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7.4.09
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
ÁQUILA, Itália - Tremores secundários atingiram na tarde desta terça-feira a região do Centro da Itália já devastada por um forte terremoto na segunda-feira. Um dos novos abalos atingiu 5,6 graus na escala Richter, derrubando prédios que já estavam danificados pelo tremor inicial na cidade histórica de Áquila. Não há notícias de novas vítimas. A série de abalos secundários está pondo em risco a vida dos socorristas que atuam na região.
Apesar do perigo, as equipes de resgate continuam nesta terça-feira o trabalho de busca de sobreviventes do pior terremoto no Centro da Itália em três décadas, que deixou até o momento 228 mortos, segundo os números divulgados por hospitais locais. Mais de 24 horas depois do terremoto que sacudiu a região montanhosa de Abruzzo, brigadas de socorro retiraram dois estudantes de prédios desabados em Áquila, a cidade mais atingida pelo desastre natural. De acordo com o premier italiano, Silvio Berlusconi, as equipes de socorro retiraram com vida 150 pessoas dos escombros desde a segunda-feira.
Berlusconi declarou estado de emergência nacional e se comprometeu a buscar centenas de milhões de euros em um fundo para catástrofe de que dispõe a União Europeia.
- É um grave desastre. Agora devemos reconstruir e isso requer enormes somas de dinheiro - disse o primeiro-ministro, cujo governo já sofre um grande déficit e uma enorme dívida pública.
O primeiro-ministro ordenou o deslocamento de mil soldados para a área devastada a partir desta terça-feira.
Cada resgate com êxito provoca comemorações entre os ansiosos familiares e as equipes de resgate. Um bombeiro relatou que tirou vivo um menino entre as retorcidas estruturas de sua casa.
- Tudo o que podíamos ver era sua cabeça saindo dos escombros, todo seu corpo estava enterrado. Continuamos escavando, tirando peça por peça os restos e finalmente conseguimos resgatá-lo. Quando o fizemos estávamos esgotados mas também muito felizes - destacou.
A polícia patrulhava as casas que ficaram abandonadas após o terremoto e prenderam várias pessoas por saques. Milhares de tendas de campanha foram instaladas em parques e campos de futebol para abrigar os desabrigados.
Em uma grande tenda branca, fileiras de homens e mulheres se amontoavam em cobertores sobre camas improvisadas, no chão ou encolhendo-se em cadeiras. Uma luz forte, as conversas agitadas e o barulho de um gerador prenunciavam uma noite de sono entrecortado para a maioria. Equipes humanitárias distribuíam garrafas de água e caixas com presunto, macarrão e cachorro-quente. Em outro canto da cidade, dezenas de famílias se preparavam para passar a noite dentro de carros estacionados numa praça, diante de uma igreja.
Esse é o pior terremoto em número de mortos que atinge a Itália desde 2002, quando 30 crianças morreram no desabamento de uma escola no Sul do país.
O Papa Bento XVI disse que está rezando pelas vítimas, "especialmente as crianças", segundo informou o Vaticano.

- O governo da Itália nos disse que não precisa de outro tipo de assistência, como equipes de resgate - disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Robert Wood.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também enviou ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e ao primeiro-ministro da Itália, notas de condolências lamentando as "dolorosas perdas humanas".
"Receba, neste momento de dor, o abraço solidário e amigo do povo brasileiro", afirmou.


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Abdullah foi preso com explosivos próximo à fronteira com o Paquistão.Ele disse querer se tornar homem-bomba quando crescer.

Um menino de apenas 11 anos foi preso no Afeganistão junto a guerrilheiros do Talibã enquanto cruzava a região da fronteira com o Paquistão carregando explosivos. Abdullah foi entrevistado pelo jornalista Bill Neely, da rede de TV britânica ITV. Ele é o mais jovem entre os prisioneiros mantidos num centro de detenção de segurança máxima de Cabul. Segundo a reportagem da ITV, apesar de ser tão novo, Abdullah aprendeu os princípios da jihad na escola religiosa em que estudou. Órfãos, ele e seu irmão (de dez anos) passavam o dia estudando o Alcorão, e à noite aprendiam a usar pistolas e fuzis Kalashnikov, que ele preferia por achar o gatilho mais fácil de apertar.
Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


fonte:G1
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Abdullah foi preso com explosivos próximo à fronteira com o Paquistão.Ele disse querer se tornar homem-bomba quando crescer.

Um menino de apenas 11 anos foi preso no Afeganistão junto a guerrilheiros do Talibã enquanto cruzava a região da fronteira com o Paquistão carregando explosivos. Abdullah foi entrevistado pelo jornalista Bill Neely, da rede de TV britânica ITV. Ele é o mais jovem entre os prisioneiros mantidos num centro de detenção de segurança máxima de Cabul. Segundo a reportagem da ITV, apesar de ser tão novo, Abdullah aprendeu os princípios da jihad na escola religiosa em que estudou. Órfãos, ele e seu irmão (de dez anos) passavam o dia estudando o Alcorão, e à noite aprendiam a usar pistolas e fuzis Kalashnikov, que ele preferia por achar o gatilho mais fácil de apertar.
Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Um menino de apenas 11 anos foi preso no Afeganistão junto a guerrilheiros do Talibã enquanto cruzava a região da fronteira com o Paquistão carregando explosivos. Abdullah foi entrevistado pelo jornalista Bill Neely, da rede de TV britânica ITV. Ele é o mais jovem entre os prisioneiros mantidos num centro de detenção de segurança máxima de Cabul. Segundo a reportagem da ITV, apesar de ser tão novo, Abdullah aprendeu os princípios da jihad na escola religiosa em que estudou. Órfãos, ele e seu irmão (de dez anos) passavam o dia estudando o Alcorão, e à noite aprendiam a usar pistolas e fuzis Kalashnikov, que ele preferia por achar o gatilho mais fácil de apertar.
Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Um menino de apenas 11 anos foi preso no Afeganistão junto a guerrilheiros do Talibã enquanto cruzava a região da fronteira com o Paquistão carregando explosivos. Abdullah foi entrevistado pelo jornalista Bill Neely, da rede de TV britânica ITV. Ele é o mais jovem entre os prisioneiros mantidos num centro de detenção de segurança máxima de Cabul. Segundo a reportagem da ITV, apesar de ser tão novo, Abdullah aprendeu os princípios da jihad na escola religiosa em que estudou. Órfãos, ele e seu irmão (de dez anos) passavam o dia estudando o Alcorão, e à noite aprendiam a usar pistolas e fuzis Kalashnikov, que ele preferia por achar o gatilho mais fácil de apertar.
Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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Abdullah foi preso com explosivos próximo à fronteira com o Paquistão.Ele disse querer se tornar homem-bomba quando crescer.

Um menino de apenas 11 anos foi preso no Afeganistão junto a guerrilheiros do Talibã enquanto cruzava a região da fronteira com o Paquistão carregando explosivos. Abdullah foi entrevistado pelo jornalista Bill Neely, da rede de TV britânica ITV. Ele é o mais jovem entre os prisioneiros mantidos num centro de detenção de segurança máxima de Cabul. Segundo a reportagem da ITV, apesar de ser tão novo, Abdullah aprendeu os princípios da jihad na escola religiosa em que estudou. Órfãos, ele e seu irmão (de dez anos) passavam o dia estudando o Alcorão, e à noite aprendiam a usar pistolas e fuzis Kalashnikov, que ele preferia por achar o gatilho mais fácil de apertar.
Na entrevista, o menino contou como foi chamado para cruzar a fronteira entre o Paquistão e o Afeganistão junto aos guerrilheiros, e como recebeu os explosivos que levava com ele quando foi preso. Ele deu a entender que sabia exatamente o que estava fazendo, e contou que na escola ouvia sobre estrangeiros que matavam mulheres e crianças muçulmanas. Perguntado sobre o que pensava sobre a ideia de se tornar um homem-bomba, Abdullah disse saber a diferença entre o suicídio e o sacrifício de se explodir para matar não-muçulmanos que matariam sua família. Além do mais, disse, após o sacrifício ele iria para o paraíso com 70 garotas. Disse ainda que ficaria feliz se pudesse matar os não-muçulmanos quando crescesse. Segundo a reportagem da ITV, guerrilheiros talibãs admitem que há crianças envolvidas com atividades terroristas, e que garotos de até dez anos se oferecem para ser homens-bomba.


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RIO - Pelo menos 17 pessoas ficaram levemente feridas numa colisão envolvendo dois trens na manhã desta terça-feira. Um trem que seguia de Gramacho para a Central do Brasil colidiu contra o último vagão de um trem que estava vazio. Os passageiros conseguiram desembarcar na plataforma normalmente. Segundo a Supervia, os bombeiros fizeram 18 atendimentos no local, mas apenas uma pessoa foi levada ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. A assessoria dos bombeiros, no entanto, informam que 17 pessoas ficaram feridas, sendo que 12 foram encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar, 3 para o Hospital do Andaraí e duas para o Hospital Miguel Couto.
Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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RIO - Pelo menos 17 pessoas ficaram levemente feridas numa colisão envolvendo dois trens na manhã desta terça-feira. Um trem que seguia de Gramacho para a Central do Brasil colidiu contra o último vagão de um trem que estava vazio. Os passageiros conseguiram desembarcar na plataforma normalmente. Segundo a Supervia, os bombeiros fizeram 18 atendimentos no local, mas apenas uma pessoa foi levada ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. A assessoria dos bombeiros, no entanto, informam que 17 pessoas ficaram feridas, sendo que 12 foram encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar, 3 para o Hospital do Andaraí e duas para o Hospital Miguel Couto.
Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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RIO - Pelo menos 17 pessoas ficaram levemente feridas numa colisão envolvendo dois trens na manhã desta terça-feira. Um trem que seguia de Gramacho para a Central do Brasil colidiu contra o último vagão de um trem que estava vazio. Os passageiros conseguiram desembarcar na plataforma normalmente. Segundo a Supervia, os bombeiros fizeram 18 atendimentos no local, mas apenas uma pessoa foi levada ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. A assessoria dos bombeiros, no entanto, informam que 17 pessoas ficaram feridas, sendo que 12 foram encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar, 3 para o Hospital do Andaraí e duas para o Hospital Miguel Couto.
Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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RIO - Pelo menos 17 pessoas ficaram levemente feridas numa colisão envolvendo dois trens na manhã desta terça-feira. Um trem que seguia de Gramacho para a Central do Brasil colidiu contra o último vagão de um trem que estava vazio. Os passageiros conseguiram desembarcar na plataforma normalmente. Segundo a Supervia, os bombeiros fizeram 18 atendimentos no local, mas apenas uma pessoa foi levada ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. A assessoria dos bombeiros, no entanto, informam que 17 pessoas ficaram feridas, sendo que 12 foram encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar, 3 para o Hospital do Andaraí e duas para o Hospital Miguel Couto.
Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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RIO - Pelo menos 17 pessoas ficaram levemente feridas numa colisão envolvendo dois trens na manhã desta terça-feira. Um trem que seguia de Gramacho para a Central do Brasil colidiu contra o último vagão de um trem que estava vazio. Os passageiros conseguiram desembarcar na plataforma normalmente. Segundo a Supervia, os bombeiros fizeram 18 atendimentos no local, mas apenas uma pessoa foi levada ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. A assessoria dos bombeiros, no entanto, informam que 17 pessoas ficaram feridas, sendo que 12 foram encaminhadas para o Hospital Souza Aguiar, 3 para o Hospital do Andaraí e duas para o Hospital Miguel Couto.
Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Em nota, a SuperVia, concessionária que administra os ramais de trem, afirmou que o trem que seguia para a Central estava estacionando na plataforma 12 da estação quando apenas encostou na outra composição, que estava parada na mesma linha. Ainda de acordo com a SuperVia, os trens em todos os ramais estão circulando normalmente.
Em março, pelo menos 12 pessoas ficaram feridas num acidente envolvendo dois trens na Baixada Fluminense. De acordo com a SuperVia, um trem de passageiros e uma composição que estava fazendo manutenção se chocaram, próximo a estação ferroviária de Queimados. Ainda de acordo com a SuperVia, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves. Os passageiros que estavam no trem foram transferidos para outra composição.
Um dia antes, uma troca de tiros entre traficantes de drogas e policiais do Batalhão de Bangu na Favela da Coreia, em Senador Camará, prejudicou a circulação de trens no ramal de Santa Cruz. Passageiros tiveram que ser retirados das composições e dois vagões ficaram parados nos trilhos. Segundo a SuperVia, a rede aérea que alimenta as composições foi danificada por tiros. O tráfego de trens foi interrompido no trecho entre Campo Grande e Bangu por mais de sete horas.


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Rio - O presidente americano, Barack Obama, disse que o presidente Lula “é o cara”, na cúpula do G20, em Londres. E continuou: “É o político mais popular da Terra. Por que é boa pinta”.
A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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Rio - O presidente americano, Barack Obama, disse que o presidente Lula “é o cara”, na cúpula do G20, em Londres. E continuou: “É o político mais popular da Terra. Por que é boa pinta”.
A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
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A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 17:41  comentar

Rio - O presidente americano, Barack Obama, disse que o presidente Lula “é o cara”, na cúpula do G20, em Londres. E continuou: “É o político mais popular da Terra. Por que é boa pinta”.
A continuação destrói a credibilidade do cumprimento. Lula pode ser considerado qualquer coisa, jamais boa pinta.
Mais tarde, nosso presidente disse que as palavras do colega podem ser “uma brincadeira ou uma gentileza”. Aparentemente, nem o próprio Lula levou a piada a sério.
Mas uma onda de ufanismo tolo varreu parte do Brasil. Como se a blague devesse nos encher de orgulho. É recalque de certa parcela da população, que precisa do reconhecimento externo para se sentir valorizada. Os que não se deslumbram com o pseudoelogio são acusados de preconceituosos.
A declaração foi simpática, Lula faz sucesso no exterior, tem indiscutível carisma e uma vitoriosa história de vida. Daí a considerar que o gracejo de Obama é um atestado de importância ou competência vai grande distância.
Afinal, que “cara” é esse? É o Lula da marolinha, do mensalão? O populista que promete 1 milhão de casas sem dizer quando e como? O presidente da desaceleração industrial e da alta do desemprego?
A lista é interminável. A popularidade de Lula é alta no exterior, onde só conhecem a sua biografia. E está em queda no Brasil.
O jornal americano New York Times disse que Lula é o “presidente teflon”. Ou seja, “não aderente”. Desde o início, seu governo é marcado por escândalos. Mas ele tem conseguido não ser respingado pela lama que o cerca. O equilibrismo de Lula é que poderia ser motivo de vanglória.


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Justiça anula julgamento que absolveu acusado de assassinar missionária no PA

A Justiça do Pará anulou o julgamento de dois dos acusados de envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang, assassinada a tiros em uma estrada vicinal de Anapu em 2005. Em sessão na manhã desta terça-feira, a 1ª Câmara Criminal Isolada da Justiça do Pará também determinou a prisão preventiva de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, um dos supostos mandantes da morte da missionária.

Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

Fonte: Folha On-Line
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Justiça anula julgamento que absolveu acusado de assassinar missionária no PA

A Justiça do Pará anulou o julgamento de dois dos acusados de envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang, assassinada a tiros em uma estrada vicinal de Anapu em 2005. Em sessão na manhã desta terça-feira, a 1ª Câmara Criminal Isolada da Justiça do Pará também determinou a prisão preventiva de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, um dos supostos mandantes da morte da missionária.

Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

Fonte: Folha On-Line
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Justiça anula julgamento que absolveu acusado de assassinar missionária no PA

A Justiça do Pará anulou o julgamento de dois dos acusados de envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang, assassinada a tiros em uma estrada vicinal de Anapu em 2005. Em sessão na manhã desta terça-feira, a 1ª Câmara Criminal Isolada da Justiça do Pará também determinou a prisão preventiva de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, um dos supostos mandantes da morte da missionária.

Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

Fonte: Folha On-Line
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A Justiça do Pará anulou o julgamento de dois dos acusados de envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang, assassinada a tiros em uma estrada vicinal de Anapu em 2005. Em sessão na manhã desta terça-feira, a 1ª Câmara Criminal Isolada da Justiça do Pará também determinou a prisão preventiva de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, um dos supostos mandantes da morte da missionária.

Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

Fonte: Folha On-Line
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A Justiça do Pará anulou o julgamento de dois dos acusados de envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang, assassinada a tiros em uma estrada vicinal de Anapu em 2005. Em sessão na manhã desta terça-feira, a 1ª Câmara Criminal Isolada da Justiça do Pará também determinou a prisão preventiva de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, um dos supostos mandantes da morte da missionária.

Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

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Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

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Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

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Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

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Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

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Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

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Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

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A Justiça do Pará anulou o julgamento de dois dos acusados de envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang, assassinada a tiros em uma estrada vicinal de Anapu em 2005. Em sessão na manhã desta terça-feira, a 1ª Câmara Criminal Isolada da Justiça do Pará também determinou a prisão preventiva de Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, um dos supostos mandantes da morte da missionária.

Dorothy Stang foi morta a tiros em uma estrada vicinal de Anapu (PA) em 2005
Ele havia sido absolvido em julgamento ocorrido em maio do ano passado. Na sessão de hoje, os desembargadores também anularam o último julgamento que condenou Rayfran das Neves Sales a 28 anos de prisão, conhecido como Fogoió, acusado de matar a missionária norte-americana.
Segundo o TJ-PA (Tribunal de Justiça), o pedido de anulação dos julgamentos foi feito pelo Ministério Público que, entre outras alegações, contestou o vídeo apresentado pela defesa de Bida, em que Amair Feijoli da Cunha, o "Tato", aparece inocentando o fazendeiro. Segundo o Ministério Público, o vídeo foi anexado aos autos de forma ilegal.
Já em relação ao julgamento de Fogoió, o Ministério Público pediu anulação em virtude dos jurados não terem aceitado como agravante da pena o fato de o acusado ter aceitado recompensa de R$ 50 mil pelo assassinato. Segundo o pedido, caso a recompensa fosse levada em consideração, a pena seria superior aos 28 anos.
O outro suspeito de mandar matar Dorothy, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, aguarda em liberdade ao seu julgamento até o fim de junho.

Fonte: Folha On-Line
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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.



Fonte: G1
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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.



Fonte: G1
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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.



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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.



Fonte: G1
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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.



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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
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Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
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Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
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Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
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Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
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Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.



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O Dia Mundial da Saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.


Cremesp estimula hábitos alimentares saudáveis para comemorar a data
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) participou, neste 7 de abril, da 9ª Feira da Saúde, promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). O evento aconteceu no Pateo do Collegio, no centro de São Paulo. No estande do Cremesp, a população foi alertada sobre os riscos da obesidade na infância, reafirmando a importância da adoção de hábitos alimentares saudáveis. Na oportunidade, também abordaram temas como direitos dos pacientes e os perigos da automedicação, com a distribuição de folhetos e cartilhas aos interessados.


No Dia Mundial da Saúde, OMS alerta para o aquecimento global
Mudanças climáticas podem trazer sérios problemas de saúde pública.

Organização pede coordenação entre países para controlar o problema.
O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos os países e só através da colaboração internacional esse desafio poderá ser vencido -- é o que alerta a OMS no Dia Mundial da Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7).
Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais, como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a seca pode levar à desidratação e à desnutrição.
A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam coração, circulação e pulmões.
A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento.
O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.



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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:43  ver comentários (1) comentar

O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
Carlos Serra - sociólogo
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O tráfico de órgãos é uma realidade em Moçambique

Maputo -- A extracção de órgãos humanos em Moçambique está associado a "práticas tradicionais prejudiciais", em particular a feitiçaria, e não a transplantes, indica a Liga dos Direitos Humanos (LDH) de Moçambique.
Uma pesquisa feita pela LDH, terça-feira divulgada, que analisou a forma de conservação e métodos de transporte de órgãos e partes do corpo humano depois da sua extracção, constatou que nenhum dos métodos de transporte utilizados pelos supostos traficantes de órgãos humanos é condizente ao transplante.
O estudo daquela instituição de defesa dos direitos do homem em Moçambique apurou que os órgãos e partes de corpos, depois de extraídos, são transportados de diferentes formas: em sacos, embrulhados em folhas de árvores, escondidos dentro de caixas com carne, na bagageira de carros, ou dentro de panelas.
Para a organização, o objectivo do uso de partes do corpo humano "é criar uma medicina tradicional poderosa, no alcance dos seus propósitos que são, por exemplo, curar doenças, ajudar as pessoas a progredir economicamente ou prejudicar os seus inimigos".
"As pessoas tentam, desesperadamente, sair da pobreza e das frustrações e pobres condições de vida a elas associadas. Estão, portanto, susceptíveis às ofertas dos feiticeiros para melhorarem a saúde e/ou as condições financeiras", refere a LDH.
O tráfico de órgãos e partes do corpo humano "é uma realidade" em Moçambique, apesar de nunca ter sido admitida pelo Governo de Moçambique, considera aquela associação.
Aliás, o executivo de Maputo "pouco ou nada fez até aqui para controlar a situação"; pior ainda, esta barbárie é alimentada pelas estruturas do crime organizado, usando as mais variadas e sofisticadas formas de atuação", sublinha a LDH.
A instituição aponta fragilidades na legislação em vigor em Moçambique para desencorajar este tipo de práticas.
"Se alguém é encontrado na posse de uma parte do corpo humano na África do Sul ou em Moçambique, e se não houver maneira de relacionar a parte do corpo a uma vítima, é difícil que, sob a legislação actual, a polícia consiga condenar os indivíduos na posse da parte do corpo", refere.
"Devido à falta de métodos sofisticados de investigação na região, como teste de ADN, é difícil para a polícia descobrir qual a origem de uma parte de corpo. A incapacidade de descobrir a vítima a quem pertence a parte de corpo, torna a condenação difícil", refere a LDH.

Curandeiro diz que matar pessoas para tirar órgãos é comum, mas acusa feiticeiros

Segundo matéria publicada em Notícias RTP, Portugal, o assassinato de pessoas para uso dos seus órgãos em casos de feitiçaria "é comum" em Moçambique, mas os praticantes de medicina tradicional, chamados curandeiros, recusam ser conotados com esse crime.
"A gente sabe que há desmandos. Para curar alguém não é preciso tirar órgãos humanos, isso é feitiçaria e isso é comum na nossa comunidade", disse Aurélio Morais, curandeiro e membro do Conselho Científico de Etnobotânica de Moçambique.
Esta semana, na província de Manica, centro de Moçambique, foram presas cinco pessoas indiciadas no assassinato de quatro mulheres para lhe tirarem os órgãos genitais, que seriam usados depois em "práticas obscuras" por um curandeiro, também preso.
Aurélio Morais, que já foi vice-presidente e porta-voz da AMETRAMO, Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, que agrega mais se sete mil curandeiros de todo o país, disse à Lusa que não conhece o detido em questão mas admite que "há médicos que não são formados e que criam esses desmandos", frisando depois que "o caso de Manica não é um caso isolado".
Os médicos tradicionais, acrescentou, curam as doenças através de plantas e ervas medicinais (existentes em abundância em todo o pais, disse), e sempre lamentam quando "um dos colegas" é associado a práticas de feitiçaria, porque "ninguém tem o direito de tirar a vida a ninguém".
A medicina tradicional é reconhecida pelo governo moçambicano mas "não existe uma lei que sancione os médicos tradicionais que praticam esse tipo de acção", disse, referindo-se a casos de práticas usando órgãos humanos.
"Denigrem a imagem da medicina tradicional, existem os charlatães, que não têm formação, e não há lei para condenar esse médico tradicional", lamentou, salientando que a feitiçaria, que usa órgãos de pessoas, "existe nas comunidades", especialmente nos meios rurais das províncias (na Zambézia por exemplo).
Aurélio Morais lamenta também que sempre que são identificados casos envolvendo órgãos humanos e alegados curandeiros ou feiticeiros a AMETRAMO não seja ouvida, porque poderia ajudar no esclarecimento dos casos, fazendo "a ponte" entre governantes e população.
"As pessoas no campo não estão escolarizadas. Enquanto o povo está enraizado, com os seus tabus, os governantes são esclarecidos, escolarizados, e há aqui um conflito", afirmou, sugerindo depois: "É preciso que haja uma vontade da parte do Estado, porque também podemos investigar e perceber o que o colega está a fazer e porque o faz".
Neto de curandeiro, médico tradicional desde 1983, Aurélio Morais garante que os órgãos humanos não fazem milagres e que as plantas medicinais sim, que curam praticamente todas as doenças e que podem também servir para, por exemplo, impedir que alguém roube uma casa.
"Posso fazer com que alguém deixe de dormir, colocando uma raiz no quarto, e há outras raízes que fazem as pessoas ficarem presas num lugar", garantiu. E isso, ao que disse, não é feitiçaria, é a utilização dos poderes das plantas.
Mas Aurélio Morais é procurado sobretudo para tratar doenças sexualmente transmissíveis e asma. Diz que o mais difícil de tratar é a coluna e que também "tem muito respeito" pelos olhos e ouvidos. Já foi hospitalizado porque a gripe é mais forte do que a sua medicina tradicional.
Questionado sobre se conhecia algum feiticeiro respondeu que na Zambézia há muitos. E não duvida dos seus poderes. Desde criança que ouve contar que os feiticeiros utilizam órgãos humanos, para matar ou para outras acções.
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Na cidade de Biisk, no território de Altai, sul da Sibéria, a companhia Triyera resolveu se valer da boa fé dos consumidores para vender mais. Diz que a água “Fonte da montanha – batismal”, que comercializa desde março deste ano, a preços bem mais altos do que a concorrência, é benta. O produto teria sido engarrafado durante a Epifania (celebrada na Rússia no dia 19 de janeiro), quando a fonte teria sido benta segundo as tradições ortodoxas. A publicidade vai ainda mais longe “Janeiro já passou há muito tempo e há longas filas na igreja. O que fazer se você não conseguiu fazer um estoque de água benta? Pode esperar o ano que vem – ou simplesmente ir ao mercado. Nos preocupamos com quem precisa de água benta o ano inteiro”. A igreja pediu que a empresa parasse de vender a tal água e ameaçou levar o caso para a Justiça. Em carta à Triyvera, falou de sacrilégio, afirmou que a água não era benta e “que era inaceitável distribuir sacramentos desta maneira”. Segundo a tradição, a água benta durante a celebração da Epifania se torna sagrada e tem propriedades curativas. Os religiosos fervorosos costumam estocá-la por longos períodos. A história saiu no jornal russo Novye Izvestia. De acordo com o site Altapress.ru, vários supermercados estariam pensando em retirar a bendita água das prateleiras depois de receber cartas da igreja. O diretor da empresa disse entender a reação da igreja, mas não concorda que só ela possa fazer negócios neste setor. Parece que a instituição tem algumas marcas de água no mercado.


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Na cidade de Biisk, no território de Altai, sul da Sibéria, a companhia Triyera resolveu se valer da boa fé dos consumidores para vender mais. Diz que a água “Fonte da montanha – batismal”, que comercializa desde março deste ano, a preços bem mais altos do que a concorrência, é benta. O produto teria sido engarrafado durante a Epifania (celebrada na Rússia no dia 19 de janeiro), quando a fonte teria sido benta segundo as tradições ortodoxas. A publicidade vai ainda mais longe “Janeiro já passou há muito tempo e há longas filas na igreja. O que fazer se você não conseguiu fazer um estoque de água benta? Pode esperar o ano que vem – ou simplesmente ir ao mercado. Nos preocupamos com quem precisa de água benta o ano inteiro”. A igreja pediu que a empresa parasse de vender a tal água e ameaçou levar o caso para a Justiça. Em carta à Triyvera, falou de sacrilégio, afirmou que a água não era benta e “que era inaceitável distribuir sacramentos desta maneira”. Segundo a tradição, a água benta durante a celebração da Epifania se torna sagrada e tem propriedades curativas. Os religiosos fervorosos costumam estocá-la por longos períodos. A história saiu no jornal russo Novye Izvestia. De acordo com o site Altapress.ru, vários supermercados estariam pensando em retirar a bendita água das prateleiras depois de receber cartas da igreja. O diretor da empresa disse entender a reação da igreja, mas não concorda que só ela possa fazer negócios neste setor. Parece que a instituição tem algumas marcas de água no mercado.


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Na cidade de Biisk, no território de Altai, sul da Sibéria, a companhia Triyera resolveu se valer da boa fé dos consumidores para vender mais. Diz que a água “Fonte da montanha – batismal”, que comercializa desde março deste ano, a preços bem mais altos do que a concorrência, é benta. O produto teria sido engarrafado durante a Epifania (celebrada na Rússia no dia 19 de janeiro), quando a fonte teria sido benta segundo as tradições ortodoxas. A publicidade vai ainda mais longe “Janeiro já passou há muito tempo e há longas filas na igreja. O que fazer se você não conseguiu fazer um estoque de água benta? Pode esperar o ano que vem – ou simplesmente ir ao mercado. Nos preocupamos com quem precisa de água benta o ano inteiro”. A igreja pediu que a empresa parasse de vender a tal água e ameaçou levar o caso para a Justiça. Em carta à Triyvera, falou de sacrilégio, afirmou que a água não era benta e “que era inaceitável distribuir sacramentos desta maneira”. Segundo a tradição, a água benta durante a celebração da Epifania se torna sagrada e tem propriedades curativas. Os religiosos fervorosos costumam estocá-la por longos períodos. A história saiu no jornal russo Novye Izvestia. De acordo com o site Altapress.ru, vários supermercados estariam pensando em retirar a bendita água das prateleiras depois de receber cartas da igreja. O diretor da empresa disse entender a reação da igreja, mas não concorda que só ela possa fazer negócios neste setor. Parece que a instituição tem algumas marcas de água no mercado.


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Na cidade de Biisk, no território de Altai, sul da Sibéria, a companhia Triyera resolveu se valer da boa fé dos consumidores para vender mais. Diz que a água “Fonte da montanha – batismal”, que comercializa desde março deste ano, a preços bem mais altos do que a concorrência, é benta. O produto teria sido engarrafado durante a Epifania (celebrada na Rússia no dia 19 de janeiro), quando a fonte teria sido benta segundo as tradições ortodoxas. A publicidade vai ainda mais longe “Janeiro já passou há muito tempo e há longas filas na igreja. O que fazer se você não conseguiu fazer um estoque de água benta? Pode esperar o ano que vem – ou simplesmente ir ao mercado. Nos preocupamos com quem precisa de água benta o ano inteiro”. A igreja pediu que a empresa parasse de vender a tal água e ameaçou levar o caso para a Justiça. Em carta à Triyvera, falou de sacrilégio, afirmou que a água não era benta e “que era inaceitável distribuir sacramentos desta maneira”. Segundo a tradição, a água benta durante a celebração da Epifania se torna sagrada e tem propriedades curativas. Os religiosos fervorosos costumam estocá-la por longos períodos. A história saiu no jornal russo Novye Izvestia. De acordo com o site Altapress.ru, vários supermercados estariam pensando em retirar a bendita água das prateleiras depois de receber cartas da igreja. O diretor da empresa disse entender a reação da igreja, mas não concorda que só ela possa fazer negócios neste setor. Parece que a instituição tem algumas marcas de água no mercado.


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Na cidade de Biisk, no território de Altai, sul da Sibéria, a companhia Triyera resolveu se valer da boa fé dos consumidores para vender mais. Diz que a água “Fonte da montanha – batismal”, que comercializa desde março deste ano, a preços bem mais altos do que a concorrência, é benta. O produto teria sido engarrafado durante a Epifania (celebrada na Rússia no dia 19 de janeiro), quando a fonte teria sido benta segundo as tradições ortodoxas. A publicidade vai ainda mais longe “Janeiro já passou há muito tempo e há longas filas na igreja. O que fazer se você não conseguiu fazer um estoque de água benta? Pode esperar o ano que vem – ou simplesmente ir ao mercado. Nos preocupamos com quem precisa de água benta o ano inteiro”. A igreja pediu que a empresa parasse de vender a tal água e ameaçou levar o caso para a Justiça. Em carta à Triyvera, falou de sacrilégio, afirmou que a água não era benta e “que era inaceitável distribuir sacramentos desta maneira”. Segundo a tradição, a água benta durante a celebração da Epifania se torna sagrada e tem propriedades curativas. Os religiosos fervorosos costumam estocá-la por longos períodos. A história saiu no jornal russo Novye Izvestia. De acordo com o site Altapress.ru, vários supermercados estariam pensando em retirar a bendita água das prateleiras depois de receber cartas da igreja. O diretor da empresa disse entender a reação da igreja, mas não concorda que só ela possa fazer negócios neste setor. Parece que a instituição tem algumas marcas de água no mercado.


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Na cidade de Biisk, no território de Altai, sul da Sibéria, a companhia Triyera resolveu se valer da boa fé dos consumidores para vender mais. Diz que a água “Fonte da montanha – batismal”, que comercializa desde março deste ano, a preços bem mais altos do que a concorrência, é benta. O produto teria sido engarrafado durante a Epifania (celebrada na Rússia no dia 19 de janeiro), quando a fonte teria sido benta segundo as tradições ortodoxas. A publicidade vai ainda mais longe “Janeiro já passou há muito tempo e há longas filas na igreja. O que fazer se você não conseguiu fazer um estoque de água benta? Pode esperar o ano que vem – ou simplesmente ir ao mercado. Nos preocupamos com quem precisa de água benta o ano inteiro”. A igreja pediu que a empresa parasse de vender a tal água e ameaçou levar o caso para a Justiça. Em carta à Triyvera, falou de sacrilégio, afirmou que a água não era benta e “que era inaceitável distribuir sacramentos desta maneira”. Segundo a tradição, a água benta durante a celebração da Epifania se torna sagrada e tem propriedades curativas. Os religiosos fervorosos costumam estocá-la por longos períodos. A história saiu no jornal russo Novye Izvestia. De acordo com o site Altapress.ru, vários supermercados estariam pensando em retirar a bendita água das prateleiras depois de receber cartas da igreja. O diretor da empresa disse entender a reação da igreja, mas não concorda que só ela possa fazer negócios neste setor. Parece que a instituição tem algumas marcas de água no mercado.


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Na cidade de Biisk, no território de Altai, sul da Sibéria, a companhia Triyera resolveu se valer da boa fé dos consumidores para vender mais. Diz que a água “Fonte da montanha – batismal”, que comercializa desde março deste ano, a preços bem mais altos do que a concorrência, é benta. O produto teria sido engarrafado durante a Epifania (celebrada na Rússia no dia 19 de janeiro), quando a fonte teria sido benta segundo as tradições ortodoxas. A publicidade vai ainda mais longe “Janeiro já passou há muito tempo e há longas filas na igreja. O que fazer se você não conseguiu fazer um estoque de água benta? Pode esperar o ano que vem – ou simplesmente ir ao mercado. Nos preocupamos com quem precisa de água benta o ano inteiro”. A igreja pediu que a empresa parasse de vender a tal água e ameaçou levar o caso para a Justiça. Em carta à Triyvera, falou de sacrilégio, afirmou que a água não era benta e “que era inaceitável distribuir sacramentos desta maneira”. Segundo a tradição, a água benta durante a celebração da Epifania se torna sagrada e tem propriedades curativas. Os religiosos fervorosos costumam estocá-la por longos períodos. A história saiu no jornal russo Novye Izvestia. De acordo com o site Altapress.ru, vários supermercados estariam pensando em retirar a bendita água das prateleiras depois de receber cartas da igreja. O diretor da empresa disse entender a reação da igreja, mas não concorda que só ela possa fazer negócios neste setor. Parece que a instituição tem algumas marcas de água no mercado.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
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Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
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Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Jan e Dave Griffith já estavam conformados com a morte da sua cadela, Sophie Tucker (já se foi o tempo em que cães se chamavam Rex e Totó). Quando o casal estava navegando no seu confortável iate na costa da Austrália, em novembro do ano pasado, o animal caiu na água e nunca mais foi visto.
Só que os Griffith não sabiam que a cadelinha estava revivendo a fantástica história de Robinson Crusoé. Sophie Tucker conseguiu nadar quase 10 quilômetros e atingir uma ilha no litoral do estado de Queensland. O mar é infestado de tubarões, mas a cadela náufraga conseguiu chegar a terra firme sem ferimentos.
Sozinha na ilha, Sophie Tucker, acostumada com a vida de cadela de madame, teve que se virar. Inicialmente, o prato era caranguejo. Depois, ela aprendeu a caçar filhotes de cabras selvagens e coalas. Carcaças foram encontradas.
A vida solitária na ilha durou quatro meses! Considerando que cachorro vive bem menos que o homem, foi um tempo considerável.
Sophie Tucker foi descoberta por funcionários de uma fundação para a preservação da vida selvagem e estava totalmente arredia ao contato humano. Quando souberam que os agentes haviam achado um cão, os Griffith entraram em contato. E tiveram a surpresa! Agora, depois do reencontro emocionante, os donos dizem que a cadela, da raça cattle dog, desenvolvida especialmente em fazendas australianas, está se readapatando ao convívio social. Só que o instinto de caça desenvolvido na ilha não a deixa. Coitados dos gatos da cidade de Mackay.


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Coçar bloqueia atividade em células que transmitem coceira ao cérebro, dizem cientistas

Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Coçar bloqueia atividade em células que transmitem coceira ao cérebro, dizem cientistas

Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Coçar bloqueia atividade em células que transmitem coceira ao cérebro, dizem cientistas

Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

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Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

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Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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Coçar bloqueia atividade em células que transmitem coceira ao cérebro, dizem cientistas

Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, concluíram que coçar ajuda a aliviar uma coceira ao bloquear a atividade em células nervosas da medula espinhal que transmitem a sensação ao cérebro. Os mecanismos fisiológicos envolvendo o alívio da coceira devido ao ato de se coçar não são completamente compreendidos pelos cientistas, e o estudo americano procurou uma explicação para isso. Estudos anteriores sugeriram que uma parte específica da medula espinhal, o trato espinotalâmico, tinha um papel muito importante neste processo. Células nervosas nesta área se mostraram mais ativas quando substâncias que causam coceira são aplicadas na pele. Mas, este último estudo, realizado com primatas, descobriu que coçar a pele bloqueia a atividade de células nervosas no trato espinotalâmico durante a coceira, evitando que a medula espinhal transmita os sinais da área da pele que foi coçada para o cérebro. O estudo americano foi publicado na revista especializada Nature Neuroscience.

Coceira crônica
Existem muitas causas para a coceira, incluindo mais de 50 doenças como Aids, herpes-zóster ou problemas de vesícula. A coceira causada por muitas doenças pode afetar a qualidade de vida e não pode ser tratada. O pesquisador Glenn Giesler espera que o estudo leve à descoberta de novas formas para aliviar a coceira crônica pela primeira vez. No entanto, o cientista afirmou que ainda são necessárias mais informações a respeito dos processos químicos que estão na base deste efeito. Para o professor Gil Yosipovitch, especialista em coceira da Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, afirmou que a descoberta é "potencialmente importante". "Apesar de termos ainda um longo caminho a percorrer, métodos que podem induzir uma sensação prazerosa da coceira sem danificar a pele, por meio de estímulo mecânico ou medicamentos que possam inibir estes neurônios, poderão ser desenvolvidos para tratar a coceira crônica." Mas, o professor Yosipovitch destacou que arranhar e coçar são fenômenos envolvendo fatores como emoção e a fisiologia. "A principal questão em aberto é o que acontece nos pacientes que sofrem com a coceira crônica, onde coçar pode agravar ainda mais a percepção da coceira", acrescentou. Para Paul Bays, do Instituto de Neurociência Cognitiva do University College de Londres, o estudo fornece uma parte importante da explicação de como a sensação de coceira é reduzida. "No entanto ainda não está clara a razão de como coçar tem este efeito, ou a razão de ser eficaz apenas para coceiras e não para sensações de dor - que são transmitidas pelo cérebro pelos mesmos caminhos", afirmou.


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RIO - Um jornalista lançou nesta terça-feira um sapato contra o ministro do Interior da Índia, Palaniappan Chidambaram, durante entrevista coletiva em Nova Délhi, capital do país. O episódio lembrou o ataque no fim do ano passado contra o então presidente americano, George W. Bush, em Bagdá. E, tal qual Bush, Chidambaram conseguiu jogar o corpo para trás e se esquivar do sapato arremessado à curta distância.
O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
Após o ataque, o jornalista foi retirado do local da entrevista e levado detido.


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RIO - Um jornalista lançou nesta terça-feira um sapato contra o ministro do Interior da Índia, Palaniappan Chidambaram, durante entrevista coletiva em Nova Délhi, capital do país. O episódio lembrou o ataque no fim do ano passado contra o então presidente americano, George W. Bush, em Bagdá. E, tal qual Bush, Chidambaram conseguiu jogar o corpo para trás e se esquivar do sapato arremessado à curta distância.
O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
Após o ataque, o jornalista foi retirado do local da entrevista e levado detido.


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RIO - Um jornalista lançou nesta terça-feira um sapato contra o ministro do Interior da Índia, Palaniappan Chidambaram, durante entrevista coletiva em Nova Délhi, capital do país. O episódio lembrou o ataque no fim do ano passado contra o então presidente americano, George W. Bush, em Bagdá. E, tal qual Bush, Chidambaram conseguiu jogar o corpo para trás e se esquivar do sapato arremessado à curta distância.
O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
Após o ataque, o jornalista foi retirado do local da entrevista e levado detido.


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O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
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O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
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O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
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O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
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O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
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O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
Após o ataque, o jornalista foi retirado do local da entrevista e levado detido.


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RIO - Um jornalista lançou nesta terça-feira um sapato contra o ministro do Interior da Índia, Palaniappan Chidambaram, durante entrevista coletiva em Nova Délhi, capital do país. O episódio lembrou o ataque no fim do ano passado contra o então presidente americano, George W. Bush, em Bagdá. E, tal qual Bush, Chidambaram conseguiu jogar o corpo para trás e se esquivar do sapato arremessado à curta distância.
O ataque foi feito em protesto às declarações do ministro sobre o massacre de 700 rebeldes sikh que ocupavam um templo em Amritsar, no Punjab, pelo Exército da Índia em 1984.
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RIO - Pelo menos oito hotéis da cidade, dois deles na Zona Sul do Rio, foram citados como locais onde adolescentes são levados para fazer programas sexuais com adultos. A informação foi dada aos policiais civis durante depoimentos e relatos por menores recolhidos semana passada pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Decav). Os menores contaram que ficavam em bares e restaurantes aguardando clientes arranjados por gigolôs. Depois seguiam para os hotéis - onde ninguém exigia documentos. Em Copacabana, o programa de uma hora com turistas estrangeiros chegava a custar R$ 250. A polícia afirmou ontem que já identificou todos os hotéis, os restaurantes e os aliciadores envolvidos no esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. Segundo a delegada da Decav, Maria Aparecida Mallet, a polícia deve fazer operações para prender essa quadrilha. O assunto já foi levado ao conhecimento do delegado Gilberto Ribeiro, chefe de Polícia, que pôs os agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em alerta.
A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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RIO - Pelo menos oito hotéis da cidade, dois deles na Zona Sul do Rio, foram citados como locais onde adolescentes são levados para fazer programas sexuais com adultos. A informação foi dada aos policiais civis durante depoimentos e relatos por menores recolhidos semana passada pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Decav). Os menores contaram que ficavam em bares e restaurantes aguardando clientes arranjados por gigolôs. Depois seguiam para os hotéis - onde ninguém exigia documentos. Em Copacabana, o programa de uma hora com turistas estrangeiros chegava a custar R$ 250. A polícia afirmou ontem que já identificou todos os hotéis, os restaurantes e os aliciadores envolvidos no esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. Segundo a delegada da Decav, Maria Aparecida Mallet, a polícia deve fazer operações para prender essa quadrilha. O assunto já foi levado ao conhecimento do delegado Gilberto Ribeiro, chefe de Polícia, que pôs os agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em alerta.
A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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RIO - Pelo menos oito hotéis da cidade, dois deles na Zona Sul do Rio, foram citados como locais onde adolescentes são levados para fazer programas sexuais com adultos. A informação foi dada aos policiais civis durante depoimentos e relatos por menores recolhidos semana passada pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Decav). Os menores contaram que ficavam em bares e restaurantes aguardando clientes arranjados por gigolôs. Depois seguiam para os hotéis - onde ninguém exigia documentos. Em Copacabana, o programa de uma hora com turistas estrangeiros chegava a custar R$ 250. A polícia afirmou ontem que já identificou todos os hotéis, os restaurantes e os aliciadores envolvidos no esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. Segundo a delegada da Decav, Maria Aparecida Mallet, a polícia deve fazer operações para prender essa quadrilha. O assunto já foi levado ao conhecimento do delegado Gilberto Ribeiro, chefe de Polícia, que pôs os agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em alerta.
A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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RIO - Pelo menos oito hotéis da cidade, dois deles na Zona Sul do Rio, foram citados como locais onde adolescentes são levados para fazer programas sexuais com adultos. A informação foi dada aos policiais civis durante depoimentos e relatos por menores recolhidos semana passada pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Decav). Os menores contaram que ficavam em bares e restaurantes aguardando clientes arranjados por gigolôs. Depois seguiam para os hotéis - onde ninguém exigia documentos. Em Copacabana, o programa de uma hora com turistas estrangeiros chegava a custar R$ 250. A polícia afirmou ontem que já identificou todos os hotéis, os restaurantes e os aliciadores envolvidos no esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. Segundo a delegada da Decav, Maria Aparecida Mallet, a polícia deve fazer operações para prender essa quadrilha. O assunto já foi levado ao conhecimento do delegado Gilberto Ribeiro, chefe de Polícia, que pôs os agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em alerta.
A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
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Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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RIO - Pelo menos oito hotéis da cidade, dois deles na Zona Sul do Rio, foram citados como locais onde adolescentes são levados para fazer programas sexuais com adultos. A informação foi dada aos policiais civis durante depoimentos e relatos por menores recolhidos semana passada pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Decav). Os menores contaram que ficavam em bares e restaurantes aguardando clientes arranjados por gigolôs. Depois seguiam para os hotéis - onde ninguém exigia documentos. Em Copacabana, o programa de uma hora com turistas estrangeiros chegava a custar R$ 250. A polícia afirmou ontem que já identificou todos os hotéis, os restaurantes e os aliciadores envolvidos no esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. Segundo a delegada da Decav, Maria Aparecida Mallet, a polícia deve fazer operações para prender essa quadrilha. O assunto já foi levado ao conhecimento do delegado Gilberto Ribeiro, chefe de Polícia, que pôs os agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em alerta.
A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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RIO - Pelo menos oito hotéis da cidade, dois deles na Zona Sul do Rio, foram citados como locais onde adolescentes são levados para fazer programas sexuais com adultos. A informação foi dada aos policiais civis durante depoimentos e relatos por menores recolhidos semana passada pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Decav). Os menores contaram que ficavam em bares e restaurantes aguardando clientes arranjados por gigolôs. Depois seguiam para os hotéis - onde ninguém exigia documentos. Em Copacabana, o programa de uma hora com turistas estrangeiros chegava a custar R$ 250. A polícia afirmou ontem que já identificou todos os hotéis, os restaurantes e os aliciadores envolvidos no esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. Segundo a delegada da Decav, Maria Aparecida Mallet, a polícia deve fazer operações para prender essa quadrilha. O assunto já foi levado ao conhecimento do delegado Gilberto Ribeiro, chefe de Polícia, que pôs os agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) em alerta.
A polícia não divulgou o nome dos estabelecimentos envolvidos no esquema.
- Vários aliciadores foram identificados, juntamente com restaurantes e bares; já foram pedidos os mandados de prisão e de busca e apreensão. Vamos prender todos os responsáveis, e a fiscalização vai continuar - afirmou a delegada ao GLOBO.
A polícia já identificou também os traficantes envolvidos no esquema que acontece em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações. O relator da CPI da Pedofilia, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), disse na segunda-feira que a comissão vai investigar as denúncias apresentadas pelo GLOBO de que há uma rede de prostituição de menores sendo explorada por traficantes de drogas em nove bairros do Rio.
Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.


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SÃO PAULO - Os irmãos Gustavo do Val, de 30 anos, e Saulo do Val, de 34 anos, da cidade de Piraju, a 313 km de São Paulo, podem ter sido vítimas da vacina contra a febre amarela, e não do vírus selvagem da doença, adquirido em incursões por locais próximos a matas ou rios. Os dois sofriam de uma doença chamada Síndrome Addison, caracterizada pela insuficiência da glândula supra-renal.
Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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SÃO PAULO - Os irmãos Gustavo do Val, de 30 anos, e Saulo do Val, de 34 anos, da cidade de Piraju, a 313 km de São Paulo, podem ter sido vítimas da vacina contra a febre amarela, e não do vírus selvagem da doença, adquirido em incursões por locais próximos a matas ou rios. Os dois sofriam de uma doença chamada Síndrome Addison, caracterizada pela insuficiência da glândula supra-renal.
Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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SÃO PAULO - Os irmãos Gustavo do Val, de 30 anos, e Saulo do Val, de 34 anos, da cidade de Piraju, a 313 km de São Paulo, podem ter sido vítimas da vacina contra a febre amarela, e não do vírus selvagem da doença, adquirido em incursões por locais próximos a matas ou rios. Os dois sofriam de uma doença chamada Síndrome Addison, caracterizada pela insuficiência da glândula supra-renal.
Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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SÃO PAULO - Os irmãos Gustavo do Val, de 30 anos, e Saulo do Val, de 34 anos, da cidade de Piraju, a 313 km de São Paulo, podem ter sido vítimas da vacina contra a febre amarela, e não do vírus selvagem da doença, adquirido em incursões por locais próximos a matas ou rios. Os dois sofriam de uma doença chamada Síndrome Addison, caracterizada pela insuficiência da glândula supra-renal.
Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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SÃO PAULO - Os irmãos Gustavo do Val, de 30 anos, e Saulo do Val, de 34 anos, da cidade de Piraju, a 313 km de São Paulo, podem ter sido vítimas da vacina contra a febre amarela, e não do vírus selvagem da doença, adquirido em incursões por locais próximos a matas ou rios. Os dois sofriam de uma doença chamada Síndrome Addison, caracterizada pela insuficiência da glândula supra-renal.
Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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SÃO PAULO - Os irmãos Gustavo do Val, de 30 anos, e Saulo do Val, de 34 anos, da cidade de Piraju, a 313 km de São Paulo, podem ter sido vítimas da vacina contra a febre amarela, e não do vírus selvagem da doença, adquirido em incursões por locais próximos a matas ou rios. Os dois sofriam de uma doença chamada Síndrome Addison, caracterizada pela insuficiência da glândula supra-renal.
Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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Segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, o posto de saúde local se recusou a aplicar a vacina, mas os irmãos teriam obtido por telefone uma autorização do médico da família para tomar a vacina. Ou seja, o posto de saúde não pediu autorização médica por escrito.
Segundo Neide Maria Silvestre, coordenadora do Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju, para saber se os irmãos foram vítimas da vacina ou da doença ainda é preciso confirmação pelo exame TCR, feito pelo Instituto Adolpho Lutz, em São Paulo. De acordo com o CVE de Piraju, a cidade já tem sete casos confirmados de morte por febre amarela, entre elas a de um recém-nascido que pode ter adquirido o vírus na amamentação ou ainda no útero da mãe, um caso raro a ser pesquisado. O caso do bebê está sendo pesquisado pela Unesp de Botucatu, para verificar se houve mesmo transmissão vertical do vírus.
Há ainda outros 42 casos suspeitos da doença em Piraju. Da população da cidades, estimada pelo IBGE em 29.282 pessoas, 28.719 foram vacinadas até o dia 2 de abril.
No enterro de Saulo do Val, Gustavo carregou a alça do caixão. A Secretaria de Saúde do estado confirmou até agora oito mortes por febre amarela no estado - sendo seis em Piraju, uma em Itatinga e outra em Sarutaiá. Nesta conta ainda não está o recém-nascido cuja confirmação da doença está dada, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica de Piraju.
Vinte cidades da região estão na área de risco, segundo a secretaria Estadual de Saúde. No município de Itapetininga, a procura pelas vacinas aumentou e as doses acabaram. A chefe da Vigilância Epidemiológica disse que vai entrar em contato com o governo do estado para pedir mais doses da vacina.
De outubro de 2008 a março deste ano foram distribuídas 1.980.000 doses de vacina contra a febre amarela no estado. Com as mortes em Sarutaiá, Piraju e Itatinga, 17 municípios vizinhos foram incluídos na área de vacinação.
No Paraná, a vacinação está sendo realizada em 22 municípios. A Secretaria de Saúde está intensificando a imunização em São José da Boa Vista, Ribeirão Claro, Carlópolis e no distrito da Alemoa, em Siqueira Campos. Essas localidades ficam no entorno da represa de Chavantes, divisa entre os dois estados, onde há grande concentração de turistas, principalmente vindos da região onde foram registrados os casos da doença.
A cura da febre amarela silvestre depende da resistência do próprio organismo do infectado. Não existem remédios que combatem o mal, é feita apenas hidratação do paciente. Por isso, quem tem problema de baixa imunidade não deve ser vacinado. No Rio Grande do Sul, duas pessoas morreram por tomar a vacina este ano. No RS, seis pessoas já morreram da doença.
A vacina é a saída preventiva, mas não se pode imunizar a população inteira, sob risco de se causar mais mortes do que o real risco de adquirir a doença, segundo a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Por isso, a vacina é recomendada apenas para pessoas que se deslocam até as áreas de risco.


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Uma superpílula que combina três medicamentos --contra a hipertensão, um anticolesterol (uma estatina) e a aspirina-- reduziu os riscos de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis, sem efeitos secundários, segundo um estudo clínico apresentado nesta segunda-feira (31).

O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:37  comentar

Uma superpílula que combina três medicamentos --contra a hipertensão, um anticolesterol (uma estatina) e a aspirina-- reduziu os riscos de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis, sem efeitos secundários, segundo um estudo clínico apresentado nesta segunda-feira (31).

O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


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Uma superpílula que combina três medicamentos --contra a hipertensão, um anticolesterol (uma estatina) e a aspirina-- reduziu os riscos de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis, sem efeitos secundários, segundo um estudo clínico apresentado nesta segunda-feira (31).

O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


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Uma superpílula que combina três medicamentos --contra a hipertensão, um anticolesterol (uma estatina) e a aspirina-- reduziu os riscos de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis, sem efeitos secundários, segundo um estudo clínico apresentado nesta segunda-feira (31).

O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


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Uma superpílula que combina três medicamentos --contra a hipertensão, um anticolesterol (uma estatina) e a aspirina-- reduziu os riscos de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis, sem efeitos secundários, segundo um estudo clínico apresentado nesta segunda-feira (31).

O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


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Uma superpílula que combina três medicamentos --contra a hipertensão, um anticolesterol (uma estatina) e a aspirina-- reduziu os riscos de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis, sem efeitos secundários, segundo um estudo clínico apresentado nesta segunda-feira (31).

O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


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Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
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Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
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Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
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O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
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Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


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O estudo --denominado TIPS (The Indian Polucap Study) e realizado na Índia em 2.053 pessoas de 45 a 80 anos-- é o primeiro a avaliar a tolerância de um tratamento combinado e a determinar se este gera uma diminuição notável do risco cardiovascular.

Foi apresentado pelos dois autores, os doutores Salim Yusuf, do Population Health Research Institute, da Universidade McMaster (Ontário) do Canadá, e Prem Pais, do St John's Medical College de Bangalore, na Índia, na 58ª conferência anual do American College of Cardiology (ACC) realizada em Orlando (Flórida, sudeste).

Durante três meses, esses cardiologistas compararam os efeitos dessa pílula, batizada "polypill", com os de outros oito medicamentos.
"Este estudo clínico é a primeira etapa crucial para a concepção de estudos mais extensos cujos resultados serão mais conclusivos", considerou Yusuf.


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RIO - Uma aposentada morreu depois de passar três semana esperando por uma cirurgia no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. De acordo com a família, Lea Botelho de Oliveira, de 79 anos, deu entrada no hospital com o fêmur quebrado, mas acabou tendo outras complicações devido a espera pela cirurgia. Eles acusam o hospital de descaso e mau atendimento.
O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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RIO - Uma aposentada morreu depois de passar três semana esperando por uma cirurgia no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. De acordo com a família, Lea Botelho de Oliveira, de 79 anos, deu entrada no hospital com o fêmur quebrado, mas acabou tendo outras complicações devido a espera pela cirurgia. Eles acusam o hospital de descaso e mau atendimento.
O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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RIO - Uma aposentada morreu depois de passar três semana esperando por uma cirurgia no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. De acordo com a família, Lea Botelho de Oliveira, de 79 anos, deu entrada no hospital com o fêmur quebrado, mas acabou tendo outras complicações devido a espera pela cirurgia. Eles acusam o hospital de descaso e mau atendimento.
O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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RIO - Uma aposentada morreu depois de passar três semana esperando por uma cirurgia no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. De acordo com a família, Lea Botelho de Oliveira, de 79 anos, deu entrada no hospital com o fêmur quebrado, mas acabou tendo outras complicações devido a espera pela cirurgia. Eles acusam o hospital de descaso e mau atendimento.
O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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RIO - Uma aposentada morreu depois de passar três semana esperando por uma cirurgia no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. De acordo com a família, Lea Botelho de Oliveira, de 79 anos, deu entrada no hospital com o fêmur quebrado, mas acabou tendo outras complicações devido a espera pela cirurgia. Eles acusam o hospital de descaso e mau atendimento.
O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
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O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
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- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
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Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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RIO - Uma aposentada morreu depois de passar três semana esperando por uma cirurgia no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio. De acordo com a família, Lea Botelho de Oliveira, de 79 anos, deu entrada no hospital com o fêmur quebrado, mas acabou tendo outras complicações devido a espera pela cirurgia. Eles acusam o hospital de descaso e mau atendimento.
O documento do hospital que atestou o óbito de Lea Botelho de Oliveira aponta quatro causas para a morte da aposentada: insuficiência respiratória, hemorragia digestiva, insuficiência renal e fratura do fêmur direito. Mas a família garante que o motivo da internação, 18 dias atrás, era o fêmur quebrado.
- Ela tinha quebrado o fêmur. Era só isso que ela apresentava. Estava lúcida, estava ótima de saúde. Só que a demora da operação foi tanta que ela acabou..não sei o que houve com ela - apontou o neto de Lea, Gláucio Luís Moreira.
Lea trabalhou durante 40 anos como auxiliar de enfermagem. Segundo a filha dela, no sábado, um médico avisou que a paciente deveria passar por uma cirurgia o mais rápido possível.
- Ele falou: 'se demorar mais tempo ela não vai poder ser operada, porque esse tipo de operação tem que ser feita logo'. Só que ele não colocou isso no papel - contou a filha de Lea, Sandra Regina de Oliveira Moreira.
Em meio à angústia da espera, a família chegou a agilizar, com a orientação dos médicos, a transferência da paciente, mas Lea não chegou a deixar o hospital.
- Eles sugeriram a transferência, mas a ambulância não apareceu. No prontuário, anotaram que na terça-feira ela ia ser transferida para o Pedro Ernesto. Na quarta, a ambulância não tinha chegado. Eu vim aqui, a mulher falou que estava esperando porque tinha muita gente para ser transferida e tinha pouca ambulância - afirmou a filha da aposentada.
Segundo a secretaria municipal de saúde, Lea Botelho deu entrada no hospital com um edema grave no fígado, além da fratura no fêmur. Ainda segundo a assessoria de imprensa, os médicos tinham que esperar o quadro da paciente melhorar para que a cirurgia pudesse ser feita.

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RIO - A polícia já identificou os traficantes envolvidos num esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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RIO - A polícia já identificou os traficantes envolvidos num esquema de exploração sexual em nove bairros das zonas Norte e Sul do Rio. De acordo com a titular da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV), Maria Aparecida Mallet, vários mandados de prisão foram expedidos e, em breve, a polícia deve fazer operações para prender a quadrilha.
- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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- Vários já foram identificados, e já foram pedidos os mandados de busca. A fiscalização vai continuar, e nós vamos partir para o confronto - afirmou a delegada em entrevista à Rádio CBN.
De acordo com a delegada, além dos traficantes envolvidos no esquema, a polícia investiga ainda milicianos. O Ministério Público acompanha as investigações.
A exploração sexual de menores como nova fonte de renda do tráfico foi revelada sábado pelo GLOBO na reportagem que mapeou a atividade em nove bairros das zonas Sul e Norte do Rio. Com jornadas de até seis programas numa mesma noite, adolescentes e crianças recebem pequenas quantias para fazer sexo em hotéis, dentro de carros e até mesmo em calçadas com iluminação ruim. Meninas e meninos ouvidos pelo GLOBO disseram ser obrigados a pagar até R$ 50 por dia a traficantes.
Menores prostituídos contam que seriam obrigados a pagar R$ 10 por noite de propina a policiais. Uma menor atendida em unidade do Rio contou que é explorada sexualmente por traficantes, sendo obrigada a fazer programas em troca de R$ 1,99 e crack . De acordo com o coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Secretaria municipal de Assistência Social, Marcelo Cunha, a exploração sexual infantil tem crescido por causa do uso de crack pelos menores. ( Vídeo: MP pede que população denuncie )
Para diminuir a incidência de jovens que deixam os abrigos e voltam para as situações de risco, os pais passarão a ser tratados como parte do problema. A Secretaria municipal de Assistência Social anunciou que, ainda este mês, cada Centros de Referência da Assistência Social (Cras) terá uma Escola de Pais, onde os responsáveis por menores em abrigos receberão entre três e seis meses de palestras e acompanhamento de psicólogos e assistentes sociais.( Leia mais: OAB cobra ação do Ministério Público sobre menores aliciados por traficantes no Rio )



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Segundo especialista em geofísica, abalos vinham sendo sentidos havia dois meses.

Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
O terremoto desta segunda-feira deixou dezenas de mortos e desabrigados.
fonte:G1
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Segundo especialista em geofísica, abalos vinham sendo sentidos havia dois meses.

Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
O terremoto desta segunda-feira deixou dezenas de mortos e desabrigados.
fonte:G1
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Segundo especialista em geofísica, abalos vinham sendo sentidos havia dois meses.

Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
O terremoto desta segunda-feira deixou dezenas de mortos e desabrigados.
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Segundo especialista em geofísica, abalos vinham sendo sentidos havia dois meses.

Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
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Segundo especialista em geofísica, abalos vinham sendo sentidos havia dois meses.

Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
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Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
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Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
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Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

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Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
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Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
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Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
O terremoto desta segunda-feira deixou dezenas de mortos e desabrigados.
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Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

Polêmica
Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
Giampaolo Giuliano não concorda com esta avaliação.
"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
Por causa da série de tremores registrados nas últimas semanas, algumas escolas de Áquila chegaram a permanecer fechadas por precaução.
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Um especialista em física que mora em Áquila, na Itália, revelou nesta segunda-feira que havia alertado as autoridades locais, há algumas semanas, sobre a possibilidade de um terremoto "desastroso" em Abruzzo, região que sofreu um forte abalo nesta madrugada.
"Há três dias estávamos vendo sinais fortes de terremoto", disse a jornais italianos Giampaolo Giuliani, técnico do Laboratório Nacional de Física e Astrofísica Gran Sasso, também em Abruzzo.
Segundo ele, o Instituto Italiano de Geofísica registrou cerca de 200 abalos sísmicos em Áquila, cidade no epicentro do terremoto, nos últimos dois meses. No final de março, Giuliani disse às autoridades que a série de tremores registrados poderia ser o anúncio de um evento mais forte.
Mas o técnico conta que foi acusado de "brincar com assuntos sérios" e que foi denunciado à polícia pela Prefeitura de Áquila por alarmar a população.

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Entretanto, o diretor do Departamento de Proteção Civil do governo italiano, Guido Bertolaso, declarou que embora a região seja sujeita a abalos sísmicos, não era possível prever o grave terremoto desta madrugada.
Segundo Bertolaso, na semana passada, os principais especialistas em terremotos da Itália haviam se reunido em Áquila por causa dos contínuos tremores, mas concluíram que não era possível prever o ocorrido nesta segunda-feira.
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"Esta noite meu sismógrafo indicava um forte terremoto. Esta informação estava online. Todos podiam observar o sismógrafo e muitas pessoas o fizeram. Vivemos a noite mais terrível de nossa vida", comentou o técnico, que disse estar desabrigado.
O Laboratório Nacional usa um sistema de análise chamado "Revelador Gama". O método se baseia na observação da emissão de gás radon do terreno.
Segundo Giuliano, há dez anos, o instituto consegue prever eventos como o que atingiu a região do Abruzzo através deste tipo de estudo.
"Há três dias, estávamos vendo um forte aumento do radon, o que indica fortes terremotos", explicou o técnico ao jornal Corriere della Sera.
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colaboradores: carmen e maria celia

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