpeza das mãos é muito necessária, como as UTIs.
"Hoje temos tecnologia avançada e, no entanto, há erros primários no controle das infecções", afirmou o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Grella Vieira. "Os dados são absolutamente alarmantes. Foram encontrados hospitais sem comissão ou em que elas existem só no papel", afirmou o promotor Reynaldo Mapelli Júnior, idealizador do estudo e responsável pela área de Saúde Pública do Centro de Apoio Operacional das promotorias cíveis .Todos os relatórios das instituições problemáticas foram encaminhados aos promotores responsáveis nas localidades dos hospitais. A categoria tem autonomia para tomar as providências que considerar necessárias, como recomendações para correções, novas vistorias e até a proposição de ação civil pública.
A lista de hospitais com problemas na capital paulista divulgada ontem (mais informações nesta página) mostra um predomínio de unidades privadas, entre elas o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, considerado instituição de excelência pelo ministério, seguidas de hospitais estaduais e municipais, como Heliópolis e Cachoeirinha. Procuradas, as unidades não comentaram.O Cremesp e a Promotoria não divulgaram ontem detalhes dos problemas. Os representantes do conselho enfatizaram ainda a dificuldade de se comparar instituições de diferentes perfis assistenciais, justificando assim a não divulgação de um ranking.

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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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ALEXANDRIA, Egito - No alto de uma colina com vista para o Mar Mediterrâneo, enterrados a grande profundidade sob a pedra de um templo da Deusa Isis, é possível que estejam os restos mortais de Cleópatra, segundo acreditam os arqueólogos. A tumba da rainha egípcia nunca foi encontrada, mas arqueólogos estão descobrindo mais evidências de que os sacerdotes de Cleópatra levaram seu corpo ao templo após seu suicídio, onde poderia estar junto com os restos mortais de seu amante Marco Antônio.
.- Esta pode ser a descoberta mais importante do Século XXI - disse neste domingo a jornalistas Zahi Hawass, chefe de arquologia do Egito, em uma visita ao templo. - Este é o local perfeito para ocultá-los - sustentou.
Arqueólogos do Egito e da República Dominicana planejam escavar o local em busca da tumba de Cleopátra ainda este ano. Pesquisadores descobriram através de um radar que poderia haver três câmaras a uma profundidade de 20 metros sob a rocha. Os historiadores acreditam, baseados no escritor romano Plutarco, que Marco Antônio e Cleópatra foram enterrados juntos.
Kathleen Martínez, uma acadêmica da República Dominicana pioneira na teoruia de que Cleópatra poderia estar enterrada no templo, acredita que uma das câmaradas poderia conter os restos do famoso casal.
Se Martínez, de 40 anos, e sua equipe, que vem trabalhando no local há três anos, encontrarem corpos debaixo da rocha, buscarão objetos ou placas com o nome de Cleópatra ou uma coroa que indique a identidade de alguma das múmias. O corpo de Marco Antônio, segundo Martínez, ainda poderia estar adornado com o uniforme romado de antigo general.
A escavação, no entanto, poderia ser proposta até o outono (primavera no hemisfério sul) por razões de segurança, já que o templo tem vista para uma casa de veraneio no Mediterrâneo do presidente egípcio, Hosni Mubarak.
Esta semana, os arqueólogos descobriram um cemitério próximo ao templo com algumas múmias, um indicativo do enterro de membros da realeza . Também foram encontradas o rosto de uma estátua em alabastro, que acreditam ser de Cleópatra, moedas de bronze com sua efígie e uma máscara, provavelmente de Marco Antônio.
Anteriormente, os arqueólogos não deram importância ao templo, construído por Ptolomeo II por volta do ano 300 antes de Cristo, dando enfoque a um cemitério em Alexandria, que ficou submerso no mar após um terremoto no século VII, disse Martínez.


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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
Você pode baixá-lo em pdf: Maus tratos
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
Você pode baixá-lo em pdf: Maus tratos
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

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Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

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Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
Você pode baixá-lo em pdf: Maus tratos
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

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Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

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Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

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Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
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Para o odontopediatra Alessandro Leite Cavalcanti, meninos e meninas vítimas de violência podem encontrar o caminho do desabafo de suas dores enquanto são submetidos a tratamento dentário. Leite é professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e tem defendido a idéia de que as universidades de odontologia incluam no currículo o tema violência infantil. Ele explica que cerca de 65% das lesões provenientes da agressão física ocorrem na cabeça e face, o que expressa a importância do dentista no diagnóstico desses casos. O professor também luta para que o Código de Ética Profissional exija do dentista que ele notifique às autoridades os casos que julgar suspeitos.A pesquisa realizada por Cavalcanti concluiu que:
1. A maioria dos cirurgiões-dentistas entrevistados afirmou ter conhecimento sobre violência contra a criança e se considerou apta ao diagnóstico de maus-tratos, mas as
lesões bucais foram pouco citadas como injúrias decorrentes
de maus-tratos.
2. De forma geral, os cirurgiões-dentistas denunciariam casos de maus-tratos, sendo o Conselho Tutelar e o Juizado da Infância e Adolescência os órgãos de proteção à criança mais citados, porém a maioria não sabe como notificar o caso nem recebeu informação sobre o assunto durante a graduação.
Em meio aos profissionais de saúde, os cirurgiões-dentista exercem papel fundamental no reconhecimento e na denúncia dos maus-tratos infantis (50 a 70% são lesões
orofaciais), entretanto, estes parecem dar pouca atenção, seja por omissão ou desconhecimento de causa .Além disso, muitos não denunciariam situações suspeitas de maus-tratos em nenhuma circunstância por medo de perder pacientes, falta de confiança no serviço de proteção à criança e aos jovens, medo de lidar com os pais, incerteza do diagnóstico e desconhecimento da verdadeira responsabilidade em denunciar .Embora esteja redigido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) de 1990 e no Código Penal Brasileiro (CPB) o encargo dos profissionais da área de saúde quanto à responsabilidade na denúncia de maus-tratos infantis, não há nenhuma consideração na legislação do Conselho Federal de Odontologia (CFO) sobre como o cirurgião-dentista deve proceder frente aos casos de maus-tratos infantis.

Fonte: Saúde na Internet

Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência

Sueli Deslandes,socióloga e sanitarista,comenta que, pela sua prática, o profissional de saúde "tem uma boa percepção para identificar os casos de violência, o que, no entanto, não quer dizer que vai notificar", muito embora, no Brasil, isto seja uma obrigação legal, estabelecida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "O profissional está despreparado para lidar com estas situações no cotidiano e não sabe o que fazer, o que é uma contradição muito grande, pois a violência faz parte do seu dia-a-dia de trabalho", diz.
Para isso, a SBP, o IFF e o CLAVES prepararam o Guia dirigido aos profissionais de saúde, completa a dra. Rachel Niskier, comentando que "existe muita desinformação em torno da questão. Imagina-se que o paciente irá para uma instituiçãcomo a antiga Febem, que o profissional que fez a notificação terá que depor em delegacias inúmeras vezes. Mas tudo isto tem muito mais de mito do que de realidade". Quanto ao risco de o médico ser agredido pela família do paciente, ela reconhece que pode existir, mas que vai depender muito da condução do caso que, na verdade, deve ser assumido pela instituição. "Quem trabalha sozinho, em consultório particular, deve procurar o apoio dos conselhos regionais de medicina, de redes de apoio e das sociedades científicas", sugere.
O Guia de atuação frente a maus-tratos na infância e na adolescência, foi criado para chamar a atenção dos profissionais de saúde e da população em geral para este grave problema de saúde pública.
Você pode baixá-lo em pdf: Maus tratos
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As psicólogas Daniela Cruz Henriques e Fabiana Martins de Caíres realizaram um manual deorientação a pais que tem filhos em hospitais. Nele são apresentadas algumas informações fundamentais aos pais sobre o adoecimento e hospitalização da criança. A participação ativa dos pais nesse momento transmite tranqüilidade à criança, atenuando vivências desagradáveis durante a hospitalização.
Veja algumas dessas orientações:

CRIANÇA HOSPITALIZADA NECESSITA...

1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



No manual ainda há outras informações e também cuidados que a visita deve ter e direitos da criança hospitalizada

Para ler o manual na íntegra clique em: Sociedade Brasileira de Pediatria

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As psicólogas Daniela Cruz Henriques e Fabiana Martins de Caíres realizaram um manual deorientação a pais que tem filhos em hospitais. Nele são apresentadas algumas informações fundamentais aos pais sobre o adoecimento e hospitalização da criança. A participação ativa dos pais nesse momento transmite tranqüilidade à criança, atenuando vivências desagradáveis durante a hospitalização.
Veja algumas dessas orientações:

CRIANÇA HOSPITALIZADA NECESSITA...

1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



No manual ainda há outras informações e também cuidados que a visita deve ter e direitos da criança hospitalizada

Para ler o manual na íntegra clique em: Sociedade Brasileira de Pediatria

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As psicólogas Daniela Cruz Henriques e Fabiana Martins de Caíres realizaram um manual deorientação a pais que tem filhos em hospitais. Nele são apresentadas algumas informações fundamentais aos pais sobre o adoecimento e hospitalização da criança. A participação ativa dos pais nesse momento transmite tranqüilidade à criança, atenuando vivências desagradáveis durante a hospitalização.
Veja algumas dessas orientações:

CRIANÇA HOSPITALIZADA NECESSITA...

1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



No manual ainda há outras informações e também cuidados que a visita deve ter e direitos da criança hospitalizada

Para ler o manual na íntegra clique em: Sociedade Brasileira de Pediatria

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As psicólogas Daniela Cruz Henriques e Fabiana Martins de Caíres realizaram um manual deorientação a pais que tem filhos em hospitais. Nele são apresentadas algumas informações fundamentais aos pais sobre o adoecimento e hospitalização da criança. A participação ativa dos pais nesse momento transmite tranqüilidade à criança, atenuando vivências desagradáveis durante a hospitalização.
Veja algumas dessas orientações:

CRIANÇA HOSPITALIZADA NECESSITA...

1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



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As psicólogas Daniela Cruz Henriques e Fabiana Martins de Caíres realizaram um manual deorientação a pais que tem filhos em hospitais. Nele são apresentadas algumas informações fundamentais aos pais sobre o adoecimento e hospitalização da criança. A participação ativa dos pais nesse momento transmite tranqüilidade à criança, atenuando vivências desagradáveis durante a hospitalização.
Veja algumas dessas orientações:

CRIANÇA HOSPITALIZADA NECESSITA...

1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



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1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



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Veja algumas dessas orientações:

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1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



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1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



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3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



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2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
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4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



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2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



No manual ainda há outras informações e também cuidados que a visita deve ter e direitos da criança hospitalizada

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Veja algumas dessas orientações:

CRIANÇA HOSPITALIZADA NECESSITA...

1) DA PRESENÇA DA MÃE: Neste momento de crise, determinado pela doença e hospitalização, a criança necessita, basicamente, de apoio e amor materno. A ausência da mãe, ou da família, leva a criança a sentir-se abandonada. Várias são as conseqüências: • ansiedade / angústia; • insegurança; • agressividade; • transtornos emocionais; • transtornos do sono; • transtornos da linguagem; • perda de peso; • depressão; • regressão; • atraso no desenvolvimento.
2) INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E AS RAZÕES DA HOSPITALIZAÇÃO: O ambiente hospitalar é sentido pela criança como uma situação nova e, portanto, desconhecida. Ela sente que há alguma coisa diferente ocorrendo mas nada lhe é informado. Cabe aos pais se informarem com o médico e passarem todas as informações necessárias aos filhos sobre: • a doença; • os exames; • a alimentação que passarão a ter; • as roupas que deverão usar; • os horários que deverão seguir; • as pessoas que cuidarão de sua saúde: médicos, enfermeiras, técnicas e auxiliares. Quando há omissão de verdade, não esclarecendo determinados procedimentos utilizados, não estamos protegendo as crianças mas sim, deixando-as mais ansiosas, angustiadas e nervosas; dificultando assim, sua recuperação.
3) AMBIENTE CRIATIVO: O primeiro aspecto que envolve a criança hospitalizada relaciona-se ao ambiente onde esta se encontra. Para ela é estranho e desconhecido objetos da pediatria, como eletrocardiógrafo, equipo de soro, aparelho de RAIO-X, respiradores, etc. e que agora começam a fazer parte de sua vida. O efeito do ambiente depende da criatividade dos pais. Através de desenhos pendurados nas paredes, objetos familiares, brinquedos prediletos pode-se diminuir as tensões emocionais provocadas pelo desconhecido. Mas antes de se tomar qualquer iniciativa, deve-se pedir autorização da equipe de saúde da pediatria, pois qualquer objeto levado ao quarto da criança tem-se o risco de contaminação e também a impossibilidade de se responsabilizar pelos mesmos.
4) O MÍNIMO DE RUÍDOS: Sabemos que em uma pediatria é impossível evitar o choro, gritos e barulho, inclusive de equipamentos. Mas pode-se amenizar a tensão da criança com relação aos ruídos com a simples distração das mesmas. Sabemos que existem alterações importantes na freqüência cardíaca, ritmo de sono, etc, relacionadas diretamente com os ruídos do ambiente. Por isso, procura-se evitar ao máximo os barulhos desnecessários para prevenir problemas orgânicos e/ou emocionais.
5) RECREAÇÃO: A recreação é necessária para que a criança continue a exercer suas habilidades, como focalização de olhar, coordenação dos movimentos, desenvolvimento das sensibilidades táteis e sensoriais, para que possa expressar-se e interagir com o meio que a cerca. A recreação apresenta ainda uma importante contribuição para a diminuição do estado de ansiedade e angústia. Deve-se ter o cuidado de a televisão não ocupar, na medida do possível, o papel da recreação, mantendo-a desta forma ligada somente nos horários de programas infantis. 6) VISITAS: As crianças que permanecem internadas sem a presença constante da mãe ou do pai, devem receber visitas diárias, de acordo com os horários estabelecidos pelo hospital. As crianças que recebem visitas diárias enquanto estão internadas mostram-se mais seguras e confiantes.



No manual ainda há outras informações e também cuidados que a visita deve ter e direitos da criança hospitalizada

Para ler o manual na íntegra clique em: Sociedade Brasileira de Pediatria

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Veículo caiu de uma ribanceira no km 65 da BR-282.Grupo de idosos voltava de Balneário Camboriú.

Um acidente com um ônibus de turistas argentinos deixou sete mortos e 28 feridos na noite deste domingo (19) em Santa Catarina, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o policial Altemar Nascimento, por volta das 19h30, o coletivo caiu de uma ribanceira de aproximadamente 60 metros na altura no quilômetro 65 da BR-282, em Rancho Queimado (SC).
O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
O veículo deve ser retirado do local do acidente na manhã desta segunda-feira (20) e passar por perícia.


*(Com informações do Diário Catarinense e do Bom Dia Brasil)


FONTE:G1
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Veículo caiu de uma ribanceira no km 65 da BR-282.Grupo de idosos voltava de Balneário Camboriú.

Um acidente com um ônibus de turistas argentinos deixou sete mortos e 28 feridos na noite deste domingo (19) em Santa Catarina, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o policial Altemar Nascimento, por volta das 19h30, o coletivo caiu de uma ribanceira de aproximadamente 60 metros na altura no quilômetro 65 da BR-282, em Rancho Queimado (SC).
O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
O veículo deve ser retirado do local do acidente na manhã desta segunda-feira (20) e passar por perícia.


*(Com informações do Diário Catarinense e do Bom Dia Brasil)


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Um acidente com um ônibus de turistas argentinos deixou sete mortos e 28 feridos na noite deste domingo (19) em Santa Catarina, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o policial Altemar Nascimento, por volta das 19h30, o coletivo caiu de uma ribanceira de aproximadamente 60 metros na altura no quilômetro 65 da BR-282, em Rancho Queimado (SC).
O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
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Um acidente com um ônibus de turistas argentinos deixou sete mortos e 28 feridos na noite deste domingo (19) em Santa Catarina, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o policial Altemar Nascimento, por volta das 19h30, o coletivo caiu de uma ribanceira de aproximadamente 60 metros na altura no quilômetro 65 da BR-282, em Rancho Queimado (SC).
O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
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O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
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O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
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O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
O veículo deve ser retirado do local do acidente na manhã desta segunda-feira (20) e passar por perícia.


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O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
O veículo deve ser retirado do local do acidente na manhã desta segunda-feira (20) e passar por perícia.


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Um acidente com um ônibus de turistas argentinos deixou sete mortos e 28 feridos na noite deste domingo (19) em Santa Catarina, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o policial Altemar Nascimento, por volta das 19h30, o coletivo caiu de uma ribanceira de aproximadamente 60 metros na altura no quilômetro 65 da BR-282, em Rancho Queimado (SC).
O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
O veículo deve ser retirado do local do acidente na manhã desta segunda-feira (20) e passar por perícia.


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Um acidente com um ônibus de turistas argentinos deixou sete mortos e 28 feridos na noite deste domingo (19) em Santa Catarina, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o policial Altemar Nascimento, por volta das 19h30, o coletivo caiu de uma ribanceira de aproximadamente 60 metros na altura no quilômetro 65 da BR-282, em Rancho Queimado (SC).
O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
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O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
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Veículo caiu de uma ribanceira no km 65 da BR-282.Grupo de idosos voltava de Balneário Camboriú.

Um acidente com um ônibus de turistas argentinos deixou sete mortos e 28 feridos na noite deste domingo (19) em Santa Catarina, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo o policial Altemar Nascimento, por volta das 19h30, o coletivo caiu de uma ribanceira de aproximadamente 60 metros na altura no quilômetro 65 da BR-282, em Rancho Queimado (SC).
O motorista teria perdido o controle. "Não sei se algo arrebentou. Senti um golpe, como se o ônibus tivesse batido em uma caminhão, ou algo, e começamos a rodar", disse uma passageira, ao ser resgatada.
O inspetor da Polícia Rodoviária Federal Roderjan Rodrigues, disse que o acidente ocorreu em um trecho sinuoso, mas bem sinalizado. "Ele [motorista] pode ter se perdido, tentado frear para diminuir a velocidade e não conseguiu.“

Resgate
O resgate durou cerca de cinco horas pela dificuldade de acesso ao lugar, que é cercado por vegetação fechada. O veículo ficou tombado, com as rodas para cima.
“O local é de difícil acesso. O deslocamentofoi difícil, porque estava escuro e é um aclive acentuado. Qualquer movimento feito no veículo sem estar estabilizado colocaria em risco as vítimas e os bombeiros”, disse o sargento Jacimir Oliveira, do Corpo de Bombeiros.
Produtores rurais cederam tratores para facilitar o transporte dos feridos até as ambulâncias. Como a região estava escura, foram usadas lanternas no resgate.
“Assustou muito e logo ouvimos pedidos de socorro. Uma mulher já tinha caído para fora [do coletivo]”, conta a moradora Maria Schlicgting

Primeiros socorros
Os passageiros retirados com vida foram encaminhados a hospitais da região. De acordo com a Polícia Rodoviária, 13 tiveram ferimentos leves e 15 estão em estado mais grave.
Trinta e cinco pessoas estariam dentro do ônibus. Elas faziam parte de um grupo de idosos que voltava de Balneário Camboriú (SC) para a Argentina.
O primeiro atendimento foi prestado no local. Segundo a médica Cristina Pires, a maioria dos passageiros teve fraturas, dores na coluna cervical ou na lombar.
O veículo deve ser retirado do local do acidente na manhã desta segunda-feira (20) e passar por perícia.


*(Com informações do Diário Catarinense e do Bom Dia Brasil)


FONTE:G1
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Fechar os olhos para a violência de dentro e fora da escola só dificulta as relações entre professores e alunos e traz reflexos negativos à aprendizagem

A grave crise de segurança que atinge as cidades brasileiras é, cada vez mais, um desafio para os educadores. "A situação piorou na sociedade em geral, com ações de gangues e grupos armados e disputas entre traficantes que afetam diretamente a escola", diz a socióloga Miriam Abramovay, de Brasília.
Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
Algumas experiências indicam que vale a pena abandonar essa suposta neutralidade e encarar uma realidade que, de um modo ou de outro, interfere diretamente na vida de todos nós.


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Fechar os olhos para a violência de dentro e fora da escola só dificulta as relações entre professores e alunos e traz reflexos negativos à aprendizagem

A grave crise de segurança que atinge as cidades brasileiras é, cada vez mais, um desafio para os educadores. "A situação piorou na sociedade em geral, com ações de gangues e grupos armados e disputas entre traficantes que afetam diretamente a escola", diz a socióloga Miriam Abramovay, de Brasília.
Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
Algumas experiências indicam que vale a pena abandonar essa suposta neutralidade e encarar uma realidade que, de um modo ou de outro, interfere diretamente na vida de todos nós.


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A grave crise de segurança que atinge as cidades brasileiras é, cada vez mais, um desafio para os educadores. "A situação piorou na sociedade em geral, com ações de gangues e grupos armados e disputas entre traficantes que afetam diretamente a escola", diz a socióloga Miriam Abramovay, de Brasília.
Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
Algumas experiências indicam que vale a pena abandonar essa suposta neutralidade e encarar uma realidade que, de um modo ou de outro, interfere diretamente na vida de todos nós.


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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
Algumas experiências indicam que vale a pena abandonar essa suposta neutralidade e encarar uma realidade que, de um modo ou de outro, interfere diretamente na vida de todos nós.


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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
Algumas experiências indicam que vale a pena abandonar essa suposta neutralidade e encarar uma realidade que, de um modo ou de outro, interfere diretamente na vida de todos nós.


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Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de emprego (52%) e da Educação (17%). A pouca importância relativa dada à própria formação evidencia o descompasso entre o ensino e o "mundo lá fora". Segundo Ana Paula Corti, pesquisadora da Ação Educativa, de São Paulo, "a questão está muito presente no horizonte das gerações mais novas, mas as escolas não a incorporaram como fonte de intervenção pedagógica". O desconforto em relação ao assunto é fácil de entender. Trazer os temas do medo e da agressividade para a sala de aula não parece combinar com o papel construtivo e pacificador do universo escolar.
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KINGSTON - Um homem armado mantém cinco membros da tripulação de um avião como reféns nesta segunda-feira em Montego Bay, na Jamaica, depois de libertar todos os passageiros da aeronave, informaram autoridades.
Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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KINGSTON - Um homem armado mantém cinco membros da tripulação de um avião como reféns nesta segunda-feira em Montego Bay, na Jamaica, depois de libertar todos os passageiros da aeronave, informaram autoridades.
Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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KINGSTON - Um homem armado mantém cinco membros da tripulação de um avião como reféns nesta segunda-feira em Montego Bay, na Jamaica, depois de libertar todos os passageiros da aeronave, informaram autoridades.
Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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KINGSTON - Um homem armado mantém cinco membros da tripulação de um avião como reféns nesta segunda-feira em Montego Bay, na Jamaica, depois de libertar todos os passageiros da aeronave, informaram autoridades.
Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
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A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
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O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
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Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
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A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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KINGSTON - Um homem armado mantém cinco membros da tripulação de um avião como reféns nesta segunda-feira em Montego Bay, na Jamaica, depois de libertar todos os passageiros da aeronave, informaram autoridades.
Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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Um funcionário da polícia de Montego Bay disse que escutou um disparo depois que o homem, cujos motivos para o sequestro são desconhecidos, burlou a segurança do aeroporto usando uma identificação falsa e abordou o avião quando iria decolar por volta das 22h30m (0h30m no horário de Brasília). Não há feridos.
O primeiro-ministro da Jamaica, Bruce Golding, e seu ministro da Segurança Nacional, Dwight Nelson, chegaram na manhã desta segunda-feira a Montego Bay, principal centro turístico do país caribenho.
- Esta pessoa pode ter problemas mentais - disse a fonte policial, referindo-se ao homem armado dentro do avião.
A companhia canadense CanJet disse que o incidente ocorreu a bordo de seu voo 918, que transportava 182 passageiros e tripulantes, logo depois que o avião aterrissou na localidade turística. A aeronave seguiria para Halifax, no Canadá.
"Todos os passageiros foram retirados ilesos da aeronave, mas no avião permanece a tripulação da CanJet e o homem armado. Segundo entendemos, não houve danos a ninguém a bordo nem na aeronave", disse uma declaração da companhia aérea em seu site na internet.
O funcionário da polícia, que pediu para não ser identificado porque não estava autorizado a comentar o incidente em públicos, disse que o homem que controlava a aeronave estava armado com uma pistola, mas não tinha detalhes adicionais.


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Família de paciente afirma que diagnóstico foi equivocado e que pagou por ressonância

Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


fonte:O DIA ON LINE
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Família de paciente afirma que diagnóstico foi equivocado e que pagou por ressonância

Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


fonte:O DIA ON LINE
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Família de paciente afirma que diagnóstico foi equivocado e que pagou por ressonância

Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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Família de paciente afirma que diagnóstico foi equivocado e que pagou por ressonância

Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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Família de paciente afirma que diagnóstico foi equivocado e que pagou por ressonância

Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


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Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


fonte:O DIA ON LINE
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Família de paciente afirma que diagnóstico foi equivocado e que pagou por ressonância

Rio - A família de Luiz Pereira da Silva, 71 anos, acusa o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha (HGV), de erro de diagnóstico. Filho do aposentado, Agnaldo da Silva disse que, depois de terem apontado infecção urinária, médicos afirmaram que o paciente tinha câncer. Segundo ele, somente após ressonância magnética feita em clínica particular e paga pela família, foi constatado que Luiz sofre de tuberculose óssea (lesão destrutiva, que pode gerar deformidades) .
O caso foi registrado na 22ª DP (Penha). Luiz deu entrada no HGV dia 18 de julho, caminhando, mas com fortes dores na lombar. Dois dias depois, perdeu movimento das pernas. Após o segundo diagnóstico, de câncer, dado em 15 de agosto, a família ficou desolada. “Tentamos transferência, mas a médica disse que só restava rezar. Quero que os culpados sejam punidos”, disse Agnaldo. Ainda segundo ele, o HGV requisitou diversas vezes ressonância magnética, mas o exame não teria sido feito na rede pública. Em 29 de janeiro, a ressonância foi realizada numa clínica de Botafogo, e parentes tiveram de desembolsar R$ 130.
“A família ficou meses apavorada por causa de um erro. Meu pai em momento algum recebeu tratamento para câncer e ficou sem os cuidados para a tuberculose. Hoje ele não anda”, lamenta, acrescentando que a família conseguiu um desconto de R$ 500 no exame.
O diretor do HGV, João Carlos Arieira, informou ter instaurado procedimento interno para investigar por que a família pagou pela ressonância. O procedimento padrão é levar o paciente, de ambulância, até clínica conveniada ao SUS, sem despesa para os parentes.

TRATAMENTO DEMORADO
Arieira afirma que Luiz deu entrada com a tuberculose óssea em estágio avançado e realizou diversos exames (tomografia, endoscopia, ultrassonografia), além de ter sido avaliado por profissionais do Into. Ele afirma ainda que a doença é de tratamento prolongado e que não há necessidade de cirurgia, pois Luiz apresentou “melhoras significativas na dor”.

CÉREBRO OPERADO DO LADO ERRADO
Outro caso envolvendo suposto erro médico no HGV aconteceu no início de março. Veronica Cristina Barros, 31 anos, morreu após ter o lado errado do cérebro operado. O delegado da 22ª DP (Penha), Felipe Ettore, informou que as investigações devem ser concluídas na próxima semana. Segundo ele, ainda faltam ser ouvidos três médicos, entre eles o que a família acusa do erro.
O resultado de sindicância aberta pela Secretaria estadual de Saúde deve sair hoje. Foram afastados do HGV o chefe do Centro de Neurocirurgia, Thorkil Xavier de Brito, e o médico Pedro Ricardo Mendes.


fonte:O DIA ON LINE
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Vacas intimidam a ação de vândalos que quebravam as cercas. Elas são da raça Aberdeen Angus, e foram doadas por fazendeiro.

A vila de Swaythling, na região de Southampton (Inglaterra), resolveu o problema de vandalismo urbano com "ajudinha" animal.
Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


fonte:G1
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A vila de Swaythling, na região de Southampton (Inglaterra), resolveu o problema de vandalismo urbano com "ajudinha" animal.
Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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A vila de Swaythling, na região de Southampton (Inglaterra), resolveu o problema de vandalismo urbano com "ajudinha" animal.
Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
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Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
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Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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Vacas intimidam a ação de vândalos que quebravam as cercas. Elas são da raça Aberdeen Angus, e foram doadas por fazendeiro.

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Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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A vila de Swaythling, na região de Southampton (Inglaterra), resolveu o problema de vandalismo urbano com "ajudinha" animal.
Um dos parques da cidade era palco da destruição causada por gangues de baderneiros: eles quebravam cercas e pilotavam motos na grama, danificando o terreno.
Depois que oito vacas da raça Aberdeen Angus passaram a morar no parque, porém, os vândalos nunca mais apareceram, segundo reportagem do britânico "Telegraph". Elas são propriedade de um fazendeiro local.
"Desde que o rebanho foi introduzido, o comportamento antissocial teve fim e as pessoas brincando no parque estão muito mais felizes", disse o porta-voz de um conselho da vila ao jornal.
Segundo ele, outra vantagem da presença das vacas é que elas ajudam a cuidar da grama, adubando o terreno com suas fezes.
A tranquilidade do rebanho, porém, não está assegurada. Um clube de esportes da cidade luta pelo direito de utilizar o parque para realizar jogos, e reclama que as vacas são o principal obstáculo.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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CUIABÁ - O menino Kaito Guilherme Nascimento Pinto, 10 anos, foi encontrado morto na noite desta sexta-feira, em um terreno abandonado perto do Fórum de Cuiabá. Ele estava desaparecido desde segunda-feira, segundo informações da polícia. Ainda de acordo com a polícia, o menino teria sido sofrido agressões sexuais e foi morto por um homem de 29 anos, que foi preso em flagrante nesta sexta-feira. Ele estava em um ônibus com destino a Campo Grande.
Ao ser preso, ele levou os policiais até o local do crime, onde o corpo foi deixado. O suspeito teria dito à polícia que já conhecia a vítima, pois trabalhou como servente de pedreiro em uma obra no condomínio onde o menino morava. Ele teria dito ainda que chegou a pintar o escritório do pai da vítima. Em depoimento, o suspeito disse que pegou o menino em um ponto de ônibus e ofereceu carona de moto até o trabalho do pai do menino. No caminho, o pedófilo inventou que precisava pegar um outro capacete, que estaria escondido no matagal, onde o corpo do garoto foi encontrado.
A investigação da Polícia Civil informou que o suspeito já cumpriu pena pelo mesmo tipo de crime. O primeiro ataque do pedófilo foi em 1999, em Primavera do Leste, também no Mato Grosso, quando matou a pauladas um menino de 8 anos depois de violentar sexualmente a vítima. Pelo crime, o acusado foi condenado a 46 anos de cadeia, mas foi beneficiado por progressão de regime após cumprir nove anos de pena.


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colaboradores: carmen e maria celia

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