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18.3.09
RIO - O Rio tem, na rede pública municipal de ensino, cerca de 25 mil analfabetos funcionais nos 4, 5 e 6 anos do ensino fundamental. Num universo de 210 mil alunos, o número representa cerca 14%. O triste quadro da educação da cidade foi revelado num levantamento preliminar dos resultados do teste de português, realizado no dia 10 de março, para identificar o nível de alfabeização dos estudantes. O resultado completo, com as análises, será divulgado nos próximos dias pela Secretaria municipal de Educação.
A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
É considerado um analfabeto funcional a pessoa que - mesmo com a capacidade de decodificar minimamente as letras, geralmente frases, sentenças e textos curtos - não desenvolve a habilidade de interpretação de textos.


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RIO - O Rio tem, na rede pública municipal de ensino, cerca de 25 mil analfabetos funcionais nos 4, 5 e 6 anos do ensino fundamental. Num universo de 210 mil alunos, o número representa cerca 14%. O triste quadro da educação da cidade foi revelado num levantamento preliminar dos resultados do teste de português, realizado no dia 10 de março, para identificar o nível de alfabeização dos estudantes. O resultado completo, com as análises, será divulgado nos próximos dias pela Secretaria municipal de Educação.
A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
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A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
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A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
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A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
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A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
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A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
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A secretária de Educação, Cláudia Costin, disse que vai fazer uma parceria com a Secretaria municipal de Saúde para avaliar esses alunos. Todos farão testes de acuidade visual e auditiva para saber algum problema está influenciando o estudo.
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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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Desde cedo fãs do estilista e deputado formavam fila para se despedir dele; Clodovil morreu na 3ª após derrame

SÃO PAULO - O corpo do do deputado, estilista e apresentador Clodovil Hernandes (PR-SP) chegou às 11h40 à Assembleia Legislativa de São Paulo para o velório. Desde as 7h30, eleitores e fãs de Clodovil formavam uma fila para se despedir dele. No momento da chegada do corpo, havia cerca de 50 pessoas aguardando para entrar na Casa. O velório deve terminar por volta das 17 horas e o enterro será no Cemitério do Morumbi, também na zona sul de São Paulo. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) trouxe o corpo do parlamentar para São Paulo.

Clodovil teve uma parada cardíaca e morreu às 18h50 desta terça-feira, 17, quando ia ser encaminhado ao Centro Cirúrgico do Hospital Santa Helena para o procedimento de doação de órgãos. A morte cerebral de Clodovil, de 71 anos, foi decretada na tarde desta terça e estava sendo mantido vivo por equipamentos. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, o Dr. Lúcio Lucas, da Central de Doações de Órgãos do Distrito Federal, afirmou que a parada cardíaca impede que os órgãos do deputado sejam doados. Agora, o médico avalia se há condições de fazer a doação das córneas do deputado.

Ele sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) na última segunda e foi internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Santa Lúcia. Ele estava em coma desde então e os sinais vitais estavam sendo mantidos às custas de medicamentos e equipamentos.

Clodovil levou um tombo no apartamento onde mora, na Asa Norte, e foi encontrado desacordado por volta das 7 horas da última segunda por um assessor parlamentar. Ele teve uma hemorragia no lado esquerdo do cérebro e, segundo os médicos, não havia possibilidade de cirurgia. Clodovil chegou ao hospital com nível 5 de coma, sendo que o nível mais grave é o 3 e o menos grave é 15. Sedado e com pressão alta, ele foi submetido a uma drenagem para frear a hemorragia. No meio da tarde, teve uma parada cardíaca de cinco minutos e foi reanimado pela equipe médica, mas o estado agravou-se mais ainda.

Segundo Susana Collares, assessora do parlamentar, Clodovil enfrentou uma semana de "fortes emoções e muito estresse", com o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de processo no qual era acusado de infidelidade partidária. Clodovil deixou o PTC e ingressou no PR. Ele foi absolvido da acusação e teve o mandato mantido pelo TSE. O deputado argumentou que foi perseguido por sua antiga legenda, que acusou de ter "conduta antiética". Quem assume seu lugar na Câmara é Jairo Paes Lira, do PTC de São Paulo.
Em junho de 2007, o deputado teve um AVC leve e foi internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ainda em 2007, o deputado foi internado com problemas no coração e suspeita de dengue, não confirmada. Estilista que ganhou fama ao se tornar apresentador de TV, Clodovil provocou polêmica na Câmara desde os primeiros dias de mandato. Fez uma decoração sofisticada no gabinete e comprou briga com deputadas feministas.
O caso recente mais rumoroso aconteceu com a petista Cida Diogo (RJ), a quem Clodovil chamou de "feia", acrescentando que não serviria nem para "ser prostituta". A desavença com Cida começou quando a deputada protestou contra afirmação de Clodovil de que as mulheres tinham ficado muito "ordinárias", trabalhavam deitadas e descansavam em pé. Na ocasião, em maio de 2007, Clodovil disse que poderia ter um AVC a qualquer momento, pois estava sob muita tensão.
Entre os projetos apresentados pelo deputado estão o que torna obrigatório o exame de próstata nos trabalhadores de mais de 40 anos e o que regulamenta o contrato civil entre homossexuais, além da emenda constitucional que reduz o número de deputados de 513 para 250, desde que a mudança seja aprovada em plebiscito. Em sua biografia no portal da Câmara, Clodovil apresenta-se como "estilista, ator e cantor".

Quem foi Clodovil
Um dos mais famosos estilistas e apresentadores do Brasil, Clodovil Hernandes foi o terceiro deputado federal mais votado do País nas eleições de 2006, com 493.951 votos. Morto hoje, aos 71 anos, Clodovil concluiu uma biografia que teve na polêmica uma das principais marcas registradas.

Filho de pais adotivos, Clodovil nasceu em 1937, na cidade de Elisário, interior de São Paulo. Aos 20 anos, se mudou para a capital paulista e logo se firmou como costureiro das celebridades, entre elas Elis Regina, Cacilda Becker e as famílias Diniz e Matarazzo. Na década de 1990, passou a se dedicar somente à televisão, comandando programas como o "TV Mulher", na Rede Globo, junto com Marta Suplicy, ex-prefeita de São Paulo e ex-ministra do Turismo. Clodovil passou também pelas redes Manchete, Gazeta e RedeTV.

Alvo de diversas acusações de racismo, o deputado e apresentador chegou a dizer em uma entrevista, em 2005, que perdera a conta de quantos processo respondia. Em 2004, em um de seus programas, Clodovil chamou a então vereadora de São Paulo Claudete Alves (PT-SP) de "macaca de tailleur metida a besta". No ano seguinte, disse à deputada Cida Diogo (PT-RJ) que atualmente "as mulheres trabalham deitadas e descansam em pé". Ele chamou também a deputada de "mulher feia".


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RIO - Há dez anos, Bruno Roberto Flórido Dutra chegou em casa, trocou de roupa e seguiu de moto para o colégio. Nunca chegou lá: com os reflexos lentos por causa do cansaço e da bebida, bateu na traseira de um caminhão e ficou paraplégico com apenas 18 anos. A partir desta quinta-feira, Bruno e mais 29 pessoas que perderam parte dos movimentos em acidentes de trânsito nos quais o álcool teve influência vão para as ruas contar suas histórias em bares, restaurantes, quiosques e praias do Rio, de Niterói, São Gonçalo e cidades da Baixada Fluminense. O grupo faz parte de uma nova campanha do governo do estado para fazer cumprir a Lei Seca no Rio.
A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


fonte:http://oglobo.globo.com/rio/transito/mat/2009/03/17/lei-seca-vitimas-de-acidentes-farao-campanha-754880953.asp
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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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A ideia de recorrer aos portadores de deficiência surgiu após a Secretaria estadual de Governo ouvir especialistas de entidades como a Sociedade Brasileira de Ortopedia. As vítimas de acidentes também vão acompanhar as blitzes feitas pelo Detran e pela PM com bafômetros.
A nova estratégia começa justamente num momento em que os motoristas já não estão mais tão cautelosos em relação ao risco de ter a carteira de habilitação suspensa por um ano e ser multados em R$ 955, como prevê a lei federal 11.705 (Lei Seca), em vigor desde junho de 2008. Mesmo depois de 162 já terem perdido temporariamente o direito de dirigir nos últimos nove meses, estatísticas mostram que o número de acidentes graves voltou a crescer.


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RIO - Uma menina recém-nascida encontrada dentro de uma caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos, passa bem. A criança, de apenas um dia, ainda tinha o cordão umbilical quando foi encontrada e estava com o corpo cheio de formigas. O bebê passou por diversos exames e não foi constatada nenhuma infecção. A menina está em observação no hospital municipal de Maricá e passa bem. Ela tem 4,440 kg e 45 centímetros. Segundo o hospital, a menina tem aproximadamente 24 horas de vida.
A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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RIO - Uma menina recém-nascida encontrada dentro de uma caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos, passa bem. A criança, de apenas um dia, ainda tinha o cordão umbilical quando foi encontrada e estava com o corpo cheio de formigas. O bebê passou por diversos exames e não foi constatada nenhuma infecção. A menina está em observação no hospital municipal de Maricá e passa bem. Ela tem 4,440 kg e 45 centímetros. Segundo o hospital, a menina tem aproximadamente 24 horas de vida.
A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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RIO - Uma menina recém-nascida encontrada dentro de uma caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos, passa bem. A criança, de apenas um dia, ainda tinha o cordão umbilical quando foi encontrada e estava com o corpo cheio de formigas. O bebê passou por diversos exames e não foi constatada nenhuma infecção. A menina está em observação no hospital municipal de Maricá e passa bem. Ela tem 4,440 kg e 45 centímetros. Segundo o hospital, a menina tem aproximadamente 24 horas de vida.
A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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RIO - Uma menina recém-nascida encontrada dentro de uma caixa de papelão em Maricá, na Região dos Lagos, passa bem. A criança, de apenas um dia, ainda tinha o cordão umbilical quando foi encontrada e estava com o corpo cheio de formigas. O bebê passou por diversos exames e não foi constatada nenhuma infecção. A menina está em observação no hospital municipal de Maricá e passa bem. Ela tem 4,440 kg e 45 centímetros. Segundo o hospital, a menina tem aproximadamente 24 horas de vida.
A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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A criança foi encontrada por uma caseira do bairro Bananal quando ela chegou ao trabalho. Dona Sheila disse que ficou chocada com o que viu.
- Fico tão emocionada que eu não consigo nem falar - afirmou ao telejornal "Bom Dia Rio".
Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que prestou os primeiros socorros e encaminhou o bebê para o hospital.
- Ela tem o tempo mínimo de permanência aqui no hospital de sete a dez dias, que é o período de tratamento com antibiótico. Enquanto isso, ela vai estar sendo acompanhada pela unidade hospitalar com pediatras e também pelo Conselho Tutelar do nosso município - afirma a diretora do hospital, Simone Silva.
De acordo com o blog do jornalista Gilson Monteiro, um bombeiro que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotar a criança.
Um bebê do sexo feminino, de aproximadamente uma semana de vida, foi resgatado esta manhã por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Maricá depois que foi abandonado por desconhecidos na Estrada do Bananal, em Ponta Negra (na Região Metropolitana do Rio de Janeiro). O recém-nascido foi levado para o Hospital Municipal Conde Modesto Leal onde foi examinado. De acordo com a diretora do hospital, Simone da Costa e Silva, a criança passa bem. O sargento França, que fazia parte da equipe que resgatou o bebê quer adotá-lo. O bombeiro é casado e pai de três filhos.


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SÃO PAULO - A polícia de Ribeirão Preto, a 319 km da capital paulista, deteve um skinhead, acusado deagredir moradores de rua e homossexuais. Ele foi identificado por meio do depoimento das vítimas e indiciado por racismo e agressão.
Vladimir de Oliveira Filard tem cabeça raspada e corpo totalmente tatuado. Uma das tatuagens identifica uma das ramificações dos skinheads. Ele foi preso na casa onde morava, na periferia de Ribeirão Preto, e concordou em ir ao 1º distrito policial para esclarecimentos, mas negou as agressões.
Apesar da negativa, ele foi reconhecido por três vítimas que aguardavam na delegacia. A polícia também descobriu que o acusado cumpriu seis meses de liberdade assistida pela morte de uma pessoa em Jaboticabal, quando ainda era adolescente. Ainda no carro do suspeito, foram encontrados um soco inglês e porretes de madeira.
Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Apesar dos indícios, o skinhead responderá pelos crimes em liberdade. Em janeiro, cinco vítimas já haviam registrado denúncias contra o grupo, por agressão.


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SÃO PAULO - A polícia de Ribeirão Preto, a 319 km da capital paulista, deteve um skinhead, acusado deagredir moradores de rua e homossexuais. Ele foi identificado por meio do depoimento das vítimas e indiciado por racismo e agressão.
Vladimir de Oliveira Filard tem cabeça raspada e corpo totalmente tatuado. Uma das tatuagens identifica uma das ramificações dos skinheads. Ele foi preso na casa onde morava, na periferia de Ribeirão Preto, e concordou em ir ao 1º distrito policial para esclarecimentos, mas negou as agressões.
Apesar da negativa, ele foi reconhecido por três vítimas que aguardavam na delegacia. A polícia também descobriu que o acusado cumpriu seis meses de liberdade assistida pela morte de uma pessoa em Jaboticabal, quando ainda era adolescente. Ainda no carro do suspeito, foram encontrados um soco inglês e porretes de madeira.
Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Apesar dos indícios, o skinhead responderá pelos crimes em liberdade. Em janeiro, cinco vítimas já haviam registrado denúncias contra o grupo, por agressão.


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SÃO PAULO - A polícia de Ribeirão Preto, a 319 km da capital paulista, deteve um skinhead, acusado deagredir moradores de rua e homossexuais. Ele foi identificado por meio do depoimento das vítimas e indiciado por racismo e agressão.
Vladimir de Oliveira Filard tem cabeça raspada e corpo totalmente tatuado. Uma das tatuagens identifica uma das ramificações dos skinheads. Ele foi preso na casa onde morava, na periferia de Ribeirão Preto, e concordou em ir ao 1º distrito policial para esclarecimentos, mas negou as agressões.
Apesar da negativa, ele foi reconhecido por três vítimas que aguardavam na delegacia. A polícia também descobriu que o acusado cumpriu seis meses de liberdade assistida pela morte de uma pessoa em Jaboticabal, quando ainda era adolescente. Ainda no carro do suspeito, foram encontrados um soco inglês e porretes de madeira.
Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Apesar dos indícios, o skinhead responderá pelos crimes em liberdade. Em janeiro, cinco vítimas já haviam registrado denúncias contra o grupo, por agressão.


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Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Apesar dos indícios, o skinhead responderá pelos crimes em liberdade. Em janeiro, cinco vítimas já haviam registrado denúncias contra o grupo, por agressão.


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Apesar da negativa, ele foi reconhecido por três vítimas que aguardavam na delegacia. A polícia também descobriu que o acusado cumpriu seis meses de liberdade assistida pela morte de uma pessoa em Jaboticabal, quando ainda era adolescente. Ainda no carro do suspeito, foram encontrados um soco inglês e porretes de madeira.
Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Apesar dos indícios, o skinhead responderá pelos crimes em liberdade. Em janeiro, cinco vítimas já haviam registrado denúncias contra o grupo, por agressão.


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Apesar da negativa, ele foi reconhecido por três vítimas que aguardavam na delegacia. A polícia também descobriu que o acusado cumpriu seis meses de liberdade assistida pela morte de uma pessoa em Jaboticabal, quando ainda era adolescente. Ainda no carro do suspeito, foram encontrados um soco inglês e porretes de madeira.
Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Apesar dos indícios, o skinhead responderá pelos crimes em liberdade. Em janeiro, cinco vítimas já haviam registrado denúncias contra o grupo, por agressão.


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Apesar da negativa, ele foi reconhecido por três vítimas que aguardavam na delegacia. A polícia também descobriu que o acusado cumpriu seis meses de liberdade assistida pela morte de uma pessoa em Jaboticabal, quando ainda era adolescente. Ainda no carro do suspeito, foram encontrados um soco inglês e porretes de madeira.
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Vladimir de Oliveira Filard tem cabeça raspada e corpo totalmente tatuado. Uma das tatuagens identifica uma das ramificações dos skinheads. Ele foi preso na casa onde morava, na periferia de Ribeirão Preto, e concordou em ir ao 1º distrito policial para esclarecimentos, mas negou as agressões.
Apesar da negativa, ele foi reconhecido por três vítimas que aguardavam na delegacia. A polícia também descobriu que o acusado cumpriu seis meses de liberdade assistida pela morte de uma pessoa em Jaboticabal, quando ainda era adolescente. Ainda no carro do suspeito, foram encontrados um soco inglês e porretes de madeira.
Os outros suspeitos ainda estão sendo procurados. Apesar dos indícios, o skinhead responderá pelos crimes em liberdade. Em janeiro, cinco vítimas já haviam registrado denúncias contra o grupo, por agressão.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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PORTO ALEGRE e SÃO PAULO - O zagueiro do Grêmio Mário Figueira Fernandes, de 18 anos, foi encontrado na noite desta terça-feira em Jundiaí, a 59 quilômetros da capital paulista. Ele estava na casa de um tio, segundo a direção do Clube. Fernandes estava desaparecido desde a última sexta-feira.
Nesta terça-feira, a Delegacia de Homicídios e Desaparecidos (DHD) descartou completamente a possibilidade de sequestro do zagueiro Mário Figueira Fernandes. Foram divulgadas imagens do rapaz, de 18 anos, embarcando sozinho no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Ele teria seguido de avião até Londrina e de lá para Florianópolis, onde também foi flagrado por câmeras de uma agência bancária fazendo saque no caixa eletrônico.
O zagueiro chegou ao Grêmio na terça-feira da semana passada e tem contrato de 5 anos com o time gaúcho.
O jogador viajou sem autorização do Grêmio e não avisou a família. A família dele mora em São Caetano do Sul, em São Paulo, onde jogava no time que leva o nome da cidade do ABC paulista.
Nesta segunda, a polícia informou que câmeras do circuito interno de TV de uma agência do Santander em Florianópolis mostram que, às 10h, Mário foi a um caixa eletrônico, sozinho, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo. Teria sacado R$ 600, mesma quantia retirada na sexta-feira, em Porto Alegre, e no sábado, em Londrina.
O jogador não tem parentes nem amigos em Porto Alegre e nunca morou em Londrina ou em Florianópolis. A imagem foi reconhecida pelo pai de Mário, que está em Porto Alegre. O rapaz estaria morando sozinho na capital gaúcha e a mãe iria morar com ele.
Mário surgiu no futebol paulista no time de futsal do Corinthians, com 16 anos. Quando o São Caetano descobriu que se tratava de um jogador nascido na cidade do ABC paulista, o levou para o Estádio Anacleto Campanella. Ali, rapidamente, se destacou. Foi considerado o melhor zagueiro da Taça São Paulo de Juniores deste ano.
O empresário Jorge Machado comprou 50% de seus direitos e o colocou no Grêmio. O zagueiro chegou ao Olímpico na terça-feira da semana passada, fez exames no dia seguinte e assinou contrato por cinco anos.
Na quarta-feira, participou do treino coletivo com os atletas que não viajaram para a Colômbia, onde o Grêmio venceu o Boyacá Chicó por 1 a 0. Nos dois dias seguintes, treinou com os juniores, até faltar ao trabalho de sábado. Os seus empresários não poupam elogios. No Grêmio, aposta-se muito nele. Por isso a decisão de estabelecer vínculo de cinco anos.
- É acima da média. Tem potencial para ser um novo Lúcio - garante Machado.
A irmã do jogador, Débora Fernandes, diz que ele sempre foi uma pessoa muito tranquila.
O jogador ainda não fez contato.
- Ainda não conversamos com ele, porque está itinerante. Esperamos, em um prazo razoável, conseguir localizá-lo. O fator determinante de que não se trata de sequestro diz respeito às imagens que obtivemos dele transitando no Aeroporto Salgado Filho tranquilamente e sozinho - disse o delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos.
Segundo informações da família, o rapaz já não dispõe de nenhum dinheiro na conta, o que impede que ele venha a fazer novos saques.
O delegado Bolívar Llantada diz que o caso é "atípico":
- Fatos desta natureza muitas vezes são motivados por drogas ou distúrbios psicológicos. Mas o caso do Mário é totalmente atípico. Ele não apresentava nenhum problema psicológico, nenhum histórico de drogadição, tem uma vida totalmente correta, é evangélico, tinha tudo para ter sucesso no Grêmio. Não havia motivo nenhum para que fizesse o que ele fez.


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Sei que a imagem é forte, mas é proposital. Muitos defendem os direitos dos estupradores, pedófilos e toda esta massa de indivíduos perturbados, que faz vítimas indefesas de seus instintos, marcando-as por todo sua vida, quando não as matam. Os Direitos Humanos foram criados para defender a quem?

Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Sei que a imagem é forte, mas é proposital. Muitos defendem os direitos dos estupradores, pedófilos e toda esta massa de indivíduos perturbados, que faz vítimas indefesas de seus instintos, marcando-as por todo sua vida, quando não as matam. Os Direitos Humanos foram criados para defender a quem?

Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Sei que a imagem é forte, mas é proposital. Muitos defendem os direitos dos estupradores, pedófilos e toda esta massa de indivíduos perturbados, que faz vítimas indefesas de seus instintos, marcando-as por todo sua vida, quando não as matam. Os Direitos Humanos foram criados para defender a quem?

Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Sei que a imagem é forte, mas é proposital. Muitos defendem os direitos dos estupradores, pedófilos e toda esta massa de indivíduos perturbados, que faz vítimas indefesas de seus instintos, marcando-as por todo sua vida, quando não as matam. Os Direitos Humanos foram criados para defender a quem?

Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Sei que a imagem é forte, mas é proposital. Muitos defendem os direitos dos estupradores, pedófilos e toda esta massa de indivíduos perturbados, que faz vítimas indefesas de seus instintos, marcando-as por todo sua vida, quando não as matam. Os Direitos Humanos foram criados para defender a quem?

Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Sei que a imagem é forte, mas é proposital. Muitos defendem os direitos dos estupradores, pedófilos e toda esta massa de indivíduos perturbados, que faz vítimas indefesas de seus instintos, marcando-as por todo sua vida, quando não as matam. Os Direitos Humanos foram criados para defender a quem?

Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Sei que a imagem é forte, mas é proposital. Muitos defendem os direitos dos estupradores, pedófilos e toda esta massa de indivíduos perturbados, que faz vítimas indefesas de seus instintos, marcando-as por todo sua vida, quando não as matam. Os Direitos Humanos foram criados para defender a quem?

Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Por Marcos Guterman; historiador e jornalista de O Estado de S.Paulo

O caso do estupro de uma menina em Pernambuco, que gerou enorme comoção nacional por causa da posição do arcebispo local a respeito do aborto, provocou também a discussão sobre o crime em si. Como a sociedade deveria lidar com um criminoso capaz de violentar sexualmente uma criança?
Há quem defenda a castração.
O caso do tcheco “Pavel” (nome fictício), relatado pelo New York Times, é pertinente. Ele conta que, depois de assistir a um filme de Bruce Lee, sentiu um desejo sexual incontrolável e assassinou um vizinho de 12 anos. Passou sete anos preso e cinco num hospital psiquiátrico. Foi quando ele pediu para ter seus testículos retirados – e foi atendido. Ele diz que a cirurgia foi como tirar a gasolina de um carro programado para bater. Agora, só quer saber de relacionamentos românticos e trabalha como jardineiro para uma instituição de caridade.
Na República Tcheca, único país europeu a permitir a castração de estupradores, 94 presos sofreram a cirurgia. Para os médicos tchecos, é a maneira correta de acabar com desordens sexuais agudas. O Conselho da Europa, porém, exigiu que a República Tcheca interrompesse a prática, por considerá-la “invasiva, irreversível e mutiladora”. Há quem diga que está a meio caminho da eugenia.
Outros países europeus, porém, estão inclinados a permitir a castração para estupradores. “Há um debate intenso sobre quais direitos têm precedência: os dos estupradores ou os da sociedade que espera ser protegida deles”, diz o Times.
No Brasil, houve algumas tentativas de aprovar lei que permitisse a castração química de estupradores. Uma delas esbarrou na Constituição, que proíbe penas consideradas cruéis para os criminosos. Outro projeto, que ainda tramita, é do senador Gerson Camata (PMDB-ES). “No Brasil, não há essa lei, porque dizem: ‘Não, isso é direito humano’. Mas e o direito humano das crianças sacrificadas, abusadas, barbarizadas? Essas não podem ter direito humano. A teoria é fazer leis para favorecer os criminosos”, questionou Camata.
O tcheco Hynek Blasko, pai de um menino de nove anos violentado e assassinado por um estuprador, concorda: “Ninguém quer mexer nos direitos dos pedófilos, mas e os direitos de um menino de 9 anos com toda a vida pela frente?”.
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
Fonte: O Estado de São Paulo
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
Fonte: O Estado de São Paulo
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
Fonte: O Estado de São Paulo
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
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Bashir volta a desafiar ordem de prisão do tribunal penal; EUA anunciam enviado ao país nos próximos dias

CARTUM - O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, declarou a correligionários nesta quarta-feira, 18, que nenhum tribunal internacional nem o Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) podem tocar "nem mesmo uma pestana" nele. As palavras desafiadoras de Bashir com relação à ordem de prisão expedida contra ele pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) foram feitas nesta quarta-feira, 18, durante um discurso em Nyala, no sul da região sudanesa de Darfur.
No discurso, Bashir acusou o Ocidente de tentar separar Darfur do restante do país e de operar para "criar uma situação caótica no Sudão". Esta é a segunda visita de Bashir a Darfur desde 4 de março, quando o TPI expediu uma ordem de prisão contra ele para que responda por acusações de crimes de guerra na região.
De acordo com estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 300 mil pessoas morreram e cerca de 2,5 milhões foram obrigadas a fugir em cinco anos de conflito em Darfur. A violência começou quando integrantes de tribos africanas da região pegaram em armas e rebelaram-se contra o governo sudanês. As tribos africanas queixam-se de décadas de negligência e discriminação. O governo iniciou então uma contra-insurgência durante a qual uma milícia árabe pró-Cartum cometeu atrocidades contra a comunidade africana.

Enviado dos EUA

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse na segunda-feira que nos próximos dias nomeará um enviado para o Sudão, e responsabilizou Bashir, por cada morte registrada desde a expulsão de várias ONGs que operavam em solo sudanês. "Esta é uma situação horrenda, que causará uma miséria incalculável e o sofrimento do povo de Darfur, especialmente nos campos de refugiados", afirmou Hillary à imprensa depois de se reunir com os líderes do Executivo autônomo na Irlanda da Norte, Peter Robinson e Martin McGuinness.
Logo após esta declaração, a chefe da diplomacia americana, sem dar mais detalhes a respeito, antecipou que "nos próximos dias um enviado especial será nomeado para o Sudão". Hillary destacou que "a verdadeira pergunta" que se deve fazer à comunidade internacional sobre a decisão do Sudão de expulsar as ONGs é: "Que pressão se pode exercer sobre o presidente Bashir e o Governo de Cartum para que entendam que serão responsáveis por cada morte que ocorrer nesses campos (de refugiados)?".
A secretária de Estado frisou que o Sudão, com a expulsão das ONGs, "põe em risco 1,4 milhão de vidas". Nesse contexto, também lembrou que os países que apoiam a decisão de Bashir também terão responsabilidade nessas mortes. "Para que mais vidas inocentes não sejam perdidas, eles têm a responsabilidade de convencer o Sudão a mudar sua decisão, a permitir o retorno dos trabalhadores humanitários ou a repor, com dinheiro e pessoal, aqueles que foram expulsos", acrescentou. Hillary fez esta declaração sem citar especificamente a China, um dos países que mais defende a política do Sudão em nível internacional.
Fonte: O Estado de São Paulo
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Todas as pessoas são revistadas na entrada do plenário

O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
Fonte: Notícia da Manhã
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Todas as pessoas são revistadas na entrada do plenário

O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
Fonte: Notícia da Manhã
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Todas as pessoas são revistadas na entrada do plenário

O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
Fonte: Notícia da Manhã
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O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
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O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
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O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
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As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
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O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
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O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
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O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
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O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
Fonte: Notícia da Manhã
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:33  comentar

Todas as pessoas são revistadas na entrada do plenário

O primeiro dia dos trabalhados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da pedofilia começou com organização e tranqüilidade.
As 7 horas da manhã, uma pequena fila com cerca de 15 pessoas se formava na entrada da Câmara Municipal de Catanduva. Por volta das 8 horas a entrada para o público foi liberada.
Para a imprensa, foram criadas 40 senhas que foram distribuídas conforme a ordem de chegada. Ao total 85 vagas foram liberadas para que a população possa acompanhar as oitivas no plenário da Câmara.
Todas as pessoas que adentraram no local foram revistadas por policiais militares para evitar problemas e manter a ordem.
De acordo com o Tenente Paulo Henrique Coltre, a segurança interna e externa do plenário é de responsabilidade da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal.“O comando da Polícia Militar de Catanduva criou um planejamento de segurança que foi aprovado pelo Presidente da Câmara, Marcos Crippa. Estamos com homens espalhados na parte interna e externa do plenário para garantir a segurança de todos”, explicou Coltre.
Os Agentes Fiscalizadores de Trânsito (AFT’s) apóiam o trabalho da polícia, na fiscalização do trânsito, principalmente nas imediações da Câmara. “No final do primeiro dia, vamos verificar se há necessidade de alterar o planejamento de segurança”, disse o Tenente.
A segurança da cidade não será prejudicada, a Polícia Militar conta com o reforço da área administrativa e de policiais que se encontravam de férias.
As oitivas iniciam às 9h30.
Fonte: Notícia da Manhã
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A ONG americana Campanha Cosméticos Seguros fez um alerta para que as empresas que fabricam produtos de higiene infantil substituam componentes químicos das fórmulas para que eles não se transformem em formaldeído e 1,4 dioxano --componentes tóxicos e que estariam relacionados ao desenvolvimento de câncer.
De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

Fonte: Folha On-line
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A ONG americana Campanha Cosméticos Seguros fez um alerta para que as empresas que fabricam produtos de higiene infantil substituam componentes químicos das fórmulas para que eles não se transformem em formaldeído e 1,4 dioxano --componentes tóxicos e que estariam relacionados ao desenvolvimento de câncer.
De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

Fonte: Folha On-line
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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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A ONG americana Campanha Cosméticos Seguros fez um alerta para que as empresas que fabricam produtos de higiene infantil substituam componentes químicos das fórmulas para que eles não se transformem em formaldeído e 1,4 dioxano --componentes tóxicos e que estariam relacionados ao desenvolvimento de câncer.
De acordo com Stacy Malkan, porta-voz da ONG, a entidade contratou um laboratório independente e constatou a presença desses componentes, o que traria riscos à saúde.
Embora não façam parte dos ingredientes principais, o formaldeído e o 1,4 dioxano se originam da reação química de outros componentes da fórmula.
"A quantidade liberada é baixa, mas não sabemos o quanto de exposição a eles as crianças podem tolerar. Por isso, essa informação deveria estar no rótulo", disse Malkan à Folha.
Entre os produtos testados estão os da linha infantil Johnson & Johnson, vendidos no Brasil. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o limite máximo de 0,1% foi estabelecido com base nas pesquisas sobre segurança disponíveis.
O dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, diz que não há motivos para pânico, pois a quantidade dessas substâncias é muito pequena.
"As fórmulas são muito antigas e se elas provocassem algum efeito adverso nas crianças, eles já teriam aparecido."
A Jonhson & Johnson informou que os dados de segurança de todos os ingredientes utilizados nos produtos são revisados regularmente por médicos e especialistas em toxicologia. Além disso, todas as formulações finais dos produtos para bebês são sempre testadas.

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Um adolescente de 13 anos morreu na tarde desta segunda-feira (16), após cair e bater a cabeça em uma escada da escola estadual onde estudava, na rua Tamuatá, na zona sul de São Paulo.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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Um adolescente de 13 anos morreu na tarde desta segunda-feira (16), após cair e bater a cabeça em uma escada da escola estadual onde estudava, na rua Tamuatá, na zona sul de São Paulo.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
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Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
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Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
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Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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Um adolescente de 13 anos morreu na tarde desta segunda-feira (16), após cair e bater a cabeça em uma escada da escola estadual onde estudava, na rua Tamuatá, na zona sul de São Paulo.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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Um adolescente de 13 anos morreu na tarde desta segunda-feira (16), após cair e bater a cabeça em uma escada da escola estadual onde estudava, na rua Tamuatá, na zona sul de São Paulo.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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Um adolescente de 13 anos morreu na tarde desta segunda-feira (16), após cair e bater a cabeça em uma escada da escola estadual onde estudava, na rua Tamuatá, na zona sul de São Paulo.
De acordo com a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), Kauê Azevedo Maesquita caiu após ser atingido por outro colega, de 15 anos, que pulou de um lance de escadas para o outro. Segundo a secretaria, ele foi atingido pelo colega, caiu e bateu a nuca na escada, desmaiando logo em seguida.
Ainda segundo a secretaria, o adolescente foi socorrido e encaminhado ao hospital de Heliópolis (zona sul), mas não resistiu ao ferimento e morreu, por volta das 14h50 de ontem.
À polícia o diretor da escola disse não acreditar que o colega de Kauê tenha pulado de uma escada para outra com a intenção de atingi-lo, e afirmou que o caso foi um acidente.
A Secretaria Estadual de Educação informou que garoto foi socorrido imediatamente, e que a escola tomou todas as atitudes necessárias para tentar salvá-lo. Por envolver dois adolescentes, o caso foi encaminhado à Vara da Infância e da Juventude da cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:34  comentar

A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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A prefeitura gastou mais neste ano com publicidade do que com prevenção a enchentes.
Só para propaganda da gestão Kassab estão previstos R$ 32,2 milhões para o ano. Já foram gastos e pagos, entre janeiro e 15 de março, R$ 19,3 milhões, 59,96% do total. Os dados da execução orçamentária estão disponíveis no site da Secretaria de Planejamento.
Os números não consideram as despesas com impressão do "Diário Oficial" e a verba de propaganda da Câmara.
Já em prevenção a cheias foram gastos R$ 17 milhões, 5,02% do total para o ano. O valor se refere ao que foi pago. A administração já empenhou R$ 120,1 milhões para obras anti-inundações. O empenho é feito na contratação do serviço.
O Orçamento prevê R$ 338,5 milhões para obras de combate às enchentes neste ano. Até agora, a prefeitura empenhou 35,51% desse total. De publicidade, já foram empenhados 93,67% do total previsto. A prefeitura diz que a comparação entre as duas áreas é indevida.

Outro lado
A Prefeitura de São Paulo afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que parte dos gastos com publicidade deste ano foi usada justamente na prevenção de enchentes.
De acordo com a prefeitura, as campanhas publicitárias destinadas a alertar os moradores sobre as formas de prevenir enchentes consumiram R$ 5,5 milhões em 2009.

Chuvas
O temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira provocou 60 pontos de alagamento na cidade e deixou dezenas de pessoas ilhadas em suas casas e veículos. Por volta das 21h, no entanto, a chuva havia perdido intensidade e o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) decretou o fim dos estados de atenção e alerta na cidade --a escala passa por observação, atenção, alerta e alerta máximo.
O empresário Ciro de Souza Nogueira, 81, um dos fundadores da Brinquedos Bandeirantes, morreu de parada cardiorrespiratória depois de escapar de seu carro --que estava submerso-- na avenida Luís Inácio de Anhaia Melo, na zona leste de São Paulo.
Segundo informações da Polícia Militar, o empresário chegou a receber os primeiros socorros por moradores de uma casa na altura do número 2.367, mas não resistiu.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, até as 21h, o órgão havia recebido cerca de 60 pedidos de resgate de pessoas ilhadas em áreas alagadas. Algumas pessoas tiveram de ser resgatadas em botes, pois muitas vias estavam intransitáveis.
Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou no resgate de pessoas ilhadas na avenida do Estado, no Cambuci (região central de São Paulo).
De acordo com os bombeiros, no início da noite, o helicóptero da PM foi acionado porque passageiros de ônibus e de carros ficaram ilhados em cima dos veículos e o carro da corporação não conseguia chegar ao local.

Trânsito
Com as chuvas, São Paulo teve o maior congestionamento do ano: 201 km às 19h, ou 24% das vias monitoradas. O recorde anterior do ano era de 188 km de lentidão, registrado no último dia 6 de março, quando também choveu em São Paulo.
Por volta das 21h15, o congestionamento havia diminuído, mas continuava alto: 124 km de lentidão, ou 15% das vias monitoradas.
Na noite de hoje, a Secretaria Municipal de Transportes informou que o rodízio de veículos foi suspenso na cidade no período da tarde devido às chuvas. Nesta quarta-feira (18), no entanto, o rodízio volta a funcionar normalmente.

Rodovia
Por volta das 16h, a Ecovias (concessionária que administra o sistema Anchieta-Imigrantes) bloqueou todas as pistas da via Anchieta --no sentido São Paulo e litoral-- devido ao transbordamento do Ribeirão dos Couros, na altura do km 13 da via. Cerca de 4 horas depois, apenas o sentido litoral tinha sido liberado, mas ainda havia lentidão na região.
A alternativa para o motorista que está no sentido São Paulo é utilizar a saída do km 23 ou km 18.

Trens
A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) de São Paulo interrompeu a circulação das linhas dos trens da linha 10-Turquesa (Luz -Rio Grande da Serra), nesta terça-feira, devido às chuvas.
A linha está interrompida entre as estações da Luz, na região central de São Paulo, e Santo André, desde as 17h30.
No trecho entre Capuava e Rio Grande da Serra, os trens circulam sem restrição, segundo a CPTM. A operação será normalizada assim que o nível da água baixar, segundo a empresa.
Com os problemas nos trens, os usuários do metrô enfrentaram vagões lotados. Para atender a demanda, o Metrô informou que deve estender seu horário de funcionamento, até que o fluxo de passageiros volte ao normal.

Energia
O temporal também deixou pontos sem energia elétrica em várias cidades da Grande São Paulo e em seis bairros, além da região central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Eletropaulo (concessionária de distribuição de energia), há trechos sem energia elétrica nos bairros de Pirituba, Casa Verde, Pinheiros, Vila Clementino, Jardim Aeroporto, Planalto Paulista e centro.

Carros alagados
A chuva de hoje provocou ainda o alagamento do pátio onde ficam os carros novos da Ford, na unidade de São Bernardo (Grande São Paulo). A empresa informou que ainda está calculando os prejuízos e o número de veículos atingidos pelas águas.
A fábrica de São Bernardo produz os modelos Ka e Courrier. Pelas imagens, no entanto, há mais unidades do Ka entre os veículos atingidos pelas águas.

Previsão
De acordo com o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), das 15h às 18h, choveu cerca de 50 mm --a média para o mês de março é de 178 mm.
Para esta quarta-feira (18), o instituto prevê mais pancadas de chuvas isoladas na cidade de São Paulo.


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Pode chegar ao fim nesta quarta-feira o julgamento do austríaco Joseph Fritz, 73, que manteve a filha Elisabeth presa por 24 anos no porão de casa e teve sete filhos frutos de incesto, na Áustria. O "Monstro de Amstetten", apelido dado pela imprensa em referência à cidade, se declarou culpado de todas as acusações, inclusive a de homicídio, e poderá ser condenado à prisão perpétua.
A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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Pode chegar ao fim nesta quarta-feira o julgamento do austríaco Joseph Fritz, 73, que manteve a filha Elisabeth presa por 24 anos no porão de casa e teve sete filhos frutos de incesto, na Áustria. O "Monstro de Amstetten", apelido dado pela imprensa em referência à cidade, se declarou culpado de todas as acusações, inclusive a de homicídio, e poderá ser condenado à prisão perpétua.
A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

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Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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A pena era prevista caso Fritz fosse culpado por ter matado o filho --uma criança recém nascida em 1996. A Promotoria entendeu que por ter negado socorro médico ao filho, o austríaco seria condenado por assassinato. Ele confessou o crime.
Fritz assumiu também os crimes de escravidão, o qual submeteu a filha, os de estupro e os frutos do incesto com a filha. Para cada criança nascido, foi acrescentado um crime na pena. O austríaco teve sete com Elisabeth.

Homicídio
Nesta quarta-feira, perante o tribunal, o austríaco disse que "deveria ter feito alguma coisa" para evitar a morte de uma das sete crianças que teve com sua própria filha, Elisabeth.
"Não sei por que não ajudei. Esperava que o bebê pudesse passar por isso", disse Fritzl, que lembrou que esteve presente no parto da criança. "Declaro ser culpado. Deveria ter reconhecido que o bebê estava mal", afirmou o acusado.
Perante a afirmação da juíza de que teve 66 horas para levar o recém-nascido ao hospital, Fritzl disse que "deveria ter feito algo". "Simplesmente não me dei conta. Pensava que o menino ia sobreviver", contou.

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


fonte:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/03/16/criminosos-digitais-se-aperfeicoam-para-roubar-informacoes-dos-internautas-754854334.asp

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


fonte:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/03/16/criminosos-digitais-se-aperfeicoam-para-roubar-informacoes-dos-internautas-754854334.asp

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


fonte:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/03/16/criminosos-digitais-se-aperfeicoam-para-roubar-informacoes-dos-internautas-754854334.asp

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


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É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


fonte:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/03/16/criminosos-digitais-se-aperfeicoam-para-roubar-informacoes-dos-internautas-754854334.asp

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


fonte:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/03/16/criminosos-digitais-se-aperfeicoam-para-roubar-informacoes-dos-internautas-754854334.asp

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


fonte:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/03/16/criminosos-digitais-se-aperfeicoam-para-roubar-informacoes-dos-internautas-754854334.asp

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


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É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


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É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


fonte:http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/03/16/criminosos-digitais-se-aperfeicoam-para-roubar-informacoes-dos-internautas-754854334.asp

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Até pouco tempo atrás, falávamos em "segurança do Windows". O sistema operacional e seus arquivos eram o objetivo principal dos crackers de então, num mundo de vírus e programas que poderiam infectar o computador. Mas na era da internet a história é bem outra. Hoje, os crackers que invadiam sistemas se transformaram em criminosos digitais, rápidos, bem-organizados e sempre de olho no dinheiro. E eles não se cansam de bolar (ou reciclar inteligentemente) suas estratégias.Estudo da equipe X-Force, da IBM Internet Security Systems, mostrou que, cada vez mais, um dos esquemas principais dos vilões digitais é explorar falhas não corrigidas em sistemas e sites de empresas, infectando assim páginas web e expondo os internautas a novos perigos.- Até o fim do ano passado, mais da metade (53%) das falhas de software descobertas na rede não tinham sido corrigidas - conta João Gaspar, gerente da IBM Internet Security Systems no Brasil. - E os crackers procuram pesquisar as falhas mais fáceis de explorar, que lhes deem lucro rápido. Um exemplo são as falhas que vêm sendo encontradas nos arquivos em PDF.O foco, então, saiu do computador em si e está voltado para navegadores internet, programas multimídias, redes sociais. Os servidores web - os programas que se comunicam com o navegador e lhes enviam as páginas web acessadas pelos usuários - são os alvos mais visados. Logo no começo desse ano, viu-se o vírus Downadup se espalhar mundo afora, aproveitando falhas no Windows Server que estavam corrigidas desde outubro, mas não haviam sido implementadas por muitas empresas.
É bom lembrar que a pressão violenta por cortes de custos com a crise econômica internacional está acuando diretores de TI no trabalho, que precisam fazer cada vez mais com menos recursos - cerca de 75% (no Brasil, 62%) estão nessa situação, segundo relatório da Symantec. Daí aparecerem essas brechas. Se em 2008 os programas web desatualizados eram 53%, não pense que antes eles estavam bem. Não, senhor: 46% das falhas que apareceram em 2006 e 44% das que surgiram em 2007 ainda não estavam corrigidas no apagar das luzes do ano passado.E o que isso tem a ver com a minha vida?, perguntará o leitor. Ora, tudo. Com programas desatualizados rodando por trás da internet, tudo pode acontecer. Inclusive o usuário entrar numa página perfeitamente legítima (ou num PDF aberto online) e, pimba!, ter seus dados roubados. Logins, senhas, número de conta, cartão de crédito... por tudo isso os crackers babam.Se nós, pobres mortais, temos que fazer a nossa parte, mantendo tudo atualizado dentro do computador (não só o antivírus etc, mas o sistema e os demais programas, especialmente os que têm a ver com a internet - Flash, Java, PDFs, Shockwave... justamente as origens daqueles avisos irritantes em que a gente só quer clicar "Lembre-me mais tarde", mas não deve adiar o update, para evitar riscos), as empresas têm que fazer a sua parte primeiro. Do contrário, nenhum lugar será seguro e a internet poderá se transformar no Rio de Janeiro.- Segurança é como comida. Você pode reduzir, mas não dá para viver sem ela - dispara Paulo Prado, gerente de marketing de produtos da Symantec América Latina. - Não faz muito tempo, fizemos um teste: conectamos um computador à internet sem qualquer programa de segurança. Minutos depois os dados da máquina estavam comprometidos.
Do lado do usuário final, a receita não muda: antivírus, firewall, antiphishing, antisspam, antisspyware, escaneamento de sites desconhecidos antes de navegá-los, filtros e olho na navegação da família, verificações periódicas na máquina, updates para tudo. Do lado dos sistemões do trabalho, muito pode mudar com a conectividade intensa e voraz (e nem estamos falando da badalada computação "na nuvem").Não por acaso a Blue Coat propõe uma mexida no ambiente de TI no trabalho. Apresentou recentemente seu conceito de uma rede de entrega de aplicações (Application Delivery Network) no trabalho. A ideia que a turma da TI tenha visibilidade total do que está rodando na rede para decidir o que abrir e o que fechar. Não basta só bloquear coisas.- A todo momento, adotam-se hoje novos programas que antes eram considerados pura recreação. Por exemplo, o YouTube hoje é usado para treinamentos e comunicação, também. Não é mais visto como um consumidor de banda web - explica Francisco Abarca, diretor de desenvolvimento de negócios da Blue Coat para a América Latina. - Por outro lado, temos uma camada extra de segurança online chamada WebPulse que visa justamente a evitar que os usuários no trabalho se infectem visitando seus sites favoritos, bloqueando download de ameaças que vêm da rede e se valem da estratégia de "atropelamento e fuga".
Por sua vez, a Symantec acabou de lançar por aqui a nova versão do Altiris, gerenciador que segue esse conceito de visibilidade, e também automatização da plataforma de segurança, buscando eliminar os problemas das falhas não corrigidas, entre muitas outras coisas.O phishing vem se tornando uma ameaça tão grande dentro desse contexto vulnerável que nos Estados Unidos já existe um serviço chamado PhishMe que "treina" funcionários de empresas para detectar as mensagens falsas usando simuladores especiais que enviam phishing de mentirinha para dentro da rede da empresa. Os mais susceptíveis a cair na esparrela são ensinados sobre suas características. Com isso, diz o serviço, cria-se um "firewall humano" contra os criminosos digitais.Um estudo do Intrepid Group, de Nova York, responsável pelo PhishMe, fez uma estatística dos resultados de seus métodos, usados em 69 mil usuários no trabalho. Sessenta por cento deles caíam no phishing e a maioria não demonstrou cautela alguma ao clicar nos links "fake".


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Caminhões no pátio da montadora Mercedes Benz

Pátio da montadora Ford - Ford K

Modelos do Ford Ka recém fabricados foram atingidos. Fábrica fica ao lado da Rodovia Anchieta em São Bernardo do Campo.
A forte chuva que caiu na tarde desta terça-feira na Grande São Paulo atingiu o pátio da fábrica de automóveis Ford em São Bernardo do Campo, no ABC. Dezenas de modelos do Ford Ka que tinham acabado de sair da linha de produção foram afetados pelo alagamento. A água chegou a atingir a metade da carroceria dos veículos.
A assessoria de imprensa da Ford confirmou o alagamento no pátio da empresa onde estavam os modelos do Ford Ka.
A empresa não sabe dizer ainda quantos carros foram atingidos pela enchente.
A Ford vai avaliar o que será feito com estes carros que foram parcialmente inundados.
A fábrica da Ford fica ao lado do Ribeirão dos Couros, que inundou com as fortes chuvas.

A chuva também atingiu o pátio da fábrica da Mercedes-Benz em São Bernardo do Campo.

QUEM SERÁ QUE VAI COBRIR ESSE ENORME PREJUÍZO?
fonte:G1
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A assessoria de imprensa da Ford confirmou o alagamento no pátio da empresa onde estavam os modelos do Ford Ka.
A empresa não sabe dizer ainda quantos carros foram atingidos pela enchente.
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RIO - O ator Dado Dolabella foi preso por policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro, na noite desta terça-feira. Segundo a delegada Inamara Costa, diretora das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam), Dado Dolabella foi preso em casa porque descumpriu uma determinação judicial de não se aproximar da ex-namorada e atriz Luana Piovani. Os dois ficaram próximos dentro de um camarote durante o carnaval. O ator chegou a ser expulso pelos organizadores do evento por ter sido flagrado consumindo substâncias ilícitas .
O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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RIO - O ator Dado Dolabella foi preso por policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro, na noite desta terça-feira. Segundo a delegada Inamara Costa, diretora das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam), Dado Dolabella foi preso em casa porque descumpriu uma determinação judicial de não se aproximar da ex-namorada e atriz Luana Piovani. Os dois ficaram próximos dentro de um camarote durante o carnaval. O ator chegou a ser expulso pelos organizadores do evento por ter sido flagrado consumindo substâncias ilícitas .
O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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RIO - O ator Dado Dolabella foi preso por policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro, na noite desta terça-feira. Segundo a delegada Inamara Costa, diretora das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam), Dado Dolabella foi preso em casa porque descumpriu uma determinação judicial de não se aproximar da ex-namorada e atriz Luana Piovani. Os dois ficaram próximos dentro de um camarote durante o carnaval. O ator chegou a ser expulso pelos organizadores do evento por ter sido flagrado consumindo substâncias ilícitas .
O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
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Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
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Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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RIO - O ator Dado Dolabella foi preso por policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro, na noite desta terça-feira. Segundo a delegada Inamara Costa, diretora das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam), Dado Dolabella foi preso em casa porque descumpriu uma determinação judicial de não se aproximar da ex-namorada e atriz Luana Piovani. Os dois ficaram próximos dentro de um camarote durante o carnaval. O ator chegou a ser expulso pelos organizadores do evento por ter sido flagrado consumindo substâncias ilícitas .
O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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RIO - O ator Dado Dolabella foi preso por policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) do Centro, na noite desta terça-feira. Segundo a delegada Inamara Costa, diretora das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deam), Dado Dolabella foi preso em casa porque descumpriu uma determinação judicial de não se aproximar da ex-namorada e atriz Luana Piovani. Os dois ficaram próximos dentro de um camarote durante o carnaval. O ator chegou a ser expulso pelos organizadores do evento por ter sido flagrado consumindo substâncias ilícitas .
O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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O ator deve ficar a uma distância de 250 metros da ex-namorada, por ter agredido Luana e a camareira dela . Por isso, ele não poderia estar nos mesmos lugares frequentados pela atriz. No carnaval, ele teria se aproximado de Luana, pelo menos, uma vez no camarote de uma cervejaria. Perguntada, a delegada deu a entender que foi a própria atriz quem denunciou que Dado descumpriu a determinação judicial. Saiba mais no Blog Casos de Polícia , do Extra.
Antes de ter sua prisão decretada, Dado Dolabella acertou esta semana sua volta à TV. O ator - que se despediu no dia 9 de março do bad boy Antonio da novela "Chamas da vida" - aceitou o convite da direção da Record para participar do reality show "A fazenda das celebridades".

Dado é contratado da Record até 2012, mas, segundo consta, foi forçado a participar do "Fazenda", já que durante sua participação em "Chamas da vida" (que só termina no dia 13 de abril) o ator colecionou desafetos no RecNov, o complexo de estúdios da Record em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Dado discutiu com atores e diretores da trama de Cristianne Fridman. Para não ficar sem função e ganhando sem ter novo trabalho em vista, ele foi mandado para o programa.


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Mauricio de Sousa, pai da Turma da Mônica, esteve no treinamento do Corinthians nesta terça-feira para homenagear Ronaldo com um desenho do jogador ao estilo da turminha.

Mauricio, que já adaptou para os quadrinhos Pelezinho, Ronaldinho Gaúcho e até Dieguito Maradona, acha que futebol e quadrinhos têm tudo a ver. E o BOLA DE MEIA também. Parabéns, Mauricio.
Agora, o blogueiro não poderia deixar de levantar uma questão. Ronaldo e Mônica formam um belo casal, não acham? Os dois são gordinhos e dentucinhos.


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Agora, o blogueiro não poderia deixar de levantar uma questão. Ronaldo e Mônica formam um belo casal, não acham? Os dois são gordinhos e dentucinhos.


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colaboradores: carmen e maria celia

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