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13.3.09
CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO
A REVISTA FÓRUM CONTÉM INÚMERAS REPORTAGENS E TEXTOS PERTINENTES ÀS QUESTÕES QUE PRETENDEMOS DEBATER EM NOSSO BLOG.
TRANSCREVEMOS ESTE ARTIGO ESCRITO PELO PADRE ALFREDO GONÇALVES, QUE FOI RETIRADO DO SITE DA REVISTA, ONDE OS LEITORES PODEM ENCONTRAR MAIS ARTIGOS INTERESSANTES COMO ESSE (http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/default.asp)


12 DE MARÇO DE 2009

Excomungamos todos aqueles que multiplicam sua renda através da especulação financeira, principais responsáveis pela crise atual, com todos os males que ela provoca, tornando mais miseráveis os pobres e mais poderosos os ricos...
Excomungamos todos os "paraísos fiscais", onde o trabalho da imensa multidão anônima se converte em ouro, em dólares e em capital para uso de poucos...
Excomungamos o sistema capitalista de produção e sua filosofia liberal que, ao longo da história, se nutre da exploração dos recursos naturais, do trabalho humano e do patrimônio cultural dos povos...
Excomungamos todos aqueles que acumulam fazenda sobre fazenda, casa sobre casa, criando imensos latifúndios improdutivos ou mansões vazias, ao lado de milhões de pessoas famintas e sem terra e sem teto...
Excomungamos os responsáveis pelos assassinatos no campo e na cidade, não somente os que empunham a arma do crime, mas com maior razão os que pagam para matar...
Excomungamos todos os políticos que, apoiados pelo voto popular, usam do poder em benefício próprio e de seus apadrinhados, traindo aqueles que o elegeram e corrompendo os canais da participação popular...
Excomungamos todo Estado que alimenta um exército de soldados e burocratas e, ao mesmo tempo, deixa cada vez mais precários os serviços públicos, substituindo-os com políticas compensatórias...
Excomungamos todos os traficantes de droga, de pessoas humanas ou de órgãos humanos, que mercantilizam a vida e causam a destruição da família e de todos os laços fraternos de solidariedade...
Excomungamos todas as milícias paramilitares e a "banda podre" das polícias porque, a cada ano, ceifam a vida de milhares de jovens e adolescentes...
Excomungamos todos os tiranos que a ferro e fogo ainda reinam sobre a face da terra, assentados em tronos de ouro, construídos com o sangue, o suor e as lágrimas de seus súditos... Excomungamos todos os mega-projetos, agro e hidro negócios, que devastam a natureza, contaminam o ar e as águas e, no afã de acumular poder e riqueza, reduzem drasticamente a biodiversidade sobre o planeta Terra...
Excomungamos todos os pedófilos, estupradores, sequestradores e seus cúmplices que não só escandalizam os inocentes, mas os convertem em objeto de prazer e de lucro...
Excomungamos a violência do homem sobre a mulher e as crianças, não raro encoberta pela inviolabilidade do lar e da família e que, aos milhões, esconde hematomas, cicatrizes e traumas sem remédio...
Excomungamos os que fazem de seus carros uma arma que fere, mutila e mata e que seguem impunes pelas ruas com suas máquinas velozes e letais...
Excomungamos todo tipo de exploração do trabalho humano, transformando mulheres e homens em peças descartáveis de uma engrenagem que se alimenta de carne humana...
Excomungamos todo sistema prisional que, pela superlotação, pelos abusos e pela tortura, avilta a pessoa humana e faz da prisão uma verdadeira escola do crime...
Excomungamos todas injustiças e assimetrias realizadas em nome da "democracia liberal", pois a história tem sido testemunha de que essas duas expressões são incompatíveis...

Pe. Alfredo J. Gonçalves *
* Assessor das Pastorais Sociais
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Excomungamos todos os "paraísos fiscais", onde o trabalho da imensa multidão anônima se converte em ouro, em dólares e em capital para uso de poucos...
Excomungamos o sistema capitalista de produção e sua filosofia liberal que, ao longo da história, se nutre da exploração dos recursos naturais, do trabalho humano e do patrimônio cultural dos povos...
Excomungamos todos aqueles que acumulam fazenda sobre fazenda, casa sobre casa, criando imensos latifúndios improdutivos ou mansões vazias, ao lado de milhões de pessoas famintas e sem terra e sem teto...
Excomungamos os responsáveis pelos assassinatos no campo e na cidade, não somente os que empunham a arma do crime, mas com maior razão os que pagam para matar...
Excomungamos todos os políticos que, apoiados pelo voto popular, usam do poder em benefício próprio e de seus apadrinhados, traindo aqueles que o elegeram e corrompendo os canais da participação popular...
Excomungamos todo Estado que alimenta um exército de soldados e burocratas e, ao mesmo tempo, deixa cada vez mais precários os serviços públicos, substituindo-os com políticas compensatórias...
Excomungamos todos os traficantes de droga, de pessoas humanas ou de órgãos humanos, que mercantilizam a vida e causam a destruição da família e de todos os laços fraternos de solidariedade...
Excomungamos todas as milícias paramilitares e a "banda podre" das polícias porque, a cada ano, ceifam a vida de milhares de jovens e adolescentes...
Excomungamos todos os tiranos que a ferro e fogo ainda reinam sobre a face da terra, assentados em tronos de ouro, construídos com o sangue, o suor e as lágrimas de seus súditos... Excomungamos todos os mega-projetos, agro e hidro negócios, que devastam a natureza, contaminam o ar e as águas e, no afã de acumular poder e riqueza, reduzem drasticamente a biodiversidade sobre o planeta Terra...
Excomungamos todos os pedófilos, estupradores, sequestradores e seus cúmplices que não só escandalizam os inocentes, mas os convertem em objeto de prazer e de lucro...
Excomungamos a violência do homem sobre a mulher e as crianças, não raro encoberta pela inviolabilidade do lar e da família e que, aos milhões, esconde hematomas, cicatrizes e traumas sem remédio...
Excomungamos os que fazem de seus carros uma arma que fere, mutila e mata e que seguem impunes pelas ruas com suas máquinas velozes e letais...
Excomungamos todo tipo de exploração do trabalho humano, transformando mulheres e homens em peças descartáveis de uma engrenagem que se alimenta de carne humana...
Excomungamos todo sistema prisional que, pela superlotação, pelos abusos e pela tortura, avilta a pessoa humana e faz da prisão uma verdadeira escola do crime...
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Excomungamos todos os traficantes de droga, de pessoas humanas ou de órgãos humanos, que mercantilizam a vida e causam a destruição da família e de todos os laços fraternos de solidariedade...
Excomungamos todas as milícias paramilitares e a "banda podre" das polícias porque, a cada ano, ceifam a vida de milhares de jovens e adolescentes...
Excomungamos todos os tiranos que a ferro e fogo ainda reinam sobre a face da terra, assentados em tronos de ouro, construídos com o sangue, o suor e as lágrimas de seus súditos... Excomungamos todos os mega-projetos, agro e hidro negócios, que devastam a natureza, contaminam o ar e as águas e, no afã de acumular poder e riqueza, reduzem drasticamente a biodiversidade sobre o planeta Terra...
Excomungamos todos os pedófilos, estupradores, sequestradores e seus cúmplices que não só escandalizam os inocentes, mas os convertem em objeto de prazer e de lucro...
Excomungamos a violência do homem sobre a mulher e as crianças, não raro encoberta pela inviolabilidade do lar e da família e que, aos milhões, esconde hematomas, cicatrizes e traumas sem remédio...
Excomungamos os que fazem de seus carros uma arma que fere, mutila e mata e que seguem impunes pelas ruas com suas máquinas velozes e letais...
Excomungamos todo tipo de exploração do trabalho humano, transformando mulheres e homens em peças descartáveis de uma engrenagem que se alimenta de carne humana...
Excomungamos todo sistema prisional que, pela superlotação, pelos abusos e pela tortura, avilta a pessoa humana e faz da prisão uma verdadeira escola do crime...
Excomungamos todas injustiças e assimetrias realizadas em nome da "democracia liberal", pois a história tem sido testemunha de que essas duas expressões são incompatíveis...

Pe. Alfredo J. Gonçalves *
* Assessor das Pastorais Sociais
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CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO
A REVISTA FÓRUM CONTÉM INÚMERAS REPORTAGENS E TEXTOS PERTINENTES ÀS QUESTÕES QUE PRETENDEMOS DEBATER EM NOSSO BLOG.
TRANSCREVEMOS ESTE ARTIGO ESCRITO PELO PADRE ALFREDO GONÇALVES, QUE FOI RETIRADO DO SITE DA REVISTA, ONDE OS LEITORES PODEM ENCONTRAR MAIS ARTIGOS INTERESSANTES COMO ESSE (http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/default.asp)


12 DE MARÇO DE 2009

Excomungamos todos aqueles que multiplicam sua renda através da especulação financeira, principais responsáveis pela crise atual, com todos os males que ela provoca, tornando mais miseráveis os pobres e mais poderosos os ricos...
Excomungamos todos os "paraísos fiscais", onde o trabalho da imensa multidão anônima se converte em ouro, em dólares e em capital para uso de poucos...
Excomungamos o sistema capitalista de produção e sua filosofia liberal que, ao longo da história, se nutre da exploração dos recursos naturais, do trabalho humano e do patrimônio cultural dos povos...
Excomungamos todos aqueles que acumulam fazenda sobre fazenda, casa sobre casa, criando imensos latifúndios improdutivos ou mansões vazias, ao lado de milhões de pessoas famintas e sem terra e sem teto...
Excomungamos os responsáveis pelos assassinatos no campo e na cidade, não somente os que empunham a arma do crime, mas com maior razão os que pagam para matar...
Excomungamos todos os políticos que, apoiados pelo voto popular, usam do poder em benefício próprio e de seus apadrinhados, traindo aqueles que o elegeram e corrompendo os canais da participação popular...
Excomungamos todo Estado que alimenta um exército de soldados e burocratas e, ao mesmo tempo, deixa cada vez mais precários os serviços públicos, substituindo-os com políticas compensatórias...
Excomungamos todos os traficantes de droga, de pessoas humanas ou de órgãos humanos, que mercantilizam a vida e causam a destruição da família e de todos os laços fraternos de solidariedade...
Excomungamos todas as milícias paramilitares e a "banda podre" das polícias porque, a cada ano, ceifam a vida de milhares de jovens e adolescentes...
Excomungamos todos os tiranos que a ferro e fogo ainda reinam sobre a face da terra, assentados em tronos de ouro, construídos com o sangue, o suor e as lágrimas de seus súditos... Excomungamos todos os mega-projetos, agro e hidro negócios, que devastam a natureza, contaminam o ar e as águas e, no afã de acumular poder e riqueza, reduzem drasticamente a biodiversidade sobre o planeta Terra...
Excomungamos todos os pedófilos, estupradores, sequestradores e seus cúmplices que não só escandalizam os inocentes, mas os convertem em objeto de prazer e de lucro...
Excomungamos a violência do homem sobre a mulher e as crianças, não raro encoberta pela inviolabilidade do lar e da família e que, aos milhões, esconde hematomas, cicatrizes e traumas sem remédio...
Excomungamos os que fazem de seus carros uma arma que fere, mutila e mata e que seguem impunes pelas ruas com suas máquinas velozes e letais...
Excomungamos todo tipo de exploração do trabalho humano, transformando mulheres e homens em peças descartáveis de uma engrenagem que se alimenta de carne humana...
Excomungamos todo sistema prisional que, pela superlotação, pelos abusos e pela tortura, avilta a pessoa humana e faz da prisão uma verdadeira escola do crime...
Excomungamos todas injustiças e assimetrias realizadas em nome da "democracia liberal", pois a história tem sido testemunha de que essas duas expressões são incompatíveis...

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Excomungamos todos aqueles que multiplicam sua renda através da especulação financeira, principais responsáveis pela crise atual, com todos os males que ela provoca, tornando mais miseráveis os pobres e mais poderosos os ricos...
Excomungamos todos os "paraísos fiscais", onde o trabalho da imensa multidão anônima se converte em ouro, em dólares e em capital para uso de poucos...
Excomungamos o sistema capitalista de produção e sua filosofia liberal que, ao longo da história, se nutre da exploração dos recursos naturais, do trabalho humano e do patrimônio cultural dos povos...
Excomungamos todos aqueles que acumulam fazenda sobre fazenda, casa sobre casa, criando imensos latifúndios improdutivos ou mansões vazias, ao lado de milhões de pessoas famintas e sem terra e sem teto...
Excomungamos os responsáveis pelos assassinatos no campo e na cidade, não somente os que empunham a arma do crime, mas com maior razão os que pagam para matar...
Excomungamos todos os políticos que, apoiados pelo voto popular, usam do poder em benefício próprio e de seus apadrinhados, traindo aqueles que o elegeram e corrompendo os canais da participação popular...
Excomungamos todo Estado que alimenta um exército de soldados e burocratas e, ao mesmo tempo, deixa cada vez mais precários os serviços públicos, substituindo-os com políticas compensatórias...
Excomungamos todos os traficantes de droga, de pessoas humanas ou de órgãos humanos, que mercantilizam a vida e causam a destruição da família e de todos os laços fraternos de solidariedade...
Excomungamos todas as milícias paramilitares e a "banda podre" das polícias porque, a cada ano, ceifam a vida de milhares de jovens e adolescentes...
Excomungamos todos os tiranos que a ferro e fogo ainda reinam sobre a face da terra, assentados em tronos de ouro, construídos com o sangue, o suor e as lágrimas de seus súditos... Excomungamos todos os mega-projetos, agro e hidro negócios, que devastam a natureza, contaminam o ar e as águas e, no afã de acumular poder e riqueza, reduzem drasticamente a biodiversidade sobre o planeta Terra...
Excomungamos todos os pedófilos, estupradores, sequestradores e seus cúmplices que não só escandalizam os inocentes, mas os convertem em objeto de prazer e de lucro...
Excomungamos a violência do homem sobre a mulher e as crianças, não raro encoberta pela inviolabilidade do lar e da família e que, aos milhões, esconde hematomas, cicatrizes e traumas sem remédio...
Excomungamos os que fazem de seus carros uma arma que fere, mutila e mata e que seguem impunes pelas ruas com suas máquinas velozes e letais...
Excomungamos todo tipo de exploração do trabalho humano, transformando mulheres e homens em peças descartáveis de uma engrenagem que se alimenta de carne humana...
Excomungamos todo sistema prisional que, pela superlotação, pelos abusos e pela tortura, avilta a pessoa humana e faz da prisão uma verdadeira escola do crime...
Excomungamos todas injustiças e assimetrias realizadas em nome da "democracia liberal", pois a história tem sido testemunha de que essas duas expressões são incompatíveis...

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TRANSCREVEMOS ESTE ARTIGO ESCRITO PELO PADRE ALFREDO GONÇALVES, QUE FOI RETIRADO DO SITE DA REVISTA, ONDE OS LEITORES PODEM ENCONTRAR MAIS ARTIGOS INTERESSANTES COMO ESSE (http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/default.asp)


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Excomungamos todos aqueles que multiplicam sua renda através da especulação financeira, principais responsáveis pela crise atual, com todos os males que ela provoca, tornando mais miseráveis os pobres e mais poderosos os ricos...
Excomungamos todos os "paraísos fiscais", onde o trabalho da imensa multidão anônima se converte em ouro, em dólares e em capital para uso de poucos...
Excomungamos o sistema capitalista de produção e sua filosofia liberal que, ao longo da história, se nutre da exploração dos recursos naturais, do trabalho humano e do patrimônio cultural dos povos...
Excomungamos todos aqueles que acumulam fazenda sobre fazenda, casa sobre casa, criando imensos latifúndios improdutivos ou mansões vazias, ao lado de milhões de pessoas famintas e sem terra e sem teto...
Excomungamos os responsáveis pelos assassinatos no campo e na cidade, não somente os que empunham a arma do crime, mas com maior razão os que pagam para matar...
Excomungamos todos os políticos que, apoiados pelo voto popular, usam do poder em benefício próprio e de seus apadrinhados, traindo aqueles que o elegeram e corrompendo os canais da participação popular...
Excomungamos todo Estado que alimenta um exército de soldados e burocratas e, ao mesmo tempo, deixa cada vez mais precários os serviços públicos, substituindo-os com políticas compensatórias...
Excomungamos todos os traficantes de droga, de pessoas humanas ou de órgãos humanos, que mercantilizam a vida e causam a destruição da família e de todos os laços fraternos de solidariedade...
Excomungamos todas as milícias paramilitares e a "banda podre" das polícias porque, a cada ano, ceifam a vida de milhares de jovens e adolescentes...
Excomungamos todos os tiranos que a ferro e fogo ainda reinam sobre a face da terra, assentados em tronos de ouro, construídos com o sangue, o suor e as lágrimas de seus súditos... Excomungamos todos os mega-projetos, agro e hidro negócios, que devastam a natureza, contaminam o ar e as águas e, no afã de acumular poder e riqueza, reduzem drasticamente a biodiversidade sobre o planeta Terra...
Excomungamos todos os pedófilos, estupradores, sequestradores e seus cúmplices que não só escandalizam os inocentes, mas os convertem em objeto de prazer e de lucro...
Excomungamos a violência do homem sobre a mulher e as crianças, não raro encoberta pela inviolabilidade do lar e da família e que, aos milhões, esconde hematomas, cicatrizes e traumas sem remédio...
Excomungamos os que fazem de seus carros uma arma que fere, mutila e mata e que seguem impunes pelas ruas com suas máquinas velozes e letais...
Excomungamos todo tipo de exploração do trabalho humano, transformando mulheres e homens em peças descartáveis de uma engrenagem que se alimenta de carne humana...
Excomungamos todo sistema prisional que, pela superlotação, pelos abusos e pela tortura, avilta a pessoa humana e faz da prisão uma verdadeira escola do crime...
Excomungamos todas injustiças e assimetrias realizadas em nome da "democracia liberal", pois a história tem sido testemunha de que essas duas expressões são incompatíveis...

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* Assessor das Pastorais Sociais
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

Denuncie
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
Fonte: Estadão
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
Fonte: Estadão
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Fonte: Estadão
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

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A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
Fonte: Estadão
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

Denuncie
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
Fonte: Estadão
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
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O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
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O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

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A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
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Um oficial de Justiça acusado de distribuir material com pornografia foi denunciado pelo Ministério Público Federal de São Paulo. O oficial, de 54 anos, é acusado pelo crime de distribuição de pornografia infantil na internet. Este é o segundo caso relacionado à Operação Carrossel II, da Polícia Federal, em São Paulo. Se condenado, ele pode cumprir de 3 a 6 anos de prisão
O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

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A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

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Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
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O acusado teria usado o eMule (programa de compartilhamento de arquivos) para divulgar na rede 19 vídeos com cenas pornográficas e de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes.
Segundo a assessoria de imprensa do MPF, consta na denúncia que o acusado admitiu aos policiais federais que morava sozinho e era a única pessoa que utilizava o computador com o protocolo IP identificado pela quebra de sigilo dos dados.
O material distribuído pelo acusado foi identificado através do software apelidado de "Espiamule" , desenvolvido pela Polícia Federal para localizar imagens que já estão distribuídas pela internet e o responsável por elas.

Pais devem orientar filhos sobre corpo desde cedo
Os recentes casos de pedofilia no País - como o da menina de 9 anos grávida do padrasto, em Pernambuco - provocam, além de muita polêmica, dúvidas entre os pais. Como prevenir algo semelhante? Como ensinar os filhos a identificar o comportamento estranho em pessoas familiares, já que muitas vezes o abusador é alguém próximo, sem que se tornem crianças paranoicas? De que forma alertá-los sobre como lidar com estranhos sem privá-los do convívio social? Há como identificar uma criança que sofreu abuso? É possível reconhecer um pedófilo? Como tratar o assunto dentro de casa?
O Estado fez as perguntas a especialistas em violência sexual contra crianças. No que diz respeito à prevenção, além do controle natural de saber onde e com quem as crianças estão, conversar com os filhos é o melhor caminho. Como? "No banho, por exemplo, a mãe pode começar mostrando aos filhos, desde pequenos, o que são partes íntimas e ensiná-los a cuidar da própria higiene, deixando claro que é algo mesmo íntimo e só quem lida com essas partes são elas próprias. Qualquer dúvida, devem perguntar à mãe", diz a supervisora do Programa de Atendimento e Pesquisa em Violência (Prove), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Cecília Gross, especialista em psiquiatria infantil.
O diálogo aberto é importante, porque, na maioria dos casos, o abusador é conhecido da criança. Como explicar, então, os limites entre o carinho natural de professores ou pais de amiguinhos e o que é anormal? "Seja claro: carinho é beijo no rosto, abraço e só", diz Cecília.

Sinais
A psicóloga Dalka Chaves de Almeida Ferrari, coordenadora do Centro de Referência às Vítimas de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae, e autora de um manual de prevenção e identificação do abuso sexual (disponível no site www.sedes.org.br) dá algumas dicas: "Bebês reagem com estranhamento ou choro diante do abusador e sofrem alterações psicossomáticas como falta ou excesso de sono ou apetite, inquietação ou depressão repentina. As que já atingiram a fase da linguagem contam histórias de abusos, muitas vezes em terceira pessoa, desenham. Se é ouvida e estimulada a contar um segredo, ela se sente segura. "Mas cabe aos adultos perceber esse esforço", diz Dalka.
Cecília, da Unifesp, alerta para o fato de que nem sempre a mudança de comportamento denuncia o abuso, mas qualquer acontecimento diferente na vida da criança. "No entanto, sempre vale a pena uma consulta ao pediatra e, excluídas as causas clínicas, procurar um especialista em comportamento."

Denuncie
Em janeiro e fevereiro, 4,7 mil denúncias de violência contra a criança foram feitas ao Disque 100, 31% delas relativas a abuso sexual, 35% a negligência e 34% a violência física e psicológica. Mas, apesar do disque-denúncia e de mais espaço na mídia, na estimativa de Dalka apenas 10% dos casos de abuso sexual contra crianças são denunciados. "Ainda existe um código de silêncio nas famílias, seja por vergonha ou culpa, e isso precisa ser quebrado. Os casos de abuso sexual de criança não são raros. São uma questão de saúde pública", diz Cecília.
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Alerj aprova lei que veta substância em salões de todo o estado

Rio - Por unanimidade, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio aprovou projeto de lei que bane de vez o formol dos salões de beleza e clínicas de estética do Rio, onde era usado nas escovas ‘inteligente’ e progressiva. O texto será agora aprovado ou vetado pelo governador Sérgio Cabral, em 30 dias.
A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


USO DE LUVAS EM LOCAL BEM AREJADO
Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

Colaborou João Ricardo Gonçalves


FONTE: O DIA ONLINE
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Alerj aprova lei que veta substância em salões de todo o estado

Rio - Por unanimidade, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio aprovou projeto de lei que bane de vez o formol dos salões de beleza e clínicas de estética do Rio, onde era usado nas escovas ‘inteligente’ e progressiva. O texto será agora aprovado ou vetado pelo governador Sérgio Cabral, em 30 dias.
A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


USO DE LUVAS EM LOCAL BEM AREJADO
Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

Colaborou João Ricardo Gonçalves


FONTE: O DIA ONLINE
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Alerj aprova lei que veta substância em salões de todo o estado

Rio - Por unanimidade, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio aprovou projeto de lei que bane de vez o formol dos salões de beleza e clínicas de estética do Rio, onde era usado nas escovas ‘inteligente’ e progressiva. O texto será agora aprovado ou vetado pelo governador Sérgio Cabral, em 30 dias.
A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


USO DE LUVAS EM LOCAL BEM AREJADO
Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

Colaborou João Ricardo Gonçalves


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Alerj aprova lei que veta substância em salões de todo o estado

Rio - Por unanimidade, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio aprovou projeto de lei que bane de vez o formol dos salões de beleza e clínicas de estética do Rio, onde era usado nas escovas ‘inteligente’ e progressiva. O texto será agora aprovado ou vetado pelo governador Sérgio Cabral, em 30 dias.
A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

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Rio - Por unanimidade, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio aprovou projeto de lei que bane de vez o formol dos salões de beleza e clínicas de estética do Rio, onde era usado nas escovas ‘inteligente’ e progressiva. O texto será agora aprovado ou vetado pelo governador Sérgio Cabral, em 30 dias.
A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

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A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

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A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

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A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


USO DE LUVAS EM LOCAL BEM AREJADO
Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

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A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

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Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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A justificativa do projeto é de que consumidores têm problemas de saúde com o uso da substância, como queimaduras, mesmo com a restrição anterior de que os produtos devem conter no máximo 0,2 % na fórmula.
A lei obriga ainda os salões de beleza e clínicas de estética a afixarem em local de fácil visualização tabela informando a quantidade autorizada por lei de produtos como amônia, guanidina e tioglicolato, utilizados em nos escovas progressivas, alisamentos, relaxamentos e hidratação.
Antes mesmo da aprovação da lei, de autoria do deputado Dionísio Lins (PP), a Sociedade de Dermatologia do Rio já desaprovava o uso do formol nos cabelos e lembra que recentemente a Organização Mundial de Saúde classificou a substância como provável fator cancerígeno. Segundo a coordenadora do departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade, Solange Maciel, o formol pode causar riscos através do contato, da inalação para o cliente e também para o profissional que faz as aplicações nos salões de beleza.
Segundo Zenaide Pereira, assistente da subsecretaria de vigilância e fiscalização da Vigilância Sanitária Municipal, o consumidor deve procurar saber se os produtos utilizados em seu cabeleireiro têm registro na Anvisa. “Caso constate algum produto que não esteja em confomidade com as legislações estaduais, federais ou municipais, o cliente deve denunciar o estabelecimento para a Vigilância Sanitária”.


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Segundo a dermatologista Annie Levy Benzecry, alergias ao formol são comuns. Para amenizar os riscos, a cabeleireira Ana Paula Dias, 32 anos, usa luvas e prefere ambientes arejados para aplicação: “Já tive ardência nos olhos, por isso hoje faço o alisamento longe do ar-condicionado”. Para a presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza do Rio, Ester Gomes, a proibição não vai acabar com o uso de formol. “A Anvisa já determininou apenas o uso de 0,2% nos produtos, porque não é prejudicial à saúde. Acho que proibir tudo vai prejudicar o movimento nos salões: as mulheres acabam pedindo para as profissionais fazerem o tratamento com o produto em casa”, diz.

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Rio - Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) prenderam Karen Emanuele Teixeira Martins, de 31 anos, acusada de pertencer a uma quadrilha de roubo de carros. Segundos os policiais, Karen foi presa em um condomínio de luxo em Jacarepaguá, onde morava ao lado do pai que seria empresário. Ela estava foragida desde de 2004, quando foi condenada por roubo de automóveis na Zona Norte do Rio.


fonte:O DIA ONLINE
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Rio - Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) prenderam Karen Emanuele Teixeira Martins, de 31 anos, acusada de pertencer a uma quadrilha de roubo de carros. Segundos os policiais, Karen foi presa em um condomínio de luxo em Jacarepaguá, onde morava ao lado do pai que seria empresário. Ela estava foragida desde de 2004, quando foi condenada por roubo de automóveis na Zona Norte do Rio.


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Rio - Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) prenderam Karen Emanuele Teixeira Martins, de 31 anos, acusada de pertencer a uma quadrilha de roubo de carros. Segundos os policiais, Karen foi presa em um condomínio de luxo em Jacarepaguá, onde morava ao lado do pai que seria empresário. Ela estava foragida desde de 2004, quando foi condenada por roubo de automóveis na Zona Norte do Rio.


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Rio - Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) prenderam Karen Emanuele Teixeira Martins, de 31 anos, acusada de pertencer a uma quadrilha de roubo de carros. Segundos os policiais, Karen foi presa em um condomínio de luxo em Jacarepaguá, onde morava ao lado do pai que seria empresário. Ela estava foragida desde de 2004, quando foi condenada por roubo de automóveis na Zona Norte do Rio.


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Rio - Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) prenderam Karen Emanuele Teixeira Martins, de 31 anos, acusada de pertencer a uma quadrilha de roubo de carros. Segundos os policiais, Karen foi presa em um condomínio de luxo em Jacarepaguá, onde morava ao lado do pai que seria empresário. Ela estava foragida desde de 2004, quando foi condenada por roubo de automóveis na Zona Norte do Rio.


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A galera da Justiça mostra que é boa em criatividade. Depois do voto em prosa de um juiz no Rio Grande do Sul, um advogado carioca fez uma petição em forma de quadrinhos. A frustração pela não entrega de ovos de Páscoa comprados pela internet ocorreu em 2006. De acordo com o site do Tribunal de Justiça do Rio, o processo foi arquivado em março de 2007.



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A galera da Justiça mostra que é boa em criatividade. Depois do voto em prosa de um juiz no Rio Grande do Sul, um advogado carioca fez uma petição em forma de quadrinhos. A frustração pela não entrega de ovos de Páscoa comprados pela internet ocorreu em 2006. De acordo com o site do Tribunal de Justiça do Rio, o processo foi arquivado em março de 2007.



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A Seção de Comunicação Social do 30º Batalhão de Polícia Militar do Interior, através do Tenente Coronel Gilmar Torres Peres, divulgou “dicas de segurança” sob o tema crianças.
O objetivo da PM é alertar os pais e as crianças como agir em situações estranhas

- certifique-se que seus filhos saibam o nome completo, endereço e telefone. Caso não seja possível memorizar, escreva em um cartão ou marque em roupas e objetos;
- tenha certeza de que seu filho sabe como fazer uma ligação de emergência de sua casa ou telefone público.
- oriente as crianças a não conversar ou fornecer informações a estranhos;
- não aceitar presentes, balas, chocolates, bebidas ou qualquer presente de desconhecidos. Fale alto que não quer e se afaste;
- não aceitar convites para passear de carro, entrar em casas, brincar em terrenos ou garagens, mesmo que atraídas por promessa de doces ou refrigerantes;
- não andar sozinho. Esteja sempre com alguém responsável ou de sua confiança;
- sempre que precisar de ajuda procurar um policial;
- evitar os pontos de ônibus em locais escuros e sem movimento;
- não acreditar em estranhos que dizem trazer recado de seus familiares.
- se for seguido por estranhos na rua, entre na primeira casa habitada ou comércio e peça socorro;
- se alguém tentar agarrá-lo esperneie e grite bem alto muitas vezes pedindo ajuda;
- se alguém tentar roubá-lo, não resista e entregue o que pedirem.
- não aceite carona de estranhos ou motoristas que você não conhece. Não dê atenção e se afaste do veículo;
- ande sempre pelo centro da calçada no sentido contrário ao fluxo de trânsito;
- afaste-se de estranhos que os tocam ou façam acariciam;
- quando estiver desacompanhado e alguém o incomodar, querendo pôr a mão em seu corpo, grite bastante para chamar a atenção das outras pessoas que estão ao seu lado.
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- não aceitar convites para passear de carro, entrar em casas, brincar em terrenos ou garagens, mesmo que atraídas por promessa de doces ou refrigerantes;
- não andar sozinho. Esteja sempre com alguém responsável ou de sua confiança;
- sempre que precisar de ajuda procurar um policial;
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- se for seguido por estranhos na rua, entre na primeira casa habitada ou comércio e peça socorro;
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- se alguém tentar roubá-lo, não resista e entregue o que pedirem.
- não aceite carona de estranhos ou motoristas que você não conhece. Não dê atenção e se afaste do veículo;
- ande sempre pelo centro da calçada no sentido contrário ao fluxo de trânsito;
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- tenha certeza de que seu filho sabe como fazer uma ligação de emergência de sua casa ou telefone público.
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- não andar sozinho. Esteja sempre com alguém responsável ou de sua confiança;
- sempre que precisar de ajuda procurar um policial;
- evitar os pontos de ônibus em locais escuros e sem movimento;
- não acreditar em estranhos que dizem trazer recado de seus familiares.
- se for seguido por estranhos na rua, entre na primeira casa habitada ou comércio e peça socorro;
- se alguém tentar agarrá-lo esperneie e grite bem alto muitas vezes pedindo ajuda;
- se alguém tentar roubá-lo, não resista e entregue o que pedirem.
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- ande sempre pelo centro da calçada no sentido contrário ao fluxo de trânsito;
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- não andar sozinho. Esteja sempre com alguém responsável ou de sua confiança;
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- se for seguido por estranhos na rua, entre na primeira casa habitada ou comércio e peça socorro;
- se alguém tentar agarrá-lo esperneie e grite bem alto muitas vezes pedindo ajuda;
- se alguém tentar roubá-lo, não resista e entregue o que pedirem.
- não aceite carona de estranhos ou motoristas que você não conhece. Não dê atenção e se afaste do veículo;
- ande sempre pelo centro da calçada no sentido contrário ao fluxo de trânsito;
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- certifique-se que seus filhos saibam o nome completo, endereço e telefone. Caso não seja possível memorizar, escreva em um cartão ou marque em roupas e objetos;
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O objetivo da PM é alertar os pais e as crianças como agir em situações estranhas

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- não acreditar em estranhos que dizem trazer recado de seus familiares.
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- se alguém tentar agarrá-lo esperneie e grite bem alto muitas vezes pedindo ajuda;
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- não aceite carona de estranhos ou motoristas que você não conhece. Não dê atenção e se afaste do veículo;
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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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Patrícia Lamego Soares trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004, quando seu departamento foi notificado pelo Office of Children's Issues de Washington de que a criança estava sendo retida ilegalmente pela mãe no Brasil.
Até então não conhecia David Goldman, apenas seu advogado brasileiro. Ricardo Zamariola, do escritório paulista Tranchesi Ortiz & Andrade, advoga há seis anos no âmbito da Convenção de Haia. Ele repatriou quatro crianças desde sua formatura, em 2004 uma para a Suécia e as outras para os Estados Unidos e tem cinco outros casos pendentes.
Paulo Lins e Silva e seu filho João Paulo o padrasto de Sean são bem conhecidos em Brasília. Paulo é dono de um dos principais escritórios de advocacia na área de família, além de ex-presidente da União Internacional de Advogados, e aprecia ter reconhecida a centenária linhagem de grandes causídicos que a família Lins e Silva produziu. Ambos advogam, junto com a Advocacia Geral da União, AGU, pelo direito de um pai canadense em reaver o filho de oito anos que foi trazido ilegalmente para o Rio, também em 2004, por uma mãe também brasileira.
Para o encontro seguinte com o ministro Paulo Vannuchi, secretário especial dos Direitos Humanos, que teve de ser substituído à última hora para comparecer a um enterro, a comitiva Goldman incluía também, além da cônsul americana Joana Weinz, outra funcionária da Embaixada dos Estados Unidos, Marie d'Amour. Segundo um dos presentes, o congressista Chris Smith recebeu telefonema de um membro da equipe de Hillary Clinton pouco antes de entrar na sala. Dali, os americanos seguiram para a residência do embaixador americano no Brasil, Clifford Sobel.
David Goldman estava esperançoso e tenso. "Parece que tudo está acontecendo, mas ao mesmo tempo nada está acontecendo", ele disse. "Eu sou um cara comum, que quer o filho de volta, e me vejo entrando e saindo de gabinetes para encontros com autoridades".
Uma van da Embaixada americana veio apanhar o grupo para um encontro matinal no segundo andar do Itamaraty com Oto Agripino Maia, sub-secretário Geral Adjunto das Comunidades Brasileiras no exterior. Dias antes, Agripino Maia, que já chefiou as embaixadas do Brasil em Pretoria, junto à Santa Sé e em Estocolmo, teria feito uma visita de cortesia ao ministro Luis Felipe Salomão, do STJ, e mencionara que o caso Goldman começava a causar algum mal estar.
Do Itamaraty, a comitiva seguiu para um encontro com a ministra Ellen Gracie, solicitado pela embaixada dos Estados Unidos.
Nenhuma das partes convocadas arriscou chegar com atraso à majestosa sede do Superior Tribunal de Justiça,
David Goldman e João Paulo Lins e Silva haviam sido convocados pelo juiz Luis Felipe Salomão para uma audiência de conciliação.
A sessão a portas fechadas, com os respectivos advogados togados, durou quase seis horas. Sentados no fundo da sala, na qualidade de ouvintes, estavam a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego, o congressista Chris Smith, seu assistente parlamentar Mark Milosch e a americana Marie d'Amour, da embaixada americana, e Paulo Lins e Silva.
Foi a primeira vez que o pai e o padrasto de Sean se viam, se ouviam e se mediam diretamente. "Confesso que em alguns momentos David me pareceu até mais calmo do que eu", admitiu dias depois seu advogado, Zamariola. "No fundo, quando o cliente nada tem a esconder, ele pode falar o que quiser: não há risco de errar."
Como era de se prever, uma conciliação em torno da questão central repatriamento ou não de Sean para os Estados Unidos logo foi implodida. David Goldman, que entrou na audiência carregado de anotações feitas durante a noite anterior, não revela o conteúdo e desenrolar da sessão. Mas segundo um dos presentes, a sua argumentação teve um tom pessoal "Não consigo entender como estou aqui implorando para ficar com meu filho", ele teria dito enquanto a de João Paulo Lins e Silva manteve o tom advocatício profissional.
Segunda-feira, 9 de fevereiro, 1 698º dia desde a partida de Bruna Bianchi com o filho do aeroporto Liberty International, de Nova Jersey. Por determinação da Justiça, uma psicóloga deveria estar presente ao primeiro e subsequentes encontros de David Goldman com Sean. A visita ocorreu na área de lazer do condomínio em que moram os avós maternos do menino, e contou com outras duas testemunhas que se mantiveram à distancia: o congressista Smith e Karen Gustafson de Andrade, funcionária do consulado americano.
Às 19h30, Ricardo Zamariola, que desta vez achou desnecessário permanecer no Rio, recebeu o primeiro telefonema de seu cliente. Goldman estava extático. Empilhava frases e descrevia sensações que, transcritas, formariam um amontoado de clichês. "Eu sabia que ia ser assim, afinal, ele é meu filho", ele disse. Segundo o seu relato, a psicóloga designada por João Paulo Lins e Silva foi compreensiva, competente, discreta e agradável no acompanhamento do encontro. Quando Sean, a certa altura, perguntou ao pai, em inglês, porque ele não viera visitá-lo antes, Goldman contou que se sentiu à vontade para consultar a psicóloga se podia responder. Ela, por sua vez, o teria deixado livre para fazê-lo. O resto do dia foi passado entre uma quadra de basquete e dentro d'água, na piscina.
Como era de se esperar, parece ter havido um deslocamento de terreno e o ambiente na segunda e última visita de Goldman ao filho antes de voltar para os Estados Unidos ao final do dia, foi crispado. Segundo o americano, a psicóloga da véspera fora substituída por uma profissional que preferiu se interpor de forma mais cerrada, levando Sean a falar quase sempre em português. Apesar de ter permissão judicial para levar o filho para fora do condomínio, o menino foi chamado para almoçar em casa, enquanto o pai comeu seu sanduíche trazido do hotel, sozinho.
Em compensação, na van que o conduziu ao aeroporto do Galeão, Goldman recebeu a notícia mais promissora para o desbloqueio do nó jurídico.
Foi com essas novas no bolso que David Goldman seguiu de trem para Washington sem sequer desfazer as malas de sua viagem ao Brasil. Um encontro seu com Antonio Patriota, embaixador do Brasil na capital americana, fora agendado para aquele mesmo dia.
Uma semana depois, em Nova York, enquanto algumas dezenas de pessoas desfilavam na calçada em frente ao consulado brasileiro, com cartazes pedindo o retorno de Sean, Goldman também foi recebido com simpatia pelo ministro Frederico Arruda. Mas o encontro de 12 de fevereiro com o embaixador Patriota, realizado no gabinete do congressista Chris Smith, é o que pode ser considerado indicativo de que o caso entrou definitivamente para a agenda diplomática dos dois países. Smith é o autor da resolução número 125, pendente no Congresso, que exige a repatriação de Sean Goldman "com urgência extrema".
Até então, o caso do menino tinha ficado soterrado na maioria das redações, ora por vontade própria dos jornalistas e donos dos órgãos de imprensa, ora como resultado das liminares emitidas a pedido da família Lins e Silva para bloquear a sua divulgação, numa interpretação estreita do fato de que o processo corria sob segredo de Justiça
Coube ao jornal apresentado por Carlos Nascimento, da rede SBT, a primazia de trazer o caso Goldman para a televisão.
A reportagem do New York Times também prenunciou o que ocorreria na tarde do mesmo dia, em Washington. "O caso tornou-se uma pequena ferida nas relações entre Estados Unidos e Brasil, e pode constar da agenda do encontro (daquele dia) entre a secretária de Estado Hillary Clinton e o chanceler brasileiro Celso Amorim."
Para o Palácio do Planalto, onde o ponto alto da agenda presidencial de março é a visita oficial de Lula aos Estados s Unidos, que inclui um encontro na Casa Branca com Barack Obama, o caso Goldman está sendo visto como "uma chateação", segundo termo usado por um palaciano habilitado a traduzir os humores do presidente. Acrescentou que a comitiva brasileira não irá puxar o assunto por iniciativa própria. Nem seria preciso. A convocação de uma passeata em Washington para acompanhar os passos do presidente brasileiro prometia adesão bem mais robusta do que a que se viu diante do consulado brasileiro em Nova York, quatro meses atrás.



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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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GOIÂNIA - Érica Barbosa dos Santos, mãe da menina de 5 anos que morreu na queda de um avião no estacionamento de um shopping de Goiânia, foi autorizada pelos médicos a ir ao velório da filha. Ela ficou por pouco tempo na Sala 3 do Cemitério Vale da Paz onde o corpo de Penélope Barbosa está sendo velado. A mãe deixou o local visivelmente debilitada e emocionada. Ontem, ela foi internada no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) depois de ter sido espancada pelo ex-marido Kléber Barbosa da Silva com um extintor de incêndio.
Após a agressão, ele abandonou a mulher às margens da rodovia, acreditando que ela estava morta. Com a filha dentro do carro, foi até o Aeroclube de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. Lá, usando uma desculpa de que pretendia locar o avião para um voo panorâmico com Penépole, rendeu o comandante, determinando que ele descesse do monomotor. Kléber estava armado. A Polícia Militar não soube informar qual o tipo de armamento era usado por ele.
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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
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De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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BELÉM - Cinco pessoas da mesma família, três adultos e duas crianças, foram encontradas mortas na colônia Copaíba, em Garrafão do Norte, nordeste do estado, uma área de reserva indígena. Para a polícia, o crime foi de execução. As vítimas são Isabete D. da M., 36 anos; Ribamar D. da M., de 42 anos, irmão de Isabete; as duas filhas dela, uma de 9 e outra de 13 anos, e o marido da vítima, Milton G. de S., 34 anos. Eles eram posseiros e viviam no local.
De acordo com o delegado Cristiano Nascimento, da delegacia de Garrafão do Norte, os adultos foram assassinados com um tiro na cabeça cada um.
- Todos os disparos foram perto do ouvido. O da mulher, inclusive, foi dentro do ouvido - contou o delegado. As duas crianças foram mortas a facadas: duas nas costas, uma em cada pulmão; uma no peito e outra na altura do pescoço.
Segundo depoimento do irmão de Milton, ele teria escutado três disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira, por volta das 18h30m.
- Antônio, irmão de Milton, tem um barraco a cerca de 800 metros do local do crime. Ele contou que ouviu um disparo de arma de fogo e depois mais dois. Quando ele se aproximou da casa do irmão, ouviu gritaria de criança e uma pessoa falar que era pra matar toda a família e quem aparecesse no local - explicou o delegado.
Ainda de acordo com Antônio, ele teria ficado escondido no mato por cerca de 30 minutos, entre 18h45m e 19h15m.
- Quando ele percebeu que fazia silêncio, foi até o local e encontrou a cunhada morta do lado de fora da casa, em frente à porta. Em seguida, viu o irmão dela morto a cinco metros da casa - afirmou Cristiano.
Antônio também relatou à polícia que viu um foco de lanterna a 80 metros do local do crime. Como a luz não se mexia, ele resolveu ir até o local e encontrou o irmão morto.
- Segundo o depoimento, em seguida, ele veio até a sede do município e acionou os policiais. Isso já foi por volta de 2h, pois a colônia é de difícil acesso, distante 36 km do centro do município - explicou o delegado.
De acordo com o policial, Antônio não havia encontrado os corpos das duas crianças.
- Mas ele também afirmou que não entrou na casa e nem fez buscas pelas redondezas - disse.
A polícia foi até o local e encontrou as duas crianças mortas dentro da residência. De acordo com o delegado, chegou-se a cogitar na cidade a hipótese do crime ter sido cometido por índios Tembé, mas a suspeita foi descartada.
- Primeiro porque o modus operandi é de execução mesmo. Nada foi roubado. Encontramos todo o dinheiro e a mercadoria de um estabelecimento comercial que as vítimas possuíam no local, ou seja, a intenção era matar mesmo. Além disso, nunca tivemos problemas com os índios, eles são tranquilos - afirmou o delegado.
Ainda segundo a polícia, o crime causou espanto na cidade. De acordo com o depoimento do irmão da vítima, a família era pacata e não parecia ter inimigos declarados.
Os corpos foram levados para o centro de Garrafão do Norte e em seguida encaminhados para o IML (Instituto Médico Legal) de Castanhal.



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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


link do postPor anjoseguerreiros, às 10:28  comentar

RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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RIO - A disputa pela guarda do filho do americano David Goldman com a estilista carioca Bruna Bianchi, que morreu ano passado, vai ganhar as ruas neste fim de semana. Enquanto o grupo que mantém um site bilíngue de apoio a Goldman organiza uma manifestação neste sábado em frente à Casa Branca, em Washington, durante o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Barack Obama, os amigos do padrasto do menino, João Paulo Lins e Silva, começaram a recrutar simpatizantes para uma passeata pela orla, domingo, no Rio, como informa reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal O Globo .
- Será um protesto pacífico, de apoio à família do menino no Brasil. E para que as autoridades brasileiras não cedam à pressão americana - diz o advogado Leonardo Pimenta, amigo de João Paulo, que assina a convocação, feita por e-mail.
Na mensagem eletrônica, Pimenta faz uma exposição do caso. No texto, ele convoca as pessoas a usarem roupas brancas e se concentrarem às 8h em frente ao Hotel Marriott, em Copacabana, onde está hospedado Goldman, que nesta quinta teve o primeiro de uma série de quatro encontros com o filho. "Cheguem pontualmente às 8h, para que ele nos veja. Depois sairemos de Copacabana e caminharemos até o Leblon", diz o texto.
Na quarta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, uma resolução que exige a devolução da custódia do filho da brasileira Bruna Bianchi para o pai biológico, o modelo americano David Goldman, segundo o Jornal Nacional, da TV Globo . Bruna faleceu no ano passado. Goldman disputa na Justiça a guarda do menino com o padrasto da criança.
David Goldman desembarcou na quarta no Rio de Janeiro . Ele soube que seu caso foi objeto de conversa entre o ministro Celso Amorim e a secretária de Estado Hillary Clinton, que pediu ao governo brasileiro que devolvesse o filho ao pai . Na terça-feira, o assessor especial da Presidência da República para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que o presidente Lula não pretende falar sobre a disputa pela guarda da criança durante o encontro com o presidente americano Barack Obama , que ocorrerá no sábado, em Washington. A ordem é evitar um tema polêmico e que tem mobilizado grande parte da mídia americana.


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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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MANAUS E SÃO PAULO - Uma onça parda resgatada na Amazônia acabou vindo para São Paulo e está num criadouro da cidade de Santa Rita do Passa Quatro, a 284 km da capital paulista, no norte do estado. Criado longe da mãe, o animal não aprendeu a caçar e, por isso, teve que ser doado ao criadouro autorizado no interior de São Paulo.
A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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A onça foi encontrada em Rio Preto da Eva, no Amazonas, quando tinha quatro meses. Ela passou quase dois anos vivendo provisoriamente em instalações do Ibama do Amazonas. Para o transporte entre Manaus e a cidade paulista, o Ibama obteve o apoio da Aeronáutica, que levou o animal sedado em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) no último domingo.
Segundo o analista ambiental do Ibama Diogo Faria, os criadouros particulares têm pouco interesse em onças-pardas, pois o animal é comum em cativeiro e precisa de muito alimento para sobreviver.
O município de Rio Preto da Eva é distante 80 km de Manaus e banhado por um rio de águas escuras que leva o mesmo nome
A Prefeitura local trabalha para incentivar o ecoturismo, com balneários e venda de artesanato indígena. Das águas do rio, navegável apenas com pequenos barcos, é possível ver vários animais. De um lado do rio, há casas e fazendas. Do outro, uma zona militar, com pelo menos duas cachoeiras.
Não se tem notícia ali de nenhum projeto de conservação de animais capaz de manter os animais que se desprendem da mata. Criadouro é obra de uma só mulher
O criadouro de Santa Rita do Passa Quatro é a Fazenda Fortaleza e foi homologado em janeiro passado. Na área de 900 metros quadrados já vivem outros oito felinos - três onças pardas, duas jaguatiricas e três gatos mourisco. A onça da Amazônia deverá dividir um recinto de 96 metros quadrados com Zara, que foi desalojada de um criadouro fechado pelo Ibama.
Batizada de Krishna, a onça-parda foi anestesiada ao chegar e submetida a todos os exames.
- Ela é diferente das demais, tem o rosto mais claro, o corpo mais esguio e avermelhado do que as paulistas - diz Carolina Santos Silva, veterinária responsável pelo criadouro.
Atualmente, Krishna é alimentada com dois quilos de carne por dia e está em quarentena. Deve começar a sair do isolamento apenas após uma segunda bateria de exames.
- Ela não deu trabalho. Foi apreendida quando era filhotinho e está acostumada ao cativeiro - explica Carolina. Segundo a veterinária, não há no Brasil técnica capaz de treinar um felino para que ele possa voltar a viver na natureza. Longe da mãe, eles simplesmente não aprendem a caçar. Na natureza, não há mãe substituta.
O criadouro Fazenda Fortaleza é particular, erguido por uma mulher paulista que queria ajudar os animais e passou seis anos pesquisando até encontrar o local exato e montar equipe de veterinária e biólogo. Os felinos foram escolhidos por serem os animais com mais dificuldade de obter criadouro.
- Eles estão saindo muito da natureza, por causa do desmatamento. Na natureza, ocupam uma área grande. Quando ficam sem parte dela, acabam invadindo fazendas e até casas - diz a veterinária.
Segundo o Ibama, os zôos brasileiros já estão abarrotados de felinos. A Fazenda Fortaleza deverá abrigar no máximo 12 deles. Ou seja, as vagas são limitadas.
Não são apenas as onças resgatadas que não conseguem voltar ao seu ambiente natural. De acordo com Faria, 60% dos animais que chegaram ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama em 2008 não puderam ser devolvidos à floresta, pois não tinham mais condições de se alimentar e se defender sozinhos.
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Entre as deficiências da nova porém pouco inovadora política sobre drogas para o mundo que os participantes da reunião da ONU em Viena assinaram nesta quinta-feira, uma se destaca com grande dramaticidade: a recusa dos países signatários do relatório que irá pautar as diretrizes para o assunto pelos próximos dez anos a incluir no documento o conceito de redução de danos. O item, que representaria a chancela a projetos como a distribuição de seringas para dependentes de drogas injetáveis ou as chamadas "terapias de substituição", como o uso de metadona para dependentes de heroína, foi sumariamente cortado da redação final do relatório, deixando revoltados os representantes de entidades que lutam pelos Direitos Humanos e contra a propagação de doenças infecto-contagiosas entre os dependentes de drogas injetáveis, problema especialmente grave na Europa Oriental e na África. A Human Rights Watch, bem como a International AIDS Society e a International Harm Reduction Society divulgaram, nesta quinta-feira, um documento criticando ferozmente o relatório da ONU. "Os governos e delegações que estiveram em Viena perderam a chance de aproveitar o encontro para identificar as falhas nas políticas sobre drogas dos últimos dez anos e dar um passo na direção da criação de atitudes mais adequadas à nova realidade e aos desafios do nosso tempo. Em vez disso, produziram uma declaração que não só é fraca bem como subestima preocupações com a saúde pública e os direitos humanos", disse o diretor da International Harm Reduction Society, Gerry Stimson. " A ausência total e completa de qualquer referência ao trabalho de redução de danos é completamente inaceitável nesses tempos em que mais de 30% dos doentes de AIDS da África subsaariana foram infectados pelo compartilhamento de agulhas", complementou Craig Mclure, diretor do International Aids Society. Já pelo lado dos Direitos Humanos, o Human Rights Watch alega que foram esquecidas as preocupações com o abuso de liberdades civis cada vez mais praticados sob a égide da chamada "guerra às drogas". "O relatáorio faz referências muito vagas sobre as obrigações dos governos nas questões relacionadas aos direitos civis e legais de usuários de drogas, bem como não se esforçou por reforçar a necessidade de as políticas sobre drogas respeitarem os direitos humanos", disse Jopeph Amon, diretor da Human Rights Watch presente à conferência de Viena. A grita destas entidades é mais um sinal de que a nova política sobre drogas não traz muitas evoluções, mesmo após o franco fracasso da guerra perpretada pelos EUA na última década.

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Entre as deficiências da nova porém pouco inovadora política sobre drogas para o mundo que os participantes da reunião da ONU em Viena assinaram nesta quinta-feira, uma se destaca com grande dramaticidade: a recusa dos países signatários do relatório que irá pautar as diretrizes para o assunto pelos próximos dez anos a incluir no documento o conceito de redução de danos. O item, que representaria a chancela a projetos como a distribuição de seringas para dependentes de drogas injetáveis ou as chamadas "terapias de substituição", como o uso de metadona para dependentes de heroína, foi sumariamente cortado da redação final do relatório, deixando revoltados os representantes de entidades que lutam pelos Direitos Humanos e contra a propagação de doenças infecto-contagiosas entre os dependentes de drogas injetáveis, problema especialmente grave na Europa Oriental e na África. A Human Rights Watch, bem como a International AIDS Society e a International Harm Reduction Society divulgaram, nesta quinta-feira, um documento criticando ferozmente o relatório da ONU. "Os governos e delegações que estiveram em Viena perderam a chance de aproveitar o encontro para identificar as falhas nas políticas sobre drogas dos últimos dez anos e dar um passo na direção da criação de atitudes mais adequadas à nova realidade e aos desafios do nosso tempo. Em vez disso, produziram uma declaração que não só é fraca bem como subestima preocupações com a saúde pública e os direitos humanos", disse o diretor da International Harm Reduction Society, Gerry Stimson. " A ausência total e completa de qualquer referência ao trabalho de redução de danos é completamente inaceitável nesses tempos em que mais de 30% dos doentes de AIDS da África subsaariana foram infectados pelo compartilhamento de agulhas", complementou Craig Mclure, diretor do International Aids Society. Já pelo lado dos Direitos Humanos, o Human Rights Watch alega que foram esquecidas as preocupações com o abuso de liberdades civis cada vez mais praticados sob a égide da chamada "guerra às drogas". "O relatáorio faz referências muito vagas sobre as obrigações dos governos nas questões relacionadas aos direitos civis e legais de usuários de drogas, bem como não se esforçou por reforçar a necessidade de as políticas sobre drogas respeitarem os direitos humanos", disse Jopeph Amon, diretor da Human Rights Watch presente à conferência de Viena. A grita destas entidades é mais um sinal de que a nova política sobre drogas não traz muitas evoluções, mesmo após o franco fracasso da guerra perpretada pelos EUA na última década.

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Entre as deficiências da nova porém pouco inovadora política sobre drogas para o mundo que os participantes da reunião da ONU em Viena assinaram nesta quinta-feira, uma se destaca com grande dramaticidade: a recusa dos países signatários do relatório que irá pautar as diretrizes para o assunto pelos próximos dez anos a incluir no documento o conceito de redução de danos. O item, que representaria a chancela a projetos como a distribuição de seringas para dependentes de drogas injetáveis ou as chamadas "terapias de substituição", como o uso de metadona para dependentes de heroína, foi sumariamente cortado da redação final do relatório, deixando revoltados os representantes de entidades que lutam pelos Direitos Humanos e contra a propagação de doenças infecto-contagiosas entre os dependentes de drogas injetáveis, problema especialmente grave na Europa Oriental e na África. A Human Rights Watch, bem como a International AIDS Society e a International Harm Reduction Society divulgaram, nesta quinta-feira, um documento criticando ferozmente o relatório da ONU. "Os governos e delegações que estiveram em Viena perderam a chance de aproveitar o encontro para identificar as falhas nas políticas sobre drogas dos últimos dez anos e dar um passo na direção da criação de atitudes mais adequadas à nova realidade e aos desafios do nosso tempo. Em vez disso, produziram uma declaração que não só é fraca bem como subestima preocupações com a saúde pública e os direitos humanos", disse o diretor da International Harm Reduction Society, Gerry Stimson. " A ausência total e completa de qualquer referência ao trabalho de redução de danos é completamente inaceitável nesses tempos em que mais de 30% dos doentes de AIDS da África subsaariana foram infectados pelo compartilhamento de agulhas", complementou Craig Mclure, diretor do International Aids Society. Já pelo lado dos Direitos Humanos, o Human Rights Watch alega que foram esquecidas as preocupações com o abuso de liberdades civis cada vez mais praticados sob a égide da chamada "guerra às drogas". "O relatáorio faz referências muito vagas sobre as obrigações dos governos nas questões relacionadas aos direitos civis e legais de usuários de drogas, bem como não se esforçou por reforçar a necessidade de as políticas sobre drogas respeitarem os direitos humanos", disse Jopeph Amon, diretor da Human Rights Watch presente à conferência de Viena. A grita destas entidades é mais um sinal de que a nova política sobre drogas não traz muitas evoluções, mesmo após o franco fracasso da guerra perpretada pelos EUA na última década.

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Entre as deficiências da nova porém pouco inovadora política sobre drogas para o mundo que os participantes da reunião da ONU em Viena assinaram nesta quinta-feira, uma se destaca com grande dramaticidade: a recusa dos países signatários do relatório que irá pautar as diretrizes para o assunto pelos próximos dez anos a incluir no documento o conceito de redução de danos. O item, que representaria a chancela a projetos como a distribuição de seringas para dependentes de drogas injetáveis ou as chamadas "terapias de substituição", como o uso de metadona para dependentes de heroína, foi sumariamente cortado da redação final do relatório, deixando revoltados os representantes de entidades que lutam pelos Direitos Humanos e contra a propagação de doenças infecto-contagiosas entre os dependentes de drogas injetáveis, problema especialmente grave na Europa Oriental e na África. A Human Rights Watch, bem como a International AIDS Society e a International Harm Reduction Society divulgaram, nesta quinta-feira, um documento criticando ferozmente o relatório da ONU. "Os governos e delegações que estiveram em Viena perderam a chance de aproveitar o encontro para identificar as falhas nas políticas sobre drogas dos últimos dez anos e dar um passo na direção da criação de atitudes mais adequadas à nova realidade e aos desafios do nosso tempo. Em vez disso, produziram uma declaração que não só é fraca bem como subestima preocupações com a saúde pública e os direitos humanos", disse o diretor da International Harm Reduction Society, Gerry Stimson. " A ausência total e completa de qualquer referência ao trabalho de redução de danos é completamente inaceitável nesses tempos em que mais de 30% dos doentes de AIDS da África subsaariana foram infectados pelo compartilhamento de agulhas", complementou Craig Mclure, diretor do International Aids Society. Já pelo lado dos Direitos Humanos, o Human Rights Watch alega que foram esquecidas as preocupações com o abuso de liberdades civis cada vez mais praticados sob a égide da chamada "guerra às drogas". "O relatáorio faz referências muito vagas sobre as obrigações dos governos nas questões relacionadas aos direitos civis e legais de usuários de drogas, bem como não se esforçou por reforçar a necessidade de as políticas sobre drogas respeitarem os direitos humanos", disse Jopeph Amon, diretor da Human Rights Watch presente à conferência de Viena. A grita destas entidades é mais um sinal de que a nova política sobre drogas não traz muitas evoluções, mesmo após o franco fracasso da guerra perpretada pelos EUA na última década.

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Entre as deficiências da nova porém pouco inovadora política sobre drogas para o mundo que os participantes da reunião da ONU em Viena assinaram nesta quinta-feira, uma se destaca com grande dramaticidade: a recusa dos países signatários do relatório que irá pautar as diretrizes para o assunto pelos próximos dez anos a incluir no documento o conceito de redução de danos. O item, que representaria a chancela a projetos como a distribuição de seringas para dependentes de drogas injetáveis ou as chamadas "terapias de substituição", como o uso de metadona para dependentes de heroína, foi sumariamente cortado da redação final do relatório, deixando revoltados os representantes de entidades que lutam pelos Direitos Humanos e contra a propagação de doenças infecto-contagiosas entre os dependentes de drogas injetáveis, problema especialmente grave na Europa Oriental e na África. A Human Rights Watch, bem como a International AIDS Society e a International Harm Reduction Society divulgaram, nesta quinta-feira, um documento criticando ferozmente o relatório da ONU. "Os governos e delegações que estiveram em Viena perderam a chance de aproveitar o encontro para identificar as falhas nas políticas sobre drogas dos últimos dez anos e dar um passo na direção da criação de atitudes mais adequadas à nova realidade e aos desafios do nosso tempo. Em vez disso, produziram uma declaração que não só é fraca bem como subestima preocupações com a saúde pública e os direitos humanos", disse o diretor da International Harm Reduction Society, Gerry Stimson. " A ausência total e completa de qualquer referência ao trabalho de redução de danos é completamente inaceitável nesses tempos em que mais de 30% dos doentes de AIDS da África subsaariana foram infectados pelo compartilhamento de agulhas", complementou Craig Mclure, diretor do International Aids Society. Já pelo lado dos Direitos Humanos, o Human Rights Watch alega que foram esquecidas as preocupações com o abuso de liberdades civis cada vez mais praticados sob a égide da chamada "guerra às drogas". "O relatáorio faz referências muito vagas sobre as obrigações dos governos nas questões relacionadas aos direitos civis e legais de usuários de drogas, bem como não se esforçou por reforçar a necessidade de as políticas sobre drogas respeitarem os direitos humanos", disse Jopeph Amon, diretor da Human Rights Watch presente à conferência de Viena. A grita destas entidades é mais um sinal de que a nova política sobre drogas não traz muitas evoluções, mesmo após o franco fracasso da guerra perpretada pelos EUA na última década.

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Entre as deficiências da nova porém pouco inovadora política sobre drogas para o mundo que os participantes da reunião da ONU em Viena assinaram nesta quinta-feira, uma se destaca com grande dramaticidade: a recusa dos países signatários do relatório que irá pautar as diretrizes para o assunto pelos próximos dez anos a incluir no documento o conceito de redução de danos. O item, que representaria a chancela a projetos como a distribuição de seringas para dependentes de drogas injetáveis ou as chamadas "terapias de substituição", como o uso de metadona para dependentes de heroína, foi sumariamente cortado da redação final do relatório, deixando revoltados os representantes de entidades que lutam pelos Direitos Humanos e contra a propagação de doenças infecto-contagiosas entre os dependentes de drogas injetáveis, problema especialmente grave na Europa Oriental e na África. A Human Rights Watch, bem como a International AIDS Society e a International Harm Reduction Society divulgaram, nesta quinta-feira, um documento criticando ferozmente o relatório da ONU. "Os governos e delegações que estiveram em Viena perderam a chance de aproveitar o encontro para identificar as falhas nas políticas sobre drogas dos últimos dez anos e dar um passo na direção da criação de atitudes mais adequadas à nova realidade e aos desafios do nosso tempo. Em vez disso, produziram uma declaração que não só é fraca bem como subestima preocupações com a saúde pública e os direitos humanos", disse o diretor da International Harm Reduction Society, Gerry Stimson. " A ausência total e completa de qualquer referência ao trabalho de redução de danos é completamente inaceitável nesses tempos em que mais de 30% dos doentes de AIDS da África subsaariana foram infectados pelo compartilhamento de agulhas", complementou Craig Mclure, diretor do International Aids Society. Já pelo lado dos Direitos Humanos, o Human Rights Watch alega que foram esquecidas as preocupações com o abuso de liberdades civis cada vez mais praticados sob a égide da chamada "guerra às drogas". "O relatáorio faz referências muito vagas sobre as obrigações dos governos nas questões relacionadas aos direitos civis e legais de usuários de drogas, bem como não se esforçou por reforçar a necessidade de as políticas sobre drogas respeitarem os direitos humanos", disse Jopeph Amon, diretor da Human Rights Watch presente à conferência de Viena. A grita destas entidades é mais um sinal de que a nova política sobre drogas não traz muitas evoluções, mesmo após o franco fracasso da guerra perpretada pelos EUA na última década.

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RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


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RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


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RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


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RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:54  comentar

RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


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RESUMO DA REPORTAGEM PUBLICADA NA REVISTA PIAUÍ

Chris Smith é um americano de meia-idade, roliço e afável, de bochechas rosadas ao primeiro contato com algum fiapo de sol, que vive viajando. . Há 28 anos ele bisbilhota in loco a condição dos direitos humanos de grupos mais vulneráveis a abusos. Deputado republicano por Nova Jersey desde 1981, ele é membro sênior da poderosa Comissão de Relações Exteriores do Congresso dos Estados Unidos. Também é tido como um dos parlamentares mais tenazes do Capitólio. Trabalho Trabalho infantil, prostituição forçada, extermínio de minorias e mazelas sociais de toda ordem o põem em marcha pelo mundo afora.

No final de janeiro, o senhor Smith se preparava para passar um fim-de-semana com a família, em sua casa de Hamilton, Eram dez da noite e ele assistia à televisão com Marie, sua mulher. Estava sintonizado no Dateline, da rede NBC, um dos mais renomados programas jornalísticos da tevê americana dedicada a grandes reportagens. Um dos temas daquela sexta-feira era o caso de David Goldman, o americano cuja esposa brasileira, a carioca Bruna Bianchi, fugira para o Brasil em 2004 com o filho do casal, Sean, de quatro anos. O documentário Fighting for Sean ("Lutando por Sean") contava a atividade desse pai para reaver seu filho único desde então (veja "Um Pai em Terra Estrangeira" piauí_26, novembro de 2008).

O programa da NBC recapitulava os fatos através da ótica de Goldman, e o novelo que desembocou numa fatalidade prendeu a atenção do parlamentar Smith: casada em segundas núpcias com o advogado brasileiro João Paulo Lins e Silva, a jovem mãe de Sean morreu de complicações de parto, em agosto passado. O menino, separado do pai biológico por força de sua remoção e retenção no Brasil, tornava-se órfão de mãe. Ainda assim, todas as tentativas judiciais do pai para levar o filho de volta para os Estados Unidos, como determina o Tratado Internacional de Haia, assinado pelo Brasil, emperraram nos tribunais estaduais fluminenses. O padrasto do menino obtivera do juiz titular da 2ª Vara de Família, Gerardo Carnevale Ney da Silva, a guarda provisória da criança na condição de "pai sócio-afetivo", e pleiteava a alteração do sobrenome do enteado de Goldman para Lins e Silva.

Com os créditos finais do programa ainda na tela, o congressista Chris Smith, pai de quatro filhos, decidiu que deveria se envolver no caso. Afinal, o menino Sean era um cidadão americano, nascido na mesma Nova Jersey.

Mark DeAngelis, responsável pela criação do site bringseanhome.org, recebeu uma mensagem de Mary Noonan, chefe de gabinete do deputado Smith. O congressista queria conhecer David Goldman e pediu que ele viesse a seu escritório já dali a dois dias, na tarde da segunda-feira. Goldman, não sabendo o que o esperava, foi ao encontro com sua advogada americana, Patrícia Apy, e o amigo Mark. Ao ser informado de que o pai de Sean fora convocado para uma audiência no Superior Tribunal de Justiça, o STJ, em Brasília, marcada para aquela semana, Chris Smith se ofereceu para acompanhá-lo. "Fiquei maravilhado", contou Goldman mais tarde, "pois ele tomou essa decisão em menos de dez minutos de conversa".

Goldman já havia vindo antes ao Brasil sete vezes, sempre para tomar pé no cipoal jurídico que atravanca o retorno de Sean uma vez com a mãe, duas com um primo e as quatro restantes, sozinho. Em todas elas, voltou de mãos vazias.

Na verdade, a tradução para o português é um tanto inadequada, uma vez que "sequestro", no Brasil, costuma dar a entender um ato violento, praticado mediante extorsão visando o lucro. O "sequestro" de que trata a convenção é basicamente o ato praticado por um genitor, que subtrai o filho da companhia do outro genitor. Quando uma criança é levada para fora de seu país de residência e mantida no outro país contra o consentimento do outro genitor configura-se, para a Convenção de Haia, o chamado sequestro internacional de criança que dá título ao tratado. . As partes litigantes podem, então, resolver a disputa nos tribunais em que a criança residia antes do ilícito.

A presença oficial de um membro da Comissão de Relações Exteriores do Congresso ao lado de David Goldman impulsionou o caso para outra esfera. No dia 29 de outubro passado, seis dias antes de ser eleito 44º presidente dos Estados Unidos, o então senador Barack Obama despachou o seguinte email para um amigo de Goldman:


Prezado Christopher [Rennau], ...na condição de pai de duas crianças, meu coração está com a família Goldman....Segundo informações da Divisão para Assuntos Envolvendo Crianças [Office of Children's Issues] do Departamento de Estado, e também da embaixada americana no Brasil, os Estados Unidos estão trabalhando em conjunto com a Autoridade Central Federal para o retorno de Sean, nos termos da Convenção de Haia... Esteja certo de que lembrarei de sua preocupação quanto à evolução deste caso... Peço que mantenha contato daqui pra frente.

Há tempos os canais diplomáticos dos dois paises vinham trabalhando em silêncio na questão
Numa tarde de temperatura polar, em Washington a chefe da unidade de sequestros do Office of Children's Issues recebeu a repórter de piauí. "Os casos de sequestro de filho por parte de um dos pais tem aumentado no mundo inteiro, anualmente", explicou Martha A. Pacheco, funcionária do Departamento de Estado há vinte anos, e alocada no setor responsável pelo cumprimento da Convenção de Haia há dezoito meses

São três as áreas analisadas para determinar se um país-signatário é ou não cumpridor do tratado: o desempenho da Autoridade Central Federal, que no Brasil está subordinada à Secretaria Especial dos Direitos Humanos, portanto ao Poder Executivo; o comportamento do Judiciário no tratamento dos casos; e o encaminhamento dado pelas forças da lei na execução das decisões judiciárias. O Brasil foi aprovado no primeiro e no terceiro itens. E assim como a Bulgária, Chile e Alemanha, levou bomba no segundo quesito, o Judiciário moroso. "Mesmo nos Estados Unidos existem juízes que nunca ouviram falar na Convenção de Haia", esclareceu por telefone Michele Bond, do Departamento de Estado, Secretária Adjunta para Assuntos de Cidadãos no Exterior.
Durante a entrevista com Martha Pacheco, o programa Dateline, com seus mais de 6 milhões de telespectadores, ainda não havia ido ao ar, e a dimensão diplomática do caso Goldman permanecia circunscrita.

No caso da secretária adjunta Bond, a conversa telefônica ocorreu quase duas semanas depois da exibição do documentário ter gerado resposta maior do que a esperada, levando a NBC a programar uma cobertura adicional do caso. No meio tempo, dois senadores democratas por Nova Jersey, Frank R. Lautenberg e Robert Menendez, haviam enviado uma carta conjunta ao "Dear President" Lula pedindo, "respeitosamente, que examine e tome as medidas apropriadas para reunir Sean com o pai". Tudo em nome dos laços fortes e amigáveis entre Brasil e Estados Unidos. O congressista Chris Smith, por seu lado, também tinha completado a prometida viagem de acompanhamento de David Goldman por gabinetes em Brasília e no primeiro encontro entre pai e filho no Rio. Ainda assim, Michele Bond foi cautelosa. "Juízes não avaliam um caso pela sua visibilidade", declarou.

No meio do vôo 0031 da Continental Airlines, que decolou na noite de 4 de fevereiro passado do aeroporto de Newark, Nova Jersey, com destino a Guarulhos, uma comissária de bordo americana tocou levemente no ombro do passageiro Goldman: "Só quero lhe dizer que nossa equipe deseja muito estar de plantão quando você trouxer o seu filho de volta", disse
No vôo de conexão para Brasília, o americano foi novamente abordado. Um jovem casal brasileiro, residente nos Estados Unidos, se apresentou:

-Desculpe, você é David?

- Sim.

-" Assistimos ao programa que conta a sua história, lá em Washington. Só queremos que saiba que também achamos errado o que está acontecendo."

A agenda da comitiva que aterrissou em Brasília naquele finalzinho de tarde foi pesada. Mal houve tempo do grupo se instalar no hotel, desfazer malas, tomar banho e se apresentar no segundo andar do Ministério da Justiça, para um encontro com a coordenadora da Autoridade Central Federal, Patrícia Lamego Soares. Formada em direito e pós-graduada em Relações Internacionais pela George Washington University, Patrícia Soares é arredia tanto à exposição de sua pessoa como a de quem recorre à Convenção de Haia para reaver os filhos. Trabalha com uma equipe enxuta, altamente focada, de cinco funcionários. Ela trata do caso Sean Goldman desde setembro de 2004.

DORRIT HARAZIM


(continua)


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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
link do postPor anjoseguerreiros, às 07:43  ver comentários (2) comentar

Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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Conforme o e-mail do Tribunal de Justiça recebido pela reportagem do Notícia da Manhã, às 9h56 de quinta-feira, dia 12, dois garotos reconheceram a foto do Padre Jeová Bezerra da Silva, da Paróquia Santa Terezinha.
De acordo com o Tribunal de Justiça, os promotores que atuam no inquérito processual, juntamente com os promotores do GAECO de São José do Rio Preto e São Paulo, ouviram todas as crianças vítimas de abuso sexual e submeteram-nas a reconhecimento por meio de fotografias dos averiguados, juntaram documentos e termos de oitivas e reconhecimentos.
Concluídas as diligências, os promotores fizeram pedido de busca e apreensão domiciliar para todos os endereços dos averiguados e prisão temporária para quatro deles. Os promotores, após a veiculação da notícia do envolvimento do Padre Jeová, indagaram as crianças a respeito.
Dois garotos reconheceram o padre, mas as demais vítimas e genitoras não mencionaram o padre e não houve tempo hábil para novas diligências.
Diante da informação, a Juíza Sueli Juarez Alonso determinou através da Vara da Infância e da Juventude, instauração de inquérito policial para apuração e requisitou a fita do programa para a emissora de televisão.

Padre Jeová tenta adiantar retorno ao Brasil
O advogado Luiz Régis Galvão Filho, que defende o padre Jeová Bezerra da Silva, afirmou que o pároco da Igreja Santa Terezinha afirmou estar inconformado com as acusações contra ele. Galvão acrescentou ainda que o padre estaria tentando antecipar sua volta do Canadá, no intuito de colaborar nas investigações.
“Ele vai estar à disposição do judiciário, onde pretende provar sua inocência. Meu cliente acredita que tem alguém tentando prejudicá-lo e criando essas histórias que estão sendo investigadas”, finaliza.
O advogado disse que solicitará judicialmente à Rede Record cópia de fitas com imagens veiculadas pela emissora nos últimos dias. O advogado quer todas as imagens em que aparece o padre Jeová indicado em denúncia como suspeito de crimes de atentado violento ao pudor. Além disso, Galvão pediu para que outras imagens não sejam exibidas.
“Vou tomar providências, mas, para isso, preciso da cópia das fitas anexadas no processo. Eu peço para que eles não destruam as fitas e que as guardem”, destaca.
De acordo com o advogado, a Lei da Imprensa obriga que o pedido das imagens seja solicitado na Justiça.
Reconhecimento
Régis Galvão tomou conhecimento sobre a nota encaminhada ontem pelo Tribunal de Justiça, onde duas crianças afirmaram conhecer o padre Jeová.
“Eu soube sim. A juíza encaminhou ao Tribunal, que repassou à imprensa. Mas as crianças reconheceram o que? Que ele é padre? Ou que aquele abusava de menores?”, questionou o advogado.
Galvão explica que ainda não teve acesso ao processo e não sabe efetivamente o que está acontecendo.
“A nota não diz a idade da criança, bem como o que diz a criança. Nem sei se é criança ou não. Ainda estou tentando obter informações”.
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BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


link do postPor anjoseguerreiros, às 07:22  comentar


BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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BRASÍLIA - Apesar de o arcebispo de Olinda e Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, ter anunciado a excomunhão dos envolvidos no caso da menina de 9 que fez aborto por ter sido estuprada pelo padrasto , na quinta-feira a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) afirmou que ninguém foi punido pela Igreja. Numa tentativa de minimizar os efeitos das declarações de Dom José Cardoso Sobrinho, a CNBB alegou que o arcebispo apenas teria avisado que a conduta dos envolvidos poderia resultar na excomunhão.
Para a CNBB, a polêmica em torno das declarações do religioso tiram de foco o centro do problema: a violência que a menina vinha sofrendo há três anos dentro de casa.
- Na verdade, o bispo não excomungou ninguém. O bispo anunciou que esse tipo de ato traz consigo, pelas normas católicas, tal possibilidade. Tenho certeza de que Dom José não teria, de forma alguma, a intenção de ferir quem já estava ferido, mas de chamar a atenção justamente para um certo permissivismo que faz com que a vida do nascituro não seja considerada - disse Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da CNBB.

- O seu grito e o seu desabafo em torno da excomunhão em nenhum momento se dirigiram às vítimas. Tenho certeza de que Dom José não quis ferir quem já estava ferido - repetiu Dom Dimas Lara Barbosa, secretário da conferência.
Para ele, a intenção do colega era chamar a atenção para a permissividade que levaria as pessoas a desconsiderar a vida de quem ainda está no ventre da mãe.
Dom Dimas disse que a menina, por não ter consciência, e sua mãe, por ter agido "sob pressão", não podem ser excomungadas. Já no caso de médicos que declararam ter intenção de praticar regularmente o aborto, vale a punição da Igreja, segundo o religioso.
No caso do padrasto que vinha abusando da menina e de sua irmã há vários anos, automaticamente ele já estaria "fora da comunidade" por não partilhar dos dogmas da igreja, segundo Dom Dimas.
Na tentativa de reparar o dano à imagem da Igreja, uma semana após as declarações do arcebispo, que chegou a dizer que o estupro é um crime menor que o aborto, a CNBB afirmou que o estupro é um "pecado mortal". O presidente da CNBB explicou que o estupro não é um crime penalizado com a excomunhão, mas que todos têm conhecimento da gravidade do ato.


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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

No MT, avião cai e passageiros se salvam
Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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GOIÂNIA - Um avião monomotor de prefixo PT-VFI caiu por volta de 18h30m no estacionamento principal do Shopping Flamboyant, em Goiânia, Goiás. Segundo informações da Polícia Militar, a aeronave foi roubada do aeroclube de Luziânia, no entorno de Brasília, por um homem que havia brigado com a mulher. Ele também sequestrou a filha de cinco anos e os dois morreram no acidente.
Segundo informações da Polícia Militar, o piloto era Cléber Barbosa da Silva, de 30 anos, que agrediu a mulher Érica Correia Santos, de 22 anos, na frente da filha, Penélope Barbosa Correia. Silva usou um extintor de incêndio para atingir a cabeça da mulher e a jogou para fora de um veículo Vectra branco, placas KDP-4737, na BR-060, entre Anápolis e Goiânia, na tarde desta quinta. A mulher foi encontrada na beira da estrada agonizando e foi levada para o Hospital de Urgentes de Goiânia, onde está internada em estado grave.
Em seguida, Silva dirigiu até Luziânia, onde alugou o avião para fazer um voo panorâmico. Antes da aeronave decolar, ele rendeu o piloto com uma arma e ordenou que ele saísse da cabine. Ao render o comandante, Silva disse que já tinha matado uma pessoa nesta quinta e que nada o impediria de matar mais gente.
Silva não tinha brevê, mas era apaixonado por aviões e sabia pilotar. Ele decolou com o avião roubado na companhia da filha. Fez manobras perigosas e ameaçou jogar a aeronave sobre um prédio. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e um helicóptero da Polícia Militar passaram a monitorar Silva e tentaram interceptá-lo. Os pilotos fizeram contato, mas não houve resposta. Cerca de 40 minutos após decolar, ele jogou o avião no estacionamento do shopping. A aeronave caiu a 10 metros da entrada principal do shopping.
De acordo com a Polícia Militar, nenhuma pessoa que estava em terra ficou ferida. Pelo menos 23 carros foram atingidos. Os corpos do piloto e da filha só foram retirados dos destroços pouco antes de 21h.
O Aeroporto Santa Genoveva, na capital, foi fechado para pousos e decolagens por uma hora. O shopping foi bloqueado para o trabalho dos bombeiros, da Polícia Federal, e de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Homem é suspeito de ter estuprado menina
O carro que Kleber abandonou no Aeroclube de Luziânia pode ligá-lo a outro crime. Segundo a polícia, ele é suspeito de ter estuprado uma menina de 13 anos na segunda-feira, na região metropolitana de Goiânia. Familiares da mulher dizem que ele tinha um comportamento depressivo.
- Sempre a Érica falava que ele não estava feliz, sempre arranjava uma desculpa, mas ele falava que sofria de depressão - revela o primo de Érica, Jonathan Souza.

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Em Cáceres, no Mato Grosso, pelo menos três pessoas ficaram feridas na queda de um avião de pequeno porte, nesta quinta-feira. O avião caiu na fazenda Nossa Senhora Aparecida. A Policia Militar informa que cinco pessoas estavam na aeronave e duas estão gravemente feridas. O quadro mais grave é de Osmair Socorro dos Santos, dono da fazenda e do monomotor, e de Irani Antônio da Silva, que podem ser transferidos para Cuiabá a qualquer momento.
Além dos dois, estavam no avião o piloto Edemur Guimara Bernardes e os passageiros César Luiz de Souza e Armelino José da Silva. O Hospital Regional de Cárceres não deu detalhes sobre o estado das vitimas. Mais um dos ocupantes do avião estaria ferido.
Foi o segundo acidente envolvendo aviões de pequeno porte no Mato Grosso em uma semana. O primeiro caiu entre domingo e segunda-feira no município de Querência, a 944 quilômetros de Cuiabá. O piloto Rhenner Laphaeth de Oliveira e Silva, de 23 anos, morreu no acidente. Ele pilotava um monomotor Bonanza prefixo PT- LKH, de propriedade do deputado estadual Percival Muniz (PPS). O piloto estava a caminho de São José do Xingu, onde fica a fazenda do deputado para buscá-lo.
Nesta quarta-feira, um avião da TAM apresentou uma pane em Marabá, no Pará. Alguns passageiros tiveram que dormir no aeroporto.
A TAM informou que o voo JJ 3871 (Belém-Marabá-Brasília) arremeteu durante os procedimentos para aterrissagem no aeroporto de Marabá devido a uma indicação técnica no painel do avião. Após nova aproximação, o pouso ocorreu normalmente e a aeronave foi encaminhada para manutenção.
A companhia reiterou que a arremetida é um procedimento comum, realizado para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes.
A etapa do voo Marabá-Brasília, que seria feita com o mesmo avião, foi cancelada; os passageiros que seguiriam viagem receberam a assistência necessária e foram acomodados em outros voos da empresa.
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colaboradores: carmen e maria celia

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