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13.4.09
A partir de hoje, 13/4, a defesa de Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá passa a ser feita pelo advogado criminalista Roberto Podval, do escritório Podval, Rizzo, Mandel, Antun, Indalecio e Advogados.
Alexandre, o pai, e Ana Carolina, a madrasta, são acusados de assassinar Isabella Nardoni, 5 anos, no dia 29 de março de 2008, na capital paulista.

Conhecido criminalista, Roberto Podval atuou em várias operações da PF. E entre outros inúmeros casos trabalhou na CPI dos Bingos, defendeu o iraniano Kia Joorabchian - representante do fundo de investimentos MSI, que manteve uma parceria com o Corinthians -, e o cirurgião Farah Jorge Farah, acusado de assassinato e esquartejamento de sua paciente e ex-namorada Maria do Carmo Alves. Podval defende também Denise Abreu, ex-diretora da ANAC.


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Alexandre, o pai, e Ana Carolina, a madrasta, são acusados de assassinar Isabella Nardoni, 5 anos, no dia 29 de março de 2008, na capital paulista.

Conhecido criminalista, Roberto Podval atuou em várias operações da PF. E entre outros inúmeros casos trabalhou na CPI dos Bingos, defendeu o iraniano Kia Joorabchian - representante do fundo de investimentos MSI, que manteve uma parceria com o Corinthians -, e o cirurgião Farah Jorge Farah, acusado de assassinato e esquartejamento de sua paciente e ex-namorada Maria do Carmo Alves. Podval defende também Denise Abreu, ex-diretora da ANAC.


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Conhecido criminalista, Roberto Podval atuou em várias operações da PF. E entre outros inúmeros casos trabalhou na CPI dos Bingos, defendeu o iraniano Kia Joorabchian - representante do fundo de investimentos MSI, que manteve uma parceria com o Corinthians -, e o cirurgião Farah Jorge Farah, acusado de assassinato e esquartejamento de sua paciente e ex-namorada Maria do Carmo Alves. Podval defende também Denise Abreu, ex-diretora da ANAC.


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Conhecido criminalista, Roberto Podval atuou em várias operações da PF. E entre outros inúmeros casos trabalhou na CPI dos Bingos, defendeu o iraniano Kia Joorabchian - representante do fundo de investimentos MSI, que manteve uma parceria com o Corinthians -, e o cirurgião Farah Jorge Farah, acusado de assassinato e esquartejamento de sua paciente e ex-namorada Maria do Carmo Alves. Podval defende também Denise Abreu, ex-diretora da ANAC.


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Alexandre, o pai, e Ana Carolina, a madrasta, são acusados de assassinar Isabella Nardoni, 5 anos, no dia 29 de março de 2008, na capital paulista.

Conhecido criminalista, Roberto Podval atuou em várias operações da PF. E entre outros inúmeros casos trabalhou na CPI dos Bingos, defendeu o iraniano Kia Joorabchian - representante do fundo de investimentos MSI, que manteve uma parceria com o Corinthians -, e o cirurgião Farah Jorge Farah, acusado de assassinato e esquartejamento de sua paciente e ex-namorada Maria do Carmo Alves. Podval defende também Denise Abreu, ex-diretora da ANAC.


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Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
Folha de São Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:43  comentar


Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
Folha de São Paulo
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Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

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Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

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Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

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Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
Folha de São Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:43  comentar


Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
Folha de São Paulo
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Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
Folha de São Paulo
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Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
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Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
Folha de São Paulo
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Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

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Lista dos conselhos tutelares relaciona 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada à Promotoria para propor abertura de ação na Justiça

Passados dois meses do início do ano letivo, mais de mil crianças estão sem vagas no ensino fundamental em São Paulo, aponta levantamento dos conselhos tutelares da cidade.
Conselheiros, Defensoria Pública Estadual e ONGs apontam déficit nas escolas municipais e estaduais, principalmente por conta da diminuição do número de colégios com o "turno da fome" (período das 11h às 15h, uma hora a menos que o normal das aulas, para abrigar mais alunos na escola). Não houve, afirmam, construção de unidades de forma compatível.
A razão para a fila, porém, não é clara. A prefeitura diz que houve aumento de procura pelas suas escolas neste ano e que trabalha com o Estado para encontrar lugares. A responsabilidade de oferta na cidade é dividida pelas redes do prefeito Gilberto Kassab (DEM) e do governador José Serra (PSDB).
A prefeitura nega, contudo, que faltem vagas. O governo estadual informou que tem lugares em todas regiões que foram apontadas como deficitárias.
Segundo a Folha apurou, o sistema integrado de distribuição de matrículas da prefeitura e do Estado ficou dois meses quase parado, por conta de desentendimentos entre as gestões (voltou em março). Ambas as instâncias buscam diminuir o número de alunos por sala.
O ensino fundamental é a única etapa obrigatória do ensino no país, segundo a Constituição. O descumprimento da obrigação pode levar ao afastamento dos gestores públicos (governador, prefeito e secretários de Educação).

Levantamento
Devido às reclamações sobre falta de vagas neste ano, os conselhos tutelares fizeram uma lista única com os nomes das famílias que foram ao órgão.
A relação foi fechada na quarta-feira, com 1.027 nomes, de nove regiões, e será enviada ao Ministério Público. Eles pedirão abertura de ação para atendimento às requisições.
A maioria das famílias pediu vaga entre dezembro e janeiro. As regiões que mais apresentaram demanda foram Cidade Ademar (300) e Grajaú (191).
Especialistas que acompanham a oferta de vagas dizem que não havia registro de déficit no ensino fundamental desde o início desta década. O problema estava restrito às creches e pré-escolas.
"Reduziram o "turno da fome" sem se preocupar em construir escolas de forma proporcional", disse a coordenadora da comissão de educação dos conselhos tutelares da cidade, Maria da Conceição Barbosa Brito. "Estamos em abril e a situação não foi resolvida. Os alunos podem perder o ano."
Pressionados politicamente a acabar com o turno intermediário, prefeitura e Estado intensificaram a diminuição do modelo. Só na rede municipal, o número de unidades com o "turno da fome" caiu de 329 (em 2005) para 69 (neste ano). O fim do período foi uma promessa de campanha de Kassab.
"Passamos a receber muitas reclamações de falta de vagas no fundamental, etapa em que os governos dizem não haver déficit", disse o defensor público Flávio Frasseto, que abriu procedimento investigatório.
"Quando a vaga aparece, o aluno é colocado longe de casa, o que é ilegal", disse Frasseto. Ele cita lei federal do ano passado que obriga o poder público a matricular a criança na escola mais próxima de sua casa.
Bruna dos Santos Lopes de Souza, 13, de Americanópolis (zona sul), busca vaga desde dezembro. "Não sabemos mais o que fazer", afirmou a ajudante de produção Gleide da Silva, 37, tia da jovem. O pedido de matrícula foi feito na escola municipal Cacilda Becker.
Após três meses de espera, Gleide conta que foi oferecida uma vaga em uma escola estadual a 4 km de sua casa. "Não tem transporte escolar, a mãe dela não pode pagar condução e demora muito para chegar. Não tem condição de aceitar", disse. Por isso, Bruna segue na fila.
"Faltou planejamento para o fim do terceiro turno", disse Salomão Ximenes, da ONG Ação Educativa. "O período intermediário é prejudicial, porque os alunos estudam menos horas. Mas não se pode acabar sem a respectiva oferta de vagas."

Fonte: FÁBIO TAKAHASHI
Folha de São Paulo
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
Fonte: Folha de São Paulo
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
Fonte: Folha de São Paulo
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
Fonte: Folha de São Paulo
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
Fonte: Folha de São Paulo
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"Acho que tenho alguns aqui, peguei nessa parede da sala. Já volto", diz Tarciso da Rocha, 66, dentro de sua casa, num sítio simples na zona rural de Lassance. Em instantes, volta com a resposta em suas mãos: uma caixa de fósforos contendo cinco insetos mortos e dois vivos, recém capturados no galinheiro da casa. Eram espécimes do barbeiro, potencial vetor da doença de Chagas.
O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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O relato do roceiro, dez dias atrás, poderia ser similar a outros obtidos em diversas outros lugares da América Latina, mas Lassance tem uma história especial. Foi lá que o médico Carlos Chagas (1879-1943) elucidou o mecanismo do mal que leva seu nome --ele concluiu o estudo em 14 de abril de 1909--, descoberta considerada a mais importante já feita por um cientista brasileiro. Aparentemente, porém, o cenário mudou pouco na cidade mineira.
Ao lado do marido, Inezina da Rocha, 59, exibia um sorriso fácil. Acolhendo a reportagem da Folha, há dez dias, não parecia estar abalada pelo convívio com a doença de Chagas, mal que provavelmente contraiu há tempos, "quando ainda morava em casa de barro".
Lalo de Almeida/Folha Imagem
Inezina da Rocha, paciente chagásica, se debruça na janela enquanto dedetizador Sílvio Santos borrifa inseticida em seu terreno
Hoje, a sede do sítio do casal, de onde não se sai sem tomar um café no copo, é de tijolo. Mas, a poucos metros, a velha casa de adobe ainda está de pé. "Criei toda a minha família lá. Hoje é um depósito", diz. Além da fadiga, dona Inezina toma remédio para controlar o baticum, palavra usada em Minas para arritmia cardíaca.
No dia seguinte, no centro de Lassance, a vigilância epidemiológica foi alertada pela reportagem da Folha e fez uma visita ao casal. Mais de vinte barbeiros foram capturados.
Silvio Santos, exterminador de barbeiros há 24 anos, é um dos responsáveis por borrifar o veneno nas casas de Lassance.
"A vantagem é que os produtos usados hoje não deixam cheiro", diz, sem mencionar que o veneno é considerado tóxico mesmo sendo inodoro.
Pau-a-pique
Casas de pau-a-pique, preferidas pelos barbeiros, são comuns na região, bem como a pobreza, que atinge 78% da população. O mal de Chagas, porém, é só um dos problemas de saúde numa população que já enfrenta males "modernos", como obesidade e diabetes.
Mas o contato com o inseto nem sempre transmite a doença.
Para tal é preciso que ele esteja transportando o Trypanosoma cruzi, protozoário que ao alojar-se no coração humano deflagra a moléstia. A variedade de barbeiro achada na casa de seu Tarciso, Triatoma sordida, menos mal, dificilmente aparece portando o patógeno.
Apesar de a transmissão pelo próprio inseto estar reduzida a quase zero no sertão mineiro, notificações novas de Chagas aparecem todos os anos por lá, diz o veterinário Adriano Sanguinetti, coordenador de epidemiologia de Lassance. Os casos são novos, diz, mas de infecção antiga. O contato com as fezes do barbeiro contaminado, provavelmente, ocorreu há décadas, porque a infeção pode seguir assintomática por anos.
Mas, mesmo com o ciclo da doença quase interrompido agora na região (muito por causa do desmatamento, que afasta insetos contaminados de áreas habitadas), a transmissão é possível. "Ela existe, a doença não está erradicada", afirma o médico João Carlos Dias, filho de Emanuel Dias, um dos discípulos de Carlos Chagas.
Ele é pesquisador atuante do Centro de Pesquisa René Rachou (Fiocruz). Aos 70 anos, é um dos maiores especialistas em epidemiologia de Chagas do Brasil. "O controle do barbeiro é fundamental. Hoje, ele existe inclusive em São Paulo. Não é possível deixar que o inseto invada as residências", diz.
Tercília da Silva, 76 anos, outra moradora da zona rural de Lassance, é vítima de como uma certa negligência com o mal de Chagas continua, após um século. Há menos de cinco anos, ela descobriu estar infectada e, agora, integra a estatística de prevalência da doença --provavelmente subestimada.
Subnotificação
Na América Latina, 13 milhões de pessoas estão infectadas sem saber, estima a ONG Médicos Sem Fronteiras. Outras 16 milhões estão nos registros. No Brasil, 292 casos novos de Chagas agudo por ano foram notificados de 2006 a 2008.
Segundo Dias, Carlos Chagas teria muito orgulho hoje "de ver como a ciência que ele inaugurou andou mais no Brasil que no resto do mundo." Mas de tratamento e diagnóstico, ainda precários, não se pode dizer o mesmo. "Ele iria ficar um pouco impaciente." Chagas sabia que ações políticas são sempre arrastadas, afirma Dias.
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Malhação de Judas em SP tem bonecos de Lindemberg e casal Nardoni

Seguindo a tradição do Sábado de Aleluia, bonecos representando Judas, o traidor de Cristo, foram queimados pelas ruas de São Paulo. No entanto, alguns serviram como forma de protesto contra personagens que estiveram no noticiário policial nos últimos tempos.
A tradicional malhação realizada no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo) contou com bonecos que simbolizaram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, morta no ano passado. Já outro personagem de pano, armado, levava o rosto de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, após mantê-la refém em Santo André.


Assista aqui ao vídeo Malhação do Casal Nardoni no sábado de Aleluia


Fonte: ANDRÉ FELIPE
colaboração para a Folha Online
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Malhação de Judas em SP tem bonecos de Lindemberg e casal Nardoni

Seguindo a tradição do Sábado de Aleluia, bonecos representando Judas, o traidor de Cristo, foram queimados pelas ruas de São Paulo. No entanto, alguns serviram como forma de protesto contra personagens que estiveram no noticiário policial nos últimos tempos.
A tradicional malhação realizada no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo) contou com bonecos que simbolizaram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, morta no ano passado. Já outro personagem de pano, armado, levava o rosto de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, após mantê-la refém em Santo André.


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A tradicional malhação realizada no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo) contou com bonecos que simbolizaram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, morta no ano passado. Já outro personagem de pano, armado, levava o rosto de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, após mantê-la refém em Santo André.


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A tradicional malhação realizada no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo) contou com bonecos que simbolizaram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, morta no ano passado. Já outro personagem de pano, armado, levava o rosto de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, após mantê-la refém em Santo André.


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A tradicional malhação realizada no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo) contou com bonecos que simbolizaram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, morta no ano passado. Já outro personagem de pano, armado, levava o rosto de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, após mantê-la refém em Santo André.


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A tradicional malhação realizada no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo) contou com bonecos que simbolizaram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, morta no ano passado. Já outro personagem de pano, armado, levava o rosto de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, após mantê-la refém em Santo André.


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A tradicional malhação realizada no bairro do Cambuci (zona sul de São Paulo) contou com bonecos que simbolizaram Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta da menina Isabella, morta no ano passado. Já outro personagem de pano, armado, levava o rosto de Lindemberg Alves, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, após mantê-la refém em Santo André.


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Fonte: ANDRÉ FELIPE
colaboração para a Folha Online
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PORTO ALEGRE - Pano de fundo de pelo menos 70% dos homicídios nas vilas e em locais de baixa renda, desta vez o submundo das drogas fez como vítima uma família de classe média alta de Porto Alegre. Tobias Lee Manfred Hahn, 24 anos, foi morto com dois tiros pela mãe, Flávia Costa Hahn, 60 anos. A Polícia Civil foi chamada até a residência e levou Flávia ao Hospital de Pronto Socorro (HPS). Depois, conduziu-a até a Área Judiciária, onde ela prestou depoimento ao delegado Celso Jaeger e foi autuada por homicídio no fim da noite deste domingo.
Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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PORTO ALEGRE - Pano de fundo de pelo menos 70% dos homicídios nas vilas e em locais de baixa renda, desta vez o submundo das drogas fez como vítima uma família de classe média alta de Porto Alegre. Tobias Lee Manfred Hahn, 24 anos, foi morto com dois tiros pela mãe, Flávia Costa Hahn, 60 anos. A Polícia Civil foi chamada até a residência e levou Flávia ao Hospital de Pronto Socorro (HPS). Depois, conduziu-a até a Área Judiciária, onde ela prestou depoimento ao delegado Celso Jaeger e foi autuada por homicídio no fim da noite deste domingo.
Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Aposentada há quatro anos, em seu último emprego Flávia atuou como secretária executiva em uma multinacional alemã, com filiais em Brasília e no Rio de Janeiro.
- Ela disse que o filho estava sob efeito de drogas e tentou matá-la - resumiu o supervisor da equipe de volantes da Polícia Civil, Nelson Mariense, o primeiro a chegar ao local do crime.
O corpo de Tobias será submetido à perícia para saber se ele estava sob efeito de algum tipo de entorpecente. Segundo a família, o rapaz tinha histórico de uso de drogas e discussões com os pais.
O crime aconteceu na casa da família, na Rua Coronel Gomes de Carvalho, bairro Tristeza, Zona Sul. Por volta das 14h, a família preparava um churrasco em volta da piscina de casa quando, segundo os vizinhos, começou uma discussão.
O engenheiro alemão aposentado Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, tentou acalmar a mulher e o filho, mas não conseguiu. Conforme vizinhos, o jovem pegou uma faca de churrasco e partiu para cima da mãe, que foi atingida no braço direito e conseguiu correr até um dos quartos. Ela pegou o revólver calibre 44 do marido, um colecionador de armas, e disparou duas vezes contra Tobias. Com dois tiros no pescoço, ele morreu antes da chegada da ambulância do Samu.
Havia pelo menos três anos que Tobias tinha problemas com a Justiça. Ele estava respondendo a três processos por assalto e tinha passagens policiais por posse de drogas e por furto, além de pelo menos outras duas, feitas por familiares, por lesão corporal.
- É um caso triste, que mostra bem o que a droga é capaz de fazer - disse o supervisor da Polícia Civil, Nelson Mariense.
No fim do mês passado, em uma das muitas vezes em que foi encaminhado para internação em hospitais para tratamento de dependentes químicos, Tobias aproveitou que uma janela da ambulância estava aberta e fugiu quando o veículo parou em uma sinaleira.
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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Crianças autistas brincam com cachorros treinados no Hospital das Clínicas; no final do tratamento, elas podem levar o animal para casa

Um grupo de ao menos 300 crianças e adolescentes autistas -que faz tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo- está participando de uma terapia experimental com cães em um projeto pioneiro realizado em parceria com a ONG Inataa (Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães).
Segundo Estevão Vadasz, psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do instituto, a terapia complementar com cães já é usada com sucesso no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, por isso o instituto resolveu testar os benefícios aqui no país.
O autismo atinge cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.
O objetivo da terapia com os cães é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. A técnica está sendo testada no HC desde novembro do ano passado e, segundo Vadasz, os primeiros resultados observados são bastante animadores.
"Temos um paciente de cinco anos que gostou tanto de interagir com os cachorros que quer vir brincar toda semana. Um outro paciente tinha pavor de entrar no Instituto de Psiquiatria [por causa do ambiente hospitalar] e agora até canta. Para nós, isso é um grande avanço", diz.
De acordo com Vadasz, a terapia com os cães é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não da terapia. "Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão", diz.
A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser o seu companheiro. "Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia."


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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
fonte:G1
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
fonte:G1
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

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Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
fonte:G1
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Vinte ficaram feridos ao tentar fugir das chamas em Kaminiec Pomorski.Busca por vítimas continuava, segundo os bombeiros.

Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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Pelo menos 21 pessoas morreram em um incêndio em um albergue para famílias desabrigadas no noroeste da Polônia nesta segunda-feira (13). Ao menos outras 20 pessoas ficaram feridas, a maior parte depois de pular de janelas para escapar das chamas. Bombeiros procuravam outras vítimas, segundo o porta-voz da corporação, Pawel Fratczak.
Cerca de 77 pessoas estavam registradas no albergue, em Kaminiec Pomorski, mas o exato número de pessoas no local na hora do incêndio era incerto. "Alguns dos sobreviventes eram apenas visitantes", disse Fratczak. Alguns disseram ter pulado da janela para sobreviver. Outros afirmaram que não era o primeiro incêndio no local. O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, visitou o local na segunda-feira e prometeu ajuda governamental a sobreviventes e famílias das vítimas. O presidente Lech Kaczynsky declarou três dias de luto nacional.
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O presidente chinês Hu Jintao já pediu a seus assessores mais próximos a melhor versão para ‘esse é o cara’ em mandarim.

Lula vai a Pequim no dia 19.


fonte:http://blog.estadao.com.br/blog/tutty/
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Colégio Pedro II do Centro recebe 2 mil livros e abre acervo para escolas vizinhas

Rio - Cerca de 4 mil jovens matriculados nas escolas da Zona Portuária ganharam mais acesso à leitura. Foi inaugurada ontem a Biblioteca Comunitária Alegria de Ler, no Colégio Pedro II, que abrirá suas portas para todos os alunos da região. O espaço, montado pelo Instituto Light e pela Secretaria Estadual de Cultura, conta com um acervo de 2 mil livros escolhidos pela Biblioteca Nacional, além de revistas, jornais e acesso à Internet. A escola fica na Av. Marechal Floriano 80.
“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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Colégio Pedro II do Centro recebe 2 mil livros e abre acervo para escolas vizinhas

Rio - Cerca de 4 mil jovens matriculados nas escolas da Zona Portuária ganharam mais acesso à leitura. Foi inaugurada ontem a Biblioteca Comunitária Alegria de Ler, no Colégio Pedro II, que abrirá suas portas para todos os alunos da região. O espaço, montado pelo Instituto Light e pela Secretaria Estadual de Cultura, conta com um acervo de 2 mil livros escolhidos pela Biblioteca Nacional, além de revistas, jornais e acesso à Internet. A escola fica na Av. Marechal Floriano 80.
“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
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Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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Rio - Cerca de 4 mil jovens matriculados nas escolas da Zona Portuária ganharam mais acesso à leitura. Foi inaugurada ontem a Biblioteca Comunitária Alegria de Ler, no Colégio Pedro II, que abrirá suas portas para todos os alunos da região. O espaço, montado pelo Instituto Light e pela Secretaria Estadual de Cultura, conta com um acervo de 2 mil livros escolhidos pela Biblioteca Nacional, além de revistas, jornais e acesso à Internet. A escola fica na Av. Marechal Floriano 80.
“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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Colégio Pedro II do Centro recebe 2 mil livros e abre acervo para escolas vizinhas

Rio - Cerca de 4 mil jovens matriculados nas escolas da Zona Portuária ganharam mais acesso à leitura. Foi inaugurada ontem a Biblioteca Comunitária Alegria de Ler, no Colégio Pedro II, que abrirá suas portas para todos os alunos da região. O espaço, montado pelo Instituto Light e pela Secretaria Estadual de Cultura, conta com um acervo de 2 mil livros escolhidos pela Biblioteca Nacional, além de revistas, jornais e acesso à Internet. A escola fica na Av. Marechal Floriano 80.
“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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Rio - Cerca de 4 mil jovens matriculados nas escolas da Zona Portuária ganharam mais acesso à leitura. Foi inaugurada ontem a Biblioteca Comunitária Alegria de Ler, no Colégio Pedro II, que abrirá suas portas para todos os alunos da região. O espaço, montado pelo Instituto Light e pela Secretaria Estadual de Cultura, conta com um acervo de 2 mil livros escolhidos pela Biblioteca Nacional, além de revistas, jornais e acesso à Internet. A escola fica na Av. Marechal Floriano 80.
“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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Rio - Cerca de 4 mil jovens matriculados nas escolas da Zona Portuária ganharam mais acesso à leitura. Foi inaugurada ontem a Biblioteca Comunitária Alegria de Ler, no Colégio Pedro II, que abrirá suas portas para todos os alunos da região. O espaço, montado pelo Instituto Light e pela Secretaria Estadual de Cultura, conta com um acervo de 2 mil livros escolhidos pela Biblioteca Nacional, além de revistas, jornais e acesso à Internet. A escola fica na Av. Marechal Floriano 80.
“A biblioteca ficou ótima e vai ser uma referência para os alunos da região. Ela tem um ótimo acervo e foi muito bem montada. Um projeto bem sucedido”, elogia Ana Lígia Medeiros, superintendente de Bibliotecas Públicas do estado.
A ideia é colocar a biblioteca à disposição dos estudantes no segundo semestre. Quem se cadastrar poderá pegar até três livros emprestados por vez, desde que uniformizado. Até lá, somente a direção das escolas poderá solicitar livros.
Na inauguração, houve a premiação de concurso de poesias e ilustrações de alunos. Quem se destacou recebeu como prêmio um tíquete que só poderá ser usado na compra de livros. O bônus variava de R$ 150 a R$ 80. Os textos e desenhos que se destacaram foram publicadas no livro ‘Minha rua: a Rua Larga vista pelas Crianças’. Larga é antigo nome da Avenida Marechal Floriano.


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
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WASHINGTON - O cachorrinho prometido por Barrack Obama às filhas durante a campanha presidencial nos EUA já foi escolhido e vai se chamar Bo, segundo a mídia americana. Obama disse que Malia, 10 anos, e Sasha, 7 anos, poderiam levar um filhote para a Casa Branca como uma recompensa por lidarem com o árduo processo eleitoral.
A identidade do cachorro vinha sendo guardada a sete chaves, mas informações de fontes do governo indicam que ele é da raça cão d'água português e foi um presente do Senador democrata Edward Kennedy, amigo próximo da família Obama. O filhote teria peito e patas brancas e não solta pelos, o que seria uma grande vantagem para Malia, que sofre de alergia.
O senador Kennedy tem três cães d'água e começou em janeiro uma campanha para que o "primeiro-cão" dos Estados Unidos fosse desta raça. Segundo ele, o cão d'água português "seria perfeito para a família Obama" já que tem um "espírito positivo e otimista", além de ser esperto, resiliente, determinado e incansável.
O cachorrinho Bo teria conquistado a família Obama durante uma visita secreta à Casa Branca, há algumas semanas, contaram fontes ao jornal Washington Post. O filhote teria se comportado muito bem, porque já estaria recebendo aulas com o treinador dos cachorros de Kennedy.
A escolha do bichinho de estimação da família Obama tem ocupado as páginas dos jornais americanos desde a campanha. O presidente chegou a fazer piada sobre o assunto na sexta-feira dizendo que o tema é "totalmente confidencial".


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Um estudo recém-publicado na revista científica The Lancet encerra uma das mais polêmicas e antigas discussões da cardiologia: para a desobstrução de artérias, a cirurgia de revascularização é mais eficaz do que a angioplastia? Não. Tanto a remoção das placas por meio de um cateter quanto a colocação de pontes de safena e mamárias apresentam resultados semelhantes. No maior estudo realizado até hoje foi constatado que o índice de mortalidade entre os pacientes submetidos à angioplastia ou à cirurgia é de 10%, cinco anos depois das intervenções.
Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Um estudo recém-publicado na revista científica The Lancet encerra uma das mais polêmicas e antigas discussões da cardiologia: para a desobstrução de artérias, a cirurgia de revascularização é mais eficaz do que a angioplastia? Não. Tanto a remoção das placas por meio de um cateter quanto a colocação de pontes de safena e mamárias apresentam resultados semelhantes. No maior estudo realizado até hoje foi constatado que o índice de mortalidade entre os pacientes submetidos à angioplastia ou à cirurgia é de 10%, cinco anos depois das intervenções.
Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Um estudo recém-publicado na revista científica The Lancet encerra uma das mais polêmicas e antigas discussões da cardiologia: para a desobstrução de artérias, a cirurgia de revascularização é mais eficaz do que a angioplastia? Não. Tanto a remoção das placas por meio de um cateter quanto a colocação de pontes de safena e mamárias apresentam resultados semelhantes. No maior estudo realizado até hoje foi constatado que o índice de mortalidade entre os pacientes submetidos à angioplastia ou à cirurgia é de 10%, cinco anos depois das intervenções.
Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Um estudo recém-publicado na revista científica The Lancet encerra uma das mais polêmicas e antigas discussões da cardiologia: para a desobstrução de artérias, a cirurgia de revascularização é mais eficaz do que a angioplastia? Não. Tanto a remoção das placas por meio de um cateter quanto a colocação de pontes de safena e mamárias apresentam resultados semelhantes. No maior estudo realizado até hoje foi constatado que o índice de mortalidade entre os pacientes submetidos à angioplastia ou à cirurgia é de 10%, cinco anos depois das intervenções.
Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Um estudo recém-publicado na revista científica The Lancet encerra uma das mais polêmicas e antigas discussões da cardiologia: para a desobstrução de artérias, a cirurgia de revascularização é mais eficaz do que a angioplastia? Não. Tanto a remoção das placas por meio de um cateter quanto a colocação de pontes de safena e mamárias apresentam resultados semelhantes. No maior estudo realizado até hoje foi constatado que o índice de mortalidade entre os pacientes submetidos à angioplastia ou à cirurgia é de 10%, cinco anos depois das intervenções.
Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Um estudo recém-publicado na revista científica The Lancet encerra uma das mais polêmicas e antigas discussões da cardiologia: para a desobstrução de artérias, a cirurgia de revascularização é mais eficaz do que a angioplastia? Não. Tanto a remoção das placas por meio de um cateter quanto a colocação de pontes de safena e mamárias apresentam resultados semelhantes. No maior estudo realizado até hoje foi constatado que o índice de mortalidade entre os pacientes submetidos à angioplastia ou à cirurgia é de 10%, cinco anos depois das intervenções.
Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Um estudo recém-publicado na revista científica The Lancet encerra uma das mais polêmicas e antigas discussões da cardiologia: para a desobstrução de artérias, a cirurgia de revascularização é mais eficaz do que a angioplastia? Não. Tanto a remoção das placas por meio de um cateter quanto a colocação de pontes de safena e mamárias apresentam resultados semelhantes. No maior estudo realizado até hoje foi constatado que o índice de mortalidade entre os pacientes submetidos à angioplastia ou à cirurgia é de 10%, cinco anos depois das intervenções.
Tal comprovação foi feita a partir da análise dos dez últimos e mais importantes trabalhos sobre o assunto, envolvendo 8 000 homens e mulheres de 60 anos, em média. Entre eles, figura uma pesquisa brasileira, a Mass II, coordenada pelo cardiologista Whady Hueb, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. "A notícia deve servir para orientar definitivamente os médicos mais conservadores que sempre optaram pela cirurgia independentemente do perfil do paciente", diz Hueb. "Cada procedimento tem suas próprias indicações." Como se vê, não se trata da supremacia da angioplastia sobre a cirurgia – ou vice-versa.
Os progressos no combate às placas de gordura não se restringem apenas ao campo do tratamento. Nos últimos dez anos, o aprimoramento dos exames de diagnóstico avançou a passos largos. O mais antigo deles é o cateterismo, desenvolvido na década de 30. Feito por meio de uma punção na virilha do paciente, por onde se coloca uma sonda que circula pelas artérias, o exame exige a internação de pelo menos 6 horas. A alternativa mais moderna ao cateterismo é a tomografia, uma espécie de raio X de última geração. De todos os órgãos do corpo humano, o coração é o que registra os movimentos mais intensos e complexos.
Graças aos tomógrafos mais modernos, capazes de trabalhar a uma velocidade de quase 200 imagens por segundo, hoje em dia é possível detectar problemas coronarianos, como o acúmulo de placas de gordura, muito precocemente.
Em novembro do ano passado, um estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, conduzido por outro brasileiro, o cardiologista Carlos Rochitte, também do Incor, comprovou que em 93% dos casos de obstrução, a tomografia consegue os mesmos resultados do cateterismo – ambos têm capacidade de localizar o depósito nas artérias de placas de menos de 1 milímetro cúbico de volume. A tomografia já faz parte da lista de exames de check-up do coração dos hospitais e centros de diagnóstico mais avançados.


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Tem muito motoboy por aí sentindo exatamente o que deu em Adriano para largar o emprego na Itália. Sabe quando você não está feliz com o trabalho, não tem mais prazer com aquilo e só pensa em dar um tempo em tudo? Quantos jovens trabalhadores já cogitaram um dia voltar à adolescência, ao lugar onde nasceu e foi criado soltando pipa só de bermuda e chinelo, bem longe daquele chefe tirano, do trânsito infernal, da correria do mundo?
É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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Tem muito motoboy por aí sentindo exatamente o que deu em Adriano para largar o emprego na Itália. Sabe quando você não está feliz com o trabalho, não tem mais prazer com aquilo e só pensa em dar um tempo em tudo? Quantos jovens trabalhadores já cogitaram um dia voltar à adolescência, ao lugar onde nasceu e foi criado soltando pipa só de bermuda e chinelo, bem longe daquele chefe tirano, do trânsito infernal, da correria do mundo?
É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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Tem muito motoboy por aí sentindo exatamente o que deu em Adriano para largar o emprego na Itália. Sabe quando você não está feliz com o trabalho, não tem mais prazer com aquilo e só pensa em dar um tempo em tudo? Quantos jovens trabalhadores já cogitaram um dia voltar à adolescência, ao lugar onde nasceu e foi criado soltando pipa só de bermuda e chinelo, bem longe daquele chefe tirano, do trânsito infernal, da correria do mundo?
É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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Tem muito motoboy por aí sentindo exatamente o que deu em Adriano para largar o emprego na Itália. Sabe quando você não está feliz com o trabalho, não tem mais prazer com aquilo e só pensa em dar um tempo em tudo? Quantos jovens trabalhadores já cogitaram um dia voltar à adolescência, ao lugar onde nasceu e foi criado soltando pipa só de bermuda e chinelo, bem longe daquele chefe tirano, do trânsito infernal, da correria do mundo?
É uma coisa que, como disse o Adriano, “não dá nem para explicar”. Só passando pela experiência. Tem um personagem de Caminho das Índias, rapaz rico e sonhador, que acaba surtado num hospital psiquiátrico depois que a família lhe obriga a trabalhar onde não se sente feliz. Acho mesmo que nem precisa ser motoboy ou filhinho de papai da novela das oito, todo mundo sabe o que deu no Imperador para jogar tudo pro alto.
Só não entra na cabeça de ninguém porque ele precisou fugir da Itália, sumir na favela e deixar seus amigos do asfalto pensando que algo de muito grave lhe acontecera. Tudo isso pra pedir demissão, rapaz? Parece criança, caramba!


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Em terceiro plano, o enxame de guardas para conter três camelôs: desperdício de tempo e de recursos

O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

Foto: Ricardo Froes
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Em terceiro plano, o enxame de guardas para conter três camelôs: desperdício de tempo e de recursos

O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

Foto: Ricardo Froes
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Em terceiro plano, o enxame de guardas para conter três camelôs: desperdício de tempo e de recursos

O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

Foto: Ricardo Froes
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Em terceiro plano, o enxame de guardas para conter três camelôs: desperdício de tempo e de recursos

O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

Foto: Ricardo Froes
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:18  comentar

Em terceiro plano, o enxame de guardas para conter três camelôs: desperdício de tempo e de recursos

O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

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Em terceiro plano, o enxame de guardas para conter três camelôs: desperdício de tempo e de recursos

O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

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O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

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Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

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Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

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Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

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O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

Foto: Ricardo Froes
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Em terceiro plano, o enxame de guardas para conter três camelôs: desperdício de tempo e de recursos

O leitor Ricardo Froes é uma espécie de correspondente deste blog em Ipanema. Ele assistiu ontem no calçadão da praia cenas que viraram uma pequena nota no GLOBO de hoje. A ação contra camelôs na orla resultou num conflito que acabou assustando os banhistas. Em seu texto, Froes pergunta se há algum impedimento de a Guarda Municipal atuar na areia. Segundo ouvi falar, só no próximo verão a prefeitura vai dar choque de ordem na praia.
Aí vai o relato de Froes:
"Jorge, o que eu presenciei há pouco foi a prova definitiva da incompetência, inoperância, despreparo e inutilidade da Guarda Municipal. Dei um pulinho na praia lá para as cinco horas, só para ver a ressaca – não a minha, a do mar –, mas acabei assistindo um dos espetáculos mais grotescos que eu já vi na vida. Eu já estava voltando, pronto para atravessar a rua, quando três camelôs – eu disse três – botaram para correr vexaminosamente três – eu disse três – Guardas Municipais, que acabaram entrando em uma caminhonete da corporação, já em movimento, para não apanharem mais. Segundo eu soube, era a terceira vez que esses policiais inúteis faziam uma incursão nas imediações do Posto 9, mais uma vez, sem sucesso. Antes de terminar a descrição das cenas ridículas que testemunhei, eu gostaria de fazer apenas uma pergunta a quem possa responder. Há algum impedimento de a Guarda Municipal ir até a areia? Esta deve ter sido a décima vez que vi uma confusão da GM na orla sendo que nunca vi um deles descer até a areia e continuar o seu serviço. Alguém me contou que, na areia, só a PM pode trabalhar, mesmo que a GM esteja perseguindo um bandido perigoso. Isso pode ser constatado pelas fotos que vão em anexo, horríveis, por sinal (minha Sony está no conserto). Mas, cinco ou dez minutos depois do vexame, a GM resolveu reproduzir o “Dia D” da Segunda Guerra, e enviou suas tropas, uns cem, que só fizeram tomar cocos na cabeça sem botar os pés na areia, de onde os camelôs determinaram quem iria ganhar a batalha e, mais uma vez, vergonhosamente, os GMs bateram em retirada sem fazer valer a Lei. Fica caro pra dedéu para o povo pagar uma corporação inteira só para bater em camelôs, principalmente quando nem isso eles conseguem."

Foto: Ricardo Froes
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Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

Pesquise-se

MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

fonte:http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/4/pesquisa_sobre_arvore_genealogica_da_frutos_5780.html
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:30  comentar

Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

Pesquise-se

MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

fonte:http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/4/pesquisa_sobre_arvore_genealogica_da_frutos_5780.html
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Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

Pesquise-se

MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

fonte:http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/4/pesquisa_sobre_arvore_genealogica_da_frutos_5780.html
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:30  comentar

Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

Pesquise-se

MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

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Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

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O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

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Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

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Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

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O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

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Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

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MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

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Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

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O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

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Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

Pesquise-se

MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

fonte:http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2009/4/pesquisa_sobre_arvore_genealogica_da_frutos_5780.html
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:30  comentar

Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

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MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

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Os Alvim: unidos no orgulho pela dedicação do patriarca, o médico Álvaro Alvim, que de tanto usar o raio-X perdeu mão e operava com prótese

Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

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O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

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Famílias mergulham no estudo das raízes para descobrir coisas em comum com os antepassados. Especialistas, sites e programas auxiliam a viagem no túnel do tempo

Rio - Em 1896, Álvaro Alvim usou pela primeira vez aparelho de raio X para fazer radiografia de irmãs siamesas e possibilitar a operação que as separou. Com a utilização frequente do equipamento, perdeu uma das mãos e dedos da outra. No fim da vida, operava com próteses de gancho. A contribuição do médico, que tanto orgulhou o Brasil, toca especialmente 17 pessoas no Rio: os descendentes que povoam a sua árvore genealógica.
Nunca foi tão fácil investigar as raízes de um clã. A digitalização de arquivos de cartórios, igrejas e repartições — além das facilidades da Internet — abriu caminho no túnel do tempo. O Colégio Brasileiro de Genealogia registra aumento do interesse pela pesquisa. Por mês, a página da entidade recebe quase 100 e-mails. Há três anos, eram apenas 10 mensagens no mesmo período. A entidade ensina os primeiros passos a quem quer mergulhar na História do seu sobrenome.
Mesmo 80 anos após a morte do “mártir da Ciência”, os Alvim continuam unidos. “Sempre nos encontramos em churrascos”, conta Otto Alvim Thiele, 45 anos, bisneto e encarregado de “bronzear” a carne. Otto conta que o bisavô era filho de cafeicultores em Vassouras e se casou com Laura Palha. “Meu bisavô teve de romper com a família para se casar com a filha de um abolicionista. Só reatou quando houve o surto da gripe espanhola. Ele voltou à região para socorrer a população”, relata.
Duas filhas do médico se destacaram: Mariana, uma das primeiras psicólogas brasileiras, e Laura, que dá nome à Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Lá, está atualmente em cartaz a peça ‘Casa de Laura’. “A atriz Suzanna Kruger percorre a antiga residência da família para relatar a paixão de minha tia (Laura) pela arte”, orgulha-se Beatriz Alvim Richard, 54 anos.
Especialistas no assunto “encostaram” o termo genealogia. “O nome assustava. Chamamos agora de história da família. As pessoas começam procurando laços para pedir cidadania estrangeira, mas se apaixonam e passam a estudar toda a família”, observa a genealogista Regina Cascão.
O objetivo agora é conhecer as raízes. “Antes o filtro era mais por nobreza. Mas alguns barões do tempo do império eram uma peste”, observa o presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia, Carlos Barata.

Testamento garante 10 anos de missa
O engenheiro Georges Rul, 46, herdou relíquia do pai, Jean Robert Rul: livro com a história da família, documentada desde 1643, na Bélgica. “Ele começou a pesquisar aos 15 anos em Antuérpia”, conta Georges, que chegou este ano com o filho Michel, 3, para morar no Rio. “Nosso ramo pode se extinguir na Europa se um primo não tiver filho. No Brasil, meu irmão tem dois filhos e um neto. Estamos mais tranquilos”, diz. No livro, curiosidades. “Cardeal Dominique Rul destinou em testamento, em 1851, dinheiro para 36 missas ao ano, por 10 anos, que aliviariam a sua alma”, relata.

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MAIS VELHOS
O primeiro passo para começar a pesquisa é conversar com os mais velhos na família. Anote histórias.

DOCUMENTOS
Localize passaporte, boletim escolar, convite de casamento e certidão. Faça cópias para armazenar as informações no computador.

CARTÓRIOS
Pesquise registros em cartórios e igrejas. Dica: vá ao site da Igreja Mórmon, que tem o maior arquivo do mundo sobre pessoas: www.familysearch.org e http://pilot.familysearch.org. Reproduz documentos dos primeiros registros civis, determinados pelo Concílio de Trento, a partir de 1560.

IMIGRANTES
O Projeto Imigrantes (http://www.projetoimigrantes.com.br) identificou 2,8 milhões de imigrantes entre 1737 e 1920. Por R$ 70, recebe-se ficha dos que vieram com o mesmo sobrenome.

“ Em sete anos, descobri mais de 4.500 pessoas”

“Na adolescência, meu sobrenome me perturbava. Crianças implicavam. Em Portugal, cascão é teimoso. Aqui, graças ao desenho, é quem não toma banho. Percebi que o nome facilitava minha identificação e fui atrás da origem. Em sete anos, levantei mais de 4.500 pessoas (na árvore) desde 1600. Sei quem sou e que meu dedo médio é igual ao do meu bisavô. Os traços se repetem.”

REGINA CASCÃO, genealogista, 60 anos

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SÃO PAULO - Uma brincadeira com espingarda artesanal de chumbinhos terminou com a morte do menino Amadeu da Silva Júnior, de apenas 9 anos, em Itariri, no Vale do Ribeira, no sul paulista, na Sexta-feira Santa. Um adolescente de 15 anos é apontado como autor do disparo. De acordo com a reportagem do jornal A Tribuna, o adolescente teria pêgo a espingarda durante uma brincadeira com colegas.
Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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SÃO PAULO - Uma brincadeira com espingarda artesanal de chumbinhos terminou com a morte do menino Amadeu da Silva Júnior, de apenas 9 anos, em Itariri, no Vale do Ribeira, no sul paulista, na Sexta-feira Santa. Um adolescente de 15 anos é apontado como autor do disparo. De acordo com a reportagem do jornal A Tribuna, o adolescente teria pêgo a espingarda durante uma brincadeira com colegas.
Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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SÃO PAULO - Uma brincadeira com espingarda artesanal de chumbinhos terminou com a morte do menino Amadeu da Silva Júnior, de apenas 9 anos, em Itariri, no Vale do Ribeira, no sul paulista, na Sexta-feira Santa. Um adolescente de 15 anos é apontado como autor do disparo. De acordo com a reportagem do jornal A Tribuna, o adolescente teria pêgo a espingarda durante uma brincadeira com colegas.
Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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SÃO PAULO - Uma brincadeira com espingarda artesanal de chumbinhos terminou com a morte do menino Amadeu da Silva Júnior, de apenas 9 anos, em Itariri, no Vale do Ribeira, no sul paulista, na Sexta-feira Santa. Um adolescente de 15 anos é apontado como autor do disparo. De acordo com a reportagem do jornal A Tribuna, o adolescente teria pêgo a espingarda durante uma brincadeira com colegas.
Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
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Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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SÃO PAULO - Uma brincadeira com espingarda artesanal de chumbinhos terminou com a morte do menino Amadeu da Silva Júnior, de apenas 9 anos, em Itariri, no Vale do Ribeira, no sul paulista, na Sexta-feira Santa. Um adolescente de 15 anos é apontado como autor do disparo. De acordo com a reportagem do jornal A Tribuna, o adolescente teria pêgo a espingarda durante uma brincadeira com colegas.
Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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SÃO PAULO - Uma brincadeira com espingarda artesanal de chumbinhos terminou com a morte do menino Amadeu da Silva Júnior, de apenas 9 anos, em Itariri, no Vale do Ribeira, no sul paulista, na Sexta-feira Santa. Um adolescente de 15 anos é apontado como autor do disparo. De acordo com a reportagem do jornal A Tribuna, o adolescente teria pêgo a espingarda durante uma brincadeira com colegas.
Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:12  comentar

SÃO PAULO - Uma brincadeira com espingarda artesanal de chumbinhos terminou com a morte do menino Amadeu da Silva Júnior, de apenas 9 anos, em Itariri, no Vale do Ribeira, no sul paulista, na Sexta-feira Santa. Um adolescente de 15 anos é apontado como autor do disparo. De acordo com a reportagem do jornal A Tribuna, o adolescente teria pêgo a espingarda durante uma brincadeira com colegas.
Para mostrar que não havia perigo com a arma, o menor teria apontado a arma para cima e apertado o gatilho três vezes.Segundo testemunhas, nesse momento a arma não teria disparado. Em seguida, conforme contou o adolescente, ele mirou a arma em uma bananeira e, ao apertar o gatilho, a espingarda disparou e atingiu Amadeu, que foi alvejado nas costas.
A mãe da vítima, Marlene Rodrigues Costa, de 39 anos, disse que estava em casa e ouviu o barulho do tiro. Ela pensou que o barulho fosse uma bombinha. Amadeu chegou a ser levado ao pronto socorro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Seu corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Praia Grande para realização de exame necroscópico.
O adolescente autor do disparo foi encaminhado para a Delegacia de Itariri, onde o caso foi registrado como ato infracional (homicídio culposo). O menor foi ouvido e liberado em seguida.


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