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16.3.09
Quando um AVC acontece, um dos elementos mais críticos para a recuperação é um atendimento rápido, a fim de impedir maiores sequelas. No caso específico do deputado Clodovil Hernandes (PR-SP), é provável que o tempo tenha sido demais para uma recuperação, uma vez que o incidente aconteceu de madrugada e somente às 8h17 o parlamentar quegou ao hospital. "De fato, parece bastante tardio", afirma Raul Maranhão, médico do Laboratório de Lipídios da Universidade de São Paulo. "A velocidade de atendimento, nesses casos, é absolutamente fundamental." Um acidente vascular cerebral, também chamado de "derrame cerebral", acontece quando há algo errado na rede do sistema circulatório que irriga o cérebro. O tipo mais comum é o AVC isquêmico, em que há um entupimento de vasos sanguíneos e a interrupção do fluxo de sangue, prejudicando as células cerebrais. O mais raro, que acaba de acometer Clodovil, é o AVC hemorrágico. Nessas circunstâncias, em vez do entupimento de vasos, o que ocorre é o rompimento. O sangue "vaza" dentro do cérebro e provoca um coágulo, e é esse coágulo que pode matar células cerebrais e deixar sequelas graves. Ele não necessariamente é mais grave que o isquêmico; tudo depende, na verdade, da área do cérebro que é afetada. No caso do deputado, ainda não há informação sobre que região cerebral foi mais afetada pelo AVC. Normalmente, episódios de AVC são produzidos por problemas cardiovasculares, de forma que não é incomum que um paciente que tenha sido vítima de um episódio de natureza isquêmica, dois anos atrás, volte a sofrer um derrame, desta vez de ordem hemorrágica. Esse foi exatamente o caso de Clodovil, que já havia sofrido com um AVC de leve intensidade em junho de 2007. Quando o problema é mais grave e o atendimento é tardio, não é incomum que situações desse tipo levem um paciente ao coma. "Os mecanismos que levam ao coma são todos centrais, ou seja, essencialmente de função cerebral", explica Maranhão. Nem sempre o coma é visto pelos médicos como uma tragédia. Em alguns caso, o efeito acontece até como forma de defesa do organismo. "Por exemplo, quando o coma acontece por um problema metabólico, ele acaba por ajudar o corpo, porque diminui o processo metabólico e economiza a energia que o organismo consome", diz o médico. Mas, quando se fala de AVC, é impossível pensar no coma como um mecanismo de defesa. Em vez disso, ele é um sintoma de que o órgão responsável por "gerenciar" as situações de coma -- o cérebro -- está em apuros.


fonte:G1
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Quando um AVC acontece, um dos elementos mais críticos para a recuperação é um atendimento rápido, a fim de impedir maiores sequelas. No caso específico do deputado Clodovil Hernandes (PR-SP), é provável que o tempo tenha sido demais para uma recuperação, uma vez que o incidente aconteceu de madrugada e somente às 8h17 o parlamentar quegou ao hospital. "De fato, parece bastante tardio", afirma Raul Maranhão, médico do Laboratório de Lipídios da Universidade de São Paulo. "A velocidade de atendimento, nesses casos, é absolutamente fundamental." Um acidente vascular cerebral, também chamado de "derrame cerebral", acontece quando há algo errado na rede do sistema circulatório que irriga o cérebro. O tipo mais comum é o AVC isquêmico, em que há um entupimento de vasos sanguíneos e a interrupção do fluxo de sangue, prejudicando as células cerebrais. O mais raro, que acaba de acometer Clodovil, é o AVC hemorrágico. Nessas circunstâncias, em vez do entupimento de vasos, o que ocorre é o rompimento. O sangue "vaza" dentro do cérebro e provoca um coágulo, e é esse coágulo que pode matar células cerebrais e deixar sequelas graves. Ele não necessariamente é mais grave que o isquêmico; tudo depende, na verdade, da área do cérebro que é afetada. No caso do deputado, ainda não há informação sobre que região cerebral foi mais afetada pelo AVC. Normalmente, episódios de AVC são produzidos por problemas cardiovasculares, de forma que não é incomum que um paciente que tenha sido vítima de um episódio de natureza isquêmica, dois anos atrás, volte a sofrer um derrame, desta vez de ordem hemorrágica. Esse foi exatamente o caso de Clodovil, que já havia sofrido com um AVC de leve intensidade em junho de 2007. Quando o problema é mais grave e o atendimento é tardio, não é incomum que situações desse tipo levem um paciente ao coma. "Os mecanismos que levam ao coma são todos centrais, ou seja, essencialmente de função cerebral", explica Maranhão. Nem sempre o coma é visto pelos médicos como uma tragédia. Em alguns caso, o efeito acontece até como forma de defesa do organismo. "Por exemplo, quando o coma acontece por um problema metabólico, ele acaba por ajudar o corpo, porque diminui o processo metabólico e economiza a energia que o organismo consome", diz o médico. Mas, quando se fala de AVC, é impossível pensar no coma como um mecanismo de defesa. Em vez disso, ele é um sintoma de que o órgão responsável por "gerenciar" as situações de coma -- o cérebro -- está em apuros.


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Quando um AVC acontece, um dos elementos mais críticos para a recuperação é um atendimento rápido, a fim de impedir maiores sequelas. No caso específico do deputado Clodovil Hernandes (PR-SP), é provável que o tempo tenha sido demais para uma recuperação, uma vez que o incidente aconteceu de madrugada e somente às 8h17 o parlamentar quegou ao hospital. "De fato, parece bastante tardio", afirma Raul Maranhão, médico do Laboratório de Lipídios da Universidade de São Paulo. "A velocidade de atendimento, nesses casos, é absolutamente fundamental." Um acidente vascular cerebral, também chamado de "derrame cerebral", acontece quando há algo errado na rede do sistema circulatório que irriga o cérebro. O tipo mais comum é o AVC isquêmico, em que há um entupimento de vasos sanguíneos e a interrupção do fluxo de sangue, prejudicando as células cerebrais. O mais raro, que acaba de acometer Clodovil, é o AVC hemorrágico. Nessas circunstâncias, em vez do entupimento de vasos, o que ocorre é o rompimento. O sangue "vaza" dentro do cérebro e provoca um coágulo, e é esse coágulo que pode matar células cerebrais e deixar sequelas graves. Ele não necessariamente é mais grave que o isquêmico; tudo depende, na verdade, da área do cérebro que é afetada. No caso do deputado, ainda não há informação sobre que região cerebral foi mais afetada pelo AVC. Normalmente, episódios de AVC são produzidos por problemas cardiovasculares, de forma que não é incomum que um paciente que tenha sido vítima de um episódio de natureza isquêmica, dois anos atrás, volte a sofrer um derrame, desta vez de ordem hemorrágica. Esse foi exatamente o caso de Clodovil, que já havia sofrido com um AVC de leve intensidade em junho de 2007. Quando o problema é mais grave e o atendimento é tardio, não é incomum que situações desse tipo levem um paciente ao coma. "Os mecanismos que levam ao coma são todos centrais, ou seja, essencialmente de função cerebral", explica Maranhão. Nem sempre o coma é visto pelos médicos como uma tragédia. Em alguns caso, o efeito acontece até como forma de defesa do organismo. "Por exemplo, quando o coma acontece por um problema metabólico, ele acaba por ajudar o corpo, porque diminui o processo metabólico e economiza a energia que o organismo consome", diz o médico. Mas, quando se fala de AVC, é impossível pensar no coma como um mecanismo de defesa. Em vez disso, ele é um sintoma de que o órgão responsável por "gerenciar" as situações de coma -- o cérebro -- está em apuros.


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Parlamentar sofreu uma parada cardiorrespiratória de 5 minutos à tarde.Ele mantém seus sinais vitais por aparelhos e medicamentos, diz médico

O estado do deputado Clodovil Hernandes (PR-SP) piorou na tarde desta segunda-feira (16). De acordo com a equipe médica, ele teve uma parada cardiorrespiratória de cerca de cinco minutos por volta das 14h15. O neurocirurgião que cuida do caso, Benício Oton de Lima, afirmou que o parlamentar, caso sobreviva, terá sequelas graves.O deputado, que tem 71 anos, foi levado ao hospital por um assessor parlamentar por volta das 8 horas da manhã após ter sido encontrado ao lado de sua cama, em seu apartamento. Clodovil teve um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico durante a madrugada e foi submetido a um procedimento de drenagem do sangue por meio de um cateter ainda pela manhã.
Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

Solidariedade
A assessoria de imprensa de Clodovil informou que os presidentes da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), telefonaram para o hospital para prestar solidariedade. O senador Arthur Virgílio ( PSDB-AM) também telefonou para ter notícias do colega. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani foi outro que telefonou para o hospital. Ele foi o relator do processo de infidelidade partidária contra Clodovil. Alguns assessores afirmam que o parlamentar havia passado mal na sexta-feira (13), dia posterior ao julgamento, no qual foi absolvido. De acordo com a assessoria, o parlamentar tem uma relação distante com a família. Por isso, nenhum parente teria buscado informações. Amigos, no entanto, telefonaram com frequência para os assessores. De acordo com eles, a primeira a ligar foi a diretora de televisão Marlene Mattos.


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Parlamentar sofreu uma parada cardiorrespiratória de 5 minutos à tarde.Ele mantém seus sinais vitais por aparelhos e medicamentos, diz médico

O estado do deputado Clodovil Hernandes (PR-SP) piorou na tarde desta segunda-feira (16). De acordo com a equipe médica, ele teve uma parada cardiorrespiratória de cerca de cinco minutos por volta das 14h15. O neurocirurgião que cuida do caso, Benício Oton de Lima, afirmou que o parlamentar, caso sobreviva, terá sequelas graves.O deputado, que tem 71 anos, foi levado ao hospital por um assessor parlamentar por volta das 8 horas da manhã após ter sido encontrado ao lado de sua cama, em seu apartamento. Clodovil teve um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico durante a madrugada e foi submetido a um procedimento de drenagem do sangue por meio de um cateter ainda pela manhã.
Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

Solidariedade
A assessoria de imprensa de Clodovil informou que os presidentes da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), telefonaram para o hospital para prestar solidariedade. O senador Arthur Virgílio ( PSDB-AM) também telefonou para ter notícias do colega. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani foi outro que telefonou para o hospital. Ele foi o relator do processo de infidelidade partidária contra Clodovil. Alguns assessores afirmam que o parlamentar havia passado mal na sexta-feira (13), dia posterior ao julgamento, no qual foi absolvido. De acordo com a assessoria, o parlamentar tem uma relação distante com a família. Por isso, nenhum parente teria buscado informações. Amigos, no entanto, telefonaram com frequência para os assessores. De acordo com eles, a primeira a ligar foi a diretora de televisão Marlene Mattos.


fonte:G1
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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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A assessoria de imprensa de Clodovil informou que os presidentes da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), telefonaram para o hospital para prestar solidariedade. O senador Arthur Virgílio ( PSDB-AM) também telefonou para ter notícias do colega. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani foi outro que telefonou para o hospital. Ele foi o relator do processo de infidelidade partidária contra Clodovil. Alguns assessores afirmam que o parlamentar havia passado mal na sexta-feira (13), dia posterior ao julgamento, no qual foi absolvido. De acordo com a assessoria, o parlamentar tem uma relação distante com a família. Por isso, nenhum parente teria buscado informações. Amigos, no entanto, telefonaram com frequência para os assessores. De acordo com eles, a primeira a ligar foi a diretora de televisão Marlene Mattos.


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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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Um dos membros da equipe, o médico Alan Ricardo Coutinho Ferreira, que já havia classificado o risco de morte como “muito alto”, relatou a piora no quadro. “O quadro clínico se agravou durante o período da tarde. Por volta das 14h15 ele sofreu uma parada cardiorrespiratória que foi rapidamente revertida. Ele está em coma profundo e mantém seus sinais vitais por equipamentos e medicação.”Para o neurocirurgião Benício, a chance de sobrevivência é pequena. "Em casos semelhantes, a taxa de mortalidade é muito elevada." Ele afirmou que, caso isso ocorra, o deputado não deverá ter condições de falar ou andar. "O risco de sequela é muito elevado. Ele seria incapaz de tocar uma vida útil."

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A assessoria de imprensa de Clodovil informou que os presidentes da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), telefonaram para o hospital para prestar solidariedade. O senador Arthur Virgílio ( PSDB-AM) também telefonou para ter notícias do colega. O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Arnaldo Versiani foi outro que telefonou para o hospital. Ele foi o relator do processo de infidelidade partidária contra Clodovil. Alguns assessores afirmam que o parlamentar havia passado mal na sexta-feira (13), dia posterior ao julgamento, no qual foi absolvido. De acordo com a assessoria, o parlamentar tem uma relação distante com a família. Por isso, nenhum parente teria buscado informações. Amigos, no entanto, telefonaram com frequência para os assessores. De acordo com eles, a primeira a ligar foi a diretora de televisão Marlene Mattos.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:37  comentar

SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


link do postPor anjoseguerreiros, às 18:37  comentar

SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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SÃO PAULO - O advogado de Érika Côrrea, 23 anos, Alexandre Pimentel, afirmou que não houve briga antes de Kléber Barbosa da Silva, agredir a mulher com extintor de incêndio, levar a filha de 5 anos, roubar um avião e tentar jogá-lo sobre um shopping em Goiânia, na última quinta-feira. De acordo com o advogado, Érika acredita que o marido já tinha planejado o suicídio por conta da acusação de estupro de uma menina de 13 anos . Ele havia sido reconhecido pela menina na própria quinta. Ele tem passagem pela polícia por outros quatro crimes. Seu prontuário de motorista mostra 20 multas por excesso de velocidade, num total de R$ 2.140.
O advogado afirmou que o casal voltava de uma viagem a Caldas Novas, em Goiás, e resolveu continuar até Anápolis, retornando em seguida a Goiânia. No trajeto, agrediu a mulher. Esta versão difere da contata anteriormente por parentes. Na versão inicial, ele teria saído do apartamento do casal, em Goiânia, dizendo que fariam um passeio até Anápolis.
- Não houve discussão alguma. Foi uma coisa repentina - diz o advogado de Érika.
Érika deve prestar depoimento nesta terça-feira. A polícia acredita que ela poderá detalhar as razões do crime. Kléber e a filha Penélope morreram. Por milagre, ninguém se feriu na queda do avião do estacionamento do shopping. Cerca de 10 mil pessoas estavam no local.
O Ministério Pùblico abriu inquérito civil público para investigar os procedimentos de segurança adotados pela Aeronáutica.
O procurador Raphael Perissé afirmou que um obstáculo impediu que Kléber consumasse seu plano, o de jogar a aeronave sobre o shopping. Durante o voo ele falou com um tio da mulher, que é policial, e disse que faria algo ainda pior. "Ele queria se suicidar em grande estilo" disse o promotor.
No Aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, Kléber ninguém desconfiou de nada. Ele afirmou que queria fazer um voo panorâmico com a filha.
- Ele estava até brincando muito com a filha, ao lado da aeronave. Estava até bastante alegre. Não daria para saber que ele ia fazer esse troço. Ela estava rindo e pulando no colo dele - conta Antônio Pereira dos Anjos, mecânico de aviação.
Kleber queria voar em um monomotor e saber tudo sobre o Tupi, um avião que voa a 200 km/h.
- Ele perguntou se estava o tanque estava cheio e sobre a autonomia de voo. Ele foi bastante esperto - diz José Luiz de Sousa Filha, instrutor de voo.
Kleber perguntou até mesmo como se faz a troca de combustível de um tanque para outro.
- Você voa uma hora, troca para outro tanque. Voa mais duas horas e troca para outro tanque. É para balancear o peso do avião - explica Omar do Espírito Santo, vice-presidente do aeroclube.
Já a bordo do avião Tupi, com a filha, Kleber rendeu o instrutor na cabeceira da pista.
- Ele gritou comigo, segurou a minha mão e colocou alguma coisa no meu pescoço que, para mim, no momento, eu pensei que fosse uma arma - lembra José Luiz.
O comandante Volney Dutra, que está acostumado a viajar em aviões pequenos na região de Goiás, afirmou que Kléber tinha um conhecimento mínimo de aviação. Ele não tinha brevê.
- Uma pessoa sem conhecimento não daria conta de decolar um monomotor desses. Ele deve ter rendido o instrutor quando ele viu que a aeronave estava pronta para decolar. Pronta para decolagem, ele precisa apenas direcionar a aeronave na pista e acionar o motor na mão - diz o comandante Volney.
Depois que o avião ganhou certa altitude, Kleber teve que adotar um outro procedimento de certa complexidade. Apontar para a direção certa, apontar para a proa de Goiânia. E fazer isso, visualmente de cima, não parece ser muito fácil.
- A pessoa tem que conhecer muito bem e ter uma noção básica de navegação aérea para seguir estrada, seguir visual - complementa o comandante.
Um Mirage da Força Aérea Brasileira saiu da base de Anápolis para localizar o monomotor. O radar do Mirrage indicou a posição exata do Tupi, depois foi sobrevoar Brasília. Em seguida, a Aeronáutica mandou um Tucano, também da base de Anápolis, para seguir o Tupi. O Tucano posicionou-se mais atrás e um pouco mais alto, em uma operação chamada de acompanhamento discreto à distância. Os pilotos tentaram contato por rádio e não conseguiram.
O Ministério Público quer saber se o Mirage foi orientado apenas a proteger Brasília, deixando Goiânia em segundo plano.
Em Goiânia, Kleber passou raspando por um prédio por três vezes e começou a fazer uma série de rasantes arriscados sobre a cidade, principalmente sobre o bairro onde ele morava com a mulher e com a filha.
Um vizinho fez imagens pelo celular. O avião passa muito perto do prédio onde ele morava.
Um helicóptero da Polícia Militar de Goiás passou a seguir o Tupi. Um dos tios de Érika, Adão da Mota Correia, que por coincidência é sargento da PM, estava no helicóptero e conseguiu falar com Kleber pelo celular.
- Eu falei assim: 'Cadê a criança?' Ele falou: 'A criancinha está comigo aqui, vou fazer uma besteira'. E aí desligou o celular - conta o sargento.
O delegado Jorge Moreira diz que Kléber é um maníaco. Para o delegado Manoel Borges, que investiga o caso, ele era psicopata.
- Ele é emocionalmente perturbado. Há histórico de que ele alimentava ideias suicidas - diz Borges.
Maria Luísa Nunes Nicola, vizinha de Kleber no bairro onde ele passou a infância e a adolescência, diz que ele tinha ideias suicidas.
- Sempre falava que queria morrer em um avião. Então, nas últimas semanas que ele esteve com a minha filha, falou: 'Você vai muito ouvir falar de mim ainda, quando eu morrer você vai ouvir muito falar de mim - afirma Maria Luísa.
Ela conta ainda que ele elogiou os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
- Ele achou muito bonito. Só que ele achou bonito, não pelas outras vidas, mas pelo piloto, que teve a coragem. Ele falou assim, tipo engraçado, 'Que cara corajoso!' - relembra a vizinha.
Telma Nunes Nicola, amiga de infância de Kléber, diz que ele adorava aviões e bombas.
- Teve uma época que ele começou a fazer bombas caseiras. Aquele fixação por tudo que era perigoso, ele gostava - diz Telma.
Funcionários da locadora do bairro, que não quiseram se identificar, dizem que os filmes preferidos dele eram os da série "Faces da morte", que mostram imagens violentas e acidentes aéreos de todos os tipos.
A polícia de Goiás pediu exames toxicológicos do corpo de Kleber.


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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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O Conselho Tutelar é o órgão responsável em fiscalizar se os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estão sendo cumpridos. No Conselho Tutelar trabalham cinco Conselheiros, escolhidos pela comunidade para um mandato de 3 anos, que são os principais responsáveis para fazer valer esses direitos e dar os encaminhamentos necessários para a solução dos problemas referentes à infância e adolescência.
Podem ser encaminhados para o Conselho Tutelar casos de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão que tenham como vítimas crianças ou adolescentes.
Ao receber denúncia de que alguma criança ou adolescentes está tendo seu direto violado, o Conselho Tutelar passa a acompanhar o caso para definir a melhor forma de resolver o problema.
Por exemplo, se os pais de uma criança ou adolescente não encontram vagas para seus filhos na escola, ou ainda, se a criança ou adolescente estiver precisando de algum tratamento de saúde e não for atendido, o Conselho Tutelar pode ser procurado. Nesses casos, o Conselho tem o poder de requisitar que os serviços públicos atendam a essas necessidades. Requisitar, aqui, não é mera solicitação, mas é a determinação para que o serviço público execute o atendimento.
Casos as requisições não sejam cumpridas, o Conselho Tutelar encaminhará o caso ao Ministério Público para que sejam tomadas as providências jurídicas.


Principais funções do Conselho Tutelar:



- receber a comunicação dos casos de suspeita ou confirmação de maus tratos e determinar as medidas de proteção necessárias;
- determinar matrícula e freqüência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental, garantido assim que crianças e adolescentes tenham acesso à escola;
- requisitar certidões de nascimento e óbito de crianças ou adolescentes, quando necessário;
- atender e aconselhar pais ou responsáveis, aplicando medidas de encaminhamento a: programas de promoção à família, tratamento psicológico ou psiquiátrico, tratamento de dependência química;
- orientar pais ou responsáveis para que cumpram a obrigação de matricularem seus filhos no ensino fundamental, acompanhando sua freqüência e aproveitamento escolar;
- requisitar serviços públicos nas áreas de saúde, educação, serviço social, previdência, trabalho e segurança;
- encaminhar ao Ministério Público as infrações contra os direitos de crianças e adolescentes.


Requisitos Básicos para o Candidato a Conselheiro Tutelar




Existem três requisitos legais válidos para todos os municípios:
- Reconhecida idoneidade moral;
- Idade superior a 21(vinte e um) anos;
- Residir no município.
Outros requisitos podem ser definidos e disciplinados em Lei, de acordo com as peculiaridades de cada município. Como por exemplo:


· Fixar tempo mínimo de residência no município. Por exemplo, 02 (dois) anos;
· Fixar escolaridade mínima. Por exemplo, nível médio;
· Exigir experiência anterior comprovada de trabalho social com crianças, adolescentes e famílias; · Exigir uma avaliação psicológica, visando constatar a aptidão do candidato para o trabalho de conselheiro tutelar.
O imprescindível é buscar conselheiros tutelares com um perfil adequado: vocação para a causa pública, disponibilidade e disposição para o trabalho, experiência mínima no trabalho de atenção a crianças e adolescentes.

Processo de Escolha dos Conselheiros Tutelares


O processo de escolha dos membros de cada Conselho Tutelar deverá ser definido em Lei Municipal. E será realizado sob a responsabilidade do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, com acompanhamento e fiscalização do Ministério Público.
A escolha será feita pela comunidade local, que precisa ser informada e mobilizada para o processo.
A Lei Municipal poderá optar pela eleição direta, universal e facultativa, com voto direto, ou pela escolha indireta, através da formação de um Colégio Eleitoral integrado por representantes das organizações representativas da sociedade civil no município (comunitárias, empresariais, religiosas etc.) que tenham compromisso com a proteção integral da população infanto-juvenil.
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
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Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
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Para diminuir a peregrinação de pacientes oncológicos nos serviços de saúde, uma portaria publicada no domingo no Diário Oficial da União (DOU) redefiniu a forma de atendimento.

De acordo com a nova regra, os hospitais credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para esse tipo de tratamento devem oferecer atenção integral aos doentes, do diagnóstico aos cuidados pós-operatórios. Hoje, muitas vezes, os pacientes são operados em um local e precisam se deslocar para fazer as sessões de quimioterapia e radioterapia em outro local, o que pode prejudicá-lo. A intenção do ministério é concentrar todo o atendimento em um só local. Isso facilita a análise de sua evolução clínica - e diminui seu sofrimento. “O grande problema que tínhamos antes é que o paciente ficava rodando pelo sistema e acabava com a atenção repartida entre os serviços, além do inconveniente de fazer a cirurgia num local e a radioterapia em outro”, diz o secretário de atenção à saúde, Alberto Beltrame.Hoje, 258 hospitais no País se enquadram nos critérios de atendimento integral - 11 foram credenciados no domingo, por essa mesma portaria. Caso os outros hospitais hoje habilitados para o tratamento do câncer não se enquadrem nas especificações da portaria, serão descredenciados pelo SUS.
Os onze novos serviços de atenção integral credenciados pelo sistema público estão divididos em sete Estados: Bahia, Goiás, Minas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo. Com a publicação da portaria, todos os Estados brasileiros, exceto Roraima, passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado para o tratamento de pacientes oncológicos.
A nova regra é considerada pelo ministério como uma etapa do processo de reestruturação na oferta do tratamento do câncer. Desde a publicação de uma portaria anterior, em setembro de 2007, a pasta deixou de credenciar os serviços que disponibilizavam os tratamentos de quimioterapia e radioterapia de forma isolada, ou seja, funcionavam fora dos hospitais.
Fonte: Agência Estado
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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



O número de casos de meningite em Salvador era 50% maior do que o mesmo período do ano passado, até sábado. O avanço da doença faz crescer a procura pela vacina. Mas, para a maioria da população, a imunização para o tipo mais grave da doença só é possível na rede particular.
A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
Quem está fora deste grupo de risco, tem que recorrer à rede particular. A vacina custa, em média, R$ 120.


Fonte: G1
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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



O número de casos de meningite em Salvador era 50% maior do que o mesmo período do ano passado, até sábado. O avanço da doença faz crescer a procura pela vacina. Mas, para a maioria da população, a imunização para o tipo mais grave da doença só é possível na rede particular.
A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
Quem está fora deste grupo de risco, tem que recorrer à rede particular. A vacina custa, em média, R$ 120.


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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



O número de casos de meningite em Salvador era 50% maior do que o mesmo período do ano passado, até sábado. O avanço da doença faz crescer a procura pela vacina. Mas, para a maioria da população, a imunização para o tipo mais grave da doença só é possível na rede particular.
A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
Quem está fora deste grupo de risco, tem que recorrer à rede particular. A vacina custa, em média, R$ 120.


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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



O número de casos de meningite em Salvador era 50% maior do que o mesmo período do ano passado, até sábado. O avanço da doença faz crescer a procura pela vacina. Mas, para a maioria da população, a imunização para o tipo mais grave da doença só é possível na rede particular.
A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
Quem está fora deste grupo de risco, tem que recorrer à rede particular. A vacina custa, em média, R$ 120.


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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



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A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



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A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
Quem está fora deste grupo de risco, tem que recorrer à rede particular. A vacina custa, em média, R$ 120.


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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



O número de casos de meningite em Salvador era 50% maior do que o mesmo período do ano passado, até sábado. O avanço da doença faz crescer a procura pela vacina. Mas, para a maioria da população, a imunização para o tipo mais grave da doença só é possível na rede particular.
A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
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A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
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A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
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A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
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A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
Quem está fora deste grupo de risco, tem que recorrer à rede particular. A vacina custa, em média, R$ 120.


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Em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos da doença no estado.Número de casos é 50% maior que no mesmo período do ano passado.



O número de casos de meningite em Salvador era 50% maior do que o mesmo período do ano passado, até sábado. O avanço da doença faz crescer a procura pela vacina. Mas, para a maioria da população, a imunização para o tipo mais grave da doença só é possível na rede particular.
A meningite é a inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula, causada principalmente por vírus ou bactérias. Existem vários tipos da doença. A meningite meningocócica, provocada por bactéria, é o tipo mais grave e pode levar até à morte.
A doença é mais comum no inverno, mas neste verão os números estão deixando as autoridades de saúde em alerta na Bahia. De acordo com a Secretaria de Saúde, em janeiro e fevereiro, foram registrados 110 casos de meningite na Bahia, 38 do tipo meningocócica. Oito pessoas morreram. Quatro dessas mortes foram em Salvador.
A vacina é a melhor forma de prevenção. "Existe vacina para o Haemophilus influenzae, que está disponível na rede pública a partir do segundo mês de vida para qualquer pessoa. Existe a vacina para a meningite meningocócica que a gente disponibiliza no serviço público para as pessoas de risco, crianças com anemia falciforme e outras doenças", explica.
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ARAÇATUBA - Vestidas com camisetas pretas com frases contra a pedofilia, cerca dezenas de pessoas participaram na manhã de hoje de uma passeata pela Rua Brasil, a principal do centro da Catanduva, interior de São Paulo. Entre os manifestantes que carregavam faixas alertando sobre a situação, estavam as mães das 40 crianças que afirmam terem sido abusadas pela rede de pedofilia que agia na cidade. A passeata, organizada pelo Instituto Pró-Cidadania de Catanduva e pela organização não-governamental (ONG) SOS Família, percorreu o centro da cidade até a Câmara dos Vereadores, onde os manifestantes rezaram e discursaram pedindo para a população dar maior atenção para as crianças da cidade. "Nosso objetivo maior é dizer que Catanduva não é a cidade das crianças perdidas, mas que não podemos deixar de dar assistência para elas e para suas famílias", disse Geraldo Corrêa, gestor do instituto.

Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: Agência Estado
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ARAÇATUBA - Vestidas com camisetas pretas com frases contra a pedofilia, cerca dezenas de pessoas participaram na manhã de hoje de uma passeata pela Rua Brasil, a principal do centro da Catanduva, interior de São Paulo. Entre os manifestantes que carregavam faixas alertando sobre a situação, estavam as mães das 40 crianças que afirmam terem sido abusadas pela rede de pedofilia que agia na cidade. A passeata, organizada pelo Instituto Pró-Cidadania de Catanduva e pela organização não-governamental (ONG) SOS Família, percorreu o centro da cidade até a Câmara dos Vereadores, onde os manifestantes rezaram e discursaram pedindo para a população dar maior atenção para as crianças da cidade. "Nosso objetivo maior é dizer que Catanduva não é a cidade das crianças perdidas, mas que não podemos deixar de dar assistência para elas e para suas famílias", disse Geraldo Corrêa, gestor do instituto.

Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: Agência Estado
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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Fonte: Agência Estado
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ARAÇATUBA - Vestidas com camisetas pretas com frases contra a pedofilia, cerca dezenas de pessoas participaram na manhã de hoje de uma passeata pela Rua Brasil, a principal do centro da Catanduva, interior de São Paulo. Entre os manifestantes que carregavam faixas alertando sobre a situação, estavam as mães das 40 crianças que afirmam terem sido abusadas pela rede de pedofilia que agia na cidade. A passeata, organizada pelo Instituto Pró-Cidadania de Catanduva e pela organização não-governamental (ONG) SOS Família, percorreu o centro da cidade até a Câmara dos Vereadores, onde os manifestantes rezaram e discursaram pedindo para a população dar maior atenção para as crianças da cidade. "Nosso objetivo maior é dizer que Catanduva não é a cidade das crianças perdidas, mas que não podemos deixar de dar assistência para elas e para suas famílias", disse Geraldo Corrêa, gestor do instituto.

Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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ARAÇATUBA - Vestidas com camisetas pretas com frases contra a pedofilia, cerca dezenas de pessoas participaram na manhã de hoje de uma passeata pela Rua Brasil, a principal do centro da Catanduva, interior de São Paulo. Entre os manifestantes que carregavam faixas alertando sobre a situação, estavam as mães das 40 crianças que afirmam terem sido abusadas pela rede de pedofilia que agia na cidade. A passeata, organizada pelo Instituto Pró-Cidadania de Catanduva e pela organização não-governamental (ONG) SOS Família, percorreu o centro da cidade até a Câmara dos Vereadores, onde os manifestantes rezaram e discursaram pedindo para a população dar maior atenção para as crianças da cidade. "Nosso objetivo maior é dizer que Catanduva não é a cidade das crianças perdidas, mas que não podemos deixar de dar assistência para elas e para suas famílias", disse Geraldo Corrêa, gestor do instituto.

Casos de pedofilia nos EUA custaram US$ 430 mi à Igreja em 2008

A Igreja Católica dos Estados Unidos desembolsou mais de US$ 430 milhões em 2008 para enfrentar casos de pedofilia envolvendo clérigos. A maior parte do dinheiro foi usada para compensar as vítimas, de acordo com um relatório encomendado pela Igreja, O estudo diz que foram feitas cerca de 800 novas alegações de abuso sexual de menores por membros do clero em 2008 - um aumento de 16% em relação ao ano anterior. Quase 200 dioceses e ordens religiosas em várias partes dos Estados Unidos participaram do levantamento, que revelou que mais de 20% das vítimas tinham menos de dez anos de idade quando foram molestadas. Sete dioceses se recusaram a participar do estudo. O relatório anual monitora o progresso na implementação da Carta de Proteção à Criança adotada por bispos americanos depois de um escândalo de pedofilia em Boston, em 2002. O presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, o cardeal de Chicago, Francis George, disse que a Igreja está "no caminho certo" na sua busca por proteger melhor "todas as crianças da sociedade". No ano passado, em sua primeira visita oficial aos Estados Unidos, o papa Bento 16 criticou os bispos americanos pela maneira como trataram os escândalos de abuso sexual de menores envolvendo padres, afirmando que a resposta à crise foi algumas vezes insatisfatória. Ao mesmo tempo, o papa colocou parte da culpa pela crise dos casos de pedofilia - pelos quais se disse "profundamente envergonhado" - na "ruptura de valores" da sociedade americana. O papa disse esperar que o que ele chamou de "momento de julgamento" possa ajudar a purificar a Igreja. Os primeiros escândalos sobre abusos sexuais cometidos por padres nos Estados Unidos vieram a público há cerca de sete anos. Muitos alegavam casos ocorridos há décadas. Nos últimos anos, a Igreja Católica gastou US$ 2 bilhões em indenizações para as vítimas de abusos sexuais nos Estados Unidos, mas muitos ativistas criticam o suposto acobertamento dos autores de crimes, que teriam sido transferidos para outras dioceses, em vez de denunciados de imediato. "É mais importante ter bons padres que muitos padres", disse Bento 16 em antecipação à visita de 2008 aos Estados Unidos. "Faremos o possível para curar esta ferida." BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

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Lecompte quer abrir o processo usando alegações de ex-reféns de que a mulher teve relação durante cativeiro

Ingrid não quis se encontrar com o marido no dia da libertaçãoBOGOTÁ - A franco-colombiana Ingrid Betancourt, refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) até julho do ano passado, pediu o divórcio do marido Juan Carlos Lecompte, sob a alegação de "separação de corpos de fato" pelos seis anos em que esteve sequestrada, diz a revista Semana, de Bogotá. A publicação afirma que Ingrid já entrou com o processo e ressalta que a legislação do país estabelece que o divórcio só pode ser solicitado quando a separação do casal completa dois anos.
A ex-senadora e ex-candidata à Presidência da Colômbia casou-se com Lecompte em 1997 e cinco anos depois foi sequestrada pelas Farc, que a incluíram em uma lista de reféns com fins de troca por 450 integrantes presos. Ela foi resgatada em 2 de julho de 2008, junto com três americanos e 11 policiais, em uma operação militar disfarçada das forças armadas colombianas.
Durante estes anos, o publicitário Lecompte manteve uma campanha pessoal em favor da libertação de sua mulher com ações que incluíram diversos voos sobre as florestas do leste e do sudeste do país nas quais ela estava presa. Nestes sobrevoos, Lecompte jogou milhares de mensagens e fotografias de Mélanie e Lorenzo Delloye, filhos do primeiro casamento de Ingrid com um diplomata francês.
Lecompte lamentou que Ingrid não tenha reconhecido seus esforços nem sequer no encontro que teve com ela no dia em que foi resgatada e no qual a ex-candidata presidencial assumiu diante dele uma atitude fria, presságio do rompimento, que o deixou desconcertado. A revista sustenta que o pedido foi rejeitado pelos advogados de Lecompte, que "alegam que não se tratou de uma separação voluntária, mas causada por força maior".
"Por isso estão contra-atacando com outro processo, para ele peça o divórcio, podendo apresentar como provas revelações recentes dos norte-americanos libertados", acrescenta a publicação. Segundo a Semana, testemunhos de ex-reféns sugerem uma possível relação de Ingrid com algum companheiro de cativeiro.

Em livro, ex-reféns americanos chamam Ingrid de 'arrogante'

Os três norte-americanos que foram mantidos reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) durante 5 anos escreveram suas memórias sobre a experiência. O texto faz críticas à ex-candidata à presidência colombiana, Ingrid Betancourt, com quem dividiram o cativeiro. O livro sobre os 1.967 dias como reféns dos homens que prestavam serviços para o Exército dos EUA na Colômbia é uma narrativa emocionante sobre sobrevivência, na qual descrevem a dor e a perseverança, o tempo passado na selva, as marchas forçadas sob correntes, os riscos de um ataque e o impressionante resgate.
A revelação mais bombástica de Out of Captivity (Fora do Cativeiro) trata de Ingrid, a política franco-colombiana sequestrada em 2002 enquanto fazia campanha pela presidência. Um dos empregados da Northrop Grumman alega que Ingrid era arrogante, autocentrada, roubava comida e escondia livros. Ela teria ainda colocado a vida do trio em risco, ao dizer aos guardas rebeldes que eles eram agentes da CIA.
"Eu vi ela tentar tomar o controle do campo com uma arrogância que estava fora de controle", afirmou Keith Stansell em entrevista na quarta-feira. "Alguns dos guardas nos tratavam melhor que ela". Stansell, um ex-marine de 44 anos, foi libertado junto com Ingrid e seus colegas Thomas Howes e Marc Gonsalves, além de 11 colombianos. Na ação, militares disfarçados de agentes humanitários os retiraram da selva em julho de 2008.
Ingrid não respondeu aos pedidos para rebater as críticas. Uma porta-voz dela afirmou que Ingrid está escrevendo seu próprio livro e não dará declarações até a conclusão da obra. O ex-senador Luis Eladio Pérez negou que Ingrid tenha dito aos rebeldes que os norte-americanos eram agentes da CIA. Pérez disse que não comentaria as outras afirmações contidas no livro, lançado nos Estados Unidos nesta quinta-feira pela HarperCollins.
Os outros dois norte-americanos concordam com as declarações de Stansell sobre praticamente tudo, porém não ficaram tanto tempo quanto ele convivendo com Ingrid. Os reféns disputavam o espaço para dormir, a comida e também o único dicionário inglês-espanhol.

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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

Fonte: O Estado de São Paulo
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GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

Fonte: O Estado de São Paulo
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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

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Queda da expansão do setor imobiliário nos países mais ricos força queda da demanda por madeira


GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

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GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

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GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

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GENEBRA - Um novo levantamento da FAO ( Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação) alerta que 200 quilômetros quadrados de florestas estão sendo dizimadas por dia no mundo. Os dados ainda apontam que, entre 2000 e 2005, o mundo perdeu 7,3 milhões de hectares. Na América do Sul, o alerta da FAO é de que o desmatamento não deve ser reduzido nos próximos anos.
A queda do setor imobiliário nos países ricos está tendo um impacto na florestas, com a queda da demanda por madeira. Mas a FAO também alerta que há uma queda de investimentos, o que deve afetar os esforços de gerência de reservas e de madeira certificada. Um dos temores é de que governos reduzam os investimentos no setor de energia limpa. Iniciativas que dependem de créditos externos para a redução de emissões também podem ser afetadas.
Para completar, a contração da economia pode acabar dando mais espaço para o setor informal, entre eles o corte ilegal de madeira.
"Na América do Sul, o ritmo do desmatamento não deve cair no futuro próximo, apenas da baixa densidade populacional", afirmou a FAO.


Quase um bilhão de pessoas passam fome no mundo


ROMA - A crise financeira ameaça quebrar safras e deve aumentar a fome no mundo. Dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgados nesta terça-feira, 9, apontam que 963 milhões de pessoas passam fome no mundo a cada dia, um número recorde. No primeiro semestre do ano, o problema foi a alta nos preços dos alimentos. Nos últimos meses, o problema é a recessão.
Em apenas um ano, 40 milhões de pessoas passaram a fazer parte da população mais miserável do mundo e que não consegue sequer se alimentar. A crise atual pode agora fazer com que as safras dos países mais produtivos sejam reduzidas, agravando ainda mais o problema da fome.
"Para muitos, comer de forma adequada é um sonho", alertou a FAO. Desde 2005, o número de famintos aumentou em 75 milhões de pessoas. Para o diretor da FAO, Jacques Diouf, a meta de cortar a fome pela metade no mundo até 2015 está se tornando uma meta cada vez mais distante. "Essa realidade não pode ser aceita", afirmou Diouf. Trabalhadores rurais sem terra e as mulheres são as mais afetados.
Para Diouf, essa "catástrofe" seria resolvida com investimentos de US$ 30 bilhões ao ano por parte dos países ricos nas economias mais pobres. Segundo ele, o volume é apenas 8% do que os países ricos gastam anualmente em subsídios para apoiar seus próprios agricultores. "US$ 30 bilhões não é nada comparado com o que foi gasto pelos países ricos para lidar com a crise financeira", alertou. "Não acho que isso seria pedir demais", disse.
Para a FAO, os subsídios existentes nos países ricos não pode gerar a fome nos países em desenvolvimento. "Precisamos nos perguntar: qual é a prioridade na comunidade internacional", questionou Diouf. Crise - Na avaliação da entidade ligada à ONU, a crise financeira pode aumentar ainda mais a fome no mundo. "O preço dos alimentos caiu nos últimos meses. Mas essa redução não acabou com a fome", afirmou Hafez Ghanem, executivo da FAO.

Fonte: O Estado de São Paulo
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O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) conclui em um relatório secreto que o tratamento dispensado a suspeitos de terrorismo em prisões da CIA (agência de inteligência americana) durante o governo de George W. Bush "constituiu tortura", informa reportagem do jornal "The Washington Post", publicada nesta segunda-feira.
O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) conclui em um relatório secreto que o tratamento dispensado a suspeitos de terrorismo em prisões da CIA (agência de inteligência americana) durante o governo de George W. Bush "constituiu tortura", informa reportagem do jornal "The Washington Post", publicada nesta segunda-feira.
O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) conclui em um relatório secreto que o tratamento dispensado a suspeitos de terrorismo em prisões da CIA (agência de inteligência americana) durante o governo de George W. Bush "constituiu tortura", informa reportagem do jornal "The Washington Post", publicada nesta segunda-feira.
O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) conclui em um relatório secreto que o tratamento dispensado a suspeitos de terrorismo em prisões da CIA (agência de inteligência americana) durante o governo de George W. Bush "constituiu tortura", informa reportagem do jornal "The Washington Post", publicada nesta segunda-feira.
O relato, de 2007, das supostas brutalidades físicas e psicológicas dentro das prisões da CIA no exterior afirma também que algumas práticas dos Estados Unidos equivaliam a um "tratamento cruel, desumano ou degradante", de acordo com o "Post".
O texto da Cruz Vermelha acusa os EUA implicitamente de terem violado o direito internacional, que proíbe a tortura e os maus tratos a presos. Bush foi duramente criticado durante sua administração por defender o uso de técnicas em interrogatórios --como a asfixia simulada-- consideradas torturas pelas organizações de direitos humanos.
Segundo o jornal, o CICV se baseou no acesso que teve a 14 presos "de alto valor" da CIA, que foram transferidos em 2006 para a prisão militar americana de Guantánamo, em Cuba, improvisada pelo governo Bush para abrigar os suspeitos de terrorismo capturados durante a "guerra ao terror" iniciada após os ataques de 11 de Setembro.
O relatório contém ainda narrativas reiteradas de presos submetidos a agressões físicas, privação do sono, temperaturas extremas e eventualmente simulação de afogamento. De acordo com o jornal, cinco cópias do relatório foram entregues à CIA e à Casa Branca em 2007.
O jornal diz ainda que o relatório foi obtido por Mark Danner, professor de Jornalismo que já publicara longos trechos do texto na edição de 9 de abril da "New York Review of Books".
"O mau tratamento ao qual eles foram submetidos enquanto mantidos no programa da CIA, isoladamente ou em combinação, constitui tortura", disse o relatório, de acordo com Danner, que não explicou como obteve o documento.
Muitos detalhes dos supostos maus tratos já haviam vindo à tona, mas o relatório do CICV é o relato mais autorizado até agora, e o primeiro a usar a palavra "tortura" no contexto jurídico, disse o "Post".
O jornal afirmou que a CIA não quis comentar a reportagem. Uma fonte do governo ouvida pelo "Post" alegou que "as acusações [foram] feitas pelos próprios terroristas".
O ex-presidente Bush admitiu o uso de métodos agressivos de interrogatório contra suspeitos de terrorismo, mas em 2007 ele assegurou que o programa de interrogatórios da CIA respeitava a Convenção de Genebra, o que não impediu os EUA de continuarem recebendo críticas mundiais por seu comportamento.
Dois dias depois de tomar posse, o presidente Barack Obama assinou ordens executivas exigindo que a CIA feche todas as prisões secretas onde mantém suspeitos de terrorismo e que pare de utilizar métodos coercivos em seus interrogatórios.
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O cantor Chris Brown vai tentar se esquivar das acusações que enfrenta por ter supostamente agredido Rihanna alegando que o incidente não passou de uma "briga de namorados", segundo informou o tabloide "The Sun".
Segundo uma fonte citada pela publicação britânica, o cantor "argumentará que foi um mal entendido entre dois jovens apaixonados".
Danny Moloshok/Matt Sayles/Reuters/AP
Chris Brown alegará que agressão a Rihanna não passou de uma "briga de namorados"
Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
"Estou bem"
Neste fim de semana, Rihanna apareceu publicamente em Nova York.
Ela havia saído para jantar em um restaurante da cidade com alguns amigos.
Segundo o "The Sun", a cantora afirmou aos fãs que está "bem".
Fonte: Folha On-line
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O cantor Chris Brown vai tentar se esquivar das acusações que enfrenta por ter supostamente agredido Rihanna alegando que o incidente não passou de uma "briga de namorados", segundo informou o tabloide "The Sun".
Segundo uma fonte citada pela publicação britânica, o cantor "argumentará que foi um mal entendido entre dois jovens apaixonados".
Danny Moloshok/Matt Sayles/Reuters/AP
Chris Brown alegará que agressão a Rihanna não passou de uma "briga de namorados"
Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
"Estou bem"
Neste fim de semana, Rihanna apareceu publicamente em Nova York.
Ela havia saído para jantar em um restaurante da cidade com alguns amigos.
Segundo o "The Sun", a cantora afirmou aos fãs que está "bem".
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O cantor Chris Brown vai tentar se esquivar das acusações que enfrenta por ter supostamente agredido Rihanna alegando que o incidente não passou de uma "briga de namorados", segundo informou o tabloide "The Sun".
Segundo uma fonte citada pela publicação britânica, o cantor "argumentará que foi um mal entendido entre dois jovens apaixonados".
Danny Moloshok/Matt Sayles/Reuters/AP
Chris Brown alegará que agressão a Rihanna não passou de uma "briga de namorados"
Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
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Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
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Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
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Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
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Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
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Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
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Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
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Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
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Chris Brown alegará que agressão a Rihanna não passou de uma "briga de namorados"
Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
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Segundo uma fonte citada pela publicação britânica, o cantor "argumentará que foi um mal entendido entre dois jovens apaixonados".
Danny Moloshok/Matt Sayles/Reuters/AP
Chris Brown alegará que agressão a Rihanna não passou de uma "briga de namorados"
Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
"Estou bem"
Neste fim de semana, Rihanna apareceu publicamente em Nova York.
Ela havia saído para jantar em um restaurante da cidade com alguns amigos.
Segundo o "The Sun", a cantora afirmou aos fãs que está "bem".
Fonte: Folha On-line
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O cantor Chris Brown vai tentar se esquivar das acusações que enfrenta por ter supostamente agredido Rihanna alegando que o incidente não passou de uma "briga de namorados", segundo informou o tabloide "The Sun".
Segundo uma fonte citada pela publicação britânica, o cantor "argumentará que foi um mal entendido entre dois jovens apaixonados".
Danny Moloshok/Matt Sayles/Reuters/AP
Chris Brown alegará que agressão a Rihanna não passou de uma "briga de namorados"
Os advogados de Brown pretendem que as queixas contra seu cliente sejam retiradas. O cantor foi indiciado por dois crimes: agressão e ameaça de morte contra a cantora caribenha.
Os representantes legais do cantor vão tentar conseguir uma audiência especial em um tribunal de Los Angeles na próxima semana.
De acordo com eles, é impossível conseguir um julgamento justo devido à divulgação da suposta imagem de Rihanna machucada.
Rihanna teria sido alvo de agressões infligidas por Brown no dia 8 de fevereiro, após ter discutido com o namorado.
Apesar disso, a cantora de 21 anos reatou o romance com o cantor.
"Estou bem"
Neste fim de semana, Rihanna apareceu publicamente em Nova York.
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Segundo o "The Sun", a cantora afirmou aos fãs que está "bem".
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
Fonte: Folha On-Line
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
Fonte: Folha On-Line
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
Fonte: Folha On-Line
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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Fritzl fala da infância sofrida e maus tratos da mãe em seu julgamento por incesto

Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
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Josef Fritzl, austríaco que prendeu sua filha no porão por 24 anos e teve com ela sete filhos, relatou em sua primeira audiência de julgamento a sua infância sofrida e os maus tratos que sofria de sua mãe.
Com a voz emocionada, Fritz, que admitiu os crimes de incesto e aprisionamento, mas negou acusação de assassinato de um dos filhos resultantes dos estupros, descreveu sua "duríssima infância", na qual sofreu inúmeras agressões de sua mãe e não teve amigos.
Helmut Fohringer/Reuters
Josef Fritzl esconde o rosto sob pasta azul; ele nega acusação de assassinato de seu bebê
"Minha mãe nunca me quis. Ela já tinha 42 anos [quando nasci]. Não queria nenhum filho e agiu conscientemente. Ela me maltratava", afirmou, em resposta à pergunta da juíza Andrea Humer.
Fritzl aprisionou a filha Elisabeth por 24 anos no porão da casa em que vivia. Ele a estuprava regularmente e teve com ela sete filhos, incluindo um bebê que morreu logo após o parto e que Fritzl, segundo a acusação, queimou em um incinerador.
Ele é acusado de homicídio por ter se negado a dar assistência médica ao bebê, que nasceu com problemas em 1996 e acabou morrendo. Além disso, responderá pelas acusações de escravidão, estupro, sequestro, ameaça com agravante e incesto, pelas quais se declarou parcialmente culpado.
Ele se declarou inocente, contudo, da acusação de assassinato --que poderia lhe render uma pena de prisão perpétua-- e assumiu parcialmente sua culpa nos crimes de estupro e coação --de pena máxima de 15 anos. O código penal austríaco não contempla a acumulação de penas, prevalecendo a mais dura.
Agressão
Fritzl, com a voz falha, relatou ainda que a situação piorou a medida em que crescia e sua mãe envelhecia. Segundo o engenheiro aposentado, ele começou a defender-se das agressões com doze anos. "A partir deste momento, eu me converti em um demônio para ela".
O austríaco disse ainda ao tribunal que, aos oito anos, já teve que começar a trabalhar. Ele disse que nunca recebeu carinho e que não tinha nenhuma "relação interior" com a mãe.
No colégio, afirmou o réu, ele teve excelentes notas, mas, como seus pais não podiam investir em sua educação, decidiu aprender um ofício. Assim, com uma situação financeira complicada, conheceu sua mulher, com quem tinha "um filho a cada três anos" --segundo Fritzl, a mulher era muito caseira e queria ter dez filhos.
Em 1974, começou uma grande reforma na casa, para acrescentar quartos e construir um porão. "Estava pensando em fazer uma oficina. As outras partes eram para guardar objetos", explicou Fritzl, que manteve a filha, com então 18 anos, no porão entre 1984 e 2008.
Segundo os psicólogos que ouviram Fritzl, a infância sofrida e a falta de afeto na família produziu a falta de empatia com o sofrimento alheio que o levou a aprisionar e estuprar sua filha por tantos anos, junto com os filhos que tinha deste relacionamento.
A insegurança que criou na infância, afirmam os psicólogos, teria dado origem ainda ao comportamento autoritário sobre as pessoas e que o levou, inclusive, a dizer que sempre quis "possuir" uma pessoa.
Considerando o perfil de Fritzl, os psicólogos afirmaram que ele está plenamente capaz e que pode ser julgado por seus atos.
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SÃO PAULO E BELO HORIZONTE - Uma explosão seguida por um tremor de terra em Itaúna, na região centro-oeste de Minas Gerais, assustou moradores de oito bairros da cidade, que fica a 89 km de Belo Horizonte. O abalo foi sentido por volta de 20h30m de Brasília. Segundo os bombeiros, que receberam mais de mil ligações, não há registro de pessoas feridas ou danos materiais. O Observatório Sismológico em Brasília ainda não confirmou a ocorrência e informou que só vai se pronunciar após 11 horas.
Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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SÃO PAULO E BELO HORIZONTE - Uma explosão seguida por um tremor de terra em Itaúna, na região centro-oeste de Minas Gerais, assustou moradores de oito bairros da cidade, que fica a 89 km de Belo Horizonte. O abalo foi sentido por volta de 20h30m de Brasília. Segundo os bombeiros, que receberam mais de mil ligações, não há registro de pessoas feridas ou danos materiais. O Observatório Sismológico em Brasília ainda não confirmou a ocorrência e informou que só vai se pronunciar após 11 horas.
Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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SÃO PAULO E BELO HORIZONTE - Uma explosão seguida por um tremor de terra em Itaúna, na região centro-oeste de Minas Gerais, assustou moradores de oito bairros da cidade, que fica a 89 km de Belo Horizonte. O abalo foi sentido por volta de 20h30m de Brasília. Segundo os bombeiros, que receberam mais de mil ligações, não há registro de pessoas feridas ou danos materiais. O Observatório Sismológico em Brasília ainda não confirmou a ocorrência e informou que só vai se pronunciar após 11 horas.
Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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SÃO PAULO E BELO HORIZONTE - Uma explosão seguida por um tremor de terra em Itaúna, na região centro-oeste de Minas Gerais, assustou moradores de oito bairros da cidade, que fica a 89 km de Belo Horizonte. O abalo foi sentido por volta de 20h30m de Brasília. Segundo os bombeiros, que receberam mais de mil ligações, não há registro de pessoas feridas ou danos materiais. O Observatório Sismológico em Brasília ainda não confirmou a ocorrência e informou que só vai se pronunciar após 11 horas.
Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
Em dezembro de 2007, um tremor de 4,9 graus na esacala Richter, na comunidade de Caraíbas, na zona rural de Itacarambi, cidade distante a quase 700 km de Itaúna, deixou uma menina de 5 anos morta e seis pessoas feridas. Jessiane Oliveira Silva morreu soterrada pelos escombros da casa em que morava. Ela foi a primeira vítima fatal de um abalo sísmico no país, informaram técnicos do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). O fenômeno destruiu seis casas, provocou avarias em 76 e deixou cerca de 280 pessoas desabrigadas. Os imóveis atingidos ficavam a 36 quilômetros do epicentro.


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Moradores chegaram a pensar que havia ocorrido queda de um avião, mas a hipótese foi descartada.
- Houve tremor em cerca de 8 bairros, mas não tivemos problemas mais sérios. As pessoas relataram ter ouvido estrondo e, em seguida, a terra tremeu. Várias casas tremeram, as pessoas se assustaram e saíram para fora das casas. Todos relataram a mesma coisa - afirmou o major José Ivacir de Souza, coordenador da Defesa Civil de Itaúna.
O major acredita que tenha ocorrido uma acomodação de terra. Não houve registro de tremores anteriores na cidade, que tem 80 mil habitantes.
- Moro aqui desde 1972 e há dois instalamos a Defesa Civil na cidade. Nunca tivemos nada parecido. Agora, estamos aguardando contato do Observatorio Sismológico da Universidade de Brasília - afirmou Souza.
Segundo o jornal local, o secretário de Saúde da cidade, que mora num dos bairros afetados, chegou a montar um plantão médico para receber vítimas caso o tremor tivesse sido provocado pela queda de uma aeronave.
Os três últimos tremores registrados pelo Observatório ocorreram em Minas Gerais, nas cidades de Juramento e Capitão Enéas. No último dia 9 de março, o tremor foi detectado em Juramento, de 2,4 graus na escala Richter. No dia 18 de fevereiro, a magnitude foi de 2,5 e o tremor ocorreu na cidade de Capitão Enéas, precedido de um bem menor, de 1,1.
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colaboradores: carmen e maria celia

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