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16.4.09
Até bolsas foram desenvolvidas para abrigar os animais
Na Rússia, donos não poupam dinheiro e vestem seus cães de estimação com roupas de luxo

Animais usam até casaco de luxo e cachecol.Em Moscou, butiques se especializam em moda canina.
fonte:G1
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RIO - Enquanto o filme sobre sua vida não fica pronto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser visto na TV, e fora do horário eleitoral: ele fez uma "participação especial" no episódio "Pinewood Derby", do desenho animado "South Park", que foi ao ar na noite de quarta-feira nos Estados Unidos. No desenho, os personagens recebem apoio dos maiores líderes mundiais quando estão prestes a receber a visita de uma nave espacial. Lula não tem "falas" no episódio, mas como é "o cara", na opinião do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faz uma ponta no desenho, ao lado de personalidades como a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

"South Park" foi criado em 1997 por Matt Stone e Trey Parker e ficou famosa pelo humor negro e as críticas impiedosas que costuma dirigir à sociedade americana.



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RIO - Enquanto o filme sobre sua vida não fica pronto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ser visto na TV, e fora do horário eleitoral: ele fez uma "participação especial" no episódio "Pinewood Derby", do desenho animado "South Park", que foi ao ar na noite de quarta-feira nos Estados Unidos. No desenho, os personagens recebem apoio dos maiores líderes mundiais quando estão prestes a receber a visita de uma nave espacial. Lula não tem "falas" no episódio, mas como é "o cara", na opinião do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faz uma ponta no desenho, ao lado de personalidades como a chanceler alemã Angela Merkel e o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

"South Park" foi criado em 1997 por Matt Stone e Trey Parker e ficou famosa pelo humor negro e as críticas impiedosas que costuma dirigir à sociedade americana.



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"South Park" foi criado em 1997 por Matt Stone e Trey Parker e ficou famosa pelo humor negro e as críticas impiedosas que costuma dirigir à sociedade americana.



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É POR ISTO QUE A NOTÍCIA ESTÁ RESERVADA A PEQUENOS CÍRCULOS.

Um médico italiano descobriu algo simples, que considera a cura
do câncer.
Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido
de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou sua
terapia.
O médico observou que todo paciente de câncer tem aftas.. Isso já
era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratado como uma
infecção oportunista por fungos - Candida albicans.
Esse médico achou muito estranho que todos os tipos de câncer
tivessem essa característica, ou seja, vários são os tipos de tumores
mas têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente.
Então, pode estar ocorrendo o contrário - pensou ele.
A causa do câncer pode ser o fungo. E, para tratar esse fungo,
usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece: bicarbonato de sódio
Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonato de
sódio, não apenas ingerível, mas metodicamente controlado sobre os
tumores.
Resultados surpreendentes começaram a acontecer.
Tumores de PULMÃO, PRÓSTATA E INTESTINO DESAPARECIAM COMO UM PASSE DE MÁGICA , junto com as aftas.
Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados e hoje
comprovam com seus exames os resultados altamente positivos do
tratamento.
No site estão os métodos utilizados para aplicação do bicarbonato de
sódio sobre os tumores.
Quaisquer tumores podem ser curados com esse tratamento simples e
barato.
Foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui
por aqui.
QUE SE CONSIGA MESMO!


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Um médico italiano descobriu algo simples, que considera a cura
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Inicialmente banido da comunidade médica italiana, foi aplaudido
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Esse médico achou muito estranho que todos os tipos de câncer
tivessem essa característica, ou seja, vários são os tipos de tumores
mas têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente.
Então, pode estar ocorrendo o contrário - pensou ele.
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Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonato de
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de pé na Associação Americana contra o Câncer quando apresentou sua
terapia.
O médico observou que todo paciente de câncer tem aftas.. Isso já
era sabido da comunidade médica, mas sempre foi tratado como uma
infecção oportunista por fungos - Candida albicans.
Esse médico achou muito estranho que todos os tipos de câncer
tivessem essa característica, ou seja, vários são os tipos de tumores
mas têm em comum o aparecimento das famosas aftas no paciente.
Então, pode estar ocorrendo o contrário - pensou ele.
A causa do câncer pode ser o fungo. E, para tratar esse fungo,
usa-se o medicamento mais simples que a humanidade conhece: bicarbonato de sódio
Assim ele começou a tratar seus pacientes com bicarbonato de
sódio, não apenas ingerível, mas metodicamente controlado sobre os
tumores.
Resultados surpreendentes começaram a acontecer.
Tumores de PULMÃO, PRÓSTATA E INTESTINO DESAPARECIAM COMO UM PASSE DE MÁGICA , junto com as aftas.
Desta forma, muitíssimos pacientes de câncer foram curados e hoje
comprovam com seus exames os resultados altamente positivos do
tratamento.
No site estão os métodos utilizados para aplicação do bicarbonato de
sódio sobre os tumores.
Quaisquer tumores podem ser curados com esse tratamento simples e
barato.
Foi notícia nos EUA e nunca chegou por aqui
por aqui.
QUE SE CONSIGA MESMO!


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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:27  comentar

Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

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O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

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Menina de 1 ano está internada em estado grave em Manaus.Família yanomami tem autorização da Funai para retirá-la do hospital

O Conselho Tutelar entrou na Justiça para manter uma criança indígena em tratamento em Manaus. A menina de 1 ano está internada em estado grave no Hospital Doutor Fajardo, mas a família quer levá-la para a aldeia.
A criança foi internada no dia 13 de março, após passar por vários hospitais. A família da menina vive em uma aldeia yanomami em Santa Izabel do Rio Negro (AM).
Desde outubro, ela espera para passar por uma cirurgia para amenizar a hidrocefalia. O laudo dos médicos informa que ela também sofre de tuberculose e pneumonia.
Organizações indígenas apresentaram um documento, feito pela procuradoria jurídica da Fundação Nacional do Índio (Funai), autorizando a retirada da menina do hospital.
A direção do hospital aguarda um parecer da Procuradoria Geral do Estado para tomar uma decisão, mas é contra a remoção da menina. O Conselho Tutelar também quer manter a criança internada.
O Ministério Público preferiu não se pronunciar, pois a ação segue em segredo de Justiça.
A coordenação regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amazonas informou que está prestando assistência à família da criança e não vai se manifestar sobre a retirada da menina do hospital.

Fonte: G1
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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

Fonte: BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:24  comentar

Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

Fonte: BBC Brasil
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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

Fonte: BBC Brasil
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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

Fonte: BBC Brasil
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:24  comentar

Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Uma aposentada de 86 anos que encontrou um ladrão em sua cozinha o atacou com sua muleta e o manteve detido até a chegada da polícia, na Grã-Bretanha.
Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Gwyneth Davies, da cidade de Treharris, no País de Gales, deu quatro pancadas nas costas do homem com a muleta de metal, que ela usa desde que sofreu uma fratura na bacia.
"Ele ficou inclinado sobre o mármore da cozinha, com o rosto sobre as mãos", disse ela à BBC. "Ele não sabia o que o havia atingido."
O homem de 26 anos está preso, sob acusação de roubo.
'Melhor que cinema'
"Ele me viu e deve ter pensado que eu não era páreo para ele", afirmou Davies. "Mas eu estava com minha muleta e ela se transformou em uma arma muito útil."
"Ele tomou um susto e depois ficou fingindo que estava chorando - foi melhor do que ir ao cinema."
"Eu mandei ele se sentar em um banquinho e não sair dali", contou.
Davies então chamou a polícia.
"Quando eles chegaram, não acreditaram no que eu tinha feito. Os policiais ficavam me perguntando se estava tudo bem comigo, mas eu disse: 'Vocês estão perguntando para a pessoa errada'."
Seis irmãos
Davies recentemente se recuperou de uma pneumonia dupla e de uma queda na qual fraturou algumas costelas e a bacia.
Durante a Segunda Guerra Mundial, ela trabalhou em uma fábrica de armamentos em Londres, onde se familiarizou com minas terrestres, fuzis e detonadores. Depois, transferiu-se para uma empresa de munições no interior do País de Gales.
Ela está viúva há 20 anos.
Segundo Davies, foi o fato de ter crescido com seis irmãos homens que a deu coragem de enfrentar o ladrão.
"Eu gostava de colocar luvas de boxe e lutar com meus irmãos. Eu também jogava futebol e dardos", disse. "Eu praticamente não tenho medo de nada - sempre me virei sozinha."

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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:12  comentar

Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Quem não lembra com saudade e emoção dos momentos sublimes que passamos ao lado de nossos bebês, durante sua amamentação? Seus lábios perfeitamente encaixados, sua sucção vigorosa, rítmica, suas mãozinhas tocando nosso seio com carinho. e o que falar do seu adormecer tranquilo, de sua expressão serena, reflexo de sua satisfação plena.
O leite materno é como um organismo perfeito em si; seu valor para o desenvolvimento infantil tem sido amplamente enfatizado. entretanto, além da importância nutricional e psicológica conferida ao aleitamento natural, outros fatores confirmam sua excelência.
Quando o seio é oferecido ao bebê, ele o apreende e suga certo número de vezes, fornecendo um volume de leite na boca que desencadeia outro reflexo, o da deglutição, sendo o alimento levado ao estômago até a criança atingir a sensação de plenitude alimentar. Uma vez satisfeito, dorme profundamente.
E o que acontece com este mecanismo harmonioso, se oferecemos ao bebê a mamadeira? No geral, com um bico comum, tão comprido, que chega até a garganta e com um furo aumentado, faz com que o líquido entre diretamente no trato digestivo, sem a pré digestão que se realiza com a saliva.
Enquanto no peito o bebê regula a quantidade de leite, comprimindo e descomprimindo o mamilo, na mamadeira é obrigado a utilizar a ponta da língua para parar a saída do líquido. Isto implicará em um treinamento inadequado da deglutição.
Além disso, a força exercida na sucção do peito é maior do que na mamadeira, promovendo um exercício completo da musculatura facial e induzindo a um desenvolvimento ósseo adequado.
e o que fazer quando a mamadeira se torna necessária? Primeiramente deve-se optar pelo bico ortodôntico, que mais se assemelha ao bico materno, puxando-o ligeiramente para fora, para estimular a sucção. A postura da criança deverá ser mais verticalizada, para evitar dificuldades respiratórias. O corpo do bebê deve estar em contacto com a mãe, alternado os lados de seu colo, tentando reproduzir a situação do aleitamento natural.
As amamentações no peito ou na mamadeira deveriam persistir no máximo até nove meses, pois, nesta idade a criança já tem a presença de alguns dentes e é capaz de usar a colher e o copo. este fato é de extrema importância para o estímulo à mastigação, à percepção gustativa e ao desenvolvimento crânio-facial harmônico.
Quando a criança satisfaz a fome, mas não a necessidade de sucção, pode entrar em ação a chupeta ortodôntica. não se deve oferecê-la a qualquer sinal de desconforto ou para acalmar seu choro; esse caminho só levará ao hábito. Após alguns minutos de sucção, ela deve ser retirada.
o uso indiscriminado da chupeta e da mamadeira é que pode trazer malefícios. sabendo usá-los, estes ”dispositivos” podem ser um grande aliado das mães e crianças.
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Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


Fonte: Folha On-Line

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Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


Fonte: Folha On-Line

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Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


Fonte: Folha On-Line

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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


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Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


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De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


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De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


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De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


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Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


Fonte: Folha On-Line

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Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


Fonte: Folha On-Line

link do postPor anjoseguerreiros, às 14:07  comentar

Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


Fonte: Folha On-Line

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Justiça do RS condena ladrão e determina que ele fique em casa por falta de prisão adequada

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul condenou nesta quarta-feira (15) um homem por roubo a quatro anos e três meses de prisão em regime semiaberto, mas decidiu que ele ficará preso em casa enquanto não houver um estabelecimento penal com condições adequadas para o cumprimento da sentença.
De acordo com a decisão da 5ª Câmara Criminal, Rafael Santos de Jesus só irá ao presídio "quando for preservada a vida prisional de acordo com a lei [de Execução Penal]. Enquanto isso não for providenciado, o mandado de prisão ficará suspenso". Ele foi condenado por ter roubado um videogame, um aparelho de DVD, celulares e dinheiro.
A decisão dos desembargadores é baseada no argumento de que a "legalidade tem dois vieses: um que determina a prisão (contra o cidadão) e outro que protege o apenado", mas "se condenam pessoas a pena de prisão (para prejudicar) mas no momento em que se deve beneficiá-las (condições prisionais), nega-se a legalidade".
Acerca do argumento de que o Estado não tem dinheiro para executar as penas de acordo com a lei, os desembargadores respondem que há verba, o problema é uma "questão de prioridade".
A decisão estabelece que "o condenado somente será recolhido a estabelecimento prisional que atenda rigorosamente aos requisitos impostos pela legalidade". No artigo 85 da lei citada, o estabelecimento penal deve ter "lotação compatível com a sua estrutura e finalidade".
Em seu voto, o desembargador Amilton Bueno de Carvalho, relator do caso, chega a citar uma matéria da Folha Online sobre uma determinação do Estado da Califórnia (EUA), que deve libertar cerca de um terço de seus 170 mil presos nos próximos três anos para evitar a superlotação e melhorar as condições carcerárias.

Presídios
Em outra decisão, o juiz Sidinei José Bruzska, responsável pela fiscalização dos presídios do Estado, interditou um pavilhão do presídio central de Porto Alegre até que sejam "obedecidas as condições previstas no artigo 88 da Lei de Execuções Penais".
De acordo com a artigo, o condenado deve ser alojado em cela individual --com área mínima de 6m§§2§§-- que contém dormitório, aparelho sanitário e lavatório, além de luminosidade e ventilação adequadas.


Fonte: Folha On-Line

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GOIÂNIA e SÃO PAULO - A ingestão de anabolizantes e vitaminas de uso veterinário deixou dois adolescentes em coma na cidade de Caiapônia, em Goiás. Os garotos estavam na casa de um terceiro amigo, também adolescente, quando começaram a passar mal na tarde de quarta-feira. O estado de saúde dos dois é grave, segundo boletim do Hospital de Urgências de de Goiânia (Hugo), onde estão internados. .
Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


Fonte: Globo On-Line
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GOIÂNIA e SÃO PAULO - A ingestão de anabolizantes e vitaminas de uso veterinário deixou dois adolescentes em coma na cidade de Caiapônia, em Goiás. Os garotos estavam na casa de um terceiro amigo, também adolescente, quando começaram a passar mal na tarde de quarta-feira. O estado de saúde dos dois é grave, segundo boletim do Hospital de Urgências de de Goiânia (Hugo), onde estão internados. .
Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


Fonte: Globo On-Line
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Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
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- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
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Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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GOIÂNIA e SÃO PAULO - A ingestão de anabolizantes e vitaminas de uso veterinário deixou dois adolescentes em coma na cidade de Caiapônia, em Goiás. Os garotos estavam na casa de um terceiro amigo, também adolescente, quando começaram a passar mal na tarde de quarta-feira. O estado de saúde dos dois é grave, segundo boletim do Hospital de Urgências de de Goiânia (Hugo), onde estão internados. .
Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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GOIÂNIA e SÃO PAULO - A ingestão de anabolizantes e vitaminas de uso veterinário deixou dois adolescentes em coma na cidade de Caiapônia, em Goiás. Os garotos estavam na casa de um terceiro amigo, também adolescente, quando começaram a passar mal na tarde de quarta-feira. O estado de saúde dos dois é grave, segundo boletim do Hospital de Urgências de de Goiânia (Hugo), onde estão internados. .
Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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GOIÂNIA e SÃO PAULO - A ingestão de anabolizantes e vitaminas de uso veterinário deixou dois adolescentes em coma na cidade de Caiapônia, em Goiás. Os garotos estavam na casa de um terceiro amigo, também adolescente, quando começaram a passar mal na tarde de quarta-feira. O estado de saúde dos dois é grave, segundo boletim do Hospital de Urgências de de Goiânia (Hugo), onde estão internados. .
Segundo o diretor do hospital, o médico Salustiano Gabriel Neto, ambos respiram com auxílio de aparelhos e têm o quadro clínico bastante variável. Um deles deve ser transferido para um hospital particular, a pedido da família.
Após a aplicação do anabolizante injetável, os dois tiveram enrijecimento nos braços e passaram a ter convulsão. Não se sabe se o terceiro adolescente chegou a utilizar o anabolizante. Os três garotos estudam no mesmo colégio, a Escola Previsto de Moraes.
O anabolizante pode ter sido aplicado pelo adolescente morador da casa. A tia de um dos garotos internados disse que o amigo fugiu sem prestar socorro.
Dois médicos do primeiro hospital onde ambos deram entrada disseram que os jovens chegaram ao local em situação crítica.
- O exame de função hepática de um dos dois, que deveria ter um resultado variando entre 40 e 80, acusou 680 - disse o médico Carlúcio de Lacerda.
Segundo ele, os hemogramas de ambos também apontaram alterações graves, como infecção aguda.


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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
Globo On-Line

Fotos: Blog Gente Sem Futuro
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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
Globo On-Line

Fotos: Blog Gente Sem Futuro
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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
Globo On-Line

Fotos: Blog Gente Sem Futuro
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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
Globo On-Line

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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

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Empresária seria internada por crise de depressão

Roselani Radaelli Picinini D'Ávila afirmou em depoimento à polícia que matou para não ser internada por depressão. Dona de uma fábrica de calçados em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, Roselani matou na madrugada de quarta-feira o marido, Flávio Machado D'Ávila, 54 anos, a irmã, Rosângela Radaelli Picinini de Freitas, 45 anos, e a sobrinha, Maria Francisca de Freitas. Após os crimes, ela tentou se matar, mas os ferimentos, feitos com faca, não foram fatais. De acordo com a delegada, a empresária fez consulta com uma psiquiatra e começou no último sábado a tomar medicação contra depressão. A médica recomendou a internação de Roselani na segunda-feira, mas a empresária pediu para que a medida fosse transferida para o dia seguinte. Foi quando ela matou o marido e, em seguida, a irmã e a sobrinha.
Roselani confessou os crimes nesta quarta-feira e está internada no Hospital Municipal, em Novo Hamburgo. Autuada em flagrante por triplo homicídio, deve ser encaminhada ao presídio assim que receber alta.
A empresária manteve a rotina após cometer o primeiro assassinato. No intervalo entre a morte de Flávio e da irmã, Rosângela, a empresária foi trabalhar, pagou contas no banco e jantou em uma lanchonete com uma de suas vítimas, a sobrinha Maria Francisca de Freitas. Roselani levou a menina ao McDonald's, onde a garota contara em detalhes seus primeiros dias de aula na 1ª série do Colégio Oswaldo Cruz.
- Ela manteve a rotina na empresa, indo, inclusive, ao banco pagar contas e à igreja rezar - conta a delegada Rosane de Oliveira Olivera.
Depois, a empresária pediu à irmã para pernoitar na casa dela, um apartamento a dois quilômetros e meio da residência da empresária. Lá Roselani assistiu tevê até meia-noite.
- Ela deu banho na criança e ficou de papo com a irmã até a hora em que foram dormir.
Às 4h, Roselani pegou a faca na bolsa e golpeou a irmã, que dormia no quarto. Ao ouvir os gritos da mãe, a menina acordou e tentou correr até a porta da sala para pedir socorro. Quando girava a chave, a menina foi atingida com a primeira facada. Após atacar a menina, a empresária também se feriu, mas sem gravidade. Neste momento, Roselani tentou se matar.
Vizinhos ouviram os gritos e chamaram o irmão da empresária que foi até o prédio e, perto das 5h, arrombou a porta, encontrando Roselani agonizando. Ela foi levada ao Hospital Municipal, onde foi medicada e interrogada pela polícia à tarde.
A empresária contou em detalhes a sequência dos fatos à delegada Rosane durante depoimento de três horas.
- Ela teve tempo de desistir e, mesmo assim, matou a irmã e a sobrinha - disse a delegada
O delegado Nauro Osorio Marques, da 2ª Delegacia de Polícia de Novo Hamburgo, confirmou que o apartamento da família de Roselani estava em processo de penhora. Roselani confessou a morte do marido, da irmã e da sobrinha. A motivação dos crimes seria também financeira. A Aveto Lucca, empresa do casal, estaria endividada.
Segundo Marques, os assassinatos foram premeditados. Segundo ele, a mulher telefonou ontem a um sobrinho dizendo para ele ir na manhã do dia seguinte ao apartamento onde morava com o marido para buscar um envelope. O plano serviria para que o corpo do marido fosse encontrado.
- Vamos esperar o resultado da necropsia, pois não descartamos que o marido morto tenha sido sedado antes do ataque.
A intenção da empresária era "eliminar as pessoas que ela ama para não sofrerem", conforme Roselani escreveu em cerca de mais de 10 cartas deixadas para a mãe dela.

Em carta, empresária manifestou intenção de também matar a mãe

Em uma das cartas escritas pela empresária Roselani Radaelli Picinini D'Ávila, ela manifesta a intenção de matar a própria mãe, além do marido, da irmã e da sobrinha.
Roselani cita na missiva endereçada à cunhada: "Acredite, não estou louca, sei o que fiz e o que vou fazer ainda hoje (...) Faltará levar junto minha mãe, mas não conseguirei". Um dos investigadores da Polícia Civil disse que a empresária ainda não foi inquirida sobre esse assunto, mas isso deverá ser abordado.
Em outro trecho, Roselani relata ter uma dívida de R$ 180 mil com a cunhada, e informa a maneira de quitar o valor. Ela comenta a situação da empresa: "Amo demais o Flávio para vê-lo sofrer. Sei que a fé dele era muito superior à minha, mas não sei baseado em quê, pois não temos mais volta. Devemos muito".
Parte de uma das cartas é dedicada a explicar os motivos dos crimes. Sobre o marido, a empresária cita como motivação para seu assassinato "amor" e "achar injusto deixar ele com toda a carga sozinho". Quanto a Rosângela, a explicação é "porque também está infeliz". Por fim, conta sentir por Maria Francisca "muito medo do sofrimento dela no futuro".

Fonte: Zero Hora(Porto Alegre)
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

O QUE EDUCA É AMOR, CARINHO E RESPEITO!
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“A palmada é um recurso utilizado em todas as classes sociais.” Em 99% dos lares brasileiros, as crianças já levaram pelo menos uma palmada na vida”, diz o psicólogo Cristiano da Silveira Longo, que defendeu tese na USP sobre punição corporal.
No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
Os especialistas sugerem que façam combinados com o filho. São como contratos, que devem ser acertados antes dos confrontos. Se seu filho teima em criar problemas na hora de vestir-se para a escola, converse antes com ele, explique a importância da pontualidade e decida em conjunto qual será a conseqüência caso o acordo não seja cumprido. O castigo deve ser sempre compatível com a idade e relacionado à transgressão cometida. Deve ser aplicado imediatamente após o ocorrido e de curta duração, para que ambos os lados consigam levá-lo até o fim.

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No livro “Mania de Bater”, as psicólogas Maria Amélia Azevedo e Viviane Nogueira de Azevedo realizaram uma ampla pesquisa com 984 crianças de diversas classes sociais. Mais de 50% das crianças revelaram ter apanhado em casa. O estudo concluiu que a palmada é a tática punitiva preferida dos pais.
A palmada, considerada por muitos inofensiva, interrompe o comportamento considerado inadequado, mas a médio e longo prazo não educa. Não mostra o que deve ser feito, apenas o que não deve e, portanto, enfoca o erro e não ensina o certo. É um ato, por vezes, incoerente, pois em algumas situações a criança apanha para aprender que não deve bater. O círculo completa-se com a violência psicológica que normalmente acompanha a palmada. São frases depreciativas como: “você faz tudo errado”, que podem levar a criança a se convencer disso e gerar mais comportamentos negativos.
A palmada deixa cicatrizes como baixa auto-estima, agressividade, medo, insegurança e sensação de impotência. A criança experimenta dor, humilhação, tristeza, angústia, ódio, raiva e vergonha. "Toda palmada é um ato violento e a pouca força que os pais acreditam aplicar num tapa nem sempre é a mesma percebida pela criança", diz Longo. Ele ressalta que as seqüelas podem ou não aparecer em conseqüência de aspectos como o equilíbrio do ambiente familiar, a freqüência com que a criança apanha e sua personalidade. É claro que, quando batem em seus filhos, os pais não querem simplesmente humilhá-los. A palmada é dada com a melhor das intenções: educar a criança para que ela conheça seus limites e se torne um adulto responsável. Só que há outras formas de educar.
Segundo pesquisas atuais, os filhos de pais autoritativos são os mais otimistas, têm menos sintomas de depressão e ansiedade, têm melhores habilidades sociais, melhor auto-estima, entre outros (artigos das pesquisas podem ser encontrados no site www.nac.ufpr.br). Os pais autoritativos combinam comportamentos de exigência, em cumprimento de regras e estabelecimento de limites, com comportamentos de responsividade, dando retorno às demandas dos filhos e possibilitando-lhes maior autonomia e auto-afirmação. De um lado há uma posição de controle e poder e de outro uma posição de compreensão. . Não é suficiente ser apenas exigente ou apenas responsivo. Os pais precisam ser firmes e manter certa autoridade e ao mesmo tempo perceber o que os filhos precisam, entendendo que eles também possuem exigências. Ao mesmo tempo em que os pais precisam ser respeitados em seus papéis, eles também devem respeitar os direitos dos filhos. Assim, se os pais fazem exigências, mas são responsivos, não punem a criança fisicamente em nome desse respeito.
A “palmadinha que não dói ”pode provocar o efeito inverso: fazer com que a criança perca o respeito por seus pais. “A criança sente-se castigada, mas não chega a ter medo da punição, o que equivale a um passe livre para transgredir”, diz a psicóloga infantil Ana Esther Cunha. A palmada pode iniciar uma espiral de violência que conduz os pais às surras e aos espancamentos. "Quando a palmadinha já não surte efeito, a dose da agressão aumenta para intimidar a criança", diz Ana Esther. "A conseqüência é o medo que estimula a criança a mentir", acrescenta a psicóloga Raquel Caruso Whitaker, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento.
Em seu trabalho, Cristiano da Silveira Longo listou os principais argumentos utilizados pelos pais que lançam mão da palmada, entre eles, a necessidade de impor respeito com resultados imediatos, a crença de que a criança não tem maturidade de escutar e entender e a tentativa de evitar que ela se torne um adulto autoritário e desagradável. Há os que se acham no direito de bater porque são os provedores da criança. Mas, de acordo com especialistas, os motivos são outros. Os pais batem porque estão estressados por trabalho, trânsito, problemas financeiros ou pelo acúmulo de problemas com a criança. "Pais batem porque são inseguros e autoritários", diz a terapeuta familiar Verônica Cezar Ferreira. Para ela, educar dá trabalho e o adulto precisa ser firme e coerente, o que não é sinônimo de braveza nem de rigidez.
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Local fica em frente ao Hospital da Ordem Terceira da Penitência, na Tijuca

Rio - A foto de Fábio Víncent faz um apelo às autoridades de Transporte do Rio: um abrigo para o ponto de ônibus que fica em frente ao Hospital da Ordem Terceira da Penitência, na Rua Conde de Bonfim, na Tijuca. “O cadeirante ficou sob chuva à espera de um ônibus. Isso é uma vergonha!”, protesta o leitor


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SÃO PAULO - Uma criança com pouco mais de 1 ano morreu depois de ser atingida por um tanque de lavar roupas, em Araraquara. O acidente aconteceu na tarde de terça-feira no quintal da casa onde a menina morava, no Jardim Cruzeiro do Sul.
A mãe lavava roupas e deixou a criança sozinha por alguns instantes. Quando voltou ouviu um barulho e encontrou a menina debaixo do tanque de concreto.
A peça estava solta, apoiada em tijolos e caiu em cima do peito da garota. O Samu foi acionado e levou a criança para a Santa Casa local, mas ela não resistiu aos ferimentos.


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SÃO PAULO - Uma criança com pouco mais de 1 ano morreu depois de ser atingida por um tanque de lavar roupas, em Araraquara. O acidente aconteceu na tarde de terça-feira no quintal da casa onde a menina morava, no Jardim Cruzeiro do Sul.
A mãe lavava roupas e deixou a criança sozinha por alguns instantes. Quando voltou ouviu um barulho e encontrou a menina debaixo do tanque de concreto.
A peça estava solta, apoiada em tijolos e caiu em cima do peito da garota. O Samu foi acionado e levou a criança para a Santa Casa local, mas ela não resistiu aos ferimentos.


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SÃO PAULO - Uma criança com pouco mais de 1 ano morreu depois de ser atingida por um tanque de lavar roupas, em Araraquara. O acidente aconteceu na tarde de terça-feira no quintal da casa onde a menina morava, no Jardim Cruzeiro do Sul.
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A peça estava solta, apoiada em tijolos e caiu em cima do peito da garota. O Samu foi acionado e levou a criança para a Santa Casa local, mas ela não resistiu aos ferimentos.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:34  comentar

RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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RIO - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais. O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.
A pesquisa foi realizada para analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais - a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar - a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).
Para o professor Marcelo Néri, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação:
- Podemos ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas - que são as crianças, os adolescentes e seus país - vamos perder a guerra - diz.
Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas do tipo "porque não estão na escola; se pela necessidade de trabalhar; por não haver vaga ou escola perto de casa; dificuldade de transporte; ou por que não querem a escola que aí está?" Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.
Neri avalia que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.
- A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos - explica.
Marcelo Neri disse ainda que a época atual - "de desaceleração da economia em função da crise externa e do 'apagão' da mão-de-obra" - cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as dificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.
Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos
O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.
- Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas - diz.
A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental.
- Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos - relata. Incentivo
Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola.
- Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola - explica.
Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Reforma na educação
Para o Ministro da Educação uma das medidas para acabar com a evasão escolar é a reformulação da educação no Brasil, principalmente do ensino médio.
- Há duas reformas importantes em curso. A primeira é do sistema S (Senac e Senai), que terão que investir dois terço dos recursos para a oferta de cursos profissionalizantes gratuitos pra essa faixa estaria de 15 a 18 anos. A outra é a expansão da rede federal de ensino técnico profissional. Nós precisamos associar o ensino médio com a educação profissional. Essas médidas visam fazer com que os jovens vejam interesse em permanecer na escola - explica o ministro, acrescentando que este ano o programa Mais Educação está investindo recursos para ampliar a jornada escolar para o segundo turno com o objetivo de tirar os estudantes da rua e do tráfico de drogas.
Segundo o ministro, a reforma do ensino fundamental também é importante para evitar a evasão.
- A Prova Brasil, que avlia os alunos de 4ª e 8ª série, vem sendo usada para organizar o currículo do ensino fundamental e também a formação de professores - diz.


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CURITIBA - A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná decidiu fechar o Parque do Ingá, em Maringá, a 436 km de Curitiba, a partir desta quinta-feira. O motivo é a morte de oito macacos nos últimos 15 dias. A febre amarela é a principal suspeita, mas existem várias doenças que são comuns entre os animais e seres humanos. Por isso, a medida tem caráter preventivo.
Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


fonte:OGLOBO
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link do postPor anjoseguerreiros, às 09:52  comentar

CURITIBA - A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná decidiu fechar o Parque do Ingá, em Maringá, a 436 km de Curitiba, a partir desta quinta-feira. O motivo é a morte de oito macacos nos últimos 15 dias. A febre amarela é a principal suspeita, mas existem várias doenças que são comuns entre os animais e seres humanos. Por isso, a medida tem caráter preventivo.
Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


fonte:OGLOBO
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CURITIBA - A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná decidiu fechar o Parque do Ingá, em Maringá, a 436 km de Curitiba, a partir desta quinta-feira. O motivo é a morte de oito macacos nos últimos 15 dias. A febre amarela é a principal suspeita, mas existem várias doenças que são comuns entre os animais e seres humanos. Por isso, a medida tem caráter preventivo.
Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


fonte:OGLOBO
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CURITIBA - A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná decidiu fechar o Parque do Ingá, em Maringá, a 436 km de Curitiba, a partir desta quinta-feira. O motivo é a morte de oito macacos nos últimos 15 dias. A febre amarela é a principal suspeita, mas existem várias doenças que são comuns entre os animais e seres humanos. Por isso, a medida tem caráter preventivo.
Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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CURITIBA - A Secretaria Estadual de Saúde do Paraná decidiu fechar o Parque do Ingá, em Maringá, a 436 km de Curitiba, a partir desta quinta-feira. O motivo é a morte de oito macacos nos últimos 15 dias. A febre amarela é a principal suspeita, mas existem várias doenças que são comuns entre os animais e seres humanos. Por isso, a medida tem caráter preventivo.
Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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Em São Paulo, foram confirmados 22 casos da doença, com nove mortes até o dia 8 de abril. Outros seis casos e quatro mortes estão sendo investigadas. No Rio Grande do Sul, onde mais de mil macacos foram encontrados mortos, 272 municípios foram considerados área de risco e 30% da população gaúcha está sendo vacinada. Cinco pessoas morreram vítimas da doença.
O superintendente de vigilância em saúde do estado, José Lúcio dos Santos, tranquilizou a população de Maringá.
- Não podemos afirmar se foi essa ou aquela doença que vitimou os animais. Na dúvida tomamos uma medida preventiva, cautelar de restrição de acesso ao parque - disse o superintendente, que esteve na cidade nesta quarta para falar sobre o assunto.
Santos explicou também que as pessoas que costumam correr na pista ao redor do parque devem ficar sossegadas, pois não existe risco. O primeiro óbito foi registrado no dia 1.º de abril e desde aquele dia os técnicos do parque notaram a morte de oito animais - sete macacos saguis e um macaco prego.
As equipes recolheram material de todos os macacos mortos que serão levados para análise laboratorial. O resultado deve sair em 20 dias, tempo que o parque deverá permanecer fechado.
Depois de verificar as primeiras mortes, a prefeitura de Maringá intensificou a vigilância e foi acionado o Centro de Respostas Rápidas Para Emergências em Saúde Pública. O Parque do Ingá, com uma área de 47 hectares, tem uma população de 150 macacos.
A responsabilidade pela administração do parque é da secretaria municipal de meio ambiente, mas o secretario Diniz Afonso não foi localizado para comentar o assunto.
Embora ressalte que a possibilidade de febre amarela é apenas uma das suspeitas, o superintendente explicou que cerca de 95% da população de Maringá está imunizada contra a doença. No estado, as campanhas de vacinação contra a doença acontecem desde 1999.
Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2008 foram registrados dois casos de febre amarela autóctones, ou seja, contraídos dentro do Paraná, na cidade de Laranjal, região Central.
Os primeiros sintomas em casos de febre amarela são febre, cansaço, mal-estar e dores de cabeça e musculares, áuseas, vômitos e diarreia. Depois que a doença evolui os contaminados podem sentir febre alta, convulsões e delírio, hemorragias internas e coagulação intravascular, sintomas potencialmente mortais.
Na última quarta-feira, equipes da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da Secretaria Estadual de Saúde confirmaram que encontraram pelo menos nove corpos de macacos em matas na região de Ribeirão Claro, no Norte Pioneiro do Paraná . Apesar de ainda depender de exames do material recolhido, é praticamente certo que os primatas tenham morrido em decorrência da febre amarela, visto que em Piraju (SP), cerca de 40 km da divisa com o Paraná, a febre amarela já matou sete pessoas. Na região já são nove óbitos, além de 42 casos suspeitos no Sudeste Paulista.


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SÃO PAULO - Em sentença do último dia 6 de abril, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Gol pague indenização de R$ 137 mil para o coronel Marcos Antonio Marinho Silva, 51 anos, viúvo da médica Ana Maria Caminha Maciel Silva, uma das 154 vítimas do acidente do voo 1907, ocorrido em 29 de setembro de 2006, no Mato Grosso. O Boeing da companhia caiu depois de colidir com um jato Legacy, matando os 154 ocupantes. O juiz entendeu que houve diminuição da renda da família com a morte da médica.
Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
Pensão paga também no Rio
A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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SÃO PAULO - Em sentença do último dia 6 de abril, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Gol pague indenização de R$ 137 mil para o coronel Marcos Antonio Marinho Silva, 51 anos, viúvo da médica Ana Maria Caminha Maciel Silva, uma das 154 vítimas do acidente do voo 1907, ocorrido em 29 de setembro de 2006, no Mato Grosso. O Boeing da companhia caiu depois de colidir com um jato Legacy, matando os 154 ocupantes. O juiz entendeu que houve diminuição da renda da família com a morte da médica.
Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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SÃO PAULO - Em sentença do último dia 6 de abril, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que a Gol pague indenização de R$ 137 mil para o coronel Marcos Antonio Marinho Silva, 51 anos, viúvo da médica Ana Maria Caminha Maciel Silva, uma das 154 vítimas do acidente do voo 1907, ocorrido em 29 de setembro de 2006, no Mato Grosso. O Boeing da companhia caiu depois de colidir com um jato Legacy, matando os 154 ocupantes. O juiz entendeu que houve diminuição da renda da família com a morte da médica.
Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
Pensão paga também no Rio
A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
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A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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Além disso, a companhia também foi condenada a pagar pensão mensal de cerca de R$ 7,3 mil para a família do coronel, incluindo os filhos. Ainda na sentença, o TJ determinou que o valor seja pago retroativamente, desde a data do acidente, e deve se estender até a data em que a vítima completasse 75 anos. Os valores vencidos devem ser pagos de uma única vez, segundo a sentença. O valor é correspondente ao seguro obrigatório, com correção monetária pela tabela prática do TJ/SP, a contar de setembro de 2008.
A Gol pode recorrer ou contestar a decisão da Justiça.
Pensão paga também no Rio
A empresa aérea Gol foi condenada também, no último dia 2 de abril, a pagar pensão mensal por danos materiais, de 15 salários mínimos (cerca de R$ 7 mil), à esposa e aos filhos de um empresário que morreu no voo 1907. A decisão foi do desembargador Celso Peres, da 10ªCâmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em sua decisão, Peres afirma que a responsabilidade da empresa independe da verificação de sua culpa, pois é evidente que a morte do empresário implicou em perda material à família da vítima. O nome dos beneficiários não foram divulgados. A empresa não informou se vai recorrer da decisão. Indenizações somam R$ 46 milhões
Em fevereiro passado, a companhia aérea foi condenada a pagar R$ 46 milhões em indenizações a 45 famílias de vítimas do acidente. De acordo com o escritório de advocacia Leonardo Amarante, que representa essas famílias, sete famílias já receberam ao todo R$ 11 milhões em indenizações. Na época, segundo os advogados, as demais famílias aguardavam a homologação do acordo pela Justiça para receber os R$ 35 milhões restantes.
Na ocasião, por meio de nota, a Gol afirmou que já tinha fechado acordo com familiares de 106 passageiros. A companhia ainda afirmava que "não divulga valores em atendimento à solicitação de confidencialidade e sigilo feita pelas próprias famílias".
De acordo com o escritório de advocacia, todos os acordos fechados até o momento foram homologados na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O valor da indenização para cada família varia de acordo com fatores como expectativa de vida da vítima, papel que ela tinha na família e o valor do seu salário.


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SÃO PAULO - O laudo do Instituto de Criminalística de Campinas (IC) ficou pronto e confirmou a presença de cocaína em amostras de balas consumidas por estudantes de Santo Antônio de Posse, a 130 quilômetros da capital, no fim de março. Os 17 alunos, com idades de 11 e 15 anos, passaram mal após chupar as balas, que teriam sido oferecidas por colegas dentro da escola.
Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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SÃO PAULO - O laudo do Instituto de Criminalística de Campinas (IC) ficou pronto e confirmou a presença de cocaína em amostras de balas consumidas por estudantes de Santo Antônio de Posse, a 130 quilômetros da capital, no fim de março. Os 17 alunos, com idades de 11 e 15 anos, passaram mal após chupar as balas, que teriam sido oferecidas por colegas dentro da escola.
Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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SÃO PAULO - O laudo do Instituto de Criminalística de Campinas (IC) ficou pronto e confirmou a presença de cocaína em amostras de balas consumidas por estudantes de Santo Antônio de Posse, a 130 quilômetros da capital, no fim de março. Os 17 alunos, com idades de 11 e 15 anos, passaram mal após chupar as balas, que teriam sido oferecidas por colegas dentro da escola.
Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
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Quinze balas foram examinadas e três apresentaram pequena quantidade da droga. Os estudantes contaram que sentiram dor de barriga, de cabeça e ânsia de vômito. Dois chegaram a ficar internados.
A perita Silvia de Oliveira diz que a quantidade de cocaína era insuficiente para fazer os alunos passarem mal. Segundo ela, seria necessário consumir cem mil balas para haver intoxicação.
Independentemente da quantidade da droga existente nas balas, o que a polícia ainda não esclareceu é como a droga foi parar nos doces e quem foi o responsável pela distribuição dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Prefeito Augusto Coelho.
Inicialmente, a polícia afirmou que uma estudante ganhou um pacote de balas de um vizinho de 20 anos, com rótulo em alemão. A garota deu uma porção das balas a uma amiga, e as duas distribuíram a colegas com idades entre 11 e 15 anos na hora do intervalo. Pouco tempo depois, os alunos que tinham chupado as balas começaram a passar mal e foram levados à enfermaria. As meninas que distribuíram as balas não se sentiram mal.
O rapaz que deu as balas para a menina chegou a ser ouvido, mas na ocasião o delegado de Santo Antônio de Posse, Anderson Lima, considerou "bastante improvável" que houvesse droga na bala. Na versão do rapaz, o saco de balas teria sido comprado na própria cidade por um cunhado do rapaz, que diz ter dado a vizinhos porque não gostou do sabor.
A Vigilância Sanitária da cidade coletou amostras das balas e da urina dos alunos e as mandou para Instituto de Toxicologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O laudo da universidade também comprovou a presença de cocaína, em baixa concentração, nas balas.


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RIO - O Disque Ordem da prefeitura começou a funcionar nesta quarta-feira, mas, logo na estreia, o serviço deu sinais de que ainda precisa entrar na linha. Ao longo do dia, O GLOBO fez ligações para testar o número 153 e informar sobre problemas que atrapalham o dia a dia da população, como estacionamento e comércio irregular e sujeira nas ruas do Centro e das zonas Norte e Sul da Cidade. Entre 15h30m e 16h15m, por exemplo, a reportagem fez 12 chamadas consecutivas, sendo atendida quatro vezes. Nas outras oito ligações, deu sinal de ocupado ou ela desligava automaticamente, depois de uma gravação informar que todos os atendentes estavam ocupados, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo.
Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

Disque ordem: 153

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RIO - O Disque Ordem da prefeitura começou a funcionar nesta quarta-feira, mas, logo na estreia, o serviço deu sinais de que ainda precisa entrar na linha. Ao longo do dia, O GLOBO fez ligações para testar o número 153 e informar sobre problemas que atrapalham o dia a dia da população, como estacionamento e comércio irregular e sujeira nas ruas do Centro e das zonas Norte e Sul da Cidade. Entre 15h30m e 16h15m, por exemplo, a reportagem fez 12 chamadas consecutivas, sendo atendida quatro vezes. Nas outras oito ligações, deu sinal de ocupado ou ela desligava automaticamente, depois de uma gravação informar que todos os atendentes estavam ocupados, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo.
Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

Disque ordem: 153

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RIO - O Disque Ordem da prefeitura começou a funcionar nesta quarta-feira, mas, logo na estreia, o serviço deu sinais de que ainda precisa entrar na linha. Ao longo do dia, O GLOBO fez ligações para testar o número 153 e informar sobre problemas que atrapalham o dia a dia da população, como estacionamento e comércio irregular e sujeira nas ruas do Centro e das zonas Norte e Sul da Cidade. Entre 15h30m e 16h15m, por exemplo, a reportagem fez 12 chamadas consecutivas, sendo atendida quatro vezes. Nas outras oito ligações, deu sinal de ocupado ou ela desligava automaticamente, depois de uma gravação informar que todos os atendentes estavam ocupados, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo.
Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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RIO - O Disque Ordem da prefeitura começou a funcionar nesta quarta-feira, mas, logo na estreia, o serviço deu sinais de que ainda precisa entrar na linha. Ao longo do dia, O GLOBO fez ligações para testar o número 153 e informar sobre problemas que atrapalham o dia a dia da população, como estacionamento e comércio irregular e sujeira nas ruas do Centro e das zonas Norte e Sul da Cidade. Entre 15h30m e 16h15m, por exemplo, a reportagem fez 12 chamadas consecutivas, sendo atendida quatro vezes. Nas outras oito ligações, deu sinal de ocupado ou ela desligava automaticamente, depois de uma gravação informar que todos os atendentes estavam ocupados, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo.
Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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RIO - O Disque Ordem da prefeitura começou a funcionar nesta quarta-feira, mas, logo na estreia, o serviço deu sinais de que ainda precisa entrar na linha. Ao longo do dia, O GLOBO fez ligações para testar o número 153 e informar sobre problemas que atrapalham o dia a dia da população, como estacionamento e comércio irregular e sujeira nas ruas do Centro e das zonas Norte e Sul da Cidade. Entre 15h30m e 16h15m, por exemplo, a reportagem fez 12 chamadas consecutivas, sendo atendida quatro vezes. Nas outras oito ligações, deu sinal de ocupado ou ela desligava automaticamente, depois de uma gravação informar que todos os atendentes estavam ocupados, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo.
Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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RIO - O Disque Ordem da prefeitura começou a funcionar nesta quarta-feira, mas, logo na estreia, o serviço deu sinais de que ainda precisa entrar na linha. Ao longo do dia, O GLOBO fez ligações para testar o número 153 e informar sobre problemas que atrapalham o dia a dia da população, como estacionamento e comércio irregular e sujeira nas ruas do Centro e das zonas Norte e Sul da Cidade. Entre 15h30m e 16h15m, por exemplo, a reportagem fez 12 chamadas consecutivas, sendo atendida quatro vezes. Nas outras oito ligações, deu sinal de ocupado ou ela desligava automaticamente, depois de uma gravação informar que todos os atendentes estavam ocupados, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo.
Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
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Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
Às 10h30m, a repórter fez quatro ligações sem sucesso, sendo atendido na quinta tentativa. A funcionária explicou que havia recebido o dobro de ligações dos dias normais, principalmente de pessoas que queriam reclamar de mendigos nas ruas e construções irregulares. Choque de Ordem estoura dois depósitos de camelôs no Centro
Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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Somente nesta quarta-feira 259 pessoas ligaram para o telefone, que funciona 24 horas por dia, com oito atendentes. Deste total, 120 chamadas foram referentes a controle urbano. Os temas campeões de reclamações foram trânsito, população de rua e ocupação irregular de calçadas por bares e camelôs.
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Dois depósitos de mercadorias de camelôs foram estourados nesta manhã no Centro do Rio em mais uma Operação Choque de Ordem, coordenada pela Secretaria de Ordem Pública. No primeiro depósito, na Rua Visconde da Gávea, 165 ambulantes guardavam principalmente bebidas. Já em outro, na Rua Senador Pompeu, 28 carrocinhas de churros, pipoca e tapioca foram recolhidas. As condições de higiene nesses dois locais eram muito precárias.

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