notícias atuais sobre saúde, violência,justiça,cidadania,educação, cultura,direitos humanos,ecologia, variedades,comportamento
5.4.09


Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (3) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (3) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (3) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (3) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (3) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (3) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (4) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (1) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (1) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (1) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (1) comentar



Há várias formas de mutilação genital feminina. Pode ser uma circuncisão primária para meninas jovens, normalmente entre 5 e 12 anos de idade, ou uma circuncisão secundária, por exemplo, depois do parto. A extensão de uma circuncisão primária pode variar de uma incisão no prepúcio do clitóris até uma circuncisão com remoção do clitóris e dos pequenos lábios ou sutura dos grandes lábios, de forma que só reste uma abertura mínima para escoar urina e sangue menstrual.
Existe uma tendência a associar esta prática com o Islamismo, porém, nenhuma das principais religiões faz referência explícita a circuncisão feminina nem apoia esta prática.
A Organização Mundial de Saúde – OMS – e outros institutos e organizações internacionais alertaram em 2006, para o fato de que de 100 a 140 milhões de meninas e mulheres em todo o mundo já haviam sido submetidas à chamada mutilação genital, e mais 2 milhões 'corriam o risco' de passar por esse procedimento a cada ano.
Na época, a remoção do clitóris era comum em 28 países da África, além de regiões do Oriente Médio e da Ásia. No site da OMS encontra-se algumas explicações sobre as razões que motivam a mutilação genital: serviria para garantir a virgindade das mulheres até o casamento e assim valorizá-las; as partes sexuais seriam removidas por razões de assepsia, ou ainda para diminuir o desejo sexual feminino - o que manteria as mulheres fiéis no casamento. Motivos religiosos são também brevemente citados.
Os grupos de combate a essa prática enumeram as complicações graves para a saúde e o psicológico das mulheres. Existem vários riscos, inclusive o de morte e o da transmissão da Aids. Para muitas, a dor nunca passa. A menstruação e o parto ficam ameaçados, as relações sexuais tornam-se dolorosas e o prazer sexual da mulher é tolhido. Infecções e todo tipo de problema na saúde sexual feminina estão relacionados à brutalidade da excisão, feita na maioria das vezes com instrumentos não-esterilizados e usados em várias meninas numa mesma ocasião, e sem anestesia.
No entanto, o tratamento dado a práticas comuns a certas sociedades, e que são repudiadas pelo ocidente, levanta alguns questionamentos. A mutilação genital é um processo de origem cultural, religiosa e social, intrínseco a sociedades africanas, asiáticas e do Oriente Médio, e muitas vezes desejado pelas mulheres que são motivadas a se submeter à operação por várias razões estranhas à compreensão das sociedades ocidentais.
A também chamada excisão é para muitas mulheres um rito de passagem, algo importante para as meninas das comunidades em que é praticada. As próprias mulheres acreditam nisso, por vezes discriminando aquelas que não passaram pela mutilação. A Care, organização sediada nos Estados Unidos com o objetivo de defender os direitos humanos especialmente femininos e que tem uma campanha exclusiva para o combate à mutilação genital feminina , conta em seu site que uma das entrevistadas, no Sudão, disse que a comida feita por uma mulher que não houvesse sofrido a mutilação era suja.
No Quênia, a organização observou preconceito religioso: havia pessoas dizendo que mulheres que não passaram pela excisão não podiam ser muçulmanas – costuma-se associar a prática à devoção ao islamismo. Muito poucas pessoas, especialmente entre os homens, sabiam das conseqüências da mutilação genital para a saúde, relata a ONG.
Segundo a Care, não há muita opção para as mulheres que vivem nas comunidades em que é comum a mutilação genital. As meninas que decidem não se submeter à prática, mas continuam vivendo no mesmo grupo, enfrentam problemas de socialização, são hostilizadas e excluídas. Por isso a organização se propõe, inclusive, a dar apoio e proteção às famílias que se recusam a submeter suas meninas e mulheres à prática.
A Care afirma, no entanto, que não é comum às mulheres que vivem nessas comunidades não desejarem se submeter à prática por livre e espontânea vontade. Freqüentemente não existe uma associação forte na cabeça das pessoas com as conseqüências da prática. E, nos lugares onde a excisão é universal, não há outros pontos de referência, muitas vezes. Todas as meninas e mulheres são iguais nesse ponto, explica Susan Igras, especialista do Núcleo de Saúde Sexual e Reprodutiva da Care. As pessoas que praticam a circuncisão valorizam muito os significados positivos relacionados a ela, complementa.

Segundo a antropóloga Elielma Machado, da PUC-Rio, em primeiro lugar as organizações que pretendem combater a prática precisam ter cuidado durante o trabalho de coleta de informações a respeito da mutilação genital nas comunidades. Para que ocorra a mudança de idéia com relação à prática da chamada mutilação genital feminina é fundamental que haja a vontade de mudar de pelo menos algumas pessoas que vivem ou tenham vivido nas sociedades, que sabem – reconheçam - os símbolos e significados subjacentes à prática. Caso contrário a intervenção externa não se justifica, complementa a antropóloga.
Ainda segundo Elielma, como muitas ações ocidentais sobre grupos africanos e asiáticos têm historicamente como pano de fundo um movimento de dominação, essas sociedades podem vir a reagir da maneira avessa ao que se espera, endossando ainda mais a prática como forma de reagir à dominação. Manter a prática adquire ainda mais importância, torna-se uma forma de resistência à dominação. Ou seja, o que você chama de sacrifício e dor tem outro significado, (…) 'fortes dores e riscos de saúde' seriam formas de demonstração de pertencimento ao grupo, sociedade e cultura, explica.
A Care explica que expõe os problemas originados da mutilação às comunidades, mas deixa as decisões nas mãos de seus membros, restringindo-se a apresentar-lhes fatores que os estimulem a refletir a respeito da prática.

Questão de direitos humanos: a tradição X a lei
Uma outra questão de destaque entre os assuntos relacionados à mutilação genital refere-se ao poder de escolha. Uma mulher adulta pode optar pela mutilação, sabendo de sua função cultural, social e religiosa e até de suas conseqüências e do risco de morte, mas uma criança não tem esse discernimento.
Helen Negrão acredita que talvez se deva fazer uma separação entre as mulheres adultas que optam pela mutilação por questões diversas e as meninas, que são submetidas à prática ainda crianças. Para fundamentar essa reflexão, ela cita um trecho da publicação da Anistia Internacional Mulheres e direitos humanos, trabalho coordenado por Helder Vieira dos Santos que data de 1995. Enquanto uma mulher adulta é suficientemente livre para se submeter a um ritual ou tradição, uma criança não tem qualquer opinião formada e não consente, mas é simplesmente submetida à operação enquanto está totalmente vulnerável (…) as descrições disponíveis sobre a reação das crianças indicam uma prática comparável à tortura, relata o texto.
Além de já existir legislação contra a prática nos EUA, a Convenção sobre os Direitos da Criança, assinada em Setembro de 1990, a considera um ato de tortura e abuso sexual.
Na Grã-Bretanha, há um esforço grande em direção a dar fim à prática da mutilação genital, realizada dentro do território inglês por imigrantes ou até mesmo no exterior, para onde meninas são enviadas para fazer a remoção. Ambas as atitudes são proibidas desde 2004, de acordo com lei editada pelo governo britânico.
O hospital Saint Thomas, no centro de Londres, realiza por ano em torno de 200 operações de reversão, restaurando a abertura natural da vagina de mulheres que sofreram mutilação genital. A operação é necessária quando a mulher sofreu o tipo mais grave de circuncisão, o tipo 3, que consiste na retirada de dois terços dos genitais. A vagina é costurada, restando apenas uma pequena abertura.
O ginecologista somaliano Abdulcadir Omar Hussein, que vive em Londres, apesar de declarar ser contra a mutilação genital sugere que, se for para ser feita, ao menos seja realizada de uma forma menos violenta à saúde da mulher, com uma cirurgia menos bruta.
Mutilação genital é comum em meninas curdas
30/12/2008 Costuma-se pensar na região curda, no norte do Iraque, como mais progressiva do que outras. Mas é lá que há um dos maiores índices de mutilação genital feminina. A maioria não sabe porque segue o ritual, que é extremamente doloroso e com risco de infecção. Além disso, a mulher, durante toda a sua vida, terá dores fortes toda vez que tiver uma relação sexual. Perguntada por que submetera sua filha a isso uma mãe respondeu, orgulhosa: "É ordem do Profeta."
Em nossa opinião, na verdade essa prática tem a ver com assegurar a virgindade das moças solteiras e a fidelidade das casadas. Como cada relação sexual é uma verdadeira tortura, os maridos podem ter certeza que suas esposas serão fiéis.
Conseguir-se-á eliminar a MGF no espaço de uma geração?
Espera-se que, com a ajuda de toda a sociedade (comunidades atingidas e não só), mulheres e homens, a resposta venha a ser positiva. Os números divulgados pela OMS são brutais: existem entre 120 a 140 milhões de excisadas em todo o mundo; na África o número é de 92 milhões de meninas e mulheres com 10 anos e mais; existem todos os dias cerca de três milhões de meninas em risco.

Fonte: Pesquisa Google
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:12  ver comentários (1) comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Cerca de 300 crianças e adolescentes autistas que fazem tratamento no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo estão participando de uma terapia experimental com cães. O projeto é realizado pelo Instituto em parceria com a organização não-governamental Instituto de Ações e Terapias Assistidas por Cães (ONG Inataa). O objetivo da terapia é estimular e facilitar o relacionamento e a comunicação dos autistas com as pessoas em geral, com a família e com os cuidadores. De acordo com o psiquiatra e coordenador do Projeto de Autismo do Instituto, Estevão Vadasz, a terapia é dividida em três fases. Na primeira, as crianças são expostas aos cães e os médicos observam suas reações, para avaliar se elas se beneficiariam ou não com a terapia. “Se a criança tiver muito medo do cão, por exemplo, não adianta continuarmos o tratamento, pois teríamos outro trabalho para fazê-la superar o medo do cão”, diz. A segunda fase é a terapia propriamente dita, que envolve a criança, o cão e o terapeuta, realizada no próprio hospital. Depois desse período e, dependendo da evolução do caso, a criança poderá levar um cão treinado para casa para ser seu companheiro.”Assim como os cegos têm um cão para guiá-los, os autistas terão um cão treinado para lhes fazer companhia”, ressalta. O autismo atinge cerca de um milhão de pessoas no Brasil e é um transtorno que provoca um distúrbio comportamental. Os principais sintomas apresentados são problemas de comunicação e linguagem, dificuldades de socialização e comportamentos repetitivos.

[Folha de S. Paulo (SP), Fernanda Bassette – 02/04/2009]
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:40  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Isto existe?
Você já deve ter passado um bom tempo da sua vida na frente do espelho. Ainda não fez isso hoje? Então, faça. Uma das primeiras coisas (ou a primeira) que vão chamar a atenção em seu rosto, para bem ou para mal, é o nariz. Bem no meio da face, é ele quem define os traços do rosto e se torna alvo das preocupações de muitos, seja com relação à parte estética ou por conta da respiração. Esta pequena parte do seu corpo tem grande importância na sua qualidade de vida. Recentes estudos da Academia Americana de Otorrinolaringologia apontam a "Cirurgia Funcional Nasal" como intervenção cirúrgica que melhora a respiração do paciente. O método utilizado para esta constatação &eac ute; a "Nose Scale", uma tabela que, preenchida pelo paciente, tem mostrado a melhora da respiração, da qualidade do sono e da qualidade de vida que segue a cirurgia nasal para corrigir os problemas respiratórios. A septoplastia + turbinectomia (ou a Cirurgia Funcional Nasal propriamente dita) é indicada para promover melhor respiração nasal nos pacientes que não se beneficiam com medicamentos. Mas, o que exatamente essa cirurgia faz? O que é? A septoplastia é a cirurgia do septo nasal, e é utilizada para corrigir, principalmente, o desvio de septo. Já a turbinectomia, é a cirurgia das conchas nasais, e é indicada para aqueles que têm problemas como hipertrofia de cornetos entre outros. Tanto o desvio do septo quanto a hipertrofia podem ser causadores de obstrução nasal severa, problema que atrapalha a vida de 20% dos brasileiros, de acordo com estimativa da ABR (Academia Brasileira de Rinologia) e que, além das dificuldades para dormir, podem desenvolver problemas relacionados à ansiedade, depressão, mal desempenho no trabalho, em exercícios físicos e até em atividades sexuais. “Tampão” não é mais utilizado Ambas as cirurgias são realizadas juntas, sendo rara a situação em que uma e outra são realizadas individualmente. O processo é relativamente simples para os otorrinolaringologistas e dura cerca de 60 minutos em média. O tipo de anestesia utilizado varia entre a geral e a local com supervisão do anestesista (local assistida) e, em alguns casos, o paciente pode ir para casa no mesmo dia. Depois do ato cirúrgico, o paciente é orientado a dormir com dois travesseiros, para deixar sempre a cabeça mais elevada, e a higienizar o nariz com soro fisiológico diariamente. Um dos grandes "pavores" dos pacientes em relação à cirurgia funcional nasal era a necessidade do uso dos tamponamentos nasais ou tampões, para estan car o sangramento. Atualmente, esses tampões raramente são utilizados, graças às técnicas cirúrgicas modernas, como a vídeo endoscopia. Dois problemas corrigidos de uma vez E se você tem algum problema estético com o nariz, além de uma obstrução nasal, não se preocupe. Você pode fazer uma cirurgia funcional nasal ao mesmo tempo em que faz uma rinoplastia. A cirurgia que altera as funções respiratórias e estéticas do nariz se chama rinosseptoplastia funcional e o seu otorrinolaringologista pode lhe falar mais sobre o assunto. Através desta técnica, além de sair da cirurgia respirando bem, você ainda pode comemorar um novo nariz, caso o seu lhe incomode.

Para saber mais sobre a sua respiração, acesse: http://www.respirepelonariz.org.br/

Sobre a ABR

A Academia Brasileira de Rinologia (ABR) é uma entidade médica, sem fins lucrativos que reúne otorrinolaringologistas especializados em Rinologia, ou o estudo do nariz, de todo o Brasil. Recentemente, os médicos da ABR em parceria com a ABORL-CCF lançaram a campanha “Respire Pelo Nariz e Viva Melhor” para oferecer aos pacientes orientações sobre a respiração saudável.

Para saber mais, acesse: http://www.rinologia.org.br/

RedaçãoeAgora.com.br
tags:
link do postPor anjoseguerreiros, às 16:37  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Homem de origem vietnamita matou 13 pessoas e depois se matou.Mulher do brasileiro e polícia de Binghampton confirmaram a morte.

Um brasileiro foi uma das 14 pessoas que morreram após disparos feitos por um homem dentro de um prédio da American Civic Association, na cidade Binghampton, no estado de Nova York (EUA), nesta sexta-feira (3). O professor Almir Olimpio Alves, de 43 anos, estudava dentro do centro que auxilia imigrantes e refugiados a se integrarem à sociedade local, segundo a mulher dele, Márcia Pereira Lins Alves, de 36 anos, disse para o site pe360graus. O G1 ligou para a polícia de Binghampton, que confirmou que o brasileiro foi uma das vítimas e que ele estava estudando no local. Uma hora após conversar com a reportagem, a polícia divulgou a lista dos mortos, que há vítimas chinesas, iraquiana, americanas e haitianas .

“A esposa do co-orientador do pós-doutorado, o professor Pedro Otaneda, que está em Nova York, ligou para avisar”, disse Márcia Pereira.
Almir Olímpio Alves trabalhava como professor do departamento de Matemática da Universidade de Pernambuco (UPE), em Nazaré da Mata, na Zona da Mata do Estado. Ele estava nos Estados Unidos desde setembro de 2008 e, segundo ela, voltaria ao Brasil em julho deste ano.
A polícia contou ainda que o homem, Jiverly Wong, de 41 anos, que atirou era um vietnamita que morava em Johnson City (também em Nova York) e que o provável motivo pelo crime foi o fato de ter perdido o emprego e de ter dificuldade em aprender a língua inglesa.
Ele entrou no prédio com duas armas, segundo o relato de uma das recepcionistas que fingiu ter morrido para conseguir ligar para a polícia.
Após atirar nas pessoas que estavam no prédio e fazer alguns reféns, ele se matou, segundo a polícia.
"Podemos dizer com certeza que ninguém mais levou um tiro após a chegada da polícia", afirmou o promotor Gerald F. Mollen, neste domingo (5). Uma equipe da Swat entrou no prédio 43 minutos após a primeira ligação para o 911 (o 190 americano), disse a polícia.
Os policiais não souberam dizer se havia um alvo em particular que Wong queria atingir.

A lista das vítimas, conforme a polícia americana:
Paquistão
Parveen Nln Ali, de 26 anos
Filipinas
Dolores Yigal, de 53 anos
Haiti
Marc Henry Bernard, de 44 anos
Maria Sonia Bernard, de 46 anos
China
Li Guo, de 47 anos
Hong Xiu Mao, de 35 anos
Hai Hong Zhong, de 54 anos
Jiang Ling, de 22 anos
Vietnã
Lan Ho, de 39 anos
Iraque
Layla Khalil, de 57 anos
EUA
Maria Zobniw, de 60 anos
Roberta Bobby King, de 72 anos


FONTE:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:48  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar

Polícia de Los Angeles diz que quatro mulheres fizeram acusação. Alex da Silva não foi encontrado para comentar o assunto.

O brasileiro Alex da Silva, em foto divulgada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (Foto: Reprodução/Polícia dos EUA)
O dançarino e coreógrafo brasileiro Alex da Silva, de 41 anos, foi detido e acusado de tentativa de agressão sexual a quatro de suas alunas de dança, no sábado (4), em Los Angeles, nos Estados Unidos. O brasileiro, que participa do programa ‘So you think you can dance’, do canal Fox, foi detido e liberado ainda no sábado e passou a ser investigado, segundo contou o detetive John Eum para a agência de notícias “Associated Press” (AP). O G1 tentou ouvir o dançarino, mas não obteve retorno, assim como a AP.
Silva foi liberado após pagar uma fiança de US$ 3,8 milhões. Ele voltará à Corte nesta terça-feira (7). Conforme Eum, Silva chegou a ser acusado de estupro por três mulheres em 2003, 2004 e 2005, mas ele não sabe as razões que os promotores não levaram o caso adiante. O ultimo caso, segundo a mídia americana, aconteceu em 28 de março, quando uma mulher disse que o brasileiro a atraiu para a casa dele onde ele teria tentado estuprá-la.
“Estas quatro mulheres não se conhecem, mas o que disseram é praticamente o mesmo”, disse o detetive. “Nós temos quase certeza de que há outras vítimas. Nós esperamos que elas apareçam”, completou. Em sua página na internet, Silva diz que começou a dançar salsa aos 20 anos. Diz ele ter ensinado mais de 15 mil pessoas a dançar o ritmo, entre elas celebridades como Salma Hayek, Jennifer Love Hewitt, Will Smith, Vin Diesel, entre outros.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:25  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar


Kit fraldas, personal stylist, dog care e espaços de lazer em condomínios são alguns dos mimos do mercado

Vida de cachorro ganhou outro sentido em São Paulo. Peluda como um novelo de lã bem fofo, Blunch, uma lhasa apso preta e branca, tem seus pelos escovados pelo menos três vezes por semana. Também vai às compras no shopping - lá, aprendeu a andar de escada rolante. Não raro, pela manhã, toma sua primeira refeição numa cafeteria da Vila Olímpia, bairro nobre da zona sul, onde ganha biscoito e um pote de água. E frequenta um pet shop especial, que garante hidratação, corte Chanel e um enfeite no meio da testa, o tal terceiro olho que as atrizes da novela Caminho das Índias, da Rede Globo, costumam usar.
Blunch circula assim pela cidade porque há cada vez mais restaurantes, cafés e até mesmo shoppings oferecendo serviços especializados no mundo canino. O Shopping Cidade Jardim, por exemplo, não só permite a entrada de cachorros como ainda dá um kit de fraldas. Também disponibiliza o baby dog, cercadinho chique monitorado, onde o cachorro fica enquanto o dono vai ao cinema.
No mercado imobiliário, espaços batizados de dog walk, cachorródromo ou dog care são um dos chamarizes de lançamento de condomínios clube. Há também agências de turismo, como a Quatro Patas, que oferece roteiros radicais como rafting, em que o cão e o dono vão juntos no bote corredeira abaixo.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), órgão ligado à Secretaria de Saúde de São Paulo, um em cada sete paulistanos, em média, tem cachorro em casa. Portanto, optar por uma postura dog friendly virou estratégia certeira para conquistar um bom consumidor: o dono. "Não vou a shoppings ou lojas que não aceitam cachorros. Quando saio, um da turma vai junto", diz Carla Troianelli, dona de Blunch e mais seis cachorros da mesma raça. Ela gasta por mês R$ 2.500 com alimentação, tosa e adestramento. O tratamento de beleza, a roupinha e outras regalias não entram nessa conta. Carioca, ela comprou Blunch quando veio morar em São Paulo há quatro anos. "Eu ficava sozinha porque meu marido viaja. Ela foi mimada como filha única."

MIMOS
O que é exatamente encher um cachorro de mimos? A médica Cintia Sanchez que tem "dois filhos", como costuma dizer, Sami, um poodle, e Honey, um shitzu, contratou um personal dog, um stylist em cães. "Levamos uma mala de roupas desenvolvidas pela nossa grife até a casa do cliente. Lá, o personal consegue indicar os modelos que mais se adaptam à raça, ao tamanho e ao estilo do cão", diz Meggy Lopes Figer, dona da Queen Pet, que lançou o serviço há pouco mais de 15 dias.
São roupas que seguem as últimas tendências da moda: para as fêmeas, saia balonê de tafetá, vestido de noiva, jardineira com saia plissada; para os machos, camiseta polo, macacão camuflado e jaqueta de frio com capuz. O mesmo modelo de roupa dos cachorro é copiado para a etiqueta infantil da mesma grife. "A ideia é que os dois, criança e cachorro, saiam parecidos na rua." De tão parecidas, na arara, fica difícil distinguir de quem é o quê.


link do postPor anjoseguerreiros, às 14:50  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

RIO - A fragilidade no controle da corrupção, do tráfico de armas e drogas e da falsificação de produtos sempre foi uma característica do Paraguai, país da America Latina que, nos últimos anos, tenta ganhar força como exportador de um produto nobre: educação. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, no Rio, por exemplo, uma instituição já cuida, exclusivamente, do envio de estudantes para fazer mestrado e doutorado na Universidade Americana, em Assunção. Quem oferece o serviço garante que o diploma obtido em terras paraguaias vale automaticamente no Brasil, para atividades acadêmicas (pesquisa e ensino), graças a um decreto presidencial de 2005.
Mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação que avalia e controla cursos de pós no país, diz que a propaganda é enganosa, e levanta suspeita sobre a qualidade dos cursos. Há dois anos, o Instituto de Desenvolvimento Educacional Ibero-Americano (Ideia), com sede no Rio, firmou convênio com a Universidade Americana. Os cursos, nas áreas de educação, saúde, direito, administração e educação física, são realizados em dois anos, e a previsão é de que os primeiros diplomas sejam concedidos em janeiro de 2010. O professor Carlos Alberto do Amaral, diretor acadêmico do Ideia, diz que o decreto 5.518, de agosto de 2005, garante o diploma para o exercício de atividades acadêmicas.
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:44  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

ESTRASBURGO, França - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez nesta sexta-feira um apelo aos países ao redor do mundo nesta sexta-feira a agirem rapidamente para combater o aquecimento global.
- Todos nós sabemos que o tempo está acabando - disse Obama durante reunião na cidade francesa de Estrasburgo. - A América precisa fazer mais, a Europa precisa fazer mais - acrescentou.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:33  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

Uma ponte de gelo que liga um bloco do tamanho da Jamaica a duas ilhas da Antártica rompeu-se, informaram pesquisadores neste final de semana. Cientistas afirmam que o rompimento pode indicar que o bloco Wilkins, como é conhecido o território, flutuará livremente, o que seria um sinal das mudanças provocadas pelo aquecimento global.
O bloco Wilkins, que fica no oeste da Península Antártica, está diminuindo de tamanho desde a década de 1990.
Para os pesquisadores, a ponte de gelo era uma barreira importante que mantinha o bloco ligado à região. O rompimento permitiria que o bloco Wilkins se movimentasse livremente entre as ilhas de Charcot e Latady. Nível do mar
Fotos da Agência Espacial Europeia haviam demonstrado que a ponte estava começando a se romper. O pesquisador David Vaughan, do instituto British Antarctic Survey, colocou um GPS na ponte de gelo em janeiro e está monitorando o movimento do bloco Wilkins.
"Nós sabemos que [o bloco de gelo Wilkins] está completamente ou muito estável desde os anos 30, e depois ele começou a diminuir de tamanho nos anos 90", disse ele à BBC.
"O fato de que ele está diminuindo e agora perdeu conexão com uma das ilhas é uma indicação forte de que o aquecimento da Antártica está tendo efeito em outro bloco de gelo."
O rompimento não deve ter impacto direto no nível dos mares, porque o gelo está flutuando e não derreteu, mas cientistas estão preocupados com as mudanças no clima da Antártica.
Nos últimos 50 anos, a península tem sido uma das que mais está se aquecendo no planeta.
Muitas das camadas de gelo diminuíram no período e seis delas se romperam por completo - Prince Gustav, Larsen Inlet, Larsen A, Larsen B, Wordie, Muller e Jones.
Pesquisas mostram que quando os blocos se rompem, as geleiras e as massas degelo começam a se movimentar em direção ao Oceano. É esse gelo que pode aumentar o nível do mar, mas ainda há muitas dúvidas sobre a forma como esses fenômenos estão ocorrendo.
Esses fenômenos não foram incluídos no relatório do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que fez projeções sobre o aumento do nível do mar no futuro. O texto de 2007 do IPCC diz que as dinâmicas do gelo ainda são pouco compreendidas pelos cientistas.


link do postPor anjoseguerreiros, às 11:55  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

MONTREAL - Um estudo feito por pesquisadores canadenses diz ter descoberto o local onde a tão buscada inteligência reside no cérebro das pessoas. Segundo os cientistas do Instituto Neurológico de Montreal, a faculdade do saber está diretamente ligada à espessura do córtex cerebral, também conhecido como massa cinzenta - região que desempenha funções fundamentais como memória, pensamento, linguagem e consciência. As informações são do site Live Science.
O instituto canadense chegou a esta conclusão depois de fazer um mapeamento digitalizado dos cérebros de 216 meninos e meninas saudáveis, com idades entre 6 e 18 anos, oriundos de diversos grupos étnicos e socioeconômicos. Além do rastreamento, as crianças também foram submetidas a testes de analogia, vocabulário, raciocínio e de habilidades visuais.

As análises sobre o córtex cerebral surpreenderam os especialistas do Instituto Neurológico. Para o neurocientista e psiquiatra Sheriff Karama, "foi difícil entender como algo tão complexo como a inteligência fica restrita a pequenos espaços do cérebro".

De acordo com Karama, se olharmos para a média de espessura do córtex nas crianças pesquisadas, as diferenças entre o menor e o maior QI foi de meio milímetro. O pesquisador explicou que os resultados não significam que a espessura do córtex (ou a inteligência) se baseiem unicamente na genética. - O ambiente também desempenha um papel - afirmou ele ao Live Science.

Depois de perceber que os genes afetam o tamanho do córtex, os especialistas avaliaram que futuramente a descoberta pode ter efeitos positivos em tratamentos de transtornos mentais, como Alzheimer, depressão e esquizofrenia. - Você pode ajudar a tratar um grande número de declínios cognitivos - ressaltou Karama. Os resultados do estudo foram publicados na última edição da revista médica Intelligence.

Desde a última década, cientistas do mundo inteiro têm tentado decifrar a localização exata da inteligência na cabeça do ser humano. Um estudo realizado em 2000 por britânicos e alemães defendeu que o intelecto depende exclusivamente dos lobos frontais do cérebro. Em anos seguintes, pesquisadores disseram ter encontrado indícios de que a sabedoria tem a base formada em outras regiões que não o córtex ou os lobos frontais. No entanto, estes experimentos foram contestados pela comunidade científica porque analisou um número relativamente baixo de crianças em testes.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:37  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

RIO - Depois das armas, das drogas e dos presídios, traficantes do Rio partiram para a expansão de seus negócios passando a controlar territórios também no asfalto para explorar a prostituição de menores. De acordo com reportagem publicada na edição deste domingo do jornal O GLOBO, pagando propina a grupos de policiais corruptos e associados a uma rede de aliciadores espalhados pela cidade, os bandidos já dominam a prostituição envolvendo adolescentes em nove bairros da cidade, das zonas Sul e Norte. Na relação de pontos de prostituição estão algumas das mais movimentadas avenidas da cidade, como a Atlântica, em Copacabana, cartão-postal do Rio e do país no exterior. ( Assista ao vídeo em que MP pede que população denuncie exploração sexual )
Relatos de menores explorados sexualmente (meninos e meninas) ouvidos pelo GLOBO - alguns deles de 15 anos - revelam que são obrigados a pagar diariamente até R$ 50 aos aliciadores, e cumprir uma jornada que pode representar até seis programas por noite em hotéis espalhados pela cidade, no interior de carros e até mesmo em calçadas de ruas sem iluminação pública. Tudo controlado por traficantes de drogas de uma favela do Rio, que recebem percentual do lucro em troca de segurança armada.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:09  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

'Monstros vs. alienígenas' encabeça estreias da semana
Publicada em 02/04/2009 às 14h31mO Globo


" Monstros vs. alienígenas " (Monsters vs. aliens), de Rob Letterman e Conrad Vernon, é uma animação com as vozes de Seth Rogen, Hugh Laurie, Reese Whiterspoon, Paul Rudd e Kiefer Sutherland. Baseada nos clássicos filmes B de terror feitos nos anos 50, é a primeira produção da DreamWorks Animation produzida com tecnologia stereoscopic 3D. Uma moça é atingida por um meteorito no dia de seu casamento e se torna gigante. Capturada por militares, ela é levada a uma base secreta, na qual o governo esconde monstros que terão a missão de salvar o planeta após uma invasão alienígena. O filme será exibido em 3D nas salas com esta tecnologia, e irá inaugurar a sala 3D do Kinoplex Tijuca (também será exibido em 3D no Cinemark Downtown, UCI Kinoplex e UCI New York City Center).


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/rioshow/mat/2009/03/31/monstros-vs-alienigenas-encabeca-estreias-da-semana-755070757.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:51  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - Mais do que um traço nos mapas escolares, um novo estado significa mais burocracia e gastos com câmaras estaduais, bombeiros, policiais, governadores, além de novos deputados e senadores. Apesar do custo para erguer uma nova estrutura, no Congresso há pelo menos 14 projetos que propõem a criação de novos estados. Se todos eles fossem aprovados, o país ganharia 14 novas unidades entre estados e territórios federais, passando a ter 41 no total.
Um acréscimo que não seria barato. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou no ano passado um estudo em que estima em R$ 832,14 milhões o custo fixo anual de manutenção de um estado no Brasil sem considerar a sua população ou sua atividade econômica. Segundo o Ipea, cada habitante custaria R$ 564,69 a mais ao gasto público estadual e cada real produzido em um estado requer um aumento de 7,5 centavos em termos de gasto público estadual. Um número contestado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), autor de três projetos que propõem a criação de novos estados.
Se todos os projetos fossem aprovados e o custo fosse o mesmo para os territórios federais, apenas em um ano o país gastaria R$ 11,649 bilhões na manutenção destas novas unidades da federação.
- Esse (o estudo do Ipea) é um dado falso. Só o que vai ser arrecadado de imposto dá para tocar o estado. O resto é investimento federal. O principal objetivo da República é eliminar as desigualdades regionais e esse raciocínio (do gasto) é uma espécie de colonialismo interno. Não fosse a Zona Franca de Manaus, por exemplo, a Amazônia ocidental seria uma área completamente paupérrima - disse Mozarildo, defensor de todos os projetos que envolvam a região da Amazônia.
Mas a medida não é unanimidade no Congresso onde muitos projetos estão parados há mais de uma década. Entre os contrários às mudanças no mapa brasileiro, há deputados e senadores que apontam desde o atual momento de crise econômica e o gasto extra, que consideram desnecessário, ao argumento que o Brasil já está consolidado com as atuais 27 unidades da federação.
- O gasto que teríamos com burocracia é enorme. E há estados que não se sustentariam porque não teriam nível de arrecadação. Por mais que eles recebam o fundo de participação, (o dinheiro) seria insuficiente - critica a deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).
Os parlamentares a favor das divisões, no entanto, argumentam que um estado menor poderia ser mais bem administrado e citam o exemplo de Tocantins, que pertencia a Goiás, e do Mato Grosso, que se dividiu gerando o Mato Grosso do Sul. Também afirmam que a população mais pobre seria mais bem assistida e o estado se desenvolveria mais do que se ficasse na dependência de um governo central muitas vezes distante do interior, como no caso do Pará ou do Amazonas.
- Os exemplos do Mato Grosso e de Goiás me levam à condição de que o Piauí dará um grande passo na aceleração do seu crescimento e na diminuição das desigualdades internas - afirma o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), que aprova a criação do estado de Gurgueia.
- Tocantins custou mais de R$ 1 bilhão para a instalação inicial. E do ponto de vista de distribuição de renda e desenvolvimento, não é um exemplo - rebate o deputado Nazareno Fonteles (PT-PI).
Com tanta controvérsia e a pauta do Congresso voltada para a reforma política e a reforma tributária, é difícil imaginar que alguma das tentativas de plebiscito ganhe a luz do dia. Se elas fossem aprovadas, contudo, o país ficaria bem diferente do que conhecemos. Pelo menos no mapa.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:38  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - O pai da menina britânica Madeleine McCann, que desapareceu em maio de 2007 em um resort português, voltou a Portugal para participar de um documentário sobre o desaparecimento da menina para um canal britânico de televisão. De acordo com a imprensa portuguesa, Gerry McCann está na região do Algarve, onde a menina desapareceu.
Além dele, também devem participar do documentário algumas pessoas que jantaram com o casal McCann na noite do desaparecimento da criança, em um apartamento próximo à Praia da Luz. Em 3 de maio, completam-se dois anos do desaparecimento da menina e o casal britânico decidiu relançar sua busca através de cartazes e fotografias na região da Praia da Luz.
Esta é a segunda vez que Gerry McCann retorna a Portugal, após a visita em janeiro realizada com o objetivo de cooperar com as autoridades portuguesas na busca de Madeleine. Em setembro de 2007, Gerry McCann saiu de Portugal com a esposa, Kate, após o caso não ser solucionado. Inicialmente, eles foram considerados suspeitos pela polícia portuguesa. Depois, foram eximidos quando o caso foi arquivado, por falta de provas, em agosto do ano passado.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:34  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

RIO - A população de Angra dos Reis está há quase dois anos sem uma das oito sirenes que compõem o sistema de alerta de acidentes das usinas nucleares instaladas no município. O equipamento, avaliado em R$ 200 mil pela Defesa Civil Nacional, foi roubado em 15 de junho de 2007. Há um inquérito aberto na Polícia Federal para investigar o crime. Segundo a Secretaria Nacional de Defesa Civil, a falta de uma das sirenes não compromete a segurança dos moradores do município, já que o sistema de alarmes foi dimensionado para cobrir a eventual ausência de um dos equipamentos.
O órgão informou ainda que está fazendo, neste momento, uma licitação para adquirir as peças de reposição e, na compra, aproveitará para obter um sistema reserva de sirenes. O prazo para a reposição das peças, no entanto, não foi informado. Também está sendo licitada a reforma de todas as torres de sirene e a atualização dos dispositivos de segurança, violados durante o furto.
O equipamento roubado fica numa região chamada Ponta do Coibá. Há ainda sirenes no Pingo d'Água, no Condomínio do Frade, no Iate Clube, no Morro da Constância, no Sertãozinho, na Praia Vermelha e no Barlavento. As sirenes foram instaladas numa área habitada dentro de um raio de cinco quilômetros ao redor da central de usinas nucleares.


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:24  comentar

pesquisar
 
colaboradores: carmen e maria celia

Abril 2009
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9





arquivos
subscrever feeds
blogs SAPO