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17.3.09
CUIABÁ - Uma criança de nove anos foi encontrada enforcada na corda de um balanço na manhã desta segunda-feira, na casa da avó, em Nortelândia, distante a 252 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações da polícia, Vitor Gabriel da Silva brincava sozinho no balanço fixo a um galho de uma mangueira localizada nos fundos da casa. As causas da morte são desconhecidas.
Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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CUIABÁ - Uma criança de nove anos foi encontrada enforcada na corda de um balanço na manhã desta segunda-feira, na casa da avó, em Nortelândia, distante a 252 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações da polícia, Vitor Gabriel da Silva brincava sozinho no balanço fixo a um galho de uma mangueira localizada nos fundos da casa. As causas da morte são desconhecidas.
Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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CUIABÁ - Uma criança de nove anos foi encontrada enforcada na corda de um balanço na manhã desta segunda-feira, na casa da avó, em Nortelândia, distante a 252 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações da polícia, Vitor Gabriel da Silva brincava sozinho no balanço fixo a um galho de uma mangueira localizada nos fundos da casa. As causas da morte são desconhecidas.
Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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CUIABÁ - Uma criança de nove anos foi encontrada enforcada na corda de um balanço na manhã desta segunda-feira, na casa da avó, em Nortelândia, distante a 252 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações da polícia, Vitor Gabriel da Silva brincava sozinho no balanço fixo a um galho de uma mangueira localizada nos fundos da casa. As causas da morte são desconhecidas.
Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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CUIABÁ - Uma criança de nove anos foi encontrada enforcada na corda de um balanço na manhã desta segunda-feira, na casa da avó, em Nortelândia, distante a 252 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações da polícia, Vitor Gabriel da Silva brincava sozinho no balanço fixo a um galho de uma mangueira localizada nos fundos da casa. As causas da morte são desconhecidas.
Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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CUIABÁ - Uma criança de nove anos foi encontrada enforcada na corda de um balanço na manhã desta segunda-feira, na casa da avó, em Nortelândia, distante a 252 quilômetros de Cuiabá. Segundo informações da polícia, Vitor Gabriel da Silva brincava sozinho no balanço fixo a um galho de uma mangueira localizada nos fundos da casa. As causas da morte são desconhecidas.
Segundo a polícia, foi a tia da vítima quem encontrou Vítor já morto pendurado na corda. A família do garoto retirou o corpo amarrado junto à corda para tentar reanimá-lo, mas sem sucesso. A polícia foi acionada e encaminhou o corpo para a cidade de Diamantino, onde foi realizado exame de necropsia.
A reportagem do site da TV Centro América, afiliada da TV Globo, entrou em contato com o médico legista, Paulo Eduardo de Siqueira. O médico informou que não haviam marcas de violência pelo corpo do garoto.
- Não tem nenhum sinal de violência no corpo da criança. Nenhum sinal de que alguém tenha segurado ela - ressalta.
Paulo deu como causa da morte asfixia mecânica por enforcamento.
- Pelas características da lesão tudo sugere isso - confirma.
A polícia acredita que a criança tenha morrido acidentalmente. O corpo do garoto já foi encaminhado para Nortelândia, onde será enterrado nesta terça-feira. Os pais da vítima residem em Nova Mutum.


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e meio morreu em Caxambu, no Sul de Minas Gerais, depois que uma televisão de 29 polegadas caiu em cima dele. A tragédia aconteceu no último domingo, quando a mãe da criança, Tatiana Nunes Maffei, foi buscar a mamadeira e deixou o bebê sentado no sofá. Antes do retorno da mãe, a menina se levantou e foi brincar em frente da televisão.
Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e meio morreu em Caxambu, no Sul de Minas Gerais, depois que uma televisão de 29 polegadas caiu em cima dele. A tragédia aconteceu no último domingo, quando a mãe da criança, Tatiana Nunes Maffei, foi buscar a mamadeira e deixou o bebê sentado no sofá. Antes do retorno da mãe, a menina se levantou e foi brincar em frente da televisão.
Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e meio morreu em Caxambu, no Sul de Minas Gerais, depois que uma televisão de 29 polegadas caiu em cima dele. A tragédia aconteceu no último domingo, quando a mãe da criança, Tatiana Nunes Maffei, foi buscar a mamadeira e deixou o bebê sentado no sofá. Antes do retorno da mãe, a menina se levantou e foi brincar em frente da televisão.
Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e meio morreu em Caxambu, no Sul de Minas Gerais, depois que uma televisão de 29 polegadas caiu em cima dele. A tragédia aconteceu no último domingo, quando a mãe da criança, Tatiana Nunes Maffei, foi buscar a mamadeira e deixou o bebê sentado no sofá. Antes do retorno da mãe, a menina se levantou e foi brincar em frente da televisão.
Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e meio morreu em Caxambu, no Sul de Minas Gerais, depois que uma televisão de 29 polegadas caiu em cima dele. A tragédia aconteceu no último domingo, quando a mãe da criança, Tatiana Nunes Maffei, foi buscar a mamadeira e deixou o bebê sentado no sofá. Antes do retorno da mãe, a menina se levantou e foi brincar em frente da televisão.
Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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SÃO PAULO - Um bebê de um ano e meio morreu em Caxambu, no Sul de Minas Gerais, depois que uma televisão de 29 polegadas caiu em cima dele. A tragédia aconteceu no último domingo, quando a mãe da criança, Tatiana Nunes Maffei, foi buscar a mamadeira e deixou o bebê sentado no sofá. Antes do retorno da mãe, a menina se levantou e foi brincar em frente da televisão.
Ela segurou na mesinha, que desmontou. A TV caiu e bateu na cabeça da criança, que ainda foi levada com vida para o hospital. O pai do bebê, o garçom Vinícius da Silva Theodoro, reclamou do atendimento. Segundo ele, sua filha só foi atendida depois de horas de espera.


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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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O padre Marcial Maciel fundador da Legião de cristo, morreu aos 88 anos em 30 de janeiro de 2008 , acusado de pedofilia e de ter uma filha, com sua amante, a quem enviava dinheiro todo mês e visitava com frequência.
Nos Estados Unidos, alguns legionários ficaram tão revoltados, que cogitaram renegar o fundador, o que seria algo inédito.
O padre Marcial Maciel criou a Legião no México em 1941 com o propósito de estabelecer o “Reino de Cristo na sociedade”, conforme o site da entidade. A Legião mantém seminários e está representada em 30 países. No Brasil, instalou-se em 1985.
As evidências da vida dupla do padre são tantas, que a direção da Legião não teve como desmenti-las.
Jim Fair, porta-voz da entidade, disse: “Confirmamos que existem aspectos da vida dele que não foram apropriadas a um padre católico. Soubemos de algumas coisas que são surpreendentes e difíceis de entender”.
A rigor, não era para haver surpresa, porque é impossível alguém ter vida dupla por décadas sem que os mais próximos desconfiem. E também porque o padre já tinha sido acusado de abusar nos anos 80 de adolescentes, todos meninos, recrutados para serem legionários de Cristo.
Quando as acusações de pedofilia se tornaram públicas, o padre Maciel já estava idoso e, por conta disso, a Congregação para a Doutrina da Fé decidiu colocar panos quentes sobre o caso, para não prejudicar a Legião.
A Congregação teria convencido o padre a se retirar de suas obrigações na entidade e dedicar-se somente à penitência e à oração.
Faz sentido, porque se trata de comportamento típico da hierarquia católica: para preservar a instituição, acoberta os padres pedófilos e que as vítimas se danem.

A filha
“Ela passará à história como a filha do pecado do pai Marcial Maciel, o fundador dos Legionários de Cristo. Seu rosto e sua identidade se mantêm, no momento, no mais absoluto segredo. Estão em jogo enormes somas de dinheiro e a credibilidade de uma das mais poderosas organizações católicas. Quase da própria Igreja. O que se sabe é que a filha secreta do padre Maciel é uma madrilenha, com 30 a 32 anos, graduada pela Universidade Francisco de Vitoria", é o que escreve José Manuel Vidal em 15/02/2009 no Boletim Religión Digital.
Que o padre Maciel foi um “grande pecador” foi reconhecido pelo próprio Vaticano. No dia 19 de maio de 2006, Bento 16 lhe proibiu exercer publicamente o sacerdócio e o convidou a se retirar para uma vida “de oração e penitência”. E o Papa somente convida à penitência pública os grandes pecadores.
Desde então, apesar de que Roma não o tenha ratificado abertamente, se tornaram públicas as acusações de abusos sexuais e de pederastia contra Maciel confirmadas por seus próprios seminaristas. O que ninguém suspeitava é que o fundador da Legião, além de abusador, fosse um mulherengo que seduzia as ricas senhoras para ficar com seus bens.
Fruto de um desses devaneios, nasceu a filha secreta. Segundo se sabe, sua mãe é uma mulher espanhola, casada e muito rica. Maciel a seduziu quando já era sessentão. Cresceu sendo protegida pelos seguidores do seu pai e até estudou na famosa Universidade que os Legionários têm nos arredores de Madrid.

As mulheres
A existência de uma ou mais filhas de Maciel não estranha, absolutamente, aos ex-legionários. Suas façanhas sexuais eram conhecidas. Notre Père, como o chamam os seus discípulos, foi um autêntico devorador sexual. Isso está documentado num livro, O Ilusionista, de Alejandro Espinosa, um ex-legionário, que, apesar de ser sobrinho de Maciel, não escapou das suas garras.
E as mulheres, quem foram as suas vitimas femininas? Seduzidas e, segundo Espinosa, “exploradas economicamente”: Talita Reyes, Pepita Gandarillas, Pachita Pérez,Deme de Galas, Dolores Barroso, Guillermina Dikins, Josefita Pérez,Consuelo Fernández, viúva de um diplomata espanhol no México, ou Flora Barragán, entre outras. Todas damas devotas e benfeitoras, com as quais se relacionou entre os anos 1940 e 1970.
Talita Reyes foi a primeira. “Era feia e muito mais velha que Maciel e se queria casar com ele”. Com Pachita Pérez, “Maciel nunca se meteu sexualmente, mas lhe tirou dinheiro”. Com Dolores Barroso, dona de uma fazenda de gado, “passava semanas em sua casa de Cuernavaca”. Josefita Pérez, venezuelana de família petroleira, presenteou Maciel com uma luxuosa residência em Cannes. Mas todas foram deslocadas por Flora Barragán de Garza, a mais rica das mulheres de Maciel. Ela lhe abriu as portas de outras famílias ricas.
Espinosa conta que Maciel “a conheceu nos anos 50 e chegou a dispor de um quarto no seminário de Roma. Um quarto que, em certas ocasiões, compartilhava com ela”.
A relação terminou, lá pelos anos 1970, quando “tirou todo o seu dinheiro. Logo depois a despachou”. Sua própria filha, Flora Garza, o contou para a revista mexicana Proceso: “Era incrível como minha mãe lhe abria a carteira. Ela tinha uma confiança cega, talvez porque era muito bonito e com muito carisma. Depois de lhe ter dado 50 milhões de dólares, ele a abandonou... Ela morreu com 95 anos, pensando nele e pedindo que o saudasse. Ele não deu se dignou de fazê-lo”.

A Legião
Segundo o ex-legionário Cerda, “seu poderio econômico pode ser comparado com a Repsol ou de uma multinacional de características parecidas”.
O seu capital humano está integrado, atualmente, por 4.250 membros, 800 sacerdotes, 2.500 seminaristas, 127 casas em 22 países de todo o mundo, uns 70.000 fiéis pertencentes quase todos às classes mais ricas.
Seu centro nevrálgico é o México (The Wall Street Journal relaciona a congregação com o magnata Carlos Slim ou com a mulher do ex-presidente Fox). Contam com diversos meios de comunicação. Na Espanha dispõem de 10 colégios, a Universidade Francisco de Vitoria, e três centros sacerdotais: um noviciado em Salamanca, um seminário menor em Ontameda e outro seminário em Moncada.
Se o capital humano é importante, fica a anos luz do seu potencial econômico. “Os legionários dispõem de fazendas, terras, contas na Suíça, colégios e Universidades. 70% de tudo que é arrecadado em seus centros vão diretamente para a sede central de Roma”, conta Cerda.
Um exemplo do seu poderio: “Seu mausoléu em Roma custou 50 milhões de euros”. Outro: “Maciel costumava tomar o Concorde para ir a Nova York para fazer uma limpeza bucal, e regressava no mesmo dia porque, como costumava dizer, “o tempo é reino de Deus”. Também dizia a seus seguidores: “Teu corpo é templo de Deus”.

"Hoje, Padre Scott Reilly, LC, Diretor Territorial em Atlanta, Georgia, anunciou a todos os que trabalham na Direção Territorial da Legião de Cristo, que Marcial Maciel tinha uma amante, foi pai de ao menos uma criança e vivia uma vida dupla. Por essa razão, a Legião está lhe renunciando como seu fundador espiritual".
Fonte: Exlcblog - 02 de fevereiro de 2009

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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



link do postPor anjoseguerreiros, às 11:06  comentar

RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



link do postPor anjoseguerreiros, às 11:06  comentar

RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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RIO - É de meu conhecimento que correspondência fora adiantada à Imprensa Brasileira, escrita por João Paulo Lins e Silva com o propósito de ser sua versão para acontecimentos ligados ao caso Goldman.
A vasta maioria do que foi representado contém depoimentos que não são suportados por fatos, e são apenas conversas e, portanto, não é necessário responder a tais acusações, principalmente porque são irrelevantes às determinações feitas de acordo com a Convenção de Haia.
A Convenção de Haia, nos Aspectos Civis de Sequestro de Crianças, é uma investigação limitada: a criança fora ilicitamente removida ou retida longe do estado de sua habitual residência e por um dos pais que tinha custódia, ou que obteria custódia, para remoção ou retenção? Se a resposta for sim, o retorno da criança é obrigatório.
Entretanto, será sem duvida útil para a avaliação de credibilidade, particularmente aos que tentam legitimamente entender este caso, avaliar os vários pontos objetivos, todos apoiados por provas e documentação provenientes de ambas as partes nas cortes dos Estados Unidos, o que contradizem esta carta.
As tentativas do Sr. Lins e Silva de caracterizar este assunto como um problema de nacionalidade não só é errado como diminui a importância do Governo e Judiciário brasileiros que agora apóiam a aplicação de Haia para o retorno da criança aos Estados Unidos. Seus comentários podem apenas ser considerados um ato de desespero, com o intuito de distrair as pessoas das obrigações do Tratado.
Primeiramente, o Sr. Lins e Silva disponibiliza em sua correspondência uma linha temporal que pela primeira vez contém admissões que somente comprovam o papel do Sr. Lins e Silva nesta longa e sórdida história, e confirma a antiga suspeita de que Bruna Goldman planejou e premeditou o sequestro do filho de ambas as partes, como suspeitava o Sr. Goldman ao entrar com o seu processo judicial em agosto de 2004.

Processo Original de Custódia no Brasil
Sr. Lins e Silva descreve as alegações como lhe foram contadas por Bruna, e indica que Bruna "decidiu" não retornar ao Brasil. Mais abaixo, na mesma carta, ele é cauteloso ao dizer que ela fez esta decisão somente depois de chegar ao Brasil. Entretanto, nas aparições que ela fez à Vara de Família Brasileira, ela contou outra história, que fora uma separação planejada e que David Goldman permitiu que seu filho viajasse ao Brasil com este entendimento, a corte resumiu os testemunhos, nos quais baseou sua decisão, como o seguinte:
"Em junho, após uso do poder de persuasão, a solicitante pôde vir ao Rio de Janeiro na companhia de seu filho... continuando com os acordos iniciados nos Estados Unidos relacionados com sua separação".
A história dela foi apenas descoberta quando a Sra. Goldman tentou usar documentos da Vara de Família Brasileira no caso em New Jersey e anexou a tradução das decisões da corte brasileira às suas petições nos Estados Unidos, vários meses depois. Obviamente, Sean estava no Brasil havia apenas 2 semanas em 9 de julho de 2004 quando a Sra. Goldman alega que apenas "continuou com o acordo que ela havia iniciado". Tal linguagem tinha apenas o propósito de falsamente representar ao juiz no Brasil de que sua presença era apenas o resultado de separação conjugal planejada por ambas as partes.
O Sr. Lins e Silva agora confirma a estratégia que Bruna empregou em seus processos "durante o período de tempo em que Bruna foi autorizada pelo americano a ficar no Brasil com seu filho... apareceu perante a corte brasileira e pediu a custódia de Sean, que foi rapidamente dada". Neste breve "período autorizado", os arquivos do processo provam que Sean foi imediatamente matriculado na "Andrews Baby School, desde junho de 2004, comprovado por documentação anexada e totalmente adaptado: Sr. Lins e Silva alega que a Sra. Goldman apenas tomou a decisão após chegar ao Brasil no dia 19 de junho de 2004, mas aos pedidos a corte refletem que ele fora "matriculado" na escola imediatamente, sem o conhecimento ou consentimento do pai. Em uma tentativa de construir seu caso, ela sujeitou a criança a um dos muitos psicólogos que ela utilizaria ao longo do processo, nunca com o conhecimento ou participação do Sr. Goldman. Estes argumentos, como tantos feitos pelo Sr. Lins e Silva, foram feitos e rejeitados perante as cortes de New Jersey.
Enquanto se diz que David Goldman estava ciente deste processo, o mesmo não poderia ser verdade, o que foi estabelecido pelo advogado de Bruna, Peter A. McKay. O advogado da Sra. Goldman foi obrigado a admitir para a corte, oficialmente, e também por escrito, que o Sr. Goldman apenas recebeu os documentos apoiando o processo movido por Bruna nas cortes brasileiras em 22 de dezembro de 2004, quase 6 meses depois da data em que o processo fora iniciado. Porque precisamente o tipo de ambiguidade contido na referida correspondência já era esperado, o Sr. Goldman insistiu que nos autos do processo constasse a admissão do próprio advogado como prova (vide carta de Peter McKay datada 7 de janeiro de 2005; favor consultar ordem da corte de New Jersey confirmando que a reclamação de custódia não havia sido servida até 22 de dezembro de 2004).
Já fora alegado antes, e descoberto pela corte, que a Sra. Goldman propositalmente não fornecera estes documentos ao Sr. Goldman porque era óbvio que as alegações que ela havia feito as cortes brasileiras, como as acima, seriam questionadas imediatamente.

Divórcio e Envolvimento de Lins e Silva
As outras alegações jurídicas que tenham sido feitas agora nos permite caracterizar a relação do Sr. Lins e Silva e esta criança de uma forma que merece atenção. Uma leitura cuidadosa desta carta [carta de JPLS] indica que o Sr. Goldman foi notificado do divórcio através de um "funcionário judicial em Brasília". Essa é uma maneira educada de dizer que ele foi informado de que o divórcio já havia sido realizado quando ele viajou ao Brasil para participar no processo sobre o assunto Haia. Não só o Sr. Goldman recebeu nenhum aviso de Bruna da apresentação do divórcio brasileiro, na verdade seus representantes legais nos Estados Unidos continuaram a discutir a eventual acusação de uma queixa de divórcio nos Estados Unidos, e continuou a promessa de responder ao conselho de Mr. Goldman e confirmar a sua capacidade de representar os seus interesses nos Estados Unidos. Mr. Goldman mais tarde ficou sabendo que ela já tinha feito seu relatório 2006.
Mas uma leitura atenta da presente carta indica que o Sr. Lins e Silva diz que Sean Goldman estava "sob o seu cuidado" desde janeiro de 2005. Mais tarde ele admite que "em menos de seis meses a partir da reunião fomos viver juntos". Não está claro a partir da história de várias reuniões que ele cita em sua carta quando ele e Bruna se encontraram e sob quais circunstâncias. Mas claramente a sua admissão estabelece o seu envolvimento com a Bruna de junho de 2004, quando a deslocação ilícita e retenção para o Brasil ocorreu. No momento em que Bruna ainda estava casada, embora este caso ainda estivesse pendente no tribunal de Nova Jersey, e ainda pendentes perante os tribunais brasileiros sobre a Petição Haia (que foi introduzido em outubro de 2005), o fato de que Sean não estava vivendo exclusivamente com sua mãe e seus pais [os avós], como ela tinha afirmado em sua própria declaração ao tribunal, nunca foi divulgado, até estabelecido nesta carta.

O fato que a Sra. Goldman tinha se mudado com seu amante, e que este homem foi incentivado a ser referido como "Papai" de Sean, para diminuir o papel do Sr. Goldman, o "americano", foi um segredo mantido estrategicamente perante juízes que ouviram as audiências tanto no Brasil como nos Estados Unidos, e demonstra falta de cuidado e preocupação com as necessidades do menor.
Em anexo está a minha correspondência datada de 18 de janeiro de 2005 dirigida a James Newman, Esquire, do escritório de advocacia Newman, Scarola e Associados, o advogado local que representa os Ribeiros, os avós maternos de Sean. Isto documenta que o Sr. Goldman, que tentou virtualmente dia a dia falar com seu filho, repentinamente "foi incapaz de localizá-lo", isto coincide precisamente com a admissão do Sr. Lins de que ele tinha se mudado junto com Bruna Goldman e tinham tomado controle de Sean nesta data. Se a Sra. Goldman e sua família tivessem sido tão orgulhosos ou tão certos de suas ações como eles agora opinam, pergunta-se então por que eles continuaram a mentir nos tribunais de ambos os países. É claro que nenhum tribunal, em qualquer país, aprovaria em razão um homem se mudar para dentro da casa, com uma criança pequena, enquanto os processos ainda estão em andamento, e um ano antes do divórcio ser requerido. Na verdade, até mesmo a secreta guarda provisória de custódia obtida rapidamente por Bruna, revelada ao Sr. Goldman, em dezembro de 2004, é omissa quanto às intenções da Sra. Goldman fazer outra coisa senão viver a custa de seus pais.

Petição Haia
A alegação de rapto parental internacional, como o Sr. Lins e Silva bem sabe, foi reportada imediatamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos e transmitido à Autoridade Central do Brasil em 3 de setembro de 2004, 46 dias após Sean ter sido abduzido, e somente após os bilhetes de avião para o regresso Sean e sua mãe não terem sido utilizados, e constante tentativas do Sr. Goldman para garantir Bruna seu regresso voluntário foram ignorados. Em anexo a este foi o pedido para Bruna regressar voluntariamente. Se os motivos alegados por Sr. Lins e Silva fossem seguros como foi descrito, ela não teria dificuldade alguma em obter autorização para relocar com Sean para o Brasil. Mrs. Goldman não quis submeter sua provas para que fossem examinadas, ou para que elas fossem submetidas a exame no local da prova, em Nova Jersey, onde as partes viviam, onde Sean ia para a escola e, e onde todas essas acusações seriam imediatamente desmentidas por testemunhas que viviam com esta família. O pedido da petição judicial de Haia foi adequadamente feito perante o Tribunal Federal do Brasil buscando o retorno de Sean, em 17 de novembro de 2004. Mr. Goldman não foi para um escritório de advocacia em São Paulo, tal como descrito [na carta de JPLS], (querendo dizer que ele negligenciou a visitar Sean). Na verdade, ele exercia a sua reparação, como exigido no Tratado (ou seja, Convenção de Haia sobre Aspectos Civis da Abdução Internacional de Crianças), através da assistência dos escritórios diplomáticos de ambos os países, e conselhos organizados no Brasil.
O Sr. Lins e Silva sabe que as negociações foram conduzidas, e Mr. Goldman fez proposta após proposta através de advogado para o exercício de acesso nos Estados Unidos e no Brasil, incluindo a oferta para ver Sean em um terceiro país, se necessário, somente para poder ver seu filho. Durante as últimas propostas escritas, os advogados da Sra. Goldman comunicaram que Bruna se recusou a cumprir ou até mesmo ter uma conferência para discutir uma maior resolução.
Apesar do Sr. Lins e Silva descrever David como ter "perdido repetidamente" ele tem o cuidado de não compartilhar o calendário ou as questões jurídicas com seus leitores. Em outubro de 2005, o Tribunal Federal do Brasil publicou a sua conclusão de que Sean tinha sua residência habitual efetivamente nos Estados Unidos da América, para os fins do presente Tratado, e, ainda, que, em conformidade com a lei da residência habitual, New Jersey, Estados Unidos da América, Sean tinha sido indevidamente retido no Brasil. Sr. Lins e Silva sabe que é a determinação da residência habitual, não o fato de Sean gozar dos benefícios da dupla cidadania que determina a responsabilidade de devolver Sean.

No entanto, o Tribunal Federal recusou a devolver Sean, baseando-se erroneamente sobre o tempo que a Justiça Federal levou para deliberar e prestar uma decisão. Uma vez que essa posição não é suportada no Tratado Internacional ou encontrados na jurisprudência, o resultado foi imediatamente recorrido.
O assunto permaneceu pendente ao mais alto tribunal de recursos quando Bruna morreu. No entanto o Sr. Lins e Silva, e aqueles que representam Bruna, não divulgaram a sua morte, nem para David Goldman ou para a Justiça Federal no Brasil, na esperança de obter uma primeira decisão favorável. Seu comentário de que "ele [referindo-se a David] foi feito para compreender que as regras do direito, no interesse do menor e, neste caso, que ele ficaria no Brasil com sua mãe" desmente o fato do Sr. Lins e Silva, e seu pai, que é internacionalmente considerado um especialista brasileiro na Convenção de Haia, são ambos bem conscientes de que os preceitos da presente Convenção nunca apoiou a continuação da retenção indevida de Sean. No requerimento agora pendente no Tribunal Federal, o governo do Brasil reconhece e pede o regresso de Sean, e eles continuam a insistir em que, porque a retenção indevida da remoção continuou até agora, a residência habitual de Sean é no Brasil.
A relação que o Sr. Silva Lins cultivou com Sean só foi possível porque ela foi conduzida em segredo por [eles] terem evitado qualquer tipo de contato significante entre David Goldman e seu filho. Documentos das cortes confirmam que o Sr. Goldman ganhou em juízo o direito de ter acesso ao seu filho e o Sr. Lins da Silva ignorou a ordem e saiu com a criança, causando Mr. Goldman, mais uma vez mais a sair [do país] sem sequer ver Sean. É claro, baseado na mais recente ordem do tribunal de visitação, que o medo que engendra a obstrução do poder paternal, o acesso foi bem fundamentado, em que Sean imediatamente respondeu ao seu pai, com grande físico e emocional afeto e amor, na presença de testemunhas e do psicólogo contratado para observar suas interações.

O Sr. Lins e Silva está correto quando descreve que imediatamente após o falecimento de sua esposa ele decidiu "tomar uma iniciativa legal...". Na verdade, ele entrou com processo, mais uma vez secreto, para retirar o nome de David Goldman da Certidão de Nascimento Brasileira de Sean Goldman, assim como a retirada dos nomes dos avós paternos. O Sr. Goldman ajustou o processo de Haia para incluir o Sr. Lins e Silva e garantir a ilegalidade da retenção de Sean, somente quando tornou-se claro que o Sr. Lins e Silva e a família Ribeiro não honrariam as ordens das Cortes dos Estados Unidos ou seus direitos de pai de Sean e o retorno da custódia de Sean para o seu pai.
O Sr. Goldman foi, seguidamente, avisado para confiar no processo judicial internacional relacionado à aplicação da Convenção de Haia no que diz respeito aos Aspectos Civis de Sequestro Internacional pelo judiciário e governo do Brasil. Acreditando no conselho das Autoridades Centrais de ambos os países, o Sr. Goldman não procedeu com as ações criminais disponíveis nos Estados Unidos, tampouco buscou apoio da mídia sobre o caso, enquanto esse permaneceu em andamento perante as Cortes Brasileiras. O Sr. Goldman nunca contratou qualquer consultor de mídia.
Uma vez que Bruna faleceu, e os segredos e os esforços litigiosos inapropriados foram expostos, o Sr. Goldman relutante concordou em iniciar um árduo processo diplomático, além de permitir que sua história fosse contada ao público, quando descobriu a morte de Bruna e a retenção de Sean pelo Sr. Lins e Silva.

Uma vez livre das falsas representações de Bruna Goldman e sua família, ou o segredo da influência do Sr. Lins e Silva, é esperado que a Lei do Tratado Internacional, o qual ambos os países apóiam-se para o bem-estar e proteção de seus cidadãos não sejam mais mal utilizados.
Patricia E. Apy
Advogada do Sr. David Goldman
Red Bank, New Jersey



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BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
(Agência Brasil)


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:59  comentar

BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
(Agência Brasil)


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BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
(Agência Brasil)


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BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
(Agência Brasil)


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BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
(Agência Brasil)


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BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
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BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
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Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
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Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
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Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
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Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
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BRASÍLIA - O deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, segue em coma profundo. De acordo com boletim médico divulgado hoje pelo Hospital Santa Lúcia, onde o deputado está internado desde ontem, o estado de saúde do parlamentar é de extrema gravidade.
Durante o dia, Clodovil será submetido a exames que irão avaliar o estado neurológico em que se encontra. A finalidade, de acordo com a equipe médica, é verificar a gravidade da lesão no cérebro e a possibilidade de morte cerebral.
O boletim médico informa ainda que os sinais vitais do deputado estão sendo mantidos apenas por meio de medicação e de equipamentos.
Ontem, a assessoria do gabinete de Clodovil divulgou que ele havia sofrido uma parada cardíaca durante cinco minutos, mas foi reanimado. Os médicos informaram que ele não pode ser submetido a uma cirurgia porque a pressão no crânio é grande. Na tentativa de melhorar o quadro, a equipe colocou um cateter na cabeça do deputado.
A previsão é que o próximo boletim médico seja divulgado às 13h.
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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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RIO - Uma liminar suspendeu, na manhã desta terça-feira, a demolição do Minhocão da Rocinha. De acordo com a Secretaria especial da Ordem Pública, a decisão da Justiça suspende temporariamente a destruição da construção, que estava programada para esta terça . O prédio - longo e com dois andares de quitinetes - está sendo erguido sem licença da prefeitura.
O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
- A Maria Clara começou a construir o prédio em 2005 e está tentando se regularizar. Ela contou que há um engenheiro responsável pelo projeto e que o prédio é para a sua família. Além disso, não existe uma política habitacional neste país.


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O secretário de Urbanismo Sérgio Dias dará uma entrevista, ainda nesta terça-feira, sobre o Minhocão. O secretário vai esclarecer decisões tomadas sobre a obra.

Paes vistoriou prédio no domingo
Ao vistoriar o local, no domingo, o prefeito Eduardo Paes garantiu que, se fosse comprovada a falta de autorização para a construção, o edifício seria demolido.
O secretário de Urbanismo disse que os responsáveis pela obra foram notificados e protocolaram o pedido de licença no Posto de Orientação Técnica (POT) da Rocinha. Como as exigências feitas pela prefeitura não foram cumpridas, a autorização não foi dada e a obra foi embargada e multada três vezes.
Na segunda-feira, o secretário municipal de Urbanismo, Sérgio Dias, teria uma reunião com o prefeito para decidir sobre a demolição, mas deixou o Palácio da Cidade no fim da tarde dizendo que o encontro havia sido adiado por causa de um imprevisto e que aguardava uma nova convocação. O secretário da Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, também se reuniu com o subprefeito da Zona Sul, Bruno Ramos, e com o administrador regional da Rocinha, Jorge Collaro, mas o teor do encontro não foi divulgado.

Prédio tem 18 quitinetes, diz dona
A baiana Maria Clara dos Santos, conhecida na Rocinha como MC Boquinha, de 44 anos, se defendeu na segunda-feira, dizendo que o edifício é destinado à sua família e não a aluguel. Segundo ela, o prédio tem 18 quitinetes - 15 delas na parte superior, e três no andar de baixo, junto com a futura casa da Maria Clara.
- Estou vivendo num quarto com meus cinco filhos, um neto e meu marido - alegou Maria Clara, acrescentando que quem a está ajudando financeiramente a construir o Minhocão é o sobrinho Frederico Salviano dos Santos, que ajudou a criar e estaria com leucemia morando na Alemanha.
Maria Clara não informou quanto está custando a obra. Ela garantiu que não teria sido notificada nem recebido multas da prefeitura. E negou que tivesse um emprego na sede da União Pró-Melhoramentos dos Moradores da Rocinha, dizendo que trabalha como faxineira.
Por sua vez, o vereador Claudinho da Academia (PSDC), presidente licenciado da principal associação de moradores da Rocinha, se disse contrário ao crescimento desordenado e à especulação imobiliária na favela. Mas declarou ser contrário à demolição do Minhocão:
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Modelo humanoide, que deve ser lançado em desfile de moda no fim do mês, pesa 43 quilos e mede 1,58m

- O Instituto Nacional de Ciências Industriais e Tecnologia Avançada divulgou imagens do robô humanoide HRP-4C, em Tsukuba, ao norte de Tóquio, Japão.
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Modelo humanoide, que deve ser lançado em desfile de moda no fim do mês, pesa 43 quilos e mede 1,58m

- O Instituto Nacional de Ciências Industriais e Tecnologia Avançada divulgou imagens do robô humanoide HRP-4C, em Tsukuba, ao norte de Tóquio, Japão.
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- O Instituto Nacional de Ciências Industriais e Tecnologia Avançada divulgou imagens do robô humanoide HRP-4C, em Tsukuba, ao norte de Tóquio, Japão.
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- O Instituto Nacional de Ciências Industriais e Tecnologia Avançada divulgou imagens do robô humanoide HRP-4C, em Tsukuba, ao norte de Tóquio, Japão.
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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

Camila Haddad - Jornal da Tarde


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:17  comentar

Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

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"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

Camila Haddad - Jornal da Tarde


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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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Sargento da PM alega que esteve fora do município no fim de semana, quando 14ª vítima foi achada morta

SÃO PAULO - O sargento reformado da Polícia Militar Jairo Francisco Franco, de 46 anos, prestou depoimento na segunda-feira, 16, na Delegacia Seccional de Carapicuíba e alegou que esteve fora do município no fim de semana, quando Ivanildo Francisco Sales Neto, de 25 anos, foi encontrado morto no Parque dos Paturis. Sales Neto foi a 14ª vítima assassinada no parque. Segundo a polícia, o ex-PM é acusado de envolvimento nas execuções e responde por dois crimes no local.
"Temos outros nomes que não têm nada a ver com PMs, mas Franco continua sendo um dos suspeitos. Agora, vamos checar os álibis", afirmou o delegado Alexandre Sayão, responsável pelo Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Na segunda à tarde, o secretário estadual de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, esteve em Carapicuíba e afirmou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) entrou no caso - além da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Para a polícia, a maioria das vítimas é homossexual e foi morta em série entre 2007 e agosto de 2008. "Não está descartada a hipótese de o crime ter sido cometido por um outro homossexual, com psicopatia, alguém que apresente crises por ser homossexual", acrescentou Sayão. Franco negou o tempo todo em que esteve na delegacia ser gay.
Na manhã de sábado, o corpo de Ivanildo foi localizado na região do parque com agressões causadas possivelmente por uma pedra. A família da vítima afirma que o rapaz era homossexual assumido. O Parque dos Paturis é conhecido justamente como ponto de encontro de gays. Eles se reúnem na parte mais escura do parque, conhecida como bosque. Ali, casais chegam a manter relações sexuais em locais isolados - como uma churrasqueira abandonada do espaço público.
O prefeito de Carapicuíba, Sérgio Ribeiro, disse que o parque teve a iluminação reforçada. Mas ainda seria necessário cercar a área verde com grades. "Temos feito orçamento da grade, mas não temos certeza se vamos ter esse recurso de imediato."

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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:08  comentar

Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Para especialistas, é preciso estar atento a alterações comportamentais e explicar limite entre carinho e abuso

Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.


SINAIS
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka. Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."


DENUNCIE
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.


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Foram detidos sete suspeitosem Murutinga de Sul; entre os presos estão empresário e funcionário público

ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

Chico Siqueira - especial para O Estado de S.Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:52  comentar

Foram detidos sete suspeitosem Murutinga de Sul; entre os presos estão empresário e funcionário público

ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

Chico Siqueira - especial para O Estado de S.Paulo
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Foram detidos sete suspeitosem Murutinga de Sul; entre os presos estão empresário e funcionário público

ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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Foram detidos sete suspeitosem Murutinga de Sul; entre os presos estão empresário e funcionário público

ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

Chico Siqueira - especial para O Estado de S.Paulo
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:52  comentar

Foram detidos sete suspeitosem Murutinga de Sul; entre os presos estão empresário e funcionário público

ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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Foram detidos sete suspeitosem Murutinga de Sul; entre os presos estão empresário e funcionário público

ARAÇATUBA - A Polícia Militar de Murutinga de Sul, a 628 km de São Paulo, prendeu na tarde de domingo sete homens acusados de abusar sexualmente de seis crianças e adolescentes de 12 a 16 anos de idade. Os menores - meninos e meninas - eram levados para se prostituírem em festas e orgias realizadas em chácaras da zona rural do município, que tem 4 mil habitantes.
Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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Foram detidos sete suspeitosem Murutinga de Sul; entre os presos estão empresário e funcionário público

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Entre os presos, todos moradores em Murutinga, estão um servidor público, um comerciante e um empresário. Um oitavo acusado está foragido. Os oito mandados de prisão foram expedidos pela Justiça Estadual depois de a Polícia Civil ouvir relatos de 20 crianças, com idades entre 12 e 14 anos, que presenciaram ou sofreram os abusos.
As investigações, segundo a delegada da Mulher de Andradina, Milena Davoli Nabas de Melo, tiveram início na sexta-feira, quando a mãe de uma das crianças denunciou que a filha era abusada por homens da cidade. De acordo com a delegada, por conta do segredo de Justiça, os nomes dos suspeitos e das vítimas, não poderia ser divulgado. Milena também não informou quais provas há contra os suspeitos, mas a informação é de que pelo menos dois exames de corpo de delito comprovaram que duas vítimas foram violentadas.
As prisões movimentaram a cidadezinha. Dezenas de curiosos foram na frente da delegacia, que teve as portas fechadas e por precaução, a polícia transferiu os presos para a Cadeia Pública de Pereira Barreto, cidade vizinha.

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SÃO PAULO - Alunos da 6ª série do Ensino Fundamental da rede pública estadual de São Paulo estão confusos com o livro de Geografia que receberam este ano. Na apostila do primeiro bimestre o Paraguai está localizado no Uruguai e vice-versa, além de também aparecer na área geográfica da Bolívia. Na página 8 da mesma apostila, não há como visualizar o Equador.
Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
A Secretaria de Estado da Educação disse que não irá trocar o material e informou que a culpa foi da empresa responsável pela cartilha, a Fundação Vanzolini. Ainda segundo a pasta, alunos e professores já foram informados do erro.


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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
A Secretaria de Estado da Educação disse que não irá trocar o material e informou que a culpa foi da empresa responsável pela cartilha, a Fundação Vanzolini. Ainda segundo a pasta, alunos e professores já foram informados do erro.


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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
A Secretaria de Estado da Educação disse que não irá trocar o material e informou que a culpa foi da empresa responsável pela cartilha, a Fundação Vanzolini. Ainda segundo a pasta, alunos e professores já foram informados do erro.


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- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
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Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
A Secretaria de Estado da Educação disse que não irá trocar o material e informou que a culpa foi da empresa responsável pela cartilha, a Fundação Vanzolini. Ainda segundo a pasta, alunos e professores já foram informados do erro.


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SÃO PAULO - Alunos da 6ª série do Ensino Fundamental da rede pública estadual de São Paulo estão confusos com o livro de Geografia que receberam este ano. Na apostila do primeiro bimestre o Paraguai está localizado no Uruguai e vice-versa, além de também aparecer na área geográfica da Bolívia. Na página 8 da mesma apostila, não há como visualizar o Equador.
Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
A Secretaria de Estado da Educação disse que não irá trocar o material e informou que a culpa foi da empresa responsável pela cartilha, a Fundação Vanzolini. Ainda segundo a pasta, alunos e professores já foram informados do erro.


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SÃO PAULO - Alunos da 6ª série do Ensino Fundamental da rede pública estadual de São Paulo estão confusos com o livro de Geografia que receberam este ano. Na apostila do primeiro bimestre o Paraguai está localizado no Uruguai e vice-versa, além de também aparecer na área geográfica da Bolívia. Na página 8 da mesma apostila, não há como visualizar o Equador.
Os pais e responsáveis pelos alunos estão preocupados. Ao lado do mapa há um questionário que pergunta, por exemplo, que países não fazem fronteira com o Brasil. Pelo mapa, a resposta estaria errada.
- Ele tem que aprender o certo e não o errado - diz Filomena Cabral Morena, avó de um aluno.
Os professores precisam utilizar seus conhecimentos para dar aula ou acessar, alguns dias antes, o site do governo do estado para verificar a correção da apostila no espaço que é restrito à categoria.
- Me parece que não houve uma revisão. Você acaba criando uma confusão na cabeça de um aluno que ainda está em processo de formação - diz o professor de geografia Alexandre Zanina.
A Secretaria de Estado da Educação disse que não irá trocar o material e informou que a culpa foi da empresa responsável pela cartilha, a Fundação Vanzolini. Ainda segundo a pasta, alunos e professores já foram informados do erro.


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SÃO PAULO - Uma menina de cinco meses morreu depois de passar mal, na tarde desta segunda-feira, em uma creche conveniada da Prefeitura, na Vila Manchester, na Zona Leste da capital. A Polícia Civil vai investigar se houve negligência.
Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/17/mais-uma-crianca-morre-em-creche-de-sao-paulo-754871006.asp
link do postPor anjoseguerreiros, às 09:17  comentar

SÃO PAULO - Uma menina de cinco meses morreu depois de passar mal, na tarde desta segunda-feira, em uma creche conveniada da Prefeitura, na Vila Manchester, na Zona Leste da capital. A Polícia Civil vai investigar se houve negligência.
Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/17/mais-uma-crianca-morre-em-creche-de-sao-paulo-754871006.asp
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SÃO PAULO - Uma menina de cinco meses morreu depois de passar mal, na tarde desta segunda-feira, em uma creche conveniada da Prefeitura, na Vila Manchester, na Zona Leste da capital. A Polícia Civil vai investigar se houve negligência.
Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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SÃO PAULO - Uma menina de cinco meses morreu depois de passar mal, na tarde desta segunda-feira, em uma creche conveniada da Prefeitura, na Vila Manchester, na Zona Leste da capital. A Polícia Civil vai investigar se houve negligência.
Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/17/mais-uma-crianca-morre-em-creche-de-sao-paulo-754871006.asp
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SÃO PAULO - Uma menina de cinco meses morreu depois de passar mal, na tarde desta segunda-feira, em uma creche conveniada da Prefeitura, na Vila Manchester, na Zona Leste da capital. A Polícia Civil vai investigar se houve negligência.
Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


fonte:http://oglobo.globo.com/sp/mat/2009/03/17/mais-uma-crianca-morre-em-creche-de-sao-paulo-754871006.asp
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SÃO PAULO - Uma menina de cinco meses morreu depois de passar mal, na tarde desta segunda-feira, em uma creche conveniada da Prefeitura, na Vila Manchester, na Zona Leste da capital. A Polícia Civil vai investigar se houve negligência.
Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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SÃO PAULO - Uma menina de cinco meses morreu depois de passar mal, na tarde desta segunda-feira, em uma creche conveniada da Prefeitura, na Vila Manchester, na Zona Leste da capital. A Polícia Civil vai investigar se houve negligência.
Segundo o delegado Avelino Jorge Alves da Costa Júnior, do 31DP (Vila Carrão), a criança almoçou por volta das 13h e depois foi colocada para dormir. Por volta das 15h, os funcionários notaram que o bebê estava desacordado e chamaram uma ambulância do Samu. Como o socorro demorava para chegar, eles resolveram levá-la até uma unidade básica de saúde da região. Lá, os médicos constataram a morte.
- Aparentemente não havia sinais de violência contra a criança. A creche também aparenta ter boas condições de acomodação. Porém, só um laudo poderá dizer a causa da morte - disse Avelino.
Na delegacia, os pais da menina afirmaram que recentemente a criança foi internada no Hospital Tatuapé com infecção e depois teve sinais de pneumonia.
No mês passado, um bebê de 3 meses morreu no berço da creche particular Construindo Feliz, no Rio Pequeno , zona oeste da capital paulista. Segundo o boletim de ocorrência, uma funcionária foi buscar a criança no berço para dar banho e percebeu que M.S.G estava com os lábios roxos. A menina chegou a ser encaminhada ao Hospital Universitário, mas morreu. Uma avó do bebê disse que a menina estava bem quando foi levada para a creche.
A suspeita é que a menina tenha morrido sufocada no berço. Na creche ocorria uma festinha de carnaval e as crianças maiores brincavam no pátio. O bebê havia começado a freqüentar a creche há menos de uma semana, após o término da licença maternidade da mãe.
A Prefeitura de São Paulo informou que a creche era clandestina e não tinha alvará para funcionar.
No início deste mês, um bebê de cinco meses morreu numa creche do município de Embu-Guaçu, na Grande São Paulo. Segundo a polícia, Beatriz Rafaela Cruz Silva foi encontrada morta por uma funcionária da creche às 10h20m. O bebê estava deitado de bruços, num cercadinho, e havia sangue no nariz da menina e no travesseiro onde ela dormia.


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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:44  comentar

Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

link do postPor anjoseguerreiros, às 08:44  comentar

Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
Fonte: G1

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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
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Magno Malta terá agenda reservada com promotores.CPI quer ouvir médico e empresário que estão foragidos.
O presidente da CPI da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES), deverá desembarcar nesta terça-feira (17) pela manhã em São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, de onde seguirá para encontro reservado com promotores do Ministério Público de São Paulo em Catanduva, cidade localizada a 390 km da capital paulista.
O encontro tem objetivo de preparar as audiências que serão realizadas pela CPI da Pedofilia entre quarta-feira (18) e sexta-feira (20) na Câmara de Vereadores da cidade. A CPI investiga uma suposta rede de pedofilia que teria feito pelo menos 40 vítimas entre crianças de 6 a 12 anos, moradoras na periferia da cidade. Seis suspeitos estão presos e dois continuam foragidos. Entre eles, há um médico e um empresário.
Nesta segunda-feira (16), funcionários do Senado estiveram em Catanduva para distribuir convocações para a reunião realizada na Câmara Municipal.
Frente a frente
Na periferia, mães das crianças ouvidas pelo G1 disseram que elas querem ficar frente a frente com os acusados durante a reunião. A Polícia Militar não previa reforço no policiamento, mas prometeu ficar alerta para eventuais tumultos.
O pai de duas crianças que dizem ter sido vítimas dos abusos deverá participar do primeiro dia de audiênca na Câmara Municipal, na quarta. Além dele, serão ouvidos a delegada Maria Cecília de Castro Sanches, o diretor de escola Edmilson Sidney Marques e uma coordenadora da pastoral católica.
Ainda na quarta-feira, a CPI pretende ouvir o empresário que até a tarde desta segunda-feira permanecia foragido. Também estão previstos os depoimentos do borracheiro preso em janeiro sob acusação de abuso de menores em um inquérito que deu origem às denúncias sobre pedofilia em Catanduva. Também será ouvido o sobrinho dele, que voltou a ser preso sob a mesma acusação.
A CPI prevê ouvir na quinta-feira cinco acusados, entre os quais o médico foragido e outros quatro acusados detidos em 26 de fevereiro, após passarem por sessão de reconhecimento com dez crianças.
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SÃO PAULO - O ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves que pedia a anulação de seu julgamento. O STJ manteve a condenação do jornalista de 15 anos de prisão pela morte da jornalista Sandra Gomide, ocorrida em agosto de 2000.
A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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SÃO PAULO - O ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves que pedia a anulação de seu julgamento. O STJ manteve a condenação do jornalista de 15 anos de prisão pela morte da jornalista Sandra Gomide, ocorrida em agosto de 2000.
A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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SÃO PAULO - O ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves que pedia a anulação de seu julgamento. O STJ manteve a condenação do jornalista de 15 anos de prisão pela morte da jornalista Sandra Gomide, ocorrida em agosto de 2000.
A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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SÃO PAULO - O ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves que pedia a anulação de seu julgamento. O STJ manteve a condenação do jornalista de 15 anos de prisão pela morte da jornalista Sandra Gomide, ocorrida em agosto de 2000.
A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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SÃO PAULO - O ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves que pedia a anulação de seu julgamento. O STJ manteve a condenação do jornalista de 15 anos de prisão pela morte da jornalista Sandra Gomide, ocorrida em agosto de 2000.
A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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SÃO PAULO - O ministro Arnaldo Esteves Lima, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou mais um recurso da defesa do jornalista Antônio Marcos Pimenta Neves que pedia a anulação de seu julgamento. O STJ manteve a condenação do jornalista de 15 anos de prisão pela morte da jornalista Sandra Gomide, ocorrida em agosto de 2000.
A defesa de Pimenta Neves sustentou que a decisão do STJ, que havia reduzido anteriormente a pena do jornalista de 18 para 15 anos, estava em dissonância com outras julgadas pela Quinta Turma do Tribunal. Os advogados alegaram que houve cerceamento de defesa, devido à não-produção da prova testemunhal. Também alegaram que a confissão do réu não foi considerada como atenuante.
O ministro Esteves Lima ressaltou que a defesa não apontou no recurso os trechos da decisão do STJ que estariam em desacordo.
Mesmo com a condenação, Pimenta Neves está em liberdade. O jornalista matou Sandra Gomide com dois tiros, no dia 20 de agosto de 2000, no Haras Setti, em Ibiúna, a 64 km de São Paulo. Ela havia rompido o namoro semanas antes do crime.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:08  comentar

BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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BERLIM - Josef Fritzl, o homem que está sendo julgado por ter aprisionado e estuprado a própria filha por 24 anos, na Áustria, ainda tenta lucrar com os crimes que cometeu. Alegando que planeja angariar recursos para as suas vítimas - Elisabeth, que hoje tem 42 anos, e os seis filhos que teve com ela -, o engenheiro austríaco ofereceu a casa que serviu de palco para os seus show de horror, em Amstetten, para o uso como atração turística, revela reportagem publicada no O Globo desta terça-feira. Segundo o advogado de Fritzl, Rudolf Mayer, o réu, que está falido, também negocia entrevistas remuneradas. O valor pedido? Até 1 milhão.

A casa em questão, onde Fritzl manteve uma vida dupla - ele morava com a mulher, Rosemarie, nos andares superiores, onde Elisabeth Fritzl cresceu e viveu até ser sequestrada pelo pai -, tem mil metros quadrados de área. Desde abril do ano passado, o imóvel está lacrado pela polícia .
Fritzl tinha um patrimônio no valor de 2 milhões, formado por imóveis e alguns negócios. Mas, com a sua prisão, as dívidas começaram a crescer e somam hoje cerca de 3 milhões. Em fevereiro último, foi iniciado um processo de insolvência, durante o qual os bens serão usados para o pagamento de pelo menos parte das dívidas (Leia também: 'Nasci estuprador', diz Fritzl em avaliação psiquiátrica )
Toda a família vive da ajuda do governo. Rosemarie, de 70 anos, que se casou com Fritzl quando tinha apenas 17 anos de idade, acaba de pedir o divórcio e passou a receber ajuda financeira do Estado. Também Elisabeth e os seus filhos, que receberam novas identidades e vivem em uma cidade cujo nome não é revelado no norte da Áustria - apenas durante o julgamento do pai e avô os sete estão hospedados na clinica neurológica de Amstetten - deverão ser apoiados financeiramente pelo Estado durante a vida inteira.

Fritzl negocia entrevistas remuneradas
Enquanto Elisabeth e os seis filhos, ainda bastante marcados pelo trauma, recusam-se a dar qualquer entrevista, Josef Fritzl chegou a negociar um encontro com a imprensa inglesa, que não deu certo porque o jornal não aceitou pagar a quantia exigida por ele, e deverá dar em breve, por ocasião da sentença, um depoimento a uma agência de notícias, também inglesa, pela qual vai faturar 1 milhão.
Segundo o jornalista Heinz Sichrovsky, da revista "News", Fritzl ofereceu o seu caso para estudo, alegando ser o "principal ator" da questão. Em troca de remuneração, ele estaria disposto a "abrir o abismo da sua personalidade" ( Veja imagens de Josef Fritzl ) .
O julgamento de Josef Fritzl, que começou nesta segunda-feira, está sendo chamado de processo do século. Josef Fritzl será julgado por três juízes e oito jurados. Embora a sentença seja decidida pelos jurados - cujos nomes foram mantidos em sigilo até agora -, caso estes optem por uma absolvição, uma possibilidade mais do que remota, a juíza-chefe poderá anular a sentença. Fritzl será acusado de estupro, escravidão, homicídio culposo (pelo filho morto por falta de ajuda) e incesto.
Se for considerado culpado em todos os casos, ele deverá pegar prisão perpétua, que seria cumprida na clínica psiquiátrica da penitenciária. O acusado é réu confesso, mas a expectativa é que a defesa tente provar sua inocência na acusação de homicídio e atenuar a pena para 15 anos.
Mas mesmo se absolvido da acusação de homicídio, Fritzl deve passar o resto da vida na cadeia graças ao relatório da psiquiatra Adelheid Kastner, que tem na bagagem profissional a análise dos casos de mais de 500 estupradores e assassinos. Segundo ela, o acusado tem compulsão por dominar mulheres, possuir pessoas e tem convicção de que, nas próprias palavras de Fritzl, ele "nasceu para ser um estuprador". A sentença deverá ser anunciada na sexta-feira.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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RIO - A secretária de estado americano, Hillary Clinton, telefonou para David Goldman - pai do menino Sean, disputado na Justiça por ele e pelo padrasto brasileiro, João Paulo Lins e Silva -, durante sua viagem ao Brasil, para confirmar o compromisso de ajudá-lo a ganhar a guarda do menino de volta, como informa reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Globo (acesso à íntegra somente para assinantes). Foi o que Goldman, que esteve no Rio de quarta-feira passada a sábado, contou nesta segunda-feira aos repórteres do site americano NJ.com, quando o Senado estadual de Nova Jersey aprovou uma resolução exigindo o retorno do menino aos Estados Unidos. Segundo o senador Joseph Kyrillos, a medida é um pedido para que as autoridades dos dois países façam o possível para "corrigir uma injustiça". Semana passada, o Congresso Americano aprovou resolução semelhante.
Goldman retornou a Nova Jersey, onde mora, sem falar com a imprensa brasileira. Ele veio ao Rio ver o filho e fazer exames pedidos pela Justiça . A disputa pelo menino chegou a causar mal-estar entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos. Em seu encontro com Luiz Inácio Lula da Silva, sábado, em Washington, Barack Obama agradeceu ao governo brasileiro. É que o processo, que corria numa vara de família do Estado do Rio, foi parar na 16ª Vara Federal por intervenção da Advocacia Geral da União (AGU), acionada pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Ele teria atendido a um apelo do embaixador americano Clifford Sobel, que defende a análise do caso sob a ótica da Convenção de Haia, que trata do sequestro internacional de crianças.

Matrícula na escola sem autorização
Assim que chegou ao Brasil, em junho de 2004, o menino Sean Goldman foi matriculado numa escola do Rio pela mãe, a brasileira Bruna Bianchi, que morreu no ano passado. O pai havia autorizado apenas uma viagem de férias da criança ao Rio, por 15 dias. A afirmação consta de um memorando enviado ao Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente pela advogada de Goldman em Nova Jersey, Patricia Apy, em resposta a uma carta enviada ao órgão por João Paulo Lins e Silva, a 5 de março. O memorando, de 7 de março, está sendo divulgado no site mantido por amigos de Goldman na internet. No documento, Patricia rebate argumentos do padrasto e diz que seu texto confirma a suspeita de que Bruna teria premeditado o sequestro do filho.
Numa reportagem publicada neste domingo no jornal O GLOBO, o padrasto do menino, o advogado João Paulo Lins e Silva, disse que, após um longo período de silêncio, resolveu falar sobre o caso para "não virar saco de pancada" e evitar a idéia de que "quem cala consente". Ele, que ganhou a guarda provisória do menor na Justiça estadual, diz que se sente alvo de uma campanha difamatória internacional, na qual aparece como "sequestrador" de um menino de 8 anos que considera o próprio filho.


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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

Fonte: Folha On-Line
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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

Fonte: Folha On-Line
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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

Fonte: Folha On-Line
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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

Fonte: Folha On-Line
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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

Fonte: Folha On-Line
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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

Crime
Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

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Para subprocurador, há indícios de materialidade e autoria do crime

O Ministério Público Federal enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal) um parecer contra a libertação do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados da morte da menina Isabella nardoni, 5 anos, em março de 2008. O casal entrou com um pedido de liminar (decisão provisória) contra a setença da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça que manteve os acusados presos, até o julgamento.
A defesa de Alexandre e de Anna Carolina argumenta que as acusações não correspondem à realidade dos fatos, pois, segundo os laudos periciais elaborados durante o inquérito, não foi comprovada a agressão à menina com instrumento cortante, a esganadura ou mesmo que o casal teria atirado a garota da janela. Também, segundo a defesa alega, os laudos não provaram a alteração do local do crime. Os advogados alegam que a violação ao princípio da presunção de inocência foi violado e que o "excesso de linguagem na decisão" que recebeu a denúncia pode influenciar os jurados.
O subprocurador-geral da República Mário José Gisi explica que o habeas corpus, procedimento que os advogados usaram para tentar reverter a prisão, não pode ser solicitado para o exame aprofundado de fatos e provas, sendo inadequado para investigar os acontecimentos, assim como as conclusões técnicas apontadas nos laudos produzidos durante o inquérito.
O subprocurador destacou as duas decisões que mantiveram a prisão preventiva do casal. "Na parte em que mantém a prisão preventiva dos acusados, uma decisão reitera as razões do decreto prisional anterior, acrescentando novo fundamento apenas no tocante à conveniência da instrução criminal".
Para Gisi, existem indícios de autoria do crime contra o casal. O subprocurador considerou inadequados, no entanto, os fundamentos da garantia da ordem pública para justificar a prisão preventiva, porque, para ele, é uma questão subjetiva. No entanto, ele considerou que há a necessidade de manter a prisão cautelar para evitar que Alexandre e Anna Carolina interfiram no decorrer do processo e no conteúdo das provas. Gisi também ressaltou que não há fiança para um crime hediondo, o que impossibilita a concessão da liberdade provisória ao casal.

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Isabella foi morta no dia 29 de março ao ser agredida e depois lançada do 6º andar do edifício London, na zona norte de São Paulo.
O laudo aponta que a madrasta desferiu o primeiro golpe contra a cabeça de Isabella, ainda no carro onde estava com o pai e os dois irmãos menores. O golpe foi dado de forma acidental, quando Jatobá, que estava no banco dianteiro do carona, se virou e atingiu Isabella.
O laudo elaborado pelos peritos do Núcleo de Crimes Contra a Pessoa do IC (Instituto de Criminalística) descarta a hipótese de uma terceira pessoa envolvida no crime e apontam que Jatobá auxiliou Nardoni a jogar Isabella do sexto andar do prédio.

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