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14.3.09
Da esquerda para direita, placas de banheiro em Seul (Coreia do Sul), em Storehouse at Foulis (Escócia), em Seul e em Nova York.

O site "losu.org" listou 61 placas de banheiro estranhos pelo mundo. Veja alguns exemplos de símbolos e desenhos que as pessoas se deparam na hora de ir ao toilete.
Confira 12 símbolos criativos com que as pessoas se deparam.Há exemplos de vários lugares, como EUA, França, Coreia do Sul.


fonte:G1
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RIO - Toda noite, um em cada três brasileiros sofre para pegar no sono. Este é o resultado do mais novo estudo da Sociedade Brasileira do Sono (SBS), que entrevistou cerca de 43 mil pessoas em todo o país. Os problemas financeiros, as questões familiares e os distúrbios de saúde são os principais vilões do descanso dos brasileiros, de acordo com a SBS.
Das pessoas que enfrentam dificuldades para pegar no sono, apenas 15% costumam procurar ajuda de um médico, e, mesmo assim, somente depois de meses de insônia, apontou também o estudo da SBS.
Outro dado da pesquisa é que os homens costumam dormir melhor que as mulheres, e o sono deles costuma ficar mais agravado com o aumento de peso e o sedentarismo.
- As mulheres, além de terem uma pré-disposição genética à insônia, sofrem com as jornadas duplas e triplas de trabalho. Além disso, elas sofrem mais com as alterações hormonais, o uso de drogas diversas, principalmente farmacêuticas, e o implacável estresse diário - explica a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono e uma das coordenadoras do estudo.
A médica alerta que a falta de sono crônica pode causar doenças, entre elas diabetes, hipertensão, e obesidade.
- Nosso corpo e nosso sistema nervoso central necessitam de um tempo para restaurar a energia gasta durante um dia em atividades física e mental. Quando não temos uma rotina cotidiana e não respeitamos o nosso relógio biológico, nossas funções fisiológicas ficam desreguladas, gerando sofrimento de todos os sistemas do corpo - explica a médica.
A neurologista alerta que a falta de sono inibe a produção de insulina e eleva a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, aumentando o risco de diabetes. No caso da hipertensão, o sono desregulado aumenta a carga de adrenalina no corpo, acelerando a freqüência cardíaca e a pressão arterial. A insônia também diminui a leptina, hormônio que regula a queima de gordura, e aumenta a grelina, hormônio que estimula a fome.
Para saber se a qualidade do sono está ruim, o ideal é prestar atenção nos seguintes sintomas: fadiga, sonolência diurna, pouca concentração, irritabilidade, mudanças de humor, dor de cabeça, alterações na libido e ansiedade.
- A longo prazo, um sono ruim provoca riscos mais graves como a fraqueza, o envelhecimento precoce, a diminuição do tônus muscular, o comprometimento do sistema imunológico, a tendência a desenvolver doenças crônicas e a perda crônica da memória - completa.
Andrea Bacelar afirma que, em último caso, a solução pode estar nos medicamentos, que hoje estão mais eficientes e têm menos efeitos colaterais que os tranquilizantes do passado.
- Porém, eles só devem ser tomados com orientação médica. A auto-medicação pode piorar o quadro e prejudicar a saúde.


link do postPor anjoseguerreiros, às 16:34  comentar

RIO - Toda noite, um em cada três brasileiros sofre para pegar no sono. Este é o resultado do mais novo estudo da Sociedade Brasileira do Sono (SBS), que entrevistou cerca de 43 mil pessoas em todo o país. Os problemas financeiros, as questões familiares e os distúrbios de saúde são os principais vilões do descanso dos brasileiros, de acordo com a SBS.
Das pessoas que enfrentam dificuldades para pegar no sono, apenas 15% costumam procurar ajuda de um médico, e, mesmo assim, somente depois de meses de insônia, apontou também o estudo da SBS.
Outro dado da pesquisa é que os homens costumam dormir melhor que as mulheres, e o sono deles costuma ficar mais agravado com o aumento de peso e o sedentarismo.
- As mulheres, além de terem uma pré-disposição genética à insônia, sofrem com as jornadas duplas e triplas de trabalho. Além disso, elas sofrem mais com as alterações hormonais, o uso de drogas diversas, principalmente farmacêuticas, e o implacável estresse diário - explica a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono e uma das coordenadoras do estudo.
A médica alerta que a falta de sono crônica pode causar doenças, entre elas diabetes, hipertensão, e obesidade.
- Nosso corpo e nosso sistema nervoso central necessitam de um tempo para restaurar a energia gasta durante um dia em atividades física e mental. Quando não temos uma rotina cotidiana e não respeitamos o nosso relógio biológico, nossas funções fisiológicas ficam desreguladas, gerando sofrimento de todos os sistemas do corpo - explica a médica.
A neurologista alerta que a falta de sono inibe a produção de insulina e eleva a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, aumentando o risco de diabetes. No caso da hipertensão, o sono desregulado aumenta a carga de adrenalina no corpo, acelerando a freqüência cardíaca e a pressão arterial. A insônia também diminui a leptina, hormônio que regula a queima de gordura, e aumenta a grelina, hormônio que estimula a fome.
Para saber se a qualidade do sono está ruim, o ideal é prestar atenção nos seguintes sintomas: fadiga, sonolência diurna, pouca concentração, irritabilidade, mudanças de humor, dor de cabeça, alterações na libido e ansiedade.
- A longo prazo, um sono ruim provoca riscos mais graves como a fraqueza, o envelhecimento precoce, a diminuição do tônus muscular, o comprometimento do sistema imunológico, a tendência a desenvolver doenças crônicas e a perda crônica da memória - completa.
Andrea Bacelar afirma que, em último caso, a solução pode estar nos medicamentos, que hoje estão mais eficientes e têm menos efeitos colaterais que os tranquilizantes do passado.
- Porém, eles só devem ser tomados com orientação médica. A auto-medicação pode piorar o quadro e prejudicar a saúde.


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Das pessoas que enfrentam dificuldades para pegar no sono, apenas 15% costumam procurar ajuda de um médico, e, mesmo assim, somente depois de meses de insônia, apontou também o estudo da SBS.
Outro dado da pesquisa é que os homens costumam dormir melhor que as mulheres, e o sono deles costuma ficar mais agravado com o aumento de peso e o sedentarismo.
- As mulheres, além de terem uma pré-disposição genética à insônia, sofrem com as jornadas duplas e triplas de trabalho. Além disso, elas sofrem mais com as alterações hormonais, o uso de drogas diversas, principalmente farmacêuticas, e o implacável estresse diário - explica a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono e uma das coordenadoras do estudo.
A médica alerta que a falta de sono crônica pode causar doenças, entre elas diabetes, hipertensão, e obesidade.
- Nosso corpo e nosso sistema nervoso central necessitam de um tempo para restaurar a energia gasta durante um dia em atividades física e mental. Quando não temos uma rotina cotidiana e não respeitamos o nosso relógio biológico, nossas funções fisiológicas ficam desreguladas, gerando sofrimento de todos os sistemas do corpo - explica a médica.
A neurologista alerta que a falta de sono inibe a produção de insulina e eleva a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, aumentando o risco de diabetes. No caso da hipertensão, o sono desregulado aumenta a carga de adrenalina no corpo, acelerando a freqüência cardíaca e a pressão arterial. A insônia também diminui a leptina, hormônio que regula a queima de gordura, e aumenta a grelina, hormônio que estimula a fome.
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- As mulheres, além de terem uma pré-disposição genética à insônia, sofrem com as jornadas duplas e triplas de trabalho. Além disso, elas sofrem mais com as alterações hormonais, o uso de drogas diversas, principalmente farmacêuticas, e o implacável estresse diário - explica a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono e uma das coordenadoras do estudo.
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- As mulheres, além de terem uma pré-disposição genética à insônia, sofrem com as jornadas duplas e triplas de trabalho. Além disso, elas sofrem mais com as alterações hormonais, o uso de drogas diversas, principalmente farmacêuticas, e o implacável estresse diário - explica a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono e uma das coordenadoras do estudo.
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- Nosso corpo e nosso sistema nervoso central necessitam de um tempo para restaurar a energia gasta durante um dia em atividades física e mental. Quando não temos uma rotina cotidiana e não respeitamos o nosso relógio biológico, nossas funções fisiológicas ficam desreguladas, gerando sofrimento de todos os sistemas do corpo - explica a médica.
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Outro dado da pesquisa é que os homens costumam dormir melhor que as mulheres, e o sono deles costuma ficar mais agravado com o aumento de peso e o sedentarismo.
- As mulheres, além de terem uma pré-disposição genética à insônia, sofrem com as jornadas duplas e triplas de trabalho. Além disso, elas sofrem mais com as alterações hormonais, o uso de drogas diversas, principalmente farmacêuticas, e o implacável estresse diário - explica a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono e uma das coordenadoras do estudo.
A médica alerta que a falta de sono crônica pode causar doenças, entre elas diabetes, hipertensão, e obesidade.
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A médica alerta que a falta de sono crônica pode causar doenças, entre elas diabetes, hipertensão, e obesidade.
- Nosso corpo e nosso sistema nervoso central necessitam de um tempo para restaurar a energia gasta durante um dia em atividades física e mental. Quando não temos uma rotina cotidiana e não respeitamos o nosso relógio biológico, nossas funções fisiológicas ficam desreguladas, gerando sofrimento de todos os sistemas do corpo - explica a médica.
A neurologista alerta que a falta de sono inibe a produção de insulina e eleva a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, aumentando o risco de diabetes. No caso da hipertensão, o sono desregulado aumenta a carga de adrenalina no corpo, acelerando a freqüência cardíaca e a pressão arterial. A insônia também diminui a leptina, hormônio que regula a queima de gordura, e aumenta a grelina, hormônio que estimula a fome.
Para saber se a qualidade do sono está ruim, o ideal é prestar atenção nos seguintes sintomas: fadiga, sonolência diurna, pouca concentração, irritabilidade, mudanças de humor, dor de cabeça, alterações na libido e ansiedade.
- A longo prazo, um sono ruim provoca riscos mais graves como a fraqueza, o envelhecimento precoce, a diminuição do tônus muscular, o comprometimento do sistema imunológico, a tendência a desenvolver doenças crônicas e a perda crônica da memória - completa.
Andrea Bacelar afirma que, em último caso, a solução pode estar nos medicamentos, que hoje estão mais eficientes e têm menos efeitos colaterais que os tranquilizantes do passado.
- Porém, eles só devem ser tomados com orientação médica. A auto-medicação pode piorar o quadro e prejudicar a saúde.


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RIO - Toda noite, um em cada três brasileiros sofre para pegar no sono. Este é o resultado do mais novo estudo da Sociedade Brasileira do Sono (SBS), que entrevistou cerca de 43 mil pessoas em todo o país. Os problemas financeiros, as questões familiares e os distúrbios de saúde são os principais vilões do descanso dos brasileiros, de acordo com a SBS.
Das pessoas que enfrentam dificuldades para pegar no sono, apenas 15% costumam procurar ajuda de um médico, e, mesmo assim, somente depois de meses de insônia, apontou também o estudo da SBS.
Outro dado da pesquisa é que os homens costumam dormir melhor que as mulheres, e o sono deles costuma ficar mais agravado com o aumento de peso e o sedentarismo.
- As mulheres, além de terem uma pré-disposição genética à insônia, sofrem com as jornadas duplas e triplas de trabalho. Além disso, elas sofrem mais com as alterações hormonais, o uso de drogas diversas, principalmente farmacêuticas, e o implacável estresse diário - explica a neurologista Andrea Bacelar, especialista em medicina do sono e uma das coordenadoras do estudo.
A médica alerta que a falta de sono crônica pode causar doenças, entre elas diabetes, hipertensão, e obesidade.
- Nosso corpo e nosso sistema nervoso central necessitam de um tempo para restaurar a energia gasta durante um dia em atividades física e mental. Quando não temos uma rotina cotidiana e não respeitamos o nosso relógio biológico, nossas funções fisiológicas ficam desreguladas, gerando sofrimento de todos os sistemas do corpo - explica a médica.
A neurologista alerta que a falta de sono inibe a produção de insulina e eleva a quantidade de cortisol, o hormônio do estresse, aumentando o risco de diabetes. No caso da hipertensão, o sono desregulado aumenta a carga de adrenalina no corpo, acelerando a freqüência cardíaca e a pressão arterial. A insônia também diminui a leptina, hormônio que regula a queima de gordura, e aumenta a grelina, hormônio que estimula a fome.
Para saber se a qualidade do sono está ruim, o ideal é prestar atenção nos seguintes sintomas: fadiga, sonolência diurna, pouca concentração, irritabilidade, mudanças de humor, dor de cabeça, alterações na libido e ansiedade.
- A longo prazo, um sono ruim provoca riscos mais graves como a fraqueza, o envelhecimento precoce, a diminuição do tônus muscular, o comprometimento do sistema imunológico, a tendência a desenvolver doenças crônicas e a perda crônica da memória - completa.
Andrea Bacelar afirma que, em último caso, a solução pode estar nos medicamentos, que hoje estão mais eficientes e têm menos efeitos colaterais que os tranquilizantes do passado.
- Porém, eles só devem ser tomados com orientação médica. A auto-medicação pode piorar o quadro e prejudicar a saúde.


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RIO - Os dois adolescentes que morreram na sexta-feira na cachoeira Paraíso, no Morro do Banco, no Itanhangá, serão sepultados neste sábado, no cemitério São João Batista, em Botafogo. Moradores da Rocinha, os estudantes Vanessa Gomes Pontes e Gabriel Magalhães, de 12 e 13 anos, respectivamente, deixaram de ir à escola na sexta-feira para ir à cachoeira com mais três amigos. Por volta das 17h, o casal de namorados resolveu subir mais a cachoeira para tirar fotos e escorregou.
Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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RIO - Os dois adolescentes que morreram na sexta-feira na cachoeira Paraíso, no Morro do Banco, no Itanhangá, serão sepultados neste sábado, no cemitério São João Batista, em Botafogo. Moradores da Rocinha, os estudantes Vanessa Gomes Pontes e Gabriel Magalhães, de 12 e 13 anos, respectivamente, deixaram de ir à escola na sexta-feira para ir à cachoeira com mais três amigos. Por volta das 17h, o casal de namorados resolveu subir mais a cachoeira para tirar fotos e escorregou.
Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

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A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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RIO - Os dois adolescentes que morreram na sexta-feira na cachoeira Paraíso, no Morro do Banco, no Itanhangá, serão sepultados neste sábado, no cemitério São João Batista, em Botafogo. Moradores da Rocinha, os estudantes Vanessa Gomes Pontes e Gabriel Magalhães, de 12 e 13 anos, respectivamente, deixaram de ir à escola na sexta-feira para ir à cachoeira com mais três amigos. Por volta das 17h, o casal de namorados resolveu subir mais a cachoeira para tirar fotos e escorregou.
Gabriel morreu na hora e Vanessa foi resgatada viva pelo vigia José Cláudio Silva de Oliveira, morador do Morro do Banco, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital. Os dois adolescentes inicialmente tinham sido incluídos na lista das vítimas do temporal que atingiu a cidade no fim da tarde de sexta.
Na sexta, um temporal de cerca de uma hora castigou a Região Metropolitana do Rio no fim da tarde. Em Caxias, na Baixada Fluminense, um homem foi atingido por um raio no aterro sanitário de Gramacho, onde estaria trabalhando. ( veja imagens de leitores da chuva na cidade ). Ele foi socorrido por colegas e foi levado para o Hospital de Saracuruna, onde já chegou com uma parada cardíaca e morreu.

Saiba mais sobre o temporal que atingiu o Rio
A chuva forte, que começou na Zona Oeste pouco depois das 18h, rapidamente chegou à Zona Sul e ao Centro, deixando algumas das principais vias de acesso da cidade cheias de bolsões d'água ou completamente alagadas. Em menos de meia hora, quem passava pelas principais vias da Barra já sofria com os bolsões d'água e o trânsito congestionado. No momento do temporal, quem seguia pela Avenida Radial Oeste ou pela Praça da Bandeira em direção ao Centro enfrentava bolsões d'água e fluxo lento. A Avenida Presidente Vargas ficou bastante engarrafada em direção à Zona Norte.
O temporal veio acompanhado de ventos fortes e muitas trovoadas. Alguns bairros da cidade, como Santa Teresa, Bangu, Jacarepaguá, Realengo e Campo Grande, tiveram problemas com o fornecimento de energia durante o temporal. A Central do Brasil ficou 15 minutos apagada por causa de intensa descarga elétrica, chegando a ser atingida por um raio. O Aeroporto Santos Dumont ficou fechado para pousos e decolagens por cerca de uma hora. Já o Tom Jobim teve de operar por instrumentos. Barcas circularam com velocidade reduzida .
O temporal tinha sido previsto pela meteorologia. De acordo com o Instituto Climatempo, o tempo quente e úmido e a aproximação de uma frente fria favoreceram a formação de nuvens carregadas que castigaram a cidade. A previsão é de tempo instável no fim de semana.


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BRASÍLIA - Portaria publicada nesta sexta-feira no Diário da União reforça que o doente de câncer tem que ter tratamento integrado da doença nos hospitais habilitados na área de oncologia. A habilitação de um hospital em oncologia significa que ele realiza duas modalidades do tratamento de câncer: a cirurgia e a quimioterapia, no mínimo, sendo o serviço de radioterapia, quando existente, devidamente especificado na habilitação.
A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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BRASÍLIA - Portaria publicada nesta sexta-feira no Diário da União reforça que o doente de câncer tem que ter tratamento integrado da doença nos hospitais habilitados na área de oncologia. A habilitação de um hospital em oncologia significa que ele realiza duas modalidades do tratamento de câncer: a cirurgia e a quimioterapia, no mínimo, sendo o serviço de radioterapia, quando existente, devidamente especificado na habilitação.
A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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BRASÍLIA - Portaria publicada nesta sexta-feira no Diário da União reforça que o doente de câncer tem que ter tratamento integrado da doença nos hospitais habilitados na área de oncologia. A habilitação de um hospital em oncologia significa que ele realiza duas modalidades do tratamento de câncer: a cirurgia e a quimioterapia, no mínimo, sendo o serviço de radioterapia, quando existente, devidamente especificado na habilitação.
A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

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A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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BRASÍLIA - Portaria publicada nesta sexta-feira no Diário da União reforça que o doente de câncer tem que ter tratamento integrado da doença nos hospitais habilitados na área de oncologia. A habilitação de um hospital em oncologia significa que ele realiza duas modalidades do tratamento de câncer: a cirurgia e a quimioterapia, no mínimo, sendo o serviço de radioterapia, quando existente, devidamente especificado na habilitação.
A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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BRASÍLIA - Portaria publicada nesta sexta-feira no Diário da União reforça que o doente de câncer tem que ter tratamento integrado da doença nos hospitais habilitados na área de oncologia. A habilitação de um hospital em oncologia significa que ele realiza duas modalidades do tratamento de câncer: a cirurgia e a quimioterapia, no mínimo, sendo o serviço de radioterapia, quando existente, devidamente especificado na habilitação.
A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

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A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

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De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
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Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

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De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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A partir de 2007, o governo passou a não mais habilitar novos serviços isolados de radioterapia ou de quimioterapia, com o intuito de oferecer ao paciente um atendimento integral, que só é viável dentro de um hospital, com uma estrutura de serviços gerais e especializados.

São 11 novos hospitais credenciados em 7 estados
A portaria atualiza as 231 habilitações hospitalares existentes no tratamento do câncer no país e credencia, na rede do Sistema Único de Saúde (SUS), 11 novos hospitais em sete estados. Serão beneficiados os municípios de Salvador (BA), Anápolis (GO), Betim (MG), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Arapongas (PR), Curitiba (PR), Umuarama (PR), Natal (RN), São José dos Campos (SP) e São Paulo (SP). Com a publicação desse documento, todos os estados brasileiros - exceto Roraima - passam a ter, pelo menos, um hospital habilitado em oncologia.
De acordo com ministério, o objetivo era acabar com os serviços isolados, mas, como algumas unidades de saúde ainda não têm condições de se habilitarem como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), o ministério está dando mais um prazo para que eles se adequem e se mantenham na rede.
- É internacionalmente reconhecido que o desenvolvimento do diagnóstico e do tratamento do câncer exige profissionais experientes e estabelecimentos de saúde com estrutura adequada - explica Inez Gadelha, da coordenação-geral de Alta Complexidade, do Ministério da Saúde.
Estima-se que, em 1999, 156 mil doentes receberam quimioterapia no país. Em 2008, esse número já ultrapassava 251 mil - o que representa um crescimento de 60,89% no número anual de pacientes de câncer atendidos no país .


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...a escola perde a graça. Se escapulir da sala de aula já é uma tentação para algumas crianças com visão perfeita, que dirá para aquelas que não enxergam com nitidez. A saúde dos olhos é o primeiro passo para um boletim nota 10

Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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...a escola perde a graça. Se escapulir da sala de aula já é uma tentação para algumas crianças com visão perfeita, que dirá para aquelas que não enxergam com nitidez. A saúde dos olhos é o primeiro passo para um boletim nota 10

Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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...a escola perde a graça. Se escapulir da sala de aula já é uma tentação para algumas crianças com visão perfeita, que dirá para aquelas que não enxergam com nitidez. A saúde dos olhos é o primeiro passo para um boletim nota 10

Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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...a escola perde a graça. Se escapulir da sala de aula já é uma tentação para algumas crianças com visão perfeita, que dirá para aquelas que não enxergam com nitidez. A saúde dos olhos é o primeiro passo para um boletim nota 10

Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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...a escola perde a graça. Se escapulir da sala de aula já é uma tentação para algumas crianças com visão perfeita, que dirá para aquelas que não enxergam com nitidez. A saúde dos olhos é o primeiro passo para um boletim nota 10

Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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...a escola perde a graça. Se escapulir da sala de aula já é uma tentação para algumas crianças com visão perfeita, que dirá para aquelas que não enxergam com nitidez. A saúde dos olhos é o primeiro passo para um boletim nota 10

Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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Giovanni Zanarella Ferreira,7 anos, está animado com a chegada de seus óculos novos, de armação marrom. Antes da estreia no mundo de lentes e hastes, em julho de 2007, não havia acordo que o mantivesse sentado na carteira da escola. “Eu ia brincar fora da sala o tempo todo”, conta esse pequeno paulista de Amparo, no interior do estado. Além de torná-lo, digamos, famoso no colégio, a inquietação despertou uma suspeita: a de que ele fosse uma criança hiperativa. “Nós o levamos a vários médicos, inclusive ao neurologista”, lembra a mãe, a funcionária pública Heloisa. E o mistério só foi desvendado em uma consulta de rotina no oftalmologista. O problema? Quatro graus de astigmatismo. Isso significava que os livros, os colegas e a professora não passavam de um grande borrão. Daí tanto desinteresse. Casos como o de Giovanni não são raros. “Estima-se que de 10 a 15% das crianças em idade escolar apresentam problemas oculares que podem influenciar o desempenho acadêmico”, ressalta Mitchell Scheiman, especialista em optometria, da Faculdade de Optometria da Pensilvânia, nos Estados Unidos — essa área da saúde também estuda o desenvolvimento visual. Muitas vezes, os próprios professores notam que algo não vai bem e sugerem uma visita ao médico. “Eles são ótimos para fazer essa triagem, porque conhecem bem as crianças e acompanham o seu desenvolvimento”, diz a oftalmologista Maria Elizabeth Mota, de Itu, no interior de São Paulo. Um olhar cuidadoso sobre o comportamento da garotada pode denunciar até mesmo distúrbios que se escondem por trás de uma visão supostamente saudável. “Um míope costuma se aproximar muito da televisão, reclamar de dor de cabeça e evitar brincadeiras ao ar livre”, exemplifica Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier, em Campinas, no interior paulista. Já o hipermétrope, que tem dificuldades para enxergar de perto, prefere justamente as atividades em lugares abertos. “É importante observar esses sintomas porque a criança não sabe informar se está enxergando bem ou não”, aconselha Leôncio.
Apesar de, na prática, muitas crianças chegarem à escola sem passar por um exame preventivo, o ideal é conferir se os olhos dos pequenos estão em ordem muito antes de preparar a primeira lancheira. ASociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica recomenda um exame completo a cada seis meses durante os dois primeiros anos de vida. Depois disso, o acompanhamento deve ser anual. Pode parecer exagero, mas o fato é que, quanto antes o estorvo for descoberto, maior a chance de se ver livre dele. “Uma doença ocular não diagnosticada na infância, por sua vez, pode interromper o desenvolvimento da visão”, alerta Célia Nakanami, chefe do Setor de Oftalmopediatria da Universidade Federal de São Paulo. Em alguns casos, esses problemas se passam por inquilinos dissimulados. Instalam-se sorrateiramente e não fazem a menor questão de avisar que pretendem ficar por ali. “Uma criança que enxerga bem com apenas um olho pode ter uma vida absolutamente normal”, afirma Claudia de Paula Faria, oftalmologista do Hospital de Olhos de São Paulo. Como as dificuldades às vezes não saltam aos olhos, aí está mais um motivo para manter as visitas ao médico em dia. É o único jeito de garantir vista longa aos pequenos e, claro, dar condições para que mostrem todo o seu talento em sala de aula. Giovanni, que cursa a 2a série este ano, deixou as escapulidas da classe para trás. Ainda assim, não pensa duas vezes antes de responder qual é a sua disciplina preferida: “Educação física”. Uma questão de gosto — e não mais de saúde.
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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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São Paulo - Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e com pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas. Ciente dessa situação, a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente prepara uma grande licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos nos 33 parques municipais, o que deve levar de seis a oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.
A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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A reportagem visitou dez parques - Água Branca, Piqueri, Carmo, Aclimação, Ibirapuera, Trote e Linear de Sapopemba, municipais, e Villa Lobos, Horto Florestal e Independência, estaduais. Nove apresentam vários tipos de problemas. A única exceção foi o Parque do Trote, na Vila Guilherme, zona norte, não porque os brinquedos estivessem adequados: o local simplesmente não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada. Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser retirados.
Já no Parque do Ibirapuera, o mais visitado da cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados expostos. Em outra, um "jeitinho": a gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas os pregos foram martelados. Parte dos balanços, quebrados, estava interditada com uma fita plástica, que foi levada pela chuva na semana passada. Assim, os brinquedos, tortos e enferrujados, podem ser usados por qualquer um.
No Parque Estadual Fernando Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria Estadual de Agricultura e sedia vários órgãos estaduais, os brinquedos "nadam" em uma piscina de terra dura e pedras. Estão enferrujados, soltando lascas de madeira e quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria haver areia ou grama, só barro - um convite para acidentes. Já no Parque do Piqueri, no Tatuapé, zona leste, os brinquedos estão tão antigos e abandonados que alguns têm teias de aranha.
São apenas alguns (maus) exemplos. "A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a quedas", diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da organização não-governamental (ONG) Criança Segura. As quedas, diz a coordenadora, representam 55% das hospitalizações de crianças de até 14 anos. Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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Nesse sábado será feita uma feira de doação de cães e gatos no CCZ de São Paulo.
Para adotar basta levar o RG, CPF e comprovante de residência para se fazer um cadastro. Os animais que estão sendo doados são michochipados, ou seja, possuem um chip que permitirá saber de quem é o dono o que é muito bom! Há uma taxa de R$ 14,60, oque eu acho necessário pois impede a adoção por impulso, que mais tarde, acaba em novo abandono.
Feira de Adoção do CCZ
Quando: sábado (14), das 9h às 15h
Onde: Centro de Controle de Zoonoses (r. Santa Eulália, 86, Santana, tel. 0/xx/11 2221-0449)


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Feira de Adoção do CCZ
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Feira de Adoção do CCZ
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Feira de Adoção do CCZ
Quando: sábado (14), das 9h às 15h
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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
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A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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RIO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, expulsou do país a mostra Corpo Humano, por considerá-la macabra e reflexo de uma decomposição moral do mundo. A exposição já rodou 37 países e fez muito sucesso no Brasil.
A técnica criada nos anos 70 pelo alemão Gunther Von Hagens, e aperfeiçoada pelo americano Roy Glover, permite dissecar e plastificar uma infinidade de pequenas partes do corpo humano. Ao sobrepor milhares de tecidos, incluindo ossos, músculos, nervos, vasos e vísceras, a impressão é de observar um corpo vivo, pelo lado de dentro.
A exibição pública de corpos e órgãos verdadeiros, preservados através de um processo de polimerização, já causou polêmicas em vários países, sobretudo, com lideres católicos e judeus. Agora foi a vez do presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
- Estamos na presença de algo macabro. São restos humanos diante de nossos narizes. O que é isso? É um sinal muito evidente da imensa decomposição moral que sacode este planeta - acredita o presidente venezuelano.
Chávez disse que a revolução socialista é feita por uma revolução de valores e mandou fechar a empresa organizadora do evento. Corpos e órgãos que faziam parte da mostra não poderão permanecer em território venezuelano. Segundo o presidente, as autoridades alfandegárias foram levadas a acreditar que tudo era de plástico.
A empresa se defende. Diz que a mostra é uma contribuição para o conhecimento do corpo humano e que os corpos entraram na Venezuela da mesma forma que em outros 36 países.
Mais de três milhões de pessoas já visitaram a mostra em todo o mundo. A exposição percorreu Estados Unidos, México, países da Europa, Ásia e América do Sul.


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Parem! Sentem-se e abram os olhos. Estamos vivendo um momento muito especial.

Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Parem! Sentem-se e abram os olhos. Estamos vivendo um momento muito especial.

Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Parem! Sentem-se e abram os olhos. Estamos vivendo um momento muito especial.

Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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Hoje o governo suíço reuniu-se e tomou uma decisão importantíssima: o país irá adotar os padrões da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em questões fiscais. Vou traduzir: o sigilo bancário será modelado para permitir que outros países possam investigar se seus cidadãos burlaram o fisco e depositaram o dinheiro nos bancos helvéticos. Eles só precisam ter indícios fortes e fundamentados.Como num castelo de cartas, um após outro, os paraísos fiscais do planeta estão cedendo frente ao rolo compressor do G-20, o grupo que consiste nas 19 maiores potências do mundo, junto com a União Européia. A lista é impressionante: Liechtenstein, Andorra, Ilha de Man, Ilhas Cayman, Cingapura, Hong Kong, Luxemburgo, Áustria e agora a Suíça. Por muito tempo esses países eram como uma fortaleza, onde sonegadores e proprietários de "caixas dois" sentiam-se protegidos atrás do muro de granito do sigilo bancário. Porém a ameaça do G-20 de colocar os chamados "tax havens" em uma lista negra acionou o alarme geral. O medo pode ser compreendido: na maior parte desses países a indústria e as pequenas e médias empresas são responsáveis por um bolo muito maior do PIB do que o mercado financeiro. Muitos empregos estariam em jogo se as exportações ou investimentos externos forem prejudicados.Como é possível ter acontecido essa revolução, depois de décadas de protestos ignorados? Uma série de acontecimentos únicos. Em primeiro lugar a crise econômica. Os cofres públicos nos países desenvolvidos estão vazios. Em segundo, os CDs que o serviço secreto alemão comprou de um banqueiro renegado de Liechtenstein revelaram a que proporção os ricos alemães utilizavam o principado para escapar do Leão. Depois, nos Estados Unidos, a prisão de um alto funcionário do UBS desvendou um sistema impressionante de ajuda à sonegação para milionários americanos, onde funcionários utilizavam até cabines telefônicas para despistar os agentes do fisco e ajudar seus clientes milionários a esconder suas fortunas em paraísos fiscais. O maior banco suíço aceitou a sua culpa no tribunal e mostrou que o sistema não apenas "colaborava", mas até incentivava pessoas ao crime. Assim cai por terra o principal argumento liberal de que os paraísos fiscais existem apenas para defender o dinheiro arduamente poupado das garras de governos perdulários com seus impostos abusivos. O fato é que este direito é um privilégio reservado unicamente a uma minoria de endinheirados. Nos outros países, a grande parte dos assalariados não tem outra escolha a não ser sentar, preencher os formulários e ter uma boa parte da renda destinada ao pagamento de serviços para o bem comum: saúde, ensino, segurança ou até a mesmo a limpeza das nossas ruas. Isso sem esquecer que os países do Terceiro Mundo sempre foram os que mais sofreram com a evasão fiscal e o sigilo bancário. Na Suíça, muitos ditadores encontraram seu porto seguro para os milhões roubados dos seus povos: Jean-Claude Duvalier (Haiti), Ferdinand Marcos (Filipinas) ou Mobutu Sese Seko (Congo). A situação está mudando e em breve nenhum país civilizado irá aceitar esses fundos.A resposta do governo helvético aos novos tempos dá o tom: "O sigilo bancário não deve proteger os autores de delitos fiscais. Em um contexto de globalização dos mercados financeiros e, sobretudo, de crise financeira, a cooperação internacional em matéria fiscal é um importante incremento. O governo federal continuará apoiar os esforços desdobrados nesse sentido".


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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
link do postPor anjoseguerreiros, às 12:10  comentar

A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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A tragédia provocada na última quinta-feira, 12, por Kléber Barbosa da Silva, 31, foi apenas o desfecho trágico de uma vida marcada por desemprego, crises depressivas, problemas conjugais e uma acusação de estupro. As investigações conduzidas pela Polícia Civil apontam o responsável pela queda do avião monomotor, que resultou na morte dele e da filha, Penélope Barbosa Corrêa, 5, no estacionamento do shopping Flamboyant, como uma pessoa emocionalmente desequilibrada e com tendências suicidas. “Ele não conseguia gerenciar a própria vida”, teorizou o delegado titular do 8º Distrito Policial de Goiânia, Manoel Borges de Oliveira.
Para a polícia, a acusação de estupro de uma adolescente de 13 anos, na tarde de segunda-feira, 9, em Aparecida de Goiânia (veja matéria ao lado), foi o estopim para que ele decidisse dar cabo à própria vida e da família. Aos investigadores, não restam dúvidas de que a queda do avião foi proposital. A trajetória descrita pela Polícia Militar (PM) indica que Kléber tinha a intenção de atingir o shopping. O desastre só não foi maior porque a aeronave atingiu uma das sibipirunas (árvores de flores amarelas) que ornamentam o estacionamento do Flamboyant. O choque inicial amorteceu a queda e desviou o avião para os carros. “Tudo nos leva a crer que ele buscava o sensacionalismo com este episódio. Ele quis dar glamour à própria morte”, afirmou. A tentativa de homicídio da própria mulher antes de sequestrar o avião demonstra que Kléber ainda era capaz de raciocinar quando sequestrou a família. “A mulher poderia resistir, dar trabalho a ele, se agarrar ao piloto do avião; por isso, ele se livrou da Érika antes.”
Arma não é encontrada
Peritos do Instituto de Criminalística e Corpo de Bombeiros vistoriaram a aeronave novamente ontem, ainda no estacionamento do shopping. As principais informações sobre o avião foram colhidas na cena do acidente por ele ser de pequeno porte e não possuir caixa-preta. Instrumentos de bordo foram checados e o local fotografado pelos peritos, que utilizaram desencarceradores para abrir a lataria do avião e facilitar as buscas. O momento mais dramático foi a retirada dos chinelos que a menina Penélope Barbosa Corrêa, 5, usava no momento do acidente. A arma que Kléber teria utilizado para render o piloto José Luiz e sequestrar o monomotor em Luziânia não foi encontrada entre os destroços. A tese assumida é que o revólver tenha sido arremessado pelo piloto durante o voo ou no momento do impacto da queda. “Precisamos apenas localizar a arma que o autor utilizou no sequestro do avião e todos os pontos estarão fechados”, disse Manoel Borges.“
Tive medo que ele me matasse”, diz menor violentada, que reconhece Kléber por meio de fotos e da identificação de seu veículo. A vítima reconheceu o agressor por meio de fotos e da identificação do veículo, um Vectra O crime aconteceu entre meio-dia e uma hora da tarde, em local desconhecido da vítima. A jovem ia a pé para a escola quando foi abordada por Kléber. “Normalmente, ela ia de ônibus, mas naquele dia não tinha dinheiro para a passagem”, informou a delegada. O agressor teria pedido informação sobre endereço de uma loja. Ele teria insistido à adolescente que o levasse até o local, que depois a levaria à escola. Diante da insistência, a adolescente entrou no carro. Ao perceber que Kléber tomava outro caminho, percebeu a intenção dele. “O que você vai fazer comigo?” - teria lhe perguntado a jovem. Segundo o inquérito, o agressor teria respondido que “só iam dar um passeio”. Kléber parou o carro em um matagal, em local desconhecido da vítima. Ele ordenou que ela fosse para o banco de trás e se despisse, sob ameaça de morte. A adolescente implorou para que ele não a violentasse, mas não houve como convencê-lo. Após estuprá-la, Kléber ameaçou abandoná-la no local. Diante dos pedidos da garota para que não a deixasse, ele teria afirmado: “Eu sou muito gentil; então, vou te deixar perto de casa. Eu poderia ser muito pior, fazer como aqueles homens da televisão e te matar.” A adolescente também afirmou que ele entregou R$ 17 em dinheiro para que ela não contasse nada a ninguém.
A Polícia Civil deve concluir o inquérito policial até a próxima semana. Além dos laudos cadavéricos, e do local da queda, o delegado também pedirá exame toxicológico para descobrir se Kléber estava sob efeito de alguma droga quando sequestrou a família e derrubou o avião com a filha. O rapaz não tinha passagens pela polícia.


Fonte: Diário da Manhã
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MADRI, Espanha (AFP) - O sangue do cordão umbilical do primeiro bebê espanhol selecionado geneticamente para curar o irmão conseguiu restabelecer a saúde do menino enfermo, afetado de um tipo grave de anemia congênita.
Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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MADRI, Espanha (AFP) - O sangue do cordão umbilical do primeiro bebê espanhol selecionado geneticamente para curar o irmão conseguiu restabelecer a saúde do menino enfermo, afetado de um tipo grave de anemia congênita.
Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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MADRI, Espanha (AFP) - O sangue do cordão umbilical do primeiro bebê espanhol selecionado geneticamente para curar o irmão conseguiu restabelecer a saúde do menino enfermo, afetado de um tipo grave de anemia congênita.
Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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MADRI, Espanha (AFP) - O sangue do cordão umbilical do primeiro bebê espanhol selecionado geneticamente para curar o irmão conseguiu restabelecer a saúde do menino enfermo, afetado de um tipo grave de anemia congênita.
Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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MADRI, Espanha (AFP) - O sangue do cordão umbilical do primeiro bebê espanhol selecionado geneticamente para curar o irmão conseguiu restabelecer a saúde do menino enfermo, afetado de um tipo grave de anemia congênita.
Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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MADRI, Espanha (AFP) - O sangue do cordão umbilical do primeiro bebê espanhol selecionado geneticamente para curar o irmão conseguiu restabelecer a saúde do menino enfermo, afetado de um tipo grave de anemia congênita.
Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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MADRI, Espanha (AFP) - O sangue do cordão umbilical do primeiro bebê espanhol selecionado geneticamente para curar o irmão conseguiu restabelecer a saúde do menino enfermo, afetado de um tipo grave de anemia congênita.
Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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Este foi o primeiro processo do tipo integralmente realizado na Espanha.
"O pequeno Andrés, de sete anos, conseguiu superar a doença graças ao trasplante de sangue do cordão umbilical do irmão, Javier", afirma um comunicado.
Javier, nascido em outubro de 2008, é fruto de uma seleção in-vitro de um embrião sem a anomalia genética que afeta o irmão mais velho, que depois foi implantado no útero de sua mãe.
O trasplante de medula, realizado em 23 de janeiro no hospital Virgen del Rocío de Sevilha, permitiu a Andrés ser curado de sua doença, uma beta talassemia maior, a forma mais grave de anemia genética provocada por uma anomalia dos genes da hemoglobina.



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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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WASHINGTON, EUA (AFP) - Uma associação de consumidores americana alertou nesta sexta-feira sobre dezenas de marcas de produtos de higiene para bebês que, segundo um relatório, contêm substâncias cancerígenas.
A associação "Campaign for Safe Cosmetics" ("Campanha por cosméticos seguros", em tradução livre)) pediu a um laboratório independente que analisasse várias amostras de sabonetes, xampus e outros produtos de higiene para determinar se continham formaldeído, um derivado do formol, e dioxano, um tipo de éter. Segundo o relatório, 23 dos produtos estudados contêm formaldeído e 17 apresentam as duas subtâncias.
O formaldeído (metanol) é un desinfetante, composto intermediário usado na indústria química (plásticos, resinas, adesivos) e no embalsamamento. O dioxano é um éter utilizado às vezes para fazer espuma.
Segundo o Instituto Nacional do Câncer americano, estudos demonstram que a exposição de pessoas ao formaldeído pode ser relacionada ao câncer de mama, garganta, faringe e até alguns tipos de leucemia.
A comissão de segurança dos produtos de consumo estimou que até pequenos restos de dioxano podem "causar preocupação", já que o departamento da Saúde americano e a agência de Meio Ambiente indentificaram este éter como uma das causas do câncer em animais e "provavelmente em humanos".
"Se esses produtos químicos podem produzir câncer nos animais, certamente não deveríamos colocá-los na cabeça de nossos bebês", afirmou Stacy Malkan, coordenadora da "Campaign for Safe Cosmetics".
Entre as marcas apontadas estão o popular Johnson's Baby Shampoo, o L'Oréal Kids Extra Gentle 2 em 1 e o sabão para as mãos Pampers Kandoo que, segundo as análises, contém formaldeído suficiente para provocar uma reação alérgica na pele.


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


link do postPor anjoseguerreiros, às 09:48  comentar

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?

A reportagem sobre a vida de Sean Bianchi Goldman, publicada em EPOCA, me revelou a que grau podem chegar a cegueira e a histeria de adultos insensíveis aos desejos de um menino de oito anos. Por mostrar que Sean é feliz no Rio de Janeiro, revelar a versão da família brasileira e testemunhar seu amor pelo padrasto – a quem chama de pai –, fui chamada por americanos de “fucking whore” e acusada de ter escolhido a profissão errada: “Você deveria estar limpando banheiros nos Estados Unidos”.
Está em jogo o destino de um menino de oito anos com dupla nacionalidade: americana e brasileira. Por que ele precisa escolher entre as duas famílias? Não é difícil imaginar o que Sean respondeu aos psicólogos. Deve ter dito que não quer mudar-se agora do Rio de Janeiro para Nova Jersey. Aqui, ele vive bem há quatro anos com os avós maternos e o padrasto. João Paulo Lins e Silva é reconhecido por vizinhos, por amigos e professores de Sean como seu pai. O menino perdeu a mãe, Bruna, em agosto, no parto de sua irmãzinha de seis meses, Chiara.
Mas o pai biológico tem casa em Nova Jersey, com rio, floresta e barcos, e manteve intacto o quarto do filho, que saiu em férias com a mãe em junho de 2004 e não voltou. O desfecho deveria ser simples: na falta da mãe, o filho deve morar com o pai biológico. Desde que o pai queira e não seja desequilibrado, desempregado ou alcoólatra.
Normalmente, seria assim, se Sean reconhecesse David como pai e se as duas famílias não tivessem se engalfinhado na Justiça e cultivado o ódio mútuo. Há ameaças na internet, lobbies no Congresso dos EUA e manifestações de rua. Sean foi transformado em um troféu de guerra. É uma criança inteligente, consciente e esperta. Quem pensa que pode tornar-se amigo dele chamando sua mãe de criminosa, seu padrasto de sequestrador, e sua avó materna de ridícula, quem pensa assim está louco. Se o pai biológico imagina que pode tirá-lo à força de onde vive, com mandado de “busca e apreensão”, a ajuda da Polícia Federal brasileira e o apoio de um deputado americano, é porque está fora de si.
David só será considerado “daddy” pelo filho se reconquistar esse papel legitimamente. Controlando a ansiedade, o desejo de vingança, e comportando-se como pai – o que não fez nos últimos quatro anos e meio. Ele poderia ter tentado ver o filho quando vinha ao Brasil, em vez de ir aos tribunais. Eis o grande nó desse drama familiar. Se Sean já morava no Brasil com a mãe, se a lei em todos os países costuma dar a guarda de filhos pequenos à mãe, se em 2007 Bruna foi inocentada pela Justiça brasileira da acusação de sequestro, por que David não retomou o vínculo com seu filho em vez de dar alguns telefonemas e enviar raros cartões dizendo “I love you”? Por que esperou Bruna morrer? Se o pai americano provasse que a família brasileira o impediu de ver Sean, eu consideraria um crime, uma crueldade sem limite. Nenhuma mãe, nenhum pai tem esse direito, a não ser que o outro represente perigo para a criança. Por enquanto, não parece ser o caso de Sean e David.
David não precisa obter “a guarda definitiva” de Sean com açodamento. Venha ao Brasil várias vezes agora, para visitar seu filho e levá-lo para passear, não para agir como estrela lacrimejante de televisão. Reconstrua aos poucos sua relação com ele, não incite o mundo a odiar os que cuidam de Sean desde 2004 com carinho. Quem sabe, daqui a um ou dois anos, Sean já o enxergue como um de seus dois pais, como aquele que o concebeu junto com a mãe. Sean pode querer estudar nos EUA – não num pais racista e xenófobo que abomina sua família brasileira e enxerga guerras em tudo. Mas num país tolerante e civilizado, que entenda as nuances dos conflitos humanos e busque a paz.

O menino de 8 anos foi transformado em troféu de guerra. Por que as famílias não pensam só nele?
Num mundo ideal, Bruna teria dito a David, ainda nos EUA, em 2000, que o casamento terminara, que ela gostaria de voltar ao Brasil e o casal precisava negociar um acordo para Sean não perder o convívio com o pai. Provavelmente, Bruna desconfiava que o marido não aceitaria isso – e ela se tornaria refém de David em Nova Jersey. Decidiu falar em divórcio quando já estivesse no Brasil. Foi um erro, não um crime. Ela não falsificou a assinatura do marido, ela não fugiu para lugar desconhecido.
David deve ter sentido uma dor aguda ao saber que Bruna e Sean não voltariam. Mas, será que hoje ele continua convicto de ter agido no melhor interesse do filho? Se Bruna não tivesse morrido no parto, David nunca mais visitaria seu filho, não o beijaria, não saberia como ele vive, não checaria se é bem tratado ou não? Só o veria em fotos?
O que li em epoca.com.br me estarreceu. As convicções destemperadas das duas torcidas me atemorizaram. Houve quem comparasse Bruna à sequestradora Vilma Martins, que levou Pedrinho de um hospital ainda bebê e fingiu ser sua mãe durante 16 anos. As bobagens se sucediam em comentários cheios de raiva. Quem mandou Bruna casar com um americano? Se casou, teria de ficar nos EUA para o resto da vida – não importa a que custo. David é um ex-modelo, sua renda não é regular. Isso o desqualifica como pai? Claro que não. Se for verdade que, numa briga conjugal, David teria dado socos num armário, isso o tornaria um pai violento? Não necessariamente.
A disputa por Sean traz à tona alguns mitos sobre a paternidade e a maternidade. O maior é que “pai é pai” e “mãe é mãe”. Quantos pais estupram as filhas, quantas mães abandonam seu bebê no lixo, quantos pais e mães espancam suas crianças, moram com elas mas não as escutam nem as educam? Quantos homens abandonam os lares, deixando os filhos para trás, para que as mulheres os criem sozinhas? Quantas mães solteiras não conseguem que os “pais biológicos” registrem os filhos? Quantas mulheres adorariam que seus ex-maridos comparecessem mais, com presença afetiva, e compartilhassem a tarefa de educar os filhos? Não há lei nacional ou internacional que obrigue alguém a assumir reais deveres de pai e mãe. Não há casamento civil ou religioso que garanta que os dois pombinhos de branco se tornem pais e mães de bem. Ser “sangue do meu sangue” não assegura nada. É o começo de uma história que pode ou não ter final feliz – vai depender da maturidade dos adultos.
Se um dia Sean foi feliz nos EUA, hoje ele é mais feliz no Rio. Daqui a alguns anos, poderá ser mais feliz na Europa ou na Ásia. Por que tanta obsessão com a “guarda definitiva”, se hoje os filhos decidem dar tchau para os pais, viajar e morar na África?
As famílias devem colocar de lado seus egos e mágoas passadas. E pensar só em Sean e seu bem-estar. Conversem. Protejam o menino. O melhor para ele é ganhar o convívio com as duas famílias, a americana e a brasileira. Por que não criam o site deixemseanempaz.org?


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SÃO PAULO e PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto, em Iraí (RS), pretende ficar com a criança, que nasceu nesta quarta-feira. De acordo com o delegado Antônio Maieron, que acompanha o caso, a menina mora com a mãe de criação (que na verdade é tia de segundo grau dela) e deve voltar para a casa da família assim que tiver alta hospitalar.
- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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SÃO PAULO e PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto, em Iraí (RS), pretende ficar com a criança, que nasceu nesta quarta-feira. De acordo com o delegado Antônio Maieron, que acompanha o caso, a menina mora com a mãe de criação (que na verdade é tia de segundo grau dela) e deve voltar para a casa da família assim que tiver alta hospitalar.
- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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SÃO PAULO e PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto, em Iraí (RS), pretende ficar com a criança, que nasceu nesta quarta-feira. De acordo com o delegado Antônio Maieron, que acompanha o caso, a menina mora com a mãe de criação (que na verdade é tia de segundo grau dela) e deve voltar para a casa da família assim que tiver alta hospitalar.
- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
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A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
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A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
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A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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SÃO PAULO e PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto, em Iraí (RS), pretende ficar com a criança, que nasceu nesta quarta-feira. De acordo com o delegado Antônio Maieron, que acompanha o caso, a menina mora com a mãe de criação (que na verdade é tia de segundo grau dela) e deve voltar para a casa da família assim que tiver alta hospitalar.
- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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SÃO PAULO e PORTO ALEGRE - A menina de 11 anos que engravidou depois de ser abusada sexualmente pelo padrasto, em Iraí (RS), pretende ficar com a criança, que nasceu nesta quarta-feira. De acordo com o delegado Antônio Maieron, que acompanha o caso, a menina mora com a mãe de criação (que na verdade é tia de segundo grau dela) e deve voltar para a casa da família assim que tiver alta hospitalar.
- A família manifestou a intenção de ficar com a criança e não encaminhá-la para adoção - afirmou o delegado.
Leia também: Na Bahia, pai é acusado de engravidar menina de 13 anos
A menina deu à luz uma menina com 2,8 quilos e 45 centímetros. A criança nasceu de cesárea, por volta das 11h15m da quarta-feira, no Hospital Santo Antônio, em Tenente Portela, no noroeste gaúcho.As duas passam bem e ainda estão internadas.
Segundo o ginecologista e obstetra Claudio José Furini, que fez o parto, o nascimento não foi prematuro, pois a gestação já passava dos oito meses. Apesar do corpo franzino da menina-mãe, a equipe médica cogitou a possibilidade de fazer parto normal. Diante da falta de dilatação adequada para o procedimento, optou-se pela cirurgia, quando a bolsa se rompeu.
- Sob o ponto de vista médico, está tudo ótimo com a mãe e com a filha. A menina parece feliz com a maternidade, já pegou o bebê no colo - disse o médico.

Denunciado por estupro, o padastro está no Presídio Estadual de Iraí desde terça-feira, quando se apresentou à polícia. O pedreiro de 51 anos deve aguardar pelo julgamento preso. A apresentação do acusado, que tinha prisão preventiva decretada pela Justiça e estava foragido havia uma semana, foi combinada entre sua advogada e o delegado Antônio Maieron, para evitar que ele fosse agredido pela população.


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RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


link do postPor anjoseguerreiros, às 08:56  comentar

RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
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A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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RIO - O parque Thorpe, que fica em Surrey, ao sudoeste de Londres, na Inglaterra, estreia neste fim de semana 'Saw - The Ride', montanha-russa inspirada no clima macabro da franquia de filmes de terror "Jogos mortais" (Saw, no nome em inglês). Quem enfrenta o desafio encara sensações que costumam atormentar os espectadores da série com uma dose extra de adrenalina, despencando da altura de 30 metros numa montanha-russa daquelas bem verticais e radicais.
O maior desafio para quem enfrenta atração é a queda a 100 metros com 100 graus de inclinação - fazendo desta a mais vertiginosa descida em queda livre no mundo. Outros três loopings acrescentam mais momentos de puro 'terror' ao percurso.
O parque é conhecido por suas montanhas-russas radicais, Stealth (conhecida por ser uma das mais rápidas da Europa), Colossus (com dez loopings) e Nemesis Inferno.
Informações adicionais:
A temporada de 2009 do parque via de 14 de março a 8 de novembro.
Os ingressos comprados com antecedência pelo site custam 24 libras (adultos), 16 libras (crianças). Na bilheteria, o preço é 35 libras (adultos), 21 libras (crianças menores de 12 anos). Site: http://www.thorpepark.com/.


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CURITIBA - Uma operação conjunta da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), da Polícia Militar e da 10ª Subdivisão da Polícia Civil, realizada na manhã desta sexta-feira (13), em Londrina, cumpriu 38 mandados de busca e apreensão. Seis pessoas foram detidas, mas somente quatro ficaram presas por tráfico de drogas e posse ilegal de arma. Segundo o delegado da Denarc em Londrina, Michel Araujo, a operação foi motivada por denúncias de que adolescentes envolvidos com o tráfico de drogas estavam sofrendo mutilações no corpo, em razão de dívidas.
- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
- Este será um trabalho contínuo. E sempre que acharmos necessário, vamos fazer novas operações na cidade.


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CURITIBA - Uma operação conjunta da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), da Polícia Militar e da 10ª Subdivisão da Polícia Civil, realizada na manhã desta sexta-feira (13), em Londrina, cumpriu 38 mandados de busca e apreensão. Seis pessoas foram detidas, mas somente quatro ficaram presas por tráfico de drogas e posse ilegal de arma. Segundo o delegado da Denarc em Londrina, Michel Araujo, a operação foi motivada por denúncias de que adolescentes envolvidos com o tráfico de drogas estavam sofrendo mutilações no corpo, em razão de dívidas.
- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
- Este será um trabalho contínuo. E sempre que acharmos necessário, vamos fazer novas operações na cidade.


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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
- Este será um trabalho contínuo. E sempre que acharmos necessário, vamos fazer novas operações na cidade.


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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
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Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
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Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
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Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
- Este será um trabalho contínuo. E sempre que acharmos necessário, vamos fazer novas operações na cidade.


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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
- Este será um trabalho contínuo. E sempre que acharmos necessário, vamos fazer novas operações na cidade.


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- Atraídos pelo dinheiro considerado fácil do tráfico, estes adolescentes estão sendo seduzidos e acabam em dívidas com os traficantes. Tivemos notícia de que um adolescente de 13 anos teve parte do dedo cortado em razão de dívidas. E da mesma forma que eles estão sendo vítimas, os jovens também estão se tornando autores destes crimes - explicou.
Os policiais ocuparam locais conhecidos como pontos de tráficos de drogas.
- Cumprimos 38 mandados simultaneamente em residências que são conhecidas como pontos de comercialização e armazenamento de drogas e armas. Com isso, realizamos um trabalho preventivo e também repressivo - disse o delegado.
Ele informou que, além das prisões, foram apreendidos um quilo de maconha, 100 gramas de cocaína e crack e 45 papelotes de crack. Também foram encontrados um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 36, além de 20 munições. O delegado informou que os mandados foram cumpridos em várias regiões da cidade, mas a maior parte se concentrou na região norte.
Os mandados foram expedidos pela Vara da Infância e Juventude de Londrina. Participaram da operação policiais do Denarc de Maringá, Curitiba, Pato Branco e Foz do Iguaçu. Araujo disse que operações semelhantes serão realizadas novamente na cidade.
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RIO - Depois do jornal 'Washington Post' repercutir o caso do pequeno Sean , cujo pai - americano - luta pela guarda do filho que teve com uma brasileira, a mídia dos Estados Unidos agora comenta a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, neste sábado. De acordo com reportagem publicada no jornal O GLOBO (assinantes têm acesso à íntegra), a agenda da reunião de Lula e Obama se resume à disputa entre o americano David Goldman e o advogado carioca João Paulo Lins e Silva por Sean, filho de Goldman com Bruna Bianchi, morta ano passado.
Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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RIO - Depois do jornal 'Washington Post' repercutir o caso do pequeno Sean , cujo pai - americano - luta pela guarda do filho que teve com uma brasileira, a mídia dos Estados Unidos agora comenta a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, neste sábado. De acordo com reportagem publicada no jornal O GLOBO (assinantes têm acesso à íntegra), a agenda da reunião de Lula e Obama se resume à disputa entre o americano David Goldman e o advogado carioca João Paulo Lins e Silva por Sean, filho de Goldman com Bruna Bianchi, morta ano passado.
Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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RIO - Depois do jornal 'Washington Post' repercutir o caso do pequeno Sean , cujo pai - americano - luta pela guarda do filho que teve com uma brasileira, a mídia dos Estados Unidos agora comenta a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, neste sábado. De acordo com reportagem publicada no jornal O GLOBO (assinantes têm acesso à íntegra), a agenda da reunião de Lula e Obama se resume à disputa entre o americano David Goldman e o advogado carioca João Paulo Lins e Silva por Sean, filho de Goldman com Bruna Bianchi, morta ano passado.
Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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RIO - Depois do jornal 'Washington Post' repercutir o caso do pequeno Sean , cujo pai - americano - luta pela guarda do filho que teve com uma brasileira, a mídia dos Estados Unidos agora comenta a reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, neste sábado. De acordo com reportagem publicada no jornal O GLOBO (assinantes têm acesso à íntegra), a agenda da reunião de Lula e Obama se resume à disputa entre o americano David Goldman e o advogado carioca João Paulo Lins e Silva por Sean, filho de Goldman com Bruna Bianchi, morta ano passado.
Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
Já no Rio haverá uma passeata no domingo, na orla, por um grupo a favor da permanência do menino no Brasil. Eles se concentrarão às 8h em frente ao hotel Marriott de Copacabana, onde Goldman está hospedado.
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Segundo reportagem do "Washington Post", o Brasil é o quinto país com mais casos de descumprimento do Tratado de Haia envolvendo filhos de americanos. São 50 de um total de dois mil. O "Post" afirmou ainda que o Departamento de Estado americano considera que o Brasil tem um padrão de desrespeito ao tratado, que trata do sequestro internacional de crianças.
Goldman, no Rio desde quarta-feira , passou na sexta-feira por uma avaliação psicológica a pedido da Justiça brasileira. O menino, sua avó, Silvana Bianchi, e o padrasto já fizeram o mesmo exame. A partir destes será elaborado um laudo para o juiz da 16ª Vara Federal, que decidirá se há ou não interesse jurídico da União no processo. O resultado pode determinar a volta do caso à Vara de Família, como a família brasileira deseja, ou não. Desde quarta-feira, Goldman tem se encontrado com o filho duas vezes ao dia, com acompanhamento de psicólogos. Os encontros estão autorizados até domingo.
Shannon deixou claro que Obama considera o assunto "muito importante". Ele disse que o Departamento de Estado americano dá prioridade à devolução da criança ao pai. Hoje, parentes e amigos de Goldman farão uma manifestação às 14h em frente à Casa Branca. Manifestantes influem na disputa por guarda de filho de americano
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colaboradores: carmen e maria celia

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