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17.4.09

A polícia alemã anunciou nesta sexta-feira ter desmantelado uma rede internacional de pedofilia em uma das maiores operações contra esse tipo de crime.
As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

No alto da lista

"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

MARCIO DAMASCENO
da BBC Brasil em Berlim
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link do postPor anjoseguerreiros, às 21:28  comentar


A polícia alemã anunciou nesta sexta-feira ter desmantelado uma rede internacional de pedofilia em uma das maiores operações contra esse tipo de crime.
As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

No alto da lista

"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

MARCIO DAMASCENO
da BBC Brasil em Berlim
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A polícia alemã anunciou nesta sexta-feira ter desmantelado uma rede internacional de pedofilia em uma das maiores operações contra esse tipo de crime.
As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

No alto da lista

"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

No alto da lista

"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

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"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

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"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

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"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

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"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

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"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

No alto da lista

"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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A polícia alemã anunciou nesta sexta-feira ter desmantelado uma rede internacional de pedofilia em uma das maiores operações contra esse tipo de crime.
As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

No alto da lista

"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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A polícia alemã anunciou nesta sexta-feira ter desmantelado uma rede internacional de pedofilia em uma das maiores operações contra esse tipo de crime.
As investigações apontam para cerca de 9.000 suspeitos em mais de 91 países. O Brasil estaria, segundo os investigadores, entre os primeiros da lista em número de supostos membros do círculo.
De acordo com os investigadores, imagens não somente de menores em poses eróticas, mas também de "sérios abusos sexuais envolvendo crianças, incluindo bebês", foram transmitidas de mais de cerca de 1.000 conexões alemãs para 8.000 endereços de computadores em várias partes do mundo.
Na operação, foram apreendidos mais de 500 computadores, mais de 43 mil dispositivos de armazenamento de dados e quase 800 discos rígidos em diversas cidades alemãs.

No alto da lista

"Constatamos 781 registros de usuários com origem no Brasil e enviamos esses dados às autoridades do país", disse à BBC Brasil Horst Haug, porta-voz do órgão responsável pelas investigações, a Agência Estadual de Investigações Criminais de Baden-Württenberg, estado no sul da Alemanha.
Apesar de reticente ao tecer comparações, Haug confirmou que o Brasil está entre as nações com maior quantidade de registros na suposta rede, na frente dos Estados Unidos e de países europeus. "Não quero comparar, porque os números são relativos, mas pode-se dizer que os Brasil está entre os primeiros da lista".
A rede de compartilhamento de dados, na qual eram trocados filmes de conteúdo de pedofilia através de um software de troca de arquivos, estava desde o ano passado na mira dos investigadores alemães.
Nesta sexta-feira, autoridades alemãs fecharam um contrato com cinco dos maiores provedores de internet do país para bloquear o acesso dos usuários a sites com conteúdo de pedofilia. Com isso, o governo da Alemanha espera possibilitar a obstrução de entre 300 mil e 400 mil tentativas de acesso diárias de internautas no país a mais de mil sites internacionais.

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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


link do postPor anjoseguerreiros, às 20:42  comentar

BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, sem vetos, o projeto de lei (PLS 54/04) que tipifica o crime de sequestro-relâmpago no Código Penal, com pena de seis a 12 anos de prisão.
Em caso de morte da vítima, a pena aumenta, indo de 24 a 30 anos de prisão. Se o sequestro-relâmpago resultar em lesão corporal grave, a pena varia de 16 a 24 anos.
Na época da aprovação do projeto no Congresso Nacional, o Ministério da Justiça recomendou o veto à proposta, argumentando que o Código Penal já prevê o crime de seqüestro-relâmpago desde 1996, quando a lei aumentou a pena por roubo para o criminoso que restringir a liberdade da vítima.
O ministério também alegou, na época, que as penas poderiam se tornar excessivas, resultando inclusive em punições mais graves do que as previstas para homicídios simples.
Na última terça-feira, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, denunciou da tribuna que havia uma campanha movida por assessores do Ministério da Justiça para levar Lula a vetar o projeto, aprovado pelo Senado, que tipifica o crime de sequestro-relâmpago.
- Presidente Lula, o senhor está sendo mal orientado neste caso. Faça uma reflexão, senhor presidente: será que cadeia de seis a 12 anos não é uma pena razoável para o sequestro-relâmpago quando não há lesão corporal ou morte? - indagou Demóstenes, da tribuna.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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SÃO PAULO - O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieesp) ameaça entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra a lei que proíbe a venda de salgadinhos, doces e refrigerantes nas cantinas das escolas públicas e particulares de São Paulo . A lei foi aprovada na última quarta-feira pela Assembleia Legislativa de São Paulo e será levada para a sanção do governador José Serra. O presidente do sindicato, Benjamin Ribeiro da Silva, disse que compete ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definir leis que controlem e fiscalizem o consumo de alimentos.
- O sindicato é totalmente contra. A lei é inconstitucional. O projeto é eleitoreiro e só passou porque tem apelo popular, principalmente da classe média. Se a lei for sancionada, as crianças vão sair da escola para comprar pastel na barraca da esquina, onde a qualidade do produto é duvidosa - disse Silva.
Segundo ele, não se muda um costume por decreto, mas por convencimento. Silva explicou que o sindicato já orienta as escolas a fazerem campanhas contra a obesidade, "que é fruto do sedentarismo". Silva, que é dono de duas escolas em São Paulo, disse que incentiva o consumo moderado de produtos que não fazem muito bem à saúde. Segundo ele, os refeitórios dos seus dois colégios indicam o valor nutricional dos produtos. Alimentos que devem ser consumidos com moderação recebem placas vermelhas no buffet. Verduras e legumes têm placas verdes.
- Mais da metade dos meus alunos têm consciência alimentar. Os refrigerantes light e zero são os mais vendidos - afirmou.
Elke Stedefeldt, diretora da Associação Brasileira de Nutrição, disse que não basta proibir o consumo de produtos de alto teor calórico e com gordura trans nas escolas. Segundo ela, é preciso mudar o hábito alimentar. Elke disse que algumas escolas já têm mudado o cardápio, substituindo os tradicionais hamburgers por sanduíches naturais, com pão integral e queijos menos gordurosos. Os refrigerantes foram trocados por sucos naturais.
- Não podemos continuar oferecendo nas escolas enroladinhos de queijo e presunto e até mesmo de salsichas. Os assados com recheios mais saudáveis seriam uma boa opção - disse Elke.


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Londres (Inglaterra) - Receitar paracetamol aos doentes que acabam de sofrer uma apoplexia aumenta as possibilidades de estes terem uma recuperação satisfatória, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Erasmus, na Holanda.
A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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Londres (Inglaterra) - Receitar paracetamol aos doentes que acabam de sofrer uma apoplexia aumenta as possibilidades de estes terem uma recuperação satisfatória, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Erasmus, na Holanda.
A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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Londres (Inglaterra) - Receitar paracetamol aos doentes que acabam de sofrer uma apoplexia aumenta as possibilidades de estes terem uma recuperação satisfatória, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Erasmus, na Holanda.
A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
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Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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Londres (Inglaterra) - Receitar paracetamol aos doentes que acabam de sofrer uma apoplexia aumenta as possibilidades de estes terem uma recuperação satisfatória, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Erasmus, na Holanda.
A revista britânica "The Lancet Neurology" publicou que o tratamento à base de paracetamol permite reduzir a temperatura corporal dos pacientes nas 12 horas após o ataque apopléctico, o que acelera a recuperação.
Os cientistas acreditam que controlar a temperatura dos doentes nestas primeiras horas é fundamental, pois a febre costuma estar vinculada à presença de outras infecções no organismo.
Para chegar a esta conclusão, a equipe de pesquisadores liderada pela especialista Heleen M. den Hertog estudou o impacto do composto em 1.400 indivíduos com doenças isquêmicas ou hemorragias cerebrais.
Todos os pacientes tinham uma temperatura corporal base de entre 36 e 39 graus centígrados.
Após serem escolhidos, os indivíduos foram distribuídos, de forma aleatória, em um dos dois grupos do teste: os que faziam parte do primeiro receberam uma dose de seis miligramas de paracetamol por dia, enquanto aos do segundo foi administrado um placebo.
Esta alta dose de medicamento permite reduzir 0,3 grau em apenas quatro horas, e não tem, segundo os especialistas, efeito colateral importante.
Desta forma, passadas 12 horas do ataque cerebral, os cientistas observaram que os pacientes dos dois grupos se recuperavam antes do previsto.
Concretamente, 40% dos que receberam a alta dose de paracetamol melhorou por causa do tratamento, um número que diminuía para 31% no caso dos que receberam o placebo.
Os autores do estudo afirmam que a descoberta é promissora, mas reconhecem que deve ser confirmado em novas pesquisas que envolvem um maior número de indivíduos.



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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


link do postPor anjoseguerreiros, às 19:59  comentar

Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
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A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
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Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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Dirigir de ressaca é quatro vezes mais perigoso do que conduzir sóbrio, segundo um estudo da Universidade de Brunel, em Londres. A pesquisa constatou que, após uma noite de festa, é melhor não dirigir, mesmo que se esteja dentro dos limites legais de nível de álcool no sangue.
A pesquisa revela que, embora os níveis de alcoolemia sejam muito baixos ou inexistentes, a pessoa que bebeu muito nas últimas 12 horas não dirige normalmente.
As poucas horas de sono, o baixo nível de açúcar no sangue e a desidratação resultante do álcool têm o efeito de transformar um motorista de ressaca em um perigo quase tão grande quanto um condutor bêbado.
Os autores do estudo escolheram um grupo de estudantes, que primeiramente foram avaliados ao volante em condições normais e, depois, de ressaca.
Para isso, utilizaram um simulador e ficou evidente que, ao dirigirem de ressaca, eles conduziam a uma velocidade maior, saíam mais vezes de sua faixa e cometiam o dobro de infrações, ignorando sinais vermelhos, por exemplo.
Em um circuito urbano de 8 km, enquanto estavam sóbrios, eles conduziram a uma velocidade média de 52,45 km/h, enquanto ao estarem de ressaca chegaram a uma média de 67,09 km/h.
Na primeira avaliação, eles ultrapassaram o limite de velocidade durante 6,3% do trajeto e cometeram 3,9 infrações, enquanto de ressaca desobedeceram o limite de velocidade durante 26% do teste e cometeram 8,5 infrações.
Graham Johnson, porta-voz da RSA, disse que "a surpresa foi que dirigiram mais rápido. Esperávamos que tivessem uma condução mais errática e nos alarmou que não tivessem cuidado e avançassem os sinais".


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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RIO - Três ex-agentes de controle que foram flagrados agredindo passageiros da SuperVia foram indiciados nesta sexta-feira por lesão corporal e constrangimento ilegal . De acordo com o site G1, Leonardo Leite de Paula, de 23 anos, Bruno do Espírito Santo de Castro Santos, de 23 anos, e Rodrigo Barroso Balduíno, de 28 anos, confessaram o crime durante depoimento na Delegacia de Serviços Delegados (DDSD), em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio. De acordo com o delegado, Eduardo Clementino de Freitas, titular da DDSD, os três disseram que acabaram agredindo os passageiros para revidar cusparadas, pedradas e xingamentos de surfistas ferroviários e usuários revoltados com a demora na partida do trem. Segundo o delegado, isso explica porque eles agrediram, mas não justifica a agressão.
Outros três agentes que estavam trabalhando em Madureira no dia da agressão também prestaram depoimento, mas não foram indiciados. Ainda de acordo com o site G1, um quarto agente, que também estaria envolvido na confusão continua trabalhando normalmente. O caso dele foi analisado pelas empresas e chegou-se à conclusão de que ele estava tentando apartar o conflito. Esse agente não teve o nome divulgado.
O titular da DDSD afirmou ainda que os policiais militares do Batalhão de Policiamento Ferroviário (BPFer), que estavam no local na hora da agressão serão ouvidos ainda nesta sexta-feira.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro obteve, nesta sexta-feira, decisão favorável, concedida pelo Poder Judiciário, na ação civil pública contra a SuperVia. A Promotoria de Defesa do Consumidor e do Contribuinte do MP entrou com a medida na quinta-feira, em razão das agressões de funcionários da SuperVia a passageiros na estação de Madureira, na quarta-feira de manhã.
Segundo o MP, o próximo passo é a empresa ser intimada da decisão e citada para responder a ação, que requer que os trens não circulem com as portas abertas; sejam dotados, no prazo de 60 dias, de sistema hábil que impeça a abertura indevida das portas, às suas custas, sem que implique aumento de tarifa; e respeite a integridade física e psicológica dos passageiros.
O Sindicato dos Ferroviários do Rio decidiu, na tarde de quinta-feira, encerrar a greve da categoria , que já durava quatro dias e prejudicou cerca de 500 mil usuários por dia. A SuperVia informou que a circulação dos trens só foi normalizada em todos os ramais nesta sexta-feira, no primeiro horário . A concessionária aceitou a reintegração de sete maquinistas que haviam sido desligados após a decretação da paralisação da categoria e uma ajuda de custo para um dos maquinistas desligados anterior ao movimento. Segundo a concessionária, o TRT/RJ aplicou uma multa de R$ 150 mil para o Sindicato pelo não cumprimento do percentual mínimo do efetivo de maquinistas, durante a paralisação.

SuperVia já foi condenada por agressão a passageiros

A agressão da quarta-feira não foi a primeira violência cometida por agentes da SuperVia. Numa consulta ao site do Tribunal de Justiça , O GLOBO localizou um processo, com origem em 2006, em que a empresa foi condenada, no fim de 2007, a ressarcir em R$ 22.800 um passageiro que teria sido agredido por vigias da concessionária na estação de Deodoro. Na sentença, o juiz Marcello de Sá Baptista, da 3ª Vara Cível de Madureira, afirma que o usuário sofrera "tratamento violento e humilhante... sendo submetido a longo tratamento médico", além de "inegável abalo psíquico".
A SuperVia não quis se pronunciar sobre o caso, alegando que está recorrendo da decisão. No processo, a defesa da empresa disse que o passageiro estava brigando com uma mulher e que "após ser abordado pelos vigilantes passou a agredir os mesmos física e verbalmente".
Num outro caso, no dia 16 de março, um menor de 17 anos teria sido espancado e torturado na estação de Madureira. De acordo com o registro de ocorrência 1716/2009, da 29ª DP (Madureira), o adolescente estava sentado num banco, quando, por volta das 19h40m, foi agarrado por quatro agentes. Acusado pelos agentes de estar envolvido no roubo de um boné, foi levado para uma cabine, onde teria sido espancado por quatro homens com coletes vermelhos.


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SÃO PAULO - A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido que tentava revogar a prisão preventiva de Anna Carolina Jatobá, acusada pela morte de enteada Isabella Nardoni, 5 anos. Ela o pai da menina, Alexandre Nardoni, estão presos pelo crime e irão a júri popular.
A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
Alexandre está preso na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (P-2), em Tremembé (SP), e Anna Carolina, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também em Tremembé. No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular. A defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


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SÃO PAULO - A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido que tentava revogar a prisão preventiva de Anna Carolina Jatobá, acusada pela morte de enteada Isabella Nardoni, 5 anos. Ela o pai da menina, Alexandre Nardoni, estão presos pelo crime e irão a júri popular.
A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
Alexandre está preso na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (P-2), em Tremembé (SP), e Anna Carolina, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também em Tremembé. No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular. A defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
Alexandre está preso na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (P-2), em Tremembé (SP), e Anna Carolina, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também em Tremembé. No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular. A defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
Alexandre está preso na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (P-2), em Tremembé (SP), e Anna Carolina, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também em Tremembé. No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular. A defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
Alexandre está preso na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (P-2), em Tremembé (SP), e Anna Carolina, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também em Tremembé. No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular. A defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
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Alexandre está preso na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (P-2), em Tremembé (SP), e Anna Carolina, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também em Tremembé. No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular. A defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
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A defesa de Anna Carolina apresentou habeas-corpus ao STJ em que alega a tese de falta de justa causa, pois, segundo o laudo do assistente técnico da defesa, não houve esganadura da vítima pela acusada. A promotoria alega que a madrasta tentou asfixiar a menina antes da morte.
Dessa forma, entende a defesa, a denúncia feita pelo Ministério Público contra Anna Carolina não corresponde à verdade dos fatos, já que a morte de Isabella teria sido causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. A defesa pede, com isso, o trancamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma acompanharam o relator ao não aceitarem o pedido.
Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida no dia 29 de março de 2008 no jardim do prédio onde moravam o pai Alexandre Nardoni e a madrasta Anna Carolina Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O inquérito policial apontou que ela foi agredida, asfixiada e jogada do sexto andar do edifício. No dia 18 de abril, Alexandre e Anna Carolina foram indiciados por homicídio doloso, triplamente qualificado. No dia 6 de maio, o promotor Francisco Cembranelli denunciou e pediu a prisão preventiva do casal, aceita pela Justiça.
Alexandre está preso na Penitenciária Dr. José Augusto Salgado (P-2), em Tremembé (SP), e Anna Carolina, na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, também em Tremembé. No último dia 24, a Justiça de São Paulo negou recurso do casal e determinou que os dois devem ir a júri popular. A defesa afirmou que vai recorrer da decisão.


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RIO DE JANEIRO - Passar muito tempo em pé ou sentado durante o trabalho pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Hérnia de disco. Em geral, ela é desencadeada quando se carrega excesso de peso com postura errada e atinge, principalmente, adultos entre 30 e 50 anos.
De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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RIO DE JANEIRO - Passar muito tempo em pé ou sentado durante o trabalho pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Hérnia de disco. Em geral, ela é desencadeada quando se carrega excesso de peso com postura errada e atinge, principalmente, adultos entre 30 e 50 anos.
De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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RIO DE JANEIRO - Passar muito tempo em pé ou sentado durante o trabalho pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Hérnia de disco. Em geral, ela é desencadeada quando se carrega excesso de peso com postura errada e atinge, principalmente, adultos entre 30 e 50 anos.
De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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RIO DE JANEIRO - Passar muito tempo em pé ou sentado durante o trabalho pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Hérnia de disco. Em geral, ela é desencadeada quando se carrega excesso de peso com postura errada e atinge, principalmente, adultos entre 30 e 50 anos.
De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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RIO DE JANEIRO - Passar muito tempo em pé ou sentado durante o trabalho pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Hérnia de disco. Em geral, ela é desencadeada quando se carrega excesso de peso com postura errada e atinge, principalmente, adultos entre 30 e 50 anos.
De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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RIO DE JANEIRO - Passar muito tempo em pé ou sentado durante o trabalho pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Hérnia de disco. Em geral, ela é desencadeada quando se carrega excesso de peso com postura errada e atinge, principalmente, adultos entre 30 e 50 anos.
De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
- Em paciente que não responde bem ao tratamento clínico pode haver indicação de tratamento cirúrgico. A maioria das hérnias discais diminui em cerca de três meses, sem necessidade de cirurgia, mas precisam ser acompanhadas por um especialista - conclui o médico.


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De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
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De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
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RIO DE JANEIRO - Passar muito tempo em pé ou sentado durante o trabalho pode ser um fator de risco para o desenvolvimento da Hérnia de disco. Em geral, ela é desencadeada quando se carrega excesso de peso com postura errada e atinge, principalmente, adultos entre 30 e 50 anos.
De acordo com Luis Fernando Machado, ortopedista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, profissões que exigem que o indivíduo fique muitas horas em uma mesma posição pode causar a retração da musculatura dos membros inferiores e a fraqueza da musculatura lombar provocando a sobrecarga sobre a coluna lombar e degeneração do disco intervertebral.
- É importante que as pessoas se movimentem com freqüência e façam alongamentos pelo menos duas vezes por dia durante o horário comercial para evitar problemas causados pelo vício de postura - afirma o especialista.
A hérnia de disco se desenvolve por sobrecarga nas vértebras e nos discos intervertebrais, decorrente de vários fatores, como o excesso de esforços de sustentação de peso, excesso de peso corporal, vícios de postura, excesso de exercícios de impacto ou fraqueza da musculatura dorsal.
- A doença se desenvolve pelo processo de desidratação e degeneração do disco localizado entre as vértebras, podendo levar à compressão de raízes nervosas. Esta compressão causa a dor irradiada para o membro inferior (dor ciática), dificultando o apoio e a movimentação do tronco - explica.
Além de causar dor lombar, em casos mais graves pode haver diminuição da sensibilidade no pé, perda parcial dos movimentos dos dedos e diminuição dos reflexos no membro inferior acometido. O diagnóstico da hérnia de disco pode ser confirmado com exames complementares, como tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética.
O tratamento inicial é basicamente repouso, medicação analgésica ou antiinflamatória e fisioterapia.
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SÃO PAULO - Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o número de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 18 anos que procuraram tratamento intensivo para o vício em cocaína e crack, passou de 179, em 2006, para 371, em 2008. O número, divulgado nesta quarta-feira pela assessoria da secretaria, representa um aumento de 107% na procura.
Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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SÃO PAULO - Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o número de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 18 anos que procuraram tratamento intensivo para o vício em cocaína e crack, passou de 179, em 2006, para 371, em 2008. O número, divulgado nesta quarta-feira pela assessoria da secretaria, representa um aumento de 107% na procura.
Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
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Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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SÃO PAULO - Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o número de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 18 anos que procuraram tratamento intensivo para o vício em cocaína e crack, passou de 179, em 2006, para 371, em 2008. O número, divulgado nesta quarta-feira pela assessoria da secretaria, representa um aumento de 107% na procura.
Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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SÃO PAULO - Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o número de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 18 anos que procuraram tratamento intensivo para o vício em cocaína e crack, passou de 179, em 2006, para 371, em 2008. O número, divulgado nesta quarta-feira pela assessoria da secretaria, representa um aumento de 107% na procura.
Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.
A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.
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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quinta-feira (16) um novo habeas corpus apresentado pela defesa de Anna Carolina Jatobá. Jatobá e Alexandre Nardoni são acusados de matar a filha dele, Isabella, 5, em março do ano passado. Ontem, o STJ julgou o mérito de uma decisão do próprio tribunal em fevereiro deste ano, que negou liminar que concedia liberdade à acusada
Desde que o casal foi denunciado, a defesa de Nardoni e Jatobá vem sofrendo sucessivas derrotas nos recursos apresentados à Justiça. Desde maio do ano passado, ao menos dez decisões da Justiça paulista, do STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou do STF (Supremo Tribunal Federal) mantiveram o casal preso.
No pedido de habeas corpus, a defesa da acusada argumentou que não houve esganadura da vítima pela acusada, o que tornaria a imputação feita a ela na denúncia não corresponde à verdade dos fatos. A morte da menina, segundo a defesa, foi causada pela queda da janela, ato do qual Anna Carolina não é acusada. O objetivo do habeas corpus trancar a ação penal.
Em fevereiro deste ano, o relator do caso, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, negou a liminar. Agora, na análise do mérito, todos os ministros da Quinta Turma do STJ acompanharam o relator. Para Maia Filho, a matéria colocada em discussão é rigorosa e exclusivamente probatória, o que não cabe em um habeas-corpus.
Além disso, a questão não foi enfrentada pelo tribunal paulista, o que significaria supressão de instância caso fosse julgada pelo STJ.

Nova defesa
A nova defesa do casal quer anular a acusação feita a Anna Carolina utilizando outro argumento, o de que a polícia e a Promotoria dizem que ela ajudou no assassinato, mas não descrevem como isso ocorreu --diferentemente do que fazem com Alexandre, que tem a conduta relatada em detalhes.
Na última terça-feira (14), a coluna de Mônica Bergamo antecipou que o advogado responsável pela defesa do casal, Marco Polo Levorin, seria substituído por Roberto Podval, que tem em sua lista de clientes a ex-diretora da Anac Denise Abreu, o iraniano Kia Joorabchian, do Corinthians/ MSI, e o ex-cirurgião Farah Jorge Farah.

A argumentação de Podval não convenceu os desembargadores do STF (Supremo Tri nal Federal) que nesta sexta (17) não acataram a mais um pedido de habeas corpus em favor da Jatobá.
Além de ser acusada de homicídio, ela responde por fraude processual porque teria tentado encobrir no apartamento evidências do crime.


Júri popular
No último dia 24, os desembargadores da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiram que o casal deve ser levado a júri popular pelo crime.
O julgamento ainda não tem data definida. A expectativa da Justiça, no entanto, é que o júri ocorra no segundo semestre deste ano.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março do ano passado ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.


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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
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O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
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O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
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SÃO PAULO - O arcebispo de Olinda e Recife, d. José Cardoso Sobrinho, que tentou impedir aborto legal em uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto e grávida de gêmeos, recebeu ontem, no Recife, o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição americana Human Life International (HLI). Sua atitude foi considerada "heroica" pela instituição, que premia atitudes em defesa da vida.
O prêmio foi entregue pelo diretor da instituição para países de língua portuguesa, Raymond de Souza, e pelo chefe do birô da HLI em Roma, monsenhor Ignacio Barreiro-Carambula. Eles estiveram no Recife exclusivamente para prestar a homenagem ao arcebispo, que foi alvo de duras críticas dentro e fora do País por vários setores da sociedade, incluindo integrantes da igreja e o presidente Lula, especialmente depois que anunciou a excomunhão da Igreja Católica da equipe médica que fez o procedimento e da mãe que o autorizou.
"Foi uma surpresa muito grande para mim", reagiu o arcebispo, que afirmou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica. Ele lembrou que o Papa Bento XVI, em fevereiro, em conversa com o embaixador do Brasil junto à Santa Sé, defendeu a vida humana "desde a concepção". Ele disse "apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico." Ao destacar ter recebido solidariedade de pessoas de vários países - exemplificou com Austrália e Suécia - o arcebispo afirmou que se tivesse ficado em silêncio diante do episódio, estaria sendo cúmplice, "quase conivente". "Cumpri meu dever", resumiu.
Para Raymond de Souza, a atitude de dom José foi heroica não somente por ele ter tentado impedir o aborto, defendendo a vida de três crianças - a menina grávida e as duas crianças que estavam em seu ventre. "Ele ousou enfrentar a mídia do mundo todo, ele não teve medo da impopularidade", afirmou.
A menina, que morava em Alagoinha, no agreste pernambucano, era abusada sexualmente pelo padrasto desde os seis anos. O padrasto foi preso. O aborto foi realizado na noite do dia quatro de março no Centro Amaury de Medeiros (Cisam), depois que dom José conseguiu sustar o procedimento que seria realizado no Instituto Materno Infantil (Imip), onde a criança havia sido internada anteriormente. Não havia necessidade de autorização judicial para o aborto porque ele é permitido em casos de estupro e de risco de vida para a gestante - a menina estava enquadrada nos dois casos. O Human Life International foi fundado há 40 anos e está presente em 86 países. O prêmio Von Galen (em homenagem ao cardeal alemão que lutou contra o nazismo) foi criado há quatro anos. Seis personalidades o receberam desde então.
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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:46  comentar

Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:46  comentar

Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:46  comentar

Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:46  comentar

Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Em busca de dinheiro fácil, mulheres saem do País, são escravizadas no Suriname e acabam vendidas para a Holanda por US$ 1 mil


Arua Hj. De Vries, no bairro de Rainville, em Paramaribo, capital do Suriname, é conhecida como avenida Brasil. Ali, o que mais se ouve é o idioma português, apesar de as línguas usuais do país serem o holandês e o inglês. Garotas brasileiras com vestidos decotados ou shorts curtíssimos se aglomeram em frente ao prédio que abriga uma das boates mais concorridas da cidade, a Diamond Night Club, frequentada por descendentes de africanos, indianos, coreanos e chineses - a mescla de nacionalidades que forma o país.
Ex-colônia holandesa e uma das repúblicas mais pobres da América Latina, o Suriname é a primeira parada de uma movimentada rota de tráfico de mulheres brasileiras para a Europa. Nos últimos três anos, Paramaribo se consolidou como um entreposto de prostitutas. No momento, cerca de 500 brasileiras integram o mercado do sexo no Suriname.
À noite, ao som de música baiana ou de grupos como Skank e Paralamas do Sucesso, elas animam as noitadas surinamesas. O destino de todas é a Holanda, depois a Espanha e a Alemanha. Elas são garotas da periferia, e também de classe média, de capitais como Belém, Manaus e São Luís em busca de dinheiro fácil. Em geral, não contam para a família o que fazem no Suriname. Por isso, a maioria se recusa a ser fotografada. Algumas delas são analfabetas, mas boa parte tem até o segundo grau completo.
"Todas ficam fascinadas com a idéia de ganhar dinheiro na Europa", testemunha Rosangela Medeiros, 23 anos, que, em junho de 1994, trocou o emprego de escriturária em Belém pelo de prostituta no Suriname. Após um ano, ela conseguiu fugir de avião para Caiena, na Guiana Francesa, graças à ajuda de garimpeiros brasileiros.
A primeira parada da rota do tráfico está a apenas duas horas e meia de vôo de Belém e não exige visto de entrada aos brasileiros. As garotas levadas ao Suriname fazem primeiro um "estágio" de três meses no país e, depois, passam um período similar na Holanda. Vendidas a donos de boates e casas de prostituição holandesas por US$ 1 mil, elas são posteriormente objeto da mesma transação na Espanha e na Alemanha.
A parada no Suriname é estratégica. Ali, as mulheres mantêm os primeiros contatos com os idiomas holandês e inglês, além de se acostumarem com a vida no Exterior. Duas garotas são enviadas semanalmente de Paramaribo para a Europa enquanto, no mesmo período, chegam grupos de cinco, dez e até 20 do Brasil. A maioria tem entre 18 e 26 anos, mas menores de idade chegam com passaportes falsificados.
No ano passado, a Polícia Federal em Belém abriu inquérito para apurar o tráfico e já indiciou três agenciadores, que recebem US$ 100 por garota contratada. "Não temos mecanismos legais para impedir a saída das moças", observa o delegado José Ferreira Sales.
O próximo da lista de indiciados será o surinamês Henk Kunath, dono da boate Diamond e de duas casas de prostituição na Holanda, apontado pela polícia como um dos principais mentores do tráfico de mulheres para a Europa, via Paramaribo. Atualmente, sua boate mantém 84 brasileiras, enquanto as concorrentes mais próximas, a Condor e a Manila, têm 30 e dez, respectivamente.
No total, o esquema movimenta US$ 15 milhões por ano, segundo cálculos do Comitê Brasil 94, uma ONG sediada em Paramaribo, que ajuda brasileiros em dificuldades. Os programas custam em média US$ 50.
Quem menos usufrui desse dinheiro, porém, são as mulheres. Nas boates e clubes surinameses, as brasileiras se tornam escravas do trabalho. Têm o passaporte retido e ficam impedidas de sair do país até saldarem seus gastos com passagens aéreas, passaporte, alimentação e moradia. O preço normal de uma viagem de ida e volta Belém-Paramaribo é US$ 350 mas os donos das boates cobram das garotas valores que variam de US$ 750 a US$ 1,1 mil. "É um inferno. Muitas vão acumulando dívidas e não conseguem mais pagar", denuncia a escriturária Rosangela. "Fui para a Guiana ilegalmente, porque meu passaporte ficou preso na embaixada."
A escravidão se repete na Europa. Na Holanda, segundo ponto da rota, as mulheres trabalham de graça até arrecadar US$ 2,5 mil para reembolsar a passagem aérea e a comissão dos donos de boates surinamesas. "É aí, na verdade, que eles ganham dinheiro", diz um funcionário de uma das casas noturnas.
O tráfico de mulheres é visto com naturalidade no Suriname, onde as garotas brasileiras têm sua atividade regulamentada. Para elas, a Polícia Militar local emite uma carteira de identidade específica, na qual são taxadas de animée meisjes - meninas de programa, em holandês.
O maior agenciador de brasileiras, Henk Kunath, 54 anos, circula numa Toyota Cruiser avaliada em US$ 50 mil, usa Rolex de ouro e é dono de propriedades no Suriname e de um supermercado em Belém. Casado com uma brasileira, que trabalhou em sua boate, ele passou 90 dias numa cadeia de Paramaribo por causa de denúncias de abusos feitas pelas prostitutas. Foi solto há um mês. "Não provaram nada contra mim", garantiu o empresário do sexo ao atender ISTOÉ em seu escritório, a poucos metros do bar privê da boate, onde garotas brasileiras descansavam em surrados sofás.
Kunath fez questão de indicar dez garotas para entrevistas. Todas relataram histórias de sucesso financeiro, tanto no Suriname quanto na Holanda. Esbanjando celulite, a morena Luana Soares, 28 anos, de Manaus, contava vantagem. "Mesmo gorda, ganhei US$ 14 mil em três meses na Holanda. Estou aqui pela segunda vez e vou voltar de novo." Jaqueline Machado, 22 anos, de Belém, se vangloriava de ter comprado uma casa. "Eu nunca arrumaria US$ 25 mil no Brasil como acabei conseguindo na Holanda, Espanha e Alemanha".
Depois, fora do controle de Kunath, ao entrevistar outras garotas - inclusive da Diamond -, ISTOÉ ouviu histórias diferentes, que incluíram fugas para áreas de garimpo e mortes provocadas pela malária. Segundo a assistente social Dinalva Souza, presidente da ONG Comitê Brasil 94, pelo menos quatro mortes de garotas brasileiras foram registradas nos últimos dois anos.

Denúncias como essa não abalam Kunath. Para o dono da boate, não há nada de ilegal na contratação das garotas, já que elas assinam um documento concordando com seus métodos de trabalho. Assinam, realmente, mas muitas vezes sob coação, cercadas de seguranças truculentos. E o contrato de quatro páginas oferecido por Kunath - cheio de erros grosseiros de português - é um atentado aos mais elementares princípios dos direitos humanos. As mulheres são proibidas de tudo e ele passa a controlar suas vidas.

Passam a pagar à boate a alimentação (US$ 20 ao dia) e a moradia (US$ 13 por semana). Cumprem exigências absurdas, como não frequentar lugares onde existam brasileiros, sob pena de multa. Se ficarem grávidas ou adquirirem alguma doença venérea, Kunath aplica mais multas, com valores definidos a seu critério. Até por ficarem menstruadas, as mulheres podem ser penalizadas. "A gente tem que descer e atender os clientes, além de pagar as diárias", relata Marina, 28 anos. Por isso, a maioria esconde a menstruação com a ajuda de absorventes internos.

Com tantas imposições, quem cometer muitas transgressões dificilmente se libertará das boates surinamesas, tal o acúmulo de dívidas. "Kunath estava exigindo US$ 1,5 mil para me liberar", relata a ex-professora Regina Alves, 26 anos, de Icoaraci (PA), fugitiva da boa-te há 15 dias. "Eu não paguei e agora tento voltar para o Brasil."

Para realizar algumas entrevistas, ISTOÉ chegou a reembolsar o valor de multas que as garotas precisavam honrar por se ausentarem momentaneamente do trabalho: US$ 35, na boate Manila, e US$ 47 na Diamond.

O regime de escravidão parece não assustar quem está de fora. Quatro vezes por semana, quando saem os vôos de Belém a Paramaribo, a movimentação pelo saguão do aeroporto Val de Cans chama a atenção. Dezenas de garotas se aglomeram em frente ao balcão da Surinan Airways, enquanto seus agenciadores apresentam os passaportes para o check-in. Dali em diante, elas só vêem o documento de novo quando quitam as despesas da viagem.

Algumas embarcam acreditando em falsas promessas de trabalho. Uma delas, a enfermeira Sônia, 30 anos, chegou a Paramaribo certa de que trabalharia em um hospital, com salário de US$ 5 mil ao mês. Quando percebeu o que se passava, pediu à família no Brasil dinheiro para pagar sua liberdade.

Iludidas, duas modelos de Goiânia viajaram imaginando que fariam desfiles de moda. Foram salvas por um pastor brasileiro da igreja pentecostal Deus É Amor, que ofertou o dinheiro para pagar o que deviam. "Eu pensei que iria trabalhar numa lanchonete na Holanda. Quando cheguei e vi as luzes da boate fiquei apavorada", relata Valéria Guerra, 26 anos, de Belém, que fala inglês e preparava-se para prestar vestibular para jornalismo na Universidade Federal do Pará, em 1993, quando viajou ao Suriname. "Fui enganada. Quem me levou foi uma japonesa de Belém, chamada Solange." Valéria, no entanto, acabou se prostituindo. Primeiro no Suriname, depois na Holanda.

Ao voltar para Paramaribo, foi colocada na rua só com a roupa do corpo depois de brigar com Kunath. Passou a cozinhar para brasileiros no garimpo de La Pabiqi, a uma hora de vôo de Paramaribo. Agora, casada, trabalha com vendas. "Paguei US$ 800 para ter meu passaporte de volta", relata.

As brasileiras em Paramaribo têm perfis distintos. Algumas são sonhadoras e foram ludibriadas. Outras não mediram as consequências da aventura e depois se arrependeram. Há também aquelas que sabiam o tipo de vida que levariam, mas pensavam apenas na recompensa financeira. "Não vim por necessidade. Sabia que rolariam programas, mas queria viajar e achei que valeria a pena", diz, cabisbaixa, a ex-professora Regina.

Drogas e agressões são comuns entre as garotas. Na porta da Diamond, que tem 50 quartos nos fundos, traficantes vendem abertamente papelotes de crack a US$ 12. Há dois meses, Regiane Rodrigues, 20 anos, conhecida como "Madonna", acabou expulsa da Diamond às 4h da manhã, só de calcinha. Estava drogada. Depois de vagar durante dias por garimpos surinameses, ela foi socorrida pela mãe, que saiu do Pará para buscá-la. Dois anos antes, Regiane havia feito sucesso em viagem para Holanda e Alemanha. Sua família guarda, com orgulho, um álbum de fotografias feitas na Europa. "Ela ainda vai ser modelo", sonha, na periferia de Belém, a mãe de Regiane, Marina.

As maiores queixas de maus-tratos em boates ocorrem na Manila. O dono da casa, um filipino chamado Ricky, é acusado de espancar brasileiras. É a casa noturna em pior estado de conservação. Os quartos onde as garotas moram e fazem os programas são imundos. As mulheres do Suriname também costumam ser usadas para transportar drogas para a Europa. Beatriz, 28 anos, que viajou para a Holanda no ano passado, conta que, ao chegar a Amsterdã, estranhou o peso de sua mala. "Estava lotada de cocaína. Deixei a mala na esteira do aeroporto e nunca soube quem foi o responsável por aquilo."

Também na Holanda, há três anos, a ex-estudante Valéria Guerra viu uma colega ser detida. "Meninas usadas pelos traficantes estão presas lá." Quando os chefões do tráfico de mulheres na Europa vêm ao Suriname, festinhas de embalo são promovidas em quartos de hotéis de luxo em Paramaribo. Nessas festas, a cocaína é servida em bandejas.

Antes de terminar a etapa do Suriname, as garotas são avaliadas para prosseguir carreira na Europa. Representantes de casas de prostituição na Holanda - duas delas conhecidas como Mammy Claudete e Mammy Lilian - viajam a Paramaribo para conferir as qualidades de suas contratadas. A primeira orientação dada às garotas é tirar a roupa. Depois, com ajuda de um boneco inflável, elas aprendem técnicas de massagem erótica. Recebem ainda aulas sobre o manuseio de chicotes, algemas e outros apetrechos sadomasoquistas. Só as bem-sucedidas nos testes vão para os clubes holandeses. As restantes ficam em casas fechadas.

Todas ganham no corpo um número tatuado, para facilitar a identificação. Na Diamond, antes de partir para a Europa, as brasileiras são homenageadas pelas colegas. Elas dançam, tomam banho de champanhe e tiram fotografias. Quando chegam à Holanda, trabalham em casas como a House Cherida, que tem sedes nas cidades de Haia e Eindhover. Lá, cada programa de uma hora custa US$ 125.

Dinheiro, é fato, muitas conseguem. Isso tem feito aumentar cada vez mais o tráfico de mulheres. Sem amparo, essas garotas ficam à mercê da própria sorte. "No Suriname, elas vivem num regime de escravidão. Mas não dá para oferecer passagens de volta para todas", argumenta o embaixador do Brasil no país, Roberto de Abreu Cruz. "Procuramos resolver os casos que chegam. Mas chegam poucos." As garotas brasileiras, em contrapartida, criticam a omissão da embaixada. Para a Polícia Federal, o tráfico de mulheres dificilmente será evitado se não houver controle da entrada e saída de brasileiros para o Exterior. "Isso existia até o governo Collor, mas terminou por algum motivo estranho", reclama o delegado José Sales.

Em Belém, ISTOÉ procurou algumas das acusadas de envolvimento no tráfico de mulheres. Maria Alves de Oliveira, 58 anos, a "Maria Batalhão", dona do bar Lírio de Maio, no bairro do Condor - uma das áreas mais miseráveis de Belém -, é acusada de aliciar garotas em boates. Ela negou. "Se eu ganhasse dinheiro com isso, não moraria nesse lugar." Outra, Genésia Rodrigues, foi procurada em casa, em Nova Marambaia, periferia de Belém, mas, coincidentemente, havia viajado para o Suriname. "Para vender roupas", apressou-se em justificar seu marido, José Rangel.

GILBERTO NASCIMENTO E ALAN RODRIGUES (FOTOS), DE PARAMARIBO

Via Goiânia

A mais nova rota de tráfico de mulheres brasileiras para o Exterior interliga Goiânia a Tel Aviv, em Israel. Na quinta-feira 30, a Polícia Federal impediu o embarque de oito prostitutas ao prender três agenciadoras. As 11 mulheres foram presas em flagrante num hotel no centro da capital goiana, momentos antes de seguirem para o aeroporto. Com promessa de receber R$ 250 por programa, as mulheres iriam deixar o País como turistas. A falsa excursão teria escalas em Roma e no Egito.

"Elas nos disseram que não tinham nada a ver com tráfico e nos prometeram muito dinheiro", afirma Márcia Mendes, 25 anos, que esperava faturar R$ 23 mil em oito meses. "Todas nós sabíamos que o trabalho era prostituição, ninguém foi enganada", completa. As agenciadoras financiaram todas as despesas do grupo. Antes de descobrir o novo destino, a polícia já tinha conhecimento das rotas de tráfico de mulheres de Goiás para a Espanha, do Pará para o Suriname e do Rio de Janeiro e São Paulo para vários países da Europa.

Mino Pedrosa


fonte:http://www.terra.com.br/istoe/capa/139219.htm

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Depois do assalto, Franciele muda o trajeto que fazia para ir até igreja. Adolescente é reconhecida nas ruas como “a menina do cabelo”.

Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


fonte:G1
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Depois do assalto, Franciele muda o trajeto que fazia para ir até igreja. Adolescente é reconhecida nas ruas como “a menina do cabelo”.

Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


fonte:G1
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Depois do assalto, Franciele muda o trajeto que fazia para ir até igreja. Adolescente é reconhecida nas ruas como “a menina do cabelo”.

Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Depois do assalto, Franciele muda o trajeto que fazia para ir até igreja. Adolescente é reconhecida nas ruas como “a menina do cabelo”.

Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Depois do assalto, Franciele muda o trajeto que fazia para ir até igreja. Adolescente é reconhecida nas ruas como “a menina do cabelo”.

Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Depois do assalto, Franciele muda o trajeto que fazia para ir até igreja. Adolescente é reconhecida nas ruas como “a menina do cabelo”.

Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Depois do assalto, Franciele muda o trajeto que fazia para ir até igreja. Adolescente é reconhecida nas ruas como “a menina do cabelo”.

Não foi só o visual de Franciele Cardoso Pinheiro que ficou diferente depois que ela teve o cabelo roubado durante um assalto em Franca, a 400 km de São Paulo, na semana passada. A vida da jovem de 17 anos também mudou bastante. Uma semana depois de ter sido abordada por um homem quando estava a caminho da igreja evangélica que frequenta, Franciele está mais acostumada com o novo corte de cabelo e até já consegue se divertir com a situação. “Sem querer fiquei famosa. Por onde passo as pessoas me chamam de ‘a menina do cabelo’”, disse na tarde da quinta-feira (16) em entrevista ao G1.
A adolescente contou que parece uma popstar por onde passa. “As pessoas na rua me reconhecem e gritam. Motos e carros buzinam quando eu passo e algumas senhoras até já me pararam para dizer que fiquei mais bonita com o cabelo curto. Autógrafos eu não dei, mas muita gente pede para tirar foto comigo e principalmente do meu cabelo”.
Franciele, que gastava cerca de R$ 50 para cuidar dos fios, admitiu que chegou a pensar em vender o cabelo. “Uma vez pensei nisso, mas me faltou coragem. Acho que conseguiria uns R$ 300”, afirmou garantindo que essa idéia já não passa mais por sua cabeça.
A mais nova “celebridade” de Franca, no entanto, não tem vivido só de glamour. Ainda amedrontada por conta do assalto, ela adotou algumas medidas de segurança. “Não ando mais sozinha. Além disso, também mudei o trajeto que fazia para ir da minha casa até a igreja. Ando um pouco mais, mas tudo bem”, disse. Sem notícias sobre as investigações da Polícia Civil, a jovem disse que sabe que identificar o criminoso é uma tarefa difícil. “Eu não tenho muitos detalhes para passar sobre ele, né? Isso complica. Mas vou esperar por uma posição da polícia”, afirmou.


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Tremor de 5,1 graus atingiu região leste do país.Segundo um governador, abalo feriu 30 e destruiu cerca de 200 casas.

Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
fonte:G1
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Tremor de 5,1 graus atingiu região leste do país.Segundo um governador, abalo feriu 30 e destruiu cerca de 200 casas.

Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
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Tremor de 5,1 graus atingiu região leste do país.Segundo um governador, abalo feriu 30 e destruiu cerca de 200 casas.

Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
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Tremor de 5,1 graus atingiu região leste do país.Segundo um governador, abalo feriu 30 e destruiu cerca de 200 casas.

Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
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Tremor de 5,1 graus atingiu região leste do país.Segundo um governador, abalo feriu 30 e destruiu cerca de 200 casas.

Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
fonte:G1
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Tremor de 5,1 graus atingiu região leste do país.Segundo um governador, abalo feriu 30 e destruiu cerca de 200 casas.

Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
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Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
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Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
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Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
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Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
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De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
Segundo o Ministerio do Interior do Afeganistão, equipes de salvamento realizam o trabalho de buscas nos escombros.
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Tremor de 5,1 graus atingiu região leste do país.Segundo um governador, abalo feriu 30 e destruiu cerca de 200 casas.

Um forte terremoto atingiu a região leste do Afeganistão no início da manhã desta sexta-feira (17) - madrugada no Brasil -, e deixou ao menos 22 mortos e cerca de 30 feridos, informou o governador do distrito de Khogyani, o mais afetado pelo tremor. O abalo teria destruído cerca 200 casas em quatro povoados diferentes.
De acordo com o Serviço Geológico dos EUA, o terremoto atingiu magnitude 5,1 graus na escala aberta de Richter. Segundo a agência de notícias France Presse, foram registrados dois tremores com duas horas de diferença.
O abalo sacudiu principalmente o distrito de Khogyani e também a província de Nangarhar. A região está localizada próxima à fronteira com o Paquistão. “Quatro povoados foram gravemente afetados. Ao menos 22 pessoas morreram e 30 ficaram feridas. Mais de 200 casas estão destruídas”, afirmou Haji Said Rahman, governador do distrito de Khogyani.
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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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SÃO PAULO - A polícia iniciou nesta quinta-feira uma operação para fechar rádios piratas operadas por igrejas evangélicas. Interessadas em aumentar o número de fiéis, é cada vez maior o número de igrejas que usam as transmissões clandestinas. Com equipamentos cada vez mais potentes e mais baratos, estas emissoras que proclamam a palavra de Deus conseguem atingir um raio de mais de 10 quilômetros de seu local de origem, bem mais que os 1000 metros autorizados pelo Ministério das Comunicações para rádios comunitárias legalizadas.
A polícia fechou na Penha, zona leste de São Paulo, a Rádio Gálatas (FM 105.3), cujas transmissões alcançavam até o ABC paulista, 14 quilômetros à frente. Jefferson Lima dos Santos, de 36 anos, foi preso no local. Ele tem outras duas passagens pela polícia pelo mesmo motivo. Jefferson disse que foi contratado pelo pastor da Igreja Misericórdia Graça e Luz, seis meses atrás, para manter a rádio no ar. Os dois responderão por desenvolver clandestinamente atividade de telecomunicações e, se condenados, podem cumprir pena de 2 a 4 anos de prisão. O delegado Marco Antônio Bernardino dos Santos, da 5ª seccional da Polícia Militar, disse que outras três rádios piratas evangélicas serão fechadas nos próximos dias na região da Penha. Em São Mateus, a polícia espera lacrar outras seis ou sete nas próximas semanas.
- A Gálatas funcionava em um casa bem pequena. O equipamento nem tinha muita força de transmissão, mas estava instalado no alto da montanha, sem outras antenas e frequências de rádio por perto. Além de música gospel, a rádio transmitia as pregações do pastor, que, sem dúvida, usava a rádio para arrebanhar fiéis. Igrejas pequenas costumam fazer isso sem nenhum pudor - disse o delegado.
Para a polícia, o alto custo de regularização impede que elas se transformem em rádios comunitárias. O principal empecilho é o custo do equipamento utilizado justamente na limitação do sinal. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foram fechadas em 2008 no país 1252 rádios. Foram 315 em São Paulo e 84 no Rio de Janeiro. De janeiro a 8 de abril deste ano, foram fechadas 225 rádios piratas no Brasil. Mais uma vez, São Paulo ficou na frente, com 33. No Rio, 23 rádios clandestinas deixaram de funcionar, de acordo com a Anatel.
Normalmente, a Anatel chega até as rádios clandestinas depois de uma denúncia. A Rádio Gálatas foi denunciada por vizinhos que reclamavam de interferência no sinal de televisão e de telefonia. Segundo o delegado, antes de invadir o local a polícia chama um técnico contratado pela Anatel para confirmar a irregularidade e gravar a programação clandestina. Em alguns casos, o proprietário consegue escapar ao perceber que está sendo fiscalizado. De acordo com Santos, eles instalam o equipamento em outro imóvel e mudam a frequência, mas preservam o nome da rádio para manter os ouvintes já conquistados.
De acordo com Santos, a polícia fechou na zona leste e Grande São Paulo este ano 20 rádios piratas. Uma delas funcionava perto do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e atrapalhava a comunicação das aeronaves com a torre de controle. Nesse caso, a rádio tinha interesses comerciais e vários anunciantes, que se disseram surpresos com a clandestinidade da emissora. No mês passado, uma rádio ligada a uma igreja católica também foi fechada em São Caetano do Sul, no ABC paulista.
- O problema é que fechamos uma rádio e outras cinco são abertas. É como enxugar gelo. Deveria haver uma punição mais severa para um casos como esses. Não prisão. Não tem sentido colocar uma pessoa que manuseia uma rádio clandestina junto com um criminoso na cadeia. Mas a multa deveria ser altíssima para desestimular novas instalações piratas - disse o delegado.
Em dezembro do ano passado, a polícia fechou uma rádio pirata na zona sul de São Paulo. Além de equipamentos para transmissão, foi apreendida uma antena de 10 metros de altura. Segundo Santos, o estúdio onde os programas eram gravados estava localizado em um raio de 300 metros do local. Uma pessoa foi detida e disse que apenas aluga a casa para a instalação da antena. O delegado afirmou, no entanto, que a voz do rapaz era igual à do locutor.
Em São José dos Campos, a 97 quilômetros de São Paulo, uma rádio clandestina ligada à Igreja Evangélica Deus é Amor também foi lacrada em fevereiro durante operação da polícia. A emissora "Voz do Universo" (FM 95.5) funcionava no segundo andar de um sobrado ocupado pela igreja, na rua coronel José Monteiro, na região central da cidade. A policia encontrou no local estúdio com computadores, mesa de som, sistemas de rádio, microfones, alto-falantes e telefones. A rádio prejudicava as transmissões da polícia e de outros rádios da região. Segundo o Ministério das Comunicações, o Brasil tem 8275 rádios legalizadas (dados de março). São emissoras comerciais (2292), educativas (440), de ondas médias (1749), ondas curtas (66), ondas tropicais (75) e rádios comunitárias (3.653). As comunitárias são, geralmente, outorgadas a associações ou fundações e têm permissão para atuar em um raio de 1 quilômetro e apenas 25 watts de potência.


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Americano encara situações de alto risco.

Um fotógrafo americano desafia a morte ao ao protagonizar situações de alto risco.
Kerry Skarbakka, de 38 anos, reúne uma coleção de fotos que incluem o salto de uma ponte, a queda do alto de um prédio em plena área urbana, um mergulho do alto de uma escada e até um escorregão acrobático dentro de uma banheira em que ele aparece nu, de perfil.
O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


fonte:G1
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Um fotógrafo americano desafia a morte ao ao protagonizar situações de alto risco.
Kerry Skarbakka, de 38 anos, reúne uma coleção de fotos que incluem o salto de uma ponte, a queda do alto de um prédio em plena área urbana, um mergulho do alto de uma escada e até um escorregão acrobático dentro de uma banheira em que ele aparece nu, de perfil.
O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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Um fotógrafo americano desafia a morte ao ao protagonizar situações de alto risco.
Kerry Skarbakka, de 38 anos, reúne uma coleção de fotos que incluem o salto de uma ponte, a queda do alto de um prédio em plena área urbana, um mergulho do alto de uma escada e até um escorregão acrobático dentro de uma banheira em que ele aparece nu, de perfil.
O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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Kerry Skarbakka, de 38 anos, reúne uma coleção de fotos que incluem o salto de uma ponte, a queda do alto de um prédio em plena área urbana, um mergulho do alto de uma escada e até um escorregão acrobático dentro de uma banheira em que ele aparece nu, de perfil.
O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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O fotógrafo revela que o truque para salvar a vida a cada tombo é usar equipamentos de rapel. Ainda assim, ele garante que em muitas ocasiões não usa qualquer tipo de proteção, o que muitas vezes acaba em "costelas quebradas, hematomas, torções no tornozelo e muitas dores de cabeça".
"Tenho que repetir as fotos 10, às vezes 15 vezes para ter a imagem perfeita", contou Skarbakka à BBC Brasil. "Quando não consigo esconder as cordas, uso (o software) Photoshop", admitiu.
O fotógrafo afirma que conta com ajuda da namorada, que muitas vezes está por trás da câmera para capturar o melhor ângulo da queda.
Ele conta ter iniciado esta série de fotografias em 2002, inspirado no filósofo Martin Heidegger, que "descreveu a existência humana como um processo de constante queda."


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colaboradores: carmen e maria celia

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