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26.3.09
PORTO ALEGRE - Uma menina de 11 meses morreu afogada em um balde, na tarde desta quarta-feira, em um bairro da zona sul de Santa Maria, a 286 km de Porto Alegre. O caso foi comunicado à polícia pelo Conselho Tutelar e teria ocorrido por volta das 14h. A mãe da bebê, que tem 15 anos, contou às conselheiras que, logo depois do almoço, ela e a filha, que estavam sozinhas em casa, foram dormir juntas no sofá. Quando acordou, a mãe percebeu que a menina não estava mais a seu lado.
Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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PORTO ALEGRE - Uma menina de 11 meses morreu afogada em um balde, na tarde desta quarta-feira, em um bairro da zona sul de Santa Maria, a 286 km de Porto Alegre. O caso foi comunicado à polícia pelo Conselho Tutelar e teria ocorrido por volta das 14h. A mãe da bebê, que tem 15 anos, contou às conselheiras que, logo depois do almoço, ela e a filha, que estavam sozinhas em casa, foram dormir juntas no sofá. Quando acordou, a mãe percebeu que a menina não estava mais a seu lado.
Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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PORTO ALEGRE - Uma menina de 11 meses morreu afogada em um balde, na tarde desta quarta-feira, em um bairro da zona sul de Santa Maria, a 286 km de Porto Alegre. O caso foi comunicado à polícia pelo Conselho Tutelar e teria ocorrido por volta das 14h. A mãe da bebê, que tem 15 anos, contou às conselheiras que, logo depois do almoço, ela e a filha, que estavam sozinhas em casa, foram dormir juntas no sofá. Quando acordou, a mãe percebeu que a menina não estava mais a seu lado.
Foi então que a adolescente teria procurado pela pequena e a encontrado com o corpo dentro de um balde cheio d'água, que estava no banheiro. Ainda segundo a adolescente, que também dividia a casa com sua mãe, a família não costumava deixar as portas internas da casa abertas na tentativa de evitar acidentes. O que a garota imagina que a filha tenha descido do sofá e engatinhado até o banheiro.
A mãe da bebê também contou que fez respiração boca-a-boca e massagem cardíaca na pequena ao perceber que ela não respirava e que o seu coração não batia. A vítima teria sido encaminhada, ainda, ao PA Infantil do bairro Patronato, onde todos os procedimentos para reanimá-la teriam sido feitos.
O caso será investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). De acordo com o titular, Márcio Schneider, a intenção é verificar se houve negligência por parte da mãe, e se o depoimento dela é verdadeiro. O corpo da bebê foi encaminhado para necropsia no Departamento Médico Legal (DML) e, até as 21h desta quarta-feira, ainda não havia sido entregue à família.


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RIO - Os cerca de 200 quilos de cocaína apreendidos pela polícia em operação na Rocinha, que, segundo a polícia, podiam ser produzidos por semana nas refinarias do tráfico encontradas ontem dariam um lucro de aproximadamente R$ 1 milhão aos bandidos, segundo o inspetor Maurício Bastos, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), especialista no assunto. A droga abastecia vários outros morros do Rio, principalmente o da Fallet, em Santa Teresa, considerado hoje o maior ponto de revenda de cocaína da cidade, de acordo com Bastos. A polícia acredita que uma das refinarias já funcionava há pelo menos um ano.
No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
Cartões clonados também foram apreendidos pelos policiais. Óleo queimado foi jogado por bandidos no asfalto para prejudicar a circulação de veículos pela comunidade.



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RIO - Os cerca de 200 quilos de cocaína apreendidos pela polícia em operação na Rocinha, que, segundo a polícia, podiam ser produzidos por semana nas refinarias do tráfico encontradas ontem dariam um lucro de aproximadamente R$ 1 milhão aos bandidos, segundo o inspetor Maurício Bastos, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), especialista no assunto. A droga abastecia vários outros morros do Rio, principalmente o da Fallet, em Santa Teresa, considerado hoje o maior ponto de revenda de cocaína da cidade, de acordo com Bastos. A polícia acredita que uma das refinarias já funcionava há pelo menos um ano.
No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
Cartões clonados também foram apreendidos pelos policiais. Óleo queimado foi jogado por bandidos no asfalto para prejudicar a circulação de veículos pela comunidade.



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RIO - Os cerca de 200 quilos de cocaína apreendidos pela polícia em operação na Rocinha, que, segundo a polícia, podiam ser produzidos por semana nas refinarias do tráfico encontradas ontem dariam um lucro de aproximadamente R$ 1 milhão aos bandidos, segundo o inspetor Maurício Bastos, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), especialista no assunto. A droga abastecia vários outros morros do Rio, principalmente o da Fallet, em Santa Teresa, considerado hoje o maior ponto de revenda de cocaína da cidade, de acordo com Bastos. A polícia acredita que uma das refinarias já funcionava há pelo menos um ano.
No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
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No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
Cartões clonados também foram apreendidos pelos policiais. Óleo queimado foi jogado por bandidos no asfalto para prejudicar a circulação de veículos pela comunidade.



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No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
Cartões clonados também foram apreendidos pelos policiais. Óleo queimado foi jogado por bandidos no asfalto para prejudicar a circulação de veículos pela comunidade.



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RIO - Os cerca de 200 quilos de cocaína apreendidos pela polícia em operação na Rocinha, que, segundo a polícia, podiam ser produzidos por semana nas refinarias do tráfico encontradas ontem dariam um lucro de aproximadamente R$ 1 milhão aos bandidos, segundo o inspetor Maurício Bastos, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), especialista no assunto. A droga abastecia vários outros morros do Rio, principalmente o da Fallet, em Santa Teresa, considerado hoje o maior ponto de revenda de cocaína da cidade, de acordo com Bastos. A polícia acredita que uma das refinarias já funcionava há pelo menos um ano.
No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
Cartões clonados também foram apreendidos pelos policiais. Óleo queimado foi jogado por bandidos no asfalto para prejudicar a circulação de veículos pela comunidade.



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RIO - Os cerca de 200 quilos de cocaína apreendidos pela polícia em operação na Rocinha, que, segundo a polícia, podiam ser produzidos por semana nas refinarias do tráfico encontradas ontem dariam um lucro de aproximadamente R$ 1 milhão aos bandidos, segundo o inspetor Maurício Bastos, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), especialista no assunto. A droga abastecia vários outros morros do Rio, principalmente o da Fallet, em Santa Teresa, considerado hoje o maior ponto de revenda de cocaína da cidade, de acordo com Bastos. A polícia acredita que uma das refinarias já funcionava há pelo menos um ano.
No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
Cartões clonados também foram apreendidos pelos policiais. Óleo queimado foi jogado por bandidos no asfalto para prejudicar a circulação de veículos pela comunidade.



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No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
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No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
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No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
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No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
Assustados com tiroteios, moradores de rua na Lagoa querem pedir isenção de IPTU
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No endereço de dois quartos, cozinha, banheiro e terraço, um quilo de cocaína era transformado em cinco quilos da droga, que era misturada até com cimento branco, como informa reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal O Globo .
Maurício Bastos informou que o tráfico da Rocinha compra, por semana, 120 quilos de pasta de cocaína, por R$ 1,4 milhão.
- A pasta vira 200 quilos de pó. O faturamento chega a R$ 2,4 milhões por semana. Chefe da Polícia Civil considerou operação bem-sucedida
Pelo menos três homens morreram, seis foram presos, e outros três ficaram feridos numa operação realizada por cerca de 300 policiais civis de várias delegacias especializadas na Favela da Rocinha, em São Conrado, Zona Sul do Rio, nesta quarta-feira.
A ação teve como objetivo reprimir o tráfico de drogas e prender Antonio Bonfim Lopes, o Nem, chefe da venda de drogas na Rocinha. Mas ele não foi encontrado. O bandido estaria envolvido numa tentativa de invasão de traficantes na noite de sábado na Ladeira dos Tabajaras , em Copacabana, o que acabou gerando violentos confrontos na região e provocou a ocupação da comunidade pela polícia por tempo indeterminado.

O chefe de Polícia Civil, Gilberto Ribeiro, considerou a operação bem-sucedida e disse achar que traficantes da Rocinha, agora, pensarão duas vezes antes de invadir outras comunidades:
- Considerando o resultado da ação na Rocinha, acho que não vão fazer o que tentaram em Copacabana. Não gosto de classificar bandido como o mais procurado, o inimigo número um... A polícia fez a sua parte para acabar com a disputa entre bandidos, mesmo não tendo prendido o chefe do tráfico local.
O coordenador das Delegacias Especializadas, Alan Turnowiski, disse achar que não houve vazamento de informações sobre a operação, o que chegou a ser cogitado entre policiais pelo fato de o traficante Nem não ter sido preso.
Uma tonelada de maconha foi apreendida na operação.

Os policiais civis encontraram ainda num cômodo num beco próximo à Rua do Valão uma espécie de oficina de armas. No local, foram apreendidos duas escopetas, carregadores, munição, um rojão, uma granada, um fuzil desmontado e material para a manutenção do armamento.

Policiais descobriram também, no início da tarde desta quarta, uma casa, próximo à Rua do Valão, com cerca de 200 quilos de pólvora, utilizada para a recarga de armamento e a fabricação de explosivos. A quantidade seria suficiente para recarregar um milhão de balas, segundo Ronaldo Leão, do Núcleo de Estudos Estratégicos da UFF. Segundo ele, raramente um quartel das Forças Armadas tem essa quantidade de pólvora em estoque. Perto da casa, dois homens trocaram tiros com policiais e morreram. No local, a polícia também apreendeu dois fuzis e carregadores.
Em 2007, uma refinaria similar a esta foi encontrada pela Polícia também na Rocinha.
Na chegada dos policiais à comunidade foram ouvidos fogos e disparos de tiros. As três pessoas baleadas foram levadas para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.
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CURITIBA - A Polícia Civil de Sarandi, município paranaense a 12 quilômetros de Maringá, prendeu um trabalhador autônomo de 42 anos acusado de abusar sexualmente das quatro filhas de 21, 18, 15 e 12 anos. Segundo o superintendente Carlos Oliveira, o Instituto Médico Legal (IML) comprovou a violência contra as garotas.
O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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CURITIBA - A Polícia Civil de Sarandi, município paranaense a 12 quilômetros de Maringá, prendeu um trabalhador autônomo de 42 anos acusado de abusar sexualmente das quatro filhas de 21, 18, 15 e 12 anos. Segundo o superintendente Carlos Oliveira, o Instituto Médico Legal (IML) comprovou a violência contra as garotas.
O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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CURITIBA - A Polícia Civil de Sarandi, município paranaense a 12 quilômetros de Maringá, prendeu um trabalhador autônomo de 42 anos acusado de abusar sexualmente das quatro filhas de 21, 18, 15 e 12 anos. Segundo o superintendente Carlos Oliveira, o Instituto Médico Legal (IML) comprovou a violência contra as garotas.
O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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CURITIBA - A Polícia Civil de Sarandi, município paranaense a 12 quilômetros de Maringá, prendeu um trabalhador autônomo de 42 anos acusado de abusar sexualmente das quatro filhas de 21, 18, 15 e 12 anos. Segundo o superintendente Carlos Oliveira, o Instituto Médico Legal (IML) comprovou a violência contra as garotas.
O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
O Conselho Tutelar foi acionado para cuidar da situação das meninas. A criança de 12 anos será transferida para um abrigo. As outras três moças devem continuar em casa, mas com acompanhamento de conselheiros e assistentes sociais.



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O boletim de ocorrência foi registrado na última segunda-feira, após resultados de exames. A Justiça decretou a prisão do acusado. Segundo relato das meninas, a filha mais velha, de 21 anos, sofre com os abusos desde os 11 anos. A de 18 era violentada há três anos. A garota de 15 anos era vítima do pai desde os 11 e a filha adotiva, de 12 anos, começou a ser abusada aos nove anos de idade.
O pai - o nome não será revelado para preservar a identidade das vítimas - confessou todos os crimes e disse ao superintendente que estuprava as meninas, pois era possuído por um espírito maligno.
- Ele nos disse que o espírito só saía do seu corpo após abusar das meninas - diz Oliveira.
Os estupros aconteciam dentro da casa da família, muitas vezes dentro dos quartos.
- O que mais nos chocou foi saber que a mãe, que é dona-de-casa, era conivente. Ela sabia de tudo e não fez nada para acabar com a situação - diz o superintendente.
As meninas disseram que demoraram para fazer a denúncia, pois eram ameaçadas de morte pelo pai. A situação pior acontecia com a criança de 12 anos. A menina foi abandonada pela mãe biológica aos quatro anos de idade e desde então vivia com a família do estuprador.

- Há seis meses, a mãe biológica voltou e retomou a guarda da garota. No entanto, segundo a menina, ela sabia dos abusos e mesmo assim a obrigava a ir para a casa do acusado a cada cinco dias para ter relações com ele - conta Oliveira.
O delegado pediu também a prisão preventiva da mulher. O acusado está preso em cela separada na Delegacia de Sarandi. Ele responderá pelo crime de estupro qualificado. Segundo o superintendente Oliveira, o inquérito ainda está sendo concluído.
- Queremos tomar providências para indiciar também a mãe, que era cúmplice da situação - afirma o superintendente.
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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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BRASÍLIA - Uma denúncia anônima revelou um crime chocante ocorrido em Ceilândia, cidade satélite de Brasília. No último dia 13, um bebê de 2 meses foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia já sem vida, com traumatismo craniano. O agressor, segundo as investigações, foi o pai do menino, que deu um soco na cabeça do bebê porque ficou irritado com o choro da criança.
O laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) constatou traumatismo craniano, com afundamento do lado direito da cabeça.
Os pais foram ouvidos na noite desta quarta na 19ª Delegacia de Polícia. Durante depoimento, Marcelo da Conceição Brito, 22 anos, confessou que ficou irritado com o choro do filho durante a madrugada e deu um soco na cabeça do bebê.
Como não foi flagrante, a polícia vai pedir a prisão preventiva do acusado. Ele foi indiciado por homicídio qualificado.
- Vou remeter cópia do processo à Delegacia da Criança e do Adolescente, para apurar a participação da mãe, e hoje mesmo estou pedindo a prisão preventiva dele - explica o delegado Raimundo Vanderley Melo.


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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 15:05  comentar

Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


fonte:G1
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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


fonte:G1
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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


fonte:G1
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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

Ao ser preso pela polícia, nesta quarta feira (25), o ex-jogador de futebol suspeito de ter assassinado a ex-namorada e sequestrado o filho praticamente confessou o crime.

O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

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O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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Janken Ferraz se entregou após negociação entre a polícia e a mãe dele. Ex-jogador de futebol deve ser transferido para São Paulo nesta quinta.

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O ex-jogador de futebol Janken Ferraz foi preso na estrada que liga as cidades de Nanuque, em Minas Gerais, e Nova Viçosa, na Bahia. Janken estava escondido em Belo Horizonte e se entregou depois de uma negociação entre a polícia e a mãe dele. No meio da tarde, ele foi levado para o complexo policial de Teixeira de Freitas, no extremo sul baiano. Lá, disse que a morte da ex-companheira, Ana Cláudia Melo e Silva, foi um acidente. “Não era para ter acontecido. Era a mãe do meu filho. Foi um acidente que aconteceu, não tem nada a ver”, declarou.
Em uma conversa informal com os policiais, Janken disse que tinha ciúmes da ex-mulher e que teria encontrado, no celular dela, mensagens eletrônicas e números de telefones de jogadores de futebol. Segundo ele, os dois brigaram e Ana Cláudia teria tentado se defender com uma faca. Foi quando ele tomou o utensílio e esfaqueou a ex-mulher. Janken Ferraz era procurado desde domingo (22), última vez em que foi visto em São Paulo. As câmeras de segurança do prédio onde moravam a ex-mulher e o filho dele registraram a chegada do casal e da criança pouco antes das 20 horas. Trinta e nove minutos depois, Janken saiu com o filho, usando uma camisa diferente daquela com que entrou no edifício. Um vizinho, que ouviu uma discussão entre o casal, chamou o porteiro, que entrou no apartamento e encontrou Ana Cláudia morta. Janken Ferraz vai ser levado durante a madrugada para Salvador e, nesta quinta-feira (26), deve ser transferido para São Paulo. A polícia ainda não sabe se deixa o menino com a avó paterna ou se entrega a criança para a família de Ana Cláudia. Por enquanto, o bebê ficará aos cuidados do Conselho Tutelar de Teixeira de Freitas.


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'Nunca vi nada igual na minha vida', disse Tyler Wilson.Ele não sabe como o cão foi parar no topo da árvore.

O norte-americano Tyler Wilson precisou chamar o grupo de salvamento de animais após seu cão Buford, de 5 meses de idade, ter subido em uma árvore na cidade de Knoxville, no estado do Tennessee (EUA), segundo a emissora WBIR-TV.
"Nunca vi nada igual na minha vida", disse Wilson à WBIR-TV. "Você já viu um cão subir em uma árvore? Tenho certeza que não", acrescentou ele, destacando que não sabe como seu animal de estimação foi parar no topo da árvore.
O norte-americano Tyler Wilson precisou chamar o grupo de salvamento de animais após seu cão Buford, de 5 meses de idade, ter subido em uma árvore.
fonte:G1
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'Nunca vi nada igual na minha vida', disse Tyler Wilson.Ele não sabe como o cão foi parar no topo da árvore.

O norte-americano Tyler Wilson precisou chamar o grupo de salvamento de animais após seu cão Buford, de 5 meses de idade, ter subido em uma árvore na cidade de Knoxville, no estado do Tennessee (EUA), segundo a emissora WBIR-TV.
"Nunca vi nada igual na minha vida", disse Wilson à WBIR-TV. "Você já viu um cão subir em uma árvore? Tenho certeza que não", acrescentou ele, destacando que não sabe como seu animal de estimação foi parar no topo da árvore.
O norte-americano Tyler Wilson precisou chamar o grupo de salvamento de animais após seu cão Buford, de 5 meses de idade, ter subido em uma árvore.
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"Nunca vi nada igual na minha vida", disse Wilson à WBIR-TV. "Você já viu um cão subir em uma árvore? Tenho certeza que não", acrescentou ele, destacando que não sabe como seu animal de estimação foi parar no topo da árvore.
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"Nunca vi nada igual na minha vida", disse Wilson à WBIR-TV. "Você já viu um cão subir em uma árvore? Tenho certeza que não", acrescentou ele, destacando que não sabe como seu animal de estimação foi parar no topo da árvore.
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"Nunca vi nada igual na minha vida", disse Wilson à WBIR-TV. "Você já viu um cão subir em uma árvore? Tenho certeza que não", acrescentou ele, destacando que não sabe como seu animal de estimação foi parar no topo da árvore.
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O PCB, composto tóxico usado em indústrias que teve seu uso banido no Brasil em 1993, ainda está presente nas glândulas mamárias das brasileiras. Embora não ofereça riscos diretos ao bebê, é um alerta para retirar de uso as máquinas que ainda usam essa substância.

Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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O PCB, composto tóxico usado em indústrias que teve seu uso banido no Brasil em 1993, ainda está presente nas glândulas mamárias das brasileiras. Embora não ofereça riscos diretos ao bebê, é um alerta para retirar de uso as máquinas que ainda usam essa substância.

Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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O PCB, composto tóxico usado em indústrias que teve seu uso banido no Brasil em 1993, ainda está presente nas glândulas mamárias das brasileiras. Embora não ofereça riscos diretos ao bebê, é um alerta para retirar de uso as máquinas que ainda usam essa substância.

Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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O PCB, composto tóxico usado em indústrias que teve seu uso banido no Brasil em 1993, ainda está presente nas glândulas mamárias das brasileiras. Embora não ofereça riscos diretos ao bebê, é um alerta para retirar de uso as máquinas que ainda usam essa substância.

Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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O PCB, composto tóxico usado em indústrias que teve seu uso banido no Brasil em 1993, ainda está presente nas glândulas mamárias das brasileiras. Embora não ofereça riscos diretos ao bebê, é um alerta para retirar de uso as máquinas que ainda usam essa substância.

Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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O PCB, composto tóxico usado em indústrias que teve seu uso banido no Brasil em 1993, ainda está presente nas glândulas mamárias das brasileiras. Embora não ofereça riscos diretos ao bebê, é um alerta para retirar de uso as máquinas que ainda usam essa substância.

Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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Na década de 1970, a fabricação do PCB (bifenil policlorado) foi mundialmente banida e, desde 1993, o uso da substância está proibido no Brasil. Mas ainda hoje esse composto químico altamente tóxico pode ser encontrado nas glândulas mamárias de brasileiras, que o transmitem a seus filhos por meio do leite materno. Essa foi a conclusão de um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, que analisou o leite de 200 mulheres, escolhidas aleatoriamente, de nove estados brasileiros. A concentração do BCP não está alta a ponto de ser um fator de risco, mas é um alerta para a permanência no meio ambiente de um composto já banido da indústria. O BCP foi um composto muito usado como isolante térmico e fluido para máquinas industriais, transformadores e na composição de graxas, óleos lubrificantes e tintas. Começou a ser sintetizado em 1930, por empresas como a Monsanto e a Bayer por causa de suas vantagens químicas e físicas: era um composto não-inflamável, de alta resistência elétrica e grande estabilidade. Mas descobriu-se que o BCP é altamente tóxico e permanece no meio ambiente por muitos anos. Ele é um dos dez poluentes com maior potencial de toxicidade e está entre os doze poluentes que o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente tenta eliminar da natureza.

“Milhões de toneladas de PCB foram produzidas ao redor do mundo. Parte disso está estocada em locais seguros. Mas parte ainda está sendo usada em transformadores antigos, ou seja, ainda pode contaminar o meio ambiente, e outra parte já está presente na natureza, contaminando rios, solo, ar e consequentemente chegando ao topo da cadeia alimentar, ou seja, o ser humano”, diz a autora do estudo, Cláudia Hoffmann Kowalski, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. Elevadas concentrações de BCP podem provocar irritações cutâneas nos adultos, mas nas crianças os riscos são anemia, redução de crescimento, problema de calcificação do crânio e até distúrbios no sistema respiratório e imunológico, de escurecimento na pigmentação da pele e das membranas mucosas. Alguns estudos já relacionaram baixo QI à contaminação de crianças pelo BCP. Apesar dos perigos relacionados à substância, a autora do estudo explica que as concentrações encontradas no leite das mães brasileiras estão abaixo dos limites de risco. A mais alta foi de 13,86 µg/L (micrograma por litro), abaixo mesmo para os países que têm um controle rídigo, com limites máximos variam entre 20 e 60 µg/L. Porém, o BCP tem efeito cumulativo. Ao longo da vida, as pessoas que ingerem alimentos contaminados com BCP podem ter as concentrações aumentadas.

São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.
São Paulo foi a cidade onde mais mulheres apresentaram contaminação (58%), Vitória e Florianópolis ficaram em seguida. Como as glândulas mamárias têm grande quantidade de gordura e o BCP tem afinidade com os lípides, essa região costuma acumular o composto mais facilmente. Desde 1993, a produção do BCP foi proibida, mas no Brasil, a presença do elemento em equipamentos industriais é tolerada enquanto eles estiverem em funcionamento. Em São Paulo uma lei de 2006 prevê que até 2020 todos os equipamentos com BCP sejam desativados. Mas o problema ainda não estará resolvido. Descartar essas máquinas significa depositar no meio ambiente o composto, que poderá chegar aos animais e ao homem.


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Estrada de ferro tem mais de sete quilômetros de comprimento e mais de 700 trens.

Dois irmãos alemães afirmam ter construído a maior ferrovia de brinquedo do mundo com mais de sete quilômetros de comprimento.
A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

fonte:G1
link do postPor anjoseguerreiros, às 14:29  comentar

Estrada de ferro tem mais de sete quilômetros de comprimento e mais de 700 trens.

Dois irmãos alemães afirmam ter construído a maior ferrovia de brinquedo do mundo com mais de sete quilômetros de comprimento.
A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

fonte:G1
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Estrada de ferro tem mais de sete quilômetros de comprimento e mais de 700 trens.

Dois irmãos alemães afirmam ter construído a maior ferrovia de brinquedo do mundo com mais de sete quilômetros de comprimento.
A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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Estrada de ferro tem mais de sete quilômetros de comprimento e mais de 700 trens.

Dois irmãos alemães afirmam ter construído a maior ferrovia de brinquedo do mundo com mais de sete quilômetros de comprimento.
A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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Estrada de ferro tem mais de sete quilômetros de comprimento e mais de 700 trens.

Dois irmãos alemães afirmam ter construído a maior ferrovia de brinquedo do mundo com mais de sete quilômetros de comprimento.
A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
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Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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Estrada de ferro tem mais de sete quilômetros de comprimento e mais de 700 trens.

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Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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Estrada de ferro tem mais de sete quilômetros de comprimento e mais de 700 trens.

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A estrada de ferro, batizada de Miniatur Wunderland (Terra das Maravilhas em Miniatura), ocupa uma área de 1.150 m², por onde 700 trens com mais de 10 mil vagões percorrem um trajeto em meio a cenários que retratam regiões pitorescas dos Estados Unidos, Suíça, Escandinávia, Alemanha e os alpes austríacos.

Os ambientes percorridos pelas locomotivas são ilustrados por 900 sinais de trânsito, 2,8 mil prédios, 4 mil carros - muitos deles com os faróis acesos - e 160 mil bonecos em miniatura.
A estrutura custou cerca de R$ 27 milhões para ser construída e está em exposição em Hamburgo, na Alemanha, onde 160 funcionários zelam para que nenhum detalhe do percurso passe despercebido aos visitantes.

Os gêmeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, dizem que boa parte do dinheiro foi arrecadada com a venda de ingressos para a exibição do modelo original da ferrovia, de menor extensão.
Eles contam ter começado a construir a estrada de ferro em 2000, inspirados por uma paixão de infância. Desde então, foram investidas 500 mil horas no projeto, que carrega mais de quatro mil quilos de aço e 700 quilos de grama artificial.
"Nossa idéia era construir um mundo que deixasse adultos e crianças maravilhados", diz Gerrit.
Os irmãos dizem ainda não estar satisfeitos com a magnitude da criação e esperam dobrar a extensão da ferrovia até 2014, quando outras centenas de trens circularão por paisagens francesas, italianas e britânicas.

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Enfim, mais um capítulo da novela Alfie. Na verdade, um capítulo bombástico!

De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
A novela não acabou: Quem é o pai de Maisie???



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Enfim, mais um capítulo da novela Alfie. Na verdade, um capítulo bombástico!

De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
A novela não acabou: Quem é o pai de Maisie???



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Enfim, mais um capítulo da novela Alfie. Na verdade, um capítulo bombástico!

De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
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De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
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De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
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Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
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Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
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Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
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De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
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De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
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De acordo com o jornal "Daily Mirror", Alfie Patten, o menino que chocou o Reino Unido e foi notícia no mundo ao ser anunciado como pai aos 13 anos - com carinha de 8 -, não é o pai da menina Maisie Roxanne, filha de Chantelle Steadman, de 15. A revelação foi feita após o resultado do exame de DNA.

Logo após o nascimento, a mãe de Alfie questionou que o menino fosse mesmo o pai da criança. Vários adolescentes surgiram dizendo que poderiam ser o pai de Maisie, embora Chantelle garantisse que tivera apenas relação sexual com Alfie.
O resultado do exame representa um duro golpe para Alfie, que estava convencido de que era pai de Maisie, a quem diz adorar.
Chantelle ficou grávida aos 14 anos, depois de "ter se esquecido" de tomar a pílula anticoncepcional. A jovem e o bebê vivem na casa dos pais de Chantelle.
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Finalizando a retrospectiva podemos ver que depois de tantos HCs pedidos e negados e tantas manobras e recursos usados, versões combinadas , os srs.Desembargadores chegaram à mesma decisão dada no mês de outubro , pelo Juiz Maurício Fossen:
JÚRI POPULAR

Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


Wagner Gomes, O Globo - publicada em 24/03/2009
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:21  comentar

Finalizando a retrospectiva podemos ver que depois de tantos HCs pedidos e negados e tantas manobras e recursos usados, versões combinadas , os srs.Desembargadores chegaram à mesma decisão dada no mês de outubro , pelo Juiz Maurício Fossen:
JÚRI POPULAR

Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


Wagner Gomes, O Globo - publicada em 24/03/2009
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Finalizando a retrospectiva podemos ver que depois de tantos HCs pedidos e negados e tantas manobras e recursos usados, versões combinadas , os srs.Desembargadores chegaram à mesma decisão dada no mês de outubro , pelo Juiz Maurício Fossen:
JÚRI POPULAR

Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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Finalizando a retrospectiva podemos ver que depois de tantos HCs pedidos e negados e tantas manobras e recursos usados, versões combinadas , os srs.Desembargadores chegaram à mesma decisão dada no mês de outubro , pelo Juiz Maurício Fossen:
JÚRI POPULAR

Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

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Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


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Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


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Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

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O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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JÚRI POPULAR

Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

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O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
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O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
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O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


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CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


Wagner Gomes, O Globo - publicada em 24/03/2009
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:21  comentar

Finalizando a retrospectiva podemos ver que depois de tantos HCs pedidos e negados e tantas manobras e recursos usados, versões combinadas , os srs.Desembargadores chegaram à mesma decisão dada no mês de outubro , pelo Juiz Maurício Fossen:
JÚRI POPULAR

Esperamos que a data para essa decisão tomada na terça-feira última seja marcada o mais breve possível e que com certeza a resposta deverá ser....CULPADOS porque nada a favor do casal ainda pode ser provado.


CASAL NARDONI VAI A JÚRI POPULAR

SÃO PAULO - O casal Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Trotta Peixoto Jatobá vai a júri popular por decisão do juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri de Santana, na zona norte da capital. A decisão foi tomada nesta sexta-feira, segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão ainda mantém o casal preso até o julgamento cuja data ainda não foi marcada. Alexandre Alves Nardoni e Ana Carolina Jatobá são acusados de matar a menina Isabella Nardoni, no último dia 29 de março. Isabella foi esganada e jogada do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital, onde o casal morava. Os dois negam o crime.


O Globo - publicada 31/10/2008



Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá irão a júri popular pela morte de Isabella, decide TJ

A realização do júri popular, decidida em outubro passado pelo juiz Maurício Fossen, da 2ª Vara Criminal do Fórum de Santana, foi confirmada nesta terça-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Por unanimidade, os três desembargadores da 4ª Câmara Criminal do TJ rejeitaram pedido dos advogados de defesa de anular a decisão. Em seu parecer, o desembargador Luís Soares de Mello, afirmou que acabar com o processo, como queriam os advogados do casal, é um contra-senso próximo da aberração. Disse ainda que os dois devem permanecer presos, pois a prisão é necessária para manter a ordem pública e a credibilidade da Justiça.
- Não há razão para libertá-los - afirmou o relator, acrescentando que os bons antecedentes dos dois são insuficientes para deixá-los livres.
Para o desembargador, acolher o pedido da defesa seria um desprestígio aos peritos e uma tentativa de desmoralizar a polícia, que se dedicou intensamente ao trabalho de investigação.
Marco Polo Levorim, advogado do casal, afirmou que estuda entrar com outros dois recursos, um no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outro no Supremo Tribunal Federal para derrubar a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo.
- Vamos questionar os laudos até o fim - anunciou.
O desembargador Soares de Mello afirmou que a defesa tentou, com a contratação do médico legista George Sanguinetti e da perita Delma Gama, derrubar a investigação "como num passe de mágica".
Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá respondem por homicídio doloso triplamente qualificado e por fraude processual (alteração da cena do crime). A estratégia da defesa tem sido adiar ao máximo qualquer decisão sobre o caso, com uma série de recursos.


Wagner Gomes, O Globo - publicada em 24/03/2009
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
link do postPor anjoseguerreiros, às 10:54  comentar

O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:

- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.

Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar

Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:

· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  comentar

NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  comentar

NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:41  comentar

NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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NA ÁUSTRIA, EM PERNAMBUCO OU EM SP, ABUSADORES SEXUAIS PARTILHAM DA MESMA IDENTIFICAÇÃO MALIGNA COM A MÃE E DA INDIFERENÇA PELO OUTRO

Os casos de pedofilia e incesto recentemente noticiados pela imprensa -a menina engravidada pelo padrasto em Alagoinha (PE), o austríaco que manteve presa sua filha por mais de 20 anos e com ela engendrou sete filhos/netos, a rede criminosa baseada em Catanduva (SP)- provocaram repulsa e horror em todos os que deles tomaram conhecimento.
Como é possível que alguém pratique tais atos, perguntam-se as pessoas, e quais as consequências deles para as vítimas? Mesmo que pedófilo e incestuoso não sejam sinônimos -o primeiro se interessa sexualmente por crianças, o segundo toma como objeto uma pessoa da mesma família ou clã (criança ou não), portanto proibido pela lei ou pelo costume-, não é raro que as duas condições coincidam num mesmo indivíduo, como no caso de Alagoinha, e em tantos outros que diariamente chegam às instituições de tutela da infância.

Os motivos pelos quais um adulto -geralmente homem- aborda uma criança com o objetivo de se aproveitar dela são de diversas ordens.

Balas e pipocas

Em primeiro lugar, ela é mais fácil de atrair do que um parceiro adulto: balas, pipocas e a promessa de deixar jogar videogames bastaram para levar ao quarto do borracheiro de Catanduva os garotos que ele cobiçava.

Quem assim procede tem medo de que o adulto recuse seu convite; pode-se supor que seja acometido de ansiedade em relação ao seu desempenho ou que suas fantasias de castração sejam particularmente intensas.

Em segundo lugar, o "predador psíquico" -termo que tomo emprestado ao antropólogo Boris Cyrulnik- tem características que o singularizam entre as várias classes de perversos. A principal delas é uma identificação maligna com a mãe, diferente da que desemboca numa posição homossexual "normal" ou da que -caso venha a fazer parte da porção sublimada da libido- resulta num interesse pedagógico, numa atitude maternal e devotada para com os amigos etc.

O que norteia o impulso sexual do pedófilo é a combinação dessa identificação com um ódio imenso pela criança que ele mesmo foi -"meu objeto deve sofrer ainda mais do que eu sofri"- e com um completo desinteresse pelos sentimentos do outro, que leva o indivíduo a não se incomodar com as consequências que seus atos possam acarretar para a criança.

Quer esta tenha sido "apenas" bolinada, induzida a praticar felação ou estuprada, tais consequências são de extrema gravidade.

O abusador sexual busca muitas vezes uma revanche contra violências de que ele próprio foi vítima na infância (é a justificativa do austríaco Josef Fritzl para o que fez com a filha) e se aproveita do fato de que as crianças são efetivamente dotadas de sexualidade para as seduzir.

Mas atenção: a sexualidade infantil não se confunde com a adulta, e certamente não faz parte dela o intento de servir de meio para prazeres dos quais não tem noção.

Esse ponto é crucial. Todos sabemos que as crianças se interessam pelo que acontece no quarto dos pais e, no contexto do complexo de Édipo, desejam inconscientemente ocupar o lugar de um dos cônjuges.


"Pessoas grandes"

Sua imaturidade, porém, e o fato de desconhecerem muito do que se refere à vida sexual das "pessoas grandes", as fazem inventar o que Freud chamava de "teorias sexuais infantis". Brincadeiras de médico, de "gato mia" e outras semelhantes expressam a curiosidade natural sobre o corpo, sobre a diferença entre meninos e meninas, sobre como se fazem bebês -mas são parte do que Sándor Ferenczi [1873-1933] denominou "linguagem da ternura".

Já o adulto -perverso ou normal- opera na "linguagem da paixão", ou seja, num registro que confere sentido bem diverso à excitação, às fantasias e aos atos eróticos.

A "confusão de línguas" da qual fala o psicanalista húngaro nasce de que o adulto não controla seus impulsos e excede os limites que a cultura impõe na esfera sexual.

Como afirma com razão Renata Cromberg, não se podem confundir "carinhos de pai" -beijos, abraços, afagos normais e desejáveis na relação pai-filha- com "carinhos de homem": os mesmos gestos, porém realizados com o intuito de proporcionar prazer sexual para si, e nunca para a criança.

Quando isso acontece, esta se vê enredada numa armadilha fatal: sente-se culpada por suas fantasias incestuosas (que, repito, fazem parte do desenvolvimento normal) e chocada pela maneira como elas acabaram por se realizar.

A perplexidade se soma à vergonha e ao trauma de se ver traída por alguém em quem confiava; os efeitos na mente infantil são devastadores, e a eles se somam muitas vezes vestígios corporais, da irritabilidade ou ferimentos nos genitais à gravidez.

A situação é frequentemente complicada pelo medo de contar o que ocorreu ou, pior ainda, pela incredulidade com que o relato é recebido.

Mães se recusam a acreditar que o homem que amam possa ter cometido "aquilo" ou são coniventes (alguém duvida de que a mulher de Fritzl sabia -ou pelo menos suspeitava- do que estava acontecendo naquele porão?); autoridades (como a responsável pela Delegacia da Mulher de Catanduva) não dão seguimento à investigação; e o silêncio contribui para agravar a confusão e a dor.

Diante da incompreensão dos adultos, a criança vítima de abuso sexual aciona mecanismos de defesa violentíssimos, que acabam por aumentar ainda mais o seu sofrimento: identificação com o agressor, entrada numa posição masoquista, cisão da parte da sua mente que abriga as lembranças do fato e outros mais.

Pode se tornar abúlica ou muito agressiva, perder a capacidade de sonhar ou reviver a cena em pesadelos, ser to- mada por sentimentos de perseguição, pela culpa de ter "induzido" o ato ou pela imagem obsedante do agressor. Este, porém, pouco se importa com tais consequências: como sua personalidade é de tipo narcisista, a desumanização do outro não lhe provoca emoção nenhuma. Contudo, por trás da fachada triunfante, nota-se que esse narcisismo é muito frágil: recobre precariamente um grande vazio e uma angústia atroz quanto à própria identidade.

Compreende-se que o perverso -e particularmente o pedófilo/incestuoso- busque na sexualidade um lenitivo para a incerteza sobre quem é e sobre o que pode ("a pedofilia é a perversão dos fracos e impotentes", diz Freud) e um meio de desviar sobre um ser indefeso o ódio e a hostilidade contra seus objetos internos.O entendimento sobre como funciona a personalidade do agressor, porém, não diminui a gravidade dos atos que pratica nem a dor imensa que inflige à sua vítima.

O tema do abuso sexual é complexo, e é evidente que estas breves observações não o podem esgotar. A informação adequada é essencial para quem lida com os desastres que ele provoca.Por isso, gostaria de concluir este artigo recomendando a juízes, médicos, promotores, assistentes sociais, psicólogos -e também aos familiares das vítimas- a leitura de quatro livros nos quais me baseei para o redigir: "Cena Incestuosa", de Renata Cromberg; "Perversão", de Flávio Carvalho Ferraz; "Psicopatia", de Sidnei Kiyoshi Shine; e "Narcisismo e Vínculos", de Lucía Barbero Fuks, este uma coletânea na qual figuram vários trabalhos sobre o assunto [todos publicados pela ed. Casa do Psicólogo].

Lembremos o dito de Freud: "Primum non nocere" -antes de mais nada, não prejudicar quem está ferido!

Fonte: Folha de São Paulo
Por RENATO MEZAN - é psicanalista e professor titular da Pontifícia Universidade Católica de SP. Escreve na seção "Autores", do Mais! .
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Intensificando o atendimento para salvar vidas

Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
RedaçãoeAgora.com.br
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Intensificando o atendimento para salvar vidas

Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
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Intensificando o atendimento para salvar vidas

Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
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Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
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Intensificando o atendimento para salvar vidas

Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
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Intensificando o atendimento para salvar vidas

Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
RedaçãoeAgora.com.br
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Intensificando o atendimento para salvar vidas

Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
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Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
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Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
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Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
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Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
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Executado desde 1994 por iniciativa do Hospital Amaral Carvalho em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e, a partir de 1996 também em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde, o Programa de Prevenção do Câncer Ginecológico irá aumentar a sua área de atendimento a partir de abril. O objetivo é facilitar ainda mais o acesso das mulheres ao programa, aproveitando os recursos já existentes. "Elaboramos um cronograma de ampliação de oferta com a utilização da unidade móvel, oferecendo atendimento em horários mais flexíveis e em locais mais distantes das Unidades de Saúde que já estão incluídas no cronograma atual", explica a médica Lenira Maria de Queiroz Mauad, oncoginecologista do Hospital Amaral Carvalho, responsável pelo programa. O programa irá ampliar o horário de atendimento no Posto Fixo aos sábados das 8h às 13h e utilizar a unidade móvel de coleta; aos sábados pela manhã em bairros previamente selecionados, já definidos como prioridade para ampliação de cobertura, seja pela localização ou pelas condições sócio econômicas da população. A ação de ampliação terá inicio em abril. Por possuir como principais a descentralização das coletas e a agilização dos exames, a equipe do programa atua em um posto fixo e em postos itinerantes, nas Unidades de Saúde, além de utilizar um posto móvel (unidade de coleta instalada em um ônibus que percorre bairros e outros locais distantes ou realiza campanhas pontuais).
Além da coleta de colpocitologia oncótica (teste de Papanicolaou), é realizado o rastreamento do câncer de endométrio e das lesões precursoras do câncer de vulva.Todas as mulheres que apresentam alterações são encaminhadas para o Ambulatório de Ginecologia Preventiva para complementação diagnóstica e tratamento ambulatorial.
Números
Em 1993, ano anterior ao início do programa, foi registrada uma mortalidade pelo câncer do colo do útero de 10/100.000, índice elevado até mesmo para os padrões brasileiros. Em 2004 nenhuma morte foi registrada. No entanto, nos anos subseqüentes, temos observado casos de óbito, sempre de mulheres que estão fora do Programa. Além disto os fatores de risco para a contaminação pelo HPV, principal agente causal deste tumor, vem aumentado a cada ano, segundo nossos dados epidemiológicos.
Quadro de atendimento:
Abril - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Jorge Atalla18 e 25/04 - Atendimento com a Unidade Móvel nos bairros Balan I e II e Jardim Sempre Verde.
Maio - Posto Itinerante na Unidade Básica - Jardim ItamaratyUnidade Móvel: 09/05 - Pires I + Cila16/05 - Pires + Bernardi23/05 - Comerciários e Világio de Roma Junho - Posto Itinerante na Unidade da Saúde da Família do Augusto SaniUnidade Móvel:
Junho - 20 e 27/06 - Jardim Nova Jaú.
Julho - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim Santa Helena ( não haverá coleta em horário especial).
Agosto - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família da Vila Ribeiro e Pouso Alegre (não haverá coleta em horário especial.
Setembro - Posto Itinerante na Unidade Básica da Vila Nova (não haverá atendimento em horário especial).
Outubro - Atendimento pelo Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jd. Pedro Ometto. 10 e 17/10 - horário especial na Policlínica24 e 31/10 - Unidade Móvel no Jardim Orlando Ometto
Novembro - Posto Itinerante na Unidade Básica do Jardim Vila Maria14/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim São Crispim21/11 - Atendimento com a Unidade Móvel no Jardim Olímpia
Dezembro - Posto Itinerante na Unidade de Saúde da Família do Jardim São José e Dorival Mascaro (não haverá atendimento em horário especial).
A partir de abril o Posto Fixo, localizado em anexo ao Hospital Amaral Carvalho manterá atendimento aos sábados das 8 às 13 horas.
*FOTO: Dra. Lenira durante treinamento entre funcionários do Hospital Amaral Carvalho e da Secretaria Muncipal de Saúde na terça-feira, 24
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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Gilson Augusto da Silva, da cidade de Marília, a 418 quilômetros da capital paulista, disse que peritos recuperaram 27 mil arquivos deletados em um notebook para provar que o diretor da escola Cristo Rei tentava aliciar menores pela internet. Segundo o promotor, o diretor, de 33 anos, se passava por uma mulher e manteve contato com uma menina de 12 anos que mora em Americana, a 124 quilômetros da capital paulista. As investigações da polícia começaram depois que a mãe da menina desconfiou das conversas que a filha mantinha pela internet.
Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Gilson Augusto da Silva, da cidade de Marília, a 418 quilômetros da capital paulista, disse que peritos recuperaram 27 mil arquivos deletados em um notebook para provar que o diretor da escola Cristo Rei tentava aliciar menores pela internet. Segundo o promotor, o diretor, de 33 anos, se passava por uma mulher e manteve contato com uma menina de 12 anos que mora em Americana, a 124 quilômetros da capital paulista. As investigações da polícia começaram depois que a mãe da menina desconfiou das conversas que a filha mantinha pela internet.
Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Gilson Augusto da Silva, da cidade de Marília, a 418 quilômetros da capital paulista, disse que peritos recuperaram 27 mil arquivos deletados em um notebook para provar que o diretor da escola Cristo Rei tentava aliciar menores pela internet. Segundo o promotor, o diretor, de 33 anos, se passava por uma mulher e manteve contato com uma menina de 12 anos que mora em Americana, a 124 quilômetros da capital paulista. As investigações da polícia começaram depois que a mãe da menina desconfiou das conversas que a filha mantinha pela internet.
Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Gilson Augusto da Silva, da cidade de Marília, a 418 quilômetros da capital paulista, disse que peritos recuperaram 27 mil arquivos deletados em um notebook para provar que o diretor da escola Cristo Rei tentava aliciar menores pela internet. Segundo o promotor, o diretor, de 33 anos, se passava por uma mulher e manteve contato com uma menina de 12 anos que mora em Americana, a 124 quilômetros da capital paulista. As investigações da polícia começaram depois que a mãe da menina desconfiou das conversas que a filha mantinha pela internet.
Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Gilson Augusto da Silva, da cidade de Marília, a 418 quilômetros da capital paulista, disse que peritos recuperaram 27 mil arquivos deletados em um notebook para provar que o diretor da escola Cristo Rei tentava aliciar menores pela internet. Segundo o promotor, o diretor, de 33 anos, se passava por uma mulher e manteve contato com uma menina de 12 anos que mora em Americana, a 124 quilômetros da capital paulista. As investigações da polícia começaram depois que a mãe da menina desconfiou das conversas que a filha mantinha pela internet.
Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Gilson Augusto da Silva, da cidade de Marília, a 418 quilômetros da capital paulista, disse que peritos recuperaram 27 mil arquivos deletados em um notebook para provar que o diretor da escola Cristo Rei tentava aliciar menores pela internet. Segundo o promotor, o diretor, de 33 anos, se passava por uma mulher e manteve contato com uma menina de 12 anos que mora em Americana, a 124 quilômetros da capital paulista. As investigações da polícia começaram depois que a mãe da menina desconfiou das conversas que a filha mantinha pela internet.
Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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SÃO PAULO - O promotor de Justiça Gilson Augusto da Silva, da cidade de Marília, a 418 quilômetros da capital paulista, disse que peritos recuperaram 27 mil arquivos deletados em um notebook para provar que o diretor da escola Cristo Rei tentava aliciar menores pela internet. Segundo o promotor, o diretor, de 33 anos, se passava por uma mulher e manteve contato com uma menina de 12 anos que mora em Americana, a 124 quilômetros da capital paulista. As investigações da polícia começaram depois que a mãe da menina desconfiou das conversas que a filha mantinha pela internet.
Segundo o promotor, foram recuperados arquivos de fotos que mostram pornografia infantil. Há cenas chocantes inclusive de homossexualismo entre crianças. Também foram recuperados diálogos que o suspeito teve com a menina. O diretor começou a ser investigado há dois anos, mas só agora o caso tornou-se público. A mãe da criança decidiu se passar pela garota e começou a conversar virtualmente com o suspeito. A princípio, a conversa era entre 'duas adolescentes', mas aos poucos a mãe descobriu que quem estava do outro lado era um homem. Ela foi então à delegacia e fez a denúncia por atentado violento ao pudor.
A polícia constatou que as conversas partiram de um computador portátil instalado na sala do colégio particular de Marília. As investigações chegaram até o diretor que disse aos policiais que só ele tinha acesso ao aparelho. Como tinha deletado os arquivos pornográficos, o suspeito acreditou que mesmo que o notebook fosse analisado nada seria provado contra ele.
- Mas os peritos do Instituto de Criminalística conseguiram recuperar os 27 mil arquivos pornográficos. Nas imagens, não conseguimos identificar ninguém da cidade. As crianças parecem ser estrangeiras. O computador estava protegido com antispam, tinha senha de acesso. Ele confirmou que o computador era dele e ele era o único a ter acesso. Quando os peritos recuperaram os arquivos, ele começou a dizer que um hacker tinha invadido os arquivos da máquina - explicou o promotor.
Com o crescimento dos chamados crimes na internet, peritos com especialização em informática e engenharia foram incorporados aos quadros dos institutos de criminalísticas.
- Conforme evoluem as tecnologias foi necessário ter esse tipo de profissional - diz o promotor.
As informações e fotos recuperadas foram anexadas ao processo que está no fórum de Marília. O juiz Décio Divanir Mazetto aceitou a denúncia, mas o pedido de prisão preventiva foi negado. Segundo a lei brasileira, como não houve contato físico, não é possível prender o suspeito.
Apesar de ser réu no processo, o diretor continua trabalhando na escola, segundo o promotor.
- Estou encaminhando um pedido ao juiz da Infância e Juventude sobre isso. Antes dele ser réu, a escola o protegeu com o benefício da dúvida - informou o promotor.
Ele acredita que o caso seja julgado entre 3 e 4 meses.
Nem o diretor da escola, nem o advogado dele foram encontrados para comentar a denúncia.


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Reportagem da rede de TV Fox 25 mostra como Eric Sideri amarrou e espancou o gerente da sua pizzaria, Lu Oliveira, que foi mantido sob a mira de um revólver.

A agressão aconteceu depois do fechamento do dia, na Angela’s Coal Fired Pizza no sábado em Tyngborough, no estado de Massachusetts. Depois que o dono da pizzaria, Eric Sideri, de 46 anos, desconfiou que o seu gerente Lu Oliveira roubou US$ 20 mil, ele resolver aplicar um castigo no brasileiro. Carregando uma arma, Sideri teria amarrado e surrado Oliveira com um taco de beisebol.

“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

Nada foi provado sobre se o gerente brasileiro teria desfalcado o caixa da pizzaria.



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Reportagem da rede de TV Fox 25 mostra como Eric Sideri amarrou e espancou o gerente da sua pizzaria, Lu Oliveira, que foi mantido sob a mira de um revólver.

A agressão aconteceu depois do fechamento do dia, na Angela’s Coal Fired Pizza no sábado em Tyngborough, no estado de Massachusetts. Depois que o dono da pizzaria, Eric Sideri, de 46 anos, desconfiou que o seu gerente Lu Oliveira roubou US$ 20 mil, ele resolver aplicar um castigo no brasileiro. Carregando uma arma, Sideri teria amarrado e surrado Oliveira com um taco de beisebol.

“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

Nada foi provado sobre se o gerente brasileiro teria desfalcado o caixa da pizzaria.



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Reportagem da rede de TV Fox 25 mostra como Eric Sideri amarrou e espancou o gerente da sua pizzaria, Lu Oliveira, que foi mantido sob a mira de um revólver.

A agressão aconteceu depois do fechamento do dia, na Angela’s Coal Fired Pizza no sábado em Tyngborough, no estado de Massachusetts. Depois que o dono da pizzaria, Eric Sideri, de 46 anos, desconfiou que o seu gerente Lu Oliveira roubou US$ 20 mil, ele resolver aplicar um castigo no brasileiro. Carregando uma arma, Sideri teria amarrado e surrado Oliveira com um taco de beisebol.

“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

Nada foi provado sobre se o gerente brasileiro teria desfalcado o caixa da pizzaria.



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Reportagem da rede de TV Fox 25 mostra como Eric Sideri amarrou e espancou o gerente da sua pizzaria, Lu Oliveira, que foi mantido sob a mira de um revólver.

A agressão aconteceu depois do fechamento do dia, na Angela’s Coal Fired Pizza no sábado em Tyngborough, no estado de Massachusetts. Depois que o dono da pizzaria, Eric Sideri, de 46 anos, desconfiou que o seu gerente Lu Oliveira roubou US$ 20 mil, ele resolver aplicar um castigo no brasileiro. Carregando uma arma, Sideri teria amarrado e surrado Oliveira com um taco de beisebol.

“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

Nada foi provado sobre se o gerente brasileiro teria desfalcado o caixa da pizzaria.



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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

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“Ele bateu nas pernas da vítima. E perguntava: ‘onde está meu dinheiro?’ Depois inseriu um revólver na boca da vítima. E disse: ‘isso pode levar um minuto ou a noite dia inteira?’” relatou a procuradora Marisa Tagliareni, durante a primeira sessão do julgamento de Sideri. O patrão americano teria conduzido o veículo do brasileiro para um restaurante vizinho. E o ameaçou: “se eu te matar ninguém vai te achar,” mas depois o soltou.

Sideri foi preso na terca-feira, após um longa investigação da polícia de Tyngsboro. Ele foi acusado de sequestro, agressão com arma perigosa (um taco de beisebol e uma arma), ameaça de morte e roubo de veículo. Segundo um amigo do brasileiro que pediu anonimato, Oliveira foi atendido num hospital local. O brasileiro sofreu cortes na boca e ainda teria dificuldade para andar. O restaurante foi reaberto normalmente, mas a polícia ainda investiga se Sideri recebeu a ajuda de um gerente de uma de suas outras pizzarias.

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PALIATIVO - Ecleide em seu quarto, em Santo André. Ela sofre de insônia e sentia-se melhor antes de abandonar a psicoterapia.“Parei por relaxo”, diz. Hoje, só dorme com Rivotril

Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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PALIATIVO - Ecleide em seu quarto, em Santo André. Ela sofre de insônia e sentia-se melhor antes de abandonar a psicoterapia.“Parei por relaxo”, diz. Hoje, só dorme com Rivotril

Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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PALIATIVO - Ecleide em seu quarto, em Santo André. Ela sofre de insônia e sentia-se melhor antes de abandonar a psicoterapia.“Parei por relaxo”, diz. Hoje, só dorme com Rivotril

Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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PALIATIVO - Ecleide em seu quarto, em Santo André. Ela sofre de insônia e sentia-se melhor antes de abandonar a psicoterapia.“Parei por relaxo”, diz. Hoje, só dorme com Rivotril

Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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PALIATIVO - Ecleide em seu quarto, em Santo André. Ela sofre de insônia e sentia-se melhor antes de abandonar a psicoterapia.“Parei por relaxo”, diz. Hoje, só dorme com Rivotril

Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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PALIATIVO - Ecleide em seu quarto, em Santo André. Ela sofre de insônia e sentia-se melhor antes de abandonar a psicoterapia.“Parei por relaxo”, diz. Hoje, só dorme com Rivotril

Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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PALIATIVO - Ecleide em seu quarto, em Santo André. Ela sofre de insônia e sentia-se melhor antes de abandonar a psicoterapia.“Parei por relaxo”, diz. Hoje, só dorme com Rivotril

Uma droga barata, mas de tarja preta, contra a ansiedade vende mais do que os tradicionais Tylenol e Hipoglós

Alguma coisa estranha deve estar acontecendo quando um remédio contra a ansiedade – tarja preta, vendido apenas com retenção de receita – se torna o segundo medicamento mais consumido no Brasil. Esse remédio é o velho Rivotril, que tem 35 anos de mercado, mas nos últimos cinco escalou rapidamente o ranking dos mais vendidos até chegar ao segundo lugar. Em 2008, os brasileiros compraram nas farmácias 14 milhões de caixinhas do ansiolítico (o campeão de vendas é o anticoncepcional Microvlar, com 20 milhões de unidades). O Rivotril bate remédios de uso corriqueiro, segundo o IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Vende mais que a pomada contra assaduras Hipoglós, o analgésico Tylenol e outros produtos que os consumidores colocam na cestinha sem saber se algum dia vão usar.
O sucesso espetacular do Rivotril no Brasil não ocorre com outros medicamentos da mesma categoria. A classe dos tranquilizantes é a sétima mais vendida no país – vende menos que anticoncepcionais, analgésicos, antirreumáticos e outros tipos de remédio. A clara preferência pelo Rivotril é um fenômeno brasileiro, que não se repete em outros países.
A escalada desse ansiolítico na lista dos mais vendidos sugere que a população em sofrimento psíquico pode ser maior do que se imagina. Transtornos de ansiedade e depressão são comuns nas grandes cidades, castigadas pela violência, pelo trânsito e pelo desemprego. Mas a pesquisa São Paulo Megacity, uma parceria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a Organização Mundial da Saúde, revela que cerca de 40% dos moradores da região metropolitana sofre de algum tipo de transtorno psiquiátrico. É um porcentual que os próprios psiquiatras consideram “assustador” – e que depõe frontalmente contra a imagem de “nação feliz” que os estrangeiros e nós mesmos, brasileiros, gostamos de cultuar.

O segundo problema que leva à indicação excessiva do Rivotril é a precariedade do atendimento de saúde brasileiro, sobretudo de saúde mental. Há falta de psiquiatras no país. Consequentemente, as pessoas não recebem diagnóstico correto e não têm tratamento adequado de seus problemas. Quando o paciente chega ao consultório com enxaqueca, gastrite ou qualquer outra queixa que possa ter alguma relação com ansiedade, frequentemente ganha uma receita de Rivotril. “Os médicos fazem isso porque o remédio é barato (a caixinha mais cara custa R$ 13), antigo e seguro”, diz Luiz Alberto Hetem, vice-presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. “Mas ele pode mascarar quadros mais graves.” O ansiolítico acalma e atenua a ansiedade, mas os problemas subjacentes não são diagnosticados. “Grande parte das pessoas nem sequer sofre de ansiedade. A depressão é muito comum”, afirma a psiquiatra Mônica Magadouro. “Mas o atendimento é tão precário que nem se nota a diferença.”
O terceiro fator que contribui para a venda de Rivotril é o que o psicanalista Plínio Montagna chama de “glamorização do ato de medicar-se”. No passado havia preconceito contra os remédios psiquiátricos. Recentemente, houve uma guinada cultural e eles passaram a ser vistos como resposta a todos os problemas da existência. Os médicos (sobretudo os que não são psiquiatras) receitam remédios psiquiátricos com total desenvoltura. Da parte dos pacientes, também existe a expectativa de que isso aconteça.Todos têm pressa.
“Emoções normais e importantes para a mente, como tristeza ou ansiedade em situação de perigo, são eliminadas porque incomodam”, diz Montagna, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Questões existenciais são tratadas como sintomas médico-psiquiátricos, com a colaboração de “uma avassaladora quantidade de dólares” gastos em publicidade pela indústria farmacêutica. “É frequente eu receber para tratamento pacientes com dosagens excessivas de medicação ou coquetéis de diversas substâncias, sem que os aspectos psicológicos tenham sido levados em consideração”, afirma o psicanalista, que também é formado em psiquiatria.
Por trás da precariedade do sistema de saúde e do modismo da medicação, existe a crescente incapacidade das pessoas – e dos médicos – em conviver com um dos sentimentos mais enraizados da psique humana, a ansiedade. Ela está lá desde os primórdios do homem, associada a temores e ameaças indefiníveis. Embora desagradável, é um dos motores da existência. Faz parte da nossa constituição evolutiva. “Ela é um estado de alerta, um estímulo para produzir. O contrário da ansiedade é a apatia”, diz o psicanalista Eduardo Boralli Rocha. Totalmente diferente dessa ansiedade benigna é a combinação explosiva de urgência, competição e sentimento de exclusão que caracteriza o nosso tempo.
“As pessoas sentem que em algum lugar está havendo uma festa para a qual elas não foram convidadas e têm de correr atrás”, diz Boralli. Sigmund Freud, o criador da psicanálise, dizia que a ansiedade era o sintoma de algo que não estava bem resolvido interiormente. Ele diferenciava entre a ansiedade produzida por uma situação externa real e aquela imaginada ou brutalmente amplificada por nossos medos interiores. A primeira não deveria ser medicada, mas ela tornou-se tão presente, tão avassaladora, que é isso que tem sido feito, em larga escala.

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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:25  comentar

RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País) disse ao receber o prêmio que "cada livro é uma carta de alforria"
- O livro é muito caro. Comecei comprando livro por R$ 1 e passei fome muitas vezes.
O dramaturgo João Emanuel Carneiro (Revista da TV) , autor da aclamada "A Favorita", recebeu uma homenagem especial da atriz Cláudia Raia, que interpretou Donatela, e fez um discurso sucinto ao receber o prêmio :
- Boa noite. Estou muito feliz que vocês tenham achado que minha novela fez diferença na televisão, isso era exatamente o que que eu queria. Muito obrigado.

Em seguida o cantor Paulo Szot, vencedor do prêmio Faz Diferença na categoria Segundo Caderno/Música , sétimo premiado, foi representado na cerimônia desta noite pela amiga de duas décadas e assessora Luciana Medeiros. Szot está em Toulouse, na França, apresentando a ópera Carmen, e por isso não pôde participar da festa. Mas apresentou um discurso gravado em vídeo:
- Lamento muito não poder brindar e agradecer pessoalmente ao Rio de Janeiro e aos leitores que me elegeram como destaque do ano por fazer diferença. Foi uma enorme emoção ter recebido o prêmio - disse no vídeo.

A atleta olímpica Maurren Maggi (Esportes), vencedora do Faz Diferença na categoria Esporte, recebeu o prêmio das mãos de Antonio Nascimento e Nelson Vasconcelos. Ao lado da atleta, estava sua filha, Sophia, que levava a medalha de ouro conquistada pela mãe nos Jogos Olímpicos de Pequim.
- Agradeço às pessoas que me apoiaram, foi difícil o meu retorno ao atletismo . Fui atrás de um sonho antigo, desde o início da minha carreira sonhava com a medalha. A força maior foi a Sophia, mas agradeço a todos os brasileiros que ficaram ao meu lado.
A vencedora na categoria Rio , Márcia de Oliveira Jacinto, foi aplaudida de pé ao dizer em seu discurso que o Estado do Rio criminaliza a pobreza . Márcia investigou por conta própria e conseguiu provar que policiais militares mataram seu filho, em 2002.

- Esse troféu é nosso, dos pais que perderam seus filhos para o Estado do Rio - disse ela, que chegou a estudar direito para provar a inocência de Hanry Silva Gomes de Siqueira, executado aos 16 anos.
A décima foi a jornalista Simone Rocha, diretora executiva dos Médicos Sem Fronteira do Brasil , vencedora da categoria Revista O GLOBO. Simone disse que o prêmio é um reconhecimento da tentativa de engajar brasileiros no projeto internacional dos MSF .
Premiado na categoria Mundo Alex Pereira, um dos primos do brasileiro Jean Charles - assassinado no metrô de Londres em 2005 - chegou ao Hotel Copacabana Palace usando uma camiseta por baixo do blazer com o logotipo do metrô londrino exibindo os dizeres: 'Justice 4 Jean' (justiça para Jean, em inglês). Muito emocionado, com lágrimas nos olhos, Alex explicou um pouco como é a vida dos imigrantes brasileiros na Europa.

- Hoje eu ouvi uma história de um estranho no ninho. O imigrante é exatamente isso. E muita gente deixa de gritar quando sente dor pelo fato de ser estranho no ninho. Mas não foi o nosso caso.
Adailton Medeiros, o criador do Ponto Cine , uma sala de projeção em Guadalupe, no Rio, foi o vencedor da categoria Segundo Caderno/Cinema. Ele dedicou seu prêmio ao subúrbio.
- Nosso trabalho já vem de muitos anos, a gente sempre reclamou porque sendo subúrbio a gente não fazia parte da vida cultural da cidade. Hoje a gente faz parte com o Prêmio Faz Diferença. Divido esse prêmio com o subúrbio e com minha equipe. O que eu posso desejar a todos é muito arroz, feijão e cinema porque cinema alimenta a alma do país.

O estilista Ronaldo Fraga , vencedor na categoria Ela/Moda, fez um pequeno desfile de oito modelos vestindo roupas criadas por artesãos orientados por ele antes de receber o prêmio . Ele se destacou não só pelo seu trabalho na moda, mas pelo seu projeto social "Talentos do Brasil", que beneficiou 400 pessoas em diversos pontos do Brasil.
- Amiguinhos, eu sou apenas a ponta desse iceberg amazônico de pessoas que trabalham e apoiam projetos como esse.
Em seguida, recebeu o prêmio a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira (Ciência) , uma das pioneiras no estudo de células-tronco no país.
O engenheiro Paulo Veras (Economia), presidente do Instituto Empreender Endeavor , reconhecido por seu trabalho de empreendedorismo, disse que época de crise não é hora de engavetar projetos. O empreendedorismo para ele é uma espécie de "motor de avanço da sociedade".
Além dos premiados, outras personalidades de diversas áreas participam da cerimônia no Copacabana Palace. Para o presidente da Fecomércio, Orlando Diniz , a maior importância do prêmio é reforçar a auto-estima e estimular as pessoas a vencerem os desafios.


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RIO - O clima foi de emoção entre os homenageados na noite de entrega do Prêmio Faz Diferença, concedido pelo jornal O GLOBO aos que mais contribuíram para transformar o Brasil. A antropóloga e ex-primeira-dama Ruth Cardoso, falecida em junho do ano passado , foi a grande premiada, com o título Personalidade 2008, sendo representada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na cerimônia na noite desta quarta-feira, no Copacabana Palace, no Rio. Outros 15 brasileiros receberam prêmios.
O ex-presidente disse que Ruth teria ficado muito feliz se tivesse participado da premiação por conta das histórias de superação e de luta descrita pelos 15 premiados. O ex-presidente recebeu o prêmio das mãos do vice-presidente das Organizações Globo João Roberto Marinho, e o dedicou aos filhos e netos que acompanharam a cerimônia no Copacabana Palace.
- A Ruth fez a diferença, mas está fazendo mesmo é falta. Sérgio Britto abriu a noite com declaração de paixão ao teatro
O ator Sérgio Britto , vencedor do Faz Diferença (Segundo Caderno/ Teatro) pelos espetáculos "A última gravação de Krapp" e "Ato sem palavras I", abriu a noite de premiação com um discurso apaixonado pelos palcos :
- O prêmio se chama Faz Diferença. Então eu pensei "qual diferença?". A diferença na minha vida é a paixão pelo teatro. Só penso em fazer teatro, só falo sobre teatro e só quero continuar fazendo teatro.

Em seguida, o escritor Cristóvão Tezza , subiu ao palco para receber o Faz Diferença na categoria Prosa & Verso, pelo seu romance "O filho eterno" (Record). Ele dividiu o prêmio com a mulher.
- Estou muito orgulhoso e honrado, até pelo fato singular de um livro fazer diferença - disse Tezza.
O representante do Projeto Tear , Paulo Itacarambi, vice-presidente do Instituto Ethos, agradeceu a todos os participantes das 133 empresas que participam da iniciativa , ao receber o Prêmio na categoria Razão Social. No Projeto Tear, grandes companhias atuam como uma espécie de consultoras de pequenas e médias empresas, para a adoção de práticas de gestão sustentáveis e socialmente responsáveis.
- Somente a cooperação é capaz de criar uma sociedade sustentável - ressaltou em seu discurso no Copacabana Palace.

Quarto homenageado da noite, o jovem escritor Otávio Júnior (Megazine) é o criador do Ler é 10 Favela, que promove a literatura em comunidades do Rio. Ele agradeceu a homenagem contando a sua história com os livros e com o jornal O GLOBO .
- É um prazer imenso receber esse prêmio, porque tenho uma história com o jornal O GLOBO, que lia nas bibliotecas quando participava do projeto Quem Lê Jornal Sabe Mais. Ler faz toda a diferença. Com os livros, fui várias vezes a Pasárgada e já dei a volta ao mundo em 80 dias. Ler é dez.

Ricardo Gomes Ferraz (País)