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15.4.09
Carrinho de compras teria motivado a agressão, de acordo com delegada.Se condenada, síndica pode ser presa ou sofrer restrições de direitos civis

Uma empregada doméstica, de 39 anos, afirmou que foi agredida pela síndica do prédio onde trabalha, em Boa Viagem, no Recife, na manhã desta terça-feira (14). Segundo informações da polícia, ela estava no elevador social quando teria tido a orelha puxada e levado alguns safanões.
De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:33  comentar

Carrinho de compras teria motivado a agressão, de acordo com delegada.Se condenada, síndica pode ser presa ou sofrer restrições de direitos civis

Uma empregada doméstica, de 39 anos, afirmou que foi agredida pela síndica do prédio onde trabalha, em Boa Viagem, no Recife, na manhã desta terça-feira (14). Segundo informações da polícia, ela estava no elevador social quando teria tido a orelha puxada e levado alguns safanões.
De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


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Uma empregada doméstica, de 39 anos, afirmou que foi agredida pela síndica do prédio onde trabalha, em Boa Viagem, no Recife, na manhã desta terça-feira (14). Segundo informações da polícia, ela estava no elevador social quando teria tido a orelha puxada e levado alguns safanões.
De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


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Carrinho de compras teria motivado a agressão, de acordo com delegada.Se condenada, síndica pode ser presa ou sofrer restrições de direitos civis

Uma empregada doméstica, de 39 anos, afirmou que foi agredida pela síndica do prédio onde trabalha, em Boa Viagem, no Recife, na manhã desta terça-feira (14). Segundo informações da polícia, ela estava no elevador social quando teria tido a orelha puxada e levado alguns safanões.
De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


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De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


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De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


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Uma empregada doméstica, de 39 anos, afirmou que foi agredida pela síndica do prédio onde trabalha, em Boa Viagem, no Recife, na manhã desta terça-feira (14). Segundo informações da polícia, ela estava no elevador social quando teria tido a orelha puxada e levado alguns safanões.
De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


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Carrinho de compras teria motivado a agressão, de acordo com delegada.Se condenada, síndica pode ser presa ou sofrer restrições de direitos civis

Uma empregada doméstica, de 39 anos, afirmou que foi agredida pela síndica do prédio onde trabalha, em Boa Viagem, no Recife, na manhã desta terça-feira (14). Segundo informações da polícia, ela estava no elevador social quando teria tido a orelha puxada e levado alguns safanões.
De acordo com a delegada Julieta Japiassu, responsável pelo caso, a vítima informou que esperava o elevador de serviço para subir com as compras de supermercado, mas o equipamento teria demorado além do normal. "Ela, então, foi até o elevador social para subir com o carrinho cheio. A doméstica nos disse que imaginou que o elevador de serviço estivesse quebrado por causa da longa demora e por isso foi até o outro."
Julieta disse que o subsíndico também estava no elevador, mas não teria participado da agressão física e nem verbal. "Pedimos as imagens do circuito interno de segurança do prédio. Além disso, a vítima disse que dois moradores teriam visto as cenas pelo sistema de segurança."
A delegada registrou as contravenções de vias de fato e lesão corporal em um Termo Circunstanciado de Ocorrência. "Como se trata de um caso de menor potencial agressivo, a história será levada para o Juizado Especial Criminal. A pena pode variar de prisão simples a multa, que ainda pode ser convertida a restrições de direitos civis."
Julieta informou ainda que a empregada doméstica poderá entrar com processo por danos morais, caso se sinta ofendida, no Juizado Especial Cível. "A síndica será intimada e deverá assinar um termo de compromisso a comparecer ao juizado", disse a delegada.


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TEMPORADA - As praias de Alter do Chão só existem no período de vazante do rio Tapajós, entre agosto e janeiro, quando o volume de água diminuiu e surgem centenas de faixas de areia

Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 16:21  comentar

TEMPORADA - As praias de Alter do Chão só existem no período de vazante do rio Tapajós, entre agosto e janeiro, quando o volume de água diminuiu e surgem centenas de faixas de areia

Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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TEMPORADA - As praias de Alter do Chão só existem no período de vazante do rio Tapajós, entre agosto e janeiro, quando o volume de água diminuiu e surgem centenas de faixas de areia

Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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TEMPORADA - As praias de Alter do Chão só existem no período de vazante do rio Tapajós, entre agosto e janeiro, quando o volume de água diminuiu e surgem centenas de faixas de areia

Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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TEMPORADA - As praias de Alter do Chão só existem no período de vazante do rio Tapajós, entre agosto e janeiro, quando o volume de água diminuiu e surgem centenas de faixas de areia

Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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TEMPORADA - As praias de Alter do Chão só existem no período de vazante do rio Tapajós, entre agosto e janeiro, quando o volume de água diminuiu e surgem centenas de faixas de areia

Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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Alter do Chão, nas margens do rio Tapajós, ficou na frente de Fernando de Noronha e Jericoacoara na lista do Guardian

O jornal inglês The Guardian publicou nesta quarta-feira (15) uma lista com as 10 melhores praias no Brasil, escolhidas por 10 especialistas. Em primeiro lugar aparece a praia Alter do Chão, próximo de Santarém, no Pará, que desbancou paraísos incontestes como Fernando de Noronha e Jericoacoara e praias tradicionais do Rio de Janeiro e da Bahia. A praia vencedora, que fica à beira do rio Tapajós, foi escolhida por Tom Phillips, correspondente do Guardian no Brasil.
A reportagem do Guardian reconhece a dificuldade de escolher a melhor praia do Brasil - que tem 8 mil quilômetros de costa e milhares de praias voltadas ao Atlântico - mas não se furta de atribuir a Alter do Chão o título de melhor praia, classificando-a como a "resposta da selva ao Caribe". Próximo de Santarém, o lugar só se transforma em praia de agosto a janeiro, época de vazante do Tapajós. Quando o volume de água do rio baixa, ficam expostas centenas de faixas de areia. O jornal sabe que o assunto é delicado para os brasileiros, que podem "passar horas falando sobre suas praias favoritas".
Confira a lista completa do Guardian e dê sua opinião sobre a eleição inglesa:
1 - Alter do Chão, Pará
Praia de rio no Tapajós apelidada pelos nativos de "Caribe brasileiro". Fica em uma vila a 32 quilômetros de Santarém, no Pará.

2 - Fernando de Noronha, Pernanbuco
Parque Nacional formado por um arquipélago de 21 ilhas e ilhotas mundialmente famoso pelas belezas naturais.

3 - Praia do Toque, Alagoas
Com mar esverdeado e recifes de corais, fica em São Miguel dos Milagres, a 100 quilômetros de Maceió, Alagoas.

4 - Taipus de Fora, Bahia
Fica na península do Maraú, que já foi eleita o lugar de ecoturismo mais bonito do Brasil.

5 - Caraíva, Bahia
Ao lado de uma aldeia indígena, o acesso à vila em que fica a praia só é possível por meio de canoa.
6 - Arpoador, Rio de Janeiro
Conhecida praia carioca, entre o forte de Copacabana e o início da praia de Ipanema.

7 - Lopes Mendes, Rio de Janeiro
A praia oceânica é a mais conhecida de Ilha Grande, próxima a Angra dos Reis.

8 - Praia da Fazenda, São Paulo
Fica dentro de uma reserva florestal, em Ubatuba, no litoral norte do estado, a 250 quilômetros da cidade de São Paulo.

9 - Bonete, São Paulo
Praia de Ilhabela, a 135 quilômetros da capital paulista, que abriga uma vila de moradores descendentes de europeus.

10 - Lagoinha do Leste, Santa Catarina
Acessada apenas por trilhas e barco, além do mar, a outra atração dessa praia de Florianópolis é lagoa de águas mornas.


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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


fonte:G1
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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


fonte:G1
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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


fonte:G1
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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


fonte:G1
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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:00  comentar

Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


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Segundo polícia, ela teria deixado cartas em seu apartamento.Suspeita foi encontrada com ferimentos e passou por cirurgia.

Uma empresária do setor de calçados, de 47 anos, é suspeita de matar o marido, a irmã e a sobrinha, em Novo Hamburgo (RS). O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira (15) e é investigado pela polícia.
Um vizinho ouviu gritos e o porteiro avisou a polícia. Quando chegaram, os policiais encontraram a porta trancada e chamaram o irmão da dona do apartamento. Ele arrombou a porta e encontrou os corpos da irmã, de 46 anos, e da sobrinha, de 6, que moravam no local. A empresária, que teria matado as duas, estava com ferimentos no pescoço.
Em outro bairro da cidade, foi encontrado o corpo do marido da empresária, que tinha 54 anos. Ele foi morto a facadas, no quarto onde dormia. A polícia suspeita que a mulher dele cometeu o crime. No apartamento do casal, foram achadas cartas escritas pela empresária, dizendo que estava "matando quem ela mais gostava".
O delegado que investiga o caso disse que a empresária fazia tratamento psiquiátrico, tomava medicamentos controlados e passava por problemas financeiros. Ela foi levada a um hospital e passou por uma cirurgia. Após a operação, mesmo com dificuldades de falar, ela teria confessado o crime, segundo a polícia.


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

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Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

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E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

O estudo foi publicado na revista "PLoS One".


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Pesquisadores do Instituto de Antropologia Evolutiva descobriram que chimpanzés fazem "acordos" de troca de carne por sexo.

Os cientistas perceberam que os machos dispostos a compartilhar a caça com fêmeas mantêm relações sexuais com uma frequência duas vezes maior do que aqueles que guardam a comida para si mesmos.
E esta é uma troca que não tem apenas efeito imediato --os machos que continuam dividindo a carne com as fêmeas quando elas não estão férteis acasalam-se com elas quando estão propensas à reprodução.
Cristina Gomes e seus colegas, do Instituto de Antropologia Evolutiva Max Planck, na Alemanha, estudaram os chimpanzés na reserva florestal Tai, na Costa do Marfim.
Eles observaram os animais durante a caça e monitoraram o número de vezes em que copularam.
"Machos que compartilham carne com fêmeas duplicam o sucesso de acasalamento e as fêmeas, que têm dificuldade de obter carne sozinhas, aumentam sua ingestão de calorias sem arcar com o custo energético e o risco potencial de ferimento ligado à caçada", disse Gomes.

Proteína
Carne é importante para a dieta dos animais porque tem alto valor proteico.
A hipótese de "carne por sexo" foi proposta anteriormente para explicar porque os machos dividem sua comida com as fêmeas. Mas aquelas tentativas de registrar o fenômeno fracassaram porque os pesquisadores procuraram trocas diretas, em que um macho compartilhou a carne com uma fêmea fértil, fazendo sexo com ela em seguida.
A equipe de Gomes escolheu outra abordagem e descobriu que os machos podem compartilhar carne com uma fêmea e só copular com ela após um dia ou dois.
Gomes diz acreditar que a descoberta pode até fornecer pistas sobre a evolução humana. A especialista sugere que o estudo pode lançar as bases para outros, sobre os seres humanos, que explorem a ligação entre "a habilidade para caçar e o sucesso na reprodução".

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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Estudo israelense constata que os bebês do sexo masculino sofrem com mais complicações no parto e são mais suscetíveis a infecções logo após o nascimento.

Um estudo realizado pela Universidade de Tel Aviv, em Israel, desbanca a ideia de que as mulheres são o sexo frágil. Depois de acompanhar 66 mil nascimentos, o estudo concluiu que o parto de meninos têm mais chances de ter complicações e que os bebês do sexo masculino têm mais doenças no período neonatal do que as meninas. O estudo também relata por que os homens têm uma expectativa de vida menor que as mulheres.
Já se suspeitava que os partos de meninos são mais complicados, mas esse estudo quis provar que a informação não era um mito. Segundo a avaliação final, os meninos podem ter um crescimento excessivo dentro do útero da mãe, o que resulta num possível parto prematuro e mais difícil.
As complicações no período neonatal estão ligadas às diferenças hormonais entre homens e mulheres. O médico neonatologista Paulo Nader, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que o estrógeno, hormônio feminino, tem um efeito protetor e garante um sistema imunológico mais forte. É por isso os meninos recém-nascidos costumam ter mais infecções do que as meninas. A presença do estrógeno também permite uma resposta mais eficiente ao corticoide antenatal – hormônio ministrado à mãe em caso de parto prematuro com o propósito de acelerar o amadurecimento do pulmão do bebê. “É comum que meninos não tenham uma boa resposta ao corticoide e nasçam com o pulmão ainda imaturo, o que acarreta problemas respiratórios e a necessidade de internação na incubadora”, diz Nader.
A presença do estrógeno no corpo feminino também traz benefícios ao longo da vida. Segundo Nader, o estrógeno protege contra o depósito de colesterol nas artérias. Como não têm o hormônio, os homens ficam mais suscetíveis a desenvolver doenças cardiovasculares. “Na menopausa, quando a taxa de estrógeno na mulher cai, o risco de uma mulher ter essas doenças fica semelhante ao dos homens”, diz Nader.
O testosterona, hormônio masculino, está ligado a comportamentos de risco como agressividade e violência, que colocam o homem em situações de vulnerabilidade e diminuem sua expectativa de vida. “Eles correm esses riscos naturalmente, para proteger a sociedade, e são treinados para fazer isso sem questionar”, diz Marek Glezerman, professor envolvido no estudo da Universidade de Tel Aviv. “Os homens são conhecidos por terem uma expectativa de vida menor, são mais suscetíveis a infecções e têm menos chance de resistir a uma doença do que as mulheres. Logo, os homens são o sexo frágil”, afirma.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
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O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
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O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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Três meninos --dois de nove e um de 11 anos-- são suspeitos de atear fogo a uma escola de Alfenas (378 km de Belo Horizonte) na Páscoa, destruindo um depósito e danificando várias portas de salas de aula, de acordo com a Polícia Civil.
O presidente do Conselho Tutelar da cidade, Paulo Aparecido Silvério, diz que os três admitiram ter iniciado o incêndio. Eles estudam na própria escola municipal Tereza Paulino da Costa.
Para incendiar o prédio, as crianças tiveram que pular o muro e arrombar a despensa do colégio. Não há vigilância na escola e o alarme estava desativado, segundo a chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Educação, Aliene Carvalho.
O incêndio começou domingo à tarde e durou cerca de duas horas, atingindo o forro do galpão, portas, materiais de educação física e diários escolares, entre outros. Carvalho estima um prejuízo de até R$ 10 mil.
Com o material inflamável usado para acender o fogo --que pode ter sido achado na escola--, as crianças também mataram peixes da fonte do jardim interno, segundo a diretora Márcia Helena Rodrigues. As aulas não foram suspensas e os danos estão reparados, diz ela.
O presidente do Conselho Tutelar diz que os meninos passam necessidades e não têm estrutura familiar.
Por terem menos de 12 anos, eles não podem ser submetidos a medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que abrange jovens de 12 a 18 anos --como prestação de serviços à comunidade e internação. Eles estão em casa e recebem acompanhamento psicológico. Os meninos não têm histórico de infrações anteriores. Seus responsáveis poderão ser penalizados.
O Conselho Tutelar de Alfenas --que tem cerca de 72 mil habitantes-- possui cinco conselheiros, quantidade que Silvério considera insuficiente.


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:56  comentar

São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:56  comentar

São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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São Paulo - Apesar de o hábito das refeições em família ser considerado importante - com benefícios para saúde física e mental comprovados em pesquisas, esse ritual está saindo de cena no Brasil. É o que mostra levantamento recente realizado pela Unilever em diversos países, intitulada O Poder das Refeições. Na pesquisa nacional, descobriu-se que 49% das paulistanas entrevistadas jantam em família todos os dias. Em contrapartida, 69% dos brasileiros dizem que se alimentam enquanto assistem à TV.
Ora, com a TV ligada, a refeição compartilhada perde seus principais benefícios, como estimular a união e cumplicidade entre pais e filhos e aumentar a qualidade da alimentação. Estudos internacionais revelam muito mais ganhos. A conversa que acontece ao redor da mesa contribui ainda para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças, e para a ampliação de seu vocabulário.
Uma pesquisa do governo do Reino Unido concluiu que as crianças que fazem regularmente as refeições com os pais têm quase o dobro de chance de tirar notas boas na escola, comparadas àquelas que não desfrutam desse hábito. E adolescentes que adotam esse ritual apresentam menores probabilidades de se envolverem em brigas ou de serem suspensos da escola. Também ficariam menos vulneráveis ao uso de drogas, sexo sem proteção e depressão.
Além do aspecto psicológico, a refeição em família traz ganhos à saúde. A nutricionista Lara Natacci diz que é durante a refeição em família que mais se presta atenção à qualidade alimentar. “Geralmente, o ritual proporciona uma alimentação mais saudável. Além disso, as pessoas comem menos e mais lentamente do que quando estão diante da TV ou sozinhas”, ressalta a especialista, que também é professora do curso de pós-graduação da Universidade de São Paulo, na área de Promoção de Saúde.
Com menos pressa, saboreia-se mais o alimento, e é dado mais tempo ao cérebro para que emita o sinal de que a fome cessou. A nutricionista explica que a sensação de saciedade leva 20 minutos para chegar ao cérebro. Ou seja, quem engole tudo rápido acaba comendo mais do que o necessário, por não dar chance para que essa comunicação aconteça. “Por isso, a refeição à mesa também pode evitar problemas como obesidade, além de outros distúrbios alimentares”, afirma.

Ciça Vallerio


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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A juíza Vanessa Ribeiro Mateus

Vanessa Ribeiro Mateus, titular do primeiro juizado dedicado à violência contra a mulher em São Paulo, afirma que a cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave


Quando a juíza Vanessa Ribeiro Mateus recebeu a reportagem de ÉPOCA no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, trajava um vestido florido com decote, calçava sapatos de salto alto e tinha os cabelos loiros soltos. Ainda assim, esforçava-se para que passasse despercebido o fato de que ela provavelmente é a mais bela juíza a assumir um cargo relevante no Estado. Vanessa é casada, tem 33 anos e não tem filhos. Nasceu em Santos, no litoral paulista. E comanda o primeiro Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Estado de São Paulo, inaugurado no fim de janeiro. Ao responder às perguntas, vestiu-se da mais estrita gravidade para comentar os casos de violência doméstica que já contemplou na função.

ÉPOCA - Qual a importância do juizado especializado? Vanessa Ribeiro Mateus - Todos os foros regionais têm varas criminais que podem aplicar a lei Maria da Penha. Mas só esse juizado vai contar com a estrutura que a lei determina. Assistência jurídica integral para a mulher, psicólogas, assistentes sociais, e outros funcionários preparados para esse acolhimento. Tem até um lugar para as crianças ficarem brincando. Temos contato direto com os órgãos da municipalidade como os abrigos para mulheres que não podem mais ficar em suas casas. Mas o mais importante é que este juizado só vai tratar de violência doméstica contra a mulher.

ÉPOCA - Quais os grandes avanços da lei Maria da Penha? Vanessa - A Lei Maria da Penha permite que o mesmo juiz – que cuida do Juizado de violência doméstica – aplique medidas cíveis e criminais. O mesmo juiz que vai tocar o processo criminal e aplicar a pena – ele vai dar separação de corpos, pode determinar proibição de visitas aos filhos se os filhos estiverem sofrendo violência, pode encaminhar a mulher para os órgãos públicos, para a prefeitura municipal, para órgãos do estado, para casas de assistência, para ONGs. O juiz proíbe que o agressor se aproxime dos locais que a vítima frequenta ou da própria vítima. Mas a gente só pode agir se a vítima vier nos procurar.

ÉPOCA - Imaginemos uma situação prática. Uma mulher é ameaçada pelo companheiro. Ela vai à delegacia. Ela tem medo, não sabe o que fazer. Perguntam a ela: "Você quer mesmo abrir um inquérito? Ele pode ser preso". O que costuma acontecer nessa hora? Vanessa - É muito difícil colocar nos ombros da mulher a responsabilidade de mover um processo criminal contra o pai dos filhos dela, contra um homem que ela amou. Muitas vezes é por causa do sentimento que ainda existe, e outras vezes por conta da família dela. A família da mulher costuma dizer: "ele bate, mas é trabalhador". A nossa cultura ainda faz com que as pessoas achem que bater, desde que seja na mulher e dentro de casa, não é tão grave. É uma correção, como se a mulher precisasse ser corrigida.

ÉPOCA - O que pode ser feito para desconstruir essa visão? Vanessa - Em primeiro lugar, a mulher tem que ser estimulada a denunciar. E tem que saber que denunciando, alguma coisa vai ser feita. Porque se ela achar que nada vai acontecer, não vai procurar a polícia. E isso tem que ser tratado com mais seriedade, não pode ficar restrito aos muros da casa. Uma mulher apanha dentro de casa no Brasil a cada 15 segundos. É um número espantoso.

ÉPOCA - Quando não tem mais opção, por que a mulher simplesmente não pega as coisas e vai embora? Vanessa - Duas questões principais: dinheiro e filhos. Ela não tem condições financeiras de abandonar aquele relacionamento. E em outras vezes há a dependência afetiva. A violência doméstica não começa fisicamente, mas com a violência psicológica e moral, uma violência contra a honra. Quando a mulher é vítima dessa violência por anos, sua autoestima fica muito baixa. Elas não conseguem sair desse ciclo porque acham que não servem para nada. Acham que não serão capazes de fazer nada sem aquele marido que as corrigem, que as protegem.

ÉPOCA - Como acontece uma audiência no juizado? Vanessa - Ouvimos primeiro a vítima, para saber as medidas de proteção de que ela necessita. Pergunto como estão os filhos, como está a questão da comida – e a questão de vícios, se o agressor anda bebendo etc. Depois chamamos o agressor e aplicamos as medidas protetivas – desde um afastamento do lar até a prisão preventiva se ele reiteradamente colocar em risco a vida dessa mulher. Essa medida é concedida em frente ao agressor. Se ele não comparece, é intimado. A partir daí o processo corre normalmente.

ÉPOCA - O afastamento funciona? Vanessa - Se o juiz determinou o afastamento e o homem não cumpre a medida, a mulher pode e deve chamar a polícia. A policia deve retirá-lo do local e fazer a comunicação ao distrito. Funciona e às vezes não funciona. Às vezes não temos a notícia do resultado do afastamento porque a mulher não faz a denúncia. Só ficamos sabendo lá na frente, quando a violência se repete.

ÉPOCA - Por que muitas mulheres abrem mão das medidas de proteção? Vanessa - A violência é cíclica. Ela começa com uma tensão, ameaças e só então vai para a violência física. Depois o homem pede desculpas e fala que aquilo nunca vai acontecer de novo. Aí eles se comportam maravilhosamente durante alguns dias. As relações começam a ficar tensas novamente, vem a ameaça, e então nova agressão. Quando elas vão até a delegacia pedir para cancelar o processo é num momento de paz. Por isso a mulher precisa dessa estrutura da Lei Maria da Penha – atendimento psicológico. Ela precisa ter dignidade para romper o ciclo. Não dá para contar com a força de vontade de alguém que está com a auto estima tão comprometida.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Governo japonês deporta casal para as Filipinas e faz com que a filha de 13 anos, que nasceu no Japão e só fala japonês, decida se prefere viver em Tóquio ou na zona rural do país natal dos pais

A história de uma garota de 13 anos que causou comoção no Japão chegou ao fim nesta segunda-feira (13). Noriko Calderon acompanhou os pais, Arlan e Sarah, ao aeroporto de Narita, em Tóquio, de onde eles embarcaram para as Filipinas, deportados. A garota ficou, depois que o governo japonês fez com que ela escolhesse entre a companhia dos pais em uma pequena comunidade rural nas Filipinas e a vida em Tóquio.
De acordo com reportagem da rede de televisão americana CNN, Arlan e Sarah Calderon usaram passaportes falsos no início da década de 1990 para entrar no Japão, onde se casaram e, mais tarde, tiveram Noriko. Em 2006, a mãe da garota foi presa por oficiais da imigração, mas a família decidiu ir aos tribunais para se manter unida. O caso chegou até a Suprema Corte japonesa, esfera na qual foi encerrado com a decisão de que os pais teriam de voltar para o país de origem, enquanto a menina poderia escolher seu destino.
Os advogados da família e ativistas de direitos humanos alegam que as rígidas leis de imigração japonesas violaram, neste caso, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança. “Os direitos da criança deveriam ser protegidos quando seus pais são punidos”, disse à CNN Shogo Watanabe, advogado da família Calderon. Ele alegou que Arlan tem um emprego fixo e que a menina só fala japonês para pedir que a família permanecesse unida no Japão. “Eles não estão sendo flexíveis”, afirmou.
Nenhum integrante do escritório de Imigração do Japão deu entrevistas nesta segunda-feira (13), mas um comunicado foi divulgado. “Após sua entrada ilegal no país, eles continuaram trabalhando ilegalmente. Sua violação é extremamente maliciosa e abala as fundações do sistema de imigração do Japão”. Sem conseguir resolver o caso, os pais de Noriko decidiram que a garota teria mais chances de ter um futuro melhor vivendo em Tóquio – onde vai morar com uma tia – do que na zona rural das Filipinas.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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Os adolescentes Kathrin, de 13 anos, e Christian, de 15, se tornaram os pais mais jovens da Alemanha após o nascimento de sua filha, Selina. Segundo publica nesta quarta (15) o diário local "Bild", Kathrin deu à luz seu bebê na madrugada da última terça (14), em um hospital de Bergisch Gladbach, ao oeste da Alemanha.
"A criança é incrivelmente bonita", disse a mãe, que minimizou a importância das dificuldades do parto, que durou mais de 12 horas, e afirmou que esperava que as dores fossem "muito piores". O pai da criança esteve presente durante o parto, segurou a mão da namorada e cortou o cordão umbilical da filha, que tem de 2,9 quilos e 49 centímetros, como conta o diário.
Kathrin, junto a sua filha, será levada em breve a uma casa de amparo a mães e crianças, já que seus pais não podem ajudá-la a criar o bebê "por motivos de saúde". Martin Rölen, porta-voz da cidade de Bergisch Gladbach, explica que possivelmente será nomeado um tutor para Selina, já que sua mãe só poderá tomar decisões importantes relativas à filha uma vez que chegue à maioridade, que na Alemanha é de 18 anos
Christian só poderá ver a filha uma vez por semana, de acordo com as normas de visitas estabelecidas pela residência onde o bebê ficará. "Como vou assumir minha responsabilidade se só posso ver Selina tão pouco? Quero ajudar minha filha e apoiar Kathrin", reclamou o adolescente.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:32  comentar

WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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WASHINGTON (AFP) - A aspirina e anticoagulantes similares estariam ligados a micro-hemorragias no cérebro em pessoas de idade avançada, que, apesar de não serem consideradas graves, são possíveis sinais de doenças vasculares, revela um estudo.
As pessoas que tomam aspirinas regularmente, ou outros antiplaquetários que impedem a formação de coágulos no sangue, parecem apresentar mais riscos de sofrer micro-hemorragias cerebrais, indicam os autores dessa pesquisa divulgada no site da "Archives of Neurology".
Estas micro-hemorragias também poderiam indicar uma "angiopatia amilóide cerebral", uma doença nos pequenos vasos sanguíneos que se caracteriza pela acumulação de depósitos de proteínas amilóides na parede das artérias cerebrais, sinal de seu enfraquecimento. Esta mesma proteína está também ligada ao Mal de Alzheimer, indicam os autores do trabalho.
O doutor Meike Vernooij, da Faculdade de Medicina de Rotterdam (Holanda), principal autor desse estudo, estabeleceu um vínculo entre as micro-hemorragias cerebrais e o uso de medicamentos anticoagulantes ao examinar um grupo de 1.062 pessoas com uma média de 69,5 anos que não sofriam de doenças cerebrais.
Em todas foram realizadas ressonâncias magnéticas em 2005 e em 2006.
Nos dois anos anteriores ao estudo, 34,2% dos participantes haviam usado regularmente anticoagulantes.
Um grande número daqueles que tomaram esse tipo de medicamento apresentou micro-hemorragias.
Os resultados eram mais visíveis nas pessoas tratadas com doses mais elevadas desses anticoagulantes, prescritos em geral para tratar ou prevenir enfermidades cardiovasculares.
As micro-hemorragias no lóbulo frontal do cérebro eram mais frequentes nas pessoas que tomaram aspirina do que naquelas tratadas com carbasalato cálcico.
Em geral, os efeitos benéficos da aspirina e do carbasalato cálcico compensam amplamente os riscos de hemorragias desses medicamentos, indicaram.
Mas em alguns pacientes, como aqueles que apresentam sinais de angiopatia amilóide cerebral, o risco apresentado pela aspirina e por outros tratamentos similares pode ser maior", concluíram.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Os irmãos Kwok, bilionários excêntricos de Hong Kong, resolveram dedicar parte da fortuna a um projeto gigantesco e curioso na cidade chinesa: a construção da primeira arca que é uma réplica em tamanho natural daquela bíblica de Noé. Os Kwok fizeram a embarcação seguindo todas as especificações descritas na Bíblia. Mas o propóstio não é bíblico, querido leitor: trata-se de um parque temático com um hotel de luxo no ponto mais alto. A atração foi criada em meio ao rebuliço provocado pela crise econômica mundial. A ideia da arca vem bem a calhar, segundo a teoria dos chineses: "A tsunami financeira vai acabar", disse says Spencer Lu, diretor do projeto da nova "Arca de Noé".
Com a arca, pretendem salvar alguns pares de milhões de dólares.O projeto saiu finalmente do papel após 17 anos. Apesar da excentricidade, os Kwok alertam: que nenhum hóspede apareça com um casal de girafas ou de elefantes. O local já tem 67 pares de animais - todos em tamanho natural e fibra de vidro. O sonho de reconstruir a arca de Noé vem sendo exercitado nas últimas décadas, mas nada que se compare ao detalhismo explorado no projeto dos Kwok. Na Holanda, uma arca, feita por Johan Huibers, abriga mesmo animais (claro, só alguns representantes da fauna) e foi para a água. Em Florenceville (Canadá), um pastor evangélico fez outra, assim como o pessoal do Greenpeace, que colocou uma embarcação no alto do Monte Ararat, onde a arca de Noé teria finalmente encalhado após a longa jornada no dilúvio.


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Médicos descobriram o que parecia improvável: um homem de 26 anos no corpo de uma criança de 2 anos.
Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Médicos descobriram o que parecia improvável: um homem de 26 anos no corpo de uma criança de 2 anos.
Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Médicos descobriram o que parecia improvável: um homem de 26 anos no corpo de uma criança de 2 anos.
Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Médicos descobriram o que parecia improvável: um homem de 26 anos no corpo de uma criança de 2 anos.
Jerly Lyngdoh vive com os pais na zona rual de Meghalaya, no Norte da Índia. Ele pesa menos de 10 quilos."Os traços infantis de Jerly são extraordinários, e a única coisa que ele compartilha com a idade real são os dentes. Ele é uma verdadeira raridade", disse o pediatra J. Ryndong. Especialistas acreditam que o indiano tenha problemas sérios relacionados ao hormônio do crescimento, liberado pela hipófise.´


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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

COM JOÃO SORIMA NETO E MARIA LAURA NEVES

Para: ÉPOCA NEGÓCIOS
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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


Por: CÁTIA LUZ E PATRÍCIA CANÇADO

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Grandes escritórios ganham fortunas defendendo empresários e políticos denunciados por corrupção, enquanto outros são invadidos pela Polícia Federal

O front do Direito
Criminalistas e tributaristas nunca foram tão requisitados na última década como agora
Arnaldo Malheiros com seu novo cliente Delúbio Soares durante a CPI dos Correios; Sérgio Bermudes virou porta-voz de Edemar Cid Ferreira no caso Banco Santos e agora assume o banco BMG; Roberto Podval entrou em nove das últimas dez operações da PF, mas ganhou popularidade defendendo a Schincariol; Antônio Claudio Mariz não conhecia a empresária Eliana Tranchesi, mas foi chamado às pressas para apagar o fogo no dia da invasão da butique de luxo Daslu.

Um telefonema acordou o advogado Antônio Claudio Mariz às 6 horas no dia em que a Daslu foi invadida pela Polícia Federal. Ele saiu da cama às pressas, atravessou a cidade de São Paulo e uma hora depois estava na casa da dona da butique, Eliana Tranchesi, para quem nunca havia trabalhado antes. Acompanhou, então, a empresária até a sede da Polícia Federal, onde ela prestou depoimento. Mariz trabalhou até as 22 horas daquele dia - ele tem sido um dos profissionais mais requisitados do país.
Um mês antes desse episódio, um colega de Mariz não menos renomado, Luiz Olavo Baptista, também foi surpreendido. Mas, nesse caso, sem a mesma sorte. Seu escritório estava entre as cinco bancas de advocacia invadidas durante a Operação Cevada, que teve como objetivo desbaratar um suposto esquema de evasão fiscal em várias cervejarias do país. A polícia foi autorizada a arrombar portas, armários, gavetas para apreender notas fiscais, duplicatas, faturas, correspondências abertas ou fechadas, agendas, computadores de mão e de mesa e celulares. Olavo Baptista, o único latino-americano a integrar o seleto time de sete juízes do Órgão de Apelação da Organização Mundial de Comércio (OMC), soube da notícia em Genebra. Seu escritório entrou na mira da PF porque tem como cliente a Schincariol.

Por se relacionarem com clientes poderosos ou serem donos de escritórios de grande porte, os advogados estão no centro de escândalos de corrupção no governo e nas empresas. Eles nunca trabalharam tanto na última década e nem foram tão investigados como agora. São chamados às pressas para resolver encrencas pesadas, dispensam clientes e abdicam da vida pessoal para dar conta do trabalho. Em compensação, os honorários de casos complexos costumam ultrapassar a barreira de R$ 1 milhão. Ninguém entra em ações dessa magnitude por menos de R$ 200 mil. É uma euforia que se mistura com outra sensação, a de fragilidade. Esses profissionais não se sentiam tão ameaçados desde os tempos da ditadura militar. Nos últimos seis meses, a Ordem dos Advogados do Brasil contabilizou 24 invasões em escritórios no país.
Circula entre as bancas advocatícias o boato de que a PF estaria de olho em outros 80 escritórios. Os policiais catam provas que incriminem clientes ou os próprios advogados. Desde que as buscas começaram, um clima de terror se espalhou entre a classe. "Eu não sei se já chegamos ao céu, mas ao inferno com certeza", diz Roberto Podval, sócio do escritório Podval e Associados. "Está todo mundo trabalhando com a idéia de ser grampeado, recebendo e-mails e telefonemas com ameaças de fitas e dossiês contra nós."

O céu de Podval, no entanto, parece não estar muito distante. Seu escritório ganhou notoriedade neste ano. Nas últimas dez operações da Polícia Federal, foi chamado em nove. Só ficou de fora da Daslu. Podval soube aproveitar bem o crescente ânimo do Ministério Público e da Polícia Federal em investigar casos poderosos de corrupção no governo e nas empresas. O escritório, fundado em 1988, ocupa uma sede requintada, com 12 advogados em seu time, o que é considerado grande para o padrão de um escritório criminalista. "Os honorários ainda não estão inflacionados. Mas há um viés de alta, para usar um jargão do Banco Central", diz Luiz Fernando Pacheco, sócio do Rao, Cavalcanti e Pacheco Advogados, fundado pelo ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "As causas estão ficando mais complexas e por isso mesmo mais caras." Pacheco, de 31 anos, está à frente do caso do chinês Law Kin Chong, acusado de ser o rei do contrabando pela CPI da Pirataria. Essa é uma causa avaliada em R$ 800 mil. Quando não está procurando um jeito de tirar Chong ou o jogador Edinho (filho de Pelé) da cadeia, Pacheco ocupa seu tempo com uma assessoria ao ex-presidente do PT José Genoino.

"A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso''

Brasília é um caso à parte. A onda de escândalos virou um terreno fértil para os advogados. A cada novo capítulo da novela do mensalão, mais um cliente bate à porta dos escritórios.
O mineiro Marcelo Leonardo foi um dos primeiros a entrar em cena. Há quase dois meses, quando as denúncias vieram à tona, ele foi contratado pelo publicitário Marcos Valério. "Não dá para prever se esse é o maior caso da minha carreira, mas seguramente é o de maior notoriedade em 29 anos de advocacia", diz Leonardo.
O criminalista José Carlos Dias, que assumiu o caso do Banco Rural há duas semanas, teve de recusar o pedido do ex-ministro José Dirceu. Quem assumiu o caso foi seu colega José Luís Oliveira Lima, que já tinha sob seus cuidados outro cliente notório: o empresário Daniel Dantas, no caso em que ele é investigado por espionar empresas de telefonia, fundos de pensão e governo.
O ritmo de trabalho anda tão alucinante que o criminalista Arnaldo Malheiros pegou, de uma só vez, dois personagens centrais no escândalo do mensalão: os petistas Delúbio Soares e Silvio Pereira. Na semana passada, o advogado trabalhou por 15 horas ininterruptas e chegou a atrair os holofotes na CPI dos Correios. O ritmo extenuante compensa. "A lei da oferta e da procura funciona tanto para bananas quanto para advogados", diz ele.
É natural que casos de expressão nacional como esses deixem os advogados no centro das atenções. Para preservar o cliente, viram os porta-vozes dos casos. "Existe uma confusão clássica na opinião pública. A figura do advogado se mistura à do cliente. E somos cobrados a todo momento por isso", afirma Oliveira Lima.
O carioca Sérgio Bermudes, que tem no currículo defesas polêmicas como a do caso Banco Nacional, a do banqueiro Edemar Cid Ferreira e, mais recentemente, a do banco BMG, diz não se importar com a opinião pública. "Não me incomoda absolutamente em nada. Meu trabalho é defender clientes", diz Bermudes.

Na série de invasões, um escritório chamou a atenção, o do advogado Milton José de Oliveira Neves. Nesse caso, a polícia queria investigar um possível esquema de sonegação, lavagem e evasão de divisas montado pelo próprio advogado, hoje preso. Funcionaria assim: as companhias envolvidas abriam empresas no Uruguai em nome de laranjas e transferiam seu patrimônio para essas sociedades. Ao mesmo tempo, eram abertas empresas no Brasil, que recebiam investimento das offshores, fazendo o dinheiro voltar ao país. O esquema seria realizado para esconder das autoridades brasileiras os bens das empresas e de seus sócios. Assim, evitava-se o pagamento de dívidas com o Fisco ou com terceiros. As cerca de 50 empresas envolvidas possuem dívidas em fase de execução com o Fisco que somam mais de R$ 150 milhões. Procurado, o advogado de Oliveira Neves, José Roberto Leal de Carvalho, não deu entrevista.

Desde a era Collor não havia tanto alvoroço entre os advogados
Oliveira Neves é conhecido no mercado como campeão em encontrar brechas tributárias para reduzir impostos de empresas em até 40%, uma promessa que exige testar os limites da lei. O próprio Olavo Baptista é um dos mais renomados do país na área de Direito Empresarial.
Outro escritório invadido, Levy&Salomão, é destaque no setor bancário - um de seus sócios chegou a ser presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais. O objetivo da polícia era apreender documentos de apenas um dos clientes, cujo nome ainda é mantido em sigilo. Nenhum dos dois escritórios se manifestou sobre o assunto. Até o Demarest & Almeida, um dos maiores do país (tem 350 advogados e 1.600 clientes), não foi poupado. "O Ministério Público pediu o cadastro de todos os nossos advogados. Sob protesto, entregamos a lista, mas o próprio ministro Marco Aurélio Garcia negou o pedido", afirma Rogério Lessa, diretor-geral do escritório. O alvo das investigações nesse caso era o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cliente do escritório e amigo pessoal de uma das sócias. As invasões provocaram a ira dos advogados. Está todo mundo com medo de ser o próximo e eles se queixam do que seria um abuso da polícia e do governo federal.
"Se alguém vier a meu escritório, vou dar voz de prisão. Hoje, como não se pode ter a tortura, a polícia obtém provas violando a Constituição, como se fosse o advogado o acobertador do ilícito", diz Rubens Approbato, conselheiro vitalício da OAB-São Paulo.
O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil, Jorge Maurique, discorda. "Não há nada de ilegal nas ações. A inviolabilidade prevista na lei para o advogado não se estende a seu escritório", afirma. Depois de um ato de protesto na Praça da Sé, em São Paulo, a OAB, a Fiesp e outras 37 entidades assinaram um manifesto criticando os excessos. A vida dos advogados não é mais a mesma.


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CURITIBA - A elefanta Bambi, encontrada em situação irregular no Circo Moscou, em Curitiba, na última sexta-feira, deve permanecer no Brasil até que se comprove se o animal estava mesmo apenas de passagem pela cidade para seguir para um parque temático no Chile. Se até o dia 29 de abril o circo não apresentar a documentação original, ela vai para um santuário de animais em Itatiba, no interior de São Paulo.
Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
Na cópia do documento apresentado ao Ibama, a elefanta está no nome de outro circo, o Orlando Orfei.


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CURITIBA - A elefanta Bambi, encontrada em situação irregular no Circo Moscou, em Curitiba, na última sexta-feira, deve permanecer no Brasil até que se comprove se o animal estava mesmo apenas de passagem pela cidade para seguir para um parque temático no Chile. Se até o dia 29 de abril o circo não apresentar a documentação original, ela vai para um santuário de animais em Itatiba, no interior de São Paulo.
Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
Na cópia do documento apresentado ao Ibama, a elefanta está no nome de outro circo, o Orlando Orfei.


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CURITIBA - A elefanta Bambi, encontrada em situação irregular no Circo Moscou, em Curitiba, na última sexta-feira, deve permanecer no Brasil até que se comprove se o animal estava mesmo apenas de passagem pela cidade para seguir para um parque temático no Chile. Se até o dia 29 de abril o circo não apresentar a documentação original, ela vai para um santuário de animais em Itatiba, no interior de São Paulo.
Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
Na cópia do documento apresentado ao Ibama, a elefanta está no nome de outro circo, o Orlando Orfei.


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CURITIBA - A elefanta Bambi, encontrada em situação irregular no Circo Moscou, em Curitiba, na última sexta-feira, deve permanecer no Brasil até que se comprove se o animal estava mesmo apenas de passagem pela cidade para seguir para um parque temático no Chile. Se até o dia 29 de abril o circo não apresentar a documentação original, ela vai para um santuário de animais em Itatiba, no interior de São Paulo.
Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Bambi está em uma carreta de transporte no local em que o circo foi montado. A porta fica aberta e ela é levada para caminhar um pouco durante o dia. Segundo a vistoria feita pelo Ibama, ela está em local de sombra e recebe comida e água fresca. O circo foi avisado para melhorar as condições de higiene, que não eram satisfatórias no dia que encontraram o animal.
Funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) foram até o circo fazer a leitura do chip implantado na orelha da elefanta, que serve para sua identificação. O equipamento leitor, que é do departamento de Medicina Veterinária da UFPR, não foi compatível com o chip. Nesta terça, haverá nova tentativa de leitura. Embora o animal permaneça no circo, ele está sob a guarda do Ibama.
O superintendente do Ibama, José Álvaro Carneiro, explica que os exames feitos servem de comprovação de que a alegação do circo era verdadeira e a elefanta estava apenas de passagem.
O animal foi descoberto na quinta-feira, pelo Ibama e pela Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU). Como a Lei Municipal 1.246 proíbe a apresentação de animais em circos na cidade desde 2007, o Moscou recebeu notificação de multa do Ibama de R$ 5 mil por não apresentar a documentação original da elefanta e da Prefeitura de R$ 3 mil por descumprir. Além disso, terá que pagar mais R$ 400 porque não tinha alvará para funcionar
O circo de Mosou havia se instalado ao lado do Estádio Pinheirão, no bairro do Tarumã, em Curitiba
O procurador do Circo de Moscou, o advogado Pedro Voltman Martins, afirma que a documentação original do animal foi encaminhada para o Ibama em Brasília emitir uma Guia de Transferência de Animal, já que a elefanta foi doada pelo circo há um mês a um parque temático do Chile. "O animal já não está mais sob a tutela do circo, ele pertence agora ao parque temático", afirmou Martins.
Segundo o Ibama, não é prática solicitar o documento original do animal para a expedição da guia. "Seria a mesma coisa de uma pessoa ter que deixar o original do RG para expedir outro documento. Isso não existe", afirmou.
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Marcelo Caron foi condenado a oito anos, e vai recorrer em liberdade.Ele ainda é acusado de outras três mortes em GO e no DF.

O ex-médico Marcelo Caron foi condenado nesta terça-feira (14) a oito anos de prisão em regime semiaberto pela morte da advogada Janet Falleiro. O réu, que ainda terá de pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à família da vítima, poderá recorrer em liberdade.
Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


fonte:G1
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Marcelo Caron foi condenado a oito anos, e vai recorrer em liberdade.Ele ainda é acusado de outras três mortes em GO e no DF.

O ex-médico Marcelo Caron foi condenado nesta terça-feira (14) a oito anos de prisão em regime semiaberto pela morte da advogada Janet Falleiro. O réu, que ainda terá de pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à família da vítima, poderá recorrer em liberdade.
Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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Marcelo Caron foi condenado a oito anos, e vai recorrer em liberdade.Ele ainda é acusado de outras três mortes em GO e no DF.

O ex-médico Marcelo Caron foi condenado nesta terça-feira (14) a oito anos de prisão em regime semiaberto pela morte da advogada Janet Falleiro. O réu, que ainda terá de pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à família da vítima, poderá recorrer em liberdade.
Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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Marcelo Caron foi condenado a oito anos, e vai recorrer em liberdade.Ele ainda é acusado de outras três mortes em GO e no DF.

O ex-médico Marcelo Caron foi condenado nesta terça-feira (14) a oito anos de prisão em regime semiaberto pela morte da advogada Janet Falleiro. O réu, que ainda terá de pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à família da vítima, poderá recorrer em liberdade.
Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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O ex-médico Marcelo Caron foi condenado nesta terça-feira (14) a oito anos de prisão em regime semiaberto pela morte da advogada Janet Falleiro. O réu, que ainda terá de pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à família da vítima, poderá recorrer em liberdade.
Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
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Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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O ex-médico Marcelo Caron foi condenado nesta terça-feira (14) a oito anos de prisão em regime semiaberto pela morte da advogada Janet Falleiro. O réu, que ainda terá de pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à família da vítima, poderá recorrer em liberdade.
Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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Marcelo Caron foi condenado a oito anos, e vai recorrer em liberdade.Ele ainda é acusado de outras três mortes em GO e no DF.

O ex-médico Marcelo Caron foi condenado nesta terça-feira (14) a oito anos de prisão em regime semiaberto pela morte da advogada Janet Falleiro. O réu, que ainda terá de pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais à família da vítima, poderá recorrer em liberdade.
Em julgamento que durou mais de 14 horas em Goiânia, a acusação sustentou a tese de que Janet teve o intestino perfurado durante uma cirurgia de lipoaspiração feita por Caron em 2001. Parentes de Janet acompanharam com atenção os depoimentos.
Três testemunhas de defesa e três de acusação foram ouvidas, mas o momento mais esperado foi o depoimento do ex-médico. Marcelo Caron negou que a morte da paciente tenha tido relação com a cirurgia plástica feita por ele.
Caron, que não tem especialização em cirurgia plástica, é acusado de outras três mortes em Goiás e no Distrito Federal, e responde também por lesões corporais em 29 pacientes.
Depois que as denúncias vieram à tona e os casos foram investigados, o registro profissional de Caron foi cassado pelo Conselho Federal de Medicina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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CURITIBA - Uma jovem de 19 anos sobreviveu após levar quatro tiros, ser jogada de uma ponte e esperar durante 14 horas por socorro na segunda-feira em Campo Largo, região metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Civil, Luciana Aparecida do Rocio levou dois tiros nas costas, no rosto e no ombro por volta das 4h30m e só foi encontrada por volta das 18h30m. Uma mulher que estava com Luciana e também foi baleada no rosto morreu no local.
O investigador Paulo Silva, da delegacia de Campo Largo, conta que a jovem que sobreviveu ainda estava consciente quando foi socorrida e deu algumas informações sobre o que havia acontecido.
- Ela disse que ela e a colega, que foi identificada apenas como Suzana, estavam no Centro de Campo Largo, a cerca de 30 quilômetros de onde foram encontradas. Por volta das 4 horas, dois homens que se identificaram como policiais as pegaram e levaram até a ponte da Estrada da Jazida sobre o Rio Açungui, onde dispararam contra as duas - disse o delegado.
Depois de balear as mulheres, os criminosos teriam empurrado as duas da ponte, de uma altura de aproximadamente 15 metros. Segundo Silva, as duas foram vistas às margens do rio por um morador do bairro que chamou a polícia, por volta das 18h30. O Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate), do Corpo de Bombeiros, resgatou Luciana, que foi encaminhada, em estado grave, para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
Ela foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Na manhã desta terça-feira (14), o hospital informou que não tinha autorização para divulgar o estado de saúde dela.
A polícia ainda não tem suspeita sobre a autoria do crime.
- Temos que esperar a recuperação da Luciana para colher oficialmente seu depoimento - diz o investigador.
Sobre a motivação, no entanto, Silva conta que há uma linha de investigação que está sendo seguida. "O pai da Luciana disse que as duas eram usuárias de drogas. A principal hipótese é de execução, motivada por dívida com traficantes", opina.


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colaboradores: carmen e maria celia

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