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3.4.09
Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

link do postPor anjoseguerreiros, às 20:38  comentar

Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Nos sete anos e meio de internação de Alice, Rosely se divorciou, afastou-se dos amigos e só ficou longe da filha por dois dias em duas ocasiões
No dia em que completou 5 meses de vida, Alice foi levada às pressas para o pronto-socorro. Além de apresentar febre alta, a menina respirava com muita dificuldade. Da emergência, ela passou à unidade de terapia intensiva (UTI). No dia seguinte, estava entubada. Um mês depois, os médicos a submeteram a uma traqueostomia. No domingo retrasado, Alice completou 8 anos. O aniversário foi comemorado com bolo, presentes e Parabéns para Você. Entre os convidados, além de alguns parentes, havia médicos e enfermeiros – todos da equipe do hospital para onde Alice foi levada ainda bebê e de onde jamais saiu. Vítima de uma doença muscular, a garota perdeu todos os movimentos do corpo. Atualmente presa a um leito da unidade de terapia semi-intensiva, comunica-se apenas com o olhar. Ninguém entende melhor o que os olhos de Alice querem dizer do que a mãe, Rosely Prazeres de Maria – e é evidente a calma da menina quando ela está por perto. Aos 40 anos, Rosely vive em função da filha. Ao longo dos últimos oito anos, separou-se do marido, reduziu o ritmo de trabalho, afastou-se dos amigos. Em todo esse tempo, não teve um único namorado. Ficou longe de Alice por, no máximo, dois dias, em apenas duas ocasiões. Numa delas, ganhou uma viagem da empresa em que trabalha. "Foi um desastre. Morri de culpa", diz Rosely. "Chorei o tempo todo e telefonei para o hospital dez vezes por dia, sem exagero." Os afastamentos, se depender dela, nunca mais se repetirão.
As mães de UTI pertencem a um universo invisível para quem está só de passagem por um hospital. São aquelas mulheres que saem pela porta dos fundos das maternidades, sem o filho recém-nascido nos braços. Ou aquelas que,se vêem obrigadas a devolver suas crianças aos cuidados da medicina. De uma hora para outra, elas são arrancadas de seu cotidiano familiar. Planos são interrompidos. A vida é suspensa pelas ameaças permanentes que pairam sobre seus filhos. "Não bastasse toda essa situação, ainda convivem com a culpa. Inconscientemente, responsabilizam-se pelo fato de o filho não ter nascido saudável", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "Com isso, isolam-se do mundo e, em muitos casos, até do marido." Entre as mães de UTI, o índice de divórcios é altíssimo. Chega a 30%, quando a criança fica internada até seis meses, e a 50%, quando a hospitalização chega a um ano. Acima desse período, 70% delas enfrentam a separação. Até bem pouco tempo atrás, a presença constante dessas mães nas UTIs seria inimaginável. Elas só podiam ficar em companhia dos filhos quinze minutos, três vezes por dia. "Como vários estudos vieram a comprovar que o contato com as mães faz bem às crianças, os hospitais passaram a incentivar a entrada delas nas unidades de terapia intensiva", diz o neuropediatra José Salomão Schwartzman. Crianças que passam uma hora por dia em contato com a mãe reagem com mais serenidade às intervenções médicas. Durante um exame, por exemplo, elas choram 80% menos e expressam 20% menos dor. Nessas situações, o risco de parada cardiorrespiratória durante o procedimento é quatro vezes menor. "Além disso, com a aproximação entre mãe e filho, a produção de leite materno aumenta, podendo até dobrar", diz a neonatologista Miriam Ricca, do Hospital e Maternidade São Luiz, na capital paulista. Diante de todos esses benefícios, nos últimos cinco anos, muitos hospitais não só acabaram com o limite de tempo para a visita materna como investiram numa infra-estrutura especial para as mães – salas de descanso, com televisão e banheiro privativo. Alguns já permitem, inclusive, que elas durmam em companhia das crianças.
Ter uma criança numa UTI é morrer um pouco. Dependendo da gravidade do problema, morre-se mais ou menos. "O despreparo para lidar com essa situação é sempre total", diz a psicóloga Daniela de Almeida Andretto. Segundo um levantamento da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo, 44% das mães de prematuros hospitalizados sofrem de ansiedade e depressão – uma incidência duas vezes maior do que a registrada na população em geral. Não há dúvida de que a possibilidade de permanecer ao lado do filho, sem hora marcada para ir embora, ajuda a amenizar o sofrimento. Porque também é a única maneira de essas mulheres poderem exercer a sua maternidade.

Saúde - REVISTA VEJA - 23 de junho de 2007
As mães de UTI
Um olhar sobre as mulheres que abandonam tudo para acompanhar os filhos hospitalizados Adriana Dias Lopes
Veja algumas "delicadezas" necessárias à família na UTI
1. Dispor de uma sala de descanso para as mães com chá, água ou suco, torradas e biscoitos (especialmente em maternidades onde a mãe amamenta).
2. Se possível, servir lanches e refeições para as mães.
3. Permitir fotografias (feitas pelos pais ou pela equipe)
4. Permitir o livre acesso dos pais 24h.
5. Ter uma cadeira ao lado do berço.
6. Ter pelo menos um psicólogo no hospital.
7. Orientar os pais antes da primeira visita, apresentando a equipe pelo nome, e fornecendo informações em linguagem clara e de forma carinhosa sobre a criança, e um resumo simples sobre os equipamentos da UTI para não assustar os pais.
8. Permitir itens pessoais, desenho do irmão mais velho, ou uma foto, ou um santinho, observando as normas internas de higiene.
9. Na hora da chamada para entrar na UTI Neonatal, não se referir às mães e aos filhos como “RN de Maria”, e sim pelo nome do bebê ex: Mãe do Pedro, Ana ou Giovana.
10. Quando o quadro do bebê permitir, ensinar a mãe e o pai a realizar pequenas funções, ex: medir a temperatura, ou ainda se possível, trocar uma fralda.
11. Preparar os pais para cuidarem de seus filhos após a alta, certificando-se que eles compreenderam todas as instruções e cuidados.
12. Ter uma sala de consultas, onde o médico ou a equipe possa conversar com os pais com privacidade.
13. Saber que a equipe e os pais tornam-se uma "família de UTI", e valorizar esse relacionamento, lembrando que cada um tem olhares diferentes sobre a criança.
14. Respeitar sempre as esperanças dos pais, sabendo que todas as informações já foram passadas sobre o estado da criança, as condutas adotadas, e tudo de maneira clara e precisa.
15. Em situação de perda de um bebê, oferecer informação aos pais de maneira cuidadosa, tranqüila, clara, sem pressa, em ambiente preservado. Permitir que estes tenham contato físico com o bebê, se assim o quiserem. Se possível, oferecer apoio psicológico neste momento e garantir retaguarda em ambulatório de psicologia.

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Por razões “desconhecidas” mas de novo em Nampula
Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

Bernardo Álvaro, em Pemba, e Aunício da Silva, em Nampula)2009-04-01 05:51:00
Fonte: Canal de Moçambique
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Por razões “desconhecidas” mas de novo em Nampula
Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

Bernardo Álvaro, em Pemba, e Aunício da Silva, em Nampula)2009-04-01 05:51:00
Fonte: Canal de Moçambique
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Por razões “desconhecidas” mas de novo em Nampula
Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

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Por razões “desconhecidas” mas de novo em Nampula
Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

Bernardo Álvaro, em Pemba, e Aunício da Silva, em Nampula)2009-04-01 05:51:00
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Por razões “desconhecidas” mas de novo em Nampula
Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

Bernardo Álvaro, em Pemba, e Aunício da Silva, em Nampula)2009-04-01 05:51:00
Fonte: Canal de Moçambique
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Por razões “desconhecidas” mas de novo em Nampula
Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

Bernardo Álvaro, em Pemba, e Aunício da Silva, em Nampula)2009-04-01 05:51:00
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Por razões “desconhecidas” mas de novo em Nampula
Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

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Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

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Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

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Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

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Outros 15 presos morrem, desta vez na cadeia de Angoche

• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

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• Cidadãos em Angoche dizem que se tratou de mais casos de morte por “asfixia”, mas as autoridades alegam que morreram com “cólera”
• As autoridades médicas reconhecem que houve mortes por “cólera” mas o número de óbitos de que falam não chega a 15

Entre os dias 18 e 23 de março, a sociedade de bom senso , indignada, viu a morte de mais pessoas abandonadas na Cadeia de Angoche, em Moçambique. As autoridades da cadeia dizem que morreram de cólera e, as autoridades sanitárias afirmam que as condições de vida dos presos originaram os óbitos. Com capacidade para 30 pessoas, Angoche abriga 200 reclusos: 80 condenados,63 aguardando julgamento e outro tanto em prisão preventiva.
No norte do país, continua-se a morrer nas cadeias sem que as autoridades ponham termo a um autêntico massacre . Com isto cresce entre a população uma onda de indignação sem precedentes;começam a olhar para as autoridades com grande desconfiança. Um responsável da Cadeia de Angoche, disse por telefone ao Canal de Moçambique que naquela penitenciaria vive-se o “caos”. Afirmou que “os reclusos alimentam-se todos os dias de feijão, manteiga e farinha de milho”, sublinhando que “não existe variação de alimentos”. Segundo a fonte, “os quinze reclusos morreram por falta de assistência médica”, o que a confirmar-se coloca o Governo em mais uma situação penosa e delicada.
No Hospital Distrital de Angoche, foi dito que“alguns reclusos morreram no espaço de 30 minutos logo após a sua chegada” . “Chegaram quase mortos, o que dá a entender que começaram a padecer há muito tempo'.
Os corpos foram enterrados em valas comuns , pois segundo O Conselho Municipal de Angoche, os mortos não teriam sido reclamados pela família.
Na província de Nampula, esta é a segunda vez, em menos de um mês, que morrem reclusos em cadeias. O primeiro caso que indignou o país ocorreu há três semanas, no distrito de Mongicual. Pelo menos 12 pessoas teriam morrido de asfixia,segundo declarações oficiais,depois de terem estado presos numa cela minúscula da Policia da República de Moçambique (PRM). Eram cidadãos que se encontravam detidos acusados de terem participado numa alegada “campanha de desinformação sobre a situação da cólera” que assola a província de Nampula no geral, e o distrito de Mongicual em particular. As mortes de Mongicual foram já condenadas por diversos camadas da sociedade moçambicana, designadamente pela Renamo( maior partido de oposição), que já veio dizer que os reclusos mortos eram seus membros, o que confere às ocorrências motivação política. A Renamo prometeu também que irá instaurar, junto tribunais internacionais, processos contra o Estado moçambicano e as figuras do ministro do Interior, José Pacheco, e do vice-ministro, José Mandra. Aquele que é o maior partido da oposição considera os dois principais dignitários do Ministério do Interior como “mandantes do crime”.
A Presidência da União Europeia também já veio a público manifestar a sua preocupação pelo sucedido em Mongicual.
Segundo o comandante geral da Polícia , o encerramento da cadeia “não vai impedir a Polícia de continuar a perseguir todos aqueles que estão envolvidos na perturbação da ordem e segurança públicas em Angoche”.

Bernardo Álvaro, em Pemba, e Aunício da Silva, em Nampula)2009-04-01 05:51:00
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SÃO PAULO - A polícia teve acesso ao registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Melo Silva, 18 anos, assassinada pelo ex-companheiro Janken Ferraz Evangelista, 29 anos. Foi confirmada a ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia afirma que o telefonema foi feito por Ana Cláudia ao celular de Fábio Costa. Inicialmente, a informação era de que o goleiro havia ligado para o celular dela. Imagens gravadas pela câmera de segurança do edifício onde a jovem morava mostram ela falando ao celular no elevador.
Evangelista confessou o crime e disse que tentou tomar o celular da mão da mulher durante a briga. Porém, alegou que ela pegou uma faca e ele agiu "em legítima defesa". Ana Cláudia foi morta com 14 facadas.
A assessoria de imprensa do Santos afirmou que, na noite do crime, o goleiro Fabio Costa pode até ter recebido a ligação, mas não teria atendido o celular, uma vez que, após o clássico contra o Corinthians, disputado no Estádio do Pacaembu naquela data, o jogador participou de uma entrevista coletiva e de um programa esportivo na TV.
A polícia não informou se Fábio Costa e Ana Cláudia teriam se falado. A jovem foi morta ao voltar do clássico entre o Santos e o Corinthians, no estádio do Pacaembu. Os ingressos que ela usou para ir ao jogo junto com o ex-marido e uma amiga foram cedidos por Fábio Costa, que confirmou que a conhecia há 5 anos, apenas como fã do time. Ele negou qualquer tipo de envolvimento.
A Secretaria de Segurança Pública informou que os policiais resgataram as ligações e se concentravam em descobrir o conteúdo das conversas.
Após matar a ex-mulher, Janken fugiu com o filho Gabriel, de 1 ano e 8 meses, e só foi preso dois dias após o crime, próximo à cidade de Teixeira de Freitas, na Bahia. As famílias de Ana Cláudia e Janken disputam a guarda do menino na Justiça, que segue indefinida. A criança está com a mãe de Evangelista.

COM A MÃE DELE????DÁ PARA ENTENDER????


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SÃO PAULO - A polícia teve acesso ao registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Melo Silva, 18 anos, assassinada pelo ex-companheiro Janken Ferraz Evangelista, 29 anos. Foi confirmada a ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia afirma que o telefonema foi feito por Ana Cláudia ao celular de Fábio Costa. Inicialmente, a informação era de que o goleiro havia ligado para o celular dela. Imagens gravadas pela câmera de segurança do edifício onde a jovem morava mostram ela falando ao celular no elevador.
Evangelista confessou o crime e disse que tentou tomar o celular da mão da mulher durante a briga. Porém, alegou que ela pegou uma faca e ele agiu "em legítima defesa". Ana Cláudia foi morta com 14 facadas.
A assessoria de imprensa do Santos afirmou que, na noite do crime, o goleiro Fabio Costa pode até ter recebido a ligação, mas não teria atendido o celular, uma vez que, após o clássico contra o Corinthians, disputado no Estádio do Pacaembu naquela data, o jogador participou de uma entrevista coletiva e de um programa esportivo na TV.
A polícia não informou se Fábio Costa e Ana Cláudia teriam se falado. A jovem foi morta ao voltar do clássico entre o Santos e o Corinthians, no estádio do Pacaembu. Os ingressos que ela usou para ir ao jogo junto com o ex-marido e uma amiga foram cedidos por Fábio Costa, que confirmou que a conhecia há 5 anos, apenas como fã do time. Ele negou qualquer tipo de envolvimento.
A Secretaria de Segurança Pública informou que os policiais resgataram as ligações e se concentravam em descobrir o conteúdo das conversas.
Após matar a ex-mulher, Janken fugiu com o filho Gabriel, de 1 ano e 8 meses, e só foi preso dois dias após o crime, próximo à cidade de Teixeira de Freitas, na Bahia. As famílias de Ana Cláudia e Janken disputam a guarda do menino na Justiça, que segue indefinida. A criança está com a mãe de Evangelista.

COM A MÃE DELE????DÁ PARA ENTENDER????


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SÃO PAULO - A polícia teve acesso ao registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Melo Silva, 18 anos, assassinada pelo ex-companheiro Janken Ferraz Evangelista, 29 anos. Foi confirmada a ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia afirma que o telefonema foi feito por Ana Cláudia ao celular de Fábio Costa. Inicialmente, a informação era de que o goleiro havia ligado para o celular dela. Imagens gravadas pela câmera de segurança do edifício onde a jovem morava mostram ela falando ao celular no elevador.
Evangelista confessou o crime e disse que tentou tomar o celular da mão da mulher durante a briga. Porém, alegou que ela pegou uma faca e ele agiu "em legítima defesa". Ana Cláudia foi morta com 14 facadas.
A assessoria de imprensa do Santos afirmou que, na noite do crime, o goleiro Fabio Costa pode até ter recebido a ligação, mas não teria atendido o celular, uma vez que, após o clássico contra o Corinthians, disputado no Estádio do Pacaembu naquela data, o jogador participou de uma entrevista coletiva e de um programa esportivo na TV.
A polícia não informou se Fábio Costa e Ana Cláudia teriam se falado. A jovem foi morta ao voltar do clássico entre o Santos e o Corinthians, no estádio do Pacaembu. Os ingressos que ela usou para ir ao jogo junto com o ex-marido e uma amiga foram cedidos por Fábio Costa, que confirmou que a conhecia há 5 anos, apenas como fã do time. Ele negou qualquer tipo de envolvimento.
A Secretaria de Segurança Pública informou que os policiais resgataram as ligações e se concentravam em descobrir o conteúdo das conversas.
Após matar a ex-mulher, Janken fugiu com o filho Gabriel, de 1 ano e 8 meses, e só foi preso dois dias após o crime, próximo à cidade de Teixeira de Freitas, na Bahia. As famílias de Ana Cláudia e Janken disputam a guarda do menino na Justiça, que segue indefinida. A criança está com a mãe de Evangelista.

COM A MÃE DELE????DÁ PARA ENTENDER????


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SÃO PAULO - A polícia teve acesso ao registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Melo Silva, 18 anos, assassinada pelo ex-companheiro Janken Ferraz Evangelista, 29 anos. Foi confirmada a ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia afirma que o telefonema foi feito por Ana Cláudia ao celular de Fábio Costa. Inicialmente, a informação era de que o goleiro havia ligado para o celular dela. Imagens gravadas pela câmera de segurança do edifício onde a jovem morava mostram ela falando ao celular no elevador.
Evangelista confessou o crime e disse que tentou tomar o celular da mão da mulher durante a briga. Porém, alegou que ela pegou uma faca e ele agiu "em legítima defesa". Ana Cláudia foi morta com 14 facadas.
A assessoria de imprensa do Santos afirmou que, na noite do crime, o goleiro Fabio Costa pode até ter recebido a ligação, mas não teria atendido o celular, uma vez que, após o clássico contra o Corinthians, disputado no Estádio do Pacaembu naquela data, o jogador participou de uma entrevista coletiva e de um programa esportivo na TV.
A polícia não informou se Fábio Costa e Ana Cláudia teriam se falado. A jovem foi morta ao voltar do clássico entre o Santos e o Corinthians, no estádio do Pacaembu. Os ingressos que ela usou para ir ao jogo junto com o ex-marido e uma amiga foram cedidos por Fábio Costa, que confirmou que a conhecia há 5 anos, apenas como fã do time. Ele negou qualquer tipo de envolvimento.
A Secretaria de Segurança Pública informou que os policiais resgataram as ligações e se concentravam em descobrir o conteúdo das conversas.
Após matar a ex-mulher, Janken fugiu com o filho Gabriel, de 1 ano e 8 meses, e só foi preso dois dias após o crime, próximo à cidade de Teixeira de Freitas, na Bahia. As famílias de Ana Cláudia e Janken disputam a guarda do menino na Justiça, que segue indefinida. A criança está com a mãe de Evangelista.

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Evangelista confessou o crime e disse que tentou tomar o celular da mão da mulher durante a briga. Porém, alegou que ela pegou uma faca e ele agiu "em legítima defesa". Ana Cláudia foi morta com 14 facadas.
A assessoria de imprensa do Santos afirmou que, na noite do crime, o goleiro Fabio Costa pode até ter recebido a ligação, mas não teria atendido o celular, uma vez que, após o clássico contra o Corinthians, disputado no Estádio do Pacaembu naquela data, o jogador participou de uma entrevista coletiva e de um programa esportivo na TV.
A polícia não informou se Fábio Costa e Ana Cláudia teriam se falado. A jovem foi morta ao voltar do clássico entre o Santos e o Corinthians, no estádio do Pacaembu. Os ingressos que ela usou para ir ao jogo junto com o ex-marido e uma amiga foram cedidos por Fábio Costa, que confirmou que a conhecia há 5 anos, apenas como fã do time. Ele negou qualquer tipo de envolvimento.
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Após matar a ex-mulher, Janken fugiu com o filho Gabriel, de 1 ano e 8 meses, e só foi preso dois dias após o crime, próximo à cidade de Teixeira de Freitas, na Bahia. As famílias de Ana Cláudia e Janken disputam a guarda do menino na Justiça, que segue indefinida. A criança está com a mãe de Evangelista.

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Evangelista confessou o crime e disse que tentou tomar o celular da mão da mulher durante a briga. Porém, alegou que ela pegou uma faca e ele agiu "em legítima defesa". Ana Cláudia foi morta com 14 facadas.
A assessoria de imprensa do Santos afirmou que, na noite do crime, o goleiro Fabio Costa pode até ter recebido a ligação, mas não teria atendido o celular, uma vez que, após o clássico contra o Corinthians, disputado no Estádio do Pacaembu naquela data, o jogador participou de uma entrevista coletiva e de um programa esportivo na TV.
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RIO - Sempre sonhou em ter um bonequinho do Steve Jobs? Pois o site podbrix.com está vendendo uma versão de pelúcia do carismático líder da Apple. O boneco é feito na medida para os Macmaníacos que, além de possuir todos os produtos da empresa, fazem questão de deixar bem claro o seu amor pela gigante da informática - e agora também do entretenimento.
Feito a mão, o boneco tem 43 cm de altura e é indicado apenas para maiores de 18 anos, por causa dos óculos feitos de arame, que geram riscos de choques, e do olhar cínico que pode assustar crianças e mesmo adultos mais sensíveis - especialmente funcionários da Apple.
"Aconchegue-se com ele e finja que está escutando segredos corporativos em seus ouvidos. Jobs gosta de estar com seus outros bonecos de pelúcia.. e também adora a Barbie. Mas por favor, mantenha distância de computadores com Windows. Ele os odeia."
Inicialmente o site oferece 500 unidades do Plush Jobs, a US$ 27,99, mas se o boneco fizer sucesso eles garantem que produzirão mais. Ah, e o Steve de pelúcia será vendido para fora dos EUA? "É claro, Jobs adora viajar".


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"Aconchegue-se com ele e finja que está escutando segredos corporativos em seus ouvidos. Jobs gosta de estar com seus outros bonecos de pelúcia.. e também adora a Barbie. Mas por favor, mantenha distância de computadores com Windows. Ele os odeia."
Inicialmente o site oferece 500 unidades do Plush Jobs, a US$ 27,99, mas se o boneco fizer sucesso eles garantem que produzirão mais. Ah, e o Steve de pelúcia será vendido para fora dos EUA? "É claro, Jobs adora viajar".


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RIO - Sempre sonhou em ter um bonequinho do Steve Jobs? Pois o site podbrix.com está vendendo uma versão de pelúcia do carismático líder da Apple. O boneco é feito na medida para os Macmaníacos que, além de possuir todos os produtos da empresa, fazem questão de deixar bem claro o seu amor pela gigante da informática - e agora também do entretenimento.
Feito a mão, o boneco tem 43 cm de altura e é indicado apenas para maiores de 18 anos, por causa dos óculos feitos de arame, que geram riscos de choques, e do olhar cínico que pode assustar crianças e mesmo adultos mais sensíveis - especialmente funcionários da Apple.
"Aconchegue-se com ele e finja que está escutando segredos corporativos em seus ouvidos. Jobs gosta de estar com seus outros bonecos de pelúcia.. e também adora a Barbie. Mas por favor, mantenha distância de computadores com Windows. Ele os odeia."
Inicialmente o site oferece 500 unidades do Plush Jobs, a US$ 27,99, mas se o boneco fizer sucesso eles garantem que produzirão mais. Ah, e o Steve de pelúcia será vendido para fora dos EUA? "É claro, Jobs adora viajar".


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Nem só de adestrar cachorro vive André Francisco Rosa.Treinador condiciona animais que irão atuar em comerciais de TV.

A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


fonte:G1
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Nem só de adestrar cachorro vive André Francisco Rosa.Treinador condiciona animais que irão atuar em comerciais de TV.

A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


fonte:G1
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Nem só de adestrar cachorro vive André Francisco Rosa.Treinador condiciona animais que irão atuar em comerciais de TV.

A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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Nem só de adestrar cachorro vive André Francisco Rosa.Treinador condiciona animais que irão atuar em comerciais de TV.

A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


fonte:G1
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Nem só de adestrar cachorro vive André Francisco Rosa.Treinador condiciona animais que irão atuar em comerciais de TV.

A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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Nem só de adestrar cachorro vive André Francisco Rosa.Treinador condiciona animais que irão atuar em comerciais de TV.

A maior parte dos colegas de trabalho de André Francisco Rosa, de 32 anos, é cachorro, mas, de vez em quando, surge uma galinha, um pato, um porco, um pombo e até uma borboleta. Rosa é treinador de animais e costuma condicionar os bichos para fazer alguma tarefa específica para comerciais de televisão. A galinha que corre como louca nas primeiras cenas do longa-metragem “Cidade de Deus” foi “aluna” dele, conta o treinador. Alguns gatos que aparecem em comerciais de ração também. Apesar de adorar o trabalho com animais, Rosa conta que a maior dificuldade na hora do condicionamento é o medo constante que esses bichos têm de tudo. “Os cães são animais sociais, que convivem com a gente. Já um veado-catingueiro ou uma galinha, por exemplo, são naturalmente presas e, por isso, têm como instinto de sobrevivência fugir e se proteger sempre”, conta.
Para mudar essa relação, Rosa conta que costuma começar o treinamento conquistando a confiança do animal, o que pode levar alguns dias. Só depois, ele dá início ao condicionamento. “O cliente me diz o que ele quer que o animal faça, e eu começo o treino. Pode levar dias ou semanas porque tem que respeitar o ritmo de cada um”, conta. Para uma borboleta que precisava posar na mão de uma mulher, Rosa recorreu a uma substância que atraía o animal. Depois de várias tentativas, a borboleta passou a posar no lugar certo. A mesma tática, no entanto, não servia para o pombo. “Ele não podia posar nem 10 cm para frente nem 10 cm para trás de um ponto específico.”
Um veado-catingueiro que precisava fugir de um ator vestido de índio, parar para comer e ainda caminhar em direção à câmera foi um dos que mais deram trabalho. Mas os pedidos dos clientes nem sempre são tão diferentes. “A maioria dos comerciais pede algum comportamento natural, como espirrar ou se coçar”, diz Rosa.

Bode na guia
Entre os animais treinados por Rosa, outro que exigiu bastante dedicação foi um bode, que seria a estrela de uma propaganda de cerveja. O animal precisava se acostumar a andar no meio-fio, como um cachorro, e se familiarizar com um ônibus. “Passeei com ele na guia por Pinheiros [na Zona Oeste de São Paulo] e Vila Mariana [na Zona Sul de São Paulo]. As pessoas ficavam me olhando, achando estranho. Até aluguei um ônibus para o bode dar umas voltas dentro”, conta Rosa.
No fim, relembra o adestrador, deu tudo certo. O bode se comportou bem durante as gravações do comercial, andou na guia e até subiu em um ônibus, como estava previsto. Isso tudo com muita gente ao redor e toda a parafernália de câmeras. Bode, cachorro, pombo, borboleta e porco entraram na vida de Rosa por acaso. O sonho dele era ser jogador de futebol, mas um acidente de moto o afastou da bola e, para sobreviver, ele aceitou o emprego em um canil. Logo, apareceu um serviço para domar uma labrador que convivia com um leão. “Mas era ela que mandava nele”, relembra Rosa, que atualmente tem dez cachorros em casa.
Conquistado pelos animais, Rosa fez cursos para entender o comportamento dos bichos e se tornou treinador. Anos depois, é ele quem oferece empregos no canil e na creche de cães que comanda na Zona Oeste. “Agora, eu quero oferecer oportunidade para muitos meninos que não têm perspectiva de emprego. Eles aprendem aqui e podem seguir adiante em uma profissão”.


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RIO - Um homem abriu fogo na tarde desta sexta-feira no prédio da Associação Cívica Americana (ACA), entidade que auxilia imigrantes e refugiados, na cidade de Binghamton, no estado de Nova York. De acordo com autoridades, ao menos 13 pessoas morreram. O agressor, que teria um tipo asiático, também foi morto após fazer dezenas de pessoas reféns no local .
No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
O governador de Nova York David Paterson afirmou que este é "um dia trágico para Nova York", e divulgou nota condenando o ataque e pedindo apoio e solidariedade às famílias das vítimas.
Binghamton é uma cidade de 50 mil habitantes situada a 240 km da cidade de Nova York, a maior dos EUA.


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RIO - Um homem abriu fogo na tarde desta sexta-feira no prédio da Associação Cívica Americana (ACA), entidade que auxilia imigrantes e refugiados, na cidade de Binghamton, no estado de Nova York. De acordo com autoridades, ao menos 13 pessoas morreram. O agressor, que teria um tipo asiático, também foi morto após fazer dezenas de pessoas reféns no local .
No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
O governador de Nova York David Paterson afirmou que este é "um dia trágico para Nova York", e divulgou nota condenando o ataque e pedindo apoio e solidariedade às famílias das vítimas.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
O governador de Nova York David Paterson afirmou que este é "um dia trágico para Nova York", e divulgou nota condenando o ataque e pedindo apoio e solidariedade às famílias das vítimas.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
O governador de Nova York David Paterson afirmou que este é "um dia trágico para Nova York", e divulgou nota condenando o ataque e pedindo apoio e solidariedade às famílias das vítimas.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
O governador de Nova York David Paterson afirmou que este é "um dia trágico para Nova York", e divulgou nota condenando o ataque e pedindo apoio e solidariedade às famílias das vítimas.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
O governador de Nova York David Paterson afirmou que este é "um dia trágico para Nova York", e divulgou nota condenando o ataque e pedindo apoio e solidariedade às famílias das vítimas.
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No momento do ataque, entre 20 e 40 pessoas estariam fazendo prova para adquirir cidadania americana. O prefeito de Binghamton, Matthew Ryan, está no local e afirmou que o atirador usou um rifle, segundo informações da rede de TV local WBNG. Relatos apontam que algumas pessoas conseguiram fugir para o porão do prédio e outras se refugiram em um closet.
De acordo com testemunhas, logo após os tiros dois homens asiáticos foram algemados e retirados do prédio da ACA pela polícia. Não ficou claro se eles têm relação com o ataque.
Várias equipes da polícia - entre elas, a SWAT - cercaram o prédio e esvaziaram casas próximas ao edifício atacado. Agentes do FBI estão no local fazendo uma varredura.
A Associação Cívica Americana oferece apoio a imigrantes e refugiados com assuntos ligados à traumas, moradia, cidadania e vistos. A ACA também oferece aulas de inglês, tradutores e intérpretes, e dá assistência para quem está em busca de familiares perdidos.
O governador de Nova York David Paterson afirmou que este é "um dia trágico para Nova York", e divulgou nota condenando o ataque e pedindo apoio e solidariedade às famílias das vítimas.
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SÃO PAULO - A polícia de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, investiga o abandono de um menino de cerca de três meses na porta de um apartamento do Conjunto Habitacional Integração. De acordo com informações da Polícia Militar, o bebê foi encontrado na noite de ontem pela moradora do apartamento, uma mulher de 80 anos. Assim que viu a criança, a idosa acionou a polícia, que encaminhou o menino ao Hospital Municipal da cidade. O bebê foi liberado após avaliação médica e encaminhado para o Conselho Tutelar. O caso está sendo investigado pelo 1º Distrito Policial da cidade. Ainda não há nenhuma pista sobre os pais da criança.


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SÃO PAULO - A polícia de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, investiga o abandono de um menino de cerca de três meses na porta de um apartamento do Conjunto Habitacional Integração. De acordo com informações da Polícia Militar, o bebê foi encontrado na noite de ontem pela moradora do apartamento, uma mulher de 80 anos. Assim que viu a criança, a idosa acionou a polícia, que encaminhou o menino ao Hospital Municipal da cidade. O bebê foi liberado após avaliação médica e encaminhado para o Conselho Tutelar. O caso está sendo investigado pelo 1º Distrito Policial da cidade. Ainda não há nenhuma pista sobre os pais da criança.


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SÃO PAULO - A polícia de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, investiga o abandono de um menino de cerca de três meses na porta de um apartamento do Conjunto Habitacional Integração. De acordo com informações da Polícia Militar, o bebê foi encontrado na noite de ontem pela moradora do apartamento, uma mulher de 80 anos. Assim que viu a criança, a idosa acionou a polícia, que encaminhou o menino ao Hospital Municipal da cidade. O bebê foi liberado após avaliação médica e encaminhado para o Conselho Tutelar. O caso está sendo investigado pelo 1º Distrito Policial da cidade. Ainda não há nenhuma pista sobre os pais da criança.


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SÃO PAULO - A polícia de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, investiga o abandono de um menino de cerca de três meses na porta de um apartamento do Conjunto Habitacional Integração. De acordo com informações da Polícia Militar, o bebê foi encontrado na noite de ontem pela moradora do apartamento, uma mulher de 80 anos. Assim que viu a criança, a idosa acionou a polícia, que encaminhou o menino ao Hospital Municipal da cidade. O bebê foi liberado após avaliação médica e encaminhado para o Conselho Tutelar. O caso está sendo investigado pelo 1º Distrito Policial da cidade. Ainda não há nenhuma pista sobre os pais da criança.


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Cerca de 30 mil alunos terão aulas especiais sobre a influência dos africanos e índios nos costumes brasileiros. Em algumas escolas, até mesmo os idiomas serão estudados

Rio - A influência e os costumes dos povos africanos e indígenas agora são conteúdos obrigatórios na rede municipal de ensino de São João de Meriti. Seguindo a Lei Federal 10.639/03, a Prefeitura baixou resolução em janeiro na qual implementa a Educação das Relações Étnicos-Raciais e o estudo da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena na grade curricular de cerca de 30 mil alunos.
De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
Professora de História do Ciep Dalta Joberth, em Agostinho Porto, Alcenira Moreira, 48, promove até feijoada no colégio. “Comparo a mistura de carnes à da nossa raça. Busco valorizar a beleza do negro”.
Wesley Costa, 13, está no 7º ano e se impressionou com vídeo sobre a África. “É uma boa iniciativa da Prefeitura. A turma fica mais quieta nas aulas”.


VIVA VOZ“O que mais me impressionou foi um vídeo sobre o povo africano”WESLEY COSTA Estudante, 13 anos
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Cerca de 30 mil alunos terão aulas especiais sobre a influência dos africanos e índios nos costumes brasileiros. Em algumas escolas, até mesmo os idiomas serão estudados

Rio - A influência e os costumes dos povos africanos e indígenas agora são conteúdos obrigatórios na rede municipal de ensino de São João de Meriti. Seguindo a Lei Federal 10.639/03, a Prefeitura baixou resolução em janeiro na qual implementa a Educação das Relações Étnicos-Raciais e o estudo da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena na grade curricular de cerca de 30 mil alunos.
De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
Professora de História do Ciep Dalta Joberth, em Agostinho Porto, Alcenira Moreira, 48, promove até feijoada no colégio. “Comparo a mistura de carnes à da nossa raça. Busco valorizar a beleza do negro”.
Wesley Costa, 13, está no 7º ano e se impressionou com vídeo sobre a África. “É uma boa iniciativa da Prefeitura. A turma fica mais quieta nas aulas”.


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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
Professora de História do Ciep Dalta Joberth, em Agostinho Porto, Alcenira Moreira, 48, promove até feijoada no colégio. “Comparo a mistura de carnes à da nossa raça. Busco valorizar a beleza do negro”.
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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
Professora de História do Ciep Dalta Joberth, em Agostinho Porto, Alcenira Moreira, 48, promove até feijoada no colégio. “Comparo a mistura de carnes à da nossa raça. Busco valorizar a beleza do negro”.
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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
Professora de História do Ciep Dalta Joberth, em Agostinho Porto, Alcenira Moreira, 48, promove até feijoada no colégio. “Comparo a mistura de carnes à da nossa raça. Busco valorizar a beleza do negro”.
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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
Professora de História do Ciep Dalta Joberth, em Agostinho Porto, Alcenira Moreira, 48, promove até feijoada no colégio. “Comparo a mistura de carnes à da nossa raça. Busco valorizar a beleza do negro”.
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Cerca de 30 mil alunos terão aulas especiais sobre a influência dos africanos e índios nos costumes brasileiros. Em algumas escolas, até mesmo os idiomas serão estudados

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De acordo com o prefeito Sandro Matos, os estudantes poderão entender melhor sua origem e formação. “Também criamos a Superintendência de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, que vai interagir com todas as secretarias em ações inéditas”, diz.
Professores de História, Geografia, Artes e Língua Portuguesa estão sugerindo livros e textos à Secretaria de Educação para montar um acervo. Eles, que já desenvolviam trabalhos com alunos do 6º ao 9º ano, como vocabulário, confecção de máscaras indígenas e exposições, agora vão estendê-los da Educação Infantil ao 5º ano. “Vão se reunir com doutores no assunto”, diz o secretário de Educação de São João de Meriti, Carlos Correia.
Professora de História do Ciep Dalta Joberth, em Agostinho Porto, Alcenira Moreira, 48, promove até feijoada no colégio. “Comparo a mistura de carnes à da nossa raça. Busco valorizar a beleza do negro”.
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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


link do postPor anjoseguerreiros, às 12:29  comentar

Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Não é escorregando no banheiro nem tropeçando em degraus que a maioria dos idosos sofre quedas e fraturas. É simplesmente andando.
O primeiro estudo sobre esse tipo de ocorrência no Brasil, que acaba de ser publicado, pode ajudar as famílias a cuidar melhor dos avós.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), muitos idosos sofrem queda por uma súbita perda de força muscular - às vezes provocada pela postura -, uma arritmia, dores e coisas do gênero.

Aos números:
- o estudo: foi realizado em hospitais do Rio, com 141 pessoas acima de 60 anos que sofreram fraturas por causa de quedas, entre 1998 e 2004- as quedas: 51,1% caíram enquanto andavam, 13,8% enquanto estavam parados, em pé, 12,8% em degraus ou rampas, 8,7% enquanto se levantavam (há outras causas)- onde: a maioria (65,7%) estava em sua própria casa, e o banheiro foi apenas o 4º lugar com maior número de ocorrências (12,7%)- ferimentos: 68,6% tiveram fratura de fêmur, e a maioria (99%) teve de passar por cirurgia
Casas de idosos costumam ter banheiros bem equipados, com apoios e pisos antiderrapantes. Eventualmente têm rampas e corrimões em escadas também.
Mas o que fazer para evitar esse tipo de queda, tipo, do nada? Mais apoios pela casa, em todos os cômodos, e no quintal? Algum tipo de exercício ou treinamento para que os vovôs e vovós saibam se proteger numa queda?
A gravidade de uma fratura para pessoas acima de 60 anos e as repercussões de toda ordem para eles e suas famílias justificam uma atenção especial a medidas preventivas.
O estudo não indica esses cuidados, mas dá uma indicação importante: 41% dos idosos haviam tido pelo menos uma queda nos 12 meses antes de sofrerem a fratura.


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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

Informações pelo telefone 0/xx/11/4422-2001.
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:21  comentar

Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

Informações pelo telefone 0/xx/11/4422-2001.
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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

Informações pelo telefone 0/xx/11/4422-2001.
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Réplicas de onça-pintada, lobo-guará, tamanduá-bandeira e de diversas espécies de macacos são algumas das atrações do novo espaço ecológico "Bicho Legal", inaugurado ontem, em São Paulo, dentro do Zoo Safári (antigo Simba Safári), na zona sul. Ele simula o ecossistema de quatro biomas brasileiros e deve ser usado para ensinar crianças a cuidar do ambiente.
O espaço, de 180 m2, reproduz o clima, as plantas e os animais da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. As crianças podem tocar nas réplicas dos animais (de tamanho original e de fibra de vidro) e sentir as alterações climáticas enquanto passeiam pelos biomas. Na parte da Amazônia, raios e trovões simulam o clima chuvoso da região.
As crianças ainda visitam o Zoo Safári, onde verão, dos carros, algumas espécies que conheceram antes. O passeio acaba no Zoológico de São Paulo com uma gincana.
O espaço é o segundo dos 35 que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente pretende criar, até agosto, para discutir com crianças a preservação ambiental. O primeiro, lançado há duas semanas, fica no parque Villa-Lobos e trata do aquecimento global. O terceiro será aberto na sexta, na represa de Guarapiranga, e abordará a poluição.
De segunda a sexta os espaços (como o "Bicho Legal" e o do Villa-Lobos) recebem visitas escolares gratuitas, que podem ser agendadas pelo site http://www.criancaecologica.sp.gov.br/. Aos sábados, esses espaços abrem ao público em geral com entrada gratuita, mas a visita aos zoológicos (Safári e Zoológico) é paga.
Em Santo André (Grande SP), 13 pinguins-de-magalhães estão em um pinguinário de 114 m2 no Sabina Escola Parque do Conhecimento, espaço aberto ao público no fim de semana e em feriados. Os pinguins estavam entre os 600 animais que se perderam na costa brasileira.

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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


fonte:G1
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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


fonte:G1
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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Suspeito do crime disse que ligação do jogador motivou ciúmes e briga. Polícia agora quer confirmar dia e hora dos telefonemas.

O registro de chamadas do celular de Ana Cláudia Teixeira, de 18 anos, morta no dia 22 de março, confirma uma ligação para o goleiro do Santos, Fábio Costa. A polícia trabalhou sobre os números do telefone da vítima na última semana – o telefonema pode ter provocado uma briga por ciúmes entre Ana Cláudia e Janken Evangelista, seu ex-marido, que confessou o crime.
Evangelista foi preso no dia 25 de março, na divisa entre Bahia e Minas Gerais. Ele havia fugido com seu filho de 1 ano e 8 meses com Ana Cláudia. Antes da morte da jovem, os três haviam ido a um jogo de futebol. Os policiais já sabem de quem são os 25 números que ficaram registrados no aparelho. De acordo com a polícia, houve apenas um telefonema depois que o casal e o filho entraram no apartamento, no dia do crime. A polícia já sabe que o número é de um jogador de futebol, mas não sabe se a ligação foi atendida.
Após ser preso, Evangelista disse ter ouvido uma conversa antes de matar a ex-mulher. “Eu peguei ela falando no telefone com uma pessoa, era o Fábio Costa. Ela falou que não deu para ficar depois do jogo porque o pai do filho dela estava com ela”, disse. Entre os números que aparecem na memória do celular, estão o do ex-marido, da amiga Evelin Cunha, que acompanhou o casal a um jogo de futebol e duas ligações para números da Baixada Santista. Um deles é de Fábio Costa, que já havia admitido em uma entrevista ter falado com Ana Cláudia. “Conheci a Ana na minha passagem pelo Corinthians em 2005, ela e outras pessoas freqüentavam o clube. Não tinha contato freqüente com ela. Ela apenas me ligou durante a semana me pedindo os ingressos, acabei envolvido com tudo isso, mas diretamente não tenho nenhum tipo de ligação com ela”, afirmou o goleiro do Santos. A polícia diz que o próximo passo é descobrir o dia e a hora de cada uma das ligações. Algumas pessoas serão chamadas para prestar depoimento. “Isso é para saber o que foi conversado e se de fato ela estava mesmo conversando com alguém no momento em que Janken diz que ficou com ciúmes e atacou. Porque o que ele diz é que ela estava no telefone, mas nós não sabemos se isso gerou a briga”, explicou a delegada Flávia Maria Rocha Rollo.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
A tia e uma amiga, que estava no local, foram encaminhadas à delegacia para prestar depoimento.


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Tia teria dito ao porteiro que menino de 2 anos caiu da janela.Ele estaria passando algumas semanas no imóvel da tia.

Um menino de 2 anos e oito meses morreu depois de cair do terceiro andar de um prédio na região leste de Belo Horizonte. Segundo a polícia, ele estava na casa da tia, onde iria passar algumas semanas.
A Polícia Militar foi chamada pelo porteiro por volta das 23h30 de quinta-feira (2). Pouco antes, a tia teria dito que a criança havia desaparecido. O menino caiu de uma altura de quase 20 metros.
Ainda de acordo com a polícia, a tia do menino disse que saiu do apartamento para fumar e, quando voltou, ele não estava mais no imóvel. O apartamento foi isolado. Nas primeiras horas da madrugada, peritos tiraram fotos de dentro do imóvel e mediram a janela.
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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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link do postPor anjoseguerreiros, às 08:19  comentar

Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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Há mais de vinte anos os cirurgiões ligados a especialidade de gastro-enterologia tiveram a ideia de reduzir o volume do estômago com a finalidade de diminuir o peso corporal de indivíduos com grande excesso ponderal. De uma forma arbitrária, mas que se tornou uma regra, a chamada cirurgia bariátrica é indicada somente para obesos com índice de massa corporal (IMC) superior a 40 ( IMC = o peso do paciente em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado). Sabe-se que os obesos com mais de 40 kg/m² têm perspectivas de várias doenças concomitantes em futuro próximo.Por exemplo, estes obesos terão (ou já têm) pressão alta, que necessita medicação constante, problemas de diabetes tipo 2, insulina muito elevada na circulação (levando a quadro de resistência à ação da insulina), muita gordura no fígado (esteatose hepática), tendência à insuficiência das artérias do coração (doença coronariana), depósito de colesterol nas artérias em geral e em artérias do sistema nervoso central, em particular, com alto risco para acidente vascular cerebral.
Além de todos estes problemas de saúde o obeso mórbido tem dificuldade de locomoção por artrose nos joelhos e dores na coluna lombar, o que o faz ser muito sedentário (e cada vez mais gordo).

Os tratamentos clínicos nem sempre dão resultados
O obeso sempre procura, por vontade própria, o auxílio médico para resolver o seu enorme problema. Mas, infelizmente, quando a obesidade chega a nível superior a 40, parece que o "fomestato" - ou o mecanismo que controla fome e saciedade, está "quebrado'. Apesar de tentar seguir o regime, de se privar do que gosta, de ver passar à sua frente os doces, sorvetes, chocolates, pizzas e macarronadas, churrascos com os amigos, festas de aniversário, comemorações de formatura, banquetes de casamento, etc., o obeso, mesmo medicado, tem perda de peso inicial (muito elogiada por todos), mas logo volta a ganhar peso. E o que é pior: ganha peso em valor superior do precedente do início da dieta. Após 4 ou 5 tentativas de corrigir o grande excesso de peso vem o desânimo "eu não tenho jeito mesmo!". Muitas vezes o fator genético é importante e atua no sentido de acumular gordura, em grau crescente.Várias são as modalidades de cirurgia bariátricaDiante deste quadro, o obeso passa a pensar na "operação de redução do estômago". Informa-se com seu clínico geral, conversa com pacientes que já foram operados, ouve a opinião da família e procura o cirurgião que lhe foi indicado. Nesta consulta fica sabendo que existem várias modalidades de operação. A mais simples é colocar um balão no estômago, mas as reações colaterais, os insucessos, a azia permanente logo afastam esta modalidade. Pode-se apenas reduzir o estômago (de 150 ml para 20-30 ml) por cirurgia laparoscópica.
As cirurgias mais eficientes, quanto à perda de peso, são as que reduzem o estômago e, ao mesmo tempo encurtam o intestino, levando uma alça intestinal à pequena cavidade gástrica. É a cirurgia chamada Capella. Neste tipo de ato cirúrgico, além do obeso comer muito menos (a cavidade gástrica é muito pequena), parte do alimento ingerido não é absorvido, pois com intestino menor, os nutrientes são excretados apenas parcialmente digeridos.Com este tipo de cirurgia pode-se deixar de absorver elementos importantes como Ferro, Magnésio, Cálcio, Vitamina B12, Ácido Fólico entre outros. Mas o problema maior é que a cirurgia bariátrica leva a estado de deficiência calórica, isto é, o que se come é muito menos do que se gasta. Segue-se perda expressiva de peso. Mas o corpo queima tanto a gordura acumulada como o tecido nobre - protéina (o que é totalmente indesejável).

O tratamento com hormônio de crescimento
O hormônio de crescimento (GH) possui qualidades que podem ser utilizadas em obesos, em fase de perda ponderal. Primeiro porque o obeso grau III, frequentemente, apresenta menor secreção deste importante hormônio. Segundo porque o GH é hormônio de efeitos anabólicos conserva a massa muscular e promove a "queima de gordura". Um grupo de pesquisadores decidiu estudar o efeito benéfico do GH após cirurgia bariátrica em 24 mulheres obesas. Após a cirurgia metade das pacientes (grupo A) recebeu 0,5 mg de GH em dias alternados, enquanto o restante (12 mulheres, grupo B) recebeu placedo. Notou-se que os que estavam sob ação de hormônio de crescimento apresentavam maior perda de gordura e menor perda de massa proteica (massa magra). Ambos os grupos A e B perderam o mesmo peso em 3 e 6 meses. Ao fim deste período o grupo A, tratado com GH, apresentava maior massa muscular e menor grau de tecido adiposo graças às qualidades anabólicas e lipolíticas do GH.
Esta modalidade de terapêutica com GH apenas está se iniciando, mas oferece perspectivas excelentes para o obeso que se propõe a fazer cirurgia bariátrica, levando a melhores condições de composição corporal, qualidade de vida e capacidade energética.


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SÃO PAULO - Professores estão descobrindo mais erros em apostilas distribuídas a escolas estaduais de São Paulo. Depois do mapa errado da América do Sul - com dois Paraguais e sem o Equador - professores de Ribeirão Preto dizem que uma das apostilas de história deste ano, por exemplo, informa que a chegada de Cristovão Colombo à América aconteceu em 1942 e não em 1492. Muitos professores estão desistindo de usar o material. Em algumas escolas, os próprios alunos estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente os mapas errados da apostila de Geografia.
- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:11  comentar

SÃO PAULO - Professores estão descobrindo mais erros em apostilas distribuídas a escolas estaduais de São Paulo. Depois do mapa errado da América do Sul - com dois Paraguais e sem o Equador - professores de Ribeirão Preto dizem que uma das apostilas de história deste ano, por exemplo, informa que a chegada de Cristovão Colombo à América aconteceu em 1942 e não em 1492. Muitos professores estão desistindo de usar o material. Em algumas escolas, os próprios alunos estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente os mapas errados da apostila de Geografia.
- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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SÃO PAULO - Professores estão descobrindo mais erros em apostilas distribuídas a escolas estaduais de São Paulo. Depois do mapa errado da América do Sul - com dois Paraguais e sem o Equador - professores de Ribeirão Preto dizem que uma das apostilas de história deste ano, por exemplo, informa que a chegada de Cristovão Colombo à América aconteceu em 1942 e não em 1492. Muitos professores estão desistindo de usar o material. Em algumas escolas, os próprios alunos estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente os mapas errados da apostila de Geografia.
- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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SÃO PAULO - Professores estão descobrindo mais erros em apostilas distribuídas a escolas estaduais de São Paulo. Depois do mapa errado da América do Sul - com dois Paraguais e sem o Equador - professores de Ribeirão Preto dizem que uma das apostilas de história deste ano, por exemplo, informa que a chegada de Cristovão Colombo à América aconteceu em 1942 e não em 1492. Muitos professores estão desistindo de usar o material. Em algumas escolas, os próprios alunos estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente os mapas errados da apostila de Geografia.
- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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SÃO PAULO - Professores estão descobrindo mais erros em apostilas distribuídas a escolas estaduais de São Paulo. Depois do mapa errado da América do Sul - com dois Paraguais e sem o Equador - professores de Ribeirão Preto dizem que uma das apostilas de história deste ano, por exemplo, informa que a chegada de Cristovão Colombo à América aconteceu em 1942 e não em 1492. Muitos professores estão desistindo de usar o material. Em algumas escolas, os próprios alunos estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente os mapas errados da apostila de Geografia.
- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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SÃO PAULO - Professores estão descobrindo mais erros em apostilas distribuídas a escolas estaduais de São Paulo. Depois do mapa errado da América do Sul - com dois Paraguais e sem o Equador - professores de Ribeirão Preto dizem que uma das apostilas de história deste ano, por exemplo, informa que a chegada de Cristovão Colombo à América aconteceu em 1942 e não em 1492. Muitos professores estão desistindo de usar o material. Em algumas escolas, os próprios alunos estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente os mapas errados da apostila de Geografia.
- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
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- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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- Não tem como ficar seguro. Parece que fizeram um 'control C, control V' [comando de copiar e colar do computador] bem mal feito na internet - diz o professor de Geografia Cláudio Luiz da Silva.
Segundo ele, não houve ainda o recolhimento das apostilas erradas de Geografia e tudo indica que o material continuará sendo usado.
- Se eu comprar um par de sapatos e um for de numeração 40 e o outro 41, eu tenho que voltar lá pra trocar, não posso ficar com o par errado. E não interessa o quanto isso vai custar para a loja, o problema é do dono. Mas, no caso das apostilas, estima-se que seriam R$ 40 milhões de prejuízo ao governo - diz o professor.
A Secretaria de Educação do estado havia informado que as cerca de 500 mil apostilas seriam trocados e o custo seria da Fundação Vanzolini, que vendeu o material para o governo do estado.

Alunos consertam mapas
Alunos de 6ª série das escolas estaduais de Ribeirão Preto estão assumindo a responsabilidade de corrigir manualmente suas apostilas de Geografia. Até segunda-feira, dia 31, as apostilas não haviam sido recolhidas nas escolas da cidade.
A estudante Ana Laura Tiemi, da Escola Estadual Professor Rafael Leme Franco, disse que ela e os colegas de sala receberam orientação para que corrigissem o mapa. Ela mostrou os nomes incluídos a lápis em sua apostila.
- Existe um medo de que recolham os livros para trocar e demore, o que iria atrasar a matéria - disse Ana Laura.
Na Alberto Santos Dumont, a estudante Maria Eduarda Almeida Dias, também da 6ª série, afirmou que fez correção na semana passada a pedido dos professores. Segundo ela, ninguém falou em trocar os livros.
- A única coisa que foi dita é que deveríamos consertar o que estava errado - disse a aluna.
Já o seu colega de classe Bruno de Faria Magalini disse que não fez a correção porque faltou no dia em que os alunos receberam as orientações.
O professor Oswaldo Ferreira Alves Filho disse que não deixou de usar as apostilas, mas que fez uma rigorosa seleção do que será aproveitado em sala de aula.
A Secretaria de Estado da Educação reafirmou ontem que pretende recolher todas as apostilas com erro, mas não informou prazos. A pasta admitiu ainda que, eventualmente, alguns professores podem ter feito a correção manual da apostila de geografia.

O cronograma
14 de março - Professores da rede estadual reclamam de erros nas apostilas de geografia da 6ª série do Ensino Fundamental, distribuídas pelo Governo do Estado de São Paulo. O mapa da América Latina não tem o Equador e mostra o Paraguai duas vezes, uma delas no lugar do Uruguai, entre outros problemas. A Secretaria Estadual da Educação afirma que uma errata está disponível no site para os professores.
17 de março - A secretaria anuncia que irá recolher os livros e providenciar versões corrigidas para os alunos. Paralelamente, outros erros nas apostilas começam a ser apontados por professores.
19 de março - A secretaria determina à Fundação Vanzolini, responsável pela publicação, que refaça o trabalho, arcando com custos.
27 de março - O Estado anuncia a saída da secretária da Educação, Maria Helena Guimarãe s, a ser substituída por Paulo Renato de Souza.
31 de março - Alunos continuam com as apostilas erradas. Em pelo menos duas escolas, os estudantes foram orientados pelos professores a fazerem a correção do mapa a lápis.


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O advogado Mauro Nacif, que defende o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista suspeito de matar a facadas a ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, no último dia 22 em São Paulo, disse que seu cliente confessou que atropelou uma criança de 2 anos, em Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança acabou morrendo.


"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

CAROLINA FARIAS - da Folha Online


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O advogado Mauro Nacif, que defende o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista suspeito de matar a facadas a ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, no último dia 22 em São Paulo, disse que seu cliente confessou que atropelou uma criança de 2 anos, em Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança acabou morrendo.


"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

CAROLINA FARIAS - da Folha Online


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O advogado Mauro Nacif, que defende o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista suspeito de matar a facadas a ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, no último dia 22 em São Paulo, disse que seu cliente confessou que atropelou uma criança de 2 anos, em Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança acabou morrendo.


"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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O advogado Mauro Nacif, que defende o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista suspeito de matar a facadas a ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, no último dia 22 em São Paulo, disse que seu cliente confessou que atropelou uma criança de 2 anos, em Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança acabou morrendo.


"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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O advogado Mauro Nacif, que defende o ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista suspeito de matar a facadas a ex-mulher Ana Claudia Melo da Silva, 18, no último dia 22 em São Paulo, disse que seu cliente confessou que atropelou uma criança de 2 anos, em Teixeira de Freitas (BA), em 2000. A criança acabou morrendo.


"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
Segundo o advogado do ex-jogador, no dia do acidente Evangelista pegou a motocicleta da mãe. Ele teria sofrido uma fechada de um ônibus e subiu em cima da calçada, onde atropelou a criança, caiu da moto e chegou a quebrar o nariz.
De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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"Hoje a defesa foi até o presídio e conversou com ele [Evangelista]. Realmente é verdade. Ele assumiu [o atropelamento] hoje. Ele disse "sou eu mesmo, isso foi um acidente", afirmou Nacif.
Os advogados da família de Ana Cláudia acusaram ontem (1) a família de Evangelista de ter supostamente cometido uma fraude no processo em que o ex-jogador respondia pelo atropelamento. Eles alegaram que Evangelista não teria sido preso por ter se apresentado à polícia com a identidade do irmão mais novo, à época com 16 anos. De acordo com a defesa da família da ex-mulher, os pais do suspeito teriam confirmado à polícia a versão do ex-jogador de futebol.
A mãe da criança morta no atropelamento, Eurides da Costa Ferreira, 41, diz não ter dúvidas de que seria Evangelista, e não o irmão, o responsável pela morte de seu filho.
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De acordo com o relato para o advogado, Evangelista estava naquele ano com um documento falso para jogar futebol pelo juniores. "Ele já usava esse documento, que é do irmão, desde 1998, porque ele queria passar por menor de idade. Então quando ocorreu o atropelamento ele se passou pelo irmão, que era menor. Ele nunca respondeu pelo atropelamento porque era adolescente", disse Nacif.
O ex-jogador, segundo o advogado, confessou que usou o documento falso. "A confissão não muda nada no caso da ex-mulher. Apenas pensava-se que ele fosse negar", afirmou o advogado.
Eurides procurou os advogados da família de Ana Claudia para tentar reabrir o processo por homicídio culposo (sem intenção de matar) contra o ex-jogador.
O advogado Ademar Gomes, presidente da Acrimesp (Associação dos Advogados Criminalistas de SP), que representa a família, afirmou que já entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a reabertura do inquérito policial sobre o caso. Eles também querem que a família de Evangelista responda criminalmente por fraude processual.

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Sugerimos contatar o local para confirmar as informações

Em abril, o Centro Cultural São Paulo (CCSP), na região central da cidade de São Paulo, promove narrações de histórias gratuitas aos fins de semana. As atividades ocorrem aos sábados e domingos, sempre às 14h30, na sala de leitura infanto-juvenil da biblioteca Sérgio Milliet.

Veja a programação:

Dias 4 e 5 de abril - "Espantalhando Causos"

Com: Numa Cia. de Artes. Contadores: Ana Maria Krein, Joana Flor e Roberta Casa Nova
Os intérpretes mesclam teatro de animação (manipulação de bonecos e objetos) com música ao vivo. O boneco-espantalho Jeca personifica o universo caipira, trazendo ao público causos, músicas, adivinhas e simpatias.

Dias 18 e 19 de abril - "Os Mochileiros da Imaginação"

Com: Cia. Intercessão. Contadores: Lucas Fabrizzio e Sheylla Gonçalves
O programa é formado pelas histórias "A Última Flor Amarela", de Caulos, e "Uma História com Mil Macacos", de Ruth Rocha. A apresentação é feita por dois viajantes que percorreram o mundo colecionando histórias, contos e lendas.

Dias 25 e 26 de abril - "Contos de Todos os Cantos do Mundo"
Com: Eliana Brogglio
Apresenta um mergulho no mundo da imaginação e da fantasia, a partir de histórias de diversas culturas, como "A Divisão dos Gansos" (Rússia); "Guardando um Segredo" (Índia); "O Rio Corre para Todos" (Israel) e outros.

R. Vergueiro, 1.000, Liberdade, região central, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3397-4002. Sáb. e dom.: 14h30. Até 26/4. Grátis. Classificação etária: Livre.

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Em abril, o Centro Cultural São Paulo (CCSP), na região central da cidade de São Paulo, promove narrações de histórias gratuitas aos fins de semana. As atividades ocorrem aos sábados e domingos, sempre às 14h30, na sala de leitura infanto-juvenil da biblioteca Sérgio Milliet.

Veja a programação:

Dias 4 e 5 de abril - "Espantalhando Causos"

Com: Numa Cia. de Artes. Contadores: Ana Maria Krein, Joana Flor e Roberta Casa Nova
Os intérpretes mesclam teatro de animação (manipulação de bonecos e objetos) com música ao vivo. O boneco-espantalho Jeca personifica o universo caipira, trazendo ao público causos, músicas, adivinhas e simpatias.

Dias 18 e 19 de abril - "Os Mochileiros da Imaginação"

Com: Cia. Intercessão. Contadores: Lucas Fabrizzio e Sheylla Gonçalves
O programa é formado pelas histórias "A Última Flor Amarela", de Caulos, e "Uma História com Mil Macacos", de Ruth Rocha. A apresentação é feita por dois viajantes que percorreram o mundo colecionando histórias, contos e lendas.

Dias 25 e 26 de abril - "Contos de Todos os Cantos do Mundo"
Com: Eliana Brogglio
Apresenta um mergulho no mundo da imaginação e da fantasia, a partir de histórias de diversas culturas, como "A Divisão dos Gansos" (Rússia); "Guardando um Segredo" (Índia); "O Rio Corre para Todos" (Israel) e outros.

R. Vergueiro, 1.000, Liberdade, região central, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3397-4002. Sáb. e dom.: 14h30. Até 26/4. Grátis. Classificação etária: Livre.

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Veja a programação:

Dias 4 e 5 de abril - "Espantalhando Causos"

Com: Numa Cia. de Artes. Contadores: Ana Maria Krein, Joana Flor e Roberta Casa Nova
Os intérpretes mesclam teatro de animação (manipulação de bonecos e objetos) com música ao vivo. O boneco-espantalho Jeca personifica o universo caipira, trazendo ao público causos, músicas, adivinhas e simpatias.

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Com: Cia. Intercessão. Contadores: Lucas Fabrizzio e Sheylla Gonçalves
O programa é formado pelas histórias "A Última Flor Amarela", de Caulos, e "Uma História com Mil Macacos", de Ruth Rocha. A apresentação é feita por dois viajantes que percorreram o mundo colecionando histórias, contos e lendas.

Dias 25 e 26 de abril - "Contos de Todos os Cantos do Mundo"
Com: Eliana Brogglio
Apresenta um mergulho no mundo da imaginação e da fantasia, a partir de histórias de diversas culturas, como "A Divisão dos Gansos" (Rússia); "Guardando um Segredo" (Índia); "O Rio Corre para Todos" (Israel) e outros.

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Com: Numa Cia. de Artes. Contadores: Ana Maria Krein, Joana Flor e Roberta Casa Nova
Os intérpretes mesclam teatro de animação (manipulação de bonecos e objetos) com música ao vivo. O boneco-espantalho Jeca personifica o universo caipira, trazendo ao público causos, músicas, adivinhas e simpatias.

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