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19.3.09
São Paulo - A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira nas cidades de Taubaté e São Luis do Paraitinga, interior de São Paulo, um homem e uma mulher acusados de manter um esquema de prostituição das filhas da acusada. Uma das meninas é portadora de síndrome de Down.
Em Taubaté, a polícia prendeu o ex-policial civil Elias Antunes Pires Ferreira, 55 anos, que seria responsável pelo esquema. Ele foi exonerado da polícia em 1999 por manter um desmanche de carros roubados. Na casa do acusado foi encontrado um cofre com armas e munição de todos os tipos, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, além de aves silvestres.
Em seguida, os agentes se dirigiram para São Luis do Paraitinga, onde, segundo a polícia, Ferreira tinha uma chácara supostamente utilizada para os encontros. No local, foi presa Maria Aparecida Campos da Silva, 40 anos, que seria amante do acusado.
Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
A delegada de São Luís do Paraitinga, Vânia Idalira Zaccaro, disse que as investigações sobre a conduta do casal eram feitas havia seis meses e a maior dificuldade foi encontrar testemunhas dispostas a prestar depoimento. "Fiquei chocada com esse caso, é uma situação que impressiona por toda esta crueldade", disse a delegada.
Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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São Paulo - A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira nas cidades de Taubaté e São Luis do Paraitinga, interior de São Paulo, um homem e uma mulher acusados de manter um esquema de prostituição das filhas da acusada. Uma das meninas é portadora de síndrome de Down.
Em Taubaté, a polícia prendeu o ex-policial civil Elias Antunes Pires Ferreira, 55 anos, que seria responsável pelo esquema. Ele foi exonerado da polícia em 1999 por manter um desmanche de carros roubados. Na casa do acusado foi encontrado um cofre com armas e munição de todos os tipos, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, além de aves silvestres.
Em seguida, os agentes se dirigiram para São Luis do Paraitinga, onde, segundo a polícia, Ferreira tinha uma chácara supostamente utilizada para os encontros. No local, foi presa Maria Aparecida Campos da Silva, 40 anos, que seria amante do acusado.
Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
A delegada de São Luís do Paraitinga, Vânia Idalira Zaccaro, disse que as investigações sobre a conduta do casal eram feitas havia seis meses e a maior dificuldade foi encontrar testemunhas dispostas a prestar depoimento. "Fiquei chocada com esse caso, é uma situação que impressiona por toda esta crueldade", disse a delegada.
Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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São Paulo - A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira nas cidades de Taubaté e São Luis do Paraitinga, interior de São Paulo, um homem e uma mulher acusados de manter um esquema de prostituição das filhas da acusada. Uma das meninas é portadora de síndrome de Down.
Em Taubaté, a polícia prendeu o ex-policial civil Elias Antunes Pires Ferreira, 55 anos, que seria responsável pelo esquema. Ele foi exonerado da polícia em 1999 por manter um desmanche de carros roubados. Na casa do acusado foi encontrado um cofre com armas e munição de todos os tipos, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, além de aves silvestres.
Em seguida, os agentes se dirigiram para São Luis do Paraitinga, onde, segundo a polícia, Ferreira tinha uma chácara supostamente utilizada para os encontros. No local, foi presa Maria Aparecida Campos da Silva, 40 anos, que seria amante do acusado.
Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
A delegada de São Luís do Paraitinga, Vânia Idalira Zaccaro, disse que as investigações sobre a conduta do casal eram feitas havia seis meses e a maior dificuldade foi encontrar testemunhas dispostas a prestar depoimento. "Fiquei chocada com esse caso, é uma situação que impressiona por toda esta crueldade", disse a delegada.
Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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Em Taubaté, a polícia prendeu o ex-policial civil Elias Antunes Pires Ferreira, 55 anos, que seria responsável pelo esquema. Ele foi exonerado da polícia em 1999 por manter um desmanche de carros roubados. Na casa do acusado foi encontrado um cofre com armas e munição de todos os tipos, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, além de aves silvestres.
Em seguida, os agentes se dirigiram para São Luis do Paraitinga, onde, segundo a polícia, Ferreira tinha uma chácara supostamente utilizada para os encontros. No local, foi presa Maria Aparecida Campos da Silva, 40 anos, que seria amante do acusado.
Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
A delegada de São Luís do Paraitinga, Vânia Idalira Zaccaro, disse que as investigações sobre a conduta do casal eram feitas havia seis meses e a maior dificuldade foi encontrar testemunhas dispostas a prestar depoimento. "Fiquei chocada com esse caso, é uma situação que impressiona por toda esta crueldade", disse a delegada.
Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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Em Taubaté, a polícia prendeu o ex-policial civil Elias Antunes Pires Ferreira, 55 anos, que seria responsável pelo esquema. Ele foi exonerado da polícia em 1999 por manter um desmanche de carros roubados. Na casa do acusado foi encontrado um cofre com armas e munição de todos os tipos, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, além de aves silvestres.
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Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
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Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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Em Taubaté, a polícia prendeu o ex-policial civil Elias Antunes Pires Ferreira, 55 anos, que seria responsável pelo esquema. Ele foi exonerado da polícia em 1999 por manter um desmanche de carros roubados. Na casa do acusado foi encontrado um cofre com armas e munição de todos os tipos, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, além de aves silvestres.
Em seguida, os agentes se dirigiram para São Luis do Paraitinga, onde, segundo a polícia, Ferreira tinha uma chácara supostamente utilizada para os encontros. No local, foi presa Maria Aparecida Campos da Silva, 40 anos, que seria amante do acusado.
Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
A delegada de São Luís do Paraitinga, Vânia Idalira Zaccaro, disse que as investigações sobre a conduta do casal eram feitas havia seis meses e a maior dificuldade foi encontrar testemunhas dispostas a prestar depoimento. "Fiquei chocada com esse caso, é uma situação que impressiona por toda esta crueldade", disse a delegada.
Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
A delegada de São Luís do Paraitinga, Vânia Idalira Zaccaro, disse que as investigações sobre a conduta do casal eram feitas havia seis meses e a maior dificuldade foi encontrar testemunhas dispostas a prestar depoimento. "Fiquei chocada com esse caso, é uma situação que impressiona por toda esta crueldade", disse a delegada.
Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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Em Taubaté, a polícia prendeu o ex-policial civil Elias Antunes Pires Ferreira, 55 anos, que seria responsável pelo esquema. Ele foi exonerado da polícia em 1999 por manter um desmanche de carros roubados. Na casa do acusado foi encontrado um cofre com armas e munição de todos os tipos, inclusive de uso exclusivo das Forças Armadas, além de aves silvestres.
Em seguida, os agentes se dirigiram para São Luis do Paraitinga, onde, segundo a polícia, Ferreira tinha uma chácara supostamente utilizada para os encontros. No local, foi presa Maria Aparecida Campos da Silva, 40 anos, que seria amante do acusado.
Segundo a polícia, Maria Aparecida agenciava as duas filhas para os encontros intermediados por Ferreira. Ele também manteria relações com as duas meninas. Uma das meninas, de 11 anos, é portadora de síndrome de Down. Na chácara, foi encontrado farto material pornográfico.
A delegada de São Luís do Paraitinga, Vânia Idalira Zaccaro, disse que as investigações sobre a conduta do casal eram feitas havia seis meses e a maior dificuldade foi encontrar testemunhas dispostas a prestar depoimento. "Fiquei chocada com esse caso, é uma situação que impressiona por toda esta crueldade", disse a delegada.
Ferreira foi acusado dos crimes de atentado violento ao pudor, exploração sexual, posse e porte ilegal de armas e munição, furto e crime ambiental. Maria Aparecida deverá ser indiciada por atentado violento ao pudor e exploração sexual. A Justiça decretou a prisão preventiva do casal. Ferreira foi levado para o Centro de Triagem de Taubaté e Maria Aparecida foi encaminhada para a Cadeia Pública de Pindamonhangaba.

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Notas sequenciadas

O.k., Edmar Moreira, o rei do castelo mineiro, está agora tentando provar que gastou com segurança privada entre 10 000 reais e 15 000 reais, de maio de 2007 e janeiro deste ano. E apresentou as notas fiscais de pagamento a duas de suas empresas. Beleza. Só que Edmar apresentou à Câmara notas fiscais sequenciadas – um daqueles indícios claros de nota fria. Mais: as duas empresas estão desativadas.


fonte:http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/154955_comentario.shtml
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O.k., Edmar Moreira, o rei do castelo mineiro, está agora tentando provar que gastou com segurança privada entre 10 000 reais e 15 000 reais, de maio de 2007 e janeiro deste ano. E apresentou as notas fiscais de pagamento a duas de suas empresas. Beleza. Só que Edmar apresentou à Câmara notas fiscais sequenciadas – um daqueles indícios claros de nota fria. Mais: as duas empresas estão desativadas.


fonte:http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/154955_comentario.shtml
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É impossível olhar para o Amphibus e não lembrar das enchentes que vem assolando as grandes cidades brasileiras. A maioria das pessoas deve pensar: “talvez ele fosse a solução para as ruas alagadas”. Pois é, a montadora Amphicoach também pensa dessa forma e quer mandar seu produto para grande parte do mundo. Mas além de resolver as enchentes, ele também tem o propósito de aposentar as famosas balsas que fazem o translado em pequenos braços do mar para travessia de pessoas entre cidades. O Amphibus traz atributos necessários para rodar tanto na terra quanto no mar. Segundo a montadora, ele atende todas as normas impostas pela União Européia para poder rodar nestes dois ambientes. Equipado com motor de potência entre 250 cv e 300 cv, o coletivo traz os mesmos requintes que um transporte de luxo. Transporta mais de 50 pessoas sentadas, com direito a telas de cristal líquido e sistemas de DVD-player.
O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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É impossível olhar para o Amphibus e não lembrar das enchentes que vem assolando as grandes cidades brasileiras. A maioria das pessoas deve pensar: “talvez ele fosse a solução para as ruas alagadas”. Pois é, a montadora Amphicoach também pensa dessa forma e quer mandar seu produto para grande parte do mundo. Mas além de resolver as enchentes, ele também tem o propósito de aposentar as famosas balsas que fazem o translado em pequenos braços do mar para travessia de pessoas entre cidades. O Amphibus traz atributos necessários para rodar tanto na terra quanto no mar. Segundo a montadora, ele atende todas as normas impostas pela União Européia para poder rodar nestes dois ambientes. Equipado com motor de potência entre 250 cv e 300 cv, o coletivo traz os mesmos requintes que um transporte de luxo. Transporta mais de 50 pessoas sentadas, com direito a telas de cristal líquido e sistemas de DVD-player.
O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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É impossível olhar para o Amphibus e não lembrar das enchentes que vem assolando as grandes cidades brasileiras. A maioria das pessoas deve pensar: “talvez ele fosse a solução para as ruas alagadas”. Pois é, a montadora Amphicoach também pensa dessa forma e quer mandar seu produto para grande parte do mundo. Mas além de resolver as enchentes, ele também tem o propósito de aposentar as famosas balsas que fazem o translado em pequenos braços do mar para travessia de pessoas entre cidades. O Amphibus traz atributos necessários para rodar tanto na terra quanto no mar. Segundo a montadora, ele atende todas as normas impostas pela União Européia para poder rodar nestes dois ambientes. Equipado com motor de potência entre 250 cv e 300 cv, o coletivo traz os mesmos requintes que um transporte de luxo. Transporta mais de 50 pessoas sentadas, com direito a telas de cristal líquido e sistemas de DVD-player.
O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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É impossível olhar para o Amphibus e não lembrar das enchentes que vem assolando as grandes cidades brasileiras. A maioria das pessoas deve pensar: “talvez ele fosse a solução para as ruas alagadas”. Pois é, a montadora Amphicoach também pensa dessa forma e quer mandar seu produto para grande parte do mundo. Mas além de resolver as enchentes, ele também tem o propósito de aposentar as famosas balsas que fazem o translado em pequenos braços do mar para travessia de pessoas entre cidades. O Amphibus traz atributos necessários para rodar tanto na terra quanto no mar. Segundo a montadora, ele atende todas as normas impostas pela União Européia para poder rodar nestes dois ambientes. Equipado com motor de potência entre 250 cv e 300 cv, o coletivo traz os mesmos requintes que um transporte de luxo. Transporta mais de 50 pessoas sentadas, com direito a telas de cristal líquido e sistemas de DVD-player.
O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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É impossível olhar para o Amphibus e não lembrar das enchentes que vem assolando as grandes cidades brasileiras. A maioria das pessoas deve pensar: “talvez ele fosse a solução para as ruas alagadas”. Pois é, a montadora Amphicoach também pensa dessa forma e quer mandar seu produto para grande parte do mundo. Mas além de resolver as enchentes, ele também tem o propósito de aposentar as famosas balsas que fazem o translado em pequenos braços do mar para travessia de pessoas entre cidades. O Amphibus traz atributos necessários para rodar tanto na terra quanto no mar. Segundo a montadora, ele atende todas as normas impostas pela União Européia para poder rodar nestes dois ambientes. Equipado com motor de potência entre 250 cv e 300 cv, o coletivo traz os mesmos requintes que um transporte de luxo. Transporta mais de 50 pessoas sentadas, com direito a telas de cristal líquido e sistemas de DVD-player.
O motorista conta com itens sofisticados como freios a disco com ABS, além de navegador GPS e piloto automático. Na rodovia, o Amphibus chega aos 112 km/h, enquanto na água, a velocidade é reduzida para 20 km/h. A Amphicoach pretende divulgar o projeto agora em busca de investidores para que os primeiros modelos entrem em produção.

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Mulher diz que passou por momentos de constrangimento.Papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos.

A britânica Tina Banks, de 44 anos, disse que comprou em uma loja em Brighton, no Reino Unido, um papagaio de brinquedo para sua filha Roxy, mas ficou surpresa quando o brinquedinho começou a falar palavrões, segundo o jornal "Daily Telegraph". De acordo com a mulher, o papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos. "Eu comprei para Roxy porque ela estava brincando com raiva e eu pensei que o papagaio poderia deixá-la um pouco mais calma", disse Tina. Ela contou ainda ao jornal que passou por momentos de constrangimento quando um homem passou em sua frente e pensou que os xingamentos que o papagaio fez eram destinados a ele. "Eu nunca havia ficado tão envergonhada na minha vida", disse Tina, destacando que, quando comprou o papagaio, pensava que ele era apenas um brinquedo de pelúcia. O diretor da loja, Hussein Lalani, pediu desculpa e disse que o papagaio não deveria estar na seção de brinquedos infantis da loja. Segundo ele, ficou muito claro que o brinquedo não é indicado para crianças.


fonte:G1
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Mulher diz que passou por momentos de constrangimento.Papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos.

A britânica Tina Banks, de 44 anos, disse que comprou em uma loja em Brighton, no Reino Unido, um papagaio de brinquedo para sua filha Roxy, mas ficou surpresa quando o brinquedinho começou a falar palavrões, segundo o jornal "Daily Telegraph". De acordo com a mulher, o papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos. "Eu comprei para Roxy porque ela estava brincando com raiva e eu pensei que o papagaio poderia deixá-la um pouco mais calma", disse Tina. Ela contou ainda ao jornal que passou por momentos de constrangimento quando um homem passou em sua frente e pensou que os xingamentos que o papagaio fez eram destinados a ele. "Eu nunca havia ficado tão envergonhada na minha vida", disse Tina, destacando que, quando comprou o papagaio, pensava que ele era apenas um brinquedo de pelúcia. O diretor da loja, Hussein Lalani, pediu desculpa e disse que o papagaio não deveria estar na seção de brinquedos infantis da loja. Segundo ele, ficou muito claro que o brinquedo não é indicado para crianças.


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A britânica Tina Banks, de 44 anos, disse que comprou em uma loja em Brighton, no Reino Unido, um papagaio de brinquedo para sua filha Roxy, mas ficou surpresa quando o brinquedinho começou a falar palavrões, segundo o jornal "Daily Telegraph". De acordo com a mulher, o papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos. "Eu comprei para Roxy porque ela estava brincando com raiva e eu pensei que o papagaio poderia deixá-la um pouco mais calma", disse Tina. Ela contou ainda ao jornal que passou por momentos de constrangimento quando um homem passou em sua frente e pensou que os xingamentos que o papagaio fez eram destinados a ele. "Eu nunca havia ficado tão envergonhada na minha vida", disse Tina, destacando que, quando comprou o papagaio, pensava que ele era apenas um brinquedo de pelúcia. O diretor da loja, Hussein Lalani, pediu desculpa e disse que o papagaio não deveria estar na seção de brinquedos infantis da loja. Segundo ele, ficou muito claro que o brinquedo não é indicado para crianças.


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A britânica Tina Banks, de 44 anos, disse que comprou em uma loja em Brighton, no Reino Unido, um papagaio de brinquedo para sua filha Roxy, mas ficou surpresa quando o brinquedinho começou a falar palavrões, segundo o jornal "Daily Telegraph". De acordo com a mulher, o papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos. "Eu comprei para Roxy porque ela estava brincando com raiva e eu pensei que o papagaio poderia deixá-la um pouco mais calma", disse Tina. Ela contou ainda ao jornal que passou por momentos de constrangimento quando um homem passou em sua frente e pensou que os xingamentos que o papagaio fez eram destinados a ele. "Eu nunca havia ficado tão envergonhada na minha vida", disse Tina, destacando que, quando comprou o papagaio, pensava que ele era apenas um brinquedo de pelúcia. O diretor da loja, Hussein Lalani, pediu desculpa e disse que o papagaio não deveria estar na seção de brinquedos infantis da loja. Segundo ele, ficou muito claro que o brinquedo não é indicado para crianças.


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A britânica Tina Banks, de 44 anos, disse que comprou em uma loja em Brighton, no Reino Unido, um papagaio de brinquedo para sua filha Roxy, mas ficou surpresa quando o brinquedinho começou a falar palavrões, segundo o jornal "Daily Telegraph". De acordo com a mulher, o papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos. "Eu comprei para Roxy porque ela estava brincando com raiva e eu pensei que o papagaio poderia deixá-la um pouco mais calma", disse Tina. Ela contou ainda ao jornal que passou por momentos de constrangimento quando um homem passou em sua frente e pensou que os xingamentos que o papagaio fez eram destinados a ele. "Eu nunca havia ficado tão envergonhada na minha vida", disse Tina, destacando que, quando comprou o papagaio, pensava que ele era apenas um brinquedo de pelúcia. O diretor da loja, Hussein Lalani, pediu desculpa e disse que o papagaio não deveria estar na seção de brinquedos infantis da loja. Segundo ele, ficou muito claro que o brinquedo não é indicado para crianças.


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A britânica Tina Banks, de 44 anos, disse que comprou em uma loja em Brighton, no Reino Unido, um papagaio de brinquedo para sua filha Roxy, mas ficou surpresa quando o brinquedinho começou a falar palavrões, segundo o jornal "Daily Telegraph". De acordo com a mulher, o papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos. "Eu comprei para Roxy porque ela estava brincando com raiva e eu pensei que o papagaio poderia deixá-la um pouco mais calma", disse Tina. Ela contou ainda ao jornal que passou por momentos de constrangimento quando um homem passou em sua frente e pensou que os xingamentos que o papagaio fez eram destinados a ele. "Eu nunca havia ficado tão envergonhada na minha vida", disse Tina, destacando que, quando comprou o papagaio, pensava que ele era apenas um brinquedo de pelúcia. O diretor da loja, Hussein Lalani, pediu desculpa e disse que o papagaio não deveria estar na seção de brinquedos infantis da loja. Segundo ele, ficou muito claro que o brinquedo não é indicado para crianças.


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Mulher diz que passou por momentos de constrangimento.Papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos.

A britânica Tina Banks, de 44 anos, disse que comprou em uma loja em Brighton, no Reino Unido, um papagaio de brinquedo para sua filha Roxy, mas ficou surpresa quando o brinquedinho começou a falar palavrões, segundo o jornal "Daily Telegraph". De acordo com a mulher, o papagaio soltava ofensas, ameaças e xingamentos. "Eu comprei para Roxy porque ela estava brincando com raiva e eu pensei que o papagaio poderia deixá-la um pouco mais calma", disse Tina. Ela contou ainda ao jornal que passou por momentos de constrangimento quando um homem passou em sua frente e pensou que os xingamentos que o papagaio fez eram destinados a ele. "Eu nunca havia ficado tão envergonhada na minha vida", disse Tina, destacando que, quando comprou o papagaio, pensava que ele era apenas um brinquedo de pelúcia. O diretor da loja, Hussein Lalani, pediu desculpa e disse que o papagaio não deveria estar na seção de brinquedos infantis da loja. Segundo ele, ficou muito claro que o brinquedo não é indicado para crianças.


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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



link do postPor anjoseguerreiros, às 16:26  comentar

IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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IAUNDÊ - Em uma missa para 60 mil fiéis durante o terceiro dia de sua primeira visita à África, o Papa Bento XVI disse nesta quinta-feira, em Iaundê, em Camarões, que o país e o continente estão em perigo devido à ação de pessoas "sem escrúpulos que tentam impor o reinado do dinheiro". O pontífice disse que, contra as "falsas glórias" e os "falsos ideais", é preciso que a África reconheça Deus para se tornar o "continente da esperança". Ele também defendeu que muçulmanos e cristãos devem rejeitar a violência interreligiosa.
- Neste nosso tempo, em que tantas pessoas sem escrúpulos tentam impor o reinado do dinheiro, desprezando os mais indigentes, devemos ser muito atentos - disse o Papa - A África, em geral, e Camarões, em particular, ficarão em perigo se não reconhecerem o verdadeiro autor da vida. Com Jesus Cristo, que caminhou pelo solo africano, a África pode se tornar o continente da esperança.
O pontífice iniciou seu terceiro dia de visita a Camarões reunindo-se com 22 líderes da comunidade muçulmana local. Em seguida, celebrou missa campal para dezenas de milhares de pessoas num estádio da cidade.
Em seu pronunciamento aos muçulmanos na Nunciatura Apostólica, Bento XVI disse que ambas as religiões deveriam "rejeitar todas as formas de violência e totalitarismo". O Papa tenta recuperar as relações entre os dois credos, muito afetadas depois de um discurso do pontífice, em 2006, no qual ele sugeriu que o Islã tinha um caráter violento e irracional, o que provocou reações indignadas de muçulmanos de todo o mundo.

- Que a entusiástica cooperação entre muçulmanos, católicos e outros cristãos em Camarões seja um farol para outras nações africanas de enorme potencial de um compromisso inter-religioso com a paz, a justiça e o bem comum - disse ele.
A viagem do pontífice à África continua marcada por suas declarações sobre o uso de preservativos no combate à Aids. Bento XVI é alvo de críticas por ter dito, ainda a caminho de Camarões, que o uso de camisinha "aumenta o problema" da Aids, doença endêmica na África subsaariana.
Um porta-voz do Vaticano defendeu a posição do Papa, dizendo que ele estava meramente reiterando a doutrina de seus antecessores, segundo a qual a fidelidade dentro do casamento heterossexual e a abstinência são as melhores formas de evitar a Aids. Mas ONGs e vários governos, inclusive o da Alemanha - país natal de Bento XVI -, entraram na polêmica contrariando a posição do Vaticano.



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RIO - Luciano Huck chegou apressado para esta entrevista. Pudera: o apresentador do "Caldeirão do Huck", da TV Globo, enfrentaria, somente naquele dia, uma maratona de gravações para cinco semanas do quadro "Soletrando". No dia seguinte, mais quatro programas estavam na agenda. A atração, que reúne 27 crianças de todos os estados do Brasil em uma competição de soletração, tem a sua primeira fase toda gravada de uma só vez.
O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


link do postPor anjoseguerreiros, às 15:36  comentar

RIO - Luciano Huck chegou apressado para esta entrevista. Pudera: o apresentador do "Caldeirão do Huck", da TV Globo, enfrentaria, somente naquele dia, uma maratona de gravações para cinco semanas do quadro "Soletrando". No dia seguinte, mais quatro programas estavam na agenda. A atração, que reúne 27 crianças de todos os estados do Brasil em uma competição de soletração, tem a sua primeira fase toda gravada de uma só vez.
O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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RIO - Luciano Huck chegou apressado para esta entrevista. Pudera: o apresentador do "Caldeirão do Huck", da TV Globo, enfrentaria, somente naquele dia, uma maratona de gravações para cinco semanas do quadro "Soletrando". No dia seguinte, mais quatro programas estavam na agenda. A atração, que reúne 27 crianças de todos os estados do Brasil em uma competição de soletração, tem a sua primeira fase toda gravada de uma só vez.
O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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RIO - Luciano Huck chegou apressado para esta entrevista. Pudera: o apresentador do "Caldeirão do Huck", da TV Globo, enfrentaria, somente naquele dia, uma maratona de gravações para cinco semanas do quadro "Soletrando". No dia seguinte, mais quatro programas estavam na agenda. A atração, que reúne 27 crianças de todos os estados do Brasil em uma competição de soletração, tem a sua primeira fase toda gravada de uma só vez.
O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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RIO - Luciano Huck chegou apressado para esta entrevista. Pudera: o apresentador do "Caldeirão do Huck", da TV Globo, enfrentaria, somente naquele dia, uma maratona de gravações para cinco semanas do quadro "Soletrando". No dia seguinte, mais quatro programas estavam na agenda. A atração, que reúne 27 crianças de todos os estados do Brasil em uma competição de soletração, tem a sua primeira fase toda gravada de uma só vez.
O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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RIO - Luciano Huck chegou apressado para esta entrevista. Pudera: o apresentador do "Caldeirão do Huck", da TV Globo, enfrentaria, somente naquele dia, uma maratona de gravações para cinco semanas do quadro "Soletrando". No dia seguinte, mais quatro programas estavam na agenda. A atração, que reúne 27 crianças de todos os estados do Brasil em uma competição de soletração, tem a sua primeira fase toda gravada de uma só vez.
O fôlego que a equipe mantém para essa maratona é diretamente proporcional ao sucesso do quadro. Em sua terceira edição, que começou sábado, já está mais do que provado que o "Soletrando" pegou. A Megazine foi perguntar ao próprio Huck e ao professor Sérgio Nogueira, que divide com ele a responsabilidade pelo jogo, como uma brincadeira que envolve uma matéria escolar pode fazer tanto sucesso e quais são as consequências disso para as instituições de ensino e para os estudantes.
De cara, constatamos: Huck é gente como a gente e também sofre com a reforma ortográfica. No meio da entrevista, ele se embananou com uma das novas regras e fez graça disso. E ainda aproveitou para mandar um recado: o "Soletrando" não pretende ser um quadro educativo, mas sim de entretenimento. Com conteúdo, claro.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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Pepita Rodriguez, mãe do ator Dado Dolabella, não para de chorar e rezar desde que o filho foi preso, ontem. Diz que se agarrou em Deus e na justiça para que o caso seja resolvido com sucesso. É que a atriz acha que seu filho está sendo vítima de uma grande injustiça, já que quando ele entrou no camarote da Brahma, no carnaval, segundo Pepita, Luana Piovani ainda não estava lá. Em sua opinião, foi apenas uma "inconsequência de um menino ingênuo". Pepita conta ainda que Dado não levou a fita métrica de casa. Algum amigo teria emprestado a fita para que o ator fizesse uma brincadeira dentro do camarote: "Nunca mais falamos sobre a Luana aqui em casa. Pensei que essa história fosse passar, que fosse calor do momento. Estou em frangalhos."

1 - Você concorda com a prisão do Dado?" Não. Foi uma inconsequência de um menino ingênuo. Mas mesmo que ele tivesse má fé, acho que não existiria motivo para prender o meu filho numa cadeia. Se ele tivesse cometido um crime, eu seria a primeira pessoa a colocá-lo dentro da cadeia. Mas não foi o caso. É um acúmulo de maldades que vão rotulando o meu menino.

2 - Você acha que medidas punitivas funcionam, são educativas? Acho que tem que funcionar o bom senso. Cada um tem de ser julgado de acordo com a sua maldade. O meu filho é adorado por tanta gente. Os atores da Record, emissora que ele acaba de assinar um novo contrato, o adoram. Querem fazer uma manifestação a favor dele na segunda-feira. A revolta por tudo isso estar acontecendo é enorme.

3 - Dado e Luana voltaram a se falar alguma vez? Que eu saiba, não. Nunca mais falamos sobre esse assunto. Ela estava tão apaixonada pelo meu filho, só falava maravilhas dele. Ele também estava muito apaixonado por ela. Os dois estavam felicíssimos juntos. Não dá para acreditar.

4 - Como você vê esse momento do seu filho? Eu tinha a esperança, confesso, de a Luana desistir desse processo. Tinha esperanças de ela ter entrado com o processo por estar de cabeça quente, com os ânimos aflorados. Eu não sei o que ela quer. Ela está fazendo uma maldade muito grande com o Dado e com a minha família toda. Se é isso que ela quer, conseguiu. Nós estamos destruídos. Estou em frangalhos. Peço a Deus que proteja essa desembargadora, Giselda Leitão, que eu sei que tem uma carreira muito bonita, um histórico maravilhoso. Que Deus proteja para o resto da vida essa senhora, com essa cabeça justa.

5 - Qual conselho você vai dar para o seu filho? Acho que agora ele vai tomar mais cuidado com quem ele vai se envolver, para quem ele vai entregar o seu coraçãozinho. Eu só gostaria que nenhuma mãe passasse por esse momento que estou passando. Ver um filho tão injustiçado. Ele não fez nada e o retorno, a maldade, está sendo muito grande. Gostaria também que se alguma mãe passasse por isso, que seus filhos pudessem encontrar pessoas maravilhosas como as que o Dado está encontrando. Até os presos ficaram do lado dele. Perguntaram o que ele estava fazendo ali, já que não era bandido. E fizeram comida especial para ele.


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RIO - Um juiz da 9ª Vara de Fazenda Pública aceitou o pedido de desapropriação do imóvel da boate Help, em Copacabana, e determinou, na segunda-feira, que ele seja desocupado em 60 dias. O governo do estado já depositou em juízo R$ 13 milhões, valor estipulado inicialmente para a compra do espaço de 1.600 metros quadrados, onde em 2011 será instalada a nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS). A previsão é que as obras comecem em novembro.
A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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RIO - Um juiz da 9ª Vara de Fazenda Pública aceitou o pedido de desapropriação do imóvel da boate Help, em Copacabana, e determinou, na segunda-feira, que ele seja desocupado em 60 dias. O governo do estado já depositou em juízo R$ 13 milhões, valor estipulado inicialmente para a compra do espaço de 1.600 metros quadrados, onde em 2011 será instalada a nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS). A previsão é que as obras comecem em novembro.
A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
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A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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RIO - Um juiz da 9ª Vara de Fazenda Pública aceitou o pedido de desapropriação do imóvel da boate Help, em Copacabana, e determinou, na segunda-feira, que ele seja desocupado em 60 dias. O governo do estado já depositou em juízo R$ 13 milhões, valor estipulado inicialmente para a compra do espaço de 1.600 metros quadrados, onde em 2011 será instalada a nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS). A previsão é que as obras comecem em novembro.
A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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RIO - Um juiz da 9ª Vara de Fazenda Pública aceitou o pedido de desapropriação do imóvel da boate Help, em Copacabana, e determinou, na segunda-feira, que ele seja desocupado em 60 dias. O governo do estado já depositou em juízo R$ 13 milhões, valor estipulado inicialmente para a compra do espaço de 1.600 metros quadrados, onde em 2011 será instalada a nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS). A previsão é que as obras comecem em novembro.
A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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RIO - Um juiz da 9ª Vara de Fazenda Pública aceitou o pedido de desapropriação do imóvel da boate Help, em Copacabana, e determinou, na segunda-feira, que ele seja desocupado em 60 dias. O governo do estado já depositou em juízo R$ 13 milhões, valor estipulado inicialmente para a compra do espaço de 1.600 metros quadrados, onde em 2011 será instalada a nova sede do Museu da Imagem e do Som (MIS). A previsão é que as obras comecem em novembro.
A pendenga judicial foi iniciada no ano passado, quando o governador Sérgio Cabral assinou um decreto tornando de utilidade pública, para fins de desapropriação, o terreno onde funcionam a boate e os restaurantes Sobre as Ondas e Terraço Atlântico. De acordo com a Procuradoria Geral do Estado, os donos da propriedade ainda podem recorrer do valor a ser pago pelo governo pelo terreno, mas a decisão sobre a desapropriação do bem é definitiva.
O terreno - na Rua Djalma Ulrich 4, esquina com a Avenida Atlântica 3.432 - faz parte de um espólio, mas está alugado a um grupo de empresários que comanda a Help e os restaurantes. Procurados pelo GLOBO, os administradores da boate não foram encontrados nem para comentar o caso, nem para fornecer os telefones dos advogados do espólio.

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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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SÃO PAULO - O marido de uma babá é acusado de molestar uma menina de apenas 7 anos que era cuidada pela mulher dele, em Porto Feliz, na região de Sorocaba, a 112 km de São Paulo. Valmir Cunha, de 29 anos, foi preso nesta quarta-feira e também é acusado de abusar sexualmente das duas enteadas, filhas da babá Rosana Carvalho, de 10 e 12 anos, respectivamente. A babá alega que não sabia dos abusos.

A denúncia de abuso à polícia foi feita pela mãe da menina de 7 anos. Segundo o delegado André Bonan, a garota e um irmão, de 10 anos, ficavam na casa da babá enquanto a mãe trabalhava. No mês passado, quando Rosana disse que não tomaria mais conta das crianças, a vítima e o irmão foram para a casa da avó, a quem contou sobre os abusos.
Segundo a polícia, Valmir, que estava desempregado, aproveitava as saídas temporárias da mulher para agredir e trancar o menino de 10 anos e mandá-lo ajoelhar no banheiro enquanto levava a irmã dele para o quarto, para assistir a filmes pornográficos. Enquanto isso, molestava a menina.
- O ato sexual não chegou a se concretizar, pois as vítimas, tanto a menina de 7 anos quanto as duas enteadas, disseram que ele não tinha ereção - diz o delegado.
A criança de 7 anos disse a avó que não havia relatado os abusos antes porque era ameaçada por Valmir. Segundo a polícia, o mesmo acontecia no caso das enteadas. A mais velha, de 12 anos, chegou a dizer para a mãe que o padrasto impedia ela de se trocar após o banho. Valmir negou, mas teria sido alertado pela babá, que teria dito que esperava que isso nunca mais acontecesse.
Um tio das duas meninas deve ser ouvido pela polícia. Ele teria alertado a irmã sobre o comportamento de Valmir após ouvir relato de uma das sobrinhas.
O acusado já teve prisão preventiva decretada. Ele responderá por atentado violento ao pudor, cuja pena varia entre 6 e 10 anos de prisão.



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VITÓRIA - O Espírito Santo começa nesta quinta a relembrar no município da Serrra a Revolta dos Queimados (19 de março de 1849), marco da resistência do africano à escravatura no estado. A programação reúne exposições de arte, concursos de monografias sobre o tema, produções e mostras de vídeo e uma série de apresentações culturais que vão até março de 2010.
Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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VITÓRIA - O Espírito Santo começa nesta quinta a relembrar no município da Serrra a Revolta dos Queimados (19 de março de 1849), marco da resistência do africano à escravatura no estado. A programação reúne exposições de arte, concursos de monografias sobre o tema, produções e mostras de vídeo e uma série de apresentações culturais que vão até março de 2010.
Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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VITÓRIA - O Espírito Santo começa nesta quinta a relembrar no município da Serrra a Revolta dos Queimados (19 de março de 1849), marco da resistência do africano à escravatura no estado. A programação reúne exposições de arte, concursos de monografias sobre o tema, produções e mostras de vídeo e uma série de apresentações culturais que vão até março de 2010.
Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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VITÓRIA - O Espírito Santo começa nesta quinta a relembrar no município da Serrra a Revolta dos Queimados (19 de março de 1849), marco da resistência do africano à escravatura no estado. A programação reúne exposições de arte, concursos de monografias sobre o tema, produções e mostras de vídeo e uma série de apresentações culturais que vão até março de 2010.
Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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VITÓRIA - O Espírito Santo começa nesta quinta a relembrar no município da Serrra a Revolta dos Queimados (19 de março de 1849), marco da resistência do africano à escravatura no estado. A programação reúne exposições de arte, concursos de monografias sobre o tema, produções e mostras de vídeo e uma série de apresentações culturais que vão até março de 2010.
Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
A Insurreição ficou conhecida como o maior movimento em favor da liberdade e o maior símbolo da resistência do africano à escravatura registrado no Estado.


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Um show da sambista Dona Ivone Lara, na Praça da Igreja, no Centro da Serra, abre a sequencia de eventos.
A ideia é divulgar, discutir e estudar "Queimados" com o objetivo de incluir a Revolta dos Queimados nos livros de História do Brasil em todas as escolas do país. O secretário de turismo da Serra Cleber Lanes diz que há a necessidade desta história ser contada e estudada. "Queremos que a Revolta de Queimados tenha o mesmo destaque, por exemplo, que a Inconfidência Mineira", ressalta. Da época, o estado guarda ruínas do Sítio Histórico e Arqueológico de São José dos Queimados um dos três principais centros de desenvolvimento da, então, Capitania do Espírito Santo, no Brasil Colônia.

A revolta

A Revolta de Queimados aconteceu no município da Serra em 1849. Na ocasião, segundo relatos históricos, cerca de 300 escravos - liderados por negros como Elizário, Chico Prego e João Monteiro, o João da Viúva - se rebelaram para cobrar uma suposta promessa feita pelo Frei Gregório José Maria de Bene, um italiano.
Neste período, o missionário teve a ideia de construir uma igreja na Freguesia de São José do Queimado, no entanto, para construir o templo, ele precisava do trabalho dos escravos. Foi justamente aí que Gregório prometeu a carta de alforria para os escravos.
A promessa não foi cumprida e, durante cinco dias, os revoltosos percorreram as fazendas obrigando alguns donos de escravos a conceder a alforria. O movimento foi contido pela polícia da província. Os rebelados foram presos e julgados, cinco deles sendo condenados à morte.
O líder da insurreição, Elisiário, escapou da cadeia, depois que a cela foi esquecida aberta. Os negros atribuíram o acontecimento a Nossa Senhora da Penha. Elisiário refugiou-se nas matas do Morro do Mestre Álvaro e nunca mais foi recapturado. Já Chico Prego foi capturado e enforcado em praça pública na própria Freguesia do Queimado.
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Para Liz Lomax, a diferença entre uma esponja de lavar louça e o cabelo armado da cantora britânica Amy Winehouse é quase nenhuma.

A ilustradora americana usou a esponja que tinha na pia de casa para compor mais um personagem famoso de uma coleção que inclui Michael Jackson, Mick Jagger e toda a equipe econômica do presidente americano Barack Obama - inclusive o próprio.
"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/03/18/ilustradora-americana-faz-bonecos-de-celebridades-754889010.asp
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A ilustradora americana usou a esponja que tinha na pia de casa para compor mais um personagem famoso de uma coleção que inclui Michael Jackson, Mick Jagger e toda a equipe econômica do presidente americano Barack Obama - inclusive o próprio.
"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


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A ilustradora americana usou a esponja que tinha na pia de casa para compor mais um personagem famoso de uma coleção que inclui Michael Jackson, Mick Jagger e toda a equipe econômica do presidente americano Barack Obama - inclusive o próprio.
"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
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"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
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"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


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"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


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"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


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"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
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A ilustradora americana usou a esponja que tinha na pia de casa para compor mais um personagem famoso de uma coleção que inclui Michael Jackson, Mick Jagger e toda a equipe econômica do presidente americano Barack Obama - inclusive o próprio.
"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


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A ilustradora americana usou a esponja que tinha na pia de casa para compor mais um personagem famoso de uma coleção que inclui Michael Jackson, Mick Jagger e toda a equipe econômica do presidente americano Barack Obama - inclusive o próprio.
"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


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A ilustradora americana usou a esponja que tinha na pia de casa para compor mais um personagem famoso de uma coleção que inclui Michael Jackson, Mick Jagger e toda a equipe econômica do presidente americano Barack Obama - inclusive o próprio.
"Eu me divirto fazendo as esculturas", disse Lomax, que fotografa os bonecos para ilustrar campanhas publicitárias, capas de CDs, capas de revista e outdoors.
As esculturas, feitas de arame, papel de alumínio e gesso, têm cerca de 25 centímetros de altura.


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O austríaco Joseph Fritzl, 73, declarado culpado por ter aprisionado a filha por 24 anos no porão de casa e ter tido sete filhos com ela, passará o resto da vida preso em um hospital psiquiátrico. Fritzl aceitou a sentença expedida nesta quinta-feira, ao final do julgamento de quatro dias. Os juízes formularam a pena com base no pior crime cometido pelo austríaco, o de homicídio, por ter deixado o filho-neto recém-nascido morrer.

Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
Cronologia
O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

Folha On-Line
link do postPor anjoseguerreiros, às 11:44  comentar


O austríaco Joseph Fritzl, 73, declarado culpado por ter aprisionado a filha por 24 anos no porão de casa e ter tido sete filhos com ela, passará o resto da vida preso em um hospital psiquiátrico. Fritzl aceitou a sentença expedida nesta quinta-feira, ao final do julgamento de quatro dias. Os juízes formularam a pena com base no pior crime cometido pelo austríaco, o de homicídio, por ter deixado o filho-neto recém-nascido morrer.

Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
Cronologia
O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

Folha On-Line
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O austríaco Joseph Fritzl, 73, declarado culpado por ter aprisionado a filha por 24 anos no porão de casa e ter tido sete filhos com ela, passará o resto da vida preso em um hospital psiquiátrico. Fritzl aceitou a sentença expedida nesta quinta-feira, ao final do julgamento de quatro dias. Os juízes formularam a pena com base no pior crime cometido pelo austríaco, o de homicídio, por ter deixado o filho-neto recém-nascido morrer.

Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
Cronologia
O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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O austríaco Joseph Fritzl, 73, declarado culpado por ter aprisionado a filha por 24 anos no porão de casa e ter tido sete filhos com ela, passará o resto da vida preso em um hospital psiquiátrico. Fritzl aceitou a sentença expedida nesta quinta-feira, ao final do julgamento de quatro dias. Os juízes formularam a pena com base no pior crime cometido pelo austríaco, o de homicídio, por ter deixado o filho-neto recém-nascido morrer.

Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
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O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
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O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
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O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
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O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
Cronologia
O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
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O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
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O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
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O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

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Acusado de assassinato, sequestro, estupro, incesto, escravidão e ameaças graves, Fritzl chegou a se declarar inocente no primeiro dia do julgamento das acusações de assassinato de escravidão --que poderiam lhe render a prisão perpétua- mas admitiu todas as acusações na quarta-feira (18).
Na manhã desta quinta-feira, Fritzl disse estar arrependido dos crimes, entre os quais, o de estupro, incesto, homicídio e escravidão. Para a Promotoria, a declaração foi uma estratégia do acusado para se livrar da sentença prevista.
A defesa do caso tentou argumentar que Fritzl é idosos e que sofria problemas de psiquiátricos. Para tentar se livrar da acusação de homicídio, o advogado do austríaco disse que Fritzl não queria matar os filhos, mas "construir uma segunda família no porão de casa". Para isso, teria decorado o cativeiro com um papel de parede do Mickey para criar uma "atmosfera de lar".
Cronologia
O calvário de Elisabeth Fritzl começou aos 18 anos, em 28 de agosto de 1984, quando seu pai Josef a trancou no porão de casa, do qual ela só voltou a sair depois de 24 anos, após sofrer vários estupros incestuosos e dar à luz sete crianças.
Dos seis filhos que sobreviveram, Fritzl escolheu os de saúde frágil e mais barulhentos, tirou-os do cativeiro e levou-os para viver com ele e a esposa dentro de casa. Para justificar o aparecimento das crianças, o engenheiro aposentado recorreu à explicação que deu em agosto de 1984 para o desaparecimento de Elisabeth, que, segundo disse, fugiu para se unir a uma seita.
Assim, em maio de 1993, Lisa, de 9 meses, surgiu na frente da casa da família, junto com uma carta manuscrita da mãe-irmã, na qual esta explicava que já tinha tido dois bebês e que não podia tomar conta de mais um.
A mesma desculpa foi usada por Fritzl para adotar, um ano e meio depois, Monika, de 10 meses, e, em agosto de 1997, Alexander, então com 1 ano e 3 meses de vida. Outras três crianças viveram com Elisabeth sem nunca terem visto a luz do sol até que o caso de incesto e cárcere privado foi descoberto no fim de abril do ano passado.
As autoridades descobriram a crueldade de Fritzl depois que, em 16 de abril de 2008, a filha-neta mais velha dele, Kerstin,19, apareceu na casa da família inconsciente e gravemente doente. Fritzl foi encontrado com Elisabeth e interrogado por policiais. Após quase 24 anos de tortura, a filha conseguiu revelar o massacre e dois dias após a denúncia, Fritzl confessou à polícia e foi preso.
O julgamento do caso foi marcado para o dia 16 de março e o caso promoveu uma comoção mundial, sendo acompanhado por toda a imprensa. Ao longo do processo, Fritzl declarou ser um estuprador nato que havia nascido para isso.

Folha On-Line
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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

Por Alexandre Barbosa e Julianna Granjeia
Bom Dia Sorocaba
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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

Por Alexandre Barbosa e Julianna Granjeia
Bom Dia Sorocaba
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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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Garota de programa de 33 anos espanca menino de 1 ano porque ele chorava pela manhã, quando a agressora queria dormir

A garota de programa Valdecina Alves Almeida, 33 anos, foi presa na manhã de ontem por tentativa de homicídio após espancar quase até a morte o filho da babá L.B., um bebê de 1 ano e dois meses. Ele está internado no HU (Hospital Universitário) em estado grave.Há 15 dias Valdecina começou a violentar o bebê R.B. batendo nele com cabides de roupa de madeira e queimando-o com isqueiro. A criança teve parte do corpo deformada, chegou a ter a genitália queimada e foi internada às 9h50 de ontem na UTI pediátrica do hospital. Segundo a babá, 19, ela e o filho foram trazidos pela garota de programa de Serra do Ramalho, cidade do interior da Bahia, em janeiro, para cuidar da filha de Valdecina, M.H.A, 2 anos. As duas eram da mesma cidade e se conheciam há muitos anos.L. e seu filho eram mantidos reféns na casa da agressora, na rua Diogo Álvares Corrêa, na Vila Mafalda, sob graves ameaças de morte. “Desde janeiro nós não podemos sair de casa porque ela nos tranca lá dentro, mas somente há duas semanas começou a nos violentar. Ela me batia, ameaçava com faca, batia no meu filho, mas eu não podia fazer nada pois ela conhece vários pistoleiros e eu tinha medo de morrer”, disse L., que também está com o rosto machucado.O abuso só foi flagrado ontem, depois que Valdecina, com medo de o bebê morrer, levou R. até o hospital, de táxi. Ao ver o estado da criança, coberta pela garota de programa com panos para que as pessoas não vissem as marcas, os médicos acionaram a delegada Fátima Giassetti, da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), relatando o fato e solicitando a presença da polícia.Quando os investigadores chegaram ao HU, para se livrar das acusações, Valdecina chegou a acusar a babá, mãe da criança, de ter batido em R., porém os investigadores a colocaram na viatura e levaram-na até sua casa, onde encontraram L. toda machucada. A babá acabou denunciando a agressora. A garota de programa foi presa em flagrante e levada até a DDM, onde prestou depoimento.À polícia, ela disse que, por trabalhar à noite, chegava em casa cansada, por volta das 6h, e não conseguia dormir porque R. “chorava muito”. Esse teria sido o motivo do espancamento do bebê.À delegada Fátima, ela afirmou que não usa drogas e não bebe. Após prestar depoimento, Valdecina deu entrevista à imprensa sorrindo. Depois disse que estava arrependida. “Eu tive uma crise de raiva. Eu bati nele, mas não era para ter sido dessa forma. Fiz uma coisa que não era para ter feito”, afirmou.A agressora negou as acusações de que mantinha a babá trancada em casa. “Eu deixava sempre comida para eles e ela podia sair quando quisesse.”No fim da tarde de ontem Valdecina mudou sua versão e disse estar sofrendo de problemas psicológicos.“Eu acho que se eu tivesse tido ajuda, uma pessoa para conversar, eu não teria feito isso. Tinha horas que eu ficava cega de raiva, tudo me irritava, eu ficava muito agoniada.” Menino está na UTI com traumatismo craniano O último boletim de ontem do Hospital Universitário informou que R.B., de pouco mais de um ano, não corre risco de morte, mas continuará na UTI pediátrica, pelo menos até hoje às 11h, quando será feita outra avaliação.O bebê teve traumatismo craniano, contusões, hematomas, escoriações e queimadura por todo o corpo, “dos pés até a cabeça”, segundo a assessoria do HU.Ainda de acordo com o hospital, o estado de R. é estável, ele não respira por aparelhos e seu caso não é cirúrgico. Ele continua sendo atendido por uma junta médico, composta por diversos especialistas.As fotos do bebê machucado foram encaminhadas para a delegacia e chocou a delegada e as investigadoras.“Nós nunca vimos um caso tão bárbaro como esse aqui na delegacia. Não sei nem se vou conseguir dormir”, disse uma das investigadoras.Os ferimentos no corpo do bebê e nas costas de L. foram causados pela argola de ferro do cabide, usado por Valdecina durante as agressões. É possível identificar nas fotos de R. e L. o contorno do cabide.A babá disse que Valdecina chegou a jogar a criança no chão e dar vários tapas e socos no rosto dela e de seu filho.

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Nádia de Toni
Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Nádia de Toni
Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Nádia de Toni
Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Nádia de Toni
Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

link do postPor anjoseguerreiros, às 09:03  comentar


Nádia de Toni
Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Nádia de Toni
Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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Pioneiro - Caxias do Sul

A professora caxiense demitida por ter tapado a boca de um menino de cinco anos com uma fita adesiva não poderá voltar a lecionar em nenhuma das 31 escolas municipais de educação infantil. Ela ainda responderá a inquérito policial e poderá ser enquadrada por maus-tratos. A agressão ao garoto ocorreu segunda-feira na Escola de Educação Infantil Aprendendo a Viver, no bairro Pioneiro.
Após constatar ferimentos na boca do garoto, em forma de bolha, a família registrou queixa na Polícia Civil. Profissional com 10 anos de experiência, a professora era contrada dessa escolinha havia um ano. Agora, ela só terá chance de retornar ao setor público municipal se for aprovada em concurso para o ensino fundamental, uma vez que nessa outra categoria de ensino não há contratos provisórios. Entretanto, a ocorrência policial terá peso negativo em seu currículo.
A partir desta quinta-feira, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) investigará o caso. A delegada Suely Rech tomará o depoimento da mãe do garoto, uma auxiliar de produção de 43 anos, e do menino. Também devem ser ouvidas testemunhas e a direção da escolinha para que, depois, a professora apresente sua versão. — Para determinar o tipo de pena antes é preciso verificar as circunstâncias da ocorrência e o tipo de delito. É a primeira vez que um caso desses chega à nossa delegacia — diz Suely.
O secretário municipal de Educação (Smed), Edson da Rosa, afirma que, antes desse episódio, nenhuma queixa havia sido registrada contra a professora e que a notícia foi recebida com espanto. — Não havia nada que a desabonasse — ressalta. O secretário explica que todos os educadores infantis contratados pelas 31 entidades municipais devem ter magistério com estágio, curso superior em Pedagogia, além de passar por avaliação psicológica na secretaria.Quando os professores são chamados pelas escolas, passam por novas avaliações pedagógicas e psicológicas nas próprias instituições. A professora demitida na terça-feira passou por todas essas etapas. Após a contratação, a Smed monitora os professores nos primeiros 60 dias. Depois disso, a secretaria tem contato com os educadores da rede pelo menos uma vez ao mês, nas próprias escolinhas. O acompanhamento psicológico também depende do interesse do professor, informa Edson. — Se verificamos que existe algum problema com o professor, damos atenção especial fora da escola por meio do Núcleo de Atenção ao Profissional de Educação (Naps), mas não era o caso da professora desligada — comenta o secretário.


"Tenho rezado para não me encontrar com ela", diz mãe de menino agredido pela professora.
Muito abalada, a mãe do menino passou o dia de ontem resolvendo pendências do caso registrado na Polícia Civil na terça-feira. Seu desejo é de que a professora seja punida.
Leia abaixo a entrevista concedida ao jornal Pioneiro:

Pioneiro – Como ele contou sobre o episódio da fita?
Mãe – Na semana passada, ele chegou em casa com uma marca vermelha em uma bochecha. Perguntei o que havia acontecido, mas ele fugiu do assunto. Na segunda, quando chegou com marcas semelhantes, me contou: “a profe colou fita na minha boca e, quando ela puxou, fez dodói”. Procurei a escola e aí, infelizmente, a história se confirmou. Ela (a professora) praticou a agressão pelo menos duas vezes, imagino.
Pioneiro – O que sente quando pensa na agressão?
Mãe – Senhor, em que mundo estamos vivendo! Tenho rezado para não me encontrar com ela (a professora). Não sei qual pode ser minha reação.
Pioneiro – A senhora vai deixar seu filho voltar para a escola?
Mãe – Amanhã (quinta-feira) mesmo. Ele está muito abalado, mas não diz que não quer voltar para a escola. Vou confiar na direção da escolinha, mas não ficarei 100% tranquila.
Pioneiro – Está preocupada com possíveis sequelas psicológicas no menino?
Mãe – Sem dúvida. Ele está muito estranho. Deve ter sido muito humilhante, prefiro nem pensar. Nós dois faremos acompanhamento psicológico.

Professora indiana cega aluna por não responder pergunta

Uma professora indiana colocou um alfinete no olho de uma aluna de seis anos depois que ela não soube responder uma pergunta feita em sala de aula.
A mulher será processada por tentativa de homicídio, informou a polícia do estado de Chhattisgarh.
"É um ato brutal e desumano", disse T.R. Koshima, policial indiano.
Os testes médicos revelaram que a garota ficou cega do olho direito por causa do alfinete. A professora está foragida desde que o incidente ocorreu, em novembro do ano passado, mas Koshima afirmou que a polícia recebeu uma reclamação apenas nesta quarta-feira (7).
"Nós agiremos de maneira firme", disse.
O governo afirmou que vai pagar por todos os gastos médicos da menina e pediu a polícia que amplie a operação de busca pela professora. (Folha On-Line)

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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
link do postPor anjoseguerreiros, às 08:59  comentar



O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
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O austríaco Josef Fritzl, acusado de manter a filha Elisabeth presa no porão da casa, estuprá-la e ter com ela sete filhos, afirmou no último dia de seu julgamento que lamenta "do fundo do coração". A promotoria pediu que Fritzl, apelidado pela imprensa de Monstro de Amstetten, em referência à cidade, seja condenado à prisão perpétua.
"Infelizmente, eu não posso mudar nada agora", afirmou Fritzl, acusado de homicídio por negligência, estupro, sequestro e incesto, no último dia de seu julgamento em Sankt Polten, 60 km ao oeste de Viena.
Perfil de Fritzel
O engenheiro aposentado Josef Fritzl, 73, pai e avô autoritário e vizinho agradável, levou por 24 anos uma segunda vida de escravocrata incestuoso em sua "casa dos horrores" em Amstetten, no leste da Áustria.
"Não se trata de um doente, pois se fosse doente não teria conseguido imaginar e realizar planos tão sofisticados", afirmou o psiquiatra e especialista forense Reinhard Haller, que descreve Fritzl como um "déspota que aterrorizou várias gerações de sua família".
28.abr.08-AP
Josef Fritzl é acusado de estuprar e prender a filha no porão de casa por 24 anos
Há quase um quarto de século, o vizinho agradável, eletricista de formação, elaborou um cenário diabólico que conseguiu enganar a própria mulher, os vizinhos e as autoridades.
Oficialmente, sua filha Elisabeth deixou a casa da família com 18 anos para se juntar a uma seita. Uma carta escrita por ela chegou pouco depois à residência familiar, em 1984, pedindo o fim das buscas.
Nos anos 90, Elisabeth deixou na porta da casa dos pais, um após o outro, três de seus bebês, junto com cartas escritas por ela pedindo que Fritzl e Rosemarie assumissem as crianças.
Na verdade, todas essas cartas foram escritas no porão da casa, onde o pai mantinha sua filha trancafiada e abusava sexualmente dela.
Os vizinhos e os amigos do pai incestuoso admitiram que ele nunca levou os filhos ao colégio, que evitava as reuniões de pais de alunos e que nunca estava em casa quando as assistentes sociais faziam visitas de controle.
"Rosemarie sempre levava as crianças às aulas de música, aos treinamentos, ao colégio", comentou o padeiro Günther Pramreiter, vizinho dos Fritzl. "Josef falava do tempo e de assuntos ligados à atualidade quando vinha à padaria. Lembro que ele se disse chocado pelo caso Kampusch", disse, em referência a jovem sequestrada durante oito anos no porão de uma casa perto de Viena, de onde fugiu em agosto de 2006.
"Na sua família, ele era um mestre e um ditador", relatou um amigo alemão, Paul H., 69. "Comigo, no entanto, era um cara legal, aberto e engraçado", acrescentou o aposentado, em declarações ao tabloide alemão "Bild".
Ao mencionar uma viagem à Tailândia com Fritzl, Paul H. contou que seu amigo "adorou" a massagem dada por uma jovem tailandesa e comprou lingerie feminina para "uma amiga".
"Seus sapatos estavam sempre impecáveis e sua gravata nunca estava torta, parecia um diplomata", afirmou ao jornal Oesterreich Gerda S., uma ex-colega de trabalho.
Após longos interrogatórios desde sua detenção, Fritzl confessou o sequestro, as relações incestuosas das quais nasceram sete filhos e a eliminação do corpo de um bebê morto pouco depois do nascimento.
Se a acusação de homicídio por negligência for mantida pela morte deste bebê, ele pode ser condenado à prisão perpétua. Os sequestros e estupros são passíveis de penas de até 15 anos de prisão.
Nos anos 60, ele trabalhou pelo gigante da siderurgia Voest na Áustria, que o contratou, segundo a imprensa, apesar de uma pena de prisão por tentativa de estupro.
Proprietário de vários apartamentos, que alugava, Fritzl também teve um restaurante nos anos 70. O estabelecimento foi destruído pelas chamas, e ele foi condenado por incêndio voluntário e fraude do seguro.
Desde então, esta condenação e a precedente foram eliminadas de sua ficha, que estava limpa em 1994, ano em que as autoridades de Amstetten permitiram a adoção de seu primeiro "neto".
Fonte: Folha On-line
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Hélton Souza e Allan de Abreu
Passando a Limpo
A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual têm em mãos um filme que comprova o crime de abuso sexual contra uma criança em Catanduva. No vídeo, achado na CPU de um dos computadores apreendidos durante a Operação Fênix, aparecem dois rapazes segurando à força a criança, enquanto outro homem se masturba no rosto da menina. Essa é a primeira prova cabal da violência sexual infantil divulgada ontem pelo senador Romeu Tuma (PTB-SP), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, durante sessão pública na cidade. Os senadores já sabem quem são os suspeitos que aparecem no filme, mas não divulgaram seus nomes. Agora, eles investigam quem é a criança abusada. Tuma também não revelou onde esse computador foi apreendido. O filme também mostra duas outras crianças ao fundo gritando para que os acusados deixem a menina em paz. “É um absurdo”, disse o senador. No momento em que o senador revelou o conteúdo da gravação, as 120 pessoas que acompanhavam a audiência se espantaram com a perversidade dos agressores.
O teor da perícia foi discutido depois do depoimento de Geraldo Côrrea, do Instituto Pró-Cidadania. Ele relatou à comissão que uma criança de 5 anos, moradora do Jardim Alpino, lhe disse que fora obrigada a ingerir esperma de um dos pedófilos. Corrêa foi convidado pelo senador Tuma a ajudar na identificação da criança do filme. Quatro mães que acompanhavam a audiência pública da CPI ficaram apreensivas com a informação. “E se for minha filha? Quero ver esse filme e descobrir quem são os desgraçados que fizeram isso”, desabafou uma mãe que não quis ser identificada.
Emoção

Encapuzados e com jaquetas da Polícia Militar para não ser identificados, os pais de três vítimas contaram à CPI como os pedófilos agiam. Durante o discurso, a mãe fez dezenas de pessoas chorarem. “Eles não levaram bens materiais, mas levaram o espírito, a alegria e a união da nossa família”, disse em prantos. O senador Tuma se emocionou com o depoimento e disse estar convencido de que os acusados não merecem perdão da Justiça. “Nem Jesus pode perdoar essas pessoas.”
A mãe, que relatou ter sido abusada pelo padrasto quando tinha 8 anos e rejeitada pela própria mãe, falou que conhece a dor de perto e espera que a justiça seja feita. Segundo a mãe, a filha de 8 anos foi violentada dentro de sua casa por William Mello de Souza, 19 anos, preso desde o dia 26 de fevereiro, acusado de ajudar o tio José Barra Nova de Mello a abusar das crianças. “Num dia que estávamos trabalhando, o William entrou na minha casa e abusou da minha filha na minha cama. Quando fiquei sabendo disso, quebrei a cama”, afirmou. Ela também disse que os três filhos foram levados para outras duas casas, onde fumaram crack e cheiraram cocaína. Os pais também reclamaram da forma com que foram tratados pelas delegadas Rosana Vanni e Maria Cecília Côrrea Sanches, da DDM, durante as investigações, e da falta de atenção por parte do Conselho Tutelar de Catanduva. “Quando procurei a delegada (Maria Cecília) para denunciar os crimes contra meus filhos, ela me disse que aquilo era normal. Só se for para ela, para mim, não.” A CPI aprovou ontem a convocação do presidente do Conselho, Raphael Meneguesso Ferreira, para que ele dê explicações sobre o caso.

Delegada alertou defesa sobre busca de CPU

A delegada Rosana Vanni admitiu ontem à CPI da Pedofilia em Catanduva que falhou ao avisar com antecedência o advogado do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves de que cumpriria no dia 20 de fevereiro um mandado de busca e apreensão na casa dos pais do médico, suspeito de integrar uma rede de pedofilia no município. “Pedi ao advogado para ir até a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) me acompanhar até a diligência. Foi uma falha minha, concordo”, disse Rosana. Quando a delegada chegou à casa, no Jardim do Bosque, a CPU (caixa que armazena os dados de um computador) de Gonçalves havia desaparecido - havia apenas um monitor (ainda ligado), o teclado, o mouse e o modem. Somente cinco dias depois a CPU reapareceu, sem dados. “É claro que o advogado avisou o cliente pelo celular, e sumiram com o computador. A senhora errou em um momento-chave das investigações, o que pode prejudicar irremediavelmente a apuração desses crimes”, disse o senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI. No mesmo dia, segundo a promotora Karla Sandoval, a delegada encontrou saquinhos de “juju” (suco congelado) na geladeira contendo bebida alcoólica. Havia etiquetas descrevendo cada tipo de bebida. Rosana não apreendeu os produtos, limitando-se a fotografar o congelador. A delegada também foi criticada por não permitir a presença dos pais no reconhecimento dos suspeitos no dia 26, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Rosana alegou que não havia espaço físico no local. “As crianças ficaram acuadas sem a proteção dos pais. Para se ter uma ideia da crueldade dessas pessoas, eles se masturbavam em um copo e davam o esperma para as crianças beberem. “Eles diziam que era ‘chá de p....”, disse.
Outra falha apontada foi a omissão, no inquérito, da informação de que os suspeitos teriam mudado o próprio visual para dificultar o reconhecimento. Segundo o senador Magno Malta, o Ministério Público terá de refazer o reconhecimento dos suspeitos. A delegada não quis comentar as críticas. Mas ela garantiu ter comunicado a juíza Sueli Juarez Alonso quando libertou Eduardo Augusto Arquino um dia após a prisão dele. “Eu comuniquei a juíza por telefone. Ela me disse ‘está bem’”, afirmou Rosana.
A delegada-titular da DDM, Maria Cecília de Castro Sanches, responsável pelo primeiro inquérito, também foi criticada pelos senadores. Ela indiciou apenas o borracheiro José Barra Nova de Melo, ignorando a informação, dita por uma das 12 crianças ouvidas em depoimento, de que havia pelo menos mais um abusador. A delegada também teria deixado de apurar a identidade de dois suspeitos que aparecem em uma fotografia apreendida pela polícia. Eles se apresentavam às crianças com os codinomes César e Roberto: um deles é André Luiz Centurion, preso pelo Ministério Público na Operação Fênix. As mães ouvidas pela manhã na CPI acusaram a delegada de ter sumido com uma suposta caixa de fotos apreendida na casa do borracheiro, o que foi negado por Maria Cecília. “Nunca quis deixar ninguém impune”, afirmou. “Será que se essas vítimas fossem de classe média-alta teriam o mesmo tratamento?”, questionou o senador José Nery (Psol-PA), relator da CPI. A delegada disse que relatou o inquérito sem concluir as diligências porque o investigado Barra Nova estava preso. “Não queria correr o risco de atrasar e a Justiça libertá-lo.” Ela garantiu ter deixado uma “ordem de serviço” com as diligências a serem feitas para o Ministério Público.

Mais tensão

Ontem, no início da noite, a menina L.F., 12 anos, uma das supostas vítimas da rede de pedofilia em Catanduva, foi encaminhada ao Hospital Padre Albino com falta de ar, dor de cabeça e crise de ansiedade. Ela foi encaminhada para ser atendida por um psiquiatra. Anteontem, L.F. também havia sentido mal-estar.
Depoimento causa tumulto na sessão

A CPI ouviu também Solange Cristina Barrison, namorada do empresário José Emanuel Volpon Diogo. Em um depoimento contraditório, Solange disse que Diogo soube na terça-feira da última semana “de um zum-zum” na cidade de que ele seria preso em uma operação do Ministério Público. Por isso ele teria fugido. Depois de foragido, o empresário teria ligado “de um orelhão de São Paulo” para Solange - logo em seguida ela afirmou “achar que era um orelhão”. A mulher disse não acreditar no envolvimento do namorado no esquema. “Ele trata muito bem meu filho de 11 anos. Dá presente, leva para a escola. Não faria mal a uma criança”, disse.
Houve tumulto quando Solange saía do plenário da Câmara. Um grupo de cinco mães cujos filhos teriam sido abusados tentou agredir a mulher, que precisou ser escoltada pela Polícia Militar. “Ela sempre acobertou o rapaz, sabia de tudo”, disse a dona de casa Joice dos Santos. Uma das mães entrou em crise de choro, e disse que foi ameaçada por Solange. Ela também deixou a Câmara sob escolta policial. Também depôs ontem uma representante da Pastoral da Criança.

Promotor será alvo de Corregedoria

A CPI da Pedofilia vai determinar à Corregedoria do Ministério Público que investigue a conduta do promotor da Infância e Juventude de Catanduva, Antônio Bandeira Netto. Ele foi acusado de omissão pelo gestor do Instituto Pró-Cidadania, Geraldo Corrêa, e pelo diretor da escola municipal Nélson Macedo de Musa, Edmilson Sidney Marques, durante a audiência. A CPI quer saber o motivo de o promotor não ter ouvido as denúncias das testemunhas quando foi procurado no ano passado. Marques disse que tentou agendar em janeiro audiência com Bandeira Netto, mas só foi atendido nove dias depois. Já Corrêa disse que, ao saber do pouco caso do promotor com o diretor, não o procurou quando foi informado das denúncias. “No momento de uma denúncia grave ele (o promotor) não o recebeu, por isso procurei direto a juíza Sueli Juarez Alonso.” Foi a partir da denúncia de Corrêa que a juíza determinou a abertura de novo inquérito, onde constam como suspeitos três pessoas de classe média alta da cidade: um médico, um empresário e um comerciante. O presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES) vai encaminhar cópia dos depoimentos à Corregedoria. “Quero que a Corregedoria dê claridade ao assunto”. Corrêa afirmou que embasa sua suspeita de omissão no fato de o promotor ser amigo do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, um dos suspeitos do abuso sexual. Côrrea disse que tem sido ameaçado e pediu proteção à CPI. O presidente da comissão encaminhou ofício à Polícia Militar de Catanduva para que providencie a segurança.

TJ suspende dois mandados de prisão

O Tribunal de Justiça concedeu habeas corpus para suspender o efeito do decreto de prisão temporária do médico Wagner Rodrigo Brida Gonçalves, 31 anos, e do empresário José Emanuel Volpon Diogo, 47. Os dois tiveram prisão temporária de 30 dias decretada pela juíza Sueli Juarez Alonso, da Vara da Infância e Juventude de Catanduva. Os dois são suspeitos de participar dos abusos sexuais contra criança. O desembargador Antonio Luiz Pires Neto, da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, considerou em sua decisão em caráter liminar que a prisão é desnecessária porque tanto o empresário quanto o médico não dificultaram os trabalhos da polícia durante as investigações. “Eles foram ouvidos no curso do inquérito e colocados à disposição daquela autoridade para outras possíveis diligências”, diz em seu parecer. Na manhã de ontem, quando o médico e empresário ainda eram considerados foragidos, a CPI da Pedofilia determinou à Polícia Federal que fizesse a condução coercitiva deles à Câmara de Vereadores de Catanduva, onde acontece a sessão pública, às 14h30 de hoje. Com a revogação da prisão temporária, o advogado do médico, José Luis Oliveira Lima, disse que seu cliente vai comparecer na audiência, mas aguarda ser intimado oficialmente. “Ele precisa ser convocado, porque meu cliente não tem receio de esclarecer as coisas. O próprio Tribunal de Justiça reconheceu que a prisão seria ilegal”, afirmou. O advogado Adriano Salles Vani, que defende o empresário, não foi localizado ontem à tarde pela reportagem para comentar a decisão da Justiça.
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Finalmente, Obama fala sobre reforma imigratória
Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

DIA 57 - O cenário foi a Califórnia dos irmãos hispânicos. O roteiro: o pacote de estímulo à economia americana. Mas hoje, finalmente, Obama falou sobre a legalização dos imigrantes.
“Apóio a reforma compreensiva das nossas leis de imigração,” disse o presidente, durante discurso na cidade de Costa Mesa. O presidente explicou que “as pessoas que já estabeleceram raízes neste país devem receber um mecanismo para, com o tempo, sair das sombras da nossa sociedade.” O método para legalizar mais de 12 milhões de imigrantes? “Eles terão que aprender inglês, pagar uma multa significativa e serão levados ao final da fila,” atrás daqueles que dão início à entrada legal nos EUA. Ainda me lembro do governador Bill Richardson, um poderoso cabo eleitoral do então senador Obama, me dizendo que “Obama tem tudo para aprovar a reforma das leis imigratórias nos primeiros 100 dias da sua administração. Bem Bill, hoje foi o 57º dia de Obama na Casa Branca. Quer saber a boa notícia ou a má notícia primeiro?
A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
A má notícia é que o discurso de hoje do democrata tem muitas similaridades com o do ex-presidente Bush em 2007. A diferença é que naquela época o Congresso e a maioria dos dois partidos eram a favor da legalização. Hoje, não tenho tanta certeza.


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Finalmente, Obama fala sobre reforma imigratória
Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

DIA 57 - O cenário foi a Califórnia dos irmãos hispânicos. O roteiro: o pacote de estímulo à economia americana. Mas hoje, finalmente, Obama falou sobre a legalização dos imigrantes.
“Apóio a reforma compreensiva das nossas leis de imigração,” disse o presidente, durante discurso na cidade de Costa Mesa. O presidente explicou que “as pessoas que já estabeleceram raízes neste país devem receber um mecanismo para, com o tempo, sair das sombras da nossa sociedade.” O método para legalizar mais de 12 milhões de imigrantes? “Eles terão que aprender inglês, pagar uma multa significativa e serão levados ao final da fila,” atrás daqueles que dão início à entrada legal nos EUA. Ainda me lembro do governador Bill Richardson, um poderoso cabo eleitoral do então senador Obama, me dizendo que “Obama tem tudo para aprovar a reforma das leis imigratórias nos primeiros 100 dias da sua administração. Bem Bill, hoje foi o 57º dia de Obama na Casa Branca. Quer saber a boa notícia ou a má notícia primeiro?
A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
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Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

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“Apóio a reforma compreensiva das nossas leis de imigração,” disse o presidente, durante discurso na cidade de Costa Mesa. O presidente explicou que “as pessoas que já estabeleceram raízes neste país devem receber um mecanismo para, com o tempo, sair das sombras da nossa sociedade.” O método para legalizar mais de 12 milhões de imigrantes? “Eles terão que aprender inglês, pagar uma multa significativa e serão levados ao final da fila,” atrás daqueles que dão início à entrada legal nos EUA. Ainda me lembro do governador Bill Richardson, um poderoso cabo eleitoral do então senador Obama, me dizendo que “Obama tem tudo para aprovar a reforma das leis imigratórias nos primeiros 100 dias da sua administração. Bem Bill, hoje foi o 57º dia de Obama na Casa Branca. Quer saber a boa notícia ou a má notícia primeiro?
A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
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Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

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A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
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A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
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A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
A má notícia é que o discurso de hoje do democrata tem muitas similaridades com o do ex-presidente Bush em 2007. A diferença é que naquela época o Congresso e a maioria dos dois partidos eram a favor da legalização. Hoje, não tenho tanta certeza.


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Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

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A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
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A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
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A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
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Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

DIA 57 - O cenário foi a Califórnia dos irmãos hispânicos. O roteiro: o pacote de estímulo à economia americana. Mas hoje, finalmente, Obama falou sobre a legalização dos imigrantes.
“Apóio a reforma compreensiva das nossas leis de imigração,” disse o presidente, durante discurso na cidade de Costa Mesa. O presidente explicou que “as pessoas que já estabeleceram raízes neste país devem receber um mecanismo para, com o tempo, sair das sombras da nossa sociedade.” O método para legalizar mais de 12 milhões de imigrantes? “Eles terão que aprender inglês, pagar uma multa significativa e serão levados ao final da fila,” atrás daqueles que dão início à entrada legal nos EUA. Ainda me lembro do governador Bill Richardson, um poderoso cabo eleitoral do então senador Obama, me dizendo que “Obama tem tudo para aprovar a reforma das leis imigratórias nos primeiros 100 dias da sua administração. Bem Bill, hoje foi o 57º dia de Obama na Casa Branca. Quer saber a boa notícia ou a má notícia primeiro?
A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
A má notícia é que o discurso de hoje do democrata tem muitas similaridades com o do ex-presidente Bush em 2007. A diferença é que naquela época o Congresso e a maioria dos dois partidos eram a favor da legalização. Hoje, não tenho tanta certeza.


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Finalmente, Obama fala sobre reforma imigratória
Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

DIA 57 - O cenário foi a Califórnia dos irmãos hispânicos. O roteiro: o pacote de estímulo à economia americana. Mas hoje, finalmente, Obama falou sobre a legalização dos imigrantes.
“Apóio a reforma compreensiva das nossas leis de imigração,” disse o presidente, durante discurso na cidade de Costa Mesa. O presidente explicou que “as pessoas que já estabeleceram raízes neste país devem receber um mecanismo para, com o tempo, sair das sombras da nossa sociedade.” O método para legalizar mais de 12 milhões de imigrantes? “Eles terão que aprender inglês, pagar uma multa significativa e serão levados ao final da fila,” atrás daqueles que dão início à entrada legal nos EUA. Ainda me lembro do governador Bill Richardson, um poderoso cabo eleitoral do então senador Obama, me dizendo que “Obama tem tudo para aprovar a reforma das leis imigratórias nos primeiros 100 dias da sua administração. Bem Bill, hoje foi o 57º dia de Obama na Casa Branca. Quer saber a boa notícia ou a má notícia primeiro?
A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
A má notícia é que o discurso de hoje do democrata tem muitas similaridades com o do ex-presidente Bush em 2007. A diferença é que naquela época o Congresso e a maioria dos dois partidos eram a favor da legalização. Hoje, não tenho tanta certeza.


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Finalmente, Obama fala sobre reforma imigratória
Durante a eleição de 2008, Obama recebeu o apoio em massa dos imigrantes. Por enquanto, o presidente continua muito “cuidadoso” com o assunto.

DIA 57 - O cenário foi a Califórnia dos irmãos hispânicos. O roteiro: o pacote de estímulo à economia americana. Mas hoje, finalmente, Obama falou sobre a legalização dos imigrantes.
“Apóio a reforma compreensiva das nossas leis de imigração,” disse o presidente, durante discurso na cidade de Costa Mesa. O presidente explicou que “as pessoas que já estabeleceram raízes neste país devem receber um mecanismo para, com o tempo, sair das sombras da nossa sociedade.” O método para legalizar mais de 12 milhões de imigrantes? “Eles terão que aprender inglês, pagar uma multa significativa e serão levados ao final da fila,” atrás daqueles que dão início à entrada legal nos EUA. Ainda me lembro do governador Bill Richardson, um poderoso cabo eleitoral do então senador Obama, me dizendo que “Obama tem tudo para aprovar a reforma das leis imigratórias nos primeiros 100 dias da sua administração. Bem Bill, hoje foi o 57º dia de Obama na Casa Branca. Quer saber a boa notícia ou a má notícia primeiro?
A boa notícia é que mesmo enfrentando a crise econômica, a reforma da saúde, o fechamento de Guantânamo, ter ordenado o retorno das tropas do Iraque, o presidente ainda tem coragem de falar sobre imigração, talvez o tema mais polêmico de todos.
A má notícia é que o discurso de hoje do democrata tem muitas similaridades com o do ex-presidente Bush em 2007. A diferença é que naquela época o Congresso e a maioria dos dois partidos eram a favor da legalização. Hoje, não tenho tanta certeza.


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