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28.3.09
SÃO PAULO - A morte da menina Isabella Nardoni, jogada da janela do apartamento do pai, completa um ano neste domingo, mas somente agora começam os preparativos para o julgamento de seu pai Alexandre Nardoni e da madrasta Anna Carolina Jatobá, acusados do crime. Mesmo com recursos da defesa para protelar o júri popular, o promotor Francisco Cembranelli acredita que o casal será julgado no início do segundo semestre no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, o mesmo onde foi julgada Suzane Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais.

Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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SÃO PAULO - A morte da menina Isabella Nardoni, jogada da janela do apartamento do pai, completa um ano neste domingo, mas somente agora começam os preparativos para o julgamento de seu pai Alexandre Nardoni e da madrasta Anna Carolina Jatobá, acusados do crime. Mesmo com recursos da defesa para protelar o júri popular, o promotor Francisco Cembranelli acredita que o casal será julgado no início do segundo semestre no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, o mesmo onde foi julgada Suzane Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais.

Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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SÃO PAULO - A morte da menina Isabella Nardoni, jogada da janela do apartamento do pai, completa um ano neste domingo, mas somente agora começam os preparativos para o julgamento de seu pai Alexandre Nardoni e da madrasta Anna Carolina Jatobá, acusados do crime. Mesmo com recursos da defesa para protelar o júri popular, o promotor Francisco Cembranelli acredita que o casal será julgado no início do segundo semestre no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, o mesmo onde foi julgada Suzane Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais.

Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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SÃO PAULO - A morte da menina Isabella Nardoni, jogada da janela do apartamento do pai, completa um ano neste domingo, mas somente agora começam os preparativos para o julgamento de seu pai Alexandre Nardoni e da madrasta Anna Carolina Jatobá, acusados do crime. Mesmo com recursos da defesa para protelar o júri popular, o promotor Francisco Cembranelli acredita que o casal será julgado no início do segundo semestre no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, o mesmo onde foi julgada Suzane Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais.

Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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SÃO PAULO - A morte da menina Isabella Nardoni, jogada da janela do apartamento do pai, completa um ano neste domingo, mas somente agora começam os preparativos para o julgamento de seu pai Alexandre Nardoni e da madrasta Anna Carolina Jatobá, acusados do crime. Mesmo com recursos da defesa para protelar o júri popular, o promotor Francisco Cembranelli acredita que o casal será julgado no início do segundo semestre no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo, o mesmo onde foi julgada Suzane Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais.

Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Alexandre e Anna Carolina respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual, pela alteração da cena do crime. Os advogados já entraram com 11 habeas corpus pedindo a libertação do casal. Oito foram negados e três ainda estão em andamento. Segundo a polícia, Isabella, de 5 anos, teria sido estrangulada e arremessada do 6º andar do edifício London, na Zona Norte de São Paulo.
Cembranelli disse que as testemunhas de acusação trouxeram ao processo detalhes importantes sobre o comportamento do casal. Ele só vai revelar todos os detalhes no julgamento, que deve demorar pelo menos dois dias. Ele diz ter munição para provar que o casal matou a menina. O processo tem 22 volumes e cinco mil páginas.
- Há muitos elementos novos, mas não posso revelar porque a defesa vai sair correndo atrás para tentar neutralizar. Não posso falar que tenho uma carta na manga, porque vou receber um milhão de telefonemas de pessoas que vão querer sondar. Mas tenho argumentação contundente e ótimo acervo probatório - disse Cembranelli.
No julgamento, o promotor vai reconstituir o dia do assassinato, 29 de março. Ele pretende refazer o percurso do carro do pai de Isabella no dia. Segundo a polícia, Isabella começou a ser agredida ainda no veículo, na volta da casa dos pais de Anna Carolina, em Guarulhos.
- Temos o percurso do carro, já que o veículo tinha rastreador. Sabemos se houve paradas do veículo e até se a ignição foi desligada. Temos detalhes do GPS e alterações de segundos da trajetória, de passagens por determinados pontos que serão exploradas no momento oportuno - diz o promotor.

Promotor relembra caso diariamente
O promotor Francisco Cembranelli relembra o caso diariamente. O processo é grande, com depoimentos longos. Entre junho e julho do ano passado, foram ouvidas 16 testemunhas de acusação e mais de 30 de defesa.
Cembranelli diz que existem muitos elementos no processo de como Nardoni e Anna Jatobá se comportavam. Segundo ele, Anna Carolina tinha personalidade forte, com alguns descontroles comprovados. Para o promotor, as testemunhas relataram situações concretas vividas com a madrasta de Isabella. Já as testemunhas de defesa tentaram mostrar o que nem mesmo o casal negou.
- Discussões corriqueiras tenho com a minha esposa. Nunca ninguém na vizinhança foi chamado para apartar brigas. Algumas pessoas disseram que a relação dos dois era maravilhosa, mas nem eles disseram isso. As pessoas vêm com o intuito de ajudar, mas acabam prejudicando.
Para Cembranelli, é evidente que os advogados de defesa querem que o caso caia no esquecimento. Mas ele diz que o crime será relembrado por ocasião do julgamento. Procurados, os advogados de defesa não quiseram se pronunciar.
O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão de primeira instância de levar Nardoni e Anna Jatobá a júri popular. Decidiu, também, manter o casal preso até o julgamento. Desde maio de 2008, os dois estão em cadeias de Tremembé (SP). Os dois parecem bem integrados à rotina da cadeia. Alexandre divide uma cela de 24 metros com quatro presos. Ele chegou a participar de aulas de música, mas acabou desistindo. Anna Carolina se dedica a orações em cultos evangélicos e ajuda na limpeza da cadeia.


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Há uma semana, ele socorreu amigo que teve a perna decepada.Garoto entrou em casa em chamas para salvar três crianças.

A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


FONTE:G1
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Há uma semana, ele socorreu amigo que teve a perna decepada.Garoto entrou em casa em chamas para salvar três crianças.

A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


FONTE:G1
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Há uma semana, ele socorreu amigo que teve a perna decepada.Garoto entrou em casa em chamas para salvar três crianças.

A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


FONTE:G1
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Há uma semana, ele socorreu amigo que teve a perna decepada.Garoto entrou em casa em chamas para salvar três crianças.

A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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Há uma semana, ele socorreu amigo que teve a perna decepada.Garoto entrou em casa em chamas para salvar três crianças.

A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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A história de um menino de 13 anos e seus atos heróicos viraram o principal assunto das rodas de bate-papo em um bairro de Vitória, no Espírito Santo. Em dois anos ele salvou a vida de quatro pessoas.
Há uma semana, Vinícius Cordeiro foi testemunha de um acidente grave no canal de Vitória. Ele viu o amigo, de 13 anos, ter a perna decepada após ser atingido por uma embarcação. “Eles vieram em alta velocidade, fazendo zigue-zague. Eu gritei para ele sair daí, mas a lancha bateu na cabeça dele, ele afundou e a lancha pegou a perna dele”, disse o garoto.
Vinícius ajudou o amigo a sair da água. “Ele veio agarrado na minha bermuda. Eu vim nadando e botei ele sentado na escada”, contou Vinícius. Há pouco mais de dois anos, Vinícius e um amigo entraram em uma casa onde havia um incêndio para salvar três crianças. O menino foi condecorado pelos bombeiros. A família fica preocupada, mas tem muito orgulho. “Eu fico orgulhosa do jeito dele se preocupar com os colegas, com os amigos”, diz a avó Zuma Cordeiro.
Mas agora, o que ele quer mesmo é o amigo que perdeu a perna. O garoto segue internado no hospital.


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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa.
As diferenças no corpo de homens e mulheres estão além da aparência e dos órgãos sexuais. A ciência detectou que até o cérebro apresenta características femininas ou masculinas. Essa diferença neurológica gera diferenças de comportamentos, sentimentos e modos de pensar entre homens e mulheres. Você consegue saber se seu amigo está triste ou irritado só de olhar para ele? Essa é uma característica de um cérebro feminino. Mas um homem também pode ter essa sensibilidade e outros comportamentos geralmente ligados a um cérebro feminino. Isso porque a sexualidade cerebral não está ligada diretamente ao sexo do corpo. “O sexo do cérebro é determinado pela quantidade de testosterona [hormônio masculino] a que o feto fica exposto no útero. Em geral, homens recebem doses maiores do que as mulheres. Mas isso varia e nós ainda não sabemos exatamente por quê”, diz a ÉPOCA a neuropsicologista Anne Moir, da Universidade de Oxford, na Inglaterra.
A diferença entre o cérebro dos dois gêneros tem raízes evolutivas. Segundo Moir, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais. Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver. Elas também tinham que se relacionar com as outras mulheres do grupo e dependiam disso para sobreviver na comunidade e, por isso, desenvolveram um cérebro mais social. Os homens, por sua vez, lidavam com um grupo de caçadores, não precisavam tanto um do outro e se comunicavam menos, apenas com sinais.
Moir acredita que a diferença de sexo entre cérebro e corpo pode estar ligada às causas do homossexualismo. “Se a concentração de testosterona no útero está mais baixa do que o padrão para os homens, então o 'centro sexual' do cérebro será feminino e esse homem sentirá atração por outros homens. Se a concentração desse hormônio estiver alta, o 'centro sexual' será masculino e ele sentirá atração por mulheres”, diz Moir.
Moir está desenvolvendo uma linha de pesquisa para entender melhor as diferenças neurológicas entre homens e mulheres e, para isso, desenvolveu um teste que mostra numa escala de 1 a 20 qual é o sexo do cérebro. O número 1 representa o cérebro mais masculino possível e o 20, o mais feminino. Quem se aproxima do 10 tem um cérebro misto. Segundo Moir, esse último caso é muito comum em suas pesquisas.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
Além do teste, outro fator que pode mostrar o sexo do cérebro de uma pessoa, segundo os estudos de Moir, é a medida dos dedos das mãos. Segundo os estudos da inglesa, geralmente, quem tem cérebro masculino tem o dedo indicador menor que o anelar (olhando para a mão de frente para a palma). Já cérebros femininos são associados a dedos indicadores do mesmo comprimento que os anelares. Mas isso não é uma regra sem exceção, como praticamente tudo na biologia. A pesquisadora diz que, às vezes, uma mesma pessoa tem uma mão nos padrões do cérebro masculino e outra do feminino e isso exige mais estudos para entender a organização do cérebro.
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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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RIO E SÃO PAULO - Os dez suspeitos de envolvimento nos crimes apurados pela operação 'Castelo de Areia', que investiga um suposto esquema de corrupção na empreiteira Camargo Corrêa, deixaram a carceragem da sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, pouco antes das 19h deste sábado. A liberação obedeceu a uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3ª região, que concedeu o relaxamento da prisão. Eles estavam detidos desde quarta-feira.
Foram beneficiados inicialmente os diretores da empreiteira Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes e Dárcio Brunato, que tiveram a prisão preventiva decretada na quarta. Em seguida, a desembargadora Cecília Mello Pietropela estendeu o benefício aos demais sete suspeitos, que cumpriam prisão temporária: o também diretor Raggi Badra Neto, as secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto, e os supostos doleiros José Diney Matos, Jadair Fernandes de Almeida, Kurt Paul Pickel e Maristela Sum Doherty.
Todos ainda estão na superintendência da PF na zona oeste da capital paulista e devem ser liberados ainda neste sábado.
Eles são suspeitos de remessa ilegal de recursos para o exterior, lavagem de dinheiro e superfaturamento de obras públicas. Este último crime serviria para que o grupo conseguisse recursos para abastecer campanhas eleitorais.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Distribuição de dinheiro às vésperas da eleição
Conversas telefônicas interceptadas com a autorização da Justiça mostram que os diretores da empreiteira distribuíram dinheiro "por fora" para abastecer campanhas de candidatos até dias antes da eleição municipal do ano passado. Os diálogos revelam tratativas para que os recursos não contabilizados chegassem às mãos de pessoas de diferentes campanhas.
Na operação, a PF apreendeu uma lista de nomes de políticos e servidores públicos ao lado de valores que teriam sido doados pela empreiteira. A PF investiga se as doações foram feitas em troca de favorecimento em obras. A maioria das doações gira em torno de R$ 100 mil, e a polícia estima que pelo menos metade dos R$ 30 milhões que teriam sido desviados pela empreiteira em superfaturamento de obras abasteceu campanhas. Juiz nega viés político na operação
O juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, negou nesta sexta-feira, por meio de nota à imprensa, que o objetivo da Operação Castelo de Areia tenha sido político. Segundo De Sanctis, não houve intenção de investigar "ocupantes de cargos públicos ou funções políticas".



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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:32  ver comentários (15) comentar

O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:32  ver comentários (10) comentar

O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
link do postPor anjoseguerreiros, às 17:32  ver comentários (9) comentar

O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O psicólogo canadense, criador de uma escala usada para medir os graus de psicopatia, explica por que uma pessoa aparentemente normal pode fazer as piores coisas sem sentir
"O psicopata é como o gato, que não pensa no que o rato sente. Ele só pensa em comida. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato"
O trabalho do psicólogo canadense Robert Hare, de 74 anos, confunde-se com quase tudo o que a ciência descobriu sobre os psicopatas nas últimas duas décadas. Foi ele quem, em 1991, identificou os critérios hoje universalmente aceitos para diagnosticar os portadores desse transtorno de personalidade. Hare começou a aproximar-se do tema ainda recém-formado, quando, trabalhando com detentos de uma prisão de segurança máxima nas proximidades de Vancouver, ficou intrigado com uma questão: "Eu queria entender o motivo pelo qual, em alguns seres humanos, a punição não tem efeito algum". A curiosidade levou-o até os labirintos da psicopatia – doença para a qual, até hoje, não se vislumbra cura. "O que tentamos agora é reduzir os danos que ela causa, aos seus portadores e aos que os cercam.
Veja o que ele respondeu à Veja:
"Um psicopata nasce psicopata?
Ninguém nasce psicopata. Nasce com tendências para a psicopatia. A psicopatia não é uma categoria descritiva, como ser homem ou mulher, estar vivo ou morto. É uma medida, como altura ou peso, que varia para mais ou para menos.
O senhor é o criador da escala usada mundialmente para medir a psicopatia. Quais são as características que aproximam uma pessoa do número 40, o grau máximo que sua escala estabelece?
As principais são ausência de sentimentos morais – como remorso ou gratidão –, extrema facilidade para mentir e grande capacidade de manipulação. Mas a escala não serve apenas para medir graus de psicopatia. Serve para avaliar a personalidade da pessoa. Quanto mais alta a pontuação, mais problemática ela pode ser. Por isso, é usada em pesquisas clínicas e forenses para avaliar o risco que um determinado indivíduo representa para a sociedade."Não há como dizer se uma criança se tornará um adulto psicopata. Mas, se ela age de modo cruel com outras crianças e animais, mente olhando nos olhos e não tem remorso, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro".
Todo psicopata comete maldades?
Não necessariamente com o intuito de cometer a maldade. Os psicopatas apresentam comportamentos que podem ser classificados de perversos, mas que, na maioria dos casos, têm por finalidade apenas tornar as coisas mais fáceis para eles – e não importa se isso vai causar prejuízo ou tristeza a alguém. Mas há os psicopatas do tipo sádico, que são os mais perigosos. Eles não somente buscam a própria satisfação como querem prejudicar outras pessoas, sentem felicidade com a dor alheia.
Até que ponto a associação entre a figura do psicopata e a do serial killer é legítima?
A estimativa é que cerca de 1% da população mundial preencheria os critérios para o diagnóstico de psicopatia. Nos Estados Unidos, haveria, então, cerca de 3 milhões de psicopatas. Se o número de serial killers em atividade naquele país for, como se acredita, de aproximadamente cinquenta, isso significa que a participação desses criminosos no universo de psicopatas é muito pequena. Por outro lado, segundo um estudo do psiquiatra americano Michael Stone, cerca de 90% dos serial killers seriam psicopatas.
Em que medida o ambiente influencia na constituição de uma personalidade psicopata?
Na década de 20, John B. Watson, um estudioso de psicologia comportamental, dizia que, ao nascer, nós somos como páginas em branco: o ambiente determina tudo. Na sequência, entrou em voga o termo sociopata, a sugerir que a patologia do indivíduo era fruto do ambiente – ou seja, das suas condições sociais, econômicas, psicológicas e físicas. Isso incluía o tratamento que ele recebeu dos pais, como foi educado, com que tipo de amigos cresceu, se foi bem alimentado ou se teve problemas de nutrição. Os adeptos dessa corrente defendiam a tese de que bastava injetar dinheiro em programas sociais, dar comida e trabalho às pessoas, para que os problemas psicológicos e criminais se resolvessem. Hoje sabemos que, ainda que vivêssemos uma utopia social, haveria psicopatas."Um psicopata ama alguém da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro — e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é um sentimento de posse, de propriedade".
Como se chegou a essa conclusão?
Na década de 60, vários estudiosos, inclusive eu, começaram a pesquisar a reação de um grupo de psicopatas a situações que, em pessoas normais, produziriam efeitos sobre o sistema nervoso autônomo. Quando se está na expectativa da ocorrência de algo desagradável, a preocupação do indivíduo transparece por meio de tremores, transpiração e aceleração cardíaca. Os psicopatas estudados, mesmo quando confrontados com situações de tensão, não exibiam esses sintomas. Isso reforçou a conclusão de que existem diferenças cerebrais entre psicopatas e não psicopatas. Pouco a pouco, essas diferenças vêm sendo mapeadas.
É possível observar sinais que indiquem que uma criança pode se tornar um adulto psicopata? Não há nada que indique que uma criança forçosamente se transformará num psicopata, mas é possível notar que algo pode não estar funcionando bem. Se a criança apresenta comportamentos cruéis em relação a outras crianças e animais, é hábil em mentir olhando nos olhos do interlocutor, mostra ausência de remorso e de gratidão e falta de empatia de maneira geral, isso sinaliza um comportamento problemático no futuro.
Os pais podem interferir nesse processo?
Sim, para o bem e para o mal, mas nunca de forma determinante. O ambiente tem um grande peso, mas não mais do que a genética. Na verdade, ambos atuam em conjunto. Os pais podem colaborar para o desenvolvimento da psicopatia tratando mal os filhos. Mas uma boa educação está longe de ser uma garantia de que o problema não aparecerá lá na frente, visto que os traços de personalidade podem ser atenuados, mas não apagados. O que um ambiente com influências positivas proporciona é um melhor gerenciamento dos riscos.
Os psicopatas têm consciência de que são diferentes?
A consciência, o processo de avaliar se algo deve ser feito ou não, envolve não somente o conhecimento intelectual, mas também o aspecto emocional. Do ponto de vista intelectual, o psicopata pode até saber que determinada conduta é condenável, mas, em seu âmago, ele não percebe quão errado é quebrar aquela regra. Ele também entende que os outros podem pensar que ele é diferente e que isso é um problema, mas não se importa. O psicopata faz o que deseja, sem que isso passe por um filtro emocional. É como o gato, que não pensa no que o rato sente – se o rato tem família, se vai sofrer. Ele só pensa em comida. Gatos e ratos nunca vão entender um ao outro. A vantagem do rato sobre as vítimas do psicopata é que ele sempre sabe quem é o gato.
É muito difícil identificar um psicopata no dia a dia?
Superficialmente, um psicopata pode parecer um sujeito normal. Mas, ao conhecê-lo melhor, as pessoas notarão que ele é um indivíduo problemático em diversos aspectos da vida. Ele pode ignorar os filhos, mentir sistematicamente ou apresentar grande capacidade de manipulação. Se é flagrado fazendo algo errado, por exemplo, tenta convencer todo mundo de que está sendo mal interpretado.
Um psicopata não sente amor?
Acredito que sim, mas da mesma forma como eu, digamos, amo meu carro – e não da forma como eu amo minha mulher. Usa o termo amor, mas não o sente da maneira como nós entendemos. Em geral, é traduzido por um sentimento de posse, de propriedade. Se você perguntar a um psicopata por que ele ama certa mulher, ele lhe dará respostas muito concretas, tais como "porque ela é bonita", "porque o sexo é ótimo" ou "porque ela está sempre lá quando preciso". As emoções estão para o psicopata assim como o vermelho está para o daltônico. Ele simplesmente não consegue vivenciá-las.
Que figuras históricas podem ser consideradas psicopatas?
É difícil dizer, porque seu comportamento é mediado por relatos de terceiros, e não por um diagnóstico psiquiátrico. Mas o ditador da ex-União Soviética Josef Stalin, por exemplo, era de tal forma impiedoso que talvez possa ser considerado psicopata. O ex-ditador iraquiano Saddam Hussein é outro exemplo. Eu ficaria muito surpreso se ele não preenchesse todos os critérios para a psicopatia. Aliás, Saddam tinha um filho claramente psicopata (Udai Hussein, morto em 2003), dirigente de um time de futebol. Quando o time perdia, ele torturava os jogadores – ou seja, era sádico também. Já o líder nazista Adolf Hitler é um caso mais complexo. Ele provavelmente não era só psicopata.
A psicopatia é incurável?
Por meio das terapias tradicionais, sim. Pegue-se o modelo-padrão de atendimento psicológico nas prisões. Ele simplesmente não tem nenhum efeito sobre os psicopatas. Nesse modelo, tenta-se mudar a forma como os pacientes pensam e agem estimulando-os a colocar-se no lugar de suas vítimas. Para os psicopatas, isso é perda de tempo. Ele não leva em conta a dor da vítima, mas o prazer que sentiu com o crime. Outro tratamento que não funciona para criminosos psicopatas é o cognitivo – aquele em que psicólogo e paciente falam sobre o que deixa o criminoso com raiva, por exemplo, a fim de descobrir o ciclo que leva ao surgimento desse sentimento e, assim, evitá-lo. Esse procedimento não se aplica aos psicopatas porque eles não conseguem ver nada de errado em seu próprio comportamento.
No Brasil, os psicopatas costumam ser considerados semi-imputáveis pela Justiça. Os magistrados entendem que eles até podem ter consciência do caráter ilícito do que cometeram, mas não conseguem evitar a conduta que os levou a praticar o crime. Assim, se condenados, vão para a cadeia, mas têm a pena diminuída. O senhor acha que, do ponto de vista jurídico, os psicopatas são totalmente responsáveis por seus atos?
Eu diria que a resposta é sim. Mas há divergências a respeito e existem muitas investigações em andamento para determinar até que ponto vai a responsabilidade deles em certas situações. Uma corrente de pensamento afirma que o psicopata não entende as consequências de seus atos. O argumento é que, quando tomamos uma decisão, fazemos ponderações intelectuais e emocionais para decidir. O psicopata decide apenas intelectualmente, porque não experimenta as emoções morais. A outra corrente diz que, da perspectiva jurídica, ele entende e sabe que a sociedade considera errada aquela conduta, mas decide fazer mesmo assim. Então, como ele faz uma escolha, deve ser responsabilizado pelos crimes que porventura venha a cometer. Não há dados empíricos que deem apoio a um lado ou a outro. Ainda é uma questão de opinião. Acredito que esse ponto será motivo de discussão pelos próximos cinco ou dez anos, tanto por parte dos especialistas em distúrbios mentais quanto pelos profissionais de Justiça.O senhor está para publicar um estudo sobre um novo modelo de tratamento para psicopatas.
Do que se trata?
Trata-se de um modelo mais afeito à escola cognitiva, em que os pacientes são levados a compreender que até podem fazer algo que desejem, sem que isso seja ruim para os outros. Não vai mudá-los, mas talvez possa atenuar as consequências de suas ações. É um tratamento com ambições relativamente modestas – tem por objetivo a redução de danos.
Fonte: Revista Veja
Laura Diniz
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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


Fonte: Revista Veja
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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


Fonte: Revista Veja
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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


Fonte: Revista Veja
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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


Fonte: Revista Veja
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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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O jornalista A.J. Jacobs conta em seu livro, minúcias hilariantes de como viver um ano em Manhattan, seguindo o mais literalmente possível as regras da Bíblia. Após ler o Livro Sagrado ele anotou cada regra encontrada, dando um total de 72 páginas com mais de 700 orientações. Cumpriu-as durante 387 dias. Foram 8 meses seguindo o Vellho Testamento. Entre as regras, estão as mais conhecidas, como amar ao próximo, pagar o dízimo, não cobiçar a mulher alheia. Mas também estão as normas absurdas, como apedrejar os blasfemos, bater nas crianças com vara ou arrancar um olho do pecador.
A graça do livro e de sua denúncia bem-humorada de que o literalismo bíblico pode levar à idiotia, está no cumprimento rigoroso das normas mais exóticas. São coisas como evitar roupas com fibras misturadas, especialmente lã e linho. Ou passar azeite de oliva na cabeça, tocar harpa de dez cordas, assoprar uma corneta no início de cada mês. andar com dinheiro amarrado à mão e deixar a barba crescer - o que levou a barba do autor a virar presa fácil do zíper da jaqueta e abrigo constante do capuccino. A Bíblia também proíbe tocar nas mulheres menstruadas (o aut or pensou em fazer uma planilha com o ciclo menstrual de suas colegas de trabalho) e manda nunca pronunciar o nome de outros deuses. Como a palavra quinta feira em inglês (thursday) vem do deus nórdico Thor, Jacobs sentiu-se na obrigação de dizer; "vamos almoçar no quarto dia útil da semana?".
A mais surpreendente descoberta de Jacobs é a de que ele não está só. Ele achou um rabino ortodoxo que, microscópio em punho, vai à casa dos fiéis examinar as fibras das roupas para evitar mistura. Descobriu que 50000 judeus, em Israel e na Califórnia desligam o aquecedor para não "negociar" com a companhia de energia.
Em Israel e em três estados americanos, fundamentalistas tentam produzir uma vaca vermelha, pois a Bíblia diz que a purificação verdadeira está em matar uma vaca vermelha, queimá-la em madeira de cedro e aspergir as cinzas, misturadas em água, sobre a própria cabeça.
Jacob descobriu uma empresa, em Utah, que aluga todos os filmes de Holliwood com cenas de violência e sexo devidamente cortadas.


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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Depois de ficar 45 dias em uma cela separada das outras, começou a frequentar os cultos religiosos às quartas e sábados e ganhou a amizade e a proteção da maioria das cerca de 150 detentas. Transferida para o interior de São Paulo no início de maio de 2008, Anna Jatobá hoje trabalha nas oficinas da Funap (Fundação Manoel Pedro Pimentel), que produzem roupas. Ela ainda não é costureira, mas ajuda na produção de roupas por cerca de oito horas diárias.
Anna Jatobá tem bom comportamento na opinião dos funcionários e até hoje usa a aliança de casamento. Algumas presas ainda não gostam dela e não aceitam o crime, mas a maioria das detentas cometeu homicídio contra filhos ou pais. Prova disso são as companheiras dela. Jatobá divide a cela com outras oito presas. Todas acusadas de infanticídio.

Na penitenciária feminina, que fica no centro da pequena cidade, a madrasta acorda antes das 6h30 para tomar café, servido até as 7 horas. Meia hora depois, vai para a oficina, com o uniforme branco e amarelo, igual para todas.

Apesar da frequência nos cultos e da amizade com as presas, ela não conversa muito. Jamais fala do crime e toda vez que assiste pela televisão (há TV em sua cela) alguma decisão judicial referente a ela ou ao marido, Alexandre Nardoni, passa o dia chorando e sempre nega participação no crime. Todo sábado na prisão é dia de tratar os cabelos e fazer as unhas. Anna Jatobá às vezes faz, mas sempre se mantém muito quieta no pátio, principalmente em dias de visita. A família, os pais, os filhos e até o sogro, Antonio Nardoni, fazem visitas frequentes.

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Delegado não crê que ela estivesse alheia aos abusos cometidos contra a filha durante três anos pelo marido

A mãe da garota de nove anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padrasto no município de Alagoinha, no Agreste do estado, deve mesmo ser indiciada por negligência.
Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

Fonte: Diário de Pernambuco
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Delegado não crê que ela estivesse alheia aos abusos cometidos contra a filha durante três anos pelo marido

A mãe da garota de nove anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padrasto no município de Alagoinha, no Agreste do estado, deve mesmo ser indiciada por negligência.
Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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Delegado não crê que ela estivesse alheia aos abusos cometidos contra a filha durante três anos pelo marido

A mãe da garota de nove anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padrasto no município de Alagoinha, no Agreste do estado, deve mesmo ser indiciada por negligência.
Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

Fonte: Diário de Pernambuco
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Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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A mãe da garota de nove anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padrasto no município de Alagoinha, no Agreste do estado, deve mesmo ser indiciada por negligência.
Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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A mãe da garota de nove anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padrasto no município de Alagoinha, no Agreste do estado, deve mesmo ser indiciada por negligência.
Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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A mãe da garota de nove anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padrasto no município de Alagoinha, no Agreste do estado, deve mesmo ser indiciada por negligência.
Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

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Delegado não crê que ela estivesse alheia aos abusos cometidos contra a filha durante três anos pelo marido

A mãe da garota de nove anos que ficou grávida de gêmeos após ser estuprada pelo padrasto no município de Alagoinha, no Agreste do estado, deve mesmo ser indiciada por negligência.
Criança que foi submetida a aborto após ter engravidado do padrasto está em um abrigo, com a mãe e a irmã. Foto: Teresa Maia/DP/D.A Press Segundo o delegado responsável pelo caso, Antônio Dutra, o inquérito que deve indiciar a mulher está quase concluído. Ele não está convencido de que ela realmente estaria alheia aos abusos praticados contra a filha pelo então marido nos últimos três anos. O acusado está detido desde o dia 27 de fevereiro numa unidade prisional do município de Pesqueira. Antes de ser preso, ele tentou fugir para a Bahia. Há onze dias o padrasto tentou se matar usando um fio de náilon para cortar os pulsos. Na próxima semana o delegado deve enviar o processo do caso à juíza de Alagoinha, Roberta Barcala. "Faltam apenas alguns detalhes para concluir o processo de indiciamento da mãe por negligência. É difícil de acreditar que uma mãe não tenha percebido alteração no comportamento da filha, mesmo após três anos de abusos sexuais contínuos", afirmou Antônio Dutra. Esta semana ele deve ouvir mais uma vez a mãe da garota, para confirmar se houve ou não omissão em relação à menina. Após o aborto realizado por uma equipe médica do Centro Integrado Amaury de Medeiros (Cisam), mãe e filha permanecem no Recife, onde a garota está se recuperando da cirurgia de retirada dos dois fetos. Elas estão em um abrigo do governo do estado, acompanhadas por uma equipe de psicólogos, sem previsão de voltar para casa. Desde que o caso foi denunciado à Polícia, a mãe nega que soubesse dos abusos. A gravidez só foi descoberta depois que a criança se queixou de dores e foi levada pela mãe à Casa de Saúde São José, na cidade Pesqueira, no Agreste. No hospital, os médicos descobriram que a menina estava na 16ª semana de gestação. A equipe médica classificou a gestação como de alto risco. Tanto pela idade, quanto pela pequena estrutura física da menina para dar a luz gêmeos. A família dela solicitou a interrupção da gravidez, situação que é prevista em lei diante dos riscos.Drama- A menina morava em Alagoinha com a mãe, a irmã e o padrasto, de 23 anos, há pouco mais de três anos, mesmo tempo em que afirmou ter sido violentada. O padrasto também é suspeito de abusar da enteada mais velha, uma adolescente de 14 anos que sofre de problemas mentais. O drama da pequena pernambucana ganhou repercussão internacional depois que o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a equipe responsável pelo procedimento que resultou no aborto e a mãe da menina. Apesar de contar com a aprovação do Vaticano, o religioso recebeu críticas até do presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, que defendeu a atitude dos médicos do Cisam.

Fonte: Diário de Pernambuco
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O relatório da ONU divulgado na quarta-feira no Congresso revelando que só 18% dos detentos no Brasil têm acesso à educação nos presídios fez suscitar um debate na Câmara. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) lembra que apresentou dois projetos sobre o assunto. Uma das propostas, o PL 3442/08, passou pela discussão no Senado e parou na Comissão de Educação da Câmara.Ele prevê a implementação de ensino fundamental e médio em todas as prisões e unidades de menores infratores. Ontem, a presidente da comissão na Câmara, deputada Maria do Rosário (PT-RS), confirmou à coluna que vai realizar audiência pública no fim de abril, com a presença do senador Cristovam, para levar o projeto de lei à votação. Ela concorda, e quer aprová-lo. Outro projeto do senador nem saiu do Senado. Trata de redução de pena para o preso que estudar na cela, a exemplo dos dias trabalhados.


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O relatório da ONU divulgado na quarta-feira no Congresso revelando que só 18% dos detentos no Brasil têm acesso à educação nos presídios fez suscitar um debate na Câmara. O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) lembra que apresentou dois projetos sobre o assunto. Uma das propostas, o PL 3442/08, passou pela discussão no Senado e parou na Comissão de Educação da Câmara.Ele prevê a implementação de ensino fundamental e médio em todas as prisões e unidades de menores infratores. Ontem, a presidente da comissão na Câmara, deputada Maria do Rosário (PT-RS), confirmou à coluna que vai realizar audiência pública no fim de abril, com a presença do senador Cristovam, para levar o projeto de lei à votação. Ela concorda, e quer aprová-lo. Outro projeto do senador nem saiu do Senado. Trata de redução de pena para o preso que estudar na cela, a exemplo dos dias trabalhados.


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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RIO - Escutas telefônicas da Operação Castelo de Areia da Polícia Federal mostram, segundo reportagem da revista "Época" deste fim de semana, que o diretor de Relações Institucionais da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Luiz Henrique Maia Bezerra, é mencionado nas interceptações como intermediário de doações da Camargo Corrêa para campanhas políticas. Luiz Henrique é um dos três filhos do ex-senador Valmir Campelo Bezerra (DEM-DF), ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão encarregado de fiscalizar contratos do governo federal com grandes empreiteiras, como a Camargo Corrêa.
Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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Luiz Henrique seria, segundo a "Época", um dos contatos políticos do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que tem pretensões de disputar o governo de São Paulo em 2010, e tenta costurar uma base partidária forte, ainda segundo a reportagem.
Outro intermediário mencionado nas conversas entre diretores da empreiteira é Guilherme Cunha Costa, ex-diretor da Fiesp e atualmente representante da Camargo Corrêa nos contatos com o Congresso, Ministérios e o próprio TCU, de acordo com a "Época". A revista diz ainda que, antes de trocar a Fiesp pela empreiteira, Guilherme Costa ajudou o ex-deputado Augusto Nardes (PP-RS) a ganhar a indicação da Câmara para ministro do TCU, em 2005. Na ocasião, segundo a reportagem, o presidente da Câmara e padrinho de Nardes era o ex-deputado Severino Cavalcanti (PP-PE). No TCU, Nardes será responsável por relatar um processo em que auditores do tribunal apontaram um superfaturamento de R$ 184 milhões nas obras do Rodoanel, a maior obra viária do Estado de São Paulo. A Camargo Corrêa faz parte do consórcio responsável pela construção do Rodoanel e está encarregada de um trecho cujas obras teriam sido superfaturadas em quase R$ 40 milhões, segundo a "Época".
Tanto Luiz Henrique como Guilherme Costa são mencionados em um diálogo entre Fernando Botelho, sócio e vice-presidente licenciado da Camargo Corrêa, e o diretor Pietro Bianchi sobre as doações a políticos indicados por Paulo Skaf, de acordo com a reportagem. Nem a Polícia, nem o Ministério Público, nem o juiz do inquérito, Fausto Martins De Sanctis, registraram que Luiz Henrique é filho de Valmir Campelo. Skaf diz que doações intermediadas pela Fiesp foram legais
Skaf disse nesta sexta que as doações intermediadas pela Fiesp foram legais:
- Foi sugerido a esta empresa que pudesse doar para o PSDB do Pará e para o Democrata do Rio Grande do Norte nas últimas eleições. O Pará, a pedido do senador Flexa Ribeiro, um ex-presidente das federação das indústrias daquele estado. No caso do do Rio Grande do Norte, a pedido do senador José Agripino, que é presidente do partido no Rio Grande do Norte e é líder dos democratas no Senado. Nós sugerimos, e a empresa se dispôs, a dar esse apoio, que foi dado dentro da lei, com recibo, tudo correto - disse Skaf Irregularidades em obras do PAC
Auditorias feitas pelo TCU identificaram irregularidades em pelo menos oito obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tocadas pela Camargo Corrêa ou que têm a empreiteira no consórcio. Os auditores encontraram diversos tipos de problemas, como superfaturamento, falta de licença ambiental, pagamento por serviço não prestado, não recolhimento de tributos e obra concluída com falha na execução.
No relatório do Ministério Público e na decisão do juiz De Sanctis sobre a Operação Castelo de Areia, pai e filho aparecem cumprindo papéis distintos. O ministro Valmir é citado como autor de um relatório que aponta superfaturamento de R$ 71 milhões nas obras de terraplenagem da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, negou nesta sexta-feira que tenha havido irregularidades nas obras da refinaria.
A obra, encomendada pela Petrobras e pela venezuelana PDVSA, é feita por um consórcio de empresas que inclui a Camargo Corrêa. O lobista Luiz Henrique aparece, segundo a reportagem, repartindo R$ 400 mil da Camargo Corrêa entre dirigentes de dois partidos políticos, em combinação com Cunha Costa e supostamente por ordem de Skaf.
Em nota, a Petrobras contestou a alegação de superfaturamento na obra da refinaria e confirmou que suspendeu os pagamentos até que o assunto seja esclarecido. A Petrobras diz que usa critérios próprios para realizar medição de obras, diferentes das tabelas empregadas pelo TCU. Campelo não vê conflito de interesses entre sua condição e a do filho
Valmir Campelo disse ao site de "Época" que não vê conflito de interesses entre sua condição de ministro do TCU e a atuação do filho como intermediário de doações de empresários a partidos. "Ele é o representante da Fiesp em Brasília, recebe e cumpre ordens em Brasília, dentro da absoluta legalidade", diz Campelo. "Fiscalizo os contratos da empresa de acordo com a lei e até mandei suspender pagamentos no caso da refinaria do Nordeste. Para mim, não há conflito nenhum: tenho três filhos que precisam trabalhar e o fazem de maneira honesta."
De acordo com as investigações, Luiz Henrique intermediou uma doação de R$ 300 mil para a campanha do DEM do Rio Grande do Norte nas eleições municipais do ano passado. O contato teria sido feito com o líder do partido no Senado, Agripino Maia, segundo a reportagem.
"Recebemos R$ 300 mil, mas foi tudo legal, registrado e com recibo", afirmou Maia. Ele também apresentou um recibo assinado pela tesoureira do diretório regional do DEM, Maria de Fátima Lapenda Mesquita. Maia diz não se lembrar quem da Camargo Corrêa tratou da doação ao partido, mas confirmou ter recebido a notícia de que o repasse fora feito por meio do assessor da Fiesp em Brasília. "Conheço o Luiz Henrique. Foi ele quem comunicou que a doação seria feita", disse Maia.
Procurado pela "Época", Luiz Henrique preferiu não comentar o assunto: "Vou querer ter acesso à investigação primeiro". PF indicia diretor e secretária da Camargo Corrêa
A Polícia Federal indiciou nesta sexta Raggi Badra e Darci Flores Alvarenga, respectivamente, diretor e secretária da empreiteira Camargo Corrêa, por câmbio ilegal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os dois estão entre os dez presos na última terça-feira. Juiz nega pedido da OAB e mantém busca
Fausto De Sanctis negou nesta sexta o pedido da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que fossem suspensas as operações de busca e apreensão no departamento jurídico da sede da Camargo Corrêa, alvo da Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. Segundo a OAB, a legislação prevê a "inviolabilidade de escritório de advogados, proibindo o acesso a informações protegidas pelo sigilo profissional".
De Sanctis, porém, diz que a mesma lei citada pela OAB "permite a violabilidade de escritórios de advogados quando seus clientes supostamente participam como autores, coautores ou partícipes de crime". O juiz afirma ainda que as salas citadas pela OAB "seriam aquelas supostamente usadas por causídicos contratados pela empresa, não se tratando de escritório de advocacia autônomo".


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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SÃO PAULO - O ex-jogador de futebol Janken Ferraz Evangelista, de 29 anos, queria colher provas de que estava sendo traído pela mulher e usou a internet para esse fim. Ele criou um perfil falso no site de relacionamentos Orkut, para vigiar a ex-mulher, a recepcionista Ana Cláudia Melo da Silva, de 18 anos, morta por ele com 14 facadas. Evangelista recorreu à internet para vigiar a ex-mulher depois que ela o abandonou em Teixeira de Freitas (BA), e fugiu para São Paulo com o filho do casal, Gabriel, de 1 ano e 8 meses, em novembro do ano passado. Janken criou um perfil onde se identificava como Rafael e conseguiu tornar-se amigo virtual dela. Segundo o seu depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), três dias depois, os dois conversavam através do MSN (programa de troca de mensagens pela internet). Ana Cláudia teria feito sexo virtual com ele, sem saber que era Janken. Para ele, é uma prova de que a ex-mulher se relacionava com diversos homens.
Janken foi preso na Bahia na quarta-feira e trazido para São Paulo na quinta-feira, quatro dias após matar a ex-mulher e fugir com o filho do casal. O menino está com a avó paterna até que a Justiça decida com quem vai ficar a guarda.
Segundo a delegada Flávia Rollo, responsável pelo caso, Janken afirmou que na manhã do domingo, dia do crime, fez sexo com Ana Cláudia. Isso teria dado a ele esperanças de que fossem se reconciliar, e só aumentou sua raiva quando brigaram. Janken matou a ex-mulher após ir com ela e o filho no jogo Corinthians e Santos.
No depoimento, ele contou que veio atrás da ex-mulher em dezembro passado, pois queria pedir a guarda do filho e não tinha notícias dele. Quando localizou os dois, descobriu que ela conseguira a guarda provisória e, em fevereiro, obteve o direito de visitar o filho aos domingos, das 15h às 20h, na presença da mãe. No dia do crime aconteceu a terceira visita. Ana Cláudia teria pedido para ele ir de manhã, pois trabalharia naquela tarde.
Ainda segundo a versão de Janken, após o ato sexual, ele descobriu que Ana Cláudia iria ao jogo. Após uma briga, foram ao Estádio do Pacaembu juntos. Lá, no portão 23, ela telefonou e poucos minutos depois apareceu um funcionário do Santos, com os ingressos. Ela disse a Janken que arrumou os ingressos com uma amiga, que os acompanhou durante a partida. Após o jogo, Janken diz que o celular de Ana Cláudia tocou várias vezes, mas ela só atendeu no elevador do prédio. Depois, a flagrou falando com um jogador de futebol. Eles brigaram e Janken a matou.
Em seu depoimento ao DHPP, Janken afirmou que foi o goleiro Fábio Costa, do Santos, quem telefonou para sua ex-mulher Ana Cláudia Melo da Silva minutos antes de discutirem e da garota ser morta por ele. Janken disse que flagrou a ex-mulher na cozinha falando ao celular com Fábio Costa, logo depois de voltarem do jogo entre Corinthians e Santos, no Estádio do Pacaembu, na zona oeste. O goleiro santista admitiu ter dado os ingressos para Ana Cláudia ir ao jogo, mas negou o telefonema.
- Peguei o celular, (e vi que) era o Fábio Costa. Ouvi ela falando no telefone com o cara, dizendo que não deu para ficar depois do jogo porque 'o pai do meu filho estava comigo, ele pesou (grudou) na minha o dia todo - afirmou Janken.
Janken disse que arrancou o celular de Ana Cláudia.
- Aí ela mordeu meu dedo e a gente caiu no chão. Daí bati assim (faz gesto com o cotovelo), tirei meu dedo da boca dela e peguei o celular de volta. Aí ela pegou a faca e veio para cima de mim - afirmou.
Janken afirmou que a ex-mulher o feriu na mão. Ele a desarmou e a golpeou, mas não soube dizer quantas facadas desferiu. O filho do casal, Gabriel, de um ano e oito meses ficará por enquanto com a avó paterna na Bahia.


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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


fonte:http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9162
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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


fonte:http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9162
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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


fonte:http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9162
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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


fonte:http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9162
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:03  comentar

Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


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Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


fonte:http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9162
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:03  comentar

Confira, no quadro acima algumas atitudes simples que os docentes podem ter em sala de aula para evitar a exclusão do aluno disléxico.

Agatha Christie, Einstein, Darwin, Franklin Roosevelt, Leonardo DaVinci, Michaelangelo, Robin Williams, Tom Cruise, VanGogh e Walt Disney. O que essas personalidades das mais diversas épocas têm em comum? Todos foram ou são portadoras de dislexia, síndrome que acomete de 10% a 15% da população mundial.

Dislexia é uma palavra grega que quer dizer distúrbio de linguagem. A falta de informação pode gerar julgamentos errados. Burro, lerdo, vagabundo, folgado, preguiçoso podem ser alguns dos adjetivos empregados injustamente a uma pessoa disléxica. As principais características do problema são dificuldades na leitura, escrita, soletramento de palavras e compreensão do que lê.
É um problema que quanto mais cedo for detectado, melhor. "Assim há a possibilidade de uma intervenção terapêutica e você pode ajudar a criança a se desenvolver melhor, sendo capaz de driblar as dificuldades e desenvolver novas habilidades que possam fazer com que ela não sofra tanto na escola ou em outras situações nas quais depende da leitura e escrita", indica o orientador educacional, fundador e membro da diretoria da ABD (Associação Brasileira de Dislexia), Mário Ângelo Braggio.
Como é uma dificuldade de aprendizagem perceptual, pode ser de natureza mais visual, auditiva ou mista. E, além disso, é dividida em três graus: leve, moderado e severo. Esses são rótulos que são atribuídos apenas pela necessidade de se dar um nome para aquilo que a pessoa tem. Mas quando se analisa cada caso, se vê que, além dessas características, também é necessário considerar a pessoa em si: história de vida, meio em que vive, ambiente do qual vem, oportunidades que teve, estímulo que recebe. A professora do mestrado em Educação da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) Elisabeth Caldeira explica que diferente das "dislexias desenvolvimentais", ou seja, aquelas ligadas a uma perturbação específica do reconhecimento visual das palavras - na ausência de qualquer atraso intelectual da criança -, as "dislexias adquiridas apresentam origem neuropsicológica.

Feeling do professor
Como é uma síndrome geralmente detectada na infância, o papel do professor é muito importante, principalmente na fase da alfabetização. Ter o feeling de perceber algo errado com determinado aluno é essencial para evitar traumas futuros. Porém o que muitas vezes acontece é a falta de conhecimento sobre a dislexia que pode trazer avaliações distorcidas. Esse quadro de dificuldade de leitura não tem cura, e acompanha uma pessoa por toda a vida, do Ensino Fundamental até o Superior.Nenhum professor precisa ser oftalmologista para notar que o estudante não está enxergando bem. O dia-a-dia da sala de aula mostra isso. O mesmo vale para a audição e outras deficiências, como a própria dislexia. O professor percebe que tal pessoa é inteligente, perspicaz, criativa, tem facilidade para fazer uma porção de coisas, no entanto, quando tem que ler, escrever ou entender o que leu, pronto, nem parece a mesma. Esses indícios são os mais significativos.
"Os professores e coordenadores pedagógicos têm que ter algum tipo de treinamento, alguma sensibilidade para detectar que é mesmo dislexia, para não falar que o aluno é folgado, vagabundo e não quer aprender", ressalta o professor de Leitura e Lingüística da UVA (Universidade Estadual Vale do Acaraú), Vicente Martins. "Ninguém enxerga aquilo que não conhece."

Vestibular
Se o vestibular já é um bicho-de-sete-cabeças para pessoas sem dislexia, imagine, então, para alguém disléxico. Redação, perguntas com enunciados enormes, cálculos, interpretação de textos e tudo isso sob pressão. O tempo também é um fator importante, já que pessoas com essa síndrome têm dificuldade de leitura e, conseqüentemente, levam mais tempo para ler, interpretar e resolver os enunciados.
É por isso que fundações como a Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) já estão se abrindo para o problema do disléxico. Quem possui a síndrome e comprova através de um relatório idôneo, faz a prova em um local diferente com um monitor que lê as questões para que a pessoa ouça e entenda melhor. Além disso, tem duas horas a mais para realizar o vestibular, pode usar calculadora, construir mentalmente a redação e ditar para que o monitor a escreva. Isso já acontece há dois anos seguidos.A pessoa disléxica é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender o que lê de maneira eficiente. "É uma síndrome que acomete o ser humano. Isso vale para o esquimó, para o aborígine da Austrália, para o japonês, caiçara, pigmeu da floresta africana. É independe de qualquer outra variável. E a pessoa vai ser disléxica sempre, como o canhoto, mesmo que ele desenvolva habilidades na outra mão e supere as dificuldades, sempre será canhota. O disléxico também", observa Braggio.

Ensino Superior
E será que uma pessoa disléxica pode chegar a uma universidade e completá-la satisfatoriamente? Os professores são unânimes: isso é perfeitamente possível, desde que o aluno avise do problema para a coordenação do curso que irá alertar os docentes para que tenham sensibilidade em lidar com esse estudante. O gênio inventor da teoria da relatividade, Eisntein, era disléxico e, no entanto, toda a humanidade reconhece seus feitos. Dislexia não tem nada a ver com inteligência.
"O ser humano vai criar compensações. Ele pode ser péssimo em língua portuguesa e ainda assim um grande líder. Por exemplo, uma das compensações importantes em que o disléxico precisaria ter uma atenção especial é o tempo nas provas e concursos. Não é super proteção, mas considerá-lo realmente como uma pessoa que necessita de atendimento especial", argumenta Martins. Chegar à universidade é uma grande conquista para o disléxico, por isso, hoje em dia, algumas instituições já estão criando laboratórios para dar atendimento a jovens com dificuldades de leitura.
Quando se fala em dislexia, existem dois componentes que devem ser levados em conta: ler e compreender o texto. Quem tem dificuldade de leitura, tem problemas em ler um texto em voz alta e, conseqüentemente, em compreendê-lo. Para quem chega à graduação e passa por uma enxurrada de textos que são necessários para a compreensão e resposta de uma série de questionamentos das diversas disciplinas da grade curricular, é importante que os professores dêem uma orientação e atenção especial.
Professores, fiquem atentos a alguns sintomas da dislexia em adultos que, caso não tenham tido um acompanhamento adequado na fase escolar, ou, se possível, pré-escolar, ainda apresentará dificuldades na leitura e escrita: memória imediata prejudicada; dificuldade em nomear objetos e pessoas (disnomia); dificuldade com direita e esquerda; dificuldade em organização; aspectos afetivos emocionais prejudicados, trazendo como conseqüência depressão, ansiedade, baixa auto-estima e, algumas vezes, o ingresso para as drogas e o álcool.
O disléxico tem um ritmo diferente dos não-disléxicos. Portanto, evite submetê-lo a pressões de tempo ou competição com os colegas. É importante estimulá-lo e fazer com que acredite na sua capacidade de tornar-se um profissional competente.


fonte:http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=9162
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Valor é aceito por jovem de 19 anos, grávida de sete meses, que negociou sua filha em um fórum na Internet

Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Valor é aceito por jovem de 19 anos, grávida de sete meses, que negociou sua filha em um fórum na Internet

Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Rio - Após decidir vender seu bebê na Internet, uma jovem que diz ter apenas 19 anos, grávida de sete meses, leiloou a própria filha e aceitou proposta de R$ 10 mil. A criança, que deverá nascer em maio, acabou ‘arrematada’, segundo ela.
Moradora de uma cidade da Grande Vitória, no Espírito Santo, A. revela que, desde que postou anúncio num fórum na rede, já foi procurada por seis pretendentes. As ofertas variaram entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.“Esperava ganhar um pouco mais. Mas, como já estou perto de dar à luz, não tenho muito tempo para ficar esperando uma proposta melhor”, justifica a mãe.Segundo ela, o pai do bebê, com quem se relacionou uma única vez, não sabe da gravidez. A família da jovem, que estaria insatisfeita com a chegada do neném, também não sabe da negociação. “Vou dizer que perdi o filho, pronto!”, diz.“Não acho que estou fazendo nada de errado. É muito melhor eu passar a criança para uma família que vai criá-la com amor. Eu nunca quis esse bebê, ele não foi planejado”, afirma a jovem, que, desde que descobriu a gravidez, evita sair de casa. “Não quero que ninguém saiba que estou grávida. Assim será mais fácil para entregar a criança”, explica A.Desde domingo O DIA vem mostrando que mulheres estão usando a Internet para vender bebês e alugar a barriga por até R$ 120 mil. Com base nas informações, a Polícia Federal instaurou inquérito para investigar o tráfico internacional de crianças.

Crianças: 22% do tráfico de pessoas
Em vez de ser adotados por famílias bem-estruturadas, bebês podem parar nas mãos de quadrilhas internacionais. Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas, divulgado em fevereiro pelas Nações Unidas, mostra que crianças já são 22% das vítimas. A maioria são meninas utilizadas para mendicância ou exploração sexual. O tráfico de pessoas, terceiro ‘negócio’ mais rentável, movimentaria US$ 7 bilhões.

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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

Fonte: Paulo Lopes
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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

Fonte: Paulo Lopes
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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

Fonte: Paulo Lopes
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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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Edir pede dispensa de vistoria porque diz ser ‘enviado de Deus’
A um delegado que insistiu submeter o bispo Edir Macedo a uma vistoria de praxe no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), o fundador da Igreja Universal disse irritado: “Vocês [policiais] estão atrapalhando o meu trabalho. Porque eu sou um enviado de Deus”.

O delegado da Polícia Federal Mário Menin Junior contou à Veja que, antes de ficar frente a frente com o Macedo, teve de encarar três bispos da Universal, todos parlamentares por São Paulo, que pressionavam para que o chefe fosse dispensado da vistoria.
Tendo à frente o deputado Gilmaci Santos (PRB), o argumento da tropa da Universal foi de que o bispo tem passaporte diplomático.
De fato, desde 2007 o bispo tem direito a esse benefício que foi estendido pelo governo aos religiosos.
Mas tal passaporte não dispensa seu portador dos trâmites da imigração e alfândega. Ele existe para facilitar a entrada em outros países, se assim as autoridades quiserem.
No Brasil, quanto à vistoria, não há exceção para religiosos, nem mesmo a quem tem três jatos e se apresente como o “enviado de Deus”.

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Os crimes cometidos pelo austríaco Josef Fritzl contra sua filha Elisabeth, mantida em cativeiro como escrava sexual por 24 anos, podem ter mais desdobramentos nos próximos dias. Ontem, um advogado alemão declarou que pretende entrar com pedido para que sejam investigados ao menos a esposa e o filho mais velho de criminoso condenado à prisão perpétua, informa o jornal Kurier nesta sexta.
Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
Leandro Demori
Direto de Viena
Redação Terra
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:14  comentar

Os crimes cometidos pelo austríaco Josef Fritzl contra sua filha Elisabeth, mantida em cativeiro como escrava sexual por 24 anos, podem ter mais desdobramentos nos próximos dias. Ontem, um advogado alemão declarou que pretende entrar com pedido para que sejam investigados ao menos a esposa e o filho mais velho de criminoso condenado à prisão perpétua, informa o jornal Kurier nesta sexta.
Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
Leandro Demori
Direto de Viena
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Os crimes cometidos pelo austríaco Josef Fritzl contra sua filha Elisabeth, mantida em cativeiro como escrava sexual por 24 anos, podem ter mais desdobramentos nos próximos dias. Ontem, um advogado alemão declarou que pretende entrar com pedido para que sejam investigados ao menos a esposa e o filho mais velho de criminoso condenado à prisão perpétua, informa o jornal Kurier nesta sexta.
Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
Leandro Demori
Direto de Viena
Redação Terra
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Os crimes cometidos pelo austríaco Josef Fritzl contra sua filha Elisabeth, mantida em cativeiro como escrava sexual por 24 anos, podem ter mais desdobramentos nos próximos dias. Ontem, um advogado alemão declarou que pretende entrar com pedido para que sejam investigados ao menos a esposa e o filho mais velho de criminoso condenado à prisão perpétua, informa o jornal Kurier nesta sexta.
Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
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Os crimes cometidos pelo austríaco Josef Fritzl contra sua filha Elisabeth, mantida em cativeiro como escrava sexual por 24 anos, podem ter mais desdobramentos nos próximos dias. Ontem, um advogado alemão declarou que pretende entrar com pedido para que sejam investigados ao menos a esposa e o filho mais velho de criminoso condenado à prisão perpétua, informa o jornal Kurier nesta sexta.
Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
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Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
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Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
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Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
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Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
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Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
Leandro Demori
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Redação Terra
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Os crimes cometidos pelo austríaco Josef Fritzl contra sua filha Elisabeth, mantida em cativeiro como escrava sexual por 24 anos, podem ter mais desdobramentos nos próximos dias. Ontem, um advogado alemão declarou que pretende entrar com pedido para que sejam investigados ao menos a esposa e o filho mais velho de criminoso condenado à prisão perpétua, informa o jornal Kurier nesta sexta.
Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
Leandro Demori
Direto de Viena
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Os crimes cometidos pelo austríaco Josef Fritzl contra sua filha Elisabeth, mantida em cativeiro como escrava sexual por 24 anos, podem ter mais desdobramentos nos próximos dias. Ontem, um advogado alemão declarou que pretende entrar com pedido para que sejam investigados ao menos a esposa e o filho mais velho de criminoso condenado à prisão perpétua, informa o jornal Kurier nesta sexta.
Klaus Ulrich Groth, advogado da cidade de Duisburg, suspeita que a família seja cúmplice nos crimes. Ele pedirá também que vizinhos e ex-inquilinos do prédio sejam ouvidos.
Groth pretende encaminhar à Alta Procuradoria de Viena um pedido para que novos testes sejam feitos no porão onde Elisabeth criou três dos sete filhos que teve com o pai. Segundo ele, "em uma casa em que há crianças, inquilinos e empregadas, um porão como aquele acabaria, cedo ou tarde, sendo descoberto".
São dois os principais pontos levantados pelo advogado. Um deles se refere ao barulho que Elisabeth e os filhos faziam em baixo da casa. Enquanto esteve presa, ela deu a luz a todas as crianças, supostamente sozinha e sem auxílio médico. O advogado quer saber se o isolamento acústico é suficiente para conter ruídos como os de partos e choros de crianças.
Outra questão se refere aos períodos de férias em que a família passava longe da pequena Amstetten, a oeste de Viena. Groth quer saber se alguém ficou encarregado de levar suprimentos ao porão.
Testemunhas já disseram que viam Josef Fritzl descer praticamente todos os dias ao porão onde manteve a filha presa. Ao menos um inquilino e a cunhada, Christine R., 56 anos, confirmam a rotina do engenheiro aposentado, que dizia estar "desenhando umas máquinas que pretendia vender".
Outro inquilino, Alfred Dubanovsky, disse à emissora britânica BBC que estranhava os barulhos vindos do porão. Quando perguntou à Fritzl, no entanto, ouviu que os ruídos provinham do sistema de aquecimento do edifício. Cerca de cem inquilinos passaram nos últimos 24 anos pela casa de Josef Fritzl.
Leandro Demori
Direto de Viena
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MACEIÓ - Uma jovem de 24 anos, nua, invadiu na noite desta quinta-feira a igreja Assembleia de Deus, localizada na Rua Nordestinos, no bairro do Tabuleiro do Martins, em Maceió, para escapar do marido agressor. Maria de Lourdes da Silva, de 24 anos, declarou à polícia que havia discutido o marido, de quem está tentando se separar. Irritado, o homem começou a agredir e, após uma série de socos, arrancar a roupa de Maria de Lourdes.
A jovem saiu correndo e, nua, procurou abrigo na igreja para escapar da agressão. O marido, identificado como Cláudio Jorge de Almeida, de 44 anos, não se intimidou e ainda tentou invadir o templo. Contido por evangélicos, ele foi entregue para Polícia Militar e, posteriormente, levado para a delegacia.
Cláudio Jorge declarou no interrogatório que a briga nada tem a ver com a separação. O problema, segundo ele, é que Maria de Lourdes ficou com todo dinheiro da venda de um veículo e agora está tentando prejudicá-lo, simulando uma agressão.
O acusado foi autuado em flagrante com base na Lei Maria da Penha, que pune os crimes de violência doméstica.


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A jovem saiu correndo e, nua, procurou abrigo na igreja para escapar da agressão. O marido, identificado como Cláudio Jorge de Almeida, de 44 anos, não se intimidou e ainda tentou invadir o templo. Contido por evangélicos, ele foi entregue para Polícia Militar e, posteriormente, levado para a delegacia.
Cláudio Jorge declarou no interrogatório que a briga nada tem a ver com a separação. O problema, segundo ele, é que Maria de Lourdes ficou com todo dinheiro da venda de um veículo e agora está tentando prejudicá-lo, simulando uma agressão.
O acusado foi autuado em flagrante com base na Lei Maria da Penha, que pune os crimes de violência doméstica.


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A jovem saiu correndo e, nua, procurou abrigo na igreja para escapar da agressão. O marido, identificado como Cláudio Jorge de Almeida, de 44 anos, não se intimidou e ainda tentou invadir o templo. Contido por evangélicos, ele foi entregue para Polícia Militar e, posteriormente, levado para a delegacia.
Cláudio Jorge declarou no interrogatório que a briga nada tem a ver com a separação. O problema, segundo ele, é que Maria de Lourdes ficou com todo dinheiro da venda de um veículo e agora está tentando prejudicá-lo, simulando uma agressão.
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Cláudio Jorge declarou no interrogatório que a briga nada tem a ver com a separação. O problema, segundo ele, é que Maria de Lourdes ficou com todo dinheiro da venda de um veículo e agora está tentando prejudicá-lo, simulando uma agressão.
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A jovem saiu correndo e, nua, procurou abrigo na igreja para escapar da agressão. O marido, identificado como Cláudio Jorge de Almeida, de 44 anos, não se intimidou e ainda tentou invadir o templo. Contido por evangélicos, ele foi entregue para Polícia Militar e, posteriormente, levado para a delegacia.
Cláudio Jorge declarou no interrogatório que a briga nada tem a ver com a separação. O problema, segundo ele, é que Maria de Lourdes ficou com todo dinheiro da venda de um veículo e agora está tentando prejudicá-lo, simulando uma agressão.
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A jovem saiu correndo e, nua, procurou abrigo na igreja para escapar da agressão. O marido, identificado como Cláudio Jorge de Almeida, de 44 anos, não se intimidou e ainda tentou invadir o templo. Contido por evangélicos, ele foi entregue para Polícia Militar e, posteriormente, levado para a delegacia.
Cláudio Jorge declarou no interrogatório que a briga nada tem a ver com a separação. O problema, segundo ele, é que Maria de Lourdes ficou com todo dinheiro da venda de um veículo e agora está tentando prejudicá-lo, simulando uma agressão.
O acusado foi autuado em flagrante com base na Lei Maria da Penha, que pune os crimes de violência doméstica.